quinta-feira, 10 de agosto de 2017

PARAÍBA REGISTRA MAIS CONTRATAÇÕES DO QUE DEMISSÕES NO ANO DE 2017
Celina Modesto - PortalCorreio

Dados preliminares do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego, apontam que a Paraíba criou 809 vagas de trabalho com carteira assinada no mês de julho.

Este é o segundo mês consecutivo que o estado registra mais admissões do que desligamentos no mercado de trabalho. No entanto, os números oficiais do Caged por unidade da federação só deverão ser divulgados na próxima semana, de acordo com o Ministério. Entretanto, os dados nacionais já estão consolidados e apontam crescimento do número de empregos no Brasil pelo quarto mês consecutivo. Foram criadas 35,9 mil vagas formais no último mês em todo o país, resultado de 1.167.770 admissões e 1.131.870 desligamentos.

Dos 25 subsetores econômicos, 17 empregaram mais do que demitiram, o que aponta uma consolidação da recuperação econômica. Embora a notícia seja boa, apenas dois setores na Paraíba registraram, de fato, abertura de vagas de trabalho formais em julho deste ano: a agropecuária, com 977 vagas, e a indústria, com 537 vagas. Os demais setores apenas registraram mais desligamentos que admissões, sendo que o comércio fechou mais vagas (-262), seguido dos serviços (-204) e da construção civil (-173). Ainda, conforme os dados preliminares do Caged, a Paraíba ficou em 5º lugar regional e 14º no país no tocante à geração de empregos formais. No país, o principal responsável pelo desempenho de julho foi o setor da Indústria da Transformação, onde foram criadas 12.594 vagas.

Na mesma linha encontra-se a Construção Civil, que, após 33 meses de saldos negativos, criou 724 vagas formais em julho. Também indica tendência de consolidação desse crescimento o desempenho dos Serviços, que geraram 7.714 novas vagas em junho. O Comércio também teve desempenho positivo tanto no atacado quanto no varejo.

O resultado foi um saldo de 10.156 novas vagas. E a Agropecuária também segue gerando empregos formais, com a criação de 7.055 postos a mais em julho, principalmente por causa da cana-de-açúcar e do café.

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