segunda-feira, 30 de dezembro de 2019

Parece que o rapaz que comentou sobre a novela da separação do jogador Hulk teve mais sorte: com ele foi amigável...


O Brasil e as trevas...

O ano da histeria moderada
Por Guilherme Fiuza - GazetadoPovo

Em 2019, a onda de ódio, obscurantismo e protofascismo mergulhou o Brasil nas trevas satânicas do Mal. Impôs-se sobre o país alegre e fagueiro que vivia sua doce pindaíba em perfeita harmonia com seus parasitas uma ditadura cruel e implacável de extrema direita. A seguir, um decálogo da ação hedionda dessa extrema direita:

1 - Menor taxa de juros da história

Todo mundo sabe que juro baixo é coisa de nazista.

2 - Melhor Natal em cinco anos

Papai Noel obrigou o comércio a bombar, senão ia mandar todo mundo pro campo de concentração. O comércio obedeceu – e os consumidores também – porque ninguém é maluco de contrariar um Papai Noel desses.

3 - Menor risco-país da década

Sabendo que com extrema direita não se brinca, porque eles são mau que nem picapau, o mundo disse que voltou a confiar no Brasil e que muito em breve vai devolver a ele o grau de investimento – jogado fora pelo PT no auge da felicidade nacional. Ainda não saiu a reportagem investigativa mostrando que foi o Mourão que mandou o mundo confiar no Brasil com disparos em massa de WhatsApp, mas é questão de tempo.

4 - Mais de 100 bilhões de reais em privatizações

Todo mundo sabe que a riqueza dos brasileiros vem sendo drenada por um Estado burocratizado e corrupto, mas ninguém imaginava que em um ano se pudesse tirar um peso desse tamanho das costas do contribuinte. Só o fascismo seria capaz de uma arbitrariedade dessas.

5 - Cerca de 1 milhão de novos empregos

Mais um indicador incontestavelmente de extrema direita. Botar as pessoas para trabalhar é coisa de ditadura.

6 - Redução da criminalidade em todo o território nacional

Outro absurdo perpetrado por essa ideologia obscurantista que solapa o direito do cidadão de ser roubado e fuzilado normalmente no caminho de casa para o trabalho e vice-versa, ou mesmo num agradável dia de folga. Não é mais segredo para ninguém que Sergio Moro endureceu a vida dos chefes de facção nos presídios, entre várias outras medidas que comprovam o endurecimento do regime. Bem que os hackers do PT avisaram à imprensa amiga que Moro era fascista.

7 - Reforma da Previdência

Medida autoritária de extrema-direita que reabriu as perspectivas do país na marra, justamente no momento em que os brasileiros estavam quase conseguindo cancelar o futuro – essa entidade abstrata, duvidosa e traiçoeira que só serve para ameaçar as pessoas, porque todo mundo sabe que a vida é agora.

8 - Lei da Liberdade Econômica

Atentado miliciano contra o Custo Brasil – essa entidade simpática e secular que sempre chupou o sangue do brasileiro com ternura e sem fazer mal a ninguém. Os vendedores de facilidades estão indignados e irão à ONU denunciar o massacre contra a burocracia nacional, patrimônio do país e fonte histórica de calorias para uma multidão de seres humanos com vocação para não fazer nada. Há o risco iminente de uma epidemia de novas empresas com crescimento do empreendedorismo e ninguém sabe onde isso vai parar. Basta de liberdade imposta goela abaixo.

9 - Abertura da Infraestrutura

Essas medidas despóticas de asfaltamento incessante de estradas, conclusão de ferrovias, concessão de portos e aeroportos, abertura da aviação com ameaça de passagens mais baratas, além da abertura de setores de energia como o do gás com a perigosa atração de investimentos privados provam definitivamente que forças obscuras estão agindo para melhorar a vida do povo sem pedir licença à corte dos parasitas – ou seja, atropelando a democracia de auditório.

10 - Recorde na Bolsa de Valores

É típico fenômeno de extrema-direita o mercado de capitais sair dando saltos de prosperidade por aí. Provavelmente tinha algum fascista com um revólver apontado para a cabeça do mercado mandando-o bater recordes sucessivos em 2019. Essa violência não tem fim.

Feliz 2020 a você que sobreviveu à patrulha da extrema moderação.

Aumento da receita do Fundeb

Estimativa de receita do Fundeb prevê reajuste de 12,84% no piso dos professores
Portal O Farol
O reajuste do piso nacional dos professores deve ser de 12,84%, em relação ao valor definido para 2019. Segundo previsão da Confederação Nacional de Municípios (CNM), com base na nova estimativa de receita do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), o valor mínimo do magistério passa de R$ 2.557,74 para R$ 2.886,15, em janeiro de 2020.

Conforme explica a área de Educação da CNM, a Portaria Interministerial 3/2019 dos Ministérios da Educação e da Economia (MEC/ME) trouxe nova estimativa da receita do Fundeb para 2019. Publicada dia 23 de dezembro, a normativa define o valor mínimo nacional por aluno/ano dos anos iniciais do ensino fundamental urbano em R$ 3.440,29, em substituição ao valor de R$ 3.238,52 que fora estimado na Portaria Interministerial do MEC/ME 7/2018.

A nova estimativa dos valores do Fundeb, segundo explica a área técnica da Confederação, tornou-se necessária devido à retificação das matrículas apuradas no Censo Escolar de 2018, e à revisão da estimativa da receita do Fundo por conta da arrecadação de impostos no atual exercício fiscal. Pelos cálculos da equipe técnica da CNM, o reajuste causará impacto de aproximadamente R$ 8,7 bilhões nos cofres municipais.

Vale esclarecer que a primeira estimativa de receita total apresentou o montante de R$ 156,3 bilhões; sendo R$ 143,4 bilhões a soma das contribuições de Estados, Distrito Federal e Municípios; e R$ 14,3 bilhões referente à complementação da União a nove Estados: Alagoas, Amazonas, Bahia, Ceará, Maranhão, Pará, Paraíba, Pernambuco e Piauí. A nova estimativa prevê a cifra de R$ 165,1 bilhões; deles R$ 151,4 bilhões provenientes dos entes municipais, estaduais e distrital; e R$ 13,6 bilhões federais.

Por Lenilson Balla

sábado, 28 de dezembro de 2019

Nonato Guedes é muito especial para todos nós. Força, meu amigo. Fica sob a proteção de Deus.

O jornalista Nonato Guedes foi internado na (UTI) do Hospital Memorial São Francisco, em João Pessoa, neste sábado(29), com um quadro de pneumonia considerado ‘grave’.
JotaSoares

O jornalista Nonato Guedes foi internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Memorial São Francisco, em João Pessoa, neste sábado (29), com um quadro de pneumonia considerado ‘grave’. O estado de saúde dele, porém, estabilizou-se e já é considerado ‘bom’.
O jornalista Lenilson Guedes, irmão de Nonato, informou à reportagem do Polêmica Paraíba que ele passou mal quando estava em Cajazeiras e foi transferido para a Capital em uma UTI móvel. “Ele teve um problema de pneumonia na viagem que fez ao interior. Precisou se internar e aí ficou na UTI para ter condições de voltar em João Pessoa. Ele está em João Pessoa, está bem, conversou muito comigo, então está tudo tranquilo”, disse.

Segundo Lenilson, Nonato chegou a ficar sem respirar antes da viagem à Capital, mas recebeu cuidados médicos imediatos e seu quadro clínico progrediu. “Os médicos internaram ele na UTI, colocaram ele para tomar oxigênio e medicamentos, e quando o quadro ficou estabilizado, conseguimos trazer ele para João Pessoa. A situação mais grave já passou”, informou.

Nonato Guedes nasceu em Cajazeiras, em 14 de março de 1958. Ele iniciou a carreira atuando na Rádio Alto Piranhas e residiu no sertão da Paraíba até o ano 1978, quando mudou-se para João Pessoa. Na capital, trabalhou em vários veículos, tendo se notabilizado como âncora do telejornal Bom Dia Paraíba, da TV Cabo Branco. Ele também atuou como correspondente do jornal O Estado de São Paulo, da Revista Veja e foi superintendente do jornal A União. Atualmente, ele escreve no blog ‘Os Guedes’, onde divide espaço com o irmão, Lenilson.

Rodrigo Maia em inquérito

PF conclui inquérito e diz que Maia cometeu crimes de corrupção e lavagem de dinheiro
Com base em delações da Odebrecht, órgão sustenta, em documento enviado ao STF, que presidente da Câmara e seu pai, César Maia, cometeram crimes
Por Reuters
Maia: PF conclui inquérito sobre o presidente da Câmara 

Brasília — A Polícia Federal enviou ao Supremo Tribunal Federal (STF) as conclusões de um inquérito no qual sustenta haver “elementos concretos e relevantes” de que o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), cometeu os crimes de corrupção passiva, falsidade ideológica eleitoral e lavagem de dinheiro a partir da delação de executivos da Odebrecht.

Em documento enviado ao STF, a PF diz que Maia e o pai dele, o ex-prefeito do Rio e vereador César Maia (DEM), cometeram uma série de crimes e relata, por exemplo, que ambos cometeram o crime de corrupção passiva ao pedirem e terem recebido contribuições indevidas do grupo nos anos de 2008, 2010, 2011 e 2014.

Procurado por meio de sua assessoria para comentar o assunto, o deputado Rodrigo Maia não se manifestou de imediato.

As conclusões do inquérito foram encaminhadas ao relator no Supremo, ministro Edson Fachin, que deu prazo de 15 dias para que a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, decida se vai oferecer denúncia contra Maia, o pai dele e outras três pessoas que a PF sugeriu o indiciamento.

Essa apuração pode causar constrangimento para Rodrigo Maia e, lateralmente, atrapalhar os planos do governo do presidente Jair Bolsonaro no Congresso. O presidente da Câmara foi o principal fiador no Legislativo da reforma da Previdência, garantindo a sua votação entre os deputados, e um dos entusiastas da agenda de reformas econômicas.

Em 88 páginas, os delegados Bernardo Guidali Amaral e Orlando Cavalcanti Neves Neto narram os avanços da investigação aberta pelo Supremo em março de 2017, a partir da delação de três executivos da Odebrecht.

Os investigadores concluíram que a empreiteira pagou propina a Maia e a seu pai nos anos de 2008 e 2010 com o objetivo de garantir influência sobre demais políticos no Estado. As provas, segundo a PF, dão conta de que ambos fizeram solicitações indevidas à empreiteira no valor de R$ 1,8 milhão nesses dois anos e pagamentos indevidos que totalizam R$ 1,6 milhão em espécie em quatro anos no intervalo de 2008 a 2014.

“O senhor João Borba (um dos delatores) relatou que entregou pessoalmente o dinheiro ao deputado federal Rodrigo Maia, em sua residência, na cidade do Rio de Janeiro”, cita a PF em um dos trechos do relatório final.

“Sendo assim, havendo elementos concretos de autoria e materialidade, nas circunstâncias descritas nos tópicos acima, para se atestar que estão presentes indícios suficientes de que o deputado federal Rodrigo Felinto Ibama Maia e Cesar Epitácio Maia, vereador da cidade do Rio de Janeiro, cometeram o delito de corrupção passiva ao solicitarem e receberem contribuições indevidas nos anos de 2008, 2010, 2011 e 2014.”

A PF também afirma ter havido falsidade ideológica eleitoral, na modalidade caixa 3. Isso porque, apesar de as prestações de contas apresentadas em algumas das contribuições eleitorais feitas a Maia e o pai, elas eram “ideologicamente falsas” porque as contribuições eram bancadas pela Odebrecht que usava interpostas empresas para fazer essas doações.

Os destaques do jornal Extra


Na capa d'O Globo


sexta-feira, 27 de dezembro de 2019

Efusivos parabéns a Zé Antônio e equipe, pela duradoura, ousada e elogiável empreitada de manter vivo o nosso jornal cajazeirense.


O crescimento é imprescindível

Economia fecha ano com o crescimento mais forte dos últimos cinco anos
GazetadoPovo/Estadão Conteúdo
O presidente Jair Bolsonaro e o ministro da Economia, Paulo Guedes.
O presidente Jair Bolsonaro e o ministro da Economia, Paulo Guedes.

Com a ajuda da liberação dos recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), a economia brasileira deverá ter o melhor fim de ano desde o início da recessão, em 2014, e deve começar 2020 aquecida. Segundo bancos e consultorias ouvidos pelo jornal O Estado de S. Paulo, o Produto Interno Bruto (PIB) poderá crescer neste último trimestre até 0,8% na comparação com os três meses anteriores. Desde o início da crise, esse número para o período variou entre -1,3% e 0,3%.

Se a atividade mantivesse esse ritmo do último trimestre, ela avançaria 3% em um ano. Mas o normal é que apresente alguma desaceleração entre janeiro e março - ainda que, para o início de 2020, muitos economistas estejam otimistas.

O dado mais recente do mercado de trabalho corrobora essa visão de que a economia vem ganhando tração. Na semana passada, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou que 99 mil vagas de emprego com carteira assinada foram criadas apenas em novembro. No acumulado do ano, são 948 mil. "Uma taxa de 80 mil vagas de trabalho por mês é compatível com um PIB de 2,8%", diz o economista Luka Barbosa, do Itaú Unibanco. Ele lembra, porém, que não é possível estimar o ritmo de crescimento da atividade tendo a criação de postos de trabalho como único indicador. "Mas os dados de emprego indicam que há, sim, um processo de aceleração."

Os saques do FGTS são os principais responsáveis pelo impulso extra neste fim de ano. O Santander, por exemplo, que projeta uma alta de 0,8% no PIB do último trimestre, calcula que a metade disso se deverá ao FGTS. A liberação dos recursos tem impulsionado, principalmente, o consumo das famílias, que, de acordo com dados do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre/FGV), vai crescer 2,8% no quarto trimestre na comparação com igual período de 2018. No ano, deverá acumular alta de 2%. "Neste quarto trimestre, estamos no ápice do consumo, que mudou de direção. No início do ano, ele estava fraco", diz a economista Silvia Matos, do Ibre.

A economista Alessandra Ribeiro, sócia da Tendências Consultoria afirma que, justamente por causa do efeito do FGTS, é preciso certa cautela com os indicadores econômicos do último trimestre. "Já vimos que a economia deu uma inflada no governo de Michel Temer quando recursos do FGTS foram liberados. Mas também não dá para negar que os fundamentos econômicos agora apontam para um cenário melhor." Para Alessandra, que prevê um PIB de 0,7% no quarto trimestre, o primeiro trimestre do ano que vem ainda deverá se mostrar mais aquecido por causa do FGTS. Para o período entre janeiro e março a projeção da Tendências é de 0,4%.

Além do impulso na economia neste fim de ano e início de 2020, liberação dos recursos do fundo de garantia deve ter um efeito secundário ao aumentar a confiança do consumidor e dos investidores. "Essa perspectiva pode gerar um efeito permanente na economia, mas não na mesma magnitude que os recursos em si geram", diz o economista Lucas Nóbrega, do Santander.

Nova dinâmica de mercado

O FGTS, apesar de ser o principal, não é o único motor da atividade brasileira neste fim de ano. A estabilização da economia global e a queda dos juros também colaboraram para esse cenário mais otimista. "Se a Selic (a taxa básica de juros) ficar em 4,5%, ela muda a dinâmica do mercado consumidor. Esse impacto é muito forte e acho que o estamos subestimando", diz Roberto Padovani, economista-chefe do Banco Votorantim. Na semana passada, Padovani alterou suas projeções para o PIB de 0 8% para 1,1% neste ano e de 2% para 2,5% em 2020.

Economista-chefe da MB Associados, Sérgio Vale destaca que, além do comércio impulsionado pelo FGTS, é possível identificar sinais de um crescimento mais consistente em outros setores, como o da construção civil. "Encerramos 2019 melhor e vislumbramos um 2020 mais relevante, depois de três anos tão fracos", diz. "Pela primeira vez, iniciamos um ano bem e devemos conseguir entregar um resultado mais forte, fora eventuais percalços, que não foram poucos nos últimos anos", acrescenta Vale, em referência às denúncias de Joesley Batista contra o ex-presidente Michel Temer que paralisaram a reforma da Previdência, à greve dos caminhoneiros, à crise argentina e à tragédia da Vale.

Nóbrega, do Santander, lembra, porém, que as eleições americanas no ano que vem podem trazer instabilidade ao mercado internacional, se tornando um novo percalço para a economia brasileira.

No ponto.

SURPRESA NO STJ: pedido de revogação da soltura de Ricardo Coutinho tem movimentação
Página1PB
A informação caiu como uma bomba em alguns círculos jurídicos da Paraíba, agora, no final da tarde desta quinta (dia 26). Trata-se da inesperada movimentação que ocorreu no trânsito do rumoroso habeas corpus do ex Ricardo Coutinho: o processo, segundo o portal do Superior Tribunal de Justiça, já se encontra concluso para julgamento da ministra Laurita Vaz, relatora do caso.

Como se sabe, após ser preso na última sexta-feira, Ricardo Coutinho conseguiu um polêmico habeas corpus de soltura com o ministro Napoleão Nunes Maia, em pleno sábado, quando o pedido deveria ter sido julgado pela ministra Maria Thereza de Assis Moura, vice-presidente do STJ, em função do impedimento do presidente, João Otávio Noronha que, em função do recesso do Judiciário, deveria arbitrar no HC.

Só que, diante de toda a repercussão negativa, a Procuradoria Geral da República acionou a corte para revogar o HC dado por Napoleão. A ministra Maria Thereza avaliou o pedido, negou vários HC de soltura, e encaminhou o caso da revogação para a ministra Laurita Vaz. A expectativa dos advogados de Ricardo Coutinho era que o processo não teria movimentação até o final do recesso. Mas, teve.

E, com isso, a ministra poderá julgar o feito a qualquer momento.

quinta-feira, 26 de dezembro de 2019

Foi tu, danado?!!

Crime
Polícia Civil prende jovem de 20 anos acusado de tráfico de drogas, na zona sul de Cajazeiras
ResenhaPolitika
A Polícia Civil prendeu na manhã desta quinta-feira (26) no bairro da Esperança, zona sul da cidade de Cajazeiras, o jovem Mateus Vieira Rodrigues, de apenas 20 anos. Ele é acusado de comercializar drogas na comunidade.

De acordo com a Polícia Civil, o acusado foi pego com vinte três trouxinhas de maconha, além de uma certa quantia em dinheiro.

O exemplo de Chico Rolim

NEM TODO POLÍTICO CALÇA QUARENTA! 

Em tempos de formação de quadrilha, organização criminosa, por crime de peculato, desvio de recursos públicos da saúde e da educação; em que boa parte da nossa classe política está envolvida até o talo, eis que me deparo imune a todo esse mar de lama, com uma das poucas reservas morais, ainda vivo, um homem de bem, honesto a toda prova, exemplo de dignidade e simplicidade.

Me refiro a um dos grandes benfeitores da cidade de Cajazeiras, o ex-prefeito e ex-deputado federal, Francisco Matias Rolim, ou simplesmente Chico Rolim, empresário bem sucedido em São Luís no Maranhão, mas que trocou seu conforto e patrimônio, para ser prefeito da nossa cidade, onde deixou o maior bem que a terra do Pe.Rolim pode elencar no seu legado: um investimento em educação, e foi através de Chico Rolim que, na sua gestão operosa, doou o terreno para construção do Campus da UFPB à época, hoje UFCG, expandido o curso superior, além de contribuir para o progresso da cidade onde igualmente doou centenas de terrenos a pessoas humildes no bairro Pôr do Sol, lugar escolhido por ele para fixar uma modesta residência nesse bairro de periferia da zona norte de Cajazeiras, para viver os seus últimos anos de vida.

Esse exemplo de homem público de Chico Rolim merece ser propagado ao mundo inteiro, para se dizer que nem todo político é ladrão, e, quando a honestidade vem do berço, não é apenas uma característica, mas sim uma marca indelével de que homens de bem são poucos na política, nem todos calçam 40, mas procurando com a lente da verdade ainda existem.

Chico Rolim é motivo de orgulho pra todos nós Cajazeirenses! 

Nesta sexta-feira, dia 27 de dezembro, participe do Festão do Restaurante Fazenda Urbana, em Cajazeiras, com a presença de João Dino e Banda.

Super show nesta sexta feira dia 27 de dezembro com João Dino e Banda. 

Mesas ao preço de R$ 90,00 pelo fone 9 9407 9560. Você não pode ficar de fora... 

Reserve a sua mesa e vá se divertir no Restaurante Fazenda Urbana. Incomparável!


Pensando bem...


Quando o encosto se aloja no corpo da costureira e quer fazer o mal para as pessoas...
A imagem pode conter: uma ou mais pessoas e pessoas em pé
Inoperante: mesmo com IML recém construído em Cajazeiras, corpos são levados a Patos para necropsia
Portal CZN
IML Cajazeiras

A briga foi intensa para conseguir a construção do Instituto Médico Legal de Cajazeiras. A obra foi concluída com alto investimento, onde foi construído o IPC – Instituto de Polícia Cientifica que inclui o IML e inaugurada pelo governador João Azevedo, porém, o funcionamento é ineficiente, pois, corpos de cajazeirenses e das cidades polarizadas que deveriam ser conduzido a Cajazeiras são levados ao NUMOL de Patos para a realização de necropsia.

O fato é que familiares tem reclamado e lamentado a falta médicos legistas para atuar principalmente nos finais de semana e até mesmo em feriados.

As informações chegadas a nossa redação são que só terá profissional legista para realizar necropsia entre o dia 15 ou 20 de Janeiro de 2020.

Enquanto isso, a população continua sendo penalizada.
MARGARETH DINIZ
Reitora da UFPB critica MP que altera regras para eleição em universidades
MaisPB
Reitora da UFPB, Margareth Diniz

A reitora da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), Margareth Diniz, disse, nesta quinta-feira (26), que foi pega de surpresa com a medida provisória assinada pelo presidente Jair Bolsonaro que define regras para a escolha de reitores de universidades e institutos federais.

“A medida provisória nos surpreendeu e certamente este será o primeiro tema a ser debatido de agora em diante”, afirmou ao Portal MaisPB.

A MP torna obrigatória a realização de eleição e a formação de uma lista tríplice a ser submetida ao presidente da República, que escolherá qualquer um dos três nomes para o cargo.

A Presidência da República alega que, atualmente, existe apenas “previsão, genérica, no sentido da possibilidade e realizar a consulta e, paralelamente, costume de realizar eleições dos modos mais variáveis possíveis”.

“A falta de obrigatoriedade de eleições formais parece estar trazendo problemas, devido a realização de consultas informais que não seguem parâmetros claros e, em alguns casos, parecem dirigidas a manter no poder grupo determinado”, diz o governo.

Outra mudança é a que estende aos candidatos as proibições previstas na Lei da Ficha Limpa. Também estabelece que o reitor não pode ser reeleito, ao contrário do que ocorre hoje.

Também mudou o peso dos votos. Antes, a lei estabelecia um percentual apenas para os professores, 70%. Mesmo assim, na prática, boa parte das universidades determinava pesos iguais para professores, alunos e funcionários, como acontece na UFPB.

Pelo texto, os campi serão dirigidos por diretores-gerais, que serão escolhidos e nomeados pelo reitor, o que também contestado por Margareth Diniz. “O fato do reitor indicar os diretores de Centros, é bem preocupante”, disse.

quarta-feira, 25 de dezembro de 2019

Cajazeiras precisa construir e ter novas idéias
José Antonio

A construção de idéias deveria ser um processo permanente em nossa cidade e como “um ponto de vista (ou opinião) é sempre a vista de um ponto”, tenho observado, do meu posto, que a articulação dos diferentes pensamentos e pensadores de nossa cidade, não vem existindo, no sentido de nortear a construção dos grandes, importantes e novos caminhos que poderão transformar, no futuro, a nossa atual realidade econômica e social, que infelizmente, ainda é muito subdesenvolvida, em dias melhores para o nosso povo.

Vale a pena relembrar a existência de algumas entidades civis não organizadas que analisaram, refletiram, ensaiaram e produziram em alguns momentos boas idéias e que partilharam com a sociedade a exemplo do Movimento dos Amigos de Cajazeiras (MAC) e a outra no Estado do Ceará, a AC3, composta de cajazeirenses, “construíram” e realizaram encontros e debates bastante interessantes, com um espírito profundamente cajazeirense, sem interesses político-partidários, no afã de transformar idéias em projetos, para colocar Cajazeiras num lugar de destaque no cenário econômico e social da Paraíba.

Infelizmente estes movimentos arrefeceram as suas lutas, mas não perderam as forças e muito menos o poder de criar novas idéias, estão apenas em estado de “hibernação”

Precisamos voltar a “construir” novas idéias para contribuir e possibilitar um futuro promissor para a nossa cidade, que nos últimos anos tem apenas vivenciado um processo evolutivo, com crescimento normal e precisa sair desta normalidade e partir para uma verdadeira “revolução”, que só pode ser efetivada com idéias novas e brilhantes e iniciativas arrojadas.

Muitas questões podem ser levantadas para possibilitar a “criação” dos novos caminhos: qual o conceito sobre a nossa qualidade de vida urbana? E a nossa economia municipal? Qual tem sido a nossa preocupação com o uso do solo, com o urbanismo, o Meio Ambiente, abastecimento alimentar, os espaços públicos, os equipamentos culturais, o esporte, o lazer.

Ainda outras questões que envolvem a educação, a saúde, trabalho e emprego, segurança, assistência jurídica e social, habitação, infra-estrutura e saneamento básico, energia elétrica, transporte e trânsito, mobilidade urbana e rural. É preciso parar para pensar. Pensar em e para “construir” idéias, porque elas têm uma força imensa, no instante em que são partilhadas, disseminadas, debatidas, refeitas e aceitas e principalmente executá-las.

Quem poderia me responder a estas perguntas? Quem somos nós? Em que patamar se encontra o nosso bem estar? Em que grau de contentamento vive o nosso povo? Qual a nossa qualidade de vida urbana? Qual a situação do homem do campo?

Estaríamos construindo os nossos caminhos com a “planta do pé” (com os pés no chão)? Neste e com este caminhar estamos trilhando e encaminhando as soluções para o que é prioridade para o nosso crescimento? Mas quais são as nossas prioridades?

É bom relembrar apenas uma das grandes idéias de nosso Zacarias, o Bispo e profeta, que foi a criação da Faculdade de Filosofia e a sua transcendência e ainda o que virá pela frente em avanços na área do ensino superior em nossa cidade! Que bela e grandiosa idéia! Talvez a mais “revolucionária” dos últimos 40 anos.

Por que não construirmos um banco de idéias? Você tem alguma? Manifeste-se e a torne pública e quem sabe ela não possa ser a mais importante depois da do nosso Bispo Zacarias!

A cidade de Monte Horebe fica mais linda e agradável, nesta época. Veja o vídeo.

VÍDEO: Ornamentação natalina “Monte das Luzes” atrai turistas para Monte Horebe durante o fim do ano
A realização do projeto foi uma iniciativa do prefeito Marcos Eron, que desde que assumiu o município em 2017 tem investido no potencial turístico para desenvolver a região
Por Jocivan Pinheiro - DiáriodoSertão

O município de Monte Horebe, localizado no Alto Sertão da Paraíba, se destaca em todo o Brasil por uma das mais belas ornamentações natalinas do interior do Nordeste.

Nesta época do ano, além de um clima frio agradável, o município se reveste de muita luz e beleza.

A ornamentação atrai turistas de todo o Brasil que curtem o clima serrano do monte e ficam encantados com as luzes natalinas.

A realização do projeto Monte das Luzes foi uma iniciativa do atual prefeito, Marcos Eron, que desde que assumiu o município pela primeira vez em 2017 tem investido no potencial turístico para desenvolver a região.

A bela Praça Venâncio Dias, no Centro, que foi construída com recursos próprios do município, foi um dos ambientes da cidade que recebeu a ornamentação que enche os olhos de quem mora ou visita Monte Horebe.
Ornamentação Monte das Luzes na entrada de Monte Horebe
Ornamentação natalina na Praça Venâncio Dias

É boa notícia? Para quem?

Gilmar Mendes é o relator da Operação Calvário no STF
Por Renan Ramalho - O Antagonista

O ministro Gilmar Mendes foi sorteado para relatar habeas corpus e outros pedidos relacionados à Operação Calvário no Supremo.

Durante o recesso, porém, novos pedidos de liberdade que chegam à Corte estão sendo analisados por Dias Toffoli, que está de plantão.

A operação investiga desvios de ao menos R$ 134 milhões da saúde e da educação na Paraíba.

O MPF considera líder da organização criminosa o ex-governador Ricardo Coutinho, solto no último sábado.

Na capa d'O Globo


As manchetes do jornal Correio Braziliense


terça-feira, 24 de dezembro de 2019

O técnico do Tigres do México não tem muita paciência. Veja.

Uma histórica trégua de Natal na 1ª Guerra Mundial, em 1914. Veja o vídeo em que Paul McCartney tentou reproduzir o evento.


No natal de 1914, algo realmente surpreendente aconteceu. A incrivelmente sangrenta Primeira Guerra Mundial, responsável pela morte de 20 milhões de pessoas em apenas quatro anos, parou para o Natal.

Numa espécie de trégua não oficial, mais de 100 mil soldados ingleses e alemães da frente ocidental largaram as armas e trocaram cumprimentos, conversaram, riram, beberam, e há registros até de uma partida de futebol entre soldados inimigos.

Acredita-se que tenha sido uma iniciativa de soldados alemães que tinham ligações familiares e de amizade com ingleses que começaram a acenar e dizer num inglês tosco "you don't fight, we don't fight" e cantar músicas natalinas, com um enorme risco de serem alvejados. Deu certo.

Em algumas frentes de batalha, a paz durou até o ano novo, irritando vários generais que mandavam os soldados pararem com aquilo e voltarem pra guerra.

É claro que eu não compro as teses suicidas e ginasianas do pacifismo unilateral, mas a trégua do Natal de 1914 é um momento que encarna perfeitamente o espírito do dia e do aniversariante.

Feliz Natal!

- Paul McCartney tentou recriar essa noite no clipe de "Pipes of Peace" de 1983. Veja o vídeo.

Bem lembrado...

Único brasileiro na lista, Moro é eleito uma das 50 personalidades da década pela Financial Times
A revista destaca a escolha do ministro por ele ser protagonista de "uma investigação que abalou as estruturas políticas da América Latina"
Focus
Ministro Sergio Moro. 

A Financial Times escolheu o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, como uma das 50 personalidades que marcaram a década. A publicação diz que ele, o único brasileiro na lista, “liderou uma investigação que abalou as estruturas políticas da América Latina”.

“No último ano, Moro se tornou ministro da Justiça no governo de extrema-direita do presidente Jair Bolsonaro – um movimento que causou dúvidas sobre sua independência como juiz, mas que poderá prepará-lo para uma corrida à Presidência da República”, projetou a revista. As informações são do O Antagonista.

Fica quieto, 'fi de rapariga', prest'atenção na lição!

Tempo de aprendizado no Brasil é significativamente reduzido por causa da bagunça
Por Isabelle Barone - GazetadoPovo
Tempo de aprendizado no Brasil é significativamente reduzido por causa da bagunça.
Indisciplina em escolas faz Brasil ser “lanterna” na educação

As salas de aula do Brasil estão entre as mais indisciplinadas do mundo, mostram pesquisas. Automaticamente, os professores brasileiros são alguns dos que mais "perdem tempo" tentando manter a sala em ordem. E esse cenário tem uma relação direta com o desempenho dos alunos.

Com um ambiente educacional nessas condições, o resultado é o que o Brasil já tem verificado ao longo de vários anos: fraco desempenho escolar e presença nos mais baixos patamares em rankings internacionais de educação. A última edição do Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa, na sigla em inglês), realizado pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), por exemplo, foi uma prova isso.

Segundo o relatório, ultrapassa os 40% o índice de alunos que reconhecem que, em todas ou na maioria das aulas, o professor precisa esperar muito tempo para ensinar, até conseguir que a turma pare de bagunçar. A média dos países membros da OCDE é muito menor: 26%.

Esse diagnóstico já vinha sendo indicado por outra iniciativa da OCDE, a Pesquisa Internacional sobre Ensino e Aprendizagem (Talis, na sigla em inglês) de 2018, que revelou ao mundo que os professores do Brasil estão entre os que mais perdem tempo com atividades não pedagógicas. Apenas 67% do período em sala de aula é utilizado pelos docentes para atividades ligadas ao ensino. "[O índice do Brasil] é bem abaixo da média da OCDE, de 78%", afirma Camila de Moraes, analista de educação da OCDE.

Péssimo desempenho

Mais importante do que refletir sobre esses números, é preciso entender, na prática, as consequências da indisciplina. Tempo bagunçando ou tempo tentando conter a bagunça significam tempo perdido para estudar.

Por exemplo, os mesmos alunos brasileiros que disseram ao Pisa que (em outras palavras) há indisciplina em sala de aula têm baixas pontuações no quesito leitura. Na verdade, eles têm 19 pontos a menos em leitura do que os alunos que disseram que isso "nunca acontece ou acontece apenas em algumas aulas".

Na outra ponta, estão as escolas privadas e federais, como as de modelo militar. Avaliadas pelo Pisa, essas instituições, além de não terem os mesmos índices de indisciplina, figuram positivamente em leitura, matemática e ciências. E poderiam, se analisadas isoladamente, ranquear o Brasil em ótimos patamares.

"O índice de indisciplina nas salas de aula do Brasil está entre os mais elevados de todos os países participantes do Pisa. E é interessante notar que essa questão da indisciplina elevada aparece tanto nas pesquisas respondidas pelos alunos (Pisa) quanto nas pesquisas respondidas por professores (Talis)", diz Camila.

A analista destaca que a indisciplina tem impacto negativo para qualquer campo de aprendizado, e não apenas em leitura. No entanto, o relatório trata da leitura porque esse é o foco da edição Pisa 2018, que muda ano a ano.

Professores despreparados

As causas da indisciplina são variadas. Mas é possível afirmar que, além de outros aspectos, um dos fatores que contribui para esse cenário é a falta de preparo dos professores para lidar com mau comportamento.

Um ano antes de ser realizada a última edição do Talis, 64% dos professores dos anos finais do ensino fundamental no Brasil tinham recebido algum tipo de treinamento relativo a comportamento de alunos e/ou administração de salas de aulas. Esse, inclusive, é um percentual bem acima da média da OCDE: 50%. Tempo depois, no entanto, 19% desses professores disseram ainda ter necessidade de treinamento na área.

A indisciplina também está ligada à falta de atenção. E, nesse sentido, outro aspecto que pode provocar ambientes indisciplinados é uma imersão não saudável no mundo digital. Segundo Claudia Costin, diretora do Centro de Excelência e Inovação em Políticas Educacionais da Fundação Getúlio Vargas (FGV), os jovens do século XXI, "mergulhados" nesse mundo, acabam tendo atenção limitada.

"A juventude está diferente. Nem melhor nem pior do que era há quinze anos", opina. "A juventude atual tem um tempo de atenção limitado, está mergulhada no mundo digital, que traz coisas boas e outras ruins. Isso faz com que o tempo de atenção seja limitado".

"É importante oferecer capacitação para professores que queiram desenvolver competências necessárias para melhor administrar uma sala de aula", diz Camila. Mas ela reforça que a responsabilidade sobre o clima de disciplina de uma escola não pode ser atribuída unicamente aos professores.

"Projeto de vida"

Claudia, que já conheceu inúmeros ambientes educacionais ao redor do mundo, diz se admirar com um modelo existente no sertão de Pernambuco que poderia "superar" ambientes indisciplinados.

"Eu fique impressionada como eu não ouvia, nas salas de aula, aquela 'barulhada'", conta. "As escolas de Pernambuco me chamam muito atenção; hoje, 60% da rede de ensino médio de lá está organizada. São escolas em tempo integral, inspiradas na ideia de um educador brasileiro já falecido, chamado Antonio Carlos Nunes da Costa. Ele dizia que, para que o jovem não abandone a escola e se envolva mais, é preciso uma educação que promova o protagonismo do jovem, expresso em um projeto de vida do aluno".

Para isso, ela sugere que as escolas poderiam ter professores mentores dos jovens, ajudando os alunos na elaboração dos projetos de vida e na reflexão de como a vida escolar se conecta com o projeto de vida deles.

"Não é só uma ideia bacana. Há muitas ideias que, na teoria, são bonitas, mas, na prática, não afetam em nada a aprendizagem dos alunos. Isso afetou e em um estado de nível socioeconômico muito mais baixo do que boa parte dos estados brasileiros", afirma.

Era só o que faltava...

falência da Odebrecht
A era das narrativas e o empresariado que se deu bem com o petismo
Por J.R. Guzzo - GazetadoPovo

Há, como se diz hoje a respeito de quase tudo, uma nova “narrativa” na praça. Como é bem sabido, tornou-se praticamente impossível, no Brasil atual, o cidadão passar 24 horas seguidas sem ouvir na mídia algum tipo de “narrativa” – a “narrativa” de Sua Santidade o Papa, da moça que apanhou do marido ator de novela, do bandeirinha de futebol e daí por diante, até o último dos 7 bilhões de habitantes do planeta.

A “narrativa” que se pode pegar no momento por aí, e que já começa circular no ambiente político-empresarial-jornalístico-jurídico-garantista e mais tudo o que em geral entra nessa sopa, é o que daria para se chamar de: “Fábula do empresário nacional mal tratado pela justiça do seu próprio país, em vez de apoiado por todos nesta sua hora de desventuras, como aconteceria nos Estados Unidos e na Europa, por exemplo, onde os governos pensam em salvar empresas e empregos”.

É o que as classes instruídas, e melhor equipadas para pensar do que você, começam a ouvir – e, mais que isso, a dizer em palestras, entrevistas à imprensa, mesas redondas e por aí afora.

Os empresários apresentados ao público como vítimas de maus tratos da justiça, ou coisa parecida, boa parte deles hoje afastados do comando efetivo das suas empresas, são em geral de um biotipo muito conhecido no Brasil dos últimos anos: donos e altos executivos de empresas que praticaram atos bilionários de corrupção nas suas relações com os governos dos ex-presidentes Lula e Dilma Rousseff, e hoje não andam mais no lado da rua onde bate o sol. Foram pegos em flagrante. Confessaram, com papel passado e assinado, os crimes que cometeram. Delataram-se uns aos outros, sem constrangimento, diante da autoridade judiciária. Pagaram multas-gigante, tiveram de devolver dinheiro roubado e fizeram “acordos de leniência” com órgãos do Estado, para pagar penas financeiras mais em conta – acordos que são, de novo, confissões perfeitas da prática de delitos previstos no Código Penal brasileiro.

A “narrativa” que começam a vender, agora, é que o mal que fizeram, junto com os participantes dos governos de Lula e de Dilma, não foi, no fundo, tão grande assim. Na verdade, talvez nem tenham tido tanta culpa pelo que fizeram – afinal, precisavam fazer suas empresas trabalhar (e gerar empregos, claro, gerar empregos acima de tudo) e os governos deste pais, como todo mundo sabe, não deixam ninguém funcionar sem o pagamento de propinas. Não se pode esquecer que muitos pagaram, com todos os juros, tudo o que tomaram emprestado do BNDES, Banco do Brasil e outros guichês onde magnatas amigos de quem manda encontram “dinheiro barato” – não fizeram nada de útil para o país com as cordilheiras de dinheiro que receberam, mas isso são outros 500, não é mesmo? Foram enganados em seus negócios com Angola, Cuba, Moçambique, Guiné e outras potências desse porte; como iriam imaginar que uma coisa dessas pudesse acontecer? E por aí vamos.

Não faltam ajudantes para tocar essa “narrativa” segundo a qual ladrões confessos de dinheiro público vão tentando, discretamente, livrar-se do seu registro como bandidos e ir vestindo a fantasia de empresários mais ou menos normais, “simples homens de negócios úteis para a economia brasileira”, ou mesmo vítimas das circunstâncias. Aqui e ali o presidente do Supremo Tribunal Federal, por exemplo, dá a sua mão. Aqui, ele diz que não pode haver progresso se houver muito rigor nas exigências de ordem. Ali, diz que um “lado ruim” da Operação Lava Jato foi quebrar empresas; imagina-se, então, que seus crimes de corrupção não deveriam ter sido punidos, para que elas continuassem colaborando com o avanço econômico do país. É aplaudido por banqueiros e tratado com deferência na mídia.

A Odebrecht, no momento, parece ser quem está avançando mais na construção da nova “narrativa” – justo ela, a Odebrecht, dada como a campeã mundial da corrupção em todos os tempos. Seu ex-presidente, Marcelo Odebrecht, voltou a aparecer na mídia e a empresa voltou a ser comentada. Só que você não vai ouvir falar na palavra “corrupção” em nada disso. A “narrativa” vai tentar lhe mostrar que o problema da empresa e do reinado de Odebrecht, no fundo, foram dissenções internas, operações de altíssima complexidade no exterior e mais uma porção de milagres. Quem sabe acaba pegando?

Será?

Mantidos no presídio pela negativa, desistência de HC e delação iminente, Gilberto e Waldson correm risco de morte
Dercio Alcântara - Blog do Dércio
Essa negativa de habeas corpus da ministra Maria Thereza de Assis Moura em desfavor de Coriolano e Gilberto Carneiro, entre outros, acende uma luz amarela em residências de muitas “excelências” aqui em João Pessoa.

É que hoje se falou em acordo de delação de Waldson de Souza e agora, ao passar o natal no chilindró, Gilberto Carneiro deve acelerar os termos de sua colaboração.

Acho até que ambos correm risco de morte e se eu fosse as autoridades judiciárias levava ainda hoje ambos para células de segurança dentro do presídio, pois a vida deles não vale nada a partir de agora.

Podem aparecer enforcados, envenenados, morrerem com mal súbito e inexplicável. Correm risco da popular queima de arquivo.

segunda-feira, 23 de dezembro de 2019

Feliz Natal, meus amigos queridos. Que fiquem todos sob a proteção divina.

Mas manga da região de Sousa é boa mesmo!

“Chegaram as mangas” era senha para recebimento de propina de Ricardo Coutinho, diz Livânia
1001notícias
A ex-secretária de Administração do Estado da Paraíba, Livânia Farias, informou em delação premiada que utilizava a frase “trouxe mangas” como senha para se referir às propinas que eram pagas ao ex-governador da Paraíba

A ex-secretária de Administração do Estado da Paraíba, Livânia Farias, informou em delação premiada que utilizava a frase “trouxe mangas” como senha para se referir às propinas que eram pagas ao ex-governador da Paraíba, Ricardo Coutinho (PSB). O ex-governador, que segundo a denúncia é chefe de organização criminosa suspeita de desviar R$ 134,2 milhões da saúde e da educação, foi preso na sétima fase da Operação Calvário, mas recebeu habeas corpus do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e está em liberdade.
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Conforme a delação, Livânia Farias disse que entregou, nas mãos do então governador, em encontro na Granja Santana, a residência oficial do governador, R$ 1 milhão a Ricardo Coutinho. “Nesse dia tinha gente lá e ele disse que não poderia me receber naquele momento. Eu dizia que ‘chegou uma manga de Sousa para você‘”, revelou. Essa propina teria saído da educação do Estado para pagar dívidas de campanha eleitoral.

A ex-secretária foi presa na terceira fase da operação, no dia 16 de março. Ela é suspeita de receber propina na ordem de R$ 80 mil paga pela Cruz Vermelha, conforme investigações conduzidas pelo Grupo de Atuação Especial de Combate à Corrupção (Gaeco), do Ministério Público da Paraíba (MPPB).

De acordo com depoimento dela ao MPPB, ela usava um guardanapo para fazer o acompanhamento da entrega da propina e marcar o que já havia sido entregue. Ela escrevia a quantia e em seguida descartava o papel. Segundo ela, quando entregava a propina ao ex-governador, ela dizia a quantia, informava de onde tinha vindo a propina e quem era o fornecedor. Ela conta que Ricardo Coutinho não falava nada e conversava sobre outros assuntos.

Em live nas redes sociais, neste domingo (23), o ex-governador negou irregularidades e colocou em dúvida o conteúdo das delações.

Notícias do STJ

Vice-presidente do STJ, ministra Maria Thereza nega habeas corpus e mantém prisões de Coriolano Coutinho, Gilberto Carneiro, José Arthur Viana e Vladimir Neiva
Edmilson Pereira - ParaíbaNotícia
A vice-presidente do Superior Tribunal Federal (STJ), Maria Thereza de Assis Moura, indeferiu, nesta segunda-feira (23), pedido de habeas corpus e manteve as prisões preventivas do ex-secretário de Saúde da Paraíba, Waldson Souza, do ex-procurador geral, advogado Gilberto Carneiro, e do ex-secretário Executivo da Educação, Arthur Viana, que estão presos desde a última terça-feira (17), na Penitenciária Média de Mangabeira, em João Pessoa. O pedido dos três era para que o STJ estendesse a decisão do ministro Napoleão Maia, que no sábado (21) soltou o ex-governador Ricardo Coutinho (PSB).

Com isso, Coriolano Coutinho, Gilberto Carneiro, José Arthur Viana e Vladimir Neiva continuam presos.

A decisão foi divulgada na noite desta segunda-feira (23), no sistema de acompanhamento de processos do STJ. Confira abaixo:

Eduardo Faustino e o Estrela Park Show desejam Feliz Natal aos amigos.

A imagem pode conter: texto

Governador da Paraíba em entrevista coletiva, hoje.

OPINIÃO
A coletiva de João, o mínimo e o máximo
Por Heron Cid
Tão logo foi marcada ontem a entrevista coletiva do governador João Azevêdo, uma coisa já era certa; o tom e o conteúdo dela diriam o destino do seu governo depois dos estilhaços da nova fase da Operação Calvário.

O que ele diria ditaria se o seu iniciado governo morreria ou sobreviveria aos estragos e intempéries provocadas pelas denúncias apresentadas pelo Ministério Público e acatadas pela Justiça, com potente arcabouço de provas materiais.

E a abordagem de João Azevêdo, hoje, diante de perguntas de repórteres dos mais variados veículos, à luz do dia e no Palácio da Redenção, consegue manter o governo de pé em meio ao vendaval que ameaça a governabilidade e colocou o governador também na obrigação de se explicar.

Para a ocasião totalmente desconfortável, Azevêdo se saiu bem. Foi convincente, sereno e firme e não fugiu das obrigatórias e necessárias explicações públicas, entre elas, refutando as legítimas suspeitas levantadas sobre se o tal projeto de “continuidade” também incluiria o esquema de sangria da saúde pública paraibana.

“Eu nunca vi esse cidadão”, cravou João sobre Daniel Gomes, o operador do esquema, dono de mais de mil horas de gravação pessoal, olho no olho, com o então governador Ricardo Coutinho.

Um trecho da delação da ex-secretária Livânia Farias, divulgado hoje pela TV Cabo Branco, corrobora. Ela diz, em vídeo, que foi perguntada por Daniel Gomes se deveria procurar o já eleito governador João Azevêdo para tratar da manutenção dos contratos. Livânia diz que desaconselhou o lobista com a seguinte frase: “Ele não é simpático a OS na saúde”.

O governador também enfrentou outro tema pra lá de indigesto: o financiamento da campanha de 2018, cujos recursos o Ministério Público e o delator Daniel Gomes afirmam ter vindo também dos desvios via organizações sociais.

Azevêdo afirmou textualmente desconhecer esse movimento de bastidores porque exerceu na sua eleição um único papel na plenitude, o de candidato que “rodou dois mil quilômetros pelo Estado”.

Em outras palavras, João está afirmando que passou longe da estrutura financeira e operacional do PSB, o que, mesmo sendo verdade, não o livra sua campanha da condição de beneficiária dos recursos, um efeito colateral que, mais cedo ou mais tarde, precisará enfrentar no terreno jurídico.

Mas o que fica de concreto e palpável da entrevista, e de maior interesse público, é a nova providência adotada quanto ao funcionamento de hospitais estaduais.

A decisão de encerrar, de uma vez por todas, os contratos com as famigeradas OS’s, um modelo de governança da saúde que adoeceu, é o mínimo que os paraibanos esperavam diante do máximo de malfeitos com um dinheiro que deveria ser para salvar vidas e bancou, além de propinas, até ingressos de shows. Deprimente espetáculo.

A Operação Calvário foi destaque do Fantástico. Veja a reportagem.


O STJ na berlinda

Algo não está certo no STJ
Por Claudio Dantas - O Antagonista
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Preso na Calvário, o ex-secretário adjunto de Educação da Paraíba José Arthur Viana Teixeira teve seu habeas corpus negado hoje pela vice-presidente do STJ, Maria Thereza de Assis Moura.

Ela despachou na ausência da relatora, Laurita Vaz, e do impedimento do presidente do STJ, João Otávio de Noronha.
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Curiosamente, ontem quem decidiu no caso foi Napoleão Maia, que libertou o ex-governador Ricardo Coutinho e seu irmão, Coriolano.

O que mudou de um dia para o outro?

E a Greta?

Greta Thunberg foi escolhida como pessoa do ano pela revista Time
Greta Thunberg é uma fraude. E a culpa nem é dela
Por J.R. Guzzo - GazetadoPovo

Está na hora de dizer algumas verdades sobre essa Greta – ou, mais precisamente, de colocar em letra de forma uma relação de fatos que demostram com clareza uma das mais monumentais empulhações jamais produzidas pelo movimento ambientalista sobre a face da Terra.

Movimento? Não exatamente. A palavra correta, na hipótese mais benigna, é “religião” – um conjunto de crenças, com diferentes graus de sinceridade, e não de convicções baseadas em fatos que possam ser comprovados através da observação material da realidade. Na hipótese mais maligna, a palavra certa é “vigariceum conjunto de ações destinadas a obter vantagens econômicas, políticas e de outros tipos para organizações ou indivíduos que se apresentam como defensores da preservação da natureza.

Entre uma coisa e outra, há 50 tons diferentes de seriedade e de embuste. O fato é o joio se misturou com o trigo – e se misturou de forma tão extrema que ficou praticamente impossível separar a honestidade do embuste.

Greta Thunberg, a garota sueca de 16 anos que no espaço de apenas doze meses foi transformada por gente boa e por picaretas, ao mesmo tempo, numa das figuras de maior impacto na cena mundial, é hoje uma imensa fraude. A culpa nem é diretamente de Greta, coitada – ela provavelmente nem sabe o que está fazendo, ou sabe muito pouco. Os autores da trapaça são os promotores de interesses, negócios e causas político-ideológicas que tiram proveito material direto ou indireto da pregação da menina-celebridade que fabricaram – e que há um ano arrastam de um lado para outro do mundo numa cruzada do tipo “tem de parar tudo para salvar o planeta”.

Há toda espécie de gente envolvida nisso, a começar pelos pais da garota – que já contam, por sinal, até com uma assessoria profissional de imprensa. É um conglomerado que hoje inclui parte da elite empresarial da Suécia, grandes empresas de energia, fundos de investimento, vendedores de soluções para problemas ambientais e os mais variados tipos de entidades com interesses diretos na questão ecológica mundial.

E quanto à própria Greta? Os fatos que mostram a trapaça montada em torno dela são bem conhecidos, e estão devidamente demonstrados pela mídia internacional – a mesma, aliás, que tem participação direta na sua transformação em estrela que fala na ONU, é recebida pelos grandes desse mundo, mete medo em multinacionais e conta com a bajulação de dez entre dez celebridades mundiais.

Eis aqui um resumo dessas realidades:

Greta não completou o ensino médio. Não vai mais à escola e não recebe há um ano nenhum ensinamento ministrado por educadores de ofício.

Não tem, comprovadamente, nenhuma informação séria sobre nada do que diz.

Greta é autista, transtorno neurológico que, entre outros efeitos, geralmente leva as pessoas a terem um comportamento repetitivo, ficarem fixadas em um só assunto ou interesse e se mostrarem indiferentes ao diálogo com os outros.

Não consegue responder com nexo perguntas feitas em entrevistas à imprensa.

Nunca cumpriu uma jornada de trabalho.

Nada disso leva Greta às alturas de uma Dilma Rousseff, por exemplo, em matéria de tumulto mental – também não se sabe de nada que seja ilegal em sua conduta, e é certo que autistas podem levar, dentro de determinados limites e condições, uma vida útil e produtiva. Mas é óbvio, também, que promover uma garota com o seu grau de ignorância à posição de pensadora vital para a humanidade é um despropósito em estado puro; Greta, embora seja tratada como tal, não é uma Aristóteles.

Há, enfim, o sério problema de que Greta, por tudo que tem dito nestes seus tempos de glória, parece ter acumulado ódio demais para alguém que só tem 16 anos. Nessa toada, como estará quando tiver 26? Ela repete, em seu refrão mais festejado, que “vocês roubaram os meus sonhos”, ou coisa parecida. Vocês quem? O autor dessas linhas certamente não roubou nada de Greta, nem conhece alguém que tenha roubado. O leitor também não. Quem roubou, então? Só podem ser os 7 bilhões de habitantes do planeta – aí sim, toda essa gente, pelo simples fato de existir, atrapalha um colosso: os salvadores do planeta.

O grande problema de Greta Thunberg, de seus admiradores ou exploradores e de todos que pensam como ela, no fim das contas, é um só: as pessoas. Eles não gostam de gente; o que realmente os irrita é a presença de seres humanos no ambiente terrestre. Gostariam de um mundo sem pessoas; poderiam, aí, ter oceanos limpíssimos, uma Amazônia dez vezes maior do que é, girafas com saúde de ferro e tartarugas que jamais iriam engolir um canudinho de plástico. É uma pena para eles, mas isso não vai dar.