quinta-feira, 31 de janeiro de 2019

Nota do MEC


Em nota, MEC denuncia fake news e desmascara o jornalista Ancelmo Gois no “O Globo” 
Paulo Henrique Araujo - Terça Livre

Em reportagem assinada por Ancelmo Gois e publicada na terça-feira 29/01/2019 no jornal O Globo, o colunista faz fortes acusações ao ministério da Educação imputando responsabilidade à gestão atual pela retirada de conteúdos sobre personagens como Karl Marx, Friedrich Engels, Marilena Chauí e Jean Wyllys da TV Ines.

Gois afirmou em sua coluna, segundo o próprio periódico destaca:

“Ligada ao Instituto Nacional de Educação para Surdos (Ines), órgão vinculado ao Ministério da Educação (MEC), a TV tirou do ar uma série de vídeos que abordavam personagens ou temas associados à esquerda”

O MEC acaba diulgou comunicado oficial não somente desmascarando o viés ideológico, bem como a intenção de criar uma falsa narrativa dos fatos relatados pelo colunista, destacando entre outras coisas que a prática “denunciada na reportagem”, era parte do expediente de organizações como a KGB (Comitê de Segurança do Estado Soviético), instituição diretamente ligada ao treinamento de pessoas em marxismo e leninismo em diversos países do mundo, formação esta, recebida e declarada pelo próprio Ancelmo Gois. Confira comunicado na íntegra:

COMUNICADO DO MEC

"O Instituto Nacional de Educação de Surdos (Ines) instaurou sindicância para obter todas as informações relacionadas à retirada sem autorização de alguns vídeos do seu site e atribuir as devidas responsabilidades. A diretoria do Ines também tomou a decisão de reinserir no site os vídeos que foram apagados.

A apuração preliminar já identificou, entretanto, que os vídeos foram retirados em abril e em novembro de 2018, o que demonstra que a nota publicada na coluna de Ancelmo Gois no jornal O Globo do dia 29 de janeiro de 2019 é tanto falsa quanto maldosa ao atribuir a responsabilidade ao Ministro da Educação, professor Ricardo Vélez Rodríguez, que só assumiu o Ministério em janeiro deste ano.

Ao contrário do que quer fazer crer o colunista, ludibriando dessa forma os leitores do jornal O Globo, durante a sua vida como docente, o ministro da Educação sempre ensinou e defendeu a pluralidade e o debate de ideias, recusando-se a adotar métodos de manipulação da informação, desaparecimento de pessoas e de objetos que eram próprios de organizações como a KGB, o serviço secreto do governo comunista na antiga União Soviética, que na década de 1960, quando de sua fuga do Brasil para a Rússia, protegeu e forneceu identidade falsa para o colunista de O Globo. Na época, segundo ele próprio declarou em entrevista ao site da Associação Brasileira de Imprensa em 2009, Ancelmo Gois foi treinado em marxismo e leninismo na Escola de Formação de Jovens Quadros do Partido Comunista soviético."

Cabe lembrar também que, como dito em diversas oportunidades em nossos programas no canal do Terça Livre, o escritor Osvaldo Peralva, em seu livro “O Retrato”, conta com detalhes alguns outros treinamentos para jornalistas brasileiros promovidos pela comitê central do partido comunista da União Soviética.

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Nota do blog Sete Candeeiros Cajá:

Para quem deseja conhecer melhor a influência de governos comunistas e sua manipulação no Brasil, é importante a leitura deste livro, abaixo. Uma pesquisa densa que expõe documentos raros e importantes para o Brasil nos anos 50-60.

Dinheiro no caixa...

Quase 90 municípios da PB receberam R$ 479 milhões em precatórios do Fundef
Rafaela Gambarra - ParaíbaJá

Um total de 87 municípios paraibanos receberam precatórios do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério, o Fundef. O valor total previsto é de R$ 479 milhões, sendo, desses, R$ 277 milhões já recebidos e R$ 201 milhões sub júdice. O município que mais recebeu recursos foi João Pessoa, um valor de R$ 85.352.939,70.

Os dados estão disponíveis em um painel desenvolvido pelo Fórum Paraibano de Combate à Corrupção (Focco PB). Além de uma visão geral dos pagamentos recebidos pelos municípios, e dos que ainda receberão essa verba, o painel traz um detalhamento dos pagamentos realizados com recursos dos precatórios e os honorários pagos a advogados.

De acordo com o coordenador do Centro de Apoio Operacional às Promotorias do Patrimônio Público, promotor Leonardo Quintans, que está à frente do Grupo de Trabalho responsável pela ferramenta, o painel será um importante instrumento de trabalho para os órgãos de controle e também um relevante mecanismo de transparência para a sociedade, que pode acompanhar os valores que chegaram e chegarão aos seus municípios, verificar como foram gastos e cobrar a aplicação na educação.

Conheça a história dos precatórios

O Fundef vigorou de 1998 a 2006, quando foi substituído pelo Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos profissionais da Educação). Em 1999, o Ministério Púbico Federal em São Paulo (MPF/SP) ajuizou uma ação contra a União ao constatar que ela estaria repassando valores inferiores ao que seria devido. Em 2015, o Supremo Tribunal Federal confirmou a sentença, determinando a União a repassar aos municípios lesados, a diferença dos valores devidos, bastando aos municípios ingressarem com ações de cumprimento da sentença.

Em 2017, o TCU decidiu que a competência da fiscalização do pagamento dos precatórios é concorrente (federal e estadual), que a movimentação do pagamento deve ser em conta específica ou na conta do Fundeb, para garantir a finalidade e a rastreabilidade. Decidiu ainda que a aplicação dos valores deve ser somente em em educação; vedação absoluta ao pagamento de honorários advocatícios e determinação de recomposição ao Fundeb dos valores pagos com desvio de finalidade, incluindo os honorários.

O dia 30 de janeiro marca a data do último show dos Beatles: 50 anos do último show da maior banda de todos os tempos.

Último show dos Beatles completa 50 anos
Célebre show no telhado da gravadora Apple, em Londres, está completando cinco décadas e pode ser visto no filme 'Let It Be'
Folha de Londrina

Os Beatles já estavam cansados de ser os Beatles quando subiram a um "palco" pela última vez: no dia 30 de janeiro de 1969, os Fab Four pegaram seus instrumentos no topo do edifício do número 3 da Savile Row, no bairro de Mayfair, em Londres, e tocaram para nunca mais tocarem juntos em frente a uma audiência - o último show dos Beatles. A apresentação ficou conhecida como Apple Rooftop Concert. 
The Beatles: no show no telhado da Apple, banda tocou grandes sucessos como 'Get Back' e 'Don't Let Me Down'

A história ainda não definiu com certeza de quem foi a ideia: há quem diga que foi do conciliador Ringo Starr, e na lembrança do tecladista Billy Preston, que acompanhou o quarteto na apresentação, a ideia foi de John Lennon. O engenheiro de som Glyn Johnson, célebre por gravar os maiores atos do rock inglês naquele ano (além dos Beatles, Rolling Stones e Led Zeppelin), porém, diz que foi dele. 

Fato é que a banda e toda sua laia estavam instalados no prédio da Apple Records, o centro de operações da gravadora, produtora de filmes e estúdio. O plano era - depois de ter gravado e lançado o "White Album" em 1968, e de um período em que Ringo ficou afastado da banda - fazer um filme sobre o processo criativo dos Beatles no estúdio, nas gravações do que seria o disco "Let It Be". O final seria uma apresentação ao vivo: a primeira desde o último show da banda, em San Francisco, Califórnia (EUA), em 1966. 

As filmagens na verdade começaram no Twickenham Film Studios, e eram realizadas de segunda a sexta começando as 9h da manhã, por regulamentações sindicais. Mas a banda já não estava em seu melhor momento no quesito convivência, e o fato de tentar fazer rock and roll no inverno britânico muito cedo não ajudava. 

Um trecho do filme "Let It Be", dirigido por Michael Lindsay-Hogg (que décadas depois revelaria ser filho de Orson Welles) e vencedor de um Oscar de trilha sonora em 1971, mostra um momento em que George Harrison discute com Paul McCartney num tom altamente irônico. "Eu vou tocar o que você quiser que eu toque ou não vou fazer nada", diz Harrison. "O que quer que te agrade, eu vou fazer." 

Envolvido nas gravações de uma parte das "The Basement Tapes", com Bob Dylan e a The Band em Nova York, Harrison concordou em retornar a Londres sob uma condição: abandonar as sessões no Twickenham e mover a operação para o prédio da Apple Records. 

A turma concordou, equipamentos foram levados do estúdio em Abbey Road, e alguns dias depois dos trabalhos o quarteto decidiu estar pronto para o show ao vivo. 

Em um momento revelador do filme "Let It Be", McCartney tenta de todo jeito convencer John Lennon e fazer a banda voltar ao palco, usando como argumento a série de shows realizados em Liverpool em 1961, depois da temporada na Alemanha. "Quando voltamos, os shows foram terríveis, estávamos nervosos. Mas continuamos a tocar e então a gente tinha eles nas mãos. Se alguém tivesse filmado aquelas apresentações... elas foram fantásticas", diz Paul. 

A sugestão de um show surpresa, inesperado, insólito, é tentadora demais mesmo para Lennon. A história segue e conta que depois de algumas especulações megalomaníacas como Los Angeles, o Coliseu e uma ilha na Grécia, a banda concordou em fazer subir os equipamentos e tocar no terraço, na hora do almoço, na região central de Londres. 

Instrumentos, a estrutura de palco, o sistema de PAs, microfones e cabos foram levados quatro lances de escada acima, e no dia 30 de janeiro de 1969 uma pequena turma de amigos, além da equipe de filmagem, começava a presenciar aquela que seria a última aparição dos quatro Beatles juntos tocando suas músicas. 

A missão de montagem e mixagem do som ficou por conta dos engenheiros Glyn Johns, Keith Slaughter e Dave Harries. Um dos problemas a serem resolvidos pela equipe era o vento nos microfones. Eles então mandaram um operador de fitas novato (ninguém menos que Alan Parsons) ir comprar meias-calças numa loja próxima. "Eu recebi muitos olhares estranhos", lembrou Parsons anos depois. 

O som foi mixado numa máquina de gravação de 8 canais, e o grupo performou algumas tomadas de cinco canções: "Get Back", "Dig a Pony", "I'Ve Got a Feeling", "Don't Let Me Down" e "One After 909". 

Embora o filme se encontre hoje fora de catálogo, alguns vídeos e trechos ainda podem ser encontradas na web.

Ninguém vai conseguir descrever uma cena de roubo como essa senhora. Veja.

E o ladrão teve sorte: a senhora é evangélica! Não gosta, portanto, de violência.
Sugestão de Alberto Construcenter no grupo Dércio Drinks

Para o melhor uso do dinheiro público...

Pedro destina recursos para instituições assistenciais da Paraíba
Lenilson Guedes - Os Guedes
O deputado federal Pedro Cunha Lima (PSDB) destinou recursos referentes ao auxílio-moradia, do qual abriu mão na Câmara Federal, para favorecer 14 instituições da Paraíba que desenvolvem trabalho direto de assistência a comunidades nos municípios. Para o novo mandato, que se inicia amanhã, Pedro assegurou que continuará o trabalho e os repasses a outras instituições carentes de todo o Estado. Em termos de plataforma para o novo mandato, frisou que continuará empunhando as bandeiras de redução da máquina pública, para conter o desperdício, da mesma forma como priorizará ainda mais a Educação em termos de investimentos e melhorias.

Ao fazer uma avaliação sobre o desperdício da máquina pública, Pedro Cunha Lima expressou: “É preciso ter uma nova mentalidade, principalmente na maneira como se gasta o dinheiro público. Hoje, ainda temos uma excrescência que se chama auxílio-moradia destinado a deputados que já estão em Brasília. Foi por não aceitar essa incongruência que renunciei ao benefício e efetuei um corte de mais de R$ 2,7 milhões no nosso gabinete. Esse é o dinheiro que falta nos hospitais e nas escolas. E é por isto que o cidadão está tão irritado, corretamente, com a classe política”.

Grande parte das instituições beneficiadas com os recursos destinados pelo deputado Pedro Cunha Lima cuida da educação de crianças e jovens, outra bandeira defendida pelo parlamentar. Ele disse, a propósito: “A falta de investimentos nas creches, no amparo a mães grávidas, é a urgência do momento. Quando se cuida do social, você levanta a economia – e é isto que o governo precisa entender”. Entre as instituições beneficiadas por Pedro Cunha Lima estão a Casa da Criança Dr. João Moura, em Campina Grande, a APAE em Areia, Pequeninos, de Soledade, Lar da Sagrada Face em Lagoa Seca, Rede Feminina de Combate ao Câncer em João Pessoa, Projeto Milagre Sertão em João Pessoa e Projeto Noite Adentro, de Campina Grande.

"Lugar de preso é na cadeia..." Do editorial de hoje no Estadão.

Resultado de imagem para foto de lula no caixão de vavá
“É preciso habituar-se à ideia de que Lula tem de cumprir sua pena como todos os outros presos”
O Antagonista

O Estadão, em editorial, denunciou o tratamento privilegiado que Dias Toffoli ofereceu a Lula no enterro de Vavá:

A análise de risco da PF concluiu ainda que levar Lula da Silva até São Bernardo do Campo poderia ocasionar situações graves, como afuga ou resgate do ex-presidente Lula; atentado contra a vida do ex-presidente Lula; atentados contra agentes públicos; comprometimento da ordem pública; protestos de simpatizantes e apoiadores do ex-presidente Lula; protestos de grupos de pressão contrários ao ex-presidente Lula’. Não havia, pois, razoabilidade em autorizar a ida de Lula da Silva ao velório do irmão. Esqueceu-se de argumentar que lugar de preso é na cadeia, onde deveria estar justamente porque cometeu, por vontade própria, atos que o colocaram à margem da sociedade, aí incluídos aqueles referentes à sua família (…).

A condição de ex-presidente da República exige das autoridades policiais alguns cuidados em relação ao preso Lula da Silva. Em seu caso, a simples visita a um velório poderia gerar transtornos e riscos para a ordem pública, além da possibilidade de transformar o que deveria ser um ato de solidariedade familiar, íntimo, em comício político – o que não apresenta nenhuma correspondência com as situações previstas na Lei de Execução Penal.

O fato de Lula da Silva ter-se recusado a ir a São Bernardo do Campo nas condições concedidas pelo presidente do STF não elimina o arbítrio da concessão do privilégio, ao qual nem ele nem outro preso teria direito. Não cabe à Justiça criar direitos exclusivos para um presidiário. É preciso habituar-se à ideia de que o ex-presidente tem de cumprir sua pena como todos os outros presos.”

O nó internacional está apertando...

Parlamento Europeu reconhece Guaidó como presidente da Venezuela
Deputados aprovam declaração que apela para a União Europeia e os Estados-membros seguirem o exemplo.
Diário de Notícias - Portugal
Parlamento Europeu em Bruxelas

A resolução "reconhece Juan Guaidó como legítimo presidente interino da Venezuela" e teve 439 votos a favor, 104 contra e 88 abstenções.

Guaidó. em conversa com o ministro dos Negócios Estrangeiros britânico Jeremy Hunt, pediu aos europeus para manterem a pressão em Nicolás Maduro, o líder da Venezuela, reeleito há dez meses de forma contestada.

PF nas ruas, ladrões na cadeia...

Polícia Federal deflagra 59ª fase da Operação Lava-Jato
São cumpridos 15 mandados de busca e apreensão e três de prisão temporária por 60 policiais federais, com o apoio de 16 auditores fiscais da Receita Federal, em São Paulo e Araçatuba

A Polícia Federal (PF) deflagrou nesta quinta-feira (31/1) a 59ª fase da Operação Lava Jato. São cumpridos 15 mandados de busca e apreensão e três de prisão temporária por 60 policiais federais, com o apoio de 16 auditores fiscais da Receita Federal, em São Paulo e Araçatuba (SP).

Há suspeitas de que o esquema criminoso foi possível devido a acordo entre os investigados, que responderão pela prática dos crimes de corrupção passiva e ativa, lavagem de dinheiro e associação criminosa. Os presos e o material apreendido serão levados para a Superintendência da Policia Federal em Curitiba, no Paraná.

Buscas e detenções

Os mandados foram expedidos pela 13ª Vara Federal de Curitiba, com base nos termos da colaboração premiada homologada pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Os contratos suspeitos somam mais de R$ 682 milhões.

As investigações colheram indícios que apontam que empresas pagaram vantagens indevidas, de forma sistemática, a executivos da Transpetro. O esquema envolvia o pagamento de um percentual de propina, que alcançou o montante de até 3% do valor de 36 contratos formalizados com a estatal entre 2008 e 2014.
Valores

No período de 2008 a 2014, foram repassados milhões de reais a agentes políticos, segundo as investigações. Desse total, o colaborador teria recebido R$ 2 milhões por ano, a título de vantagem indevida, além de R$ 70 milhões no exterior.

Há indícios de que um escritório de advocacia foi utilizado para a movimentação de valores ilícitos e geração de dinheiro em espécie em favor das empresas do grupo investigado.

O sistema utilizado para a ocultação e dissimulação da vantagem indevida ocorreu mediante a utilização de contas de passagem e estruturação de transações financeiras (fracionamento). O objetivo era evitar comunicação de operações suspeitas ao Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf).

Na capa do jornal Estado de Minas: 99 mortos em Brumadinho


No jornal Lance: vem aí o grande clássico paulista


As manchetes do Jornal do Commercio


quarta-feira, 30 de janeiro de 2019

Direto ao assunto!


Admirável! Veja o vídeo.

Por amor ao ofício e à vida

O médico faz a pergunta para seu paciente: Qual seu maior sonho?

Ele responde que queria muito mesmo era conhecer o Batman. Então, o médico se veste  e realiza  o sonho dele. 

Isto sim é amor à profissão, respeito ao universo lúdico de uma criança, cumplicidade com o seu bem estar.

Caio Coppolla põe o dedo no 'suspiro' da questão...

Intimidade com o médico o brasileiro tem!

Sugestão de Alberto da Construcenter no grupo Dércio Drinks
Ascom-OAB-PB
O presidente da Ordem dos Advogados do Brasil, Seccional Paraíba (OAB-PB), Paulo Maia, informa aos advogados paraibanos que a anuidade de 2019 da Instituição pode ser paga com 20% de desconto até a próxima quinta-feira (31). Paulo Maia lembra ainda que o Conselho Estadual da Ordem, aprovou, por unanimidade, no último mês de dezembro, resolução congelando, pelo terceiro ano consecutivo, a anuidade da Instituição para o exercício de 2019. Assim, os advogados pagarão R$ 800 (oitocentos reais), o mesmo valor de 2017 e 2018.

Desta forma, o advogado que realizar o pagamento até o dia 31 vai obter um desconto de R$ 160 e pagará apenas R$ 640, ficando uma das mais baixas anuidades do país. “Além dos 20% em janeiro, a resolução oferece também descontos de 15% e 10% para pagamento a vista, respectivamente, nos meses de fevereiro e março”, completou Paulo Maia.

A resolução estabelece ainda que a anuidade pode ser paga de forma parcelada e com abatimento, ficando em R$ 680 para quitação em duas parcelas iguais de R$ 340 com vencimentos em 31 de janeiro e 28 de fevereiro; e R$ 720 em três vezes de R$ 240 nos dias 31 de janeiro, 28 de fevereiro e 31 de março.

Já para os estagiários da OAB-PB a anuidade é de R$ 176,50, com vencimento até 30 de dezembro de 2019. Se o estagiário realizar o pagamento até 31 de março terá 10% de abatimento, ficando o valor em R$ 158,85. Mais informações nos telefones: 2107-52210 e 2107-5230.

Jovem Advogado

A resolução também congelou o desconto de 50% no valor da anuidade do jovem advogado. Assim, os advogados com até cinco anos de inscrição principal na Seccional que efetuarem o pagamento dentro do exercício de 2019 terão desconto de 50% (cinquenta por cento), de modo que o valor da anuidade corresponderá a apenas R$ 400 (quatrocentos reais). Antes da atual gestão, o benefício era concedido apenas aos advogados com três anos de atividade profissional.

“Essas medidas são fruto do nosso programa de ajustes de contas e implementação de ações concretas de apoio e incentivo aos jovens e toda a advocacia paraibana”, enfatizou Paulo Maia.

Boletos são impressos no site da OAB-PB

O presidente da OAB-PB, Paulo Maia, informa também aos advogados paraibanos que os boletos para pagamento da anuidade 2019 estão sendo emitidos, desde o último dia 07 de janeiro, através do portal ou da tesouraria da Instituição. Ele explica que a partir deste ano os boletos não são mais enviados pelos Correios, como vinha acontecendo nos últimos anos, sendo exclusivamente impressos no site portal.oabpb.org.br/anuidade ou enviados via email.

No caso de algum advogado enfrentar problemas para impressão no site, é só entrar em contato com a Tesouraria da OAB-PB, nos telefones: 2107-5210 e 2107-5230, informar seu email, que o boleto será enviado para seu endereço eletrônico, com comodidade e agilidade.

Paulo Maia esclarece que a medida, além de atender as exigências atuais dos princípios de sustentabilidade contribuindo com atitudes ecologicamente corretas, irá acarretar uma economia superior a R$ 40 mil aos cofres da Instituição.

“Com a fatura digital ou verde, a OAB-PB vai reduzir custos; eliminar contratempos na entrega; facilitar a organização financeira dos advogados; e, consequentemente, diminuir a inadimplência. A Seccional paraibana sempre na vanguarda, inovando para melhor servir aos advogados e advogadas paraibanos”, comenta o presidente.

O velório é só um detalhe...

Antes de ser preso, Lula ignorou enterro de dois irmãos
Caneta.org

A Polícia Federal negou, nesta terça-feira (29), o pedido do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para deixar a prisão temporariamente e comparecer ao enterro de seu irmão Genival Inácio da Silva, o Vavá. Entre os motivos da negativa, a PF cita risco de fuga, atentado e protestos de grupos contrários e favoráveis ao petista.

Curiosamente, Lula faltou ao enterro de dois irmãos quando não estava preso.

No dia 17 de dezembro de 2004, o comerciante João Inácio da Silva Neto, irmão de Lula por parte de pai, faleceu vítima de câncer em São Paulo (SP). Entretanto, o então presidente Lula preferiu ir à Reunião de Cúpula do Mercosul em Belo Horizonte (MG) e retornar à Brasília (DF) no final do dia para participar de um jantar de confraternização com ministros e assessores na Granja do Torto. O petista foi representado por outro irmão, Frei Chico, no velório de João Inácio.

Pouco mais de um mês depois, no dia 19 de janeiro de 2005, Lula voltou a faltar ao velório de um irmão. Odair Inácio de Góis faleceu em São Bernardo do Campo (SP), vítima de ataque cardíaco, e também era irmão do então presidente por parte de pai. Lula preferiu embarcar para Tabatinga (AM), onde relançou o “Projeto Randon”, e mandou Frei Chico representá-lo no enterro.

As manchetes do jornal Correio do Povo


Na capa do jornal Estado de Minas


Os destaques do Jornal do Commercio


terça-feira, 29 de janeiro de 2019

A posição do Partido Verde, na Paraíba

Luciano Cartaxo anuncia posição do PV na Paraíba sobre o Governo Bolsonaro
Paraíbaonline
Como dirigente do Partido Verde na Paraíba, o prefeito Luciano Cartaxo (JP) disse que a legenda “vai se conduzir de maneira independente, acompanhando a gestão do presidente da República e se posicionando naquilo que a gente considerar fundamental”.

“Vamos fazer a crítica naquilo que a gente reconhecer que é algo importante para o Brasil, sem nenhuma posição de confronto direto. Vamos dar tempo para o atual presidente (Bolsonaro) mostrar o que quer para o Brasil. Estamos completando o primeiro mês. É preciso tranquilidade a paciência para ver qual rumo o País vai tomar”, acrescentou o prefeito.

*fonte: coluna Aparte, com o jornalista Arimatéa Souza.

A extrema imprensa agindo em favor da desinformação lacradora...Vergonhoso!

A imagem pode conter: uma ou mais pessoas e atividades ao ar livre


Na Folha: "Os equipamentos oferecem, sim, recursos positivos ao trabalho realizado pelo Corpo de Bombeiros. Todavia é necessária alguma adaptação em relação às condições em que esses equipamentos estão acostumados a trabalhar”, disse o porta-voz dos Bombeiros, tenente Pedro Aihara, sobre os equipamentos que vieram de Israel.

Estamos vendo qual é a melhor forma de utilizar. Qualquer informação no sentido de que esses equipamentos não serem efetivos é uma informação extremamente equivocada. Estive com o coronel Angelo e a cooperação com Israel está sendo efetiva.”

Título da matéria:

“Equipamentos de Israel não são efetivos para busca, dizem os bombeiros".

Tá entendendo?

É muita erva, minha gente!

Boa notícia para os brasileiros

Com restrições, médicos liberam visitas a Jair Bolsonaro
Presidente da República deve voltar ao cargo nesta quarta-feira e vai trabalhar direto do hospital
Veja.com
Bolsonaro segue internado no Hospital Albert Einstein

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) tem recuperação “bastante razoável” e está liberado pelos médicos para receber visitas restritas após a operação de retirada da bolsa de colostomia, realizada na segunda-feira, 28. A informação foi confirmada em novo boletim médico divulgado no fim da tarde desta terça-feira, 29, pelo Hospital Albert Einstein, em São Paulo.

De acordo com a assessoria de Bolsonaro, além de familiares, podem visitá-lo pessoas autorizadas em conjunto pela família e pela Presidência da República.

O porta-voz da Presidência da República, Otávio do Rêgo Barros, disse que Bolsonaro deve voltar aos trabalhos nesta quarta-feira 30, entre 9h e 10h. Ele terá um gabinete montado no próprio hospital. O porta-voz explicou que, ao lado do quarto onde o presidente estará em recuperação, o Gabinete de Segurança Institucional organizou um espaço, com equipamentos e estrutura técnica, que permitirá a Bolsonaro orientar seus ministros e conceder audiências.

Até amanhã, o presidente permanece em descanso total, e o vice-presidente Hamilton Mourão exerce interinamente a Presidência. A previsão é que Bolsonaro tenha alta em dez dias a partir da cirurgia, realizada ontem (28)

Pelo boletim, Bolsonaro manteve-se estável durante o dia, sem sangramentos ou quaisquer outros tipos de complicação. Ele permanece em jejum oral, recebendo analgésicos e hidratação endovenosa.

Só pra variar...

Bombeiros resgatam corpo de vítimas da tragédia causada pelo rompimento de uma barragem em Brumadinho (MG).
Esquerda subiu nos corpos de Brumadinho e os fez de palanque
Pedro Menezes - GazetadoPovo

“Este crime não é só da Vale”, escreveu Eliane Brum, colunista do El País e mui influente entre a esquerda brasileira. A culpa também seria de Jair Bolsonaro, Ricardo Salles e dos que combatem a burocracia.

Segundo o Movimento Xingu Vivo, em texto endossado por Eliane, também há culpa em “cada analista, economista, investidor, entusiasta da mineração que falou em desenvolvimento” e em “cada um deles que fala em PIB”. Este último grupo inclui qualquer pessoa que leva a sério o combate à pobreza.

Se eu fosse culpado por um crime ambiental, subornaria Eliane Brum para que ela cometesse textos como os que escreve de graça em suas redes sociais. A responsabilidade de indivíduos, dos dirigentes da Vale, políticos, burocratas e imperitos que atestaram a segurança da barragem é diluída por todo um “sistema” sem rosto ou CNPJ, entidade que não pode responder a processos judiciais. Quando a culpa é de todos, não é de ninguém.

Eliane, por sinal, é daquelas jornalistas que jamais se descreveria como petista. Mas nomina o presidente e seu ministro do Meio Ambiente entre os culpados, ignorando Fernando Pimentel, Dilma Rousseff e outros políticos cuja culpa é mais concreta do que a de quem assumiu o mandato há menos de 30 dias.

Bom seria se fosse um caso isolado, mas não é. Leonardo Sakamoto escreveu em manchete que a reforma trabalhista limita a 50 salários as prováveis indenizações que a Vale pagará. Só no meio do texto informa que trata das indenizações por dano moral, uma das muitas possíveis. A morte de familiares, a diminuição da renda da família atingida, o patrimônio atingido e outros danos causados em Brumadinho não foram limitados pela reforma.

Sakamoto, professor de jornalismo da PUC-SP, tem como fonte principal o presidente da ANAMATRA, associação de magistrados da Justiça do Trabalho, além de advogados trabalhistas que perderam poder e dinheiro após a reforma.

Lindbergh Farias associou FHC e a privatização da Vale em 1997 ao ocorrido em Brumadinho. Caso a Vale continuasse estatal, poderia atuar como a Petrobras: que além de diversos crimes ambientais em seu histórico, servia também como fonte de propinas para as campanhas do partido de Lindbergh, esse guerreiro anti-privatizações.

De Fernando Haddad a Chico Alencar, de Guilherme Boulos a Gleisi Hoffmann, não é curta a lista dos que viram o mar de lama em Brumadinho como oportunidade para surfar.

O objetivo, ao fim das contas, é tratar como assassina toda e qualquer defesa de desburocratização e até da economia de mercado. O bom e velho liberalismo é, repentinamente, tratado como imoral e culpado pelo rompimento da barragem. Uma cortina de lama para que esqueçamos dos políticos nada liberais que governavam Minas Gerais até o mês passado.

Não há nada liberal na defesa de crimes ambientais. Liberalismo não implica em apoio a toda e qualquer atividade empresarial. Liberalismo é defesa da não agressão, é o deixai fazer (“laissez-faire”), desde que os feitos não atinjam os direitos de terceiros.

Nos casos de Mariana e Brumadinho, não há nada mais liberal do que a punição a quem feriu os direitos à vida e propriedade de indivíduos. Colocar o lucro da Vale acima dos direitos de atingidos e relativizar a culpa da empresa não é atitude de liberal, mas de advogado de defesa das empresas atingidas.

O governador Romeu Zema, expoente de um partido liberal, defende o seguinte em seu programa de governo: “É provável que a Boate Kiss e a Samarco, por exemplo, estavam (sic) legalmente regularizadas no papel, mas a prática mostrou o contrário. Considerando a morosidade do setor público, é mais eficiente inverter a lógica dos licenciamentos, presumindo a priori a inocência por parte do agente econômico. Porém, em contrapartida a esta presunção, serão garantidas severas e implacáveis punições, a posteriori, no caso de irregularidades.”

Zema foi severamente criticado pelas duas primeiras frases. Os mesmos críticos também compartilharam notícias sobre os parcos recursos à disposição do governo de Minas para fiscalizar a mineração. Na época do desastre em Mariana, eram apenas quatro os fiscais responsáveis pelas barragens do estado.

Os bilhões gerados em impostos pelas mineradoras provavelmente bancaram um sistema previdenciário nonsense, ao invés de serem gastos com uma fiscalização de dimensão adequada. É este Estado que deveria fiscalizar tudo minuciosamente? Claramente, o governo de Minas não é capaz de cumprir sua obrigação.

Flexibilização não é incentivo a crimes, mas uma outra abordagem para a punição destes. E Zema foi coerente com seu programa ao pedir um congelamento bilionário de recursos da Vale.

A última frase do programa de Zema foi ignorada. Se a Vale já tivesse sido adequadamente responsabilizada por Mariana, a própria empresa seria a maior interessada em evitar a repetição do desastre.

A impunidade do caso Mariana não ocorreu por conta do liberalismo, mas pela morosidade e garantismo do sistema judiciário. Ainda hoje, os processos passam longe de transitar em julgado. O TRF-1 atenuou as acusações de homicídio contra executivos da Samarco. O MPF fechou acordos com multas consideravelmente abaixo dos exigidas inicialmente, provavelmente por já esperar que o processo demorasse anos entre instâncias infindáveis.

São estes os verdadeiros inimigos a serem combatidos. A resposta a Brumadinho não deve estar na condenação do liberalismo e da flexibilidade regulatória, mas na defesa de um sistema judicial que puna adequada e rapidamente os crimes cometidos no Brasil.

A morosidade da Justiça não é um inimigo sexy para quem só se excita com batalhas ideológicas. Uma discussão séria sobre o assunto seria inevitavelmente mais chata, atraindo menos holofotes. Para grande parte da esquerda brasileira, foi mais útil subir nos corpos até que lhes servissem de palanque.

Sem reforma, o país não sai do buraco

Rombo da Previdência alcança quase R$ 200 bilhões
THIAGO RESENDE E BERNARDO CARAM - Folhapress
O rombo do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) cresceu 3,2% no ano passado em comparação com 2017, considerado dados corrigidos pela inflação.

As despesas da Previdência Social superaram a arrecadação em R$ 195,2 bilhões, sendo que em 2017 o déficit foi de R$ 182,4 bilhões. Sem considerar a inflação, a alta, portanto, foi de 7,0%.

O aumento no buraco da Previdência tem pressionado o governo a adotar medidas para buscar o equilíbrio das contas, entre elas uma proposta de reforma nas regras de aposentadorias a ser apresentada ao Congresso em meados de fevereiro.

O déficit divulgado pelo Tesouro Nacional nesta terça (29) se refere ao Regime Geral da Previdência Social (RGPS), que inclui as contas de aposentadorias, pensões e auxílios a trabalhadores da iniciativa privada.

Para 2019, é estimado um rombo de R$ 218 bilhões no INSS, segundo previsões do governo.

A Previdência dos servidores públicos da União e dos militares é contabilizada em outro regime.

“O desafio do controle da despesa do governo central [que reúne as contas do Tesouro Nacional, Banco Central e Previdência] nos próximos anos dependerá da dinâmica de crescimento das despesas obrigatórias, em especial, gastos com Previdência e despesas com pessoal”, destaca o relatório divulgado nesta terça.

O documento destaca que os benefícios previdenciários subiram R$ 8,8 bilhões no ano em relação a 2017, já considerando a inflação no período.

A equipe econômica do presidente Jair Bolsonaro já editou uma medida provisória (MP) para coibir fraudes no INSS e endurecer regras para receber benefícios.

Mas o ministro da Economia, Paulo Guedes, deixou claro que uma reforma nas regras de aposentadoria ainda é necessária.

O governo deve propor, em fevereiro, uma mudança na Constituição que cria uma idade mínima para ter direito à aposentadoria, além de trocar o regime de Previdência para quem ainda vai entrar no mercado de trabalho: o sistema de capitalização, no qual cada trabalhador faz a própria poupança.

A reforma da Previdência ainda está sendo formulada pelos técnicos do governo e deve ser apresentada ao presidente Bolsonaro, que dará o aval à proposta.

Depois disso, o Congresso analisará as mudanças na Previdência, um dos principais pilares do ajuste fiscal almejado por Guedes como forma de estimular o crescimento econômico e a volta dos investimentos.

O bicho pega!

Flamenguista zoa falta d'água no Vasco e Maxi López rebate: 'Não vou ter pena'
Atacante foi provocado em uma publicação no Instagram
O Dia
Maxi López entra na onda do "piscininha, amor" - Reprodução

Rio - O atacante Maxi López está conquistando cada vez mais o coração dos vascaínos. Nesta terça-feira, o jogador publicou uma foto entrando na onda do "piscininha, amor" e teve que aguentar provocação de torcedores do Flamengo.

“Aproveita aí, porque no @vascodagama não tem água”, escreveu um internauta, fazendo referência aos problemas de falta d'água em São Januário.

Maxi não deixou barato e prontamente respondeu à provocação do rubro-negro.

“#Nãovouterpena“, disse o jogador, fazendo alusão a um torcedor do Vasco que virou febre em grupos do WhatsApp.

"Dura lex, sed lex"

Paraibano é condenado a prisão por tentativa de estupro e abuso de criança nos Estados Unidos
Homem foi preso em 2017, no Texas, e condenado, após acordo, a 10 anos em regime fechado e mais 10 em condicional. Crime aconteceu na Flórida.
Por G1 PB
Comerciante paraibano Rafael Di Lorenzo Neto foi preso em 2017 nos Estados Unidos 

O comerciante paraibano Rafael Di Lorenzo Neto, de 39 anos, foi condenado a 20 anos de prisão, sendo 10 no regime fechado e 10 no regime condicional, por tentativa de estupro e tentativa de abuso sexual contra uma criança no estado da Flórida, nos Estados Unidos. A sentença foi dada na segunda-feira (28), no condado de Orange, onde aconteceu o crime. O comerciante foi preso em 2017 no condado de Harris, em Houston, Texas.

Uma parente da vítima, que também é paraibana e preferiu não se identificar, disse que a sentença marca um recomeço de vida para o núcleo familiar da criança. “Embora o mal não possa ser desfeito, estamos mais tranquilos em saber que por alguns anos ele não poderá causar tamanho sofrimento a outras famílias", afirma.

Ela contou que o crime aconteceu quando a criança tinha 6 anos, mas só foi descoberto dois anos depois. Rafael era amigo do pai da menina e era considerado pela vítima como um “tio”. “Quando a família teve conhecimento foi pelo relato da vítima, que mencionou que o tio havia dado banho nela. E a polícia levantou informações”, disse.

Conforme o advogado da família de Rafael, Reinaldo Muribeca, o condenado teve a sentença lida após um acordo que foi feito para evitar o julgamento. Reinaldo alega que o condenado é inocente, mas que não tinha provas disso e que apenas existia a palavra dele contra a palavra da vítima.

"Ele só fez esse acordo por medo de um resultado pior, porém, até hoje não existem provas do crime. Mas também não possuía provas suficientes para rebater o depoimento da vítima", disse o Muribeca.

O advogado ainda explicou que os 10 anos de condicional aos quais ele foi condenado seriam cumpridos após o fim dos 10 anos em regime fechado. Porém, apenas se Rafael ainda estivesse legalizado no país norte-americano. "Acredito que ele seja deportado após o cumprimento da pena", afirmou.

Um irmão de Rafael explicou que ele foi preso ao pousar nos Estados Unidos depois de passar um tempo em João Pessoa e voltar para renovar o visto do Green Card. Ele disse que o condenado não sabia que havia mandados de prisão em aberto contra ele.

Conforme o estatuto da Flórida, caso ele fosse a julgamento e houvesse condenação pelo crime de abuso sexual contra crianças com menos de 12 anos, Rafael poderia pegar prisão perpétua ou pena de no mínimo 25 anos. A lei do estado considera abuso sexual tocar as partes íntimas da vítima ou forçá-la a tocar as partes íntimas do suspeito. Já a condenação em casos de estupro de crianças com menos de 12 anos pode chegar à pena de morte.

Além da condenação à prisão e à condicional para agressores sexuais, Rafael Di Lorenzo Neto também teve o nome incluído no registro norte-americano de predadores sexuais e proibido de manter qualquer contato com a vítima ou com a família dela.

Em 15 de janeiro, o Itamaraty informou que o Consulado-Geral do Brasil em Miami vem acompanhando o caso desde o seu início, em 2017, e prestando assistência consular cabível ao brasileiro, além de estar à disposição para facilitar o contato da família com o detento, sempre que solicitado e dentro das limitações impostas pelas autoridades carcerárias da Flórida.

Os israelenses contribuem para o esforço humanitário

Equipamentos israelenses ajudam mapear local de refeitório da Vale e corpos são encontrados
Buscas também se concentram em ônibus encontrado próximo a área administrativa da Vale
João Henrique do Vale - EstadodeMinas
Israelenses trabalham nas buscas desde a tarde desta segunda-feira (foto: Gladyston Rodrigues/EM/D.A Press)

Os equipamentos usados pela missão israelense ajudam o Corpo de Bombeiros no mapeamento dos locais de buscas. De acordo com o tenente Pedro Aihara, porta-voz do Corpo de Bombeiros, por meio dos dados dos aparelhos, foi possível identificar para onde a estrutura do refeitório foi arrastada. Funcionários estavam lá no momento em que a barragem da Mina Córrego do Feijão se rompeu. Corpos foram localizados e retirados. 

As operações de buscas entraram no quinto dia. Desde 4h da manhã desta terça-feira, militares do Corpo de Bombeiros seguem os trabalhos, principalmente, em dois pontos: no segundo ônibus encontrado próxima a área administrativa da Vale e no local do refeitório, onde funcionários almoçavam no momento em que o mar de lama desceu. Neste ponto, a missão israelense também trabalha em conjunto com o Corpo de Bombeiros. 

Ao todo, 290 militares estão empenhados nas ações. Destes, 120 são de Belo Horizonte. O restante dos bombeiros são de São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Goiás, e Alagoas. “Continuamos com uma equipe grande na área do ônibus. O local é bastante difícil o acesso. Desde 4h, começamos a lançar as equipe no local e trabalhando em conjunto com os israelenses para a localização e identificação das vítimas do refeitório”, afirmou Aihara. 

Exatamente neste ponto, os equipamentos dos israelenses estão ajudando nas ações. “Temos notícias positivas em relação a esses equipamentos. Eles têm uma espécie de drone ligados a satélites para mapear a área atingida. Os dados são enviados para Israel e de lá é possível fazer o georeferenciamento. Com isso, conseguimos identificar o local onde a estrutura do refeitório foi parar com o impacto. E já conseguimos fazer acesso ao local e fazer o resgate de corpos”, completou. 

Números da tragédia

O novo balanço das autoridades de segurança responsáveis pelo resgate das vítimas da tragédia de Brumadinho, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, mostra que ainda há 288 pessoas desaparecidas, sendo 114 funcionários da Vale e 174 terceirizados e moradores. Mesmo com resgate de corpos nesta terça-feira, o número de mortes não foi atualizado. Os óbitos continuam em 65. 

Mais gente deixando o Brasil?

Autor de ameaças contra Wyllys também tinha Malta como alvo
O grupo responsável ameaças contra Jean Wyllys e Magno Malta é alvo de pelo menos duas operações policiais: a Intolerância e a Bravata.

Marcelo Valle Siqueira Mello, um dos membros do grupo “Homens Sanctus”, foi condenado em 2012 e 2018.

O meliante foi preso em maio do ano passado, no âmbito da Operação Bravata. Ele foi condenado a 41 anos de prisão e pagamento de R$ 1 milhão, com base na nova Lei Antiterrorismo no Brasil.

O Ministério Público Federal pediu a condenação de Mello no ano passado por associação criminosa, pedofilia, racismo, crime de incitação, coação no concurso do processo e terrorismo. O acusado foi condenado em dezembro de 2018, informa o “Estado de Minas“.

Marcelo Mello foi levado à Justiça com base em e-mails enviados de endereços criados pelo grupo. O meliante chegou a ameaçar a “utilização de explosivos” contra universidades “caso os deputados Jean Willys e Magno Malta não renunciassem”.

A sentença da Operação Bravata afirma:

“O autor das ameaças, de codinome árabe, faz exigências fundadas em ideais de discriminação e preconceito, ao referir-se expressamente à renúncia dos então deputados Jean Wyllys e Magno Malta, tachados como pedófilos, homossexuais, corruptos e degenerados, afirmando ao final, que, se for identificado, vai se matar ao estilo homem-bomba, gritando palavras de ordem em árabe (ALLAHU AKBAR), e denominando-se o Justiceiro de Deus.”

O deputado Jean Wyllys anunciou na última quinta-feira (24) que abrirá mão de seu terceiro mandato e deixaria o Brasil em razão de ameaças e por temer por sua própria vida. Ele deverá se refugiar na Espanha.

Já Magno Malta não conseguiu a reeleição como senador no Espírito Santo, mas nunca veio a público anunciar que estava sendo alvo de ameaças, nem cogitou sair do País.

O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) publicou um tuíte apontando a diferença no comportamento entre os dois alvos de ameaças:
O mesmo homem que ameaçou Jean Wyllys também ameaçou Magno Malta, está no processo judicial. Será que @MagnoMalta também vai sair do Brasil?

Outra coisa, como dizer que o Estado foi omisso se o réu foi condenado a 41 anos de prisão por terrorismo, racismo e pedofilia em 2018?!

A Vale é privatizada ou não?

Governo brasileiro não tem poder de afastar diretoria da Vale
O presidente interino Hamilton Mourão afirmou nesta segunda-feira que o gabinete de crise criado pelo governo estuda afastar a diretoria da Vale
Denyse Godoy - Exame
MOURÃO: governo tem 12 golden shares da Vale, mas seu poder de influenciar nos destinos da empresa é limitado pelo estatuto

O presidente interino Hamilton Mourão afirmou nesta segunda-feira que o gabinete de crise criado pelo governo para acompanhar as investigações da tragédia da Brumadinho, Minas Gerais, estuda afastar a diretoria da Vale. Mas há um porém. EXAME apurou que o Palácio do Planalto não tem poder de interferir na gestão da mineradora, que é uma empresa de capital privado listada na bolsa brasileira B3.

“Essa questão da diretoria da Vale está sendo estudada pelo grupo de crise. Vamos aguardar quais são as linhas de atuação que eles estão levantando”, disse Mourão a jornalistas enquanto deixava o Palácio do Planalto, admitindo não saber se o comitê pode tomar tal medida. “Tenho que estudar, não tenho certeza.”

Na época da privatização da companhia, em 1997, durante o governo Fernando Henrique Cardoso (PSDB), o governo ficou com algumas ações de classe especial chamadas “golden shares”. Hoje, essas ações são apenas 12, cada uma dando direito a um voto na assembleia de acionistas da Vale – no total, a mineradora tem 5,3 bilhões de ações divididas entre cerca de 250.000 acionistas.

Segundo o estatuto da mineradora, o detentor das “golden shares” tem direito a mudar o nome da empresa, a sua sede, a sua função de exploração de jazidas minerais ou alguma das suas atividades complementares, como a gestão de ferrovias e portos. Pode, ainda, interferir em modificações dos seus próprios direitos como acionista e até liquidar a companhia. Alterar a diretoria – liderada pelo presidente Fabio Schvartsman – não está entre as prerrogativas do investidor que detém as ações de classe especial, entretanto.

Se quiser ter alguma ingerência sobre a composição da diretoria da Vale, o caminho, para o governo, é pressionar os 12 membros do conselho de administração, os responsáveis por indicar a diretoria. O atual presidente do conselho é Gueitiro Genso, presidente da Previ, a caixa da previdência dos funcionários do estatal Banco do Brasil, a qual tem uma participação de cerca de 20% na Vale. Os diretores da Previ Dan Conrado e Marcel Juviniano Barros também fazem parte do conselho da Vale, além do ex-ministro da Fazenda Eduardo Guardia. Há outros membros ligados ao Bradesco, que tem uma fatia de aproximadamente 6% na mineradora, um representante dos trabalhadores e conselheiros independentes. Para mudar a diretoria da mineradora, o conselho tem que convocar uma reunião e fazer uma votação.

A ilustrativa capa do jornal Estado de Minas


Os destaques do jornal Valor Econômico


As manchetes do jornal Correio Braziliense


Brumadinho não é Mariana. É pior! Mas as autoridades são outras....

Engenheiros são presos em ação que apura responsabilidade de tragédia de Brumadinho
De acordo com a Polícia Federal (PF), madados foram cumpridos na Região Metropolitana de Belo Horizonte e em São Paulo
João Henrique do Vale - EstadodeMinas

Uma operação conjunta entre a Polícia Federal (PF) os Ministérios Públicos de Minas Gerais e São Paulo, as Polícias Civis dos dois estados, acontece na manhã desta terça-feira. Os alvos da ação são engenheiros que atestaram a segurança da barragem B1, que se rompeu na última sexta-feira em Brumadinho, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. 

Os alvos são engenheiros que atestaram o laudo da barragem que se rompeu. Eles deram parecer dizendo que a estrutura não apresentava risco de rompimento. Segundo a Polícia Civil, os dois homens presos em São Paulo serão transportados para Minas Gerais ainda nesta segunda-feira.

De acordo com a PF, foram cumpridos nas primeiras horas do dia, cinco mandados de busca e apreensão em Nova Lima, na Região Metropolitana de Belo Horizonte e São Paulo. As ações aconteceram nas seda de duas empresas e nas casas de pessoas relacionadas com elas. Os mandados foram expedidos pela Justiça Federal. 

Outros sete mandados de busca e apreensão expedidos pela Justiça da Comarca de Brumadinho foram cumpridos na Grande BH e na capital paulista. Além disso, cinco mandados de prisão temporária, com validade de 30 dias, estão sendo cumpridos em cidades no entorno da capital mineira e em São Paulo. 

A operação faz parte do inquérito aberto para apurar a responsabilidade criminal pelo rompimento das barragens da mina Córrego do Feijão. O número de mortes da tragédia de Brumadinho não para de subir. Balanço divulgado na noite dessa segunda-feira pelas autoridades de segurança que trabalham nas buscas por vítimas mostra que foram 65 óbitos confirmados. Já foram identificadas 31 pessoas.

segunda-feira, 28 de janeiro de 2019

Lá vem a barragem...

Brumadinho: um vídeo ilustrativo na hora do rompimento da barragem

Concursos na Paraíba

Governador anuncia concurso com mil vagas para a área da Educação
Paraíbaonline
O Governo do Estado realizará este ano concurso público, com a oferta de mil vagas, para a área da Educação.

O anúncio foi feito pelo governador João Azevêdo nesta segunda-feira (28), na 1ª edição do programa ‘Fala, governador’ de 2019, transmitido em cadeia para todo o Estado, pela Rádio Tabajara.

Ele ainda assegurou a convocação dos 500 aprovados no concurso público da área da Segurança até o final de 2019.

De acordo com João Azevêdo, o concurso para Educação já está em fase de planejamento e será realizado ainda este ano.

“Já começamos a trabalhar nos editais para a realização do concurso para mil novos professores na rede estadual. Essa é a maneira mais correta de entrar no serviço público. Logo, logo, estaremos publicando o edital”, assegurou.

O gestor também afirmou que os 500 aprovados no concurso para a área da Segurança serão chamados em 2019 para iniciarem o curso de formação.

“Vamos dar continuidade ao concurso realizado em 2018 para a área de segurança, que ofereceu mil vagas; 500 pessoas já foram convocadas e estaremos convocando, ainda este ano, os outros 500 já aprovados nesse concurso para que iniciem o curso de especialização, que tem uma duração prolongada; tenham a certeza de que serão chamados”, ressaltou.

Dentro da política da realização de concursos públicos, o governador anunciou que também serão abertas vagas para a Procuradoria-Geral do Estado e para a Agência Executiva de Gestão das Águas da Paraíba (Aesa).

Divulgado o 1º Boletim Médico após cirurgia do Presidente Bolsonaro

APÓS CIRURGIA
Boletim médico confirma que Bolsonaro está clinicamente estável e consciente
FolhadeLondrina
No primeiro boletim médico divulgado pelo Hospital Albert Einstein após o encerramento da cirurgia para retirada da bolsa de colostomia, a equipe médica informa que o presidente Jair Bolsonaro "encontra-se clinicamente estável, consciente, sem dor". O documento foi divulgado às 17h desta segunda-feira, 28. 

A cirurgia, de 7 horas de duração, "ocorreu sem intercorrências e sem necessidade de transfusão de sangue". Bolsonaro está internado na Unidade de Terapia Intensiva, recebendo medicações para evitar infecção e trombose venosa, segundo a equipe composta pelo cirurgião Dr. Antônio Luiz Macedo, clínico e cardiologista Dr. Leandro Echenique e o Diretor Superintendente do Hospital Israelita Albert Einstein, Dr. Miguel Cendoroglo. 

No momento, o general Hamilton Mourão assume interinamente a presidência da República. Bolsonaro deve voltar às atividades em dois dias. Ele está acompanhado da primeira-dama, Michelle, além dos filhos Eduardo, Flávio e Renan, assim como assessores.

Vinicius Junior vem se destacando na Espanha

Com moral! Ídolo do Real Madrid afirma que Vinicius Junior ocupou lugar deixado por CR7
Brasileiro foi titular mais uma vez no último fim de semana
O Dia
Vinicius Junior tem o talento elogiado por Solari, que tenta protegê-lo no Real Madrid 

Espanha - Vinicius Junior vem ganhando cada vez mais espaço no Real Madrid. Após mais uma partida como titular, o ex-jogador do Flamengo foi exaltado por Jorge Valdano, ex-jogador e treinador do clube merengue.

"Bale veio para ocupar o vazio que Cristiano deixasse e não o fez. Quem ocupou este lugar vazio foi Vinicius", disse Valdano durante uma transmissão na rádio "Onda Cero", onde é comentarista atualmente.

Destaque do Real nas últimas partidas, Vinicius Junior é um dos principais garçons da temporada espanhola, com oito assistências, ao lado de Griezmann e Luís Suárez.

Guilherme Fiúza, com precisão cirúrgica!

São Bernardo do Campo (SP) - Discurso de Lula no Sindicato dos Metalúrgicos do ABC.
Os sócios da estagnação
Guilherme Fiúza 
GazetadoPovo

Você tem um segundo pra aprender a me amar, disse Cazuza. Você tem três semanas pra me consertar, diz o Brasil a quem se mete com ele.

O Brasil, não. Quem diz isso são os tenores da aflição, que tentam levar o país no grito – e frequentemente conseguem. De vez em quando surge uma oportunidade de o país parar de andar de lado, ou de costas. E isso é assustador.

Veja o que se passou na época do Plano Real. Era um estelionato, uma armação de tecnocratas para garfar o trabalhador, entre outras coisas horríveis. Mas quando o povo viu que era só um plano econômico eficaz, foi um Deus nos acuda.

Os tenores enlouqueceram. Não pense que é fácil você viver de contar história triste e de repente ver a vida do povo melhorando ao vivo. Isso dói. E tem um efeito dramático: você fica falando sozinho.

Foi o que aconteceu com as vivandeiras do caos naquela terrível década de 90 em que o povo descobriu o que era ter uma moeda de verdade nas mãos. Ali estavam todos esses revolucionários de plantão, essa resistência de auditório saudosa da ditadura – sim, FHC também já foi o monstro da recaída autoritária –, todas essas simpáticas almas penadas pregando seu apocalipse para ninguém.

Depois do assalto ornamental do PT, ficou um pouco mais difícil vender esses terrenos na Lua. Surgiu então a solução: fingir que no Brasil só tem porcaria, que o sujeito que saiu de casa sem escovar os dentes é igualzinho à besta do Guarujá e sua quadrilha bilionária.

Foi assim que os tenores travaram o Brasil quando ele ameaçava andar para frente depois do impeachment. A gangue do Dirceu tinha sido enxotada da Petrobras e a economia entregue a uma equipe de ponta (melhor presidente de Banco Central do mundo no ranking “Financial Times”). Aí veio a armação de um procurador picareta com um açougueiro biônico e um juiz de aluguel – todos egressos do pródigo armário petista – e o Brasil caiu no conto de que o governo pós-impeachment era a “quadrilha mais perigosa” da nação.

Que alívio estagnar novamente.

Na eleição, os tenores conseguiram um milagre: espalhar que Lula, preso pelo maior roubo da história, era a saída democrática contra o fascismo imaginário. Assim emplacaram no segundo turno um candidato escolhido dentro da cadeia.

Em lugar do fascismo, porém, ascendeu um projeto econômico liberal (Posto Ipiranga) que aproveita parte dessa equipe anterior consagrada e vem com a receita clara: superar o populismo, reformar o Estado (Previdência, etc) e desencalhar o Brasil.

Heresia. Com menos de 15 dias de governo, os tenores já faziam o coro de reprovação. Avaliação fast food. E tem sido assim a cada dia, a cada frase, a cada soluço em Brasília. Saímos do Brasil do Lula para o Brasil do Queiroz, sugere a orquestra da aflição.

Bem, então só falta botar a Petrobras, o Tesouro e o governo inteiro na mão do Queiroz para desviar algumas centenas de bilhões do povo. Mas andem logo, porque em mais 15 dias, nesse ritmo, o governo já estará velho.

Sem querer ofender: que tal investigar o Queiroz, fazer uma devassa nessa promiscuidade nacional com verba de gabinete, e deixar o Posto Ipiranga avançar com a reforma da Previdência e a propulsão da economia?

Nada feito, dizem os tenores. Precisamos azedar o mercado, precisamos da crise, precisamos mostrar, como diria o filósofo Janoesley, que aqui é uma quadrilha atrás da outra.

Direita x esquerda só existe para quem vive disso. A divisão é entre o Brasil que constrói e o Brasil que mama. E o segundo está louco para mostrar, de novo, que é o mais aguerrido.

Termina a cirurgia do presidente Bolsonaro

Cirurgia de Bolsonaro é concluída com 'êxito', diz Palácio do Planalto
Boletim médico oficial será divulgado no decorrer da tarde. Procedimento foi mais longo do que o esperado pela equipe médica do presidente

A cirurgia do presidente Jair Bolsonaro, para a retirada da bolsa de colostomia, foi concluída "com êxito", segundo nota divulgada pelo Planalto na tarde desta segunda-feira (28/1). Bolsonaro está internado no Hospital Albert Einstein, onde foi submetido às mais de oito horas de procedimento cirúrgico, bem mais longa do que previsto pela equipe médica, que havia falado em, no máximo, quatro horas de duração. Essa foi a terceira intervenção a qual o presidente foi submetido desde que foi vítima de um ataque durante um ato político em Juiz de Fora (MG), em setembro do ano passado.

Após a retirada da bolsa de colostomia, Bolsonaro ficará em observação por, pelo menos, 48 horas, antes de voltar ao quarto. O presidente foi atingido por uma facada, durante a campanha eleitora, em Minas Gerais. Ele sofreu uma grave perfuração no intestino e teve de ser submetido a vários procedimentos cirúrgicos. Ficou na Unidade de Terapia Intensiva de Albert Einstein, sofreu um prinícpio de infecção generalizada, mas se recuperou bem, apesar de diversas recomendações e cuidados médicos. 

A princípio, a cirurgia seria executado por três cirurgiões, dois anestesistas e uma instrumentadora, durante as quatro horas previstas de procedimento. Porém, como a intervenção teve um pouco mais do dobro de duração, é possível que esse corpo médico tenha sido alterado. A unidade de saúde só dará mais detalhes sobre o caso no final da tarde desta segunda-feira, em uma coletiva de imprensa, com a divulgação oficial do Boletim Médico.

Os gastroenterologistas Antonio Luiz de Vasconcellos Macedo, Julio Gozani e Rodolfo Di Dario são os cirurgiões responsáveis pela cirurgia.