sábado, 9 de março de 2019

Só para lembrar - pela história aqui já contada - que Cajazeiras precisa ser estudada pela Nasa...

Eugênio de Raimundo Faustino falou com Zezinho SóLinhares e ouviu uma estória sobre apoio político explícito!
Por Dirceu Galvão

Eugênio Nóbrega tirou uma folga e deu um pulo em Cajazeiras. Foi rever seu povo bom de casa e abraçar seus incontáveis amigos.

Nesse meio tempo, aproveitou para encher o espírito e se alimentar de estórias cajazeirenses. E, em Cajazeiras, encontrar pessoas e beber conversas engraçadas é melhor em um dos nossos inúmeros bares.

O Bar do Zé fica perto da agência do BNB. Lá, Eugênio encontrou o nosso amigo Zezinho SoLinhares, outro emérito gaiato cajazeirense e empresário do ramo da confecção.

O papo amistoso foi se estendendo até o tema político. Ano que vem teremos eleições municipais e, já, já, o clima da política tende a ser aquecido. Os apoios serão bem disputados e o jogo é duro.
Zezinho me contando estórias no pé do ouvido

Pois bem. E num é que Zezinho SoLinhares começou a reclamar do jogo político de apoios??!!

É que, nem sempre, um profissional liberal, um comerciante, se dão bem nas lides políticas. Às vezes, são somente iludidos por promessas que nunca se confirmam.

Zezinho lamentou que um certo ex-Prefeito teve o seu integral apoio, incluindo financeiro, e, depois, firmou-se numa barreira de esquecimento e indiferença para com ele.

Zezinho teve muito foi prejuízo! Quase se lascava!

Eugênio, então, lhe perguntou sobre a próxima eleição. O que ele faria? Iria apoiar alguém? E coisas do tipo.

Zezinho aproveitou para contar uma estória nova. Disse a Eugênio que foi procurado por um político de Cajazeiras que lhe pedia seu apoio. E este político sabia dos prejuízos que Zezinho sofrera com o outro candidato.

Zezinho escutou a conversa toda. Só que, ao pedir a contribuição, o político argumentou

"- Zezinho, não se preocupe. Me ajude que eu vou fazer mais do que aquele ex-prefeito fez com você!"

Aí, Zezinho não resistiu e respondeu

"- Vai fazer mais do que aquele outro fez, vai? Só se fizer um bucho em mim!" 

Ô Carrazeira boa!

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