sábado, 13 de junho de 2020

O Brasil precisa voltar à rota de crescimento com urgência.

Pesquisa mostra consumidores otimistas com o pós-pandemia
Levantamento realizado pela Febraban mostra que maior parte da população vê retomada total da economia até 2021
Roberta Ramos, Revista Oeste
Pesquisa da Febraban aponta consumidor brasileiro otimista no pós-pandemia

Levantamento divulgado nesta sexta-feira pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban) mostra que quase a metade dos entrevistados, 49% deles, acredita que suas finanças voltarão ao patamar de antes da pandemia de covid-19 em até um ano. Destes, 21% apostam que a retomada poderá ser ainda mais rápida, em até seis meses.

Trata-se do Observatório Febraban, estudo mensal que mapeia a visão da população sobre os temas que impactam o Brasil. Nesta pesquisa, a Febraban busca identificar como as pessoas têm superado medos e incertezas na retomada das atividades econômicas no país em virtude da pandemia do novo coronavírus.

De acordo com a pesquisa, 37% dos entrevistados devem diminuir suas viagens – o que pode indicar receio de contaminação por covid-19. Ainda por temor do vírus, um percentual de 27% dos ouvidos quer permanecer no home office e 28% planejam usar mais os serviços de delivery. A pesquisa também identificou que 45% dos entrevistados afirmam que irão dedicar mais tempo à família e aos filhos e 30% pretendem aumentar as compras feitas via e-commerce.

O Observatório aponta otimismo entre a população sobre a perspectiva de retomada individual e familiar. Existe, por exemplo, intenção de manter ou aumentar a frequência aos supermercados em 78% dos pesquisados. Outros negócios também registram intenções elevadas de continuar ou elevar a frequência, como salões de beleza (66%), comércio de rua (55%), bares e restaurantes (47%) e shoppings (47%).

Realizada pelo Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Econômicas (Ipespe), a primeira edição do novo Observatório Febraban ouviu amostra de mil pessoas, de todas as regiões do país, entre os dias 1º e 3 de junho. Leia a íntegra do levantamento.

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