sábado, 30 de junho de 2018

Incêndio, hoje à noite, no Parque do Povo, em Campina Grande. As redes sociais espalham fotos e vídeos do acidente. Vejam.

 

Se a raiz for grande demais, já sabe por onde tira teu dente, né, Marquin?

Dor de dente 
Marcos Pires 

Inicialmente iria escrever sobre as mudanças que estão ocorrendo nos cerimoniais dos casamentos. O chic agora são festas para poucos, com cardápios minimalistas. Se a moda pegar conheço muita gente que vai se dar mal, principalmente os que vão às festas levando sacos plásticos para encher as bolsas das esposas com salgadinhos e doces. Depois pensei em escrever sobre a maconha, mas surgiram histórias incríveis de pessoas que hoje são Excelências, de modo que deixei quieto. 

Enfim, como irei à dentista depois de muito tempo, tentei diminuir meu pânico procurando historias encorajadoras. No nosso escritório de advocacia os pândegos me “encheram” de coragem. “- Dr. Marcos, um primo meu foi ao dentista e reclamou quando soube que pagaria mil reais por uma simples extração, argumentando que era muita grana para 5 minutos de serviço, ao que o dentista emendou dizendo que por isso não; poderia demorar uma hora na extração, balançando o dente pra lá e pra cá”. Aproveitando o mote, o outro nobre causídico do nosso escritório disse que foi contratar os serviços desse mesmo dentista, mas perguntou se não poderia fazer um menos. Poderia sim, sem anestesia sairia por 600 reais. Como o nosso advogado ainda estivesse achando caro, o profissional propôs 300 reais se o serviço fosse feito por um estagiário. O advogado fez uma oferta; por cem reais o que ele conseguiria? O dentista, muito irritado, disse que por esse preço colocaria a faxineira do consultório para fazer a extração. “-Fechado, Doutor, trago minha sogra amanhã”. 

Tudo isso eu contei a meu amigo Marco Leite, que é de Piancó. Lá, antigamente o dentista dividia com o barbeiro a mesma cadeira de madeira, alternando-se ambos no atendimento dos clientes

“- Marcão, meu tio chegou e perguntou quanto era para extrair um dente queixar, daqueles com umas oito raízes. O dentista mandou abrir a boca, viu que era parada dura e cobrou duzentos reais. Meu tio tem dinheiro, mas é muito miserável. Até poderia pagar o serviço, mas teve uma ideia dessas de jerico, só para não gastar. Pois você acredita que ele perguntou ao dentista quanto pagaria se ao invés de extrair seu dente, o profissional deixasse o bichinho somente meio mole?”. 

Alguém sabe informar qual o Santo protetor dos pobres coitados que morrem de medo dos Dentistas? 

Rezem por mim.
Josias de Souza
A defesa de Lula não dá sorte com magistrados paranaenses. Em Curitiba, esbarrou no estilo sanguíneo de Sergio Moro. Em Brasília, topou com o método cirúrgico de Edson Fachin. Aplicou contra Fachin a mesma tática de guerrilha judicial empregada contra Moro. Consiste num excesso de litigância que beira a má-fé. Tratado como magistrado que cerceia advogados, Fachin passou menos recibo do que Moro. E marcou dois gols em menos de uma semana. Num, expôs a fragilidade da defesa do principal preso da Lava Jato. Noutro, manteve Lula na tranca pelo menos até agosto.

Para azar de Lula, Fachin é uma discreta criatura. Sem vida social, costuma levar trabalho pra casa. Aplicado, esteve sempre um lance na frente dos doutores. Desarmou a primeira jogada ao farejar o surto libertário que tomou conta da Segunda Turma do Supremo, a qual integra na condição de minoritário crônico.

Com antecedência premonitória, Fachin retirou o recurso de Lula da pauta de uma sessão avassaladora. Nela, a trinca Toffoli-Gilmar-Lewandowski anulou provas contra um petista (Paulo Bernardo), suspendeu ação penal contra um tucano (Fernando Capez), manteve solto um lobista ligado ao MDB (Milton Lyra) e abriu duas celas: a do petista José Dirceu e a do ex-tesoureiro do PP João Claudio Genu.

Antecipando-se a um pedido da defesa para a recolocação do “Lula livre” na agenda da segundona, Fachin enviou a encrenca para o plenário da Corte. Com um movimento de caneta, tirou da jogada Toffoli, Gilmar e Lewandowski. E deixou zonza a defesa. Quando os doutores protocolaram uma reclamação requerendo a troca de relator, o sorteio foi feito no plenário geral, não no Jardim do Éden da Segunda Turma.

Por obra e graça dos deuses do acaso, o sorteio enviou a reclamação da defesa para a mesa de Alexandre de Moraes. Os doutores alegavam que Fachin violara o princípio do juiz natural ao retirar o recurso de Lula da Segunda Turma. E Moraes: ''Inexistiu qualquer violação ao princípio do juiz natural, pois a competência constitucional é desta Suprema Corte, que tanto atua por meio de decisões individuais de seus membros, como por atos colegiados de suas turmas ou de seu órgão máximo, o plenário.''

A reclamação desceu ao arquivo sem que Moraes precisasse decidir sobre o pedido de liminar para que Lula fosse libertado imediatamente. Esse assunto volta à alçada de Fachin. Com um detalhe: o relator da Lava Jato cuidou de iluminar uma dobra do recurso que a defesa preferia manter invisível.

Está em jogo, além da libertação do preso, sua inelegibilidade, realçou Fachin no ofício em que encaminhou a matéria ao plenário. Os advogados tentam desconversar. Renegando a própria petição, alegam que nunca trataram de questões eleitorais. Querem apenas libertar Lula. O feitiço da defesa acabou enfeitiçado. Raras vezes assistiu-se a tão poucos doutores fazendo tanta besteira em tão pouco tempo.

Sem vocação para o papel de bobo, Fachin pediu explicação sobre as segundas intenções eleitorais da defesa. No mais, afora o risco de uma bala perdida disparada por um dos libertadores do Supremo —Gilmar Mendes, por exemplo— Lula permanecerá preso pelo menos até que Cármen Lúcia decida pautar o julgamento do recurso no plenário. Algo que não ocorrerá antes de agosto. Com método, Fachin passou a última semana antes do recesso de julho batendo palma para a defesa de Lula dançar.
Ciro Gomes, muita massa, pouco recheio
por Bruno Garschagen - GazetadoPovo

Ciro Gomes é insuperável. É um colecionador de impropérios e uma metralhadora de inverdades políticas e econômicas. Adora xingar adversários ou todo aquele com quem ele não concorda. Seu ataque recente a Fernando Holiday, a quem chamou de “capitãozinho do mato” durante sabatina na rádio Jovem Pan, é mais um da sua longa ficha corrida de sandices e destemperos. Procurem: há farto, e revelador, material no YouTube.

O pré-candidato à Presidência pelo PDT diz barbaridades impunemente, com tranquilidade de profissional, sem ser questionado adequadamente nos debates e nas entrevistas. Nessas ocasiões, não vi até agora uma única alma confrontar com dados, estatísticas e análises fundamentadas as mentiras que ele despeja com sua conhecida e agressiva soberba. E ele o faz em ambientes onde, supostamente, deveria ser desmascarado, como as universidades.

Se já é perturbador o fato de Ciro Gomes ser convidado por alunos e instituições de ensino nacionais e internacionais para dar palestras sobre economia, um assunto que ele finge dominar em todos os seus aspectos, é ainda mais grave – e revelador do estado de coisas – que seja tratado com tanto servilismo e leniência por parte de alunos e professores.

O Instituto Mercado Popular (IMP) levantou algumas mentiras de Ciro Gomes sobre previdência, dívida pública e metas de inflação. Os artigos valem a leitura. Sobre a previdência, para ficar num exemplo, Ciro afirmou em entrevista ao Infomoney que o problema derivava, “em grande parte, da demografia e do fato de as maiores pensões levarem mais da metade das despesas”. Segundo o IMP, a afirmação é falsa: os gastos com todas as pensões, e não apenas com as altas, equivalia a 13% do PIB e o Regime Geral de Previdência Social representava a maior despesa previdenciária (8% do PIB).

Desde que se lançou pré-candidato à Presidência, Ciro tem sido beneficiado pela postura de jornalistas e comentaristas que, diante dele, demonstram uma combinação de despreparo e medo de confrontá-loele que mente com desenvoltura e segurança. Por outro lado, quando se trata do pré-candidato Jair Bolsonaro, os mesmos jornalistas e comentaristas são implacáveis e até mesmo grosseiros. Por quê?

O corolário dessa atitude de não atacar as inúmeras fragilidades de Ciro Gomes é atribuir-lhe credenciais intelectuais e políticas que ele não tem. E mais: a passividade com que é tratado legitima o seu discurso e, portanto, a sua própria candidatura, transmitindo a imagem de que ele é, de fato, alguém preparado para assumir a Presidência.

Mesmo o seu notório desequilíbrio e intolerância passam como se fossem algo menor. Não são, e permitem antever como ele se comportaria futuramente no cargo na hipótese de, havendo um delírio coletivo no país, ele se eleger presidente.

O problema do pré-candidato do PDT não se limita à sua personalidade intempestiva. Seu projeto de poder pessoal e seu plano de governo fazem parte da tradição autoritária da política brasileira. Ciro é estatista, economicamente intervencionista, contra importações, contra privatizações.

Numa entrevista publicada pela revista American Quaterly na semana passada, ele ameaçou que, se eleito presidente, irá expropriar todos os campos de petróleo vendidos durante o governo de Michel Temer. Mesmo que tenha dito que seu governo pagaria a compensação devida, assusta haver um candidato à presidência em 2018 que ameace repetir no Brasil o que os governos de Evo Morales na Bolívia e Hugo Chaves na Venezuela fizeram no passado recente.

Ciro também afirmou na mesma entrevista que o seu projeto é de centro-esquerda porque o país não precisa de um governo de esquerda, como se centro-esquerda não fosse esquerda e como se o seu plano de governo não fosse uma coletânea dos piores momentos da esquerda brasileira no poder.

Com o início e o desenrolar da campanha, é provável que o pré-candidato do PDT lance mais impropérios, ofenda mais gente e conte mais inverdades com aquela verborragia própria difícil de acompanhar. Ciro Gomes, o Cirão da Massa, tem muita massa apimentada, mas quase nenhum recheio.
DiáriodoPoder
João Ribeiro pediu ao então governador ACM para ser nomeado prefeito de Pilão Arcado (BA), município de “segurança nacional”. Sabia que era preciso o apoio dos vereadores da Arena, mas dois deles o recusaram. Nem adiantou contar que era íntimo do homem. Desolado, Ribeiro contou sua dificuldade a ACM, que mandou chamar os dois. – Os vereadores de Pelão Arcado estão aí – avisou um assessor. 

Ao entrar, a dupla encontrou ACM e Ribeiro esparramados nos sofás, papeando, rindo muito. Um dos vereadores se apressou: – Governador, estamos aqui para declarar apoio ao João Ribeiro.
A DISPUTA NO TJPB
LENA GUIMARÃES
CorreiodaParaíba

A ideia de que acompanhar magistrados interpretando e aplicando leis é monótono ou coisa para especialistas, caiu por terra há muito tempo. Aliás, tem um marco bem definido: o julgamento do Mensalão pelo STF, tendo como estrela o relator Joaquim Barbosa e como réus, 38 expoentes da política, do sistema financeiro e da publicidade.

Foram necessárias 69 sessões. O julgamento começou em agosto de 2012 e terminou em março de 2014. Entre os 24 condenados, o delator Roberto Jefferson, o ex-ministro José Dirceu, o tesoureiro do PT Delúbio Soares, o deputado e ex-presidente do PT José Genoino, o publicitário Marcos Valério, a presidente do Banco Rural Katia Rabelo...

Foi graças as transmissões das sessões que os brasileiros se conscientizaram do poder do Judiciário e que pode tanto ser aliado da sociedade, como dos que querem usá-la em proveito próprio.

Desde então, os holofotes não deixaram o Judiciário, especialmente quando está escolhendo um novo desembargador, como ocorre no TJPB, que há quase um ano iniciou o processo de preenchimento da vaga aberta com a aposentadoria de Maria das Neves do Egito.

Por que a demora? Nunca, em toda a sua história, o TJ precisou de tanto tempo. A resposta “oficial”é que tem muitos candidatos e a análise dos currículos demandou tempo.O critério de preenchimento é “antiguidade”, e a decisão final em votação do Pleno.

Em “off”, surgem duas versões bem diferentes: a primeira, que dois grupos disputam o poder na Corte, querem eleger um “aliado” para garantir maioria, mas nenhum tem segurança no resultado.

A segunda, o dilema do juiz Wolfram da Cunha Ramos, que já constou na lista tríplice duas vezes e agora tem vaga garantida. Seu “defeito”é ter dois irmão que já são desembargadores da Corte,Abraham Lincoln e Marcio Murilo. Seriam três irmãos em 19 votos, o que equivale ao 1/5 constitucional da OAB e do MP.

Como os dois irmãos estarão impedidos de votar, o juiz Wolfram seria prejudicado na votação. Só disputaria 16 dos 18 votos atuais.

As apostas são de que novo desembargador está entre Ricardo Vital, Onaldo Queiroga, Marcos William, Alexandre Targino, Miguel de Britto Lyra, João Batista Barbosa e Eduardo Lisboa.

Torpedo

"O STF não tem consciência do papel que ele deve representar. O Supremo passa a ideia de que ser corrupto vale a pena. E os ministros devem ser cobrados por isso. Não é possível um país ficar à deriva de conveniências políticas das decisões dos ministros" (Do jurista Miguel Reale Jr., sobre decisão da Segunda Turma do STF que soltou José Dirceu, condenado em 2ª Instância a 30 anos de prisão.)

Discriminação 1

Para Eliza Virginia, a decisão da 1º Vara da Fazenda Pública de suspender sanções aos que não afixarem cartazes alertando que discriminação por opção sexual é crime, atesta a ilegalidade da norma estadual.

Discriminação 2

“A Assembleia errou ao fazer e aprovar uma lei dessa”, sustenta a vereadora Eliza Virgínia, que lamentou não só o fato de impor uma opinião aos comerciantes, como também de ignorar outras minorias.
Vitória da liberdade dos trabalhadores
Supremo respalda reforma trabalhista ao decidir que não há base para manter a cobrança compulsória para bancar sindicatos
Gazeta do Povo 

Em uma vitória para os trabalhadores e sua liberdade de contribuir ou não para uma entidade sindical, o Supremo Tribunal Federal encerrou, nesta sexta-feira, o julgamento sobre a constitucionalidade do trecho da reforma trabalhista que derruba a antiga contribuição sindical obrigatória. Até a entrada em vigor da reforma, o valor equivalente a um dia de salário de todos os trabalhadores era descontado e revertido para o sindicato da categoria ou, em sua ausência, para uma confederação ou central sindical, isso independentemente de o trabalhador ser filiado ou não. Com a nova regra, o desconto depende de autorização expressa do empregado – nem mesmo a aprovação em assembleia tem o poder de impor a cobrança a quem discorda dela.

O ministro Luís Roberto Barroso, um dos seis que votaram pelo fim da cobrança obrigatória (além de Luiz Fux, Alexandre de Moraes, Gilmar Mendes, Marco Aurélio Mello e Cármen Lúcia), chegou a dizer, no plenário do STF, que esse assunto nem devia competir aos magistrados, mas ao parlamento. E tem razão, tanto que foi o Congresso que decidiu a respeito quando aprovou a reforma trabalhista. Se o tema chegou ao Supremo, foi porque sindicatos e centrais, inconformados com a perda de uma verba generosa que até pouco tempo atrás era garantida, buscaram a Justiça e conseguiram o apoio de juízes claramente dispostos a atrapalhar a implantação da reforma trabalhista. As decisões que autorizavam a cobrança compulsória eram seguidamente derrubadas nos Tribunais Regionais do Trabalho ou no Tribunal Superior do Trabalho, mas a insegurança jurídica persistia. Espera-se, agora, que a decisão do STF encerre de vez a controvérsia.

A decisão não é uma derrota para os sindicatos, mas para certo tipo de sindicalismo

Curiosamente, o debate travado no Supremo centrou-se mais em questões políticas, como o enfraquecimento da estrutura sindical, que na controvérsia propriamente jurídica e na qual alguns juízes se basearam para dar razão aos sindicatos: a suposta necessidade de o fim da cobrança compulsória exigir aprovação de lei complementar, e não de lei ordinária, o que era o caso da reforma trabalhista. Mesmo este argumento, no entanto, era bastante frágil

Os ministros que foram votos vencidos – Dias Toffoli, Rosa Weber e o relator Edson Fachin – demonstraram preocupação com a fragilização dos sindicatos decorrente da diminuição de receita. Não deixa de ser uma preocupação bastante pertinente, pois mesmo quem é contra a cobrança obrigatória reconhece o papel e a necessidade dos sindicatos como instância intermediária que, em muitos casos, é o único recurso que o trabalhador tem para negociar em pé de igualdade com os patrões. Mas os três magistrados não foram capazes de explicar por que o dinheiro dos sindicatos teria de vir por meio de uma cobrança obrigatória, retirando dinheiro de pessoas que não têm intenção de sustentar uma entidade sindical, pelos mais diversos motivos – mesmo raciocínio, aliás, que serve para mostrar o absurdo de fundos partidários e eleitorais, em que o contribuinte é obrigado a bancar políticos e partidos, mesmo aqueles dos quais discorda visceralmente.

O resultado do julgamento iniciado na quinta e encerrado nesta sexta-feira é uma vitória da liberdade do trabalhador, não mais obrigado a sustentar entidades às quais não deseja se associar. E é uma derrota não dos sindicatos, mas de uma forma específica de sindicalismo: aquele mais devotado à atuação político-partidária e outras atividades alheias ao real motivo de sua existência, o interesse dos seus representados. Os sindicatos que são reconhecidos como autênticos defensores dos direitos dos empregados continuarão a gozar do apoio dos trabalhadores por meio da filiação, com o consequente pagamento das taxas correspondentes, de livre e espontânea vontade.

Os sindicatos e centrais, no entanto, não estão dispostos a aceitar tão facilmente a decisão, e agora devem pressionar pela aprovação, no Congresso, de projetos de lei que criam novas formas de financiamento que vão além das receitas fornecidas voluntariamente por seus filiados, como é o caso do PL 5.795/2016. Isso seria uma reversão para a situação anterior à reforma trabalhista, um retrocesso para a liberdade do trabalhador e que só beneficia as entidades interessadas em tirar dinheiro do empregado sem se esforçar para lhe oferecer uma contrapartida justa.

Na capa d'O Globo


No jornal Lance: Copa com grandes jogos


As manchetes do Jornal do Commercio


Os destaques do jornal Estado de Minas


As manchetes de jornais brasileiros neste sábado

FolhadeSãoPaulo: Supremo dá aval ao fim do imposto sindical obrigatório

Globo: Decisão do STF consolida a reforma trabalhista

Extra: Craques jogam para se encontrar nas Quartas

Estadão: Supremo veta imposto sindical e derruba 15 mil ações no país

ValorEconômico: Ano eleitoral expõe problemas estruturais do Brasil

ZeroHora: VAR: a estrela da Copa

EstadodeMinas: STF mantém fim do imposto sindical obrigatório

CorreioBraziliense:  Supremo rejeita contribuição sindical obrigatória

CorreiodaBahia: Polícia investiga 'lista da morte' com 26 nomes de advogados

DiáriodePernambuco: Incerteza afasta novos investimentos

DiáriodoNordeste: Emendas e recursos são parte da compra de voto

CorreiodaParaíba: IBGE revela que PB tem mais de 36 mil morando em risco

sexta-feira, 29 de junho de 2018

Vai vendo...

 

Negro, trabalhador, pai de família e hoje [ontem] morreu com um tiro na cabeça no Morro dos Macacos. Cadê a imprensa, Movimento Negro, Direitos Humanos, OAB, PSOL, a PQP não vão pedir celeridade nas investigações? Indignação seletiva, FDP'S. Descanse em paz guerreiro!
Enfim, a modernização sindical
Editorial de O Globo

A confirmação, por maioria de votos no Supremo (6 a 3), da substituição do imposto sindical pela contribuição espontânea do associado vale quase como uma reforma trabalhista inteira, pelo impacto positivo direto na questão crucial da representatividade no mundo das relações de trabalho.

Sempre cabe lembrar que o metalúrgico Luiz Inácio Lula da Silva tornou-se líder do “novo sindicalismo”, na década de 70, na defesa de uma pauta de modernização — contra a herança “varguista” —, de que fazia parte a extinção do imposto sindical, embutido na Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT), aprovada em 1943, na ditadura do Estado Novo de Getúlio Vargas.

Inspirada na Carta del Lavoro do italiano Mussolini, a CLT é a argamassa que deu forma ao modelo fascista de subordinação dos sindicatos ao Estado, fossem de trabalhadores ou patronais. E o imposto sindical surgiu como pilar financeiro desta construção.

Lula e seus metalúrgicos da década de 70 queriam, com razão, acabar com o imposto para que os sindicatos se aproximassem das categorias, tornando-se de fato representativos. Pois, agora, se os dirigentes sindicais não prestarem eficientes serviços às bases, não terão, por óbvio, como sobreviver financeiramente. Mas, ao chegarem ao poder, Lula e PT esqueceram-se desta bandeira, por conveniência política.

No julgamento de hoje, o relator, Edson Fachin, e os ministros Dias Toffoli e Rosa Weber formaram a minoria diante da posição vencedora de Luiz Fux, Alexandre de Moraes, Luís Roberto Barroso, Gilmar Mendes, Marco Aurélio e Cármen Lúcia. A maioria não concordou com supostas barreiras constitucionais ao fim do imposto. Afinal, como se argumentou, impedir a conversão do imposto em contribuição espontânea significaria ferir o princípio da liberdade sindical.

Além da oxigenação do funcionamento do meio sindical, haverá um saneamento ético. Criado o cartório dos sindicatos e estabelecida a contribuição compulsória, a atividade tornou-se atrativa a golpistas. Eis a razão dos escândalos que, de tempos em tempos, surgiram no Ministério do Trabalho, não por acaso muitos deles em departamentos que tratam de sindicatos, cobiçada fonte de dinheiro fácil. Com a decisão do STF, há menos um canal de desvio de dinheiro do cidadão.
Veja os confrontos das oitavas de final da Copa do Mundo
O primeiro jogo será no dia 30 de junho com França x Argentina, às 11h
Noticiasaominuto
A fase de grupos da Copa do Mundo chegou ao fim nessa quinta-feira (28) com os jogos dos Grupos G e H. Agora, as 16 seleções que conseguiram ser superiores se preparam para enfrentar os próximos adversários nas oitavas de final, que começam neste sábado (30). Dos times que avançaram para a etapa seguinte, apenas o Brasil esteve presente nesta fase em todas as edições da Copa, com nove participações.

Confira abaixo os duelos das oitavas:

30 de junho
França x Argentina, às 11h
Uruguai x Portugal, às 15h

1º de julho
Espanha x Rússia, às 11h
Croácia x Dinamarca, às 15h

2 de julho
Brasil x México, às 11h
Bélgica x Japão, às 15h

3 de julho
Suécia x Suíça, às 11h
Colômbia x Inglaterra, às 15h

De amanhã 'in'vante' começa o rojão das Oitavas de Final da Copa do Mundo.


A capa do jornal cajazeirense Gazeta do Alto Piranhas


Tadinha...Era a última amostra do tecido e nem deu pra fazer a saia...


Os sindicatos terão a oportunidade, agora, de atrair trabalhadores e ter legitimidade.

URGENTE: STF MANTÉM O FIM DO IMPOSTO SINDICAL OBRIGATÓRIO
O Antagonista

O STF acaba de formar maioria para decretar a constitucionalidade do fim do imposto sindical obrigatório, um dos pilares da reforma trabalhista aprovada pelo Congresso Nacional.

Votaram nesse sentido Luiz Fux, Alexandre de Moraes, Luís Roberto Barroso, Gilmar Mendes e Marco Aurélio Mello.

Ficaram vencidos Edson Fachin (relator), Rosa Weber e Dias Toffoli.

O 'boyzin' queria ver uma 'coisinha'...


A placa LGBT e os mitos e verdades sobre a decisão da juíza
Heron Cid - MaisPB
Placa alerta sobre discriminação sexual; para magistrada, obrigação imposta é ilegal

No Brasil de hoje, caldeirão de conflitos, tudo fica à flor da pele. E quando se toca em temas naturalmente sensíveis, aí a coisa pega fogo, como foi o caso da sentença da juíza Flávia Costa, de João Pessoa, que viu ilegalidade na obrigatoriedade imposta a estabelecimentos comerciais de afixar placas contra discriminação sexual, sob pena de multa.

Primeiro, o despacho da juíza só salvaguarda as empresas que foram à Justiça levantar a ilegalidade da obrigação. Portanto, não derruba a lei, que continua em vigor, apesar de abrir precedente para outras demandas jurídicas.

Segundo, a sentença da magistrada não retira um só direito humano e nem muito menos ataca ou reforça preconceito sexual. Apenas e tão somente acaba a obrigação de afixação da placa e a consequente punição para quem, por algum motivo, não se sinta convencido a colocar à revelia uma advertência contra discriminação específica.

Terceiro. Diferente do que dizem os defensores da obrigatoriedade, a ação não é uma campanha educativa contra a violência sexual. É uma lei, portanto impositiva, e tem caráter permanente. Campanha é uma ação espontânea de período específico e é algo puxado pelo próprio Estado.

Quarto. Quantos e quais são os relatos ou casos de violência ou discriminação contra LGBT em bares, restaurantes, shopping’s da Paraíba? Olhares atravessados existem até para quem chega no ambiente com um piercing ou uma camisa desbotada, infelizmente.

Não se pode confundir a justa luta contra a homofobia e o respeito às diferenças com uma política institucional de Estado de afirmação e orgulho gay. Para isso, já existem as paradas e movimentos próprios.

É um equívoco combater intolerância com intolerância. O recurso de ferramentas com viés de intimidação produz efeito colateral. Em vez de plantar adesão, colhe-se antipatia. E, ironicamente, o que deveria ser pra unir aprofunda o apartheid do “nós contra eles”.

Nesse ponto, até a maioria dos gays – aqueles que não são engajados em compromissos de militâncias – concorda.
Empresa espanhola construirá parque eólico de quase R$ 5 bi na Paraíba
PBAgora
(Fonte: Agência EFE)
A empresa Neoenergia, filial da companhia elétrica espanhola Iberdrola, construirá no Brasil um complexo eólico no valor de 1 bilhão de euros, que contará com uma potência de 565 megawatts (MW), 471 novos e 94,5 que já estão operacionais, e será o maior da América Latina.

Segundo informou nesta quarta-feira a Iberdrola em Madri, o complexo, formado por 18 parques, estará situado próximo da cidade de Santa Luzia, no estado da Paraíba, uma das áreas com maior potencial eólico das Américas.

Fontes do mercado consultadas pela Agência Efe indicaram que o projeto representará um investimento de perto de 1 bilhão de euros, cerca de US$ 1,165 bilhão no câmbio atual.

Os aerogeradores – 136 turbinas de 3,4 MW de potência – serão fornecidos pela companhia hispano-alemã Siemens Gamesa, e será o maior contrato da história desta empresa no Brasil.

A Siemens Gamesa instalará aerogeradores do modelo SG132, um dos mais novos e eficientes do mercado, com pás de 65 metros de comprimento, com compromisso de fornecer energia para 2023.

“Estamos muito orgulhosos que a Iberdrola confie em nós para este projeto tão importante. Trata-se de um marco na história da energia eólica brasileira, já que representa um dos maiores acordos de fornecimento de aerogeradores no país”, destacou em uma nota o executivo-chefe da Siemens Gamesa para as Américas, José Antonio Miranda.

O projeto contribuirá para fomentar a geração de emprego em nível local, com mais de 1.200 contratações previstas durante a fase de construção, segundo a Iberdrola.

Além disso, as turbinas serão fabricadas na unidade que a Siemens Gamesa tem em Camaçari, na Bahia.

Com esse projeto, a Neoenergia, na qual também foi integrada a companhia Elektro, dispõe de cerca de 1.000 MW entre parques em operação e em construção no Brasil e de aproximadamente 13,6 milhões de pontos de fornecimento.

A Siemens Gamesa, por sua vez, está presente no Brasil há oito anos e tem se consolidado como a segunda maior fabricante do país, com uma quota de mercado de 24% e a instalação de mais de 1.500 turbinas com uma potência total de 3 gigawatts (GW).
Nosman Barreiro toma posse na FPF e promete moralizar futebol paraibano
Thaysa Videres - ParaíbaJá
Na tarde desta quinta-feira (28), o vice-presidente da Federação Paraibana de Futebol (FPF), Nosman Barreiro, assumiu o cargo de presidente em substituição a Amadeu Rodrigues. Amadeu foi afastado por força de uma decisão judicial por suspeita de envolvimento em um suposto esquema de compra de árbitros e manipulação de resultados.

De acordo com o agora presidente da FPF, o objetivo será o de mostrar a transparência na instituição e, segundo ele, passar a limpo todo esse processo que envergonhou a Paraíba. Nosman foi eleito em 2014 ao lado de Amadeu Rodrigues. Ambos assumiram seus cargos em 2015, mas ainda no início da gestão romperam relações.

O presidente da FPF anunciou que fará alterações no quadro de funcionários da entidade e ressaltou que buscará fazer com que o futebol paraibano sirva de exemplo para todo o país. Nosmam revelou desejos de moralizar e tornar mais transparente o esporte no estado através de mais diálogo com os clubes paraibanos. “Os clubes não tem culpa de nada do que aconteceu. Não fosse essa organização criminosa que foi detectada, não estavam passando por isso. Quero dialogar e seguir o trabalho diretamente com todas as equipes. O futebol da Paraíba tem jeito”, afirmou

Nosman deverá ir ao Rio de Janeiro na próxima semana com o intuito de se reunir com integrantes da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) para debater principalmente a respeito da Comissão Estadual de Arbitragem (Ceaf-PB). 
Datena: libertação de Zé Dirceu favorece PCC
José Fucs - BR18

Ao comentar as recentes decisões do STF, como a libertação do petista José Dirceu, o apresentador José Luiz Datena disse que elas podem abrir espaço para colocar em liberdade criminosos comuns.

“Quando você liberta um político ladrão, quando solta um Zé Dirceu, que teria de cumprir pena, dá a perspectiva, pelo princípio igualitário da lei, de libertar amanhã um bandido do PCC, do crime organizado”, afirmou Datena, que lançou sua pré-candidatura ao Senado pelo DEM nesta quinta-feira, 28, em movimentado ato político realizado em São Paulo. 
Estado de exceção 
Um grupo de ministros do STF está em guerra com a democracia 
Por J.R. Guzzo Veja
Os ministros do Supremo Tribunal Federal, Ricardo Lewandowski, Gilmar Mendes e Dias Toffoli 

Esqueça por um momento, se for possível, as ordens do STF que mais uma vez mandaram soltar José Dirceu, o príncipe do PT condenado a 30 anos e nove meses de cadeia por corrupção, além de outros dois colossos da vida pública nacional — um, do PSDB, é acusado de roubar merenda escolar e o outro é tesoureiro do PP. (Só isso: tesoureiro do PP. Não é preciso dizer mais nada.) Faz sentido um negócio desses? Claro que não. Não existe na história do Judiciário brasileiro nenhum réu condenado a mais de 30 anos de prisão por engano, ou só de sacanagem; dos outros dois nem vale a pena falar mais do que já se vem falando há anos. Mas a questão, à esta altura, já não é o que cada um deles fez ou é acusado de ter feito no mundo do crime — a questão é o que estão fazendo os ministros supremos que abriram a porta da cadeia para os três, e virtualmente para todo o sujeito que hoje em dia é condenado por roubar o erário neste país. Os ministros, pelo que escrevem nas suas sentenças, decidiram na prática que ninguém mais pode ser preso no Brasil por cometer crimes de corrupção. Tudo bem, mas há uma pergunta que terá de ser respondida uma hora qualquer: é possível existir democracia num país onde Gilmar Mendes, Antonio Dias Toffoli, Ricardo Lewandowski e Marco Aurélio Mello, com a ajuda de algumas nulidades assustadas e capazes de tudo para remar a favor da corrente, decidem o que é permitido e o que é proibido para 200 milhões de pessoas? 

Esse grupo de cidadãos está no STF por indicação, basicamente, de um ex-presidente da República hoje na cadeia, condenado a 12 anos por corrupção e lavagem de dinheiro, e por uma ex-presidente deposta por quase três quartos dos votos do Congresso. Foram aprovados para seus cargos pelo Senado Federal do Brasil — um dos ajuntamentos mais corruptos que se pode encontrar entre os seres humanos vivos no momento sobre a face da Terra. Jamais receberam um voto. Não respondem a ninguém. Como os loucos, os pródigos e os silvícolas, estão fora do alcance da lei — não podem ser acusados de nada, e muito menos punidos por qualquer ato que venham a cometer. Têm o direito de ficar nos seus cargos pelo resto da vida. Com essa proteção toda, garantida pela Constituição suicida em vigor no Brasil, deram a si próprios o poder de anular provas. Podem ignorar qualquer lei em vigor, recusar-se a aplicar normas legais, não aceitar decisões do Congresso e suprimir procedimentos judiciais. Dizem, é claro, que todas as suas sentenças estão de acordo com as leis — mas são eles, e só eles, que decidem o que a lei quer dizer. Se resolverem que dois mais dois são sete, nenhum brasileiro terá o direito de dizer que são quatro. 

Os grandes gênios da nossa criatividade política, com os seus imensos estoques de sabedoria acumulada, devem ter alguma resposta para a pergunta feita acima. Talvez eles saibam como seria possível manter, ao mesmo tempo, o regime democrático e uma corte suprema povoada por Toffolis, Gilmares e Lewandowskis e dedicada a manter a corrupção como uma atividade legal no Brasil. Para os mortais comuns, está difícil de entender. Não existe em lugar nenhum do mundo, e nunca existiu, uma democracia em que o tribunal mais alto do Poder Judiciário faz uso da lei para impedir a prestação de justiça. Se as atuais leis brasileiras, como garantem os ministros a cada vez que soltam um ladrão de dinheiro público, os obrigam a transformar o direito de defesa em impunidade, então todo o sistema de justiça está em colapso; nesse caso, o que existe é um Estado de exceção, onde as pessoas que mandam valem mais que todas as outras. Contra eles, no entendimento de parte do STF, nenhum fato existe; nenhuma prova é válida. Os Toffolis, etc., conseguiram montar no Brasil um novo fenômeno: ao contrário da fábula narrada por Kafka em “O Processo”, o simples fato de alguém ser acusado perante o tribunal é a prova indiscutível de sua inocência.

As manchetes do jornal Zero Hora


O destaque do jornal Meia Hora


Na capa d'O Globo


Na capa d'O Dia


As manchetes de jornais brasileiros nesta sexta-feira

FolhadeSãoPaulo: Leilão de elétricas trará investimento de R$ 6 bilhões

Globo: Nova regra pode dobrar gasto com plano de saúde

Extra: Justiça manda 42 detentos de volta para o Rio

Estadão: Empatados tecnicamente, Marina e Bolsonaro lideram

ValorEconômico: Ajuste fiscal deve dominar debate eleitoral

ZeroHora: Vida nova para orla da capital

EstadodeMinas: Copa 2018: desequilibrou

CorreioBraziliense:  Ao celebrar vitória do Brasil, jovem se corta com taça e morre

CorreiodaBahia: A Copa em números

DiáriodePernambuco: Ensino público do Estado supera média nacional

DiáriodoNordeste: STJ manda soltar 18 membros da FDN em Fortaleza

CorreiodaParaíba: Plano cortará até 40% por exames'

quinta-feira, 28 de junho de 2018

Saiu o vídeo sobre a nossa festa 6ª do Se7e, no dia 24 de agosto, no Cajazeiras Tênis Clube. Vejam.

Em João Pessoa, você pode comprar a mesa da 6ª do Se7e ligando para o intrépido Sales Fernandes pelos fones 9-9669-7465 ou 9-8821-1764. 

PT mantém a coerência de sempre: 'golpistas' não passarão, mas depende...

PT abre mão da majoritária, confirma apoio a João e retira veto a partidos pró-impeachment
O presidente do PT da Paraíba, Jackson Macedo, em entrevista ao Paraíba Já, na manhã desta quinta-feira (28), reafirmou que a legenda mantém o apoio à pré-candidatura de João Azevêdo (PSB), mesmo que no arco de alianças e na chapa majoritária figurem nomes e partidos considerados “golpistas”. Porém, o partido impõe apenas uma condicional.

“Não é novidade isso. A gente mantém apoio para João, respeitando as alianças que ele faz, desde que tenha palanque para Lula”, afirmou Jackson.

Até o momento, o único nome confirmado para a chapa de João é o do deputado federal Veneziano Vital do Rêgo (PSB), que é pré-candidato a senador e votou, em 2016, para o encaminhamento ao Senado do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT). Nos bastidores, especula-se que o candidato a vice na chapa girassol deve ser ocupada por Efraim Morais, atual presidente estadual do DEM, outro partido expressivo no processo de impeachment da ex-presidente petista.
Neymar mostra seleção unida e “focada em um único objetivo”
IstoÉ

Neymar é um dos principais jogadores da seleção na Copa 

A seleção brasileira venceu a Sérvia por 2 a 0 na quarta-feira (27) e carimbou a vaga para as oitavas de final da Copa do Mundo 2018. Após a partida, o craque Neymar postou em seu Instagram uma foto do grupo unido no avião.

Na legenda, o camisa 10 da seleção escreveu sobre o foco da equipe: “Time, equipe, companheiros, família, ou chame como quiser, unidos e focados em um único objetivo”.

Nas oitavas de final, o Brasil enfrentará o México. A partida está marcada para a próxima segunda-feira, às 11h, horário de Brasília, em Samara.

Confira o post de Neymar abaixo:

O jogo foi bom todo!

Scooby expõe Luana Piovani vendo jogo do Brasil usando apenas calcinha. Veja.
O surfista mostrou mais um momento íntimo com a atriz
Noticiasaominuto
Um dos casais famosos mais polêmicos nas redes sociais, Pedro Scooby e Luana Piovani não escondem a intimidade. A atriz aparece com frequência no Instagram do marido usando lingerie, nua ou seminua. Nesta quarta-feira (27), o surfista mostrou mais um momento íntimo entre eles, ao postar uma foto em que ele assistia ao jogo do Brasil de uma forma inusitada: com a esposa usando apenas calcinha.

"Foi difícil manter o foco! #vaibrasil", escreveu o surfista na legenda da foto em que exibe o corpo de Luana. Os dois, a propósito, curtem férias em Roma, na Itália.

Quando questionada sobre a exposição no Instagram do marido, Luana declarou recentemente que "ele faz porque gosta e eu deixo".

Faz o seguinte, Veneziano: entra com um recurso na 2ª Turma do STF e diz que votou contra Dilma, no impeachment, enganado. Só assim acaba esse mimimi petista...

Deputado faz observação sobre críticas de integrantes do PT/PB à sua pré-candidatura
Paraibaonline

O deputado federal Veneziano Vital do Rêgo (PSB) falou nessa quarta-feira (27) sobre ser visto como ‘golpista’ por correligionários do Partido dos Trabalhadores por ter votado favorável ao impeachment da ex-presidente da República Dilma Rousseff e a flexibilização do discurso de alguns petistas sobre sua participação na chapa do PSB.

Quando o governador fizera a opção de permanecer como governador até o final do seu mandato, no instante que ele me convidava para filiar ao PSB e ser candidato na sua vaga ao Senado Federal, o que vi e ouvi foram manifestações no início isoladas, que continuaram a ser até o instante em que observávamos palavras como a da ex-presidente Jucélia Figueiredo, do ex-presidente Charliton e do presidente estadual Jackson, sem perdas da entrevista que foi concedida pela presidente do PT em nível nacional, Gleisi Hoffmann, de que isso é um assunto já superado – destacou o parlamentar.
TJPB promove 26 juízes da 1ª para a 2ª Entrância
Tjpb.jus.br
O Pleno do Tribunal de Justiça da Paraíba promoveu, por unanimidade, 26 magistrados de 1ª para a 2ª Entrância. As promoções ocorreram em harmonia com os pareceres apresentados pelo corregedor-geral de Justiça, desembargador José Aurélio da Cruz. A sessão foi realizada na manhã desta quarta-feira (26) e conduzida pelo presidente do TJPB, desembargador Joás de Brito Pereira Filho.

Pelo critério de antiguidade, foram promovidos os juízes Renato Levi Dantas Jales (Brejo do Cruz); Fernanda de Araújo Paz (2ª Vara Mista de Catolé do Rocha); Ana Flávia Jordão Ramos Fornarazi (São José de Piranhas); Kleyber Thiago Trovão Eulálio (1ª Vara Mista de Conceição); João Lucas Souto Gil Messias (Sumé); Caroline Silvestrini de Campos Rocha (Uiraúna); Agílio Tomaz Marques; (2ª Vara Mista da Comarca de São João do Rio do Peixe); Luiz Gonzaga Pereira de Melo Filho (Pocinhos); Janete Oliveira Ferreira Rangel (3ª Vara Mista de Catolé do Rocha) e Iano Miranda dos Anjos (Pilões).
Os magistrados vão assumir, respectivamente, a 3ª Vara Mista de Catolé do Rocha, 2ª Vara Mista de Catolé do Rocha, 4ª Vara Mista de Cajazeiras, 1ª Vara Mista de São João do Rio do Peixe, 6ª Vara Mista de Sousa, 2ª Vara Mista de Sousa, 4ª Vara Mista de Sousa, 5ª Vara Mista de Patos, 1º Juizado Especial Misto de Sousa e 1ª Vara Mista de Cuité.

Já pelo critério de merecimento, foram promovidos 16 juízes: Francisca Brena Camelo Brito (1ª Vara Mista de Itaporanga); Mayuce Santos Macedo (2ª Vara Mista de Piancó); Hyanara Torres Tavares de Souza (Paulista); Maria Eduarda Borges Araújo (2ª Vara Mista de Princesa Isabel); Pedro Henrique de Araújo Rangel (1ª Vara Mista de Catolé do Rocha); Ricardo Henriques Pereira Amorim (5ª Vara Mista de Cajazeiras); Odilson de Moraes (Bonito de Santa Fé); Rodrigo Augusto Gomes Brito Vital da Costa (Taperoá); Diego Garcia Oliveira (1ª Vara Mista da Comarca de Piancó); José Emanuel da Silva e Sousa (Coremas); Natan Figueredo Oliveira (Malta); Nilson Dias de Assis Neto (Juazeirinho); Fábio Brito de Faria (Araçagi); Vinicius Silva Coelho (Santana dos Garrotes); Bruno Medrado dos Santos (Serra Branca) e Mathews Francisco Rodrigues de Souza do Amaral (Boqueirão).

As promoções foram para as seguintes unidades, respectivamente: 1ª Vara Mista de Itaporanga, 5ª Vara Mista da Comarca de Cajazeiras, 3ª Vara Mista da Comarca de Itaporanga; 2ª Vara Mista de Princesa Isabel, 2ª Vara Mista de São João do Rio do Peixe, Juizado Especial Misto de Cajazeiras, 2º Juizado Auxiliar da 3ª Circunscrição – Sede Patos, 2ª Vara Mista de Monteiro, 1º Juizado Auxiliar da 3ª Circunscrição – Sede Patos, 3ª Vara Mista de Pombal, 5ª Vara Mista de Sousa, 1ª Vara Mista de Monteiro, 2ª Vara Mista de Cuité, 7ª Vara Mista de Sousa, 7ª Vara Mista de Patos e 2º Juizado Especial Misto de Sousa.

Na capa do Jornal do Commercio


No jornal Lance: Brasil classificado


As manchetes do jornal Correio do Povo


Na capa do jornal Estado de Minas


As manchetes de jornais brasileiros nesta quinta-feira

FolhadeSãoPaulo: Brasil ganha da Sérvia, se classifica e pega México nas oitavas

Globo: Brasil mostra força do talento ao vencer Sérvia

Extra: Agora é o Chapolin, Brasil!

Estadão: Aquele abraço, Alemanha

ValorEconômico: Lewandowski barra a venda de subsidiária da Eletrobras

ZeroHora: Brasil: abraço, beijo e vaga

EstadodeMinas: Brasil avança. Minas fica para trás

CorreioBraziliense:  Classificação do Brasil às oitavas de final anima os brasilienses

CorreiodaBahia: Copa: que dia!

DiáriodePernambuco: Agora que vai esquentar. Que venha o México!

DiáriodoNordeste: Vitória de time grande!

CorreiodaParaíba: Ministério Público fecha o cerco contra denunciados na 'Cartola'

quarta-feira, 27 de junho de 2018

Esse Antônio Filho tá doido! Não é noite de ano não, menino, é Copa do mundo!

Me tira uma dúvida... amarelo traz dinheiro ou leva?
Sugestão Antônio Filho

Moscou é o caraleo! Em Cajazeiras, a gente dá pêia na Sérvia é no terreiro da Prefeitura! Veja o vídeo.

Sugestão de Lindomar Almeida

Os brasileiros queriam recolher o lixo, no estádio, e os sérvios estavam sujando tudo...

Brasileiros e sérvios brigam nas arquibancadas após jogo
Cenas lamentáveis no Spartak Stadium, em Moscou
Noticiasaominuto
A vitória do Brasil sobre a Sérvia contou com cenas lamentáveis nas arquibancadas do Spartak Stadium, em Moscou. Um grupo de torcedores brasileiros e sérvios brigaram ao fim do jogo, ocorrido nesta quarta-feira (27).

Uma testemunha informou ao UOL que os sérvios provocaram os brasileiros durante todo o jogo e os atacaram enquanto comemoravam o triunfo de 2 a 0.

"Eles provocaram o tempo todo. No primeiro tempo, um sérvio mexeu com uma das meninas e depois ficou tirando fotos dela sem autorização. No final do jogo, a gente estava comemorando e eles arrancaram a bandeira, provocaram e partiram para cima", contou a dentista Rosane Santiago.

O UOL também ouviu os sérvios, que contaram o oposto. Um homem de aparentemente 30 anos disse que a provocação partiu dos brasileiros e eles só revidaram, mas sem apelar para violência. O homem sérvio ainda ressaltou que o pai dele foi agredido pelos brasileiros e está com o rosto machucado. 

Com a vitória, o Brasil avançou às oitavas de final e agora pega o México.