terça-feira, 31 de outubro de 2017

Quem foi rainha nunca perde a majestade
José Antônio 
Gazeta do Alto Piranhas

A Paróquia de Nossa Senhora de Fátima encerrou no último dia 13 de outubro as celebrações de seus 60 anos de existência. A igreja que a tem como sede remonta à fundação da cidade de Cajazeiras, quando Mãe Aninha, alguns anos depois de se estabelecer na Fazenda Cajazeiras, onde hoje é o Cajazeiras Tênis Clube, deu inicio a sua construção, “com uma só porta de frente, uns oito metros de comprimento por uns seis de largura”.

Com as paredes ainda em preto, Mãe Aninha, introduziu a imagem de Nossa Senhora da Piedade, que provavelmente pertencera a seus pais, Luís Gomes e Ana Francisca. Esta imagem foi venerada no altar-mor até 1855 e se constitui numa das relíquias mais preciosas de nossa diocese, que foi substituída, provavelmente pelo Padre José Tomás de Albuquerque, por Nossa Senhora das Dores.

Mãe Aninha ao construir esta singela capela jamais imaginou que um dia ela se transformaria num belo e majestoso templo. Em 1863, ano da fundação do município, os documentos registram reformas nela e já se citava ser a Igreja Matriz e a maior reforma que ela passou foi na criação da Diocese, quando foi elevada à Catedral, a partir de junho de 1915, com a posse de nosso primeiro bispo: Dom Moisés Coelho.

Esta igreja tem uma simbologia muito forte na vida dos católicos cajazeirenses, principalmente por ali está sepultado um dos seus mais ilustres filhos: o Padre Inácio de Sousa Rolim, que infelizmente devido às várias reformas ali empreendidas perdeu-se no tempo a sua localização, mas diante de sua grandeza esta igreja é o seu próprio túmulo, a exemplo das exuberantes pirâmides do Egito, construídas para serem túmulos dos faraós.

Outro importante sacerdote que ali está sepultado é o Padre Manoel Mariano de Albuquerque, falecido em 23 de fevereiro de 1896 e provavelmente, o Padre Rolim deve ter participado de suas exéquias.

Desde o ano de 1957, nestes 60 anos somente seis padres se tornaram párocos: Monsenhor Abdon Pereira, Monsenhor Francisco de Assis Sitônio, Padre Albino Donati, Padre Antonio Alves Siqueira, Padre Raimundo Honório Rolim (descendente vivo mais próximo dos fundadores da cidade) e o atual Padre Francisco de Assis da Silva.

Mesmo enquanto era a sede da Paróquia de Nossa Senhora da Piedade e Catedral, já existia uma devoção muito grande a Nossa Senhora de Fátima, depois da introdução de uma imagem trazida de Portugal pelo padre Américo Maia e no mesmo instante em que foi feito o translado da imagem de Nossa Senhora da Piedade, para a nova Catedral, foi confirmada a criação da nova paróquia, em 01 de janeiro de 1957.

Monsenhor Abdon Pereira foi seu primeiro pároco e era considerado como um dos sacerdotes mais importante da Diocese e sempre esteve na lista para ser bispo, chegando inclusive a ser Vigário Capitular. Tinha fortíssima influência nas decisões políticas da cidade. Dom Zacarias o tinha, ao lado de Monsenhor Vicente Freitas, como os seus mais fiéis amigos, ao ponto de criarem uma sociedade limitada para a constituição da Rádio Alto Piranhas, no dia 21 de dezembro de 1961.

De 1961 até 1975, o Monsenhor Sitônio, esteve a frente da paróquia e no ano de 1972 chegava a Cajazeiras as irmãs da Sagrada Face, que desenvolveram um trabalho de enorme alcance social na Zona Norte e foram as responsáveis pela construção da Capela de São José, hoje paróquia.

Monsenhor Sitônio foi substituído pelo padre italiano Albino Donati – 1975/1980 que foi responsável por uma reforma no interior da igreja, chegando a criar um forte atrito com o vigário dos Negócios Econômicos, o Monsenhor Vicente Freitas, além de outros “incidentes” com o próprio bispo da Diocese, Dom Zacarias Rolim de Moura, fatos que o levaram a dispensar os serviços sacerdotais junto à diocese, não só de Albino mais de outros sacerdotes italianos.

Padre Antonio Alves Siqueira esteve à frente da paróquia até o dia 12 de março de 1984, quando assumiu o padre Raimundo Honório Rolim, que fez um excelente trabalho e por inúmeras vezes, sem destemor e com muita coragem, brigou em defesa do espaço da Praça de Nossa de Fátima, chegando inclusive a cercá-lo com arame farpado, estacas e mourões de jurema, para evitar tornar as calçadas e o patamar da Igreja Matriz num “antro de orgia e de miquitório” invadido pelos foliões do carnaval da vizinha Praça João Pessoa. Padre Raimundo deixou saudades.

Em 2007 assumiu o padre Francisco de Assis da Silva, que ao longo destes dez anos vem conduzindo os movimentos das pastorais com muita dedicação e zelo e dando plena assistência a todas as capelas sob sua jurisdição.

Nestes sessenta anos de vida de paróquia e seus 181 anos de construção, talvez, tenha faltado uma “exaltação” ou justas homenagens a todos os párocos que por ali prestaram seus relevantes serviços, além de ter se constituído uma comissão para fazer uma pesquisa e se produzir um trabalho contando a história desta nossa bela e querida Matriz de nossa cidade. Quem foi rainha jamais perde a majestade. Ainda é tempo.
WhatsApp libera hoje função de apagar mensagens já enviadas
Assim que apagar a mensagem, o aplicativo sinaliza aos membros da conversa que o conteúdo foi apagado
Veja.com

A funcionalidade está sendo disponibilizada para usuários do iOS, Android, Windows Phone e Web WhatsApp

O WhatsApp libera a partir de hoje o recurso que permite ao usuário apagar mensagens já enviadas. A função estava sendo testada desde março deste ano.

Com a novidade, é possível apagar a mensagem antes ou mesmo depois de ela ter sido visualizada. Mas o usuário tem apenas sete minutos para decidir deletar a mensagem. Depois desse período não será mais possível apagar.
Distorções na concessão de aposentadorias
Editorial O Globo

Caso em julgamento no Tribunal de Contas do Rio é exemplo de desvios que existem na previdência dos servidores e que agravam a má distribuição de renda

A apresentação do projeto de reforma da Previdência pelo governo Temer dá uma contribuição positiva, além dos efeitos em si nas desequilibradas contas públicas, ao aprofundar o debate sobre o tema, chamando a atenção para distorções que agravam a distribuição de renda no Brasil. Estes meses de debates já permitem constatar que privilégios garantidos a categorias de servidores públicos são poderoso indutor de injustiças sociais.

O déficit da previdência do funcionalismo da União, por exemplo, com apenas um milhão de aposentados, tem acumulado rombos anuais maiores que o do regime geral (INSS), do setor privado, com 33 milhões de seguradosem 2015, o sistema de aposentadoria dos servidores teve de receber R$ 90,7 bilhões para fechar as contas, enquanto o INSS, com 33 vezes mais aposentados, necessitou de R$ 85 bilhões.

Há distorções variadas. Esta é estrutural do sistema. Mas há também desvios, inaceitáveis, ocorridos dentro da máquina pública, de inspiração populista, para agradar a corporações, com fins político-eleitorais.

Está para ser julgado no Tribunal de Contas do Município do Rio um caso exemplar, que se arrasta há 12 anos. Trata-se da desobediência à emenda constitucional nº 41 aprovada e promulgada no primeiro governo Lula, em 19 de dezembro de 2003, e publicada pouco depois, no Diário Oficial de 31 de dezembro. Por ela, o funcionalismo deixou de se aposentar com o último salário e perdeu a vantagem, também fiscalmente inviável, de receber os reajustes concedidos ao quadro da ativa.

A emenda foi seguida, em 21 de junho de 2004, pela lei 10.887, que estabeleceu como regra de cálculo das aposentadorias a média aritmética simples dos maiores salários recebidos. Tudo muito claro, mas decreto municipal do prefeito Cesar Maia, de nº 23.844, de 19 novembro de 2003, antes da promulgação daquela emenda, colocou os servidores cariocas fora do alcance da Constituição. Uma espécie de declaração de independência.

O assunto tramita há mais de uma década sem que o Executivo cumpra decisões do Tribunal de Contas contrárias, por óbvio, à inconstitucionalidade. Está para ser apreciado no órgão voto do conselheiro Felipe Galvão Puccioni, que estabelece: não há dúvida de que os estados e municípios são autônomos, conforme a Constituição, mas não soberanos.

São milionários os prejuízos ao contribuinte carioca. No caso em julgamento, de uma assistente social, há uma manobra assustadora: com salário de R$ 3 mil, foi aposentada com benefício de R$ 17 mil, o quanto ela recebeu no último ano na ativa. Isso porque haveria um rodízio nas secretarias para inflar o salário do último ano do servidor, com esta finalidade. Mais um exemplo de como agem corporações de servidores dentro da máquina pública, contra os interesses da maioria da população, aquela que depende de serviços públicos básicos, afetados pela crise fiscal.
Justiça julga improcedente ação da coligação A FORÇA DO TRABALHO contra o site Blogdofurão
BlogdoFurão

O juiz da 42ª zona eleitoral da comarca de Cajazeiras Dr. Francisco Thiago Silva Rabelo, julgou improcedente a ação penal e pedido de condenação criminal, interpostos pelo Ministério Público contra os sites de informação Blogdofurão, FolhaVip e Blog do Ângelo Lima, que tem como proprietários e redatores, as pessoas de Eutim Rodrigues, Júnior Barreto e Ângelo Lima.

Na ação, a coligação “A FORÇA DO TRABALHO” que teve como candidata a prefeita nas eleições do ano passado a Dra. Denise Albuquerque (PSB), acusava os sites de ter caluniado a então candidata, ao reproduzir matéria do site PBagora de João Pessoa, onde o deputado estadual e naquela ocasião também candidato a prefeito José Aldemir Meireles (PP), usando o plenário da Assembléia, acusou a prefeita de supostamente está trocando quitação de IPTUs por votos, fato que repercutiu de forma imediata na imprensa da capital.

Ao ouvir os réus e as testemunhas arroladas no processo, a representante do Ministério Público Dra. Sarah Araújo Viana pediu a absolvição dos três membros da imprensa, por entender que não houve intenção de calunia, uma vez que os fatos foram divulgados de forma jornalística. Atuou na defesa dos radialistas o advogado Adjamilton Pereira.

Esta foi à terceira representação feita pela coligação contra o site Blogdofurao nas eleições de 2016; todas julgadas improcedente por parte da justiça. Além de outras duas representações dos ex-prefeitos Carlos Antônio e Denise Albuquerque, que também foram julgadas improcedentes.

Para nós que fazemos este canal de informação que sempre tem zelado pelo certo e o correto; e que tínhamos a certeza da nossa absolvição, só lamentamos que a imprensa ainda seja tão perseguida nos dias atuais por parte daqueles que buscam nos calar através de processos judiciais. Mas também com a certeza, que a justiça sempre estará e, sempre será, a favor da verdade. VIVA A LIBERDADE DE IMPRENSA!

Veja ações anteriores no TRE e TJ-PB também julgadas improcedentes:





 
O Estado de São Paulo

Desconheço a posição do pré-candidato Luciano Huck sobre os táxis, no máximo lembro do antigo sucesso da sua primeira-dama, mas uma declaração recente dele me deixou de cabelo em pé. Logo ele que se empenha tanto em consertar latas velhas.

Falando no mesmo tom do socialista Bernie Sanders daqui, Huck disse que “não adianta achar que o liberalismo, o livre mercado e o Estado mínimo tornarão o Brasil menos desigual”, ignorando informações básicas sobre economia como o ranking de liberdade econômica da The Heritage Foundation que prova, sem margem para dúvidas, que liberalismo e desenvolvimento humano caminham juntos. O apresentador mostrou seu ceticismo em relação ao capitalismo num evento de empreendedorismo, mostrando que o Brasil nunca vai deixar de surpreender. Como dizia o insuperável Millôr, uma ideologia quando fica bem velhinha vem morar no Brasil.

Se este liberal não é assim tão liberal em economia, outros socialistas cariocas parecem mais dispostos a quebrar o tabu. Gregório Duvivier e Fernanda Torres, por exemplo, já exaltaram o Uber nas redes sociais e na imprensa, provando que socialismo é bom mesmo para os outros.

Os táxis são quase tão antigos quanto os carros e as leis que regulam o serviço não são nada menos antiquadas, inadequadas e retrógradas, como o Uber mostrou de forma tão contundente. O aplicativo é uma solução de mercado para um problema de mercado. Ele ajuda a demanda de serviços de transporte particular encontrar uma oferta ampla, diversificada e acessível, uma oportunidade de trabalho ou de complemento de renda para milhares de brasileiros. É esse livre mercado que Huck parece não entender completamente ou não gostar.

Não há nada que justifique moral, social ou economicamente a idéia de que o Estado deve ditar quem pode disputar a preferência do usuário por este tipo de serviço. Se o motorista está habilitado para dirigir, se seu carro está ordem, se o aplicativo pré-seleciona seus motoristas para você pensando na sua segurança e na qualidade do serviço, o que a burocracia governamental tem a ver com essa relação privada? Como a história já provou, burocrata não regula bem.

O bordão de Benito Mussolini “Tudo no Estado, nada contra o Estado, nada fora do Estado”, pedra fundamental do fascismo, parece ter sete vidas. O Uber e seus similares não são perfeitos, nada humano é, mas o serviço regulado pelo mercado, pela decisão livre do consumidor, é sempre preferível às malfadadas soluções governamentais. Não basta para os políticos dirigirem (mal) a nação? Deixem os carros em paz.

A motivação por trás dos defensores do monopólio atual é criar dificuldades para a maioria silenciosa enquanto vende facilidade para a minoria organizada, barulhenta e violenta que luta pela reserva de mercado. O Estado está, como sempre, usando recursos públicos para fazer negócios privados, socializando prejuízos e privatizando lucros. Ao menos até colocarmos liberais no Congresso, como teremos mais uma oportunidade no próximo ano.

Não devemos dar as costas e abandonar os taxistas honestos, dedicados e trabalhadores que gastaram fortunas para entrar neste mercado e atender as insanas demandas do governo. O importante é compensar os taxistas por seu investimento e buscar um modelo de transição que não crie uma concorrência desleal, assim como não se pode impedir a inovação, a livre concorrência e a evolução deste ou de qualquer outro mercado.

Quando o Estado promete “não impedir, apenas regular”, já sabemos como esse filme termina e quem morre no final. A votação, em regime de urgência, da PLC 28/2017, vai na prática estatizar o Uber e similares, asfixiando o que tem de bom e inovador sem dar nada em troca para o consumidor a não ser mais e mais Estado. É o Estado, mais uma vez, querendo decidir por você.

O governo do país com 60 mil assassinatos por ano, que não consegue oferecer o mínimo em segurança, saúde e educação para o cidadão que paga uma carga tributária imoral, deveria derrubar a lei do deputado petista que foi flagrado num vídeo dizendo que o Uber, vejam vocês, deveria ser proibido de deixar “qualquer um” dirigir.

Carlos Zarattini (PT – SP), autor da PLC 28/2017 é do partido que deixou o país na maior crise econômica da história, com milhões de desempregados ávidos por uma oportunidade, qualquer uma, de voltar ao mercado de trabalho. Mas o coração petista bate mais forte pelos sindicatos que alimentam a máquina de votos do partido.

O presidente do Sindicato dos Taxistas de São Paulo, Natalício Bezerra, declarou recentemente que “pobre tem que se conformar que é pobre, o pobre não vai querer o que o rico tem. Se continuarmos sendo pautados por socialistas e liberais de araque, os pobres podem mesmo perder qualquer esperança de, um dia, andar de táxi ou de Uber. Terão de se contentar com o precário sistema público de transporte e PT saudações.

Quando Reagan disse, logo no discurso de posse, que “na atual crise o governo não é a solução, o governo é o problema”, abriu caminho para 25 anos de crescimento e prosperidade do país que recebeu com a economia combalida, inflação alta e crescimento baixo. Quem sabe um dia poderemos aprender, ao menos uma vez, com os bons exemplos.
A farsa em marcha
Merval Pereira
OGlobo

Como dizia aquele alemão barbudo (como o ex-ministro do STF Eros Grau se referiu a Marx certa vez), a História se repete como farsa. Caminhamos para uma eleição presidencial tão radicalizada quanto a de 1989, a primeira direta após o regime militar, que terminou em tragédia, com o impeachment de Collor. Só que com tons e nuances diferentes.

A esquerda tinha dois representantes naquela ocasião, o líder metalúrgico Lula e o líder trabalhista Brizola, que disputaram voto a voto a ida para o segundo turno contra o representante da centro-direita, Collor de Mello. Populismo de direita contra populismo de esquerda.

Lula derrotou Brizola por 0,67% e foi para o segundo turno contra Collor, e mais tarde admitiu que, naquele momento, não estava preparado para ser presidente da República. Foi em Divinópolis, na campanha de 2010, para eleger Dilma, que ele disse que agradecia por ter perdido a eleição presidencial de 1989, porque era “muito mais radical” e poderia cometer erros no governo.

“Hoje eu agradeço a Deus por não ter ganhado em 1989, porque eu era muito novo, muito mais radical do que eu era em 2002 e, portanto, eu poderia ter feito bobagem. Não bobagem porque eu quisesse fazer, mas pela impetuosidade, pela pressa de fazer as coisas.”

Hoje, tão radical quanto era em 1989, longe daquele Lula que escreveu a carta aos brasileiros em 2002 para dirimir as dúvidas do mercado financeiro e da classe média sobre seu radicalismo, considera-se preparado para voltar à presidência que exerceu entre 2003 e 2010, e a lembrança daquele tempo está viva na memória de cerca de 35% dos eleitores, segundo a mais recente pesquisa do Ibope.

Mas a memória dos supostos bons tempos é traiçoeira, pois foi ao abandonar o equilíbrio fiscal dos primeiros anos e as reformas estruturais como a da Previdência, que iniciou assim que eleito, mas abandonou para não entrar em choque com as corporações que o apoiavam, que Lula deu início a esta crise econômica que se exacerbou a partir de 2010 com um crescimento artificial de 7,5% do PIB para eleger sua sucessora.

Dilma aprofundou o que chamaram de nova matriz econômica, que nos levou à maior recessão de nossa História, e, ao tentar remendar o estrago que havia feito reequilibrando os gastos públicos, traiu seu eleitorado, na opinião de Lula.

Temos então em 2018 um Lula, que, se não for impedido de disputar pela Justiça, pretende adotar a política radical que em 1989 o fazia despreparado para a Presidência, e Ciro Gomes na versão pedetista na disputa pela esquerda, e Jair Bolsonaro, um populista de direita, muito menos preparado do que aquele Collor de Mello que surgiu em 1989.

Pela radicalização que domina o cenário, é previsível que figuras da política tradicional como o governador Geraldo Alckmin, com seu espírito moderado, tenham tantas chances quanto tiveram em 1989 figuras como Ulysses Guimarães, Aureliano Chaves, Mário Covas, que foram abandonados pelo eleitorado.

Com uma diferença crucial hoje: em 1989, os políticos tradicionais, muitos retornados do exílio, tinham um peso considerável, embora os dois que foram para o segundo turno, Collor e Lula, fossem figuras relativamente novas no cenário nacional. Hoje, soma-se à radicalização o desgaste da classe política. Quem consegue se diferenciar nesse ambiente corrompido, como Marina e Bolsonaro, que, em espectros políticos opostos, não estão envolvidos em denúncias, tem chances.

Até mesmo um presidente impopular como Sarney em 1989 temos em Temer hoje, que sem dúvida será alvo dos maiores ataques, como, naquela ocasião, Sarney serviu de saco de pancadas para Collor e Lula. E para dar um toque especial à repetição, surge por fora a candidatura de Luciano Huck, assim como em 1989 Silvio Santos surgiu do nada para atropelar os favoritos. Pela agressividade, pode ser que o prefeito João Doria tenha espaço como anti-Lula, apesar do prejuízo que a comparação com o Collor de 1989 possa lhe trazer.

Embora fosse muitas vezes mais popular do que hoje é Luciano Huck, este, além de popular o suficiente, tem muito mais preparo e uma rede de contatos que pode viabilizar um programa de governo com substância. Não se sabe o que aconteceria se a Justiça Eleitoral não tivesse impedido o registro da candidatura de Silvio Santos. Saberemos mais adiante se Huck será mesmo candidato, e que candidato será.
Como é bom viver aqui na Suíça!
Ricardo Amorim - IstoÉ

A CPI do Senado concluiu: a Previdência não tem déficit, e sim superávit. Concluiu também que nós somos mais ricos que os suecos, nunca houve corrupção no país, e Deus é brasileiro.

É fácil nos enganar quando queremos ser enganados. No ano que vem, com o justo desejo de renovação política, os falsos salvadores da pátria e suas promessas simplistas vão bater recordes, mas não será fácil bater os senadores da CPI. Pode haver forma melhor de resolver um problema do que decretar que ele não existe?!

A CPI concluiu que não há déficit e o teto dos benefícios do INSS pode ser elevado em quase 70%, dos atuais R$ 5.531 para R$ 9.370. O número de aposentados cresce mais de 3% a.a. devido ao envelhecimento da população? Irrelevante. O Brasil já gasta mais com aposentados do que os envelhecidos Alemanha e Japão? E daí?

A contabilidade criativa da CPI faz as pedaladas fiscais da Dilma parecerem fichinha. Segundo ela, os números que importam não são os da Previdência, mas os da Seguridade Social, que engloba Previdência, Saúde e Assistência Social. Então, somando os três temos superávit? Não. No ano passado, só no âmbito federal tivemos um déficit de R$ 257 bilhões, mais um déficit adicional de cerca de R$ 100 bilhões em estados e municípios.

Qual a mágica da CPI, então? Comece desconsiderando o déficit de R$ 77 bilhões da Previdência dos servidores da União, embora ele seja coberto pelos mesmos impostos que cobrem o rombo do INSS. Em seguida, desconsidere as desvinculações de receitas da Seguridade – que, entre outras coisas, tiram recursos da Saúde para bancar o déficit da Previdência. Por fim, faça de conta que os benefícios podem ser pagos com recursos que nunca foram arrecadados, como as receitas das desonerações sociais e a sonegação de mais de R$ 400 bilhões que o INSS tem a receber, mas que nunca receberá integralmente porque a maior parte é de empresas que nem existem mais, como Varig, Transbrasil e Vasp, para citar só o setor aéreo.

Fazendo tudo isso, a Seguridade Social é superavitária? Ainda não. Segundo a própria CPI, mesmo nessa contabilidade de araque, a Seguridade Social teve um déficit de R$ 57 bilhões no ano passado.

Aí, a CPI dá o golpe final. Apesar de o resultado mesmo nessa contabilidade maluca piorar todo ano desde 2013 (ainda antes da recessão começar), os números iriam melhorar muito a partir desse ano, eliminando o déficit. A mágica? Crescimento econômico acelerado que vai inflar as receitas muito acima do crescimento das despesas.

Em resumo, a CPI, presidida por Paulo Paim (PT) e relatada por Hélio José (PROS), está convencida de que, por conta das reformas de Temer e seu governo, o Brasil vai começar a crescer mais rapidamente do que a China.

É muito bom viver aqui na Suíça!
Por que as 'feministas' não protestam contra o islamismo?, questiona Franklin Graham
O pastor questionou onde estariam as feministas e outras ativistas que se dizem 'protetoras dos direitos das mulheres' diante do tratamento repressivo que o islamismo permite que os maridos adotem sobre suas esposas.
GUIAME

Pastor Franklin Graham é evangelista e presidente da Associação Billy Graham e da Missão Bolsa do Samaritano.

O Rev. Franklin Graham voltou a criticar o islamismo por causa do tratamento agressivo que os homens adotam com relação às mulheres, se justificando nos princípios do Corão.

O pastor chegou a questionar onde estariam as feministas e outras ativistas que se dizem protetoras dos direitos das mulheres diante do tratamento repressivo que o islamismo permite que os maridos adotem sobre suas esposas.

"Onde estão as 'Glorias Steinems', 'Bellas Abzugs' ou até mesmo as 'Hillarys Clintons', que se dizem defensoras dos direitos das mulheres quando se trata dos ensinamentos do islamismo? Por que eles não estão gritando e protestando contra a maneira como o islamismo trata as mulheres?", questionou Graham em sua página no Facebook.

O evangelista se mostrou indignado, porque o líder do poderoso Conselho da Ideologia Islâmica do Paquistão, Mohammad Khan Sheerani propôs que uma lei deve ser aprovada, permitindo que os maridos  "batam levemente" em suas esposas, caso elas façam algo que seja "desagradável" para eles.

"Sério?", questionou diz Graham. "De acordo com eles, isso é admissível se elas desafiarem seus comandos e se recusarem a vestir-se como eles querem - deixando de usar um hijab [turbante feminino], por exemplo - se interagirem com estranhos, falarem alto demais ou se recusarem a aceitar outras coisas mais íntimas. E ainda tem mais: esta proposta deles diz que eles podem 'usar um pequeno bastão' para incutir medo. De alguma forma, isso não é muito reconfortante, não é?".

Graham disse que o islamismo quer colocar as mulheres "por trás de um véu de horror", que é o oposto completo do que o cristianismo faz.

"No verdadeiro cristianismo, as mulheres são tratadas com dignidade e respeito. Jesus Cristo respeitou as mulheres e se você colocar a sua fé e confiança n'Ele, Ele nunca vai te decepcionar", garante.

Anteriormente, Graham alertou que o islamismo não é apenas uma ameaça aos cristãos, mas também "para os judeus, hindus ou qualquer pessoa em qualquer lugar - ainda que se declare um ateu".

"O o islamismo é uma ameaça real à liberdade para todos aqueles que amam a liberdade", disse.

Este foi o seu comentário depois que o grupo militante islâmico 'Abu Sayyaf' decapitou seu refém canadense John Ridsdel, nas Filipinas em abril (2016).

Os autores do "ato hediondo" colocaram a cabeça de Ridsdel dentro de um saco plástico e a jogaram na cidade de Jolo, com a intenção de chocar, tanto os governantes e cidadãos das Filipinas, como os canadenses.

Na capa d'O Globo


No jornal Lance: Mengão e uma justa homenagem ao zagueiro Juan


Os destaques do Jornal do Commercio


As manchetes do jornal Zero Hora


As manchetes de jornais brasileiros nesta terça-feira

FolhadeSãoPaulo: Brasil tem média de sete mortes violentas por hora

Globo: Governo prevê receita de R$ 30 bilhões com infraestrutura

Extra: Farra no presídio: em cadeia de Japeri, presos são 'parças' da diretoria

Estadão: País tem recorde de morte violenta: 7 por hora

ValorEconômico: Caixa reformula negócios para fortalecer capital

ZeroHora: País sai de recessão de 33 meses, afirma comitê de especialistas

EstadodeMinas: Homicídios duplicam em Minas em sete anos

CorreioBraziliense: Além de concursos, máfia planejava fraudar o Enem

CorreiodaBahia: Uma morte a cada 75 minutos na Bahia

DiáriodePernambuco: Sete pessoas mortas por hora no Brasil

DiáriodoNordeste: HUB de Fortaleza busca ser o mais eficiente do Brasil

CorreiodaParaíba: Um estupro por dia no Brasil

segunda-feira, 30 de outubro de 2017

Eu já comprei a minha cartela 'qu'eu num sou nem besta'! E vamos ajudar o nosso time do Trovão Azul de Cajazeiras.

Gabriel Jesus, Cafu e Vampeta gravam vídeo para torcida do Atlético de Cajazeiras
Clube do Sertão busca dinheiro para Paraibano de 2018
WSCom
O atacante da seleção brasileira, Gabriel Jesus, e dois pentacampeões pela Amarelinha, Cafu e Vampeta, gravaram vídeos para promover um sorteio do Atlético de Cajazeiras, visando recursos financeiros para a montagem do elenco para o Paraibano do ano que vem.

Gabriel Jesus, do Manchester City, chegou a dar uma camisa sua pela seleção autografada para que seja sorteada na ação do Trovão Azul. 

A cartela de prêmios divulgada pelos futebolistas estão sendo vendidas por R$100 e sortearão dois carros e duas motos, no dia 17 de dezembro, no Estádio Perpetão, em Cajazeiras.


Traição e massacre na ditadura (3)
Francisco Frassales Cartaxo

- Por que você não escreve sobre temas atuais, não fala da ladroagem dos políticos? Deixe de desenterrar cadáveres sepultados há mais de quarenta anos...

Assim, dessa forma, um amigo me censurou. Discordei. Estes meus escritos não têm cheiro de mofo. O assunto é atual. Uma olhada nas redes sociais na internet ou na mídia convencional revela o quanto existe de gente saudosa dos tempos da ditadura. Apure o ouvido, eu lhe disse, e escute os suspiros pela volta de métodos violentos de reprimir, de administrar com censura, de impor restrições rigorosas, incluindo a presença física de censores nas redações de jornais, rádio e televisão. Por isso, relembro o lado obscuro da ditadura. Impossível esquecer.

Portanto, o tema é atual e oportuno.

São fatos emblemáticos de um tempo sombrio, que está em carne viva no livro-reportagem Massacre da Granja São Bento: a história de como um traidor e um torturador se aliaram em um dos crimes mais brutais da ditadura militar no Brasil. Não se trata ali do extermínio de traficantes de drogas por rivais ou pela polícia. Ou de execução de policiais por bandidos. Ou o contrário. O jornalista Luiz Felipe Campos disseca processos escusos utilizados à sombra do regime militar, a partir de um massacre real, planejado e protagonizado pelo delegado Sergio Paranhos Fleury. 
O jovem Luiz Campos dedicou alguns de seus 28 anos à pesquisa documental, entrevistou personagens e produziu excelente reconstituição dos fatos, usando sedutora narrativa que faz lembrar 'A sangue frio', de Truman Capote. Sem ranço acadêmico, dá uma aula de história recente do Brasil, que merece ser disseminada para incentivar o debate em torno dos males da ditadura e de sua inevitável contrapartida: a contestação armada levada a cabo por jovens - ingênuos e idealistas -, em desesperada tentativa de mudar o regime militar. Contestação armada, aliás, descolada do povo pela ausência de condições para desenvolver ação política. 

Vamos ao massacre de 1973.

O delegado Sergio Fleury volta ao Recife para comandar o morticínio. Cabo Anselmo, agente-duplo, tinha nas mãos todos os dados acerca dos terroristas. Faltava apenas executar o plano com a ajuda da polícia estadual. Não houve enfrentamento. Os guerrilheiros urbanos não fizeram assaltos a bancos ou sequestros, nem chegaram a constituir um foco guerrilheiro. Foi a primeira célula guerrilheira do Brasil a acabar sem jamais ter disparado um tiro sequer, assegura Luiz Campos. 

Foi tudo pura encenação. 

Na verdade, ocorreu uma caçada aos terroristas. O primeiro a ser preso foi José Manuel da Silva, rebocado de Toritama para o Recife, em 7 de janeiro de 1973. No dia seguinte, prenderam, no centro do Recife, Eudaldo Gomes da Silva, e, no local de trabalho, Jarbas Pereira Marques. Solidad Barrett e Pauline Reichstul foram presas e agredidas por cinco homens armados numa boutique em Boa Viagem. Um dos policiais acertou Pauline com uma coronhada que rachou seu crânio e a fez urinar. Morreu na hora, mas continuou a ser espancada, informa o narrador. O corpo de Evaldo Luiz Ferreira foi encontrado em Olinda, com mais de 20 perfurações. Os corpos foram levados à chácara São Bento, onde os homens da lei armaram a cena do crime... simulando resistência dos terroristas. 

No dia 11 de janeiro de 1973, os jornais impressos, reprisando o Jornal Nacional, da Globo, exibiram os seis corpos como troféus do enterro simbólico da Vanguarda Popular Revolucionária.

O empreendedorismo é indispensável ao crescimento do país.


O Bode Gaiato e uma questão de alta indagação filosófica...


Olavo na UFPE: O caldo entornou
SensoIncomum

Se algo pode ser aprendido até mesmo pela esquerda no episódio do filme sobre Olavo de Carvalho na UFPE é que a sua hegemonia acabou. 

Há 40 anos, a esquerda brasileira – e aí estou falando de políticos, intelectuais, jornalistas, artistas, publicitários, cineastas etc. – vem se comportando de modo totalitário, demolindo um a um quaisquer canais de veiculação de pontos-de-vista contrários à sua agenda. Na última década, quando sentiram o gostinho do aparato repressor do Estado, esse cenário piorou. Nossa esquerda viu no horizonte a possibilidade de concretizar definitivamente a sua utopia de uma sociedade inteiramente renovada, purificada dos elementos nocivos (conservadores, liberais, esquerdistas moderados etc.), agrupados todos sob o conveniente rótulo de “fascista”.

Nos últimos anos, cansamos de ver manifestações, vindas não apenas da baixa militância, mas de figuras de destaque no debate público, de absoluta intolerância com todo não-esquerdista, uma gente com quem, segundo a tolerância repressiva esquerdista, “não se deve debater”.

Ao longo uma década ou mais, os estudantes universitários têm ouvido o mantra “com direitista não se discute” saindo da boca de seus professores, nas faculdades e nas redações. Aprenderam que um direitista não é um ser humano, mas um animal a ser abatido, um incômodo obstáculo no caminho do mundo melhor. Dentro desse contexto, a violência a que estamos assistindo é inevitável, e tende a piorar, já que a classe falante inteira entrou em modo revolucionário, querendo simplesmente apagar do mapa os valores e idéias conservadores. O episódio de sexta-feira (27/10/2017) na UFPE, em que fanáticos de extrema-esquerda tentaram agredir espectadores do documentário O Jardim das Aflições, de Josias Teófilo, foi apenas o último exemplo.

Ocorre que, no nosso país, a maioria esmagadora da população é conservadora e, nos últimos anos, aos trancos e barrancos, tem se mobilizado e conquistado canais de expressão. A consequência é que muita gente cansou de apanhar calada, de ser tratada como cidadão de segunda classe, que devesse apenas calar e obedecer aos desígnios dos iluminados progressistas. O caldo já entornou. E o que virá daqui em diante, e sobretudo até as eleições do ano que vem, é imprevisível.
Os filhos da desigualdade
Marcos Lisboa - Folha de São Paulo
Jonathan Ribeiro da Silva, 23, que largou a escola para trabalhar após a gravidez da namorada

Não há apenas más notícias no relatório de Ricardo Paes de Barros sobre as causas da evasão no ensino médio e as possíveis ações para reduzi-la.

O percentual de jovens de 15 a 17 anos que frequenta o ensino médio passou de 20% para 56% de 1991 a 2015, o que contribuiu para a melhora da qualidade de vida.

Os adultos com mais de 25 anos e ensino médio completo têm uma renda média de R$ 1.142 por mês, bem mais do que os R$ 534 que recebem os com ensino fundamental incompleto. Diferenças equivalentes são observadas na participação no mercado formal de trabalho, no planejamento familiar e nos indicadores de saúde. Educação importa.

O ciclo de três anos do ensino médio custa cerca de R$ 18 mil por aluno ao setor público. Por outro lado, os jovens que completam esse ciclo têm um aumento de renda durante o restante da sua vida equivalente a receber uma herança de R$ 35 mil.

Vamos às más notícias. Deveríamos ter avançado mais. Na última década, o Brasil caiu da posição 43 para a 55 quando se compara o percentual de jovens que frequentam o ensino médio entre 98 países. Todo ano, quase 1 milhão dos nossos jovens desistem da escola.

Reduzir a evasão traz benefícios adicionais para a sociedade. Os adultos mais escolarizados têm menores problemas de saúde e são menos propensos à criminalidade, além de aumentarem a produtividade e estimularem o investimento privado.

No caso dos Estados Unidos, estima-se que esses fatores resultem em um custo social de US$ 137 mil ao longo da vida de cada jovem que desiste do ensino médio. Russell Rumberger sistematiza a pesquisa acadêmica sobre as razões e consequências da evasão no livro "Dropping Out".

A perda por aqui seria de R$ 95 mil por jovem, caso o impacto da evasão seja semelhante ao estimado para os Estados Unidos, o que significa um custo social total de R$ 95 bilhões. Bem mais do que o setor público gasta com o ensino médio, cerca de R$ 50 bilhões.

A evasão dos jovens prejudica as próximas gerações. Filhos de mães pouco educadas e mais pobres têm maior probabilidade de serem igualmente pobres e pouco educados. Completam o ensino médio 42% dos jovens cujas mães apenas terminaram o ensino fundamental. Esse número sobe para 78% caso as mães tenham concluído o ciclo médio.

A evidência indica que reduzir a evasão aumentará a renda dos novos adultos em meio a muitos outros benefícios sociais. Vamos utilizar os diagnósticos e as experiências de sucesso para aperfeiçoar a gestão da política pública? Ou a desigualdade será para sempre uma herança, que passaremos de geração a geração?

Silas é filho de Seu Nô e cajazeirense de valor e competência. A notícia é de agosto, mas Cefas, irmão de Silas, divulgou e o Sete Candeeiros destaca mais um cajazeirense de sucesso.

Instituto Centec tem novo presidente
Emilia Augusta Bedê - Coordenadoria de Comunicação da Secitece - (85) 9 9994.9140

O engenheiro agrônomo Silas Barros de Alencar tomou posse na terça-feira (1) como diretor-presidente do Instituo Centro de Ensino Tecnológico (Centec). A solenidade, presidida pelo secretário da Ciência, Tecnologia e Educação Superior, Inácio Arruda, contará com a presença de representantes de todos os CVTs, CVTECs e Fatecs, além de prefeitos e secretários de municípios cearenses.

Silas de Alencar, que é funcionário de carreira do Centec, assume a presidência por um mandato de dois anos, podendo ser prorrogado por mais dois anos, substituindo o engenheiro Francisco Lopes Viana. A solenidade está marcada para às 10 horas, na sede do Instituto (rua Silva Jardim 515 – bairro José Bonifácio).

Currículo

Silas Barros de Alencar, naturalde Cajazeiras na Paraíba, é engenheiro agrônomo formado pela pela Universidade Federal da Paraíba (1993), com mestrado em Agronomia (Fitotecnia) pela Universidade Federal do Ceará (1999).

De 2000 a 2007, foi professor dos cursos: Tecnológico em Irrigação e Técnico em Fruticultura, foi também Coordenador do Curso de Irrigação da Faculdade de Tecnologia CENTEC do Cariri – FATEC – Cariri.

De maio de 2007 à junho de 2015, ocupou a função de Supervisor do Núcleo de Olericultura, Floricultura e Fitoterápicos e de Orientador da Célula de áreas irrigadas, perímetro público e vazantes na Secretária do Desenvolvimento Agrário do Estado do Ceará.

Desde julho de 2015, está respondendo pela função de Diretor de Ensino do Instituto Centro de Ensino Tecnológico.

Silas de Alencar é casado com a Adenilda de Alencar e pai de três filhos: Vanilla, Silas Filho e Maria Tereza.
A Petrobras é nossa
O Antagonista

A Lava Jato já recuperou 800 milhões de reais para a Petrobras.

Só na última sexta-feira, diz a Folha de S. Paulo,81 milhões de reais entraram no caixa da companhia, ressarcidos em acordo com a Rolls-Royce.

Nos últimos quinze dias, a empresa também recebeu 1,6 milhão de reais devolvidos por Nestor Cerveró e outros 2 milhões de reais devolvidos por Sérgio Machado em acordos de colaboração premiada.”
ELEIÇÕES 2018
LAURO JARDIM
Se Luciano Huck se filiar a algum partido com vistas às eleições de 2018 (enfatize-se o "se", pois nada está definido), a legenda já está escolhida: será o PPS.

Essa tradição foi quebrada em 1964...

MILITAR CUMPRE ORDENS
DiáriodoPoder
Na campanha presidencial de 1950, o ex-ditador Getúlio Vargas acabaria eleito. O País estava intranquilo e prosperavam os boatos sobre a insatisfação dos militares com o seu retorno ao poder. Filha de assessora de Getúlio, Alzirinha Vargas estava preocupada e quis saber sobre o futuro de tudo aquilo:

- Papai, o que farão as Forças Armadas?

- Farão continência, minha filha, farão continência...
AGORA: Tiroteio no centro de Cajazeiras deixa dois feridos; vítimas foram levadas para o HRC
A informação foi confirmada a redação do Diário do Sertão pela Polícia Militar de Cajazeiras, onde confirmou que duas pessoas ficaram feridas.
Luzia de Sousa - DiáriodoSertão
Homens foram feridos em tiroteio no centro da cidade

Um tiroteio foi registrado por volta das 5 horas desta segunda-feira (30) na Avenida Engenheiro Carlos Pires de Sá, centro de Cajazeiras.

A informação foi confirmada a redação do Diário do Sertão pela Polícia Militar de Cajazeiras, onde confirmou que duas pessoas ficaram feridas.

Segundo as primeiras informações, dois albergados foram surpreendidos quando saiam da cadeia pública e atingidos por tiros disparados por homens que os aguardavam em um carro preto, e um deles teria passado a atirar contra eles.

As vítimas, que ainda não foram identificadas foram levadas ao Hospital Regional de Cajazeiras.

A PM continua em diligência para localizar os suspeitos que foragiram após o crime.
Nas mãos do TRF-4
Merval Pereira
O Globo

As decisões do Tribunal Federal de Recursos da 4ª Região chamam a atenção pelo rigor que sua 8ª Turma utiliza na reavaliação das condenações em primeira instância dos casos da Operação Lava-Jato, mas também dão margem a esperanças por terem absolvido, em duas ocasiões, o ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto, depois de condenado pelo juiz Sérgio Moro.

O ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha teria recuado de sua disposição de fazer uma delação premiada por, entre outras coisas, ter esperança de que o TRF-4 de Porto Alegre o absolva. Está nas mãos também dos três juízes da 8ª Turma — os desembargadores João Pedro Gebran Neto, Leandro Paulsen e Victor Laus — a candidatura de Lula à presidência da República em 2018.

Condenado em segunda instância, o ex-presidente ficaria inelegível pela Lei da Ficha Limpa, mas haverá uma ampla batalha judicial para tentar mantê-lo na disputa. Como já ressaltei aqui mesmo na coluna, além de não ser automática, dependendo da decisão do colegiado, segundo o Superior Tribunal de Justiça, a condenação de segunda instância, se não for por unanimidade, não se encerra antes que embargos sejam julgados.

Em liminar deferida pela presidente Laurita Vaz ficou definido que “acórdão de apelação julgado por maioria de votos não configura a confirmação da condenação em 2ª instância para fins de aplicação da execução provisória da pena”. Ela lembrou, ao julgar o recurso da defesa, que “na hipótese não se afigura possível a imediata execução da pena restritiva de direitos, pois, embora já proferido acórdão da apelação, o julgamento se deu por maioria de votos, o que, em tese, possibilita a interposição de embargos de declaração e infringentes.”

Mesmo que a Lei da Ficha Limpa se refira à condenação em segunda instância, não a embargos, existe a possibilidade de a defesa do condenado afirmar que se o STJ decidiu que o fato de ainda caber embargos infringentes significa que a segunda instância não foi esgotada, só se considera que há uma condenação em segunda instância quando esgotados todos os recursos cabíveis.

Todos esses recursos darão condições à defesa de Lula para postergar uma decisão final, tentando chegar a 15 de julho do ano que vem, quando começam, pela legislação eleitoral, as convenções para definir os candidatos. Há interpretações jurídicas de que, a partir da candidatura oficial registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), não é possível mais embargá-la pela Lei da Ficha Limpa, embora o próprio TSE tenha definido que um candidato pode ser impugnado até mesmo depois de eleito.

Como a média de tempo para uma decisão do TRF-4 tem sido de dez a 12 meses, e a condenação de Lula chegou na corte de apelação somente 40 dias depois da sentença do juiz Sérgio Moro ter sido exarada, isto é, a 23 de agosto deste ano, é possível prever que a decisão da segunda instância deve se dar entre junho e agosto do próximo ano, em plena campanha eleitoral.

O ex-ministro José Dirceu teve sua sentença de segunda instância definida 15 meses depois de ser sido condenado pelo juiz Sérgio Moro. Como na maioria dos casos, o TRF-4 aumentou a pena dele em dez anos. Este Tribunal tem por norma determinar a prisão dos condenados em segunda instância, mesmo sendo essa decisão facultativa, de acordo com a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF).

Dirceu continua em liberdade, com tornozeleira eletrônica, pois pode fazer recurso no próprio TRF-4. Depois poderá recorrer a instâncias superiores, mas provavelmente da cadeia. Os desembargadores do TRF-4 aumentaram em 218 anos o tempo de prisão estipulado pelo juiz Sérgio Moro desde o início da Operação Lava Jato, em fevereiro de 2014.

Pelas últimas estatísticas, 18 penas foram mantidas e 28 aumentadas. Em 11 vezes a pena foi diminuída, numa redução de 73 anos de prisão em relação às decisões da primeira instância em Curitiba. Em nove casos a absolvição foi mantida, e três absolvições anularam as sentenças do juiz Sérgio Moro, sendo o mais notório dos casos, o do ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto.

Na capa d'O Globo


No jornal Lance: o Verdão na cola do Curingão


Os destaques do jornal Zero Hora


As manchetes do jornal Folha de São Paulo


As manchetes de jornais brasileiros nesta segunda-feira

FolhadeSãoPaulo: Justiça trabalhista é pouco efetiva para empregados

Globo: Comércio terá 10% mais vagas temporárias no fim do ano

Extra: Linhas 100% refrigeradas só existem na lista da prefeitura

Estadão: Com 7 casos por dia, latrocínio sobe 58% no País em 7 anos

ValorEconômico: Indignação impulsiona Bolsonaro, diz bispo

ZeroHora: Fundo eleitoral: 5 partidos devem levar quase R$ 900 milhões

EstadodeMinas: TJMG libera venda integral de férias

CorreioBraziliense: Acidente mata dois em frente ao Planalto

CorreiodaBahia: Chega cansa...

DiáriodePernambuco: Futebol em queda

DiáriodoNordeste: HUB de Fortaleza deve conectar 400 destinos no mundo

CorreiodaParaíba: TJPB assina convênio que vai permitir a cobrança de custas por meio de protesto

domingo, 29 de outubro de 2017

Parabéns, Suiany!


Parabéns, minha irmã linda, Suiany Mangueira Guedes.

Que você tenha tudo o que há de melhor. Deus a abençoe e Nossa Senhora a cubra de graças. 

Uma vida de luz, paz, sucesso, prosperidade com recheio de muita saúde. 

Te amo.

A capa do jornal Gazeta do Alto Piranhas


Quando vão retirar as antenas do morro do Cristo Rei, em Cajazeiras?

O REI APRISIONADO
Sayro Braga
Revista Destaque - Cajazeiras-PB

PRÓLOGO - Um rei está sempre no ponto mais alto de uma sociedade, seja em grandes reinos ou em pequenas tribos. Do seu trono governa e olha todos os súditos, merece reverência e adoração, mas nem todos conseguem chegar perto dele, seja por proibições ou simplesmente pela dificuldade do trajeto, mesmo assim ele está lá, para que todos possam vê-lo, ainda que alguns não notem sua presença.

O rei em questão passou muito tempo livre, do alto de seu monte contemplava todos os que passavam a seus pés, moradores e visitantes faziam questão de visitá-lo

Mas isso foi antes do cerco dos inimigos, sem defesa ou ajuda dos súditos, o Rei viu surgir ao seu redor, gigantes de metal, verdadeiras muralhas que o deixaram isolado e completamente cercado, ofuscando sua visão.

Quem era adolescente na década de 1980 em Cajazeiras, certamente viveu uma das maiores aventuras da época, subir o Morro do Cristo Rei, fosse a pé ou de bicicleta, para depois de certo tempo conversando e olhando a cidade, descer a toda velocidade rezando para não aparecer nenhum carro na subida. Naquele tempo, podia-se ver o Rei praticamente de qualquer ponto da cidade, era só olhar pra cima e avistá-lo, com seu manto ora branco, ora cinza. 

Hoje, depois da ocupação capitalista das antenas de transmissão, quase não se nota que lá existe um dos maiores símbolos religiosos da história da humanidade. Se você perguntar a um grupo de crianças o que existe no alto daquele morro, certamente a maioria irá responder que não sabe, simplesmente porque quase não se pode mais ver o Cristo.

Empresas sem nenhuma preocupação com a tradição cultural da cidade, instalaram seus equipamentos não se importando com o que representa o morro para os moradores, por outro lado, quem autorizou tal instalação tem sua parcela de culpa. 

Enquanto isso, nosso Rei continua lá, encurralado, aprisionado e esquecido em seu próprio reino, vendo os “gigantes de metal” subirem mais e mais a cada ano. Depois de receber tanta radiação, o Cristo agora está verde. Se nada for feito, em pouco tempo irão retirar não as antenas, mas quem sabe o Cristo, para colocá-lo em algum depósito e assim, destroná-lo de vez.

Vai vendo...Foi em Cajazeiras.

Sugestão de Eugênio Nóbrega

'Caruso - te voglio bene assai' na linda interpretação de Lara Fabian. Ao vivo. Chega dói!

Taí um programão!


Quem mandou? 
O governo e o presidente vivem uma dessas situações de perder quando apostam no par e, de novo, quando no ímpar. Façam o que for: os adversários não perdoam 
J.R. Guzzo 
Veja.com
O presidente do Brasil, Michel Temer 

O presidente Michel Temer, no papel de presidente Michel Temer, e a elite intelectual brasileira, no papel de elite intelectual brasileira, não vão se entender jamais. Nada do que ele já tenha feito, está fazendo ou vai fazer será considerado certo, nunca, mesmo que acerte por acaso. 

Quando ganha alguma votação no Congresso a conclusão unânime é que, agora sim, vão começar os seus problemas mais graves. Quando a inflação cai Temer está errado – primeiro porque não foi o seu governo que fez cair, e segundo porque, mesmo não tendo mérito algum na queda, é culpado pelo problemaço que a mesma queda está criando neste país.

ATLÉTICO, DINO E NAÇA VÃO DISPUTAR TORNEIO AMISTOSO NA PRÉ-TEMPORADA
Allan Hebert - PortalCorreio

Os três clubes sertanejos que vão participar do Campeonato Paraibano 2018 se uniram para fortalecer a pré-temporada e começar o certame estadual na ponta dos cascos. De acordo com o presidente do Sousa, Aldeone Abrantes, a ideia é que Dinossauro, Atlético de Cajazeiras, Nacional de Patos e Iguatu-CE disputem um torneio amistoso, só com equipes de Paraíba e Ceará.

A intenção do cartola alviverde é realizar um campeonato no mês de dezembro inspirado no Torneio Integração, que o próprio Dinossauro já participou algumas vezes e que reunia equipes da Paraíba, Ceará e Pernambuco. O intuito da competição também era fortalecer a pré-temporada das equipes, que se preparavam para o início de seus respectivos estaduais.

“O Torneio Integração sempre nos deu retorno técnico. Esse ano nós fomos muito prejudicados na pré-temporada, nós entramos totalmente sem ritmo para enfrentar os times grandes. Você inicial mal uma competição é difícil se aprumar depois, porque o tiro é curto, então pretendemos começar o Paraibano 2018 na ponta dos cascos. Vai ser uma pré-temporada com caráter oficial e, com isso, temos tudo para fortalecer as equipes do Sertão”, declarou Aldeone, ao PB Esportes.

Aldeone também adiantou o Estádio Marizão, em Sousa, passará por melhorias a partir do mês de novembro. O cartola revelou que as placas de grama já estão compradas e que o gramado da praça esportiva estará em boas condições para o Campeonato Paraibano.

O Dinossauro, que está no Grupo A ao lado de Auto Esporte, Botafogo, Nacional de Patos e Treze, marcou o início da pré-temporada para o dia 04 de dezembro.
Data venia, excelências
João Domingos
O Estado de S.Paulo

Conquistar credibilidade, todo mundo sabe que é muito difícil. Perdê-la, é fácil

Instituições como o Supremo Tribunal Federal (STF), que são parte dos pilares do estado democrático de direito, têm por obrigação zelar por sua credibilidade. Quem está lá na condição de ministro tem mais do que a função de magistrado. Tem uma missão, que é a de zelar pelo equilíbrio entre os Poderes, interpretando, com base na Constituição, qual é a função de cada um numa sociedade democrática, de forma que todos sigam harmônicos e independentes.

Se o STF perder a credibilidade, com ela vai junto a última esperança do injustiçado que busca Justiça, das minorias que brigam pelo direito de se fazer ouvir, do cidadão de bem que deseja contribuir para o crescimento do País.

Os 11 ministros que estão lá foram escolhidos entre brasileiros natos de reputação ilibada e de notório saber jurídico para, numa espécie de função sacerdotal, com toga e tudo, zelar para que o País seja mais justo, para que as desigualdades sejam menores, para que os privilégios desapareçam.

Conquistar credibilidade, todo mundo sabe que é muito difícil. Perdê-la, é fácil. Basta uma atitude errada aos olhos da sociedade para que isso ocorra.

Veja-se o exemplo do Congresso, dos partidos políticos, dos governantes. Tanto aprontaram, e ainda aprontam, que a última pesquisa da Ipsos sobre a credibilidade deles mostra que 93% da sociedade não confia nos políticos em geral. A situação é tão ruim que hoje alguns deputados e senadores, quando viajam, escondem a medalhinha que usam no paletó e os identifica como integrantes do Congresso. Aquilo que era para ser motivo de orgulho virou motivo de vergonha. Alguns, de cara mais conhecida, são identificados em aeroportos, restaurantes, museus, e passam por situação vexatória, tal a ira do público.

Nos últimos dias o STF protagonizou fatos e cenas que podem comprometer muito a imagem da instituição. Uma delas de puro privilégio em causa própria. A Corte transferiu o feriado do dia do servidor público, comemorado todos os dias 28 de outubro, ontem, para o dia 3, logo depois do feriado do Dia de Finados, 2. Como no dia 1.º é feriado no Judiciário, a folga no Supremo, que será acompanhada também pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ), irá da quarta-feira que vem ao domingo. Umas miniférias.

Já na quinta-feira, os ministros Gilmar Mendes e Luís Roberto Barroso tiveram um bate-boca em público daqueles de dar vergonha. Entre outras coisas, depois de muita provocação, Barroso disse que Gilmar é leniente com os crimes de colarinho-branco, além de não trabalhar com a verdade. Gilmar respondeu que Barroso concedeu habeas corpus para José Dirceu e que foi advogado de criminosos internacionais, numa referência ao fato de o colega ter defendido Cesare Battisti, condenado a prisão perpétua na Itália sob acusação de ter participado do assassinato de pelo menos quatro pessoas quando militava num grupo esquerdista que tentava derrubar o governo democrático pelas armas.

Indagado sobre o que achou da briga, o ministro Marco Aurélio Mello afirmou que tais episódios denigrem a imagem do STF e mancham a sua credibilidade. Mas não se esqueceu de lembrar que em relação a Gilmar Mendes tem “inimizade capital”.

Debates acalorados sobre o entendimento de determinada doutrina do Direito são corriqueiros em qualquer espaço que reúna duas ou mais pessoas ligadas ao Judiciário. Da forma como ocorreram não são normais, porque não trataram do entendimento a respeito de uma norma, mas de acusações pessoais.

Uma coisa é dizer que não dá para levar desaforo para casa. Outra é ter um comportamento que compromete a credibilidade da instituição a que serve, só para repetir, o último refúgio do cidadão.