quinta-feira, 31 de maio de 2018

Nosso abraço de parabéns a todos que fazem e fizeram a história da Difusora Rádio Cajazeiras: 54 anos de inestimáveis serviços ao rádio brasileiro.

DIFUSORA RÁDIO CAJAZEIRAS, A ESCOLA DO RÁDIO NA PARAÍBA
Hoje é um dia diferente para a radiofonia paraibana. Especialmente para a cidade de Cajazeiras, um dia de festa, um dia para se comemorar! É o aniversário de uma das mais importantes emissoras da Paraíba e da região. A Difusora Rádio Cajazeiras, um dos patrimônios da cidade que ensinou a Paraíba a ler, completa 54 anos.

No dia 19 de março de 1964, a emissora cajazeirense iniciava suas atividades em caráter experimental. Isto ocorreu num momento que jamais será esquecido pelos brasileiros, pois no dia 31, o presidente João Goulart foi deposto e os militares assumiram o poder da nação brasileira.
Mas, oficialmente, somente no dia 31 de maio, a nossa DRC entraria definitivamente no ar. Ela foi a segunda emissora de rádio do Sertão e a sétima da Paraíba. Foi um sonho que começou em 1938, com as experiências radiofônicas da cidade sendo realizadas através de equipamentos instalados nos postes das principais ruas de Cajazeiras. E tudo teve início pela visão futurista de pessoas bem conhecidas dos cajazeirenses: os irmãos Mozart e Jessé de Sousa Assis, Antônio Carvalho Dutra, José Adegildes e Francisco Bastos. Desses alto-falantes e caixas de som, até a concretização de uma emissora, foram quase quarenta anos.
O primeiro endereço da Difusora Rádio Cajazeiras foi na conhecida Rua Epifânio Sobreira, nº 8, primeiro andar. Um local acanhado, mas bem organizado, com o inteligente aproveitamento dos pequenos espaço oferecidos. 
 
 
Concretizado o sonho, com a chegada definitiva da emissora em 1964, muitos são os nomes responsáveis pelos primeiros momentos da estação, que orgulha Cajazeiras eleva o seu nome. Além de Mozart, Adegildes, Jessé, como não lembrar nomes que passaram pelos seus microfones: professor Francelino Soares, Tarcísio Telino, José Gonçalves, Edmilson e Efigênio Feitosa, Antônio Augusto (Pinguim), Chico Cartaxo, Rubens Farias, Zenildo Alcântara e o querido técnico José Pereira (Zezinho). Até um ministro passou pela Difusora. Foi Maílson da Nóbrega, funcionário do Banco do Brasil, que residiu em Cajazeiras. 

Homenagear a Difusora Rádio Cajazeiras é lembrar nomes inesquecíveis como, Lacy Nogueira, Íracles Pires, Antônio Augusto, Maria José Lima, Pedro Gomes, Pedro Pio, Walter Cartaxo, Lírida Inês, Francecirley Alcantara (primeira operadora de áudio da emissora) e os queridos Vilmar, Jucier e Valmir Lima, egressos de Juazeiro do Norte, no Ceará, vindos para integrar a primeira equipe da emissora. 
 

 

E foram surgindo outros nomes, com o passar do tempo; Arruda Neto, Emídio Neto, Chagas Nunes, Jota Gomes (Badin), Luiz Amorim (hoje em São Paulo), Alceli Sobreira, Chagas Camilo, Marcos Rodrigues, Ferreira ima, Hilton Frade, Hugo Ramos, José Araújo, Eurivo Donato, Antônio Malvino, Sales Fernandes, Spencer Hartman, Nonato Guedes, Antônio Assunção, Gutemberg Cardoso, Marta Mendes, Julimar Dias, Wilson Furtado, João Bosco Branquita, Aragão Filho, Carlos Alencar, Arnaldo Lima, Chagas e Edmundo Amaro, Fábia Carolino, João Tomé Camurça, Rui Nolaço Lemos, Olivan Pereira, Emídio Neto, Horário Bandeira, Geraldo Nascimento, Jota França, Paulo Feitosa Geraldo Batista, Josemar de Aquino, Barbosa da Silva, Jota Júnior, Adjamilton e Josival Pereira, Otacílio Trajano, Roberto Jiquiri, Iêdo Ferreira, Laurenito Bezerra, Raimundo Sores, Francisco Rolim e Argemiro. 
Lembro esses nomes, mas não posse deixar de homenagear as discotecárias da época; Jandira Nogueira Vilante, Maria Helenita, Socorro Albuquerque, Elizani Batista e Luzia Seixas. Elas eram as responsáveis e, foram por anos, pela seleção musical da Pioneira. 

Nomes de destaque do rádio paraibano integram a emissora. O grande narrador esportivo e forrozeiro, Tatico, é um deles. No jornalismo Difusora, a competência de Eutim Rodrigues, Jarismar Pereira, Geraldo Nascimento, Elias Junior, Wanderley Marques, Chagas Amaro e Amaury Furtado, além do correspondente Sales Fernandes, dão credibilidade aos fatos do dia a dia destacados na programação.

A Difusora Radio Cajazeiras foi comandada, incialmente, pelo grupo empresarial Carvalho Dutra Comércio S/A (sócios majoritários), com as participações, ainda, dos irmãos Mozart e Jessé de Sousa Assis e Adegildes e Francisco Bastos, como administradores. Esse pessoal dirigiu a emissora, desde sua fundação, até 1986, ano em que o controle acionário foi adquirido pelo Dr. Wilson Braga, então governador da Paraíba e o empresário José Cavalcanti.

No ano de 1999, José Cavalcanti, que contava com apenas 20 por cento do controle de ações, adquiriu o restante das ações ao Dr. Wilson. Até hoje, quando a emissora completa 54 anos, não apenas ela, mas também a Patamuté FM, têm o controle acionário do Grupo Cavalcanti & Primo, com a direção administrativa sob a responsabilidade da professora Zélia Ribeiro

São seus diretores os empresários José Cavalcanti, Kildare Queiroga Cavalcanti, José Cavalcanti da Silva Filho e Hélio Cavalcanti da Silva.

Com uma potência de 25 kilowats, alcançando boa parte das regiões nordestinas, uma programação musical e jornalística de boa qualidade, além de uma equipe de excelentes profissionais, ao longo dos seus 54 anos, a Difusora Rádio Cajazeiras se constitui um motivo de orgulho para os cajazeirenses e paraibanos.

Ana Paula do Vôlei não deixa barato...


Sales Fernandes, nosso repórter para assuntos de desabastecimento, fez um apelo aos caminhoneiros e...

Tava na hora de acabar essa greve!

Olha que situação... tá com a despensa quase vazia... Tadinha...

Adivinha? Pois é!


PERDAS E DANOS
ROBERTO CAVALCANTI
CorreiodaParaíba

A insatisfação com a alta carga tributária, somada às denúncias de corrupção, excesso de privilégios e ineficiência do governo, garantiu apoio popular ao movimento dos caminhoneiros. A política de preços da Petrobras foi a gota d’água.

Passado o pior da crise que parou o Brasil, chegou a hora de cair na real, ou seja, encarar a conta do “acordo”, e o fato de que será repassada aos contribuintes.

O corte de R$ 0,46 no preço do diesel custará muito ao Tesouro Nacional. Para concretizá-lo, o governo renunciou a R$ 0,16 de impostos de PIS/Cofins, além de zerar a Cide, ou o equivalente em 2018 a R$ 4 bilhões. Os outros R$ 0,30 serão subsidiados e a estimativa é de mais R$ 9,5 bilhões. Um total de R$ 13,5 bilhões.

Dessa conta, R$ 4 bilhões é renúncia (deixa de arrecadar), mas o restante terá que ser compensado. O governo diz que usará R$ 5,7 bilhões da reserva de contingência. Fica faltando R$ 3,8 bilhões para pagar o subsídio criado. Onde conseguirá esse valor?

Infelizmente, em nenhum momento se falou em fim de regalias, nos inúmeros auxílios existentes nos três Poderes, inaceitáveis pelos salários que ganham.

O silêncio também contempla a possibilidade de redução nos supersalários (acima do teto constitucional), nas aposentadorias especiais, nos carros de luxo com motorista 24 horas à disposição, nos muitos cargos comissionados para preenchimento por indicação política e nas viagens com jatinhos da FAB.

O Ministro da Fazenda falou em aumentar outros impostos para compensar, mas recuou. A reação do Congresso Nacional certamente desestimulou, e a opção em mesa é redução de outros incentivos fiscais, ou seja, de qualquer forma sobra para o cidadão.

O pior é que todo esse custo não resultou em uma solução definitiva. Os preços dos combustíveis continuam atrelados ao do barril de petróleo no mercado internacional, cotado em dólar. Com o nosso Real em desvalorização, a perspectiva é de novos aumentos nos derivados de petróleo, impactando a maioria dos cidadãos.

Mas é importante deixar claro que o prejuízo da greve não se limita ao governo. Os empresários, do menor ao maior, de Norte a Sul do País, contabilizam perdas. Deixaram de vender, de produzir, de exportar, de oferecer serviços... E no final do mês terão que honrar salários e todos os seus outros custos.

O impacto da falta de insumos, dos estoques parados, de clientes insatisfeitos, e da perda de mercado para outros fornecedores internacionais que competem com nossos exportadores, vão persistir por muito tempo.

Tradicionalmente, nosso comércio registra as maiores vendas na última semana de cada mês. Como ficou parado neste Maio - as pessoas estavam gastando tempo em filas de combustível e gás, ou sem condições de sair de casa - não haverá a mesma arrecadação de impostos, e os comerciários, que não puderam garantir suas comissões, terão perda na renda.

Milhares de aves e porcos morreram de fome. Faltou ração por conta dos bloqueios. Leite que poderia ter alimentado muitos foi derramado na terra. Quem vai ressarcir os produtores?

A CNI e outras confederações deverão recorrer à Justiça por reparação de danos, impetrando ações contra as pessoas físicas dos líderes do movimento e as entidades de classe dos caminhoneiros. Já imaginou o tamanho da conta?

Os empresários sabem que poderão demorar a receber as indenizações que vão exigir, mas estão confiantes, porque a lei é clara. As ações terão também efeito educativo: ninguém pode parar um País impunemente. Quem fizer isso, terá que arcar com as consequências.

PT e sindicato dos petroleiros destruíram a Petrobrás e o país. Foi mais de R$ 100 bilhões em prejuízo e mais de R$ 40 bilhões em desvios contabilizados, chutando por baixo. Causaram a crise e agora querem impedir que o país saia dela. Não querem perder a teta!!!
Após reunião no MEC com Ministro da Educação, Efraim anuncia boas notícias para UFPB e IFPB
Thaysa Videres Paraibajá

Nesta segunda-feira, estiveram reunidos no MEC sob a condução do Deputado Federal Efraim Filho, os reitores da UFPB, Margareth Diniz, e do IFPB, Nicacio Lopes, junto ao Ministro da Educação, Rossieli Gomes.

Na audiência, a UFPB recebeu do Ministro a notícia da retomada do investimento para obras que estavam paralisadas, em valores que ultrapassam os 7 Milhões de Reais. Já o IFPB saiu com os recursos assegurados para a conclusão das obras de 06 campis em andamento: Santa Rita, Itabaiana, Catolé do Rocha, Princesa Isabel, Esperança e Santa Luzia, além de dar seguimento ao projeto para expansão do bloco de salas do Campus de Cajazeiras.

Para a Reitora da UFPB, Margareth Diniz: “A notícia é excelente e vem ao encontro das nossas prioridades. São 42 obras paralisadas e esses recursos servirão para concluir muitas delas que estavam em estágio avançado. O Deputado Efraim mostrou grande senso de responsabilidade e preocupação com a UFPB, especialmente para ele que é ex-aluno da nossa instituição”.

Já o Reitor do IFPB Nicacio Lopes, convidou o Ministro para a inauguração das unidades que devem ficar prontas até o fim do semestre, especialmente diante dos recursos assegurados para a conclusão dos mesmos: ”A atuação do Dep Efraim foi fundamental para que o MEC compreendesse a importância desse resgate histórico da nossa educação, colocando a Paraíba em segundo lugar na lista dos Estados contemplados com recursos para o ensino técnico.”

Para o deputado Efraim Filho, o destaque para investimentos em educação é uma prioridade do seu mandato: ”Fico feliz em receber o respaldo de instituições respeitadas e essenciais para o desenvolvimento da nossa querida Paraíba. O IFPB e a UFPB ajudam a construir o futuro das novas gerações paraibanas”, finalizou Efraim.
Guerrero é liberado para jogar Copa após tribunal aceitar recurso
Decisão foi divulgada nesta manhã
Noticiasaominuto
O atacante Paolo Guerrero foi liberado para a disputar a Copa do Mundo. A Justiça da Suíça suspendeu a decisão do Tribunal Arbitral do Esporte (TAS), que havia aumentado a suspensão do atacante para 14 meses, o que impedia sua participação no Mundial. As informações são da ESPN e do El Deportivo, jornal peruano.

Como a Corte Arbital do Esporte fica na Suíça, ela precisa cumprir as decisões do Tribunal Federal Suíço, espécie de Superior Tribunal Federal do país, se compararmos com a Justiça brasileira.

Mais cedo, o TAS já havia divulgado um comunicado afirmando que não iria se opor à decisão do jogador de recorrer à Justiça do país.

Com o anúncio de 24 convocados, Gareca deve fechar a lista do país até segunda-feira, data limite.

CASO

Guerrero foi suspenso por doping, após exame realizado em outubro, em partida contra a Argentina. O jogador havia sido liberado no início de maio, mas depois viu sua pena crescer para 14 meses, o que o tiraria da Copa.
Perdas com a greve dos caminhoneiros superam R$ 75 bilhões
As projeções preliminares de diversos segmentos da economia após dez dias de greve dos caminhoneiros apontam para perdas de mais de R$ 75 bilhões. Em alguns casos, os prejuízos ainda podem aumentar mesmo após o fim do movimento, pois, dependendo do tipo de atividade, a retomada poderá levar de uma semana a 20 dias.

Também há preocupação sobre como será a volta das atividades. “Não sabemos ainda, por exemplo, como será precificado o aumento do frete”, afirma José Carlos Martins, presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (Cbic). “Dá arrepios só de pensar.”

O setor calcula que deixou de gerar, até agora, R$ 3,8 bilhões, e precisará de duas a três semanas para retomar totalmente as atividades.

A Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) estima que as áreas de comércio e serviços deixaram de faturar cerca de R$ 27 bilhões entre os dias 21 e 28.

“São nítidos os transtornos causados pelo desabastecimento generalizado, que pode provocar danos ainda maiores ao País, como aumento do desemprego, falta de gêneros alimentícios, estoques, baixo fluxo de vendas e prejuízo ao desenvolvimento econômico”, diz o presidente da Fecomércio de Minas Gerais, Lúcio Emílio de Faria Júnior.

Os supermercados contabilizam R$ 2,7 bilhões em prejuízos. Para os distribuidores de combustível, as perdas já atingem R$ 11,5 bilhões.

Volta lenta

Com menos bloqueios nas estradas e a volta, lentamente, do abastecimento de combustíveis, algumas empresas estão retomando operações.

Das 167 unidades produtoras de aves, ovos e suínos que estavam paradas em todo o País, 46 reiniciaram atividades nesta quarta-feira, 30, informa a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). As empresas do setor acumulam prejuízos de R$ 3 bilhões e perderam 70 milhões de aves, mortas por falta de ração. Com parte do abastecimento retomado, a mortandade deve acabar.

Segundo a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec), a cadeia produtiva da pecuária de corte deixou de movimentar entre R$ 8 bilhões e R$ 10 bilhões.

Os produtores de leite perderam R$ 1 bilhão, parte disso com o descarte de mais de 300 milhões de litros de leite. A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) calcula que produtores em geral devem levar de seis meses a um ano para se reestruturarem.

O setor têxtil estima perdas de R$ 1,8 bilhão e, até esta quarta, ainda tinha cerca de 70% das empresas paradas ou prestes a parar. A previsão da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit) é de que serão necessários pelo menos 20 dias para que a situação seja normalizada.

Carros

Na indústria automobilística quase todas as fábricas estão paradas desde sexta-feira. O presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Antonio Megale, diz que “a maioria retomará a produção, de maneira gradual, a partir de segunda-feira”. As unidades da Fiat em Minas Gerais e da Jeep em Pernambuco voltam a operar nesta quinta-feira, 31.

A Anfavea não divulgou prejuízos, mas, com base na produção média de veículos em abril, cerca de 51 mil veículos deixaram de ser fabricados. O resultado deste mês poderá interromper uma sequência de 18 meses de alta na comparação interanual.

Até terça-feira as vendas do setor tinham caído 11% em relação a abril (para 192,8 mil unidades), mas ainda devem superar o volume de maio de 2017, de 195,6 mil unidades.

A indústria química soma R$ 2,5 bilhões em perda de faturamento e calcula em dez dias o período para retomada de atividades. As informações são do jornal 
Corpus Christi: o que se comemora nesse dia e por que é feriado
Entenda por que, mesmo não sendo um feriado nacional, a solenidade católica é adotada como dia 
SempreFamilia

Afinal de contas, o que é comemorado nesse feriado, que às vezes mal sabemos soletrar?

Oficialmente, o dia de Corpus Christi – assim como o Carnaval e a Sexta-feira Santa – não é um feriado nacional. A legislação brasileira delega aos estados e municípios a instituição de outros feriados – não mais que quatro –, além daqueles decretados na lei nº 10.607/2002. Contudo, tradicionalmente, o dia de Corpus Christi é adotado como feriado, ou no mínimo ponto facultativo, por quase todos os municípios do país.

História

A expressão latina Corpus Christi significa “Corpo de Cristo. É uma comemoração católica, cujo nome litúrgico completo é Solenidade do Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo. Mesmo sendo corriqueira a abreviação em latim, não é de uso universal. Na Itália, por exemplo, o mais comum é se falar em Corpus Domini, “o Corpo do Senhor”.

A solenidade tem a sua origem no século XIII, a partir das inspirações de uma monja agostiniana conhecida como Santa Juliana de Cornillon, que viveu em Liége, na Bélgica. Aos 16 anos, ela teve uma visão na qual se via a Lua, toda brilhante, atravessada por uma faixa escura. Na oração, compreendeu que a Lua representava a vida da Igreja na terra e a faixa sem luz significava a ausência de uma festa litúrgica dedicada à Eucaristia.
Juliana manteve em segredo a sua visão por cerca de vinte anos. Depois de ter assumido a liderança do convento em que vivia, confidenciou a visão a outras duas religiosas e a um padre, ao qual pediram que sondassem entre os clérigos e os teólogos o que pensavam da proposta.

A resposta foi positiva e o bispo de Liége – cidade já conhecida por seu fervor pela Eucaristia – instituiu a festa na sua diocese, sendo em seguida imitado por outros bispos. Foi o papa Urbano IV, que havia conhecido Juliana antes de se tornar pontífice, que estendeu a comemoração a toda a Igreja, com a bula Transiturus de hoc mundo, em 1264, seis anos depois da morte de Juliana. A data fixada – e estabelecida como dia de preceito, ou seja, de obrigatoriedade de ir à missa – foi a segunda quinta-feira após a solenidade de Pentecostes, que ocorre, por sua vez, no sétimo domingo a partir da Páscoa.

Festejar a Eucaristia

A data veio ao encontro da ausência de uma comemoração no calendário litúrgico da Igreja Católica dedicada especialmente à exaltação da Eucaristia, o pão e o vinho que, segundo a fé católica, ao serem consagrados na missa com a repetição do gesto e das palavras de Jesus na última ceia, o tornam presente de modo “verdadeiro, real e substancial: com o seu Corpo e o seu Sangue, com a sua Alma e a sua Divindade” (Compêndio do Catecismo da Igreja Católica, n. 282).

O dia mais propício seria o da instituição do sacramento da Eucaristia, isto é, a Quinta-feira Santa, mas o clima da celebração desse dia, que se encerra com a perspectiva da prisão e da morte de Jesus, não é o mais adequado a uma comemoração festiva. Inserido no Tempo Comum do calendário litúrgico, o dia de Corpus Christi dá espaço a manifestações mais expressivas e alegres da devoção dos fiéis, como a rica decoração que, em muitos lugares, inclusive no Brasil, se caracterizou pela confecção de tapetes para a procissão com a Eucaristia, feitos principalmente com serragem colorida. Ao mesmo tempo, sendo uma data móvel dependente do dia da Páscoa, não perde a sua ligação com o mistério pascal, centro da fé cristã.

Quando Urbano IV oficializou a comemoração, pediu a santo Tomás de Aquino, um dos maiores teólogos do seu tempo e da história da Igreja, que compusesse os textos do ofício litúrgico da solenidade. Usados até hoje, são largamente difundidos e alimentam a fé dos fiéis. Segundo o papa Bento XVI, “são obras-primas em que se fundem teologia e poesia”.

Corpus Christi e o estado laico

A noção de feriado, isto é, de um dia comemorativo em que não se trabalha, vem do âmbito religioso. Já entre os romanos eram dias de festa que, cumprindo a função de demarcar a passagem do tempo, se referiam a divindades. No cristianismo, têm uma função clara: dispensar o fiel da obrigação do trabalho para que possa participar da missa em um dia importante do calendário da Igreja. Por isso, a existência de feriados religiosos não fere a laicidade do Estado, que apenas garante com isso o direito do fiel participar da vida da sua religião.

Foi só com a Revolução Francesa, no final do século XVIII, que o modelo foi adotado fora da esfera religiosa: o 14 de julho, dia da Queda da Bastilha, se tornou o primeiro feriado de natureza civil. Lentamente, foram se estabelecendo outras datas, como o dia 1º de maio como Dia do Trabalhador, adotado em diversos países na segunda metade do século XIX.

Nem todos os dias de preceito da Igreja Católica são feriados no Brasil. As solenidades da Epifania (6 de janeiro), da Ascensão do Senhor (6ª quinta-feira após a Páscoa), de São Pedro e São Paulo (29 de junho), da Assunção de Nossa Senhora (15 de agosto) e de Todos os Santos (1º de novembro) são comemoradas no país no domingo seguinte, por disposição da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil. Já a solenidade da Imaculada Conceição (8 de dezembro) é dia de feriado em várias cidades – como Campinas, João Pessoa, Salvador, Aracaju, Manaus e Belo Horizonte –, mas passa despercebida em muitas outras.

Na própria Itália, Corpus Christi não é feriado e a comemoração é transferida para o domingo seguinte. Além disso, lá o dia de Todos os Santos é feriado, mas Finados não é.

Na capa do jornal Diário do Nordeste


Os destaques do jornal Diário de Pernambuco


Na capa do Notícias Agora


As manchetes do jornal Estado de Minas


As manchetes de jornais brasileiros nesta quinta-feira

FolhadeSãoPaulo:  Bloqueio em rodovias murcha em meio a casos de violência

Globo: Crise de desabastecimento diminui, mas violência aumenta

Extra: Empresas querem adiar impostos para honrar os salários

Estadão: Paralisação. E a conta chegou

ValorEconômico: "Eu não escolhi o Temer, quem escolheu foi o PT", diz Alckmin

ZeroHora: PIB de 0,4% sinaliza retomada mais lenta

EstadodeMinas: Desbloqueio vira caso de polícia

CorreioBraziliense: Caminhoneiro morto a pedrada aumenta tensão nas estradas

CorreiodaBahia: Paralisação... Passou da hora 

JornaldoCommercio:  Começando a normalizar  

DiáriodoNordeste: Greve traz prejuízos às exportações do Ceará

CorreiodaParaíba: Política foi para sucatear trens

quarta-feira, 30 de maio de 2018

Darlene Lopes: um ano de saudades. Convite Missa.


Hoje, 30 dias de maio, são exatos 1 ano da passagem de nossa amada irmã Darlene para a morada eterna ao lado de Deus.

São muitas as recordações dos momentos em que estivemos convivendo, entretanto, a saudade é imensa e não temos como dimensioná-la.

Convidamos a todos para a celebração da Santa Missa que se realizará neste dia 1º de junho, sexta feira, 17 horas, na Catedral de Nossa Senhora da Piedade.
Com fim da greve dos caminhoneiros, UFPB anuncia data para a retomada das aulas
A Universidade Federal da Paraíba (UFPB) retomará as aulas dos cursos de graduação e de pós-graduação e o expediente administrativo integralmente nesta sexta-feira (1º), após o feriado de Corpus Christis, nesta quinta (31), devido ao fim da paralisação dos caminhoneiros que atingiu o país nos últimos nove dias.

A decisão vale para todos os Campi e foi tomada em reunião do Conselho Universitário (Consuni), na tarde desta quarta-feira (30), ao ser constatado o restabelecimento considerável da mobilidade urbana na Região Metropolitana de João Pessoa e em todo o Estado, através da observação direta, de notícias jornalísticas e de comunicados das autoridades federais, estaduais e municipais.

Apesar dessa evidente recuperação da rotina habitual, a Reitoria da UFPB mantém a orientação de que professores e coordenações de ensino não realizem chamadas e atividades avaliativas e que chefias abonem o tempo de atraso dos servidores técnico-administrativos nesta sexta, considerando que as repercussões da paralisação não cessam instantaneamente. A partir da segunda (4), deverão ser operacionalizados normalmente.

Fact-checking sobre a crise dos combustíveis. Tome nota:

1. O preço da gasolina alcançou R$ 3,691 no dia 12 de maio de 2016, quando Dilma foi afastada da presidência.

2. Segundo um relatório da Bloomberg, considerando os dados do primeiro trimestre de 2016, o último completo de Dilma na presidência, um motorista típico brasileiro tinha a projeção de consumir 218,99 litros de gasolina no ano e gastar 2,73% de seu salário para bancar seus gastos com combustível. Esse mesmo motorista, no primeiro trimestre de 2018 (os últimos dados disponíveis pela Bloomberg), tinha a projeção de consumir 203,43 litros de gasolina e gastar 2,58% de seu salário com combustível. Em comparação às sessenta nações analisadas pelo relatório, o Brasil tinha a 25ª gasolina mais barata da lista no primeiro trimestre de 2016 - no primeiro trimestre de 2018 ela era a 22ª. Considerando a renda média, havia 11 países no mundo onde a gasolina era proporcionalmente mais cara que no Brasil - eram 10 no primeiro trimestre de 2018. Em resumo: a gasolina era e continua sendo cara em comparação à renda média do trabalhador brasileiro.

3. Em 2015, último ano completo do governo Dilma, a Petrobras foi a marca brasileira que mais perdeu valor no ano. A estatal fechou 2015 com prejuízo recorde de R$ 34,8 bilhões. A mesma Petrobras fechou o primeiro trimestre de 2018 com lucro de R$ 6,9 bilhões.

4. Em maio de 2016, o último de Dilma na presidência, o dólar fechou o mês cotado em R$ 3,61. No último dia 23 de maio de 2018 o dólar fechou o dia cotado em R$ 3,62.

5. Criado em 2009, pegando os governos Lula e Dilma, o Programa de Sustentação do Investimento (PSI) ajudou a inflacionar artificialmente, via BNDES, a frota de caminhões disponíveis no Brasil, ao permitir o financiamento de 100% do valor de um veículo cobrando juros fixos de 7% ao ano, a serem pagos em 8 anos - com juro real de apenas 1,5%, considerando a inflação. Entre 2008 e 2014, a frota brasileira de caminhões cresceu 4,9% ao ano, mas o PIB do setor de transportes cresceu só 2,4% ao ano. Sem a intromissão do governo no setor, a estimativa é que a expansão da frota fosse de apenas 3% ao ano. Ou seja, na prática, o governo Dilma provocou uma avalanche de dezenas de milhares de novos caminhões no mercado, criando uma bolha do frete que persiste até hoje. Segundo uma pesquisa realizada no início de 2018 pela Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística em colaboração com a Agência Nacional de Transportes Terrestres, 62% das empresas do setor de transporte rodoviário de cargas no Brasil apresentaram queda no faturamento de 8,9% em média em 2017 - o valor do frete caiu em média 2,6% no ano. Na prática, ao incentivar uma explosão de novos caminhões de carga via crédito, gerando uma concorrência artificial, o governo Dilma forçou o frete para baixo, aumentando o número de empresas que recebem pagamento pelo frete abaixo do custo e diminuindo o faturamento do setor.

6. Entre 2011 e 2015, a variação dos preços internacionais sempre foi repassada pelo governo Dilma de forma defasada aos preços dos combustíveis no Brasil, numa tentativa de tentar segurar o aumento da inflação. Essa diferença gerou uma série de prejuízos para a Petrobras - uma conta que passou dos R$ 75 bilhões em 2014, um ano eleitoral (valor 2,8 vezes maior que o orçamento do Bolsa Família). Em novembro de 2015, Lula assumiu publicamente que o governo Dilma errou ao congelar o preço da gasolina.

7. Dilma saiu do governo com a taxa básica de juros em 14,25% ao ano - o maior em quase dez anos. Em maio de 2018 este número atingiu os 6,5%. Desde outubro de 2016, o Banco Central já realizou 12 cortes na taxa básica de juros.

8. Em 2015, último ano inteiro de Dilma à frente da presidência, a inflação oficial terminou o ano em 10,67%, o maior valor desde 2002. Em 2017, a inflação oficial fechou o ano em 2,95% - foi a primeira vez que o Índice de Preços ao Consumidor ficou abaixo do piso da meta da inflação do Banco Central desde que o regime foi implantado no país, em 1999.

9. Dilma saiu da presidência em 2016 deixando a Petrobras com uma dívida bruta de R$ 450 bilhões, considerada a maior dívida corporativa do mundo no setor de petróleo. A dívida bruta da Petrobras foi de R$ 359 bilhões em 2017.

10. Em maio de 2018, o barril de petróleo do tipo Brent atingiu o maior valor desde 2014, de US$ 80,18 (chegou a ser de US$ 46,89 em junho de 2017), pressionado por crises ligadas a dois grandes produtores globais - o Irã, alvo de sanções do governo Trump, e a Venezuela, mergulhada em uma crise sem precedentes provocada pelo chavismo (vale lembrar que a produção venezuelana de petróleo caiu pela metade desde o início dos anos 2000). A alta no preço é de 51% no último ano, impactando diretamente as bombas dos postos de gasolina mais perto da sua casa.

Piada sobre caroneiros oportunistas...

Vamos rir

Peraí! Os petroleiros vão fazer greve contra os preços dos combustíveis (monopolizados) da Petrobrás, pela demissão da Diretoria e contra a venda de refinarias!?

É isso, mesmo!?

A greve está com um atraso de 60 anos e nem deveria ter parado. 

Há alguns anos, a Petrobras tinha petróleo e dólar baratos, alta produtividade - E PREÇO ALTO; tinha diretores ladrões (quase todos estão presos e DEVOLVENDO RECURSOS DE PROPINA); fez os piores investimentos do mundo (Pasadena é um exemplo) e, ENTRETANTO, ninguém nem sabia se existiam petroleiros.

É muita onda.

Quando todo mundo desperta para o assalto, o ladrão grita: PEGA LADRÃO!

É greve de caroneiros.
Após quase três meses de prisão, juíza manda libertar a ex-prefeita de Conde
A ex-prefeita do município de Conde, Tatiana Correa, está livre das grades. Nesta quarta-feira (30), a juíza da Comarca de Caaporã, Daniere Ferreira, concedeu alvará de soltura à ex-gestora, que foi presa no dia 6 de março, acusada de participar de um esquema de desvio de recursos da prefeitura.

A decisão da magistrada acabou indo ao encontro da posição do Ministério Público que, em parecer, se manifestou contrario à manutenção da prisão da ex-prefeita de Conde.

Apesar de conceder a soltura, a juíza Daniere Ferreira proibiu Tatiana Correa de se ausentar da Comarca. A magistrada ainda determinou que a ex-prefeita precisa se recolher no período noturno e doar cinco cadeiras odontológicas para os PSFs de Conde.

Em contato com a imprensa, o advogado de Tatiana, Rembrandt Asfora, comentou a decisão da juíza. “Recebemos essa decisão com a certeza da percepção do bom Direito. A douta magistrada acolheu a nossa tese e aplicou medidas cautelares diversas da prisão que são, no caso em concreto, suficientes à preservação da instrução criminal. Realizaremos as diligências necessárias, para que a decisão seja cumprida de forma imediata”, disse.

Relembre o caso

A ex-prefeita foi presa durante uma operação conjunta do Grupo de Atuação Especial contra o Crime Organizado (Gaeco),do Ministério Público da Paraíba, e Polícia Civil. A ação também resultou na prisão do ex-procurador de Conde, Francisco Cavalcante Gomes. A operação foi deflagrada com o objetivo de combater a prática de lavagem de dinheiro no município, além de outros crimes apontados em inquérito conduzido pelo MPPB.

De acordo com investigação do Gaeco, os denunciados promoveram a desapropriação fraudulenta de terras, no valor de R$ 620 mil, valores estes que retornaram em benefício destes através da utilização de terceiras pessoas.

Foram cumpridos mandados de busca e apreensão e prisão preventiva tendo como alvos de Tatiana Correia e Francisco Cavalcante Gomes. A desapropriação ocorreu no Loteamento das Crianças, onde a prefeitura construiu em terreno pertencente a um terceiro.

Ainda de acordo com a denúncia, os investigados convenceram o proprietário a retirar a ação de despejo. Com isso, a prefeitura abriu processo para a desapropriação do terreno. O município arbitrou o pagamento de R$ 620 mil.

Os recursos, no entanto, foram pagos a José Nicodemos dos Santos Silva sem que ele apresentasse os documentos que atestam a posse. Os recursos foram pagos através de cheques da administração municipal, que teriam sido usados para a compra de bens a fim de disfarçar a origem.

Uma observação apropriada para evitar dúvidas....

Sugestão de Pantera no grupo de whatsapp Blog Sete Candeeiros Cajá
TCU, O CANAL E JOÃO

Lena Guimarães
CorreiodaParaíba

O momento atual não é de “céu de brigadeiro” para nenhum político, seja gestor ou legislador. A crise dos caminhoneiros favoreceu rápida conscientização sobre o tamanho da carga tributária brasileira. As soluções apresentadas, ao invés de reduzir as despesas do Estado, penalizam mais os contribuintes, o que só piorou o conceito deles.

O presidente Michel Temer vive seu pior momento, mas não é o único que enfrenta ciclo negativo. Aqui na Paraíba, o governador Ricardo Coutinho desistiu de disputar uma vaga no Senado para manter uma posição de força e eleger seu sucessor, e agora, ele e o candidato João Azevedo, aparecem como responsáveis por uma obra na qual o TCU aponta superfaturamento no preço, que alcançou R$ 1.011.799.432,11.

É a mais cara obra em execução no Estado, financiada pelo governo federal. O canal Acauã-Araçagi, ligando as duas barragens, com 112,5 Km de extensão, levará águas do Eixo Leste do São Francisco, que já salvaram a região de Campina Grande, para mais 38 municípios com 600 mil habitantes.

Em relatório enviado à Comissão Mista de Orçamento do Congresso Nacional, o TCU incluiu essa obra numa lista de 12 no País com indícios de irregularidades graves. No documento, recomenda que seja bloqueado qualquer repasse de recursos federais.

A quatro meses da eleição, não será fácil para João Azevedo evitar a exploração do conteúdo desse relatório nem a repercussão em sua candidatura. Ele foi apontado pelo governador Ricardo Coutinho, em várias oportunidades, como o condutor da obra.

O TCU informa que está analisando os argumentos apresentados pelas empresas, mas certamente não faria recomendação para sustar recursos para obras da importância da Ferrovia Norte-Sul (SP), da usina Termonuclear de Angra 3 (RJ), da Fábrica de Hemoderivados e Biotecnologia (PE), além do canal na Paraíba, sem fundamentos.

É claro que João Azevedo e o governo vão se defender, mas estamos em pré-campanha, com o país vivendo momento difícil e o povo ressabiado com políticos. E o governador Ricardo Coutinho, o padrinho, se nega a reduzir o ICMS de 29% sobre a gasolina, para ajudar a baixar seu preço na Paraíba.O céu parece claro para seus adversários.

TORPEDO

O Estado já está contribuindo porque vai perder a Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide) que foi zerada. (...) Se o ICMS fosse diminuído, a Paraíba teria uma queda de receita de R$ 350 milhões por ano. Algo que não pode ocorrer.
Do governador Ricardo Coutinho, descartando apoio à proposta do governo federal para que os Estados reduzam ICMS sobre combustíveis.

Indiferença

Raniery Paulino (MDB) não poupa Ricardo Coutinho: “Governo Federal subestimou o movimento; Governo da Paraíba fica indiferente a redução da carga tributária. Temos cada um de assumir nossas responsabilidades”.

Etanol

Tovar Correia Lima fez um apelo para redução do ICMS sobre o etanol, que na Paraíba é de 23%, mais 2% do Funcep, totalizando 25%. Diz que para ser competitivo em relação a gasolina, a alíquota deveria cair para 18%.

Orçamento 1

O ministro Ricardo Lewandowski marcou para a próxima segunda-feira, no STF, audiência de conciliação entre o Estado e o Judiciário, que teve seu duodécimo reduzido desde janeiro, por decisão unilateral do Executivo.

Orçamento 2

Ricardo Coutinho alegou queda das receitas, mas o Judiciário apresentou relatórios que confirmariam as previsões de arrecadação. O corte mensal chegou a R$ 1,873 milhão. Em 28 de abril, liminar do STF proibiu o corte.

ZIGUE-ZAGUE

Desilusão ou oportunismo? Um grupo de mil manifestantes protestaram em frente ao Congresso Nacional, ontem, contra Michel Temer e a favor de intervenção militar.

O presidente da Abcam, José da Fonseca Lopes afirmou que “intervencionistas” que “querem derrubar o governo” estão impedindo volta dos caminhoneiros ao trabalho.

Todos nós também gostaríamos de abraçar o nosso amigo Newton Vilhena, Zelinha. Saudade.


Esta manhã acordei com muita vontade de lhe dar um abraço forte de aniversário. Lembrei de tudo que compartilhamos. Agora restam apenas as lembranças de um tempo que não volta mais.

Tudo que sinto é saudade...
Concessões aos caminhoneiros são a essência do anticapitalismo nacional
Fraqueza política do governo permitiu que um grupo conseguisse chantagear o país
Alexandre Schwartsman - Folha de São Paulo
Caminhoneiros liberam pista da Régis Bittencourt, em Embu das Artes (SP) -

Infelizmente (e previsivelmente), a resposta do governo à greve dos caminhoneiros foi lamentável. À redução na marra dos preços do diesel (bancados pela Petrobras e pelo Tesouro Nacional) e ao corte dos impostos somou-se a criação da tabela de frete mínimo, mais uma ideia desastrada cujas consequências haverão de nos assombrar mais à frente.

Samuel Pessôa, com a competência habitual, expôs, no domingo (27), nesta Folha, a comédia de erros que levou ao atual estado das coisas, chamando a atenção para o papel das falhas de governo no processo, do impensado subsídio à aquisição de caminhões ao gasto público crescente, cuja contrapartida mais visível é a pesada carga tributária no país. 

Se faltava algum componente dantesco à comédia, a noção de que o governo deve regular o preço em transações privadas deve suprir, com folga, essa ausência.

Concretamente, a fraqueza política da atual administração permitiu que um grupo conseguisse chantagear o país e, seguindo um padrão tristemente conhecido, obter privilégios à custa do restante da sociedade

Há claramente um excesso de oferta de serviços de frete, seja pelo crescimento da frota, seja pela recuperação ainda modesta da economia. A imposição de um piso para os preços não elimina o excesso de oferta; apenas permite que, se implementado de fato, um grupo mais próximo da liderança do setor (“insiders”) usufrua de preços mais altos, enquanto aqueles à margem (“outsiders”) se verão em condição ainda pior do que hoje.

Além disso, é uma ilusão acreditar que o custo de frete mais elevado não seja repassado, em alguma medida, para o preço final dos produtos. 

Replicando o modelo tão conhecido no Brasil, um enorme, porém pouco articulado, grupo de consumidores transferirá renda para um grupo consideravelmente menor, mas que consegue se organizar para obter as benesses do governo.

Funciona com os setores protegidos por tarifas de comércio internacional, ou com acessos a subsídios, bem como toda espécie de meia-entrada, gênero particularmente abundante no país. Por que não funcionaria nesse caso?

Isto dito, o problema maior não é o butim que esse grupo em particular vai levar para casa, como fizeram (e fazem!) tantos outros.

O cerne da questão, que não vem de hoje, é a forma distorcida de operação da economia brasileira.

O jogo econômico segue visto como uma competição de soma zero, em que o ganho de uns corresponde à perda de outros. Assim, quem pode, pela força (como agora) ou pelo “jeito”, convencer o poder moderador a arbitrar em seu favor passa a ter à sua disposição parcela da renda da sociedade.

Enquanto o jogo for esse, não há como ter crescimento rápido, sustentável e inclusivo, dado que implica baixo ritmo de expansão da produtividade, pois o foco da sociedade sai da inovação para a busca de favores governamentais.

Essa é a essência do anticapitalismo nacional, expressa de uma maneira vívida nos últimos dias, que também anunciaram mais sete meses de agonia de uma administração vítima da sua incapacidade de romper com o compadrio.

Ainda assim, isso não é o pior, mas os sinais consistentes de que a sociedade brasileira também não quer o rompimento. Pelo contrário, o quadro eleitoral, com raras e improváveis exceções, é o reflexo de quem reclama dos privilégios alheios, mas se mobiliza como poucos para manter cada um dos seus.

Alexandre Schwartsman
Ex-diretor de Assuntos Internacionais do BC, é doutor em economia pela Universidade da Califórnia.

Problema sério com combustíveis, mas o brasileiro aproveita para gozar os vascaínos. Como é que pode?


Aí tá certo. Aumenta o som, Dantinha!

Galego Cacaré

O Brasil nessa luta toda e a Ivanilda Maria fazendo o que?

No grupo de whatsapp Blog Sete Candeeiros Cajá
Polícia Federal faz buscas em gabinete de deputado paraibano
Paraibaonline

A Polícia Federal (PF) realiza na manhã desta quarta-feira (30) operação para desarticular uma suposta organização criminosa, suspeita de cometer fraudes na concessão de registros sindicais junto ao Ministério do Trabalho (MPT).

Batizada de “Registro Espúrio”, a operação pretende cumprir 8 mandados de prisão preventiva, 15 de prisão temporária e 64 de busca e apreensão.

Entre os alvos da ação estão três deputados federais, incluindo o paraibano Wilson Filho (PTB). Ele e os deputados Paulinho da Força (SD-SP) e Jovair Arantes (PTB-GO) tiveram seus gabinetes revistados pela Polícia Federal.

Segundo o site da Globo.com, investigadores relataram que a prisão dos parlamentares chegou a ser pedida, mas foi rejeitada pelo ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF).

Ainda segundo investigadores, um dos objetivos da operação é apurar “loteamento” do Ministério do Trabalho pelo PTB e pelo Solidariedade.

Conforme a PF, estão sendo investigados há cerca de um ano crimes de corrupção passiva e ativa, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

Ainda segundo a polícia, as investigações revelaram “um amplo esquema de corrupção dentro da Secretaria de Relações de Trabalho do Ministério do Trabalho, com suspeita de envolvimento de servidores públicos, lobistas, advogados, dirigentes de centrais sindicais e parlamentares”, sendo o núcleo político do esquema integrado, entre outros, pelo ex-deputado e presidente do PTB, Roberto Jefferson, os deputados Paulinho da Força e Wilson Filho (foto).

Na Operação Registro Espúrio, da PF, tem paraibano em destaque.

PF cumpre mandados na Câmara e no Ministério do Trabalho contra fraude
Objetivo é desarticular organização criminosa que atua na concessão fraudulenta de registros sindicais no Ministério do Trabalho
Metrópoles
Equipes da Polícia Federal estão nas ruas de Brasília, nesta quarta-feira (30/5), cumprindo mandados de prisão, busca e apreensão na Operação Registro Espúrio. O objetivo é desarticular organização criminosa que atua na concessão fraudulenta de registros sindicais no Ministério do Trabalho.

Há busca e apreensão em três gabinetes da Câmara dos Deputados e no Ministério do Trabalho. Entre os alvos estão os deputados Paulinho da Força (SD), Jovair Arantes (PTB) e Wilson Filho (PTB).

Após cerca de um ano, as investigações revelaram um amplo esquema de corrupção dentro da Secretaria de Relações de Trabalho do MTE, com suspeita de envolvimento de servidores públicos, lobistas, advogados, dirigentes de centrais sindicais e parlamentares.

Os investigados responderão pelos crimes de organização criminosa, corrupção passiva e ativa e lavagem de dinheiro.

Cerca de 320 policiais federais estão cumprindo 64 mandados de busca e apreensão, oito de prisão preventiva e 15 de temporária, além de outras medidas cautelares.

Os mandados foram expedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF), e estão sendo cumpridos no Distrito Federal, São Paulo, Goiás, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Paraná, Santa Catarina e Minas Gerais.

As manchetes do jornal Correio Braziliense


Na capa d'O Globo


Na capa d'A Gazeta


Os destaques do jornal Estado de Minas


As manchetes de jornais brasileiros nesta quarta-feira

FolhadeSãoPaulo:  Supremo condena 1º parlamentar na Operação Lava Jato

Globo: Setor produtivo acumula perdas bilionárias com greve

Extra: Conjunto habitacional é invadido por criminosos

Estadão: Greve perde fôlego, mas desabastecimento preocupa

ValorEconômico: Combustíveis começam a voltar aos postos

ZeroHora: Planalto recua e descarta alta de impostos para bancar diesel

EstadodeMinas: Falta de gás ainda é um martírio

CorreioBraziliense: Quem ousa deixar bloqueio é alvo de ataques covardes

CorreiodaBahia: Paralisação perto do fim... Problemas longe de acabar

JornaldoCommercio:  Justiça dá ordem para desocupar as rodovias  

DiáriodoNordeste: Bloqueios persistem e agravam efeitos no interior

CorreiodaParaíba: Gasolina volta, mas não baixa

terça-feira, 29 de maio de 2018

Urgente: TST declara ilegal a greve dos petroleiros
O Antagonista

A AGU informa que o Tribunal Superior do Trabalho acabou de declarar ilegal a greve dos petroleiros, prevista para começar nesta quarta-feira (30).

Foi estipulada multa diária de R$ 500 mil à categoria em caso de descumprimento.
VÍDEO: caminhoneiros desbloqueiam BR 230 no Sertão; Em Marizópolis, Pombal e Patos vias estão liberadas
Em alguns pontos dos bloqueios, policiais militares e rodoviários federais negociaram com os caminhoneiros e as vias foram liberadas
Campelo - Diário do Sertão em Sousa

A greve dos caminhoneiros chegou ao 9º dia na Paraíba, nesta terça-feira (29), porém, pelo menos no Sertão, as interdições foram encerradas em Marizópolis, Pombal e Patos. A informação foi confirmada pela assessoria de comunicação da Polícia Rodoviária Federal e 14º Batalhão da Polícia Militar.

Em contato com o Diário do Sertão, o tenente coronel Jurandy Pereira, comandante do 14º Batalhão de Polícia Militar, confirmou que a operação realizada em Marizópolis contou com a participação de 10 viaturas e durou cerca de 30 minutos:

“Houve uma certa animosidade, existia um grupo que era totalmente contra, alguns caminhoneiros chegaram a ficar desesperados com a chegada da polícia, mas, ao final tudo foi resolvido na negociação, tudo na paz”, disse o Jurandy Pereira.

Greve continua
Ainda segundo a PRF, mesmo após uma nova proposta do Governo Federal, com novas medidas para a redução no valor do diesel, a categoria permanece com a greve interditando algumas vias em João Pessoa, Campina Grande, Soledade, Riachão e Monteiro.

A PRF continua desenvolvendo ações para a manutenção de corredores interestaduais para a circulação de cargas de animais vivos, gêneros alimentícios, equipamentos essenciais, medicamentos, combustíveis e outras cargas sensíveis.

As ações para prestação de apoio aos manifestantes e usuários das rodovias federais continuam durante as movimentações de desmobilização no intuito de garantir a segurança de todos os usuários das rodovias federais.