domingo, 28 de junho de 2020

Desculpa de amarelo...

Deus sem votos
DiáriodoPoder
Roger Levy disputou em São Paulo uma vaga na Câmara dos Deputados, nos anos 1980, quando o general João Figueiredo acabava de assumir a presidência da República. Levy teve um desempenho pífio, três mil votos. “Mas me sinto Deus”, disse a um jornalista. “Por que?” 

Ele respondeu: “Ora, Figueiredo foi eleito com 300 votos, o papa com 100 votos. Com três mil, eu me sinto Deus.”

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