segunda-feira, 31 de dezembro de 2018

É daí pra pior! Não fica nem a lembrança...

Sugestão de Laci Oliveira no grupo Dércio Drinks

Feliz 2019 para todos nós!


Thomas Aquino, sensível e saudoso, se despede da 1ª Dama do Brasil, Marcela Temer


Adeus, Dedé Rolim. Vá em paz.


Lamentamos o falecimento do amigo e ex-colega de trabalho, Dedé Rolim. Descanso eterno pra ele. Solidariedade à toda sua família.

Parabéns, minha amiga querida Elieuza Uchoa. Feliz Ano Novo.


Preste atenção...

Aposentadoria tem novo cálculo a partir de hoje
Fórmula que soma idade e tempo de serviço será acrescida de um ano para cada um dos requisitos, chegando a 86 para mulheres e 96 para homens
Antes de ir à agência do INSS, é preciso fazer o pedido de aposentadoria, que pode ser solicitado pelo número 135 ou pelo site do INSS
DiáriodoNordeste

O cálculo das aposentadorias por tempo de contribuição mudou hoje (31), quando foi acionada uma regra implementada por lei em 2015. A regra exige um ano a mais para homens e mulheres se aposentarem. A atual fórmula, conhecida como 85/95, vai aumentar um ponto e se tornar 86/96.

De acordo com a fórmula 85/95, a soma da idade e do tempo de contribuição era de 85 anos para mulheres e 95 para homens. O tempo de trabalho das mulheres era de 30 anos e o dos homens, de 35 anos. Isso significa, por exemplo, que uma mulher que tenha trabalhado por 30 anos, precisaria ter pelo menos 55 anos para se aposentar.

A partir de hoje, para se aposentar com o tempo mínimo de contribuição, ela deverá ter 56 anos. A mesma soma precisará alcançar 86 e 96. A fórmula será aumentada gradualmente até 2026.

O pedido de aposentadoria pode ser solicitado pelo número 135 ou pelo site do INSS.

Fórmula

A regra de aposentadoria é fixada pela Lei 13.183/2015. Nos próximos anos, a soma voltará a aumentar, sempre em um ano. A partir de 31 de dezembro de 2020, passará a ser 87/97; de 31 de dezembro de 2022, 88/98; de 31 de dezembro de 2024, 89/99; e, em 31 de dezembro de 2026 chegará à soma final de 90/100.

Além de se aposentar por essa regra, os trabalhadores podem atualmente se aposentar apenas por tempo mínimo de contribuição: 35 anos para os homens e 30 anos para as mulheres, independente da idade. Nesses casos, no entanto, poderá ser aplicado o chamado fator previdenciário que, na prática, reduz o valor da aposentadoria de quem se aposenta cedo.

Ao trabalho!

 | Marcelo Camargo/Agência Brasil
5 promessas de Bolsonaro para entender como será seu governo
Gazeta do Povo elencou cinco compromissos de campanha do presidente eleito que, muito além de simples bordões, ajudam a entender como será sua gestão: um governo com muitas guinadas “radicais”
Fernando Martins - GazetadoPovo

O presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) toma posse nesta terça-feira (1.º), encerrando a fase de transição e começando efetivamente a governar. Mas como será seu governo? O que esperar dele? A Gazeta do Povo elencou cinco promessas de campanha que, muito além de simples bordões para ganhar votos, ajudam a entender como será sua gestão: um governo com muitas guinadas “radicais” (ao menos se ele cumprir seus compromissos de campanha).

1. Acabar com o “toma lá dá cá” na política

Bolsonaro se elegeu prometendo acabar com o “toma lá dá cá” na política e com o loteamento de cargos no governo. A “montagem” de sua administração caminhou nesse sentido. A formação do Ministério de Bolsonaro não reduziu apenas o número de pastas, de 29 para 22. Também restringiu o espaço dos políticos com mandatos no Congresso ou que são dirigentes partidários. Eles vão ocupar apenas seis ministérios: Casa Civil (com o deputado Onyx Lorenzoni, do DEM), Agricultura (deputada Tereza Cristina, DEM), Turismo (deputado Marcelo Álvaro Antônio, PSL), Cidadania e Ação Social (deputado Osmar Terra, MDB), Saúde (deputado Luiz Henrique Mandetta, DEM) e Secretaria-Geral da Presidência (o ex-presidente do PSL Gustavo Bebianno).

Todos esses nomes, contudo, não foram indicações diretas de partidos. Algumas foram escolhas pessoais do presidente eleito. Outras, de bancadas temáticas – como a evangélica e a ruralista.

Bolsonaro, aliás, já demonstrou a intenção de não negociar diretamente com os partidos para aprovar projetos no Congresso; e sim com essas bancadas temáticas, quando o assunto as afetar diretamente. É uma tentativa de evitar as pressões dos partidos por cargos em troca de apoio no Congresso.

Se Bolsonaro conseguir fazer isso e ainda aprovar suas propostas, terá feito uma revolução no sistema político do país. Mas cientistas políticos acreditam que ele inevitavelmente terá de ceder, ao menos um pouco, caso queira fazer um governo de sucesso. Isso porque o presidencialismo de coalizão brasileiro exige que a montagem do governo contemple os partidos para que o presidente possa ter sustentação no Parlamento.

O próprio Bolsonaro parece saber disso. Mais recentemente, começou a receber as bancadas de partidos para conversar. E admitiu que pode aceitar indicações partidárias para os cargos do segundo escalão.

2. Governar sem ideologia (de esquerda)

Durante a campanha eleitoral, Bolsonaro usou o Twitter para condenar o que considera ser o aparelhamento ideológico do Estado. E o comparou à corrupção. “A questão ideológica é tão, ou mais grave, que a corrupção no Brasil. São dois males a ser combatido (sic). O desaparelhamento do Estado, e o fim das indicações políticas, é o remédio que temos para salvar o Brasil”, escreveu ele na rede social.

Bolsonaro e aliados costumam afirmar que vão governar o país sem ideologia. Mas, na verdade, trata-se de uma mudança da ideologia de esquerda e “progressista” que marcou os governos do PT pela ideologia de direita e conservadora do novo presidente.

Essa guinada ideológica, porém, terá efeitos claros. O mais evidente, até o momento, é a aproximação do Brasil de países governados pela direita – como os Estados Unidos, Israel e Itália – e o afastamento brasileiro de nações comandadas pela esquerda, tais como a Venezuela, Cuba e Nicarágua.

Bolsonaro espera obter vantagens com seus parceiros internacionais “preferenciais”: por exemplo, obter tecnologia israelense para combater a seca do Nordeste e abrir o mercado norte-americano a produtos brasileiros. Mas, por outro lado, a nova ideologia ameaça fechar as portas de mercados importantes ou potencialmente interessantes para o Brasil. O caso da China é emblemático. Bolsonaro criticou o país asiático. Disse não querer que “os chineses comprem o Brasil, mas comprem no Brasil”. Recebeu uma dura resposta do governo de Pequim por meio de um editorial do jornal China Daily: “O custo econômico [de ser hostil à China] pode ser duro para a economia brasileira, que acaba de sair de sua pior recessão na história”.

A guinada conservadora e à direita também terá impacto em políticas públicas referentes a questões de costumes e comportamento. A ideologia de gênero nas escolas e a sexualização precoce de crianças, associados à esquerda pelo grupo político de Bolsonaro, será combatida. Do mesmo modo, o novo governo deverá tentar varrer o “marxismo cultural” nas escolas e universidades. O projeto de lei da Escola Sem Partido, que busca combater a doutrinação ideológica no ambiente escolar, tende a avançar no Congresso.

Também vão perder força no governo Bolsonaro as políticas identitárias destinadas a minorias – negros, homossexuais, quilombolas, índios, mulheres, etc –, que rotineiramente são defendidas pela esquerda. O novo presidente já declarou ser contra cotas nas universidades e criticou as demarcações de reservas indígenas e terras de quilombolas. Disse ainda que o Brasil precisa se livrar do “coitadismo” dos negros, gays, mulheres e nordestinos.

A agenda da liberação do aborto, igualmente ligada a grupos de esquerda, tampouco tem qualquer chance de avançar durante o governo Bolsonaro – ao menos na esfera do Executivo.

3. Adotar linha-dura contra o crime

Um dos principais motivos que levaram os brasileiros a eleger Bolsonaro foi a promessa de instituir uma política de linha-dura contra os criminosos. Durante a campanha eleitoral, o então candidato fez uma série de promessas nessa área: liberar o porte de armas para o “cidadão de bem”; reduzir a maioridade penal; endurecer as penas previstas no Código Penal; extinguir o regime de progressão de pena; acabar com os “saidões” de detentos em datas festivas (Natal, Dia das Mães, etc.); extinguir o indulto de Natal (perdão da pena); instituir o excludente de ilicitude (garantia de que policiais não serão processados por mortes em confrontos com bandidos); declarar “guerra às drogas”.

A primeira batalha dessa guerra, contudo, será no Congresso. A maioria dessas medidas exige mudanças na legislação, que terão de ser aprovadas por deputados e senadores.

Mesmo se passarem no Congresso, os resultados dessas políticas na redução da criminalidade são incertos. Há quem aposte que vai dar certo e que use os resultados da intervenção federal no Rio de Janeiro como exemplo: em dez meses, as forças de segurança conseguiram reduzir os índices de mortes violentas e de roubos. Por outro lado, parte dos especialistas vê um risco de o Brasil repetir o erro de países como México, que endureceu e militarizou a repressão, mas viu os taxas de homicídio dispararem quando o crime organizado respondeu com ações mais violentas.

Novo ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro já demonstrou a intenção de investir fortemente no estrangulamento financeiro do crime organizado – medida apontada como acertada por especialistas.

Moro também será responsável por levar adiante outra promessa de Bolsonaro ligada ao combate ao crime: as ações anticorrupção. O ex-juiz da Lava Jato irá apresentar ao Congresso um pacote de medidas para dificultar os desvios de dinheiro público e para facilitar as punições dos corruptos.

4. Privatizar o máximo que for possível

Bolsonaro assume a Presidência com o compromisso de promover uma guinada liberal na economia brasileira, buscando superar o estatismo e intervencionismo que historicamente marcam o país. E nenhuma promessa de campanha representa tanto essa visão quanto o compromisso de lançar um amplo programa de privatizações.

Escolhido para ser ministro da Economia, Paulo Guedes queria privatizar todas as empresas do governo federal. Mas o presidente eleito decidiu não vender as estatais estratégicas: Petrobras, Eletrobras, Caixa Econômica e Banco do Brasil. Apesar disso, empresas coligadas a elas (tais como a BR Distribuidora) poderão entrar na lista de privatizáveis – que ainda terá algumas “joias da coroa”, como os Correios, a Infraero, portos e ferrovias.

O efeito que se espera das privatizações é o aumento da competitividade do país, crescimento de investimentos, queda de preços e melhoria dos serviços e produtos. Além disso, a promessa do governo é usar o dinheiro arrecadado com a venda das estatais para pagar parte da dívida pública – medida que pode levar à redução da taxa de juros no país, estimulando ainda mais a economia.

5. Tirar o Estado do cangote do produtor

Por mais de uma vez durante a campanha eleitoral, Bolsonaro se comprometeu a “tirar o Estado do cangote do produtor”. A expressão informal resume o pensamento do presidente eleito e de sua equipe de que a burocracia governamental e o excesso de regulamentações dificultam demais a vida dos empresários.

A desregulamentação e desburocrarização são promessas da agenda liberal de Bolsonaro que têm potencial para facilitar o ambiente de negócios do Brasil, melhorar a competitividade das empresas e, consequentemente, promover o crescimento da economia. Por outro lado, há quem tema que essa promessa de Bolsonaro implique perdas de direitos dos trabalhadores e ameaças a setores que precisam de regulação e proteção estatal, como o ambiental.

O próprio Bolsonaro disse, durante a campanha, que o cidadão terá que escolher entre “menos emprego e mais direitos ou menos direitos e mais empregos” ao se referir a sua proposta de criar a carteira de trabalho verde e amarela – que, diferentemente do modelo atual (azul), teria menos encargos sociais.

O presidente eleito também já deu sinais de que quer flexibilizar ainda mais as leis trabalhistas, além da reforma feita pelo governo Temer, como forma de incentivar a contratação de mais trabalhadores. Também quer reduzir os encargos trabalhistas que incidem sobre a folha salarial das empresas – tais como as contribuições compulsórias ao Sistema S.

Na mesma linha de “tirar o Estado do cangote” do produtor, a equipe econômica de Bolsonaro estuda a simplificação e unificação de impostos – ideia defendida por especialistas para facilitar a vida do empresariado. Outra proposta é a de facilitar e dinamizar os licenciamentos ambientais. Ambientalistas veem essa promessa como um risco potencial de aumentar o desmatamento e as agressões à natureza no país.

E o que é que resolve o problema da segurança pública?

Desembargador chama ministro Jungmann de ‘desinformado’
O Antagonista

Na semana passada, Raul Jungmann criticou o que chamou de “senso comum brasileiro” de que prender bandido resolve o problema da segurança pública.

O desembargador Edison Aparecido Brandão, do Tribunal de Justiça de São Paulo, rebateu em mensagem a que O Antagonista teve acesso:

“Alguém avise a esse desinformado que presos em presídios são 300 mil apenas, já que regime aberto e agora semiaberto são cumpridos em casa.

Presos por furto de bicicleta? Alguém diga a esse desinformado que presos primários por furto nem sequer vão presos.

Por fim, se prender não adianta, por que falar que ‘sairão pior’? Que se liberte o crime ou que se prenda por mais tempo, sendo irresponsável o administrador público que não protege quem trabalha.”

Vai haver mudança de rumo?

Brasil entra em 2019 como o país com o maior tributo sobre o lucro de empresas
Estadão
O Brasil vai entrar 2019 no topo da lista dos países com a maior alíquota de imposto sobre o lucro das empresas em todo o mundo. A França, que hoje lidera o ranking, promoverá um corte já anunciado pelo presidente Emmanuel Macron, que prevê queda dos atuais 34,4% para 25% até 2022. A alíquota que incide sobre o lucro das empresas no Brasil (cobradas pelo Imposto de Renda e Contribuição Social sobre o Lucro Líquido) é de 34%.

O levantamento foi feito pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), grupo de países com economias mais desenvolvidas do mundo e que tem as alíquotas mais elevadas globalmente. O Brasil não faz parte da organização, mas pleiteia uma vaga.

A ventania global de redução da carga tributária das empresas ganhou velocidade ao longo de 2018 com a adoção de uma política mais agressiva por Estados Unidos, Bélgica e França. A equipe econômica do presidente eleito Jair Bolsonaro já adiantou que mudanças nessa área estão em estudo para aumentar a produtividade e o crescimento da economia.

O assunto é tema do mais amplo estudo especial que está sendo elaborado pela Instituição Fiscal Independente (IFI) do Senado Federal e será divulgado em breve para servir de subsídio ao debate da reforma tributária.

Para o diretor executivo da IFI, Felipe Salto, o Brasil tem um sistema tributário muito complexo, com carga elevada, que dificulta a vida de quem produz. “A IFI não sugere o menu. Nada impede que a gente opine sobre o cardápio que está na mesa.”

Historicamente, a queda das alíquotas vem ocorrendo desde as décadas de 70 e 80 em função de competição dos países por investimentos internacionais. Foi uma forma também de os países lidarem com o movimento das multinacionais de “mover lucros” para paraísos fiscais, o que reduz a arrecadação.

Com a crise internacional e a necessidade de ajustes fiscais, os países que adotaram essa prática, entre 2008 e 2015, compensaram a redução da carga tributária nas empresas com o aumento da tributação nas pessoas físicas para não terem grande perda de arrecadação.

Segundo Rodrigo Orair, especialista no tema e diretor da IFI, a partir de 2016, muitos desses países já resolveram o problema fiscal e passaram a se preocupar com o crescimento econômico, adotando uma política mais agressiva de queda.

A Irlanda puxou a fila ao jogar a alíquota para 12,5%. E depois vários países anunciaram mudanças para patamares mais baixos. A maior queda foi verificada nos Estados Unidos, que reduziu abruptamente a alíquota do Imposto de Renda cobrado das empresas de 35% para 21% em 2018.

Reforma tributária

Para Orair, os países estão reduzindo a alíquota chamada estatutária (que não considera as deduções previstas na legislação), mas ao mesmo tempo estão limitando algumas deduções do IR das pessoas jurídicas, ampliando a base de incidência ou fazendo uma série de revisão dos benefícios tributários. Segundo ele, a reforma tributária do presidente dos EUA, Donald Trump, reduziu um volume grande de deduções que as empresas podiam fazer.

A expectativa é que o Brasil siga a política de Trump. “A grande dúvida é se o time de Paulo Guedes vai compensar total ou parcialmente tributando dividendos na pessoa física ou limitando os juros sobre capital próprio”, diz Orair.

A equipe econômica do governo Temer chegou a elaborar uma proposta de mudança, mas não houve tempo de enviar ao Congresso. “O tempo acabou e não tivemos ambiente político para encaminhada essa discussão. Agora cabe ao próximo governo”, diz Eduardo Guardia, ministro da Fazenda. Segundo ele, a proposta foi apresentada à equipe de Paulo Guedes, seu sucessor no cargo.

Sou mais João de Manezin e 'sua' mulher que virava peixe...


Pior do que está não fica...

 
Bolsonaro promete combater “lixo marxista” nas escolas
O Antagonista

Jair Bolsonaro se comprometeu mais uma vez a combater o “lixo marxista” das escolas:

“Uma das metas para tirarmos o Brasil das piores posições nos rankings de educação do mundo é combater o lixo marxista que se instalou nas instituições de ensino.

Junto com o Ministro de Educação e outros envolvidos vamos evoluir em formar cidadãos e não mais militantes políticos.”

Só se consegue fazer isso oferecendo mais gramática e mais aritmética.

Vamos ganhar, Brasil! A Corrida de São Silvestre é nossa!

Eu nem esperava que o Brasil pudesse ganhar a corrida de São Silvestre, mas quando vi um representante de Marizópolis, cidade da região metropolitana de Cajazeiras, emergiu a esperança...

As manchetes de jornais brasileiros neste último dia do ano de 2018

FolhadeSãoPaulo: Temer desiste de conceder indulto e recita um poema

Globo: Previdência lidera as prioridades de Bolsonaro para os cem primeiros dias de governo

- Estadão: País terá o maior tributo sobre o lucro de empresas

Extra: Segurança máxima no ensaio [posse do novo presidente]

ValorEconômico: Guedes prepara pacote de medidas para melhorar ambiente de negócios

ZeroHora: Temer propõe facilitar entrada de produto estrangeiro no Brasil

EstadodeMinas: Lei pode tirar da Justiça 200 mil ações

CorreioBraziliense: "Há gangues no serviço público", diz general Santos Cruz sobre corrupção

CorreiodaBahia: Aposentadoria integral mais difícil a partir de hoje

DiáriodePernambuco: O ano em que o Brasil esperava mais

DiáriodoNordeste: 2018: é hora de virar a página

-CorreiodaParaíba: Ano de 2018 é marcado pelo combate à corrupção

domingo, 30 de dezembro de 2018

O novo governador do Rio põe o dedo em feridas do Estado.

COMBATE SEM TRÉGUA
Crime organizado do Rio se comporta como terrorista, diz Witzel
Governador toma posse nesta terça e afirma que vai adotar técnicas israelenses na área de segurança
DiáriodoPoder
Governador toma posse nesta terça e afirma que vai adotar técnicas israelenses na área de segurança. 

O governador eleito do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, disse hoje (30) que o crime organizado que age no estado está “muito próximo do terrorismo” e que, por isso, pretende adotar técnicas israelenses na área de segurança.

“A forma pela qual os traficantes estão trabalhando para proteger a droga é com atos terroristas, com bomba, com pânico à população e uma afronta às instituições. Então a gente precisa trabalhar e enfrentá-los como eles estão se comportando, como terroristas”, disse Witzel.

Witzel participou de um encontro com o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, no Hotel Hilton, na zona sul do Rio de Janeiro, no qual Netanyahu recebeu a comunidade judaica da cidade. O futuro governador disse que pretende assinar um acordo de cooperação com Israel para treinamento de policiais.

“Ou a gente manda pra lá ou o pessoal de lá vem pra cá. Eu acho muito importante um grupo de policiais nossos ir a Israel, para conhecer o sistema funcionando na prática, e vir para o Brasil e ser difusores das ideias e das técnicas que lá eles aprenderam. Um curso rápido, mas que já vai ser muito importante para a gente aprimorar o trabalho de combate ao crime organizado, que hoje está muito próximo do terrorismo”.

Witzel disse também que pretende adotar tecnologia de reconhecimento facial, para impedir “pessoas envolvidas no crime organizado de circular livremente pela cidade e pelo estado”. “Agora em janeiro eu já pretendo fazer um convênio com as empresas que têm sistema de vigilância, como supermercados e shoppings, todos os lugares que têm câmera, com possibilidade de reconhecimento facial. Nós vamos disponibilizar o álbum, com mandado de prisão em aberto, e uma vez identificadas essas pessoas, nós vamos prender. Isso já vai ser um ganho muito grande de efetividade, porque o crime organizado não vai mais poder circular facilmente pelas ruas e isso vai facilitar o trabalho da polícia”.

Primeiro decreto

O governador eleito disse que o primeiro decreto a ser assinado por ele será o da reorganização da estrutura do estado, com foco na economia de recursos. “Apesar de termos mais secretarias do que já existia, é uma estrutura estratégica. Na verdade, ao extinguir secretarias você não corta custos, o que corta custo é reduzir o número de cargos. A quantidade de cargos em comissão, ela é um percentual muito pequeno em relação à folha de pagamento, mas será cortado. O grande ajuste que nós vamos fazer será nos contratos. [Os] que podem estar superfaturados, serão auditados”.

Witzel conversou com a imprensa na saída do evento. Em sua fala ao primeiro-ministro, Witzel disse que está “torcendo” para que o presidente eleito, Jair Bolsonaro, faça um acordo de cooperação com Israel “do tipo guarda-chuva”, para que os estados possam aderir de forma mais fácil.

“Eu quero ser o primeiro estado a participar do acordo, para poder estarmos junto ao Instituto Weizmann [de pesquisa em ciências], a estarmos junto à polícia, ao exército israelense e trocarmos experiência, que são experiências comum. Aqui temos um grave problema de violência, do crime organizado, que está cada vez mais próxima de atos terroristas. E a nossa polícia precisa aprender a lidar com esse tipo de organização criminosa”. Segundo o governador, após resolver o problema da criminalidade, poderá investir no turismo e “trazer de volta a esperança para uma terra de esperança”.

Pela manhã, Witzel acompanhou Netanyahu a uma visita ao Pão de Açúcar. Também foram ao passeio as esposas das autoridades, Helena Wiztel e Sara Netanyahu. (ABr)

Esse discurso do 1º Ministro de Israel, no mínimo, serve à reflexão sobre a ONU.

Resultado de imagem para brasil e israel

Em 2016 fiz esse vídeo com trecho de discurso de Benjamin Netanyahu - בנימין נתניהו na ONU. Foi quase profético. Brasil e Israel estarão juntos no combate ao terrorismo.

Parabéns e muito obrigado a todos do jornal Gazeta do Alto Piranhas. 20 anos servindo a Cajazeiras e região.

GAZETA: 20 anos construindo a História da Região
José Antônio

Neste dia Primeiro de Janeiro de 2019, estamos completando vinte anos de existência e com a edição número 1047 iniciamos o nosso 21º ano. Ao longo deste período publicamos mais de 20 mil reportagens, 25 mil pequenas noticias, quatro mil artigos opinativos, dezenas de poesias, mais de quatro mil colunas com artigos dos colaboradores, dezenas de cadernos especiais, 20 edições comemorativas do Dia da Cidade de Cajazeiras e mais de 10 mil fotografias. Todo este acervo está impresso em mais de 17 mil páginas.

Na História da Imprensa Escrita de nossa cidade, o GAZETA, continua como o jornal que tem vida mais longa e ininterrupta, o que não deixa de ser, para todos nós, motivo de imensurável valor e um grande orgulho.

Um projeto que foi sonhado durante trinta anos, no inicio dos anos setenta, só em 1999, no dia primeiro de janeiro, começava a se tornar realidade e nascia a primeira edição, o que para alguns, já surgia com o estigma de que poucos meses duraria, a exemplo de outras tentativas.

Com obstinação, coragem, determinação, audácia e desprendimento partimos para o desafio. Sabíamos das dificuldades que íamos enfrentar, além do total descrédito, que por incrível que pareça, ainda hoje existe, principalmente quando o jornal atrasa, por culpa dos correios, a chegar a algumas regiões do Brasil, recebemos um telefonema acompanhado da seguinte observação: “pensei que tinha fechado”.

Passados estes vinte anos procuramos sempre deixar registrados os fatos que a equipe, nunca uma única pessoa, pautava serem os mais importantes da semana. É claro, e isto nós reconhecemos, que na seleção, existe sempre a subjetividade e a maneira de ver e analisar de cada um na hora de escrever a noticia, da sua formação acadêmica, de sua filosofia e da ideologia de cada escritor.

Como toda pequena empresa, temos as nossas imensas dificuldades, mas sempre superadas com a ajuda de muitos amigos e principalmente de nossos anunciantes e colaboradores. Reconhecemos também as nossas limitações e temos a consciência que precisamos melhorar em todas as áreas do jornalismo impresso, principalmente na distribuição, mas são obstáculos que desejamos e temos a determinação de superá-los.

O que nos anima e nos conforta nesta difícil jornada são os muitos depoimentos que tenho recebido sobre o nosso GAZETA, além de ter me proporcionado ampliar por centenas de vezes o número de amigos e também de poder patrocinar a aproximação de muitos cajazeirenses espalhados por rincões brasileiros, muito embora outros meios de comunicações o façam com muito maior velocidade, mas o jornal impresso ainda é o meio mais gostoso de ler uma noticia.

Ao longo desta caminhada foram grandes as emoções e muitas vezes fiquei admirado e gratificado ao ver um homem/mulher sair de sua residência, da periferia, de uma rua sem calçamento, sem esgoto, sem iluminação pública e percorrer um longo trajeto até a nossa sede para comprar um exemplar do GAZETA e consigo trazer 20 moedas de 10 centavos para pagar e sempre faço as mesmas perguntas: para quem é este jornal? Qual a matéria que lhe interessa? Qual o seu grau de escolaridade? Depois do diálogo fico muito satisfeito e emocionado. Sempre que acontece um fato deste, fico durante dias com a alma e o coração cheios de alegrias ao constatar que pessoas simples e humildes têm prazer de ler o nosso jornal. É a lição da perseverança.

O resgate de nossa bela história e o registro dos fatos atuais que será a história no amanhã tem sido a nossa principal meta. Cajazeiras era uma cidade sem memória, s
em registro continuo dos atos de seu povo e de sua gente. Digo, sem modéstia, que nenhum pesquisador poderá escrever a nossa história, nestas duas décadas, sem se debruçar sobre os arquivos do nosso GAZETA, a exemplo de várias pesquisas que estão sendo feitas por universitários tendo como fonte o nosso acervo.

Queremos agradecer aos assinantes, aos anunciantes, colaboradores, e funcionários por mais esse ano que passamos juntos e queremos desejar a todos muitos sucessos e bonança no ano de 2019.
É nosso desejo, eu, Antonieta, nossos colaboradores e funcionários que possamos continuar a ajudar na construção e preservação de nossa memória e da nossa História.

Continua a contagem

A fotografia de um pé de mandacaru, tendo ao fundo um belíssimo sol poente, com a contagem de nossa luta pela criação da Universidade Federal do Sertão, que já está com 3359 dias, só deixará de ser publicada na primeira página do GAZETA no dia em que o governo federal autorizar a sua criação. Assim foi com a luta pela homologação do nosso aeroporto, cujo aviãzinho fez história.

Na capa d'O Povo


Na capa d'A Tarde


No jornal Lance


Os destaques do Jornal do Commercio


sábado, 29 de dezembro de 2018

A capa do jornal cajazeirense Gazeta do Alto Piranhas no alto dos seus históricos 20 anos. Parabéns!


Uma música romântica e linda!

Imagem relacionada
Veja só o SUSTO que Simone leva quando o filho de Gonzaguinha, e neto de Luiz Gonzaga, entra no palco para fazer um inesperado dueto com ela.

Incrível como a voz dele é idêntica a do pai!
Sugestão de Helder Bass no Grupo Amigos de Cajazeiras

As manchetes de jornais brasileiros neste sábado

- FolhadeSãoPaulo: Crise provoca ocupação recorde com informais

- Globo: Menos de 1% dos municípios reformaram Previdência

- Estadão: Temer inicia processo para nova abertura da economia

- Extra: Taxas do Detran vão subir em 2019

- ValorEconômico: Ibovespa avança 15,03% em 2018, com varejistas em destaque

- ZeroHora: Um ano para dar o que falar

- EstadodeMinas: Alerta nas estradas

- CorreioBraziliense: Brasília sob alta tensão para posse de Bolsonaro

- CorreiodaBahia: Funeral de Mãe Stella é decidido na Justiça

- DiáriodePernambuco: Perfil técnico predomina em novo secretariado

- DiáriodoNordeste: Políticos gastam R$ 1,4 mil com voos fretados no CE

-CorreiodaParaíba: Paraibanos ratearão R$ 144 milhões por água

sexta-feira, 28 de dezembro de 2018

Meu velho, música cantada por Altemar Dutra...Não há boa lembrança paterna que não aflore à linha do coração filial.

Boa notícia para a economia do país

Shopping centers têm alta de 9,3% em vendas no Natal, diz Abrasce
FolhadeSãoPaulo
As vendas de shopping centers do país subiram 9,3% no período do Natal deste ano em relação ao mesmo período de 2017, segundo dados da Abrasce, associação que representa o setor, divulgados nesta sexta-feira (28). Levantamento também teve alta de 1,1 no fluxo de visitantes.

A entidade afirmou que o índice apurado em conjunto com a empresa de meios de pagamento Cielo apontou para um valor médio de R$ 110 em cada compra, entre 19 a 25 de dezembro. Valor 25% acima do registrado pelas lojas de rua.

Segundo a Abrasce, o varejo como um todo no país teve crescimento de 7,7% nas vendas no período natalino, enquanto lojas de rua registraram expansão de 7,2%.

A entidade afirmou que o setor de shopping centers deve superar a previsão do início do ano e terminar 2018 com crescimento de vendas acima de 6 por cento. Para 2019, “a expectativa também é bastante positiva”.

Não se sabe a opinião do macaco sobre o caso...

Mulher é condenada a três anos de prisão por ‘assédio sexual’ a macaco

A Justiça egípcia condenou uma mulher a três anos de prisão por “assediar sexualmente” um macaco em uma loja de venda de animais, informou o jornal estatal Al-Ahram nesta sexta-feira (28).

Um tribunal da cidade de El-Mansura, no norte do Egito, declarou culpada Basma Ahmed, de 25 anos, de “incitação à libertinagem” e de ter “cometido um ato público obsceno”, segundo uma fonte judicial citada pelo jornal.

Um vídeo do incidente mostra a mulher rindo quando toca as partes íntimas do macaco em uma loja de animais em El-Mansura, fazendo alusões de caráter sexual, enquanto outras pessoas ao seu redor gargalham.

Ahmed foi detida em outubro e “confessou (…) o incidente, mas disse que não tinha a intenção de cometer um ato indecente e que ela só queria fazer cócegas no macaco”, segundo indicou o jornal.

O vídeo, que se tornou viral nas redes sociais, provocou uma enxurrada de comentários críticos à jovem.

O cajazeirense Nilvan Ferreira cogitado para a carreira política

Podemos quer lançar candidatura de Nilvan a prefeito de João Pessoa
MarconeFerreira.com

O Podemos quer porque quer a filiação do consagrado apresentador Nilvan Ferreira, do Sistema Correio de Comunicação.

O desejo pela sua filiação nada mais é do que a possibilidade de lança-lo candidato a prefeito de João Pessoa, principal colégio eleitoral do Estado.

Partiu do presidente estadual Galego do Leite – que é vereador em Campina Grande, o convite da filiação. Ele confirmou ao ClickPB que deixará Nilvan a vontade.

Adiantou, inclusive que há duas opções para o apresentador de TV. Além da candidatura à sucessão de Luciano Cartaxo, também a vaga de vereador da Câmara de João Pessoa.

Temos muita saudade do grande amigo Newton Vilhena.

A época de festas natalinas remete nossa querida amiga Zelinha Vilhena às melhores lembranças com o seu inesquecível esposo, Newton Vilhena.

Ainda tem muita gente boa e de fé neste mundo... Veja que ato heroico desse rapaz.

Vai vendo...

 | Albari RosaGazeta do Povo
Bolsonaro quer ampliar de 5 para 10 anos validade da CNH
Gazeta do Povo

A três dias de tomar posse como presidente eleito do Brasil, Jair Bolsonaro (PSL), anunciou nesta sexta-feira (28) que pretende ampliar a validade da carteira nacional de habilitação.

Por meio de uma rede social, Bolsonaro diz que vai trabalhar para que o documento seja válido por dez anos consecutivos -hoje, a carteira precisa ser renovada a cada cinco anos.

Bolsonaro anunciou a mudança em um mesmo texto em que parabeniza o governador em exercício do Rio de Janeiro, Francisco Dornelles, por ter sancionado no estado a lei que põe fim à vistoria anual de veículos feita pelo Detran (Departamento Estadual de Trânsito).

Segundo a nova lei em vigor no estado fluminense, os proprietários dos veículos terão que fazer apenas uma autodeclaração para informar a segurança veicular e ambiental do automóvel.

Quem prestar informações falsas poderá ser processado civil e criminalmente. Os veículos que fazem transporte escolar, de carga e coletivos de passageiros continuam obrigados a fazer a vistoria no estado.

Essa notícia é de outubro...É só para indagar: e se fossem os americanos que adotassem tal medida?

China legaliza existência de campos de detenção para minorias islâmicas
Mais de 1 milhão foram levados compulsoriamente para centros de doutrinação comunista
Folha de São Paulo
Mulheres muçulmanas são vistas em rua do centro de Kashgar, na província chinesa de Xinjiang, de maioria islâmica 

A China ratificou nesta quinta-feira (11) a legalidade dos campos de internação onde cerca de 1 milhão de pessoas de minorias muçulmanas são mantidas compulsoriamente para doutrinação, o que o regime comunista nega.

A legalização acontece apesar da comoção provocada pelas violações de direitos humanos registradas em relatórios da ONU e de ONGs sobre os centros de detenção. Parlamentares dos EUA reiteraram seus pedidos ao presidente americano, Donald Trump, para responder à repressão de Pequim.

A nova legislação da província de Xinjiang (noroeste) determina que as autoridades locais possam estabelecer "educação para habilidades ocupacionais e centros de treinamento, organizações de transformação da educação e gerências para transformar pessoas influenciadas pelo extremismo através da educação".

Estes centros, diz um artigo, são obrigados a ensinar o mandarim e oferecer educação ocupacional, assim como "educação ideológica, reabilitação psicológica e correção de comportamento".

Embora negue a existência de internação compulsória para as minorias muçulmanas, a ditadura diz enviar quem comete delitos leves para o que chama de centros de treinamento vocacional.

Ex-detentos afirmam que foram forçados a renegar o islamismo e professar lealdade ao Partido Comunista chinês em um processo de doutrinação política

"É uma reiterada justificativa para aprisionamento em massa de uigures, cazaques e outras minorias muçulmanas", disse à agência de notícias Associated Press James Leibold, pesquisador de ética chinesa da Universidade La Trobe, em Melbourne.

No texto anterior, aprovado no ano passado, o uso de véus por mulheres, "discurso e comportamento extremistas" e a negativa de ouvir rádio e TV públicos haviam sido proibidos.

Nos últimos anos, as autoridades chinesas tentaram reprimir as minorias de Xinjiang, incluindo movimentos pró-independência, com a migração de cidadãos da maioria han.

O regime alega que estes grupos têm ligações com extremistas islâmicos, mas sem apresentar provas. Além de impedir o contato dos detentos familiares que vivem em outros países, as autoridades também levam seus filhos a orfanatos estatais. 

"Apesar dessas revisões, eu ainda acredito na prática de detenção coercitiva dos uigures", disse Leibold. "Isso não só viola a lei chinesa, mas as normas internacionais legais de privação de liberdade."

Os informes relatando a detenção compulsória das minorias muçulmanas levaram os EUA a considerarem impor sanções a membros do regime e empresas ligadas aos centros de doutrinação.

Além da pressão ao líder chinês, Xi Jinping, a comissão bipartidária sobre China do Congresso americano solicitou a Trump sanções contra dois chefes do Partido Comunista chinês.

Caso aprovadas, as punições agravariam a tensão com os chineses, com relações estremecidas devido à guerra comercial e ao avanço militar de Pequim na Ásia.

Brasil, grande potência...

Netanyahu chama Brasil de “grande potência” e fala em estreitar laços
IstoÉ
O premier de Israel, Benjamin Netanyahu 

Pouco antes de embarcar para o Brasil, o primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu demonstrou entusiasmo com sua primeira visita à região. Ele classificou o país como “grande potência”, lembrando que reúne a quinta maior população mundial, e disse que a partir da gestão do presidente eleito, Jair Bolsonaro, haverá “nova era entre Israel e a grande potência chamada Brasil”.

A mensagem foi postada em sua conta no Twitter. “É uma grande mudança com Bolsonaro. Estou contente por podermos começar uma nova era entre Israel e a grande potência chamada Brasil.”

Netanyahu manifestou sua expectativa diante da primeira visita ao Brasil. “Vamos discutir os laços de Israel com o maior país da América Latina, o quinto mais populoso do mundo. O Brasil é um país enorme, com enorme potencial para o Estado de Israel, economicamente, diplomaticamente e vis-à-vis segurança”.

Na manhã de hoje, a Embaixada de Israel no Brasil divulgou vídeo em que o embaixador Yossi Shelley fala sobre a visita. “É a primeira vez que um primeiro-ministro de Israel chega ao Brasil e vai encontrar o presidente Jair Bolsonaro para continuar nossas parcerias em agricultura, água e segurança pública”, disse.

Atividades

O primeiro-ministro desembarca de manhã no Rio de Janeiro e fica no país até terça-feira (1º), quando participa da cerimônia de posse do presidente eleito, Jair Bolsonaro. Nesta sexta-feira, eles almoçam no Forte de Copacabana. Também estarão presentes os futuros ministros Ernesto Araújo (Relações Exteriores) e Fernando Azevedo (Defesa).

Bolsonaro pretende transferir a Embaixada do Brasil de TelAviv para Jerusalém. Os Estados Unidos foram o primeiro país a adotar a mudança. A medida não é consensual, pois Jerusalém é um território disputado por questões políticas e religiosas entre judeus e muçulmanos.

A visita ocorre em meio a dificuldades na política interna israelense. Netanyahu enfrenta um processo judicial por denúncias de desvios. Há também ausência de consenso em torno de um projeto que fixa novas regras para o serviço militar, que levou o Parlamento de Israel a antecipar em sete meses as eleições parlamentares que ocorrerão em 9 de abril.

Agenda

No final da tarde, Netanyahu irá à sinagoga Beit Yaakov para a cerimônia religiosa do shabat. Nos dias em que ficará no Brasil, a agenda do primeiro-ministro será intensa. Ele terá conversas com jornalistas, líderes da comunidade judaica e Amigos Cristãos de Israel.

Durante a visita, o primeiro-ministro israelense aproveita para manter reuniões bilaterais com líderes estrangeiros. Ele se reúne com o presidente de Honduras, Juan Orlando Hernández, e o secretário de Estado dos Estados Unidos, Mike Pompeo. O último compromisso no Brasil será com o presidente do Chile, Sebastian Piñera.

Mais pessoas trabalhando...

Desemprego recua para 11,6% em novembro, mas ainda atinge 12,2 milhões
Em comparação com os dados de novembro de 2017, houve redução de 2,9% no índice (menos 364 mil pessoas)
Diego Freire - Veja.com
Fila em unidade do Poupatempo em São Paulo

A taxa de desemprego no Brasil caiu para 11,6% no trimestre encerrado em novembro – uma queda de 0,5% em relação ao último índice divulgado pelo IBGE, em agosto. Em comparação com os dados de novembro de 2017, houve redução de 2,9% (menos 364 mil pessoas).

A população desocupada é hoje de 12,2 milhões – uma queda de 3,9% (menos 501 mil pessoas) frente ao trimestre de junho a agosto de 2018. No confronto com igual trimestre de 2017, houve redução de 2,9% (menos 364 mil pessoas).

No jornal Lance


Na capa do jornal O Estado de São Paulo


Os destaques do jornal Correio do Povo


As manchetes do jornal Folha de São Paulo


quinta-feira, 27 de dezembro de 2018

Parabéns a Thalles Rennan e à família.

Altemar Vieira e Tetê Moura

É hoje! Chegou o grande dia da formatura do nosso filho Thalles Rennan. Agora que começa sua jornada profissional. Obrigado, meu Deus, muito orgulho. 

Raimundo Júnior se despede o ex-vereador Sinfrônio de Lima.


É crime!

Professor acusado de estuprar aluna de 13 anos é preso em Goiás
IstoÉ
Um professor de 30 anos, que não teve a identidade revelada, foi preso na última quarta-feira (26) em Goianésia (GO) suspeito de estuprar uma aluna de apenas 13 anos. As informações são do G1.

Segundo a Polícia Civil, o caso veio à tona após o pai da adolescente descobrir que o professor tinha levado a filha dele para um motel em Goianésia, na região central de Goiás. A delegada que está cuidando do caso disse que outras alunas podem ter sido vítimas do professor.

O professor está preso de forma temporária. Ele deve responder por estupro de vulnerável, quando a vítima do abuso sexual tem menos de 14 anos. Se condenado, ele ficará mais de 8 anos preso.

Antigamente, os sábios tinham mais paciência com os discípulos 'pequenos gafanhotos'... Veja o vídeo.

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Sugestão de Gilvan Andrade no grupo Dércio Drinks

Empoderada? Ela, não!


"Mulher é livre para vestir o que quiser!"

A menos que seja a Michelle Bolsonaro com uma camiseta em homenagem a maior resposta que uma mulher deu para um homem no ano. Nesse caso ela é "escrota", "ridícula", "idiota". 

O silêncio das feministas comemorando é ensurdecedor.

Vai vendo...Isso aí não é cirurgia de fimose, não!

Indiana corta pênis de vizinho que a assediava
A mulher de 47 anos e dois cúmplices masculinos levaram o homem para uma zona industrial isolada de Mumbai. Lá, cortaram seu pênis

Uma indiana cortou o pênis de um vizinho que a assediava e, depois, levou-o para o hospital – anunciou a polícia local nesta quinta-feira (27).

A mulher de 47 anos e dois cúmplices masculinos levaram o homem, de 27 anos, para uma zona industrial isolada de Mumbai, a capital econômica do país. Lá, cortaram seu pênis.

“Prendemos a mulher e dois cúmplices. Ela reconheceu que planejou cortar o pênis de seu admirador por seu constante assédio”, disse à AFP o oficial de polícia Gajanan Kabdule.

O indivíduo pediu para fazer sexo com esta mãe de dois filhos, e ela informou o marido do assédio. O episódio provocou uma briga no casal.

“Recuperamos a faca e as partes genitais, e os três acusados estão detidos. Estamos investigando o caso”, declarou Kabdule.

O homem foi operado em estado crítico e continua no hospital, onde se encontra estável.

Em 2017, uma indiana cortou o pênis de um homem, depois que ele tentou violentá-la no estado de Kerala.

Os números da violência sexual são altos na Índia. Em média, foram mais de 100 denúncias de estupro por dia em 2016, segundo os últimos dados oficiais.

O ex-assessor de Flávio Bolsonaro dá entrevista ao SBT

Fabrício Queiroz relata câncer e afirma: “Não sou laranja”
Segundo motorista, parte da movimentação financeira é explicada por compra e venda de carros usados
Veja.com
Fabrício Queiroz 

Fabrício Queiroz, ex-assessor do senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), declarou em entrevista ao telejornal SBT Brasil que transações de compra e venda de carros usados ajudam a explicar as movimentações de sua conta bancária. “Não sou laranja”, declarou. Ele também disse que se trata de um câncer no intestino.

O motorista, que trabalhou com Flávio na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, é investigado pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), do Ministério da Fazenda, por movimentação atípica de R$ 1,2 milhão de reais.

“Eu sou um cara de negócios. Faço dinheiro. Compro, revendo, compro, revendo, compro carro, revendo carro. Sempre fui assim. Gosto muito de comprar carro de seguradora. Na minha época lá atrás, comprava um carrinho, mandava arrumar, revendia…”, disse ele, que declarou ter renda mensal entre 23.000 e 24.000 reais.

Queiroz faltou em dois depoimentos agendados no Ministério Público do Rio de Janeiro. Segundo sua defesa, ele foi internado em um hospital para procedimento invasivo.

Entre as movimentações vistas como suspeitas pelo Coaf está um cheque de 24 000 reais para Michelle Bolsonaro, futura primeira-dama. O presidente eleito explicou que o montante correspondia a parte do pagamento de uma dívida de 40 000 reais que Queiroz tinha com ele e que o valor não foi declarado no Imposto de Renda. Sobre isso, Queiroz reafirmou ao SBT que depositou dez cheques de 4 000 reais cada um para Michelle, a fim de pagar a dívida.

Flávio Bolsonaro diz que não fez “nada de errado” e que Fabrício Queiroz deu uma explicação “bastante plausível” para as transações apontadas pelo Coaf. VEJA revelou que sete servidores que passaram pelo gabinete de Flávio repassaram 116 556 reais a Queiroz.

É a primeira vez que Queiroz fala publicamente sobre o caso das movimentações atípicas identificadas pelo Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) desde que o caso veio à tona, em 6 de dezembro, na Alerj (Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro).

Faleceu, ontem, o Sr. Sinfrônio Lima, pai do vereador cajazeirense, Kléber Lima. À família enlutada, as nossas condolências e solidariedade.


Os destaques do jornal Correio Braziliense