domingo, 20 de agosto de 2017

Previdência gasta R$ 56 Bilhões por ano com fraudes e erros, estima TCU
O Brasil é um país em que ricos fingem ser pobres, presidiários reconhecem a paternidade de filhos de mulheres que nunca viram, crianças recebem licença-maternidade, bebês indígenas são adotados e esquecidos em suas tribos, homens assassinam esposas fictícias e ciganos mudam de identidade como trocam de cidade. O Brasil é um país que paga por tudo isso. E a conta imposta por tanta “criatividade” à Previdência Social é alta. Uma fatura maior que o governo supunha: pode chegar a R$ 56 bilhões por ano. Ao cruzar dados de uma força-tarefa — formada por Secretaria de Previdência, Ministério Público Federal (MPF), Polícia Federal e os ministérios do Trabalho e do Desenvolvimento Social — e pedir uma análise de especialistas, o Tribunal de Contas da União (TCU) chegou à conclusão de que a “percepção de irregularidades” é que um, em cada dez benefícios, é pago com erros ou por fraude.
Homem é morto com golpe de faca no peito no bairro São Francisco em Cajazeiras
Angelo Lima
Abençoado

Um homem de 35 anos, identificado como “Abençoado”, foi morto com um golpe de faca no peito na tarde desse sábado (19), em Cajazeiras.

O crime ocorreu na Travessa Vicente Leite, no bairro São Francisco, zona sul da cidade.

Segundo informações, ‘Abençoado’ era morador de rua, e, no momento do crime, dormia numa calçada, quando um elemento por nome de Cacau desferiu o golpe de faca no seu peito.

Mesmo ferido, Abençoado correu pedindo ajuda, mas acabou caindo e morrendo.

A PM e o SAMU foram acionados e foi constatado o óbito. O local foi isolado para a realização da Perícia.
LAVA-JATO
LAURO JARDIM - OGlobo
O juiz Marcelo Bretas determinou que se leiloe todos os bens apreendidos na parte carioca da Lava-Jato. Os números são grandiosos, do tamanho da propinolândia comandada por Sérgio Cabral: um total de 300 imóveis e 750 carros.
Vamos aproveitar a janela ou bater no muro?
Marcos Lisboa - Folha de São Paulo
Michel Temer, Henrique Meirelles e Dyogo Oliveira em evento do governo em Brasília

Avançamos perigosamente em direção ao muro. Temos um emaranhado de leis que tornam obrigatórias diversas despesas que há muitos anos crescem mais do que o PIB.

A continuar essa trajetória, não haverá recursos para áreas fundamentais como ciência e tecnologia, defesa civil e manutenção de estradas. Serão igualmente interrompidos serviços essenciais para o funcionamento da máquina pública, como fornecimento de energia e a compra de materiais e serviços, para prejuízo das mais diversas áreas, das universidades ao Tesouro Nacional. O salário mínimo não poderá ser reajustado.

As regras para aposentadoria e concessão de benefícios sociais, os gastos com servidores, saúde e educação, os subsídios e as desonerações e as demais despesas previstas em lei correspondiam a 87% da despesa primária há três anos e devem chegar a 92% neste ano. Além disso, esse crescimento é incompatível com o teto dos gastos.

No limite, o governo federal poderá utilizar um velho e trágico mecanismo para financiar seus gastos: a volta da inflação crescente, como nos anos 1980.

Não há dúvida de que o governo errou ao não comunicar claramente a gravidade das contas públicas e ao conceder reajustes para os servidores. O Congresso contribuiu ao rejeitar medidas que garantiriam a transparência dos gastos com servidores e os muitos auxílios concedidos, como para moradia.

A crise no Rio de Janeiro ilustra as consequências do muro. Infelizmente, trata-se apenas do abre-alas do problema dos Estados decorrente, sobretudo, da Previdência dos servidores.

O governo foi otimista sobre a retomada da atividade e a possibilidade de deixar muitos problemas para depois de 2018. Muitos acreditavam que a economia estaria crescendo 1% ao ano no fim de 2016 e ainda bem mais atualmente. Pois bem, estavam errados.

Temos, porém, uma janela de oportunidade. A queda dos juros em meio à queda da inflação permite a recuperação de parte do que foi perdido nos últimos anos. O governo, ainda que de forma atabalhoada, reconhece equívocos e propõe ajustes.

A produção e o emprego começam a se recuperar. Teremos um alívio temporário, o que permite tratar, com serenidade e cuidado, dos nossos difíceis desafios. Todos teremos que aceitar sacrifícios.

Essa agenda passa necessariamente pelo Congresso Nacional que, entretanto, parece na contramão do ajuste ao propor o novo Refis, manter as desonerações e os subsídios, além de postergar a reforma da Previdência. Lideranças do setor privado parecem não entender a gravidade do momento ao defender seus privilégios ao mesmo tempo que criticam o aumento de impostos.

O muro não está tão longe assim.
O Globo

O próprio STF sempre tem se manifestado a favor de quem ganha tanto dinheiro com salário e penduricalhos

Quando cheguei à Argélia para o exílio, o pernambucano Maurílio Ferreira Lima já morava lá. Levou-me para um passeio e passou num açougue para comprar carne. Fez a transação em francês mas, ao sair, disse da porta: “pendura”. Fiquei surpreso com a naturalidade e o sorriso do açougueiro. Maurílio revelou que esta era a única palavra em português que ensinou a ele.

Cada vez que o governo vem anunciar uma nota fiscal, lembro-me de Maurílio. É como se dissessem: “mais R$ 20 bilhões, pendurem”. Maurílio pagava suas contas em dia. Ao contrário do governo, tratava apenas do que comprava, e não de projeções para o ano seguinte. O governo pendurou R$ 20 bilhões em 2107 e anunciou que vai pendurar R$ 30 bilhões em 2018.

Quem vai pagar tanto dinheiro? Eles falam em economia nos gastos públicos. Não acredito. 

Os dados estão aí: deputados e senadores querem alguns bilhões para financiar suas campanhas.

Se fossem só os políticos, ainda havia uma esperança. A Justiça, que tem sido aliada da sociedade na luta contra a corrupção, é muito reticente quando se discutem os supersalários que excedem o teto legal. Nesta semana, falando com um procurador que atua no Norte do país, ele me passou um quadro desolador. Há promotores que chegam a ganhar R$ 125 mil mensais.

As notícias sobre juízes do Mato Grosso que receberam até R$ 500 mil frequentaram o noticiário e saíram em paz. Um dos juízes chegou a declarar: “não estou nem aí para o espanto que a notícia causou”. Ele não está mesmo. Considera legal receber, e pronto. O próprio Supremo Tribunal Federal sempre tem se manifestado a favor de quem ganha tanto dinheiro com salário e penduricalhos.

Nesse sentido, a orfandade dos brasileiros é total. Os políticos não só desviam dinheiro como inventam fórmulas para receber fortunas através de suas leis eleitorais. E a Justiça não mostra nenhuma sensibilidade para o problema. O que fazer nessas circunstâncias?

Dentro do quadro de apatia que se criou no país, parece que a alternativa é trabalhar e separar o dinheiro do imposto, assim como muitos, em áreas de risco, saem com o dinheiro exato do assalto. Mas é uma tática que tem seus limites. A máquina burocrática brasileira é muito pesada para o país. Ela se comporta como se estivéssemos nadando em dinheiro.

O grande problema da necessária austeridade é o próprio governo. Se ele tem um projeto de reforma da Previdência que implica em sacrifícios para alguns, quem vai apoiá-lo sabendo que não há reciprocidade nos esforços? O resultado disso é a marcha da insensatez que vai nos levando progressivamente ao caos. No momento, falamos em bilhões com tranquilidade, mas já há quem calcule em meio trilhão o rombo nos próximos anos.

Mas toda essa conversa sobre números acaba sendo abstrata. Nas estradas, caiu o policiamento; nas fronteiras, a redução de verbas dificulta a ação das Forças Armadas. Nos hospitais, então, a escassez mata.

Em 2013, a sociedade intuiu que isso estava errado e se manifestou nas ruas, queria serviços decentes para os impostos que paga. Naquele momento, as grandes empresas estavam tranquilas. Se reclamavam dos impostos, a resposta foi simples: ampliar isenções. 

O BNDES emprestava dinheiro a juros reduzidos, e os próprios políticos ofereciam isenções. De tal forma ofereceram que, no Rio, cabeleireiros, joalherias e até um prostíbulo tornaram-se isentos. A corrupção mostrou como recursos públicos eram drenados. A quebradeira agora vai colocar também em cena algo que não era tão discutido em 2013. 

Pedia-se um serviço decente em troca do imposto.

Agora, num momento em que cogitam a alta dos impostos, o Brasil merece um grande debate sobre como o bolo dos recursos públicos é dividido.

Por que há tantas isenções e qual o benefício que trazem para o país? Por que uma máquina com tanta gente é tão pouco produtiva? Por que salários tão altos, tantos penduricalhos?

No Congresso participei de inúmeros debates sobre isso, tentando convencer o governo, na época, a reduzir radicalmente as viagens, que custavam em torno de R$ 800 milhões por ano. Já havia os meios para isso: teleconferência, Skype. Hoje foram ampliados com novas alternativas.

O alto custo não é apenas com passagens, mas também com as diárias pagas aos funcionários. Por isso, quando se fala em reduzir custos e aumentar a produtividade, há sempre uma resistência. Apesar de haver gente bem-intencionada entre os funcionários, o ânimo para aumentar a produtividade de serviços públicos deveria vir do universo político.

Do mundo político não virá nada. Foi o próprio sistema político-partidário que criou esse monstro dispendioso. Os políticos, nesse episódio, não são uma solução, e sim uma parte substancial do problema. Se depender eles, o atraso se eterniza. Sempre que apertar, vão dizer: “pendurem”.

Enquanto isso, na campanha eleitoral antecipada, Lula viaja... Vejam o comentário de Josias de Souza.

Sugestão de Albérgio Gomes Medeiros


Os recitadores de palavras de ordem veem em Maduro o guia genial dos povos. É a tragédia da ideologia
EUGÊNIO BUCCI - Época

Que uma tragédia vinha sendo gestada na Venezuela, era evidente. Pelo menos desde 2004, era mais do que evidente. Em dezembro daquele ano, a Assembleia Nacional da República Bolivariana aprovou a “Ley de Responsabilidad Social en Radio y Televisión”, conferindo às autoridades o poder de punir emissoras que difundissem mensagens que incitassem ao “descumprimento do ordenamento jurídico vigente” ou que impedissem ou oferecessem obstáculos contra a “ação dos órgãos de segurança cidadã”. Traduzindo: a partir de dezembro de 2004, o governo mandou avisar que estava disposto a fechar o tempo contra toda divergência.

O que é “incitar ao descumprimento do ordenamento jurídico”? Resposta: aquilo que o regime resolver que é. Com sua “Ley de Responsabilidad Social”, o chavismo intimidou os que acreditavam na liberdade de expressão. Qualquer coisa poderia ser considerada, legalmente, uma tentativa de impedir “a ação dos órgãos de segurança cidadã”. Qualquer coisa poderia ser punida.

É bem verdade que, dois anos antes, em 2002, o presidente Hugo Chávez, que tinha sido eleito legitimamente, sofreu um golpe de Estado covarde, urdido por grandes empresas de comunicação e por um punhado de múmias de uma casta parasitária que vampirizou a sociedade ao longo de décadas. O golpe, porém, foi um fiasco. Apoiado por um setor das Forças Armadas, Chávez escapou com vida e voltou à Presidência. E com raiva. Desde então, em vez de fortalecer a ordem democrática, optou pela força. De 2004 adiante, o Estado venezuelano foi se transformando gradualmente numa ditadura.

Agora, o resultado está aí, na cara do mundo inteiro. Os que conseguem fogem do país. Só no Brasil, estima-se em 30 mil o número de venezuelanos em situação irregular (segundo dados da Acnur, agência da ONU para refugiados). A Polícia Federal já contabiliza 6.400 pedidos de refúgio na fronteira entre Roraima e Venezuela. Quanto aos que ficam, apanham ou morrem. Em Caracas e outras cidades, as manifestações públicas são reprimidas à bala (possivelmente porque, no olhar das autoridades, as passeatas atrapalham os órgãos de “segurança cidadã”). Mais de 100 pessoas já morreram nas ruas. Das mais de 5 mil que foram presas por motivos políticos, cerca de 1.000 seguem encarceradas.

A ONU já se manifestou contra o uso excessivo da violência e apontou torturas nas prisões. A inflação descontrolada, a escassez generalizada de gêneros de primeira necessidade e a disparidade cambial absurda completam o cenário de caos, de desamparo e de desespero. A Venezuela está à beira de uma catástrofe total, numa escalada da violência que pode desembocar em guerra civil. Todo mundo vê, todo mundo sente, todo mundo sabe, só alguns autômatos da esquerda brasileira ainda não se deram conta – é a tragédia da ideologia.

Há poucos meses, no dia 3 de abril, ainda antes do agravamento definitivo da crise venezuelana, o Partido dos Trabalhadores divulgou uma nota acusando a política externa do “governo golpista” (o do Brasil) de “encabeçar uma campanha da direita contra a esquerda no continente” e de ter assumido “uma postura belicista, particularmente contra a República Bolivariana da Venezuela”. Depois disso, a coisa piorou muito. O ditador Nicolás Maduro convocou uma “Assembleia Nacional Constituinte” unilateral, sem ninguém da oposição, num claro golpe populista para esvaziar o Parlamento, que tinha forte representação oposicionista. O que fez o PT? Voltou à carga. Há poucos dias, a atual presidente da sigla, senadora Gleisi Hoffmann, foi contundente: “O PT manifesta seu apoio e solidariedade ao governo do PSUV, seus aliados e ao presidente Nicolás Maduro frente à violenta ofensiva da direita. Temos a expectativa que a Assembleia Constituinte possa contribuir para uma consolidação cada vez maior da revolução bolivariana...”.

Em nota oficial, o PSOL foi na mesma direção: “O PSOL sabe que numa situação de confronto, a neutralidade significa apoio tácito ao lado mais forte. Por isso, manifestamos apoio ao processo constituinte proposto pelo governo Maduro e ao aprofundamento das transformações sociais naquele país”.

PSOL quer dizer “Partido Socialismo e Liberdade”. Só no nome. Há liberdade na Venezuela? Há justiça social? Não, mas os recitadores de palavras de ordem veem em Maduro o novo guia genial dos povos. Maduro, quem diria, é o farol do socialismo. Haja ridículo. Em sua ortodoxia desumana, os maduristas sem espírito esqueceram que a chama do socialismo é a solidariedade humana. Esqueceram tudo. Os autômatos de esquerda não sabem o que é solidariedade.

Na capa d'O Globo


No jornal Lance: Vinicius Júnior brilha no Mengão


As manchetes do jornal Correio da Bahia


Os destaques do jornal Diário de São Paulo


As manchetes de jornais brasileiros neste domingo

FolhadeSãoPaulo: País registra 10 casos de estupro coletivo a cada dia

Globo:  Previdência perde R$ 56 bilhões por ano com fraude e erros

Extra: Descubra se você caiu na malha fina e como acertar a sua declaração

Estadão: Perdão tributário do governo pode custar R$ 78 bilhões

ValorEconômico: Governo fecha novo texto para o Refis e amplia prazo de adesão

ZeroHora: Polícia espanhola procura suspeitos de atentados

EstadodeMinas: (Degradação de rios e lagoas): Terra morta

CorreioBraziliense: Haddad: "O PT está ameaçado de extinção"

-  CorreiodaBahia: 10 direitos que você tinha, mas não sabia

- DiáriodePernambuco: Falsas doenças custam bilhões

DiáriodoNordeste: Avião carregado com cocaína é apreendido em operação policial em Camocim

CorreiodaParaíba: Gangs dizem quem entra e quem sai

sábado, 19 de agosto de 2017

Desembargador de Goiás ameaça deixar audiência por causa de roupa de advogada. Veja o vídeo.
Eugênio Cesário diz que ela não estava à altura da atividade e dispara: “A senhora vem fazer sustentação de camiseta?”. Mulher estava, na verdade, de vestido
Bruna Aidar 
JornalOpção

O desembargador Eugênio Cesário, no Tribunal Regional do Trabalho (TRT), causou polêmica nesta quinta-feira (17/8) depois de repreender, em meio a todos os presentes na audiência, uma advogada pelas roupas dela. No vídeo, gravado por um advogado que estava no local, ele diz que ela não está cumprindo o decoro forense e ameaça deixar a audiência.

“Podem discordar, mas nós temos um decoro forense a cumprir. Tem que estar à altura na forma e na aparência com o exercício dessa atividade e a senhora vem fazer sustentação oral de camiseta?”, disparou ele. Em seguida, a desembargadora Yara Teixeira diz que ela está, na verdade, de vestido e diz que, embora não concordasse, poderia adiar a audiência caso ele se recusasse mesmo a participar.

Segundo o advogado Lucas Jabur, que gravou a cena, ela estava vestida “normalmente” e apenas não usava um terno. Depois do constrangimento, uma outra advogada que estava no recinto cedeu o seu para que ela pudesse prosseguir com a sustentação oral.

Lucas afirma ainda que não é competência do juiz regulamentar as vestimentas do advogado. “O Art. 58. diz que ‘Compete privativamente ao Conselho Seccional inciso XI – determinar, com exclusividade, critérios para o traje dos advogados, no exercício profissional”, pontuou ele.

Resposta

Por meio de nota, o TRT lamentou e classificou o incidente como “isolado”. Veja na íntegra:

“Quanto ao ocorrido com a advogada na 2ª Turma de Julgamento, o Tribunal Regional do Trabalho da 18ª Região lamenta e entende ser um incidente isolado, acreditando na manutenção das boas relações mantidas com a nobre classe dos advogados ao longo dos seus quase 27 anos de existência, sempre pautadas pelo mútuo respeito às prerrogativas próprias do exercício das relevantes funções igualmente indispensáveis à administração da justiça”

Veja vídeo:

Essa moça é um 'chama terrorista'. Ela devia comunicar o roteiro de viagem para ninguém acompanhá-la...

Australiana sobreviveu a ataques em Londres, Paris e Barcelona
AFP - IstoÉ
Equipe da polícia trabalha perto do Borough Market domingo 4 de junho em Londres, após atentado 

Uma australiana de 26 anos, que viaja a passeio pela Europa há meses, foi testemunha dos atentados ocorridos em Londres, Paris e, nesta quinta-feira (17), em Barcelona.

“Estava em Londres quando houve o ataque na London Bridge e também estávamos na (catedral de) Notre Dame quando aconteceu o ataque” em Paris contra a Polícia, relatou Julia Monaco em entrevista à rádio britânica BBC.

Na quinta-feira, a jovem estava fazendo compras com alguns amigos em um centro comercial próximo a Las Ramblas, em Barcelona, quando uma van atropelou dezenas de pedestres nessa avenida turística da cidade, deixando 13 mortos e mais de cem feridos.

“Tudo estava bem e no minuto seguinte virou um completo caos. Todo mundo começou a gritar e correr”, ressaltou.

A turista permaneceu no chão com os amigos no fundo de uma loja sem saber o que acontecia fora dali, antes de a Polícia evacuar a área.

No atentado ocorrido na London Bridge, no dia 3 de junho, a jovem de Melbourne ficou “presa no metrô”, segundo relatou à rádio australiana 3AW.

Na ocasião, extremistas atropelaram um grupo de pedestres que caminhava na ponte, antes de esfaquear várias pessoas no bairro de Borough Market, deixando oito mortos e cerca de 50 feridos.

Três dias depois do ataque na capital britânica, Julia estava em Paris quando um argelino de 40 anos atacou um policial com um martelo em frente à catedral de Notre Dame. O extremista se identificou como “soldado do califado”.

“Não voltarei para casa, esses criminosos não vão me parar”, disse à 3AW. “Quero seguir viajando pelo mundo, e mesmo que me aconteça algo ruim, ainda assim continuarei”.

Enche o copo, Bebelo!

  
Sugestão de Juarez Costa
Advogado de Cícero Lucena é cotado para o Cade
Lauro Jardim - O Globo

Nos últimos dias, começou a circular o nome de Walter Agra Junior para substituir Victor Rufino na Procuradoria-Geral do Cade.

Walter Agra Júnior é hoje representante da OAB no Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), mas é amigo de longa data do ex-senador Cícero Lucena (PSDB-PB).

Agra foi procurador-geral de João Pessoa quando Lucena era prefeito da cidade. Atuou na campanha do ex-parlamentar em 2006 e, quando ele foi eleito, o advogado ganhou um cargo no Senado.

Ô povo criativo!

CláudioHumberto

Uma das pistas que conduziram a Lava Jato ao ex-líder do PT Cândido Vaccarezza (SP) foi a interceptação de mensagens referindo-se a “bovino religioso”. Ou seja, “vaca reza”.

Esse povo fica pensando que 'vózinha' é besta... Vejam o vídeo.

Ciumeira 
Coluna Painel - Folha de São Paulo

Integrantes do Judiciário ficaram incomodados com a iniciativa da presidente do Supremo, Cármen Lúcia, de publicar portaria obrigando tribunais a divulgarem as folhas de pagamento de seus magistrados.

Menos Como já havia norma nesse sentido, membros de outras cortes acusaram a ministra de tentar faturar com a polêmica a respeito dos contracheques gordos.
TORTURA E SACRIFÍCIO
DiáriodoPoder
Jânio Quadros era governador e vivia às turras com o jornal O Estado de S. Paulo, cuja independência não tolerava, nem as insinuações sobre seu apego aos copos. Após intensa negociação, da qual participaram políticos como José Sarney, Jânio fez uma visita ao dono do jornal, Júlio de Mesquita Neto, que logo ofereceu ótimas opções de uísque. Jânio soltou uma lorota:

- Mas, doutor Júlio, eu não bebo! Só aprecio leite!

O anfitrião pediu licença, foi à cozinha, arranjou uma enorme caneca, usada para beber chope, e a encheu de leite. Enquanto durou a visita, Jânio não largou o canecão. Disciplinadamente, bebeu tudo. Um litro de leite.
Sugestão de Márcia Marques

O VÍDEO MAIS SENSACIONAL DO ANO! 

Todos os personagens de filmes se encontrando na mesma festa!! Assistindo sem parar!! E uma dica, assistam até o último segundo, não parem de ver quando os créditos começarem a subir!!

Um texto do filho de Bolsonaro no jornal O Globo?!!

Bolsonaro, a verdade que incomoda
A cada ataque desferido, ele sai ainda mais fortalecido, literalmente, nos braços do povo nas ruas e nas centenas de selfies diárias que tomam as redes sociais
FLÁVIO BOLSONARO

Credibilidade é uma palavra-chave. E quando alguém escreve um artigo descolado da realidade — como o de Carlos Andreazza, no GLOBO, intitulado “O inofensivo Bolsonaro”, sugerindo, por exemplo, que ele não tem capacidade de comandar o país por não possuir conhecimento em economia — cai em descrédito.

Ele até já começaria em vantagem nessa área num eventual governo, pois jamais nomearia um Guido Mantega, um Antonio Palocci ou uma Zélia Cardoso para tão importante missão. Teria o que nenhum outro pré-candidato à Presidência da República tem: liberdade para escolher, sem acordos nebulosos pela governabilidade, os melhores para cada ministério.

Presidentes “preparados” nomearam “especialistas com lastro”, que destruíram nossa economia ao favorecerem, desviando dinheiro do contribuinte, empresas de amigos corruptos. Quebraram seus concorrentes, desequilibraram o livre mercado e sufocaram os empreendedores, com altos impostos e burocracia — resultando em milhões de desempregados.

Muitos que atacam Bolsonaro com ofensas pessoais ou delírios pseudointelectuais, tentando passar uma imagem monstruosa para seu público, desconhecem cada pedra que ele juntou ao longo de sua sofrida e admirável jornada para ser, hoje, uma fortaleza política e real ameaça ao corrompido estamento político brasileiro.

Não pensam que, se a cada ataque desferido a Bolsonaro ele sai ainda mais fortalecido, literalmente, nos braços do povo nas ruas e nas centenas de selfies diárias que tomam as redes sociais, isso acontece, obviamente, porque as acusações são falsas.

À exceção de quem tem o preconceito entranhado na mente, no coração ou no bolso, todos enxergam a brutal aberração jurídica do fato de Bolsonaro ser réu por “incitação ao crime” — o que faz muitos operadores do Direito esconderem o rosto dentro da blusa, de vergonha do golpe tão baixo.

Além de desrespeito à imunidade parlamentar — que usa para falar, e não para roubar —, o enquadramento é incompatível com sua trajetória pública. É autor de projetos voltados à castração química de estupradores; à redução da maioridade penal e ao acesso à arma de fogo pelos cidadãos ordeiros, para legítima defesa de sua vida, de sua família e de seu patrimônio.

Críticas são sempre bem-vindas, somos humanos, erramos, aprendemos, não cuspimos em quem tem opinião diversa, evoluímos. E quem tem a verdade ao seu lado não precisa gastar milhões em propaganda — nem receber declaração de amor de um presidente que usa dinheiro do contribuinte para comprar votos de deputados para não ser investigado por corrupção — para fingir ser aquilo que não é.

Todos estão seguros do que pensa Bolsonaro sobre os principais assuntos que interessam à sociedade e quem nele sempre votou jamais se sentiu enganado. Diferentemente do que ocorreu com muitos eleitores de Lula — que hoje declaram apoio a Bolsonaro.

Longe de ser salvador da pátria, ele é apenas um patriota, defensor da democracia e que se prepara, a cada dia, para, se Deus quiser, colaborar com o resgate do orgulho de ser brasileiro.

Flávio Bolsonaro é deputado estadual (PSC-RJ)

O Senador Magno Malta sempre certeiro: todos lembramos da quitanda do PT. Veja o vídeo.

Magno Malta e a quitanda do PT
O Antagonista

O senador respondeu aos petistas que acusaram Temer de montar um balcão de negócios para se salvar.

"No impeachment, o Lula montou uma quitanda aqui num hotel cinco estrelas e eles gastaram 3 bilhões e 800 milhões de emendas. 'Cês tão lembrados, meninos?"

Os "meninos" do Congresso fingem que não, mas estão lembrados, sim.

Na capa do jornal Correio Braziliense


As manchetes do jornal O Estado de São Paulo


Na capa d'O Globo


Os destaques do jornal Correio do Povo


As manchetes de jornais brasileiros neste sábado

FolhadeSãoPaulo: Constituinte chavista toma Poder Legislativo

Globo:  Constituinte de Maduro toma poder do Congresso

Extra: Tiroteios deixam 21 mil sem escola

Estadão: Cármem Lúcia obriga TJs a revelar valores pagos a juízes 

ValorEconômico: Dissidentes chavista, procuradora deposta e marido estão na Colômbia

ZeroHora: A Espanha em busca de respostas

EstadodeMinas: Aids e sífilis voltam a preocupar em BH

CorreioBraziliense: Chegou a conta do Mané [estádio]: PF indicia ex-governadores

-  CorreiodaBahia: Invasão de terreiro por PMs provoca protestos

- JornaldoCommercioPrefeituras se unem contra a violência

DiáriodoNordeste: Indústria cearense muda perfil e ganha força na exportação

CorreiodaParaíba: Operação para rastrear esgotos

sexta-feira, 18 de agosto de 2017

A morte de Couto Cartaxo: um fato que não pode ser esquecido na história de Cajazeiras.

18 de agosto: 145 anos do Morticínio Eleitoral de Cajazeiras

Três cajazeirenses morrem crivados de bala no patamar da Igreja Matriz de Nossa Senhora de Fátima no dia eleição.

O dia 18 de agosto de 1872 era o dia designado para a eleição que tinha por finalidade renovar o quadro de Vereadores para a Câmara Municipal de Cajazeiras.

Nos anais do Senado de Pombal (PB) do ano de 1872 consta o seguinte: “300 homens armados, vindos da povoação vizinha..., invadiram a Vila de Cajazeiras, tendo a frente o Alferes João Pires, cercaram a igreja Matriz, que ainda se achava fechada, preparam-se para impedir os trabalhos eleitorais. Às 10 horas, outro grupo de 50 homens, tendo a frente JOÃO ANTONIO DO COUTO CARTAXO e seus irmãos Joaquim Antonio do Couto Cartaxo e Serafim Antonio do Couto Cartaxo, foi recebido com tiros de bala, travando-se entre eles uma luta desigual, cujo resultado foi não só a morte de cinco homens de um e outro lado, inclusive JOÃO ANTONIO DO COUTO CARTAXO”. 

JOÃO ANTONIO DO COUTO CARTAXO, era Tenente, nasceu em Cajazeiras em 1845, foi Chefe do Partido Liberal Geopolítico Brasileiro, era um idealista, destemido defensor dos seus ideais políticos e de seu partido, foi morto a tiros de bacamarte, juntamente com seus companheiros INÁCIO SILVA E BERNARDINO SENA, no patamar do que é hoje a Matriz de Nossa de Fátima, aonde foi erigido um Monumento em sua honra. Antes este Memorial havia sido erguido pela família Cartaxo, tendo a frente Otacílio Dantas Cartaxo, na Avenida Comandante Vital Rolim, mas que foi DESTRUÍDO no governo de Léo Abreu para dar lugar a uma rotatória.

JOÃO ANTONIO DO COUTO CARTAXO é hoje o PATRONO da cidade de Cajazeiras e existe em torno dele e deste episódio toda uma mística, que marca fortemente a História Política de Cajazeiras, que precisa ser resgatado e mais divulgado. 

FOTO: Monumento na Praça Nossa de Fátima

Ôxente! E pode agredir mulher?!! E o 'empoderamento'?


Pois é... como a maioria de vocês viu, ontem fui agredida por militantes petistas, na recepção ao Larápio aqui em Salvador.

Na hora do "vamos ver", ninguém me respeitou por ser mulher, ninguém pegou leve nos xingamentos machistas (de "puta" pra baixo) e teve homem vindo em cima pra me bater (um policial segurou, aí veio uma senhora por trás de mim e completou o intento). Cadê a sororidade e o empoderamento feminino da esquerda nessas horas? O que vi foi um monte de animais espumando de ódio, prontos pra quebrar os meus dentes assim que tivessem oportunidade.

Tudo isso por quê? Porque eles não sabem conviver com opiniões contrárias às deles, e logo partem para a agressão e vandalismo. Não fui a única agredida. Teve uma moça que levou uma tijolada nos peitos, os meninos do MBL foram atingidos por garrafadas e pedradas, e o pixulecão - um boneco gigante do Lula presidiário, erguido em frente ao estádio onde o marginal iria discursar - foi completamente destruído por militantes da CUT, munidos de estiletes. Só pararam quando um policial deu um tiro pro ar.

Mais cedo, um major da PM tentou impedir a nossa manifestação, alegando ordens do governador (petista), e ameaçando prender por desacato quem se exaltasse com os desmandos.

Mas eu até entendo... deve doer muito o fato de que não discursam mais sozinhos, sem contraponto. Que não são mais os donos da verdade. Que o último reduto do PT no Brasil (a Bahia) está reagindo. E o pior de tudo: que a mortadela grátis vai acabar com o fim do imposto sindical (se Temer não arregar, claro).

Eu estou bem, a senhora foi contida por um rapaz antes de conseguir me machucar de verdade. As outras pessoas agredidas também não tiveram nenhum ferimento grave, o pixulecão será reformado e um B.O foi aberto na polícia.

Essa cena lamentável não vai nos abalar. É bom eles irem se acostumando com a nova realidade, porque não vamos mais voltar atrás. Agora a Bahia tem oposição ao PT, doa a quem doer!

Gente nossa e querida já com presença confirmada na Festa 6ª do Se7e, dia 25, no Cajazeiras Tênis Clube.

Meus amigos Bosquinho Leite e a esfuziante Rachel Moreira já confirmaram presença na Festa 6ª do Se7e
A melhor piada sobre a prisão de Vaccarezza
O Antagonista

A melhor piada de hoje é a do Sensacionalista:

"Prisão de Vaccarezza surpreende o país: todos achavam que ele já estava preso."

Passando a régua, enterrando a democracia e assumindo, descaradamente, a ditadura. Sob aplauso, no Brasil, do PT, PCdoB e PSol.

Constituinte criada por Maduro fecha o Congresso e assume poder total na Venezuela 
Ilisp

A Assembleia Constituinte da Venezuela, criada por Nicolás Maduro em um processo fraudulento que contou apenas com a participação de pessoas ligadas à ditadura socialista, incluindo o filho e a esposa do próprio Maduro, anunciou nesta sexta-feira (18) a extinção do Congresso do país.

Os integrantes da Constituinte aprovaram por unanimidade um decreto que dissolve a Assembleia Nacional após a direção da Assembleia informar que não vai comparecer a uma reunião convocada pela presidente da Constituinte, Delcy Rodríguez. A Constituinte não é reconhecida como legítima pela Assembleia Nacional, de maioria opositora à ditadura de Maduro, que foi eleita democraticamente em dezembro de 2015. A medida também autoriza os constituintes a promulgar leis.

O órgão decidiu “assumir as competências para legislar sobre as matérias dirigidas diretamente a garantir a preservação da paz, da soberania, do sistema sócio-econômico e financeiro , os bens do Estado e a preeminência dos direitos dos venezolanos”, segundo o decreto. O documento também afirma que “todos os órgãos do poder público se encontram subordinados à Assembleia Nacional Constituinte”, o que o Congresso não reconhece legitimamente.

E agora temos 'serial killer', em Cajazeiras?!! Danou-se.

Polícia Civil e Polícia Científica desvendam crime de Victória e descobrem que elemento foi o mesmo de matou Thayza
Angelo Lima
Um trabalho de investigação feito pelos agentes do GTE de Cajazeiras, bem como o trabalho realizado da Polícia Científica (IPC), culminou com elucidação da morte da Jovem Victória Albuquerque, que tinha 17 anos, e que teve sua ossada encontrada na manhã dessa terça-feira no sítio Santo Onofre, zona Rural de Cajazeiras.

Segundo o trabalho de investigação, bem como da perícia, Victória foi morta por asfixia e golpes de porrete.

No local do crime, a Polícia Científica colheu provas, que juntadas com depoimentos, ajudaram a identificar o principal suspeito de ter praticado o crime.

Na tarde dessa quinta-feira (17), o psicopata José Giunes do Nascimento Diniz, de 19 anos, vulgo Galego dos Cocos, morador do sítio Queimadas, zona Rural de Cajazeiras, foi ouvido pelo delegado do GTE, Miroslav, no qual confessou o crime que possivelmente foi cometido no dia 01 de julho.

O acusado contou que matou a adolescente após o uso de drogas, no qual teria sentido uma ira por que Victória supostamente teria aprontado contra o mesmo no passado.

José Giunes do Nascimento Diniz de 19 anos, vulgo Galego dos Cocos, foi o mesmo que matou a jovem Thayza Criszantina Alves de Lima, de 28 anos, que teve seu corpo encontrado no dia 18 de julho dentro de um matagal, no sítio Capoeiras Sul em Cajazeiras.

O acusado também é suspeito de tentar abusar de uma criança de onze anos, fato ocorrido no sítio Queimadas, onde o crime só não foi consumado devido à intervenção de um irmão do acusado.

Giunes também será investigado por outro crime onde é acusado ter abusado de uma jovem éeroubado seu celular.

O Psicopata está preso no Presídio Padrão de Cajazeiras onde está à disposição da justiça.

Não deixe de ver a Mostra da Memória do nosso inesquecível Perpétuo. Vejam os detalhes do evento.


Aos cajazeirense e cajazeirados que verdadeiramente amam a nossa amada terra, deixo aqui o nosso convite para a Mostra da Memória de Perpétuo Correia Lima a se realizar neste sábado dia 19, das 9 horas da manhã ao meio dia, tendo como local o Estádio Higino Pires Ferreira. Fotografias do craque em clubes que ele jogou, camisas de alguns dos clubes e troféus conquistados por Perpétuo estarão sendo mostrados nesta oportunidade.

Reabrir a nossa Escola de Música é uma boa notícia.

Prefeito abre escola de música e anuncia aumento de 100% para os músicos da banda Santa Cecília
Secom-Cajazeiras
Durante solenidade realizada no final da tarde de quarta-feira 16/8 o prefeito Zé Aldemir abriu a Escola de Música Santa Cecília que passará a funcionar após muitos anos inativa com objetivo principal de incentivar a cultura criando novos músicos.

No seu discurso, o Secretário Executivo de Cultura Chagas Amaro destacou a importância do ato da gestão municipal, que contribui de forma direta com o seguimento cultural, valorizando a tradicional banda de música, que poderá receber futuramente novos componentes, formados a partir da escola de música.

A solenidade também marcou o lançamento do programa “Cantos que Educam”, que segundo a Secretária de Educação Tereza Cristina servirá para incentivar os alunos da rede municipal de ensino a se envolver com a música e descobrir jovens talentos.
Demonstrando seu compromisso com a classe cultural, o prefeito Zé Aldemir revelou que é preciso oferecer incentivos aos jovens dando oportunidades, á exemplo desta escola de música, que há muitos anos estava fechada, mas, agora funcionará plenamente formando novos e talentosos músicos.