sexta-feira, 5 de julho de 2019

Parabéns, minha Manoela.

Parabéns, filha.
Dirceu Galvão

Passava de meia-noite, de ontem para hoje, resolvemos, eu e Márcia, abrir o dia 5 de julho dando o abraço pioneiro na nossa filha, Manoela, aniversariante.

Caímos em lembranças reconfortantes. Manoela tentava afinar a sintonia entre o que dizíamos e as suas lembranças de criança. Ela conseguia lembrar do enorme carinho que sempre recebeu dos pais; nós nos esmerávamos de realçar o seu permanente e cativante sorriso de uma menina sempre feliz. Nada de traumas, nenhuma reminiscência que, sequer perifericamente, lhe tenha agregado qualquer sentimento negativo. Sempre feliz com a vida em todos os seus momentos de criancice. Teve acentuado o seu lado de guerreira, líder, desinibida, que desempenha suas tarefas com destemor e compromisso. 

Será que ela lembrava do quanto sorria para todos e nunca estranhava ninguém? Também não chorava por qualquer besteira. É dura na queda.
Só me lembro de um único momento que o seu choro doía bem fundo no nosso coração: nos seus primeiros meses, tinha cólicas fortes em horários precisos. O meu trabalho (trabalho?!) era o de somente coloca-la nos braços e ficar andando em casa. Entre 18:00 e 19:30h era certa a sua cólica. Acho que doía mais em mim. Acho que o calor do meu abraço servia para acalma-la levando para longe a dor indesejada. E como era bom! 
Passado o tempo, minha Manoela, já mulher feita, não destoou do que sempre nos propiciou: continua nos dando muita satisfação, alegria e confiança de que segue firme para um futuro promissor. Não que queiramos muito. Basta que ela continue sendo possuidora de um grande caráter, de um coração generoso e justo e plenamente sabedora de suas responsabilidades como mulher, como filha, como a profissional que se avizinha.

Nós te amamos filha.

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