segunda-feira, 31 de julho de 2017

MORO DETERMINA PREVENTIVA DE BENDINE
Sérgio Moro acaba de converter em preventiva a prisão temporária de Aldemir Bendine e de seus operadores André Gustavo e Antônio Carlos Vieira.

Em sua decisão, Moro ressaltou que a PF apreendeu em sua residência a anotação “encontro c/motorista p/ dissuadi-lo a não depor no MPF”, corroborando que Bendine ameaçou o ex-motorista que denunciou o transporte de malas com dinheiro em espécie.

“Embora seja conduta relativa a investigação pretérita, também autoriza conclusão, pelo modus operandi, de que a presente investigação e instrução está em risco, já que testemunhas poderão aqui ser igualmente intimidadas de forma indevida a não falar a verdade em Juízo”, diz Moro.

O juiz afirmou ainda que a viagem de Bendine ao exterior teria o “provável propósito” de viabilização de encontro “às escondidas” com André Gustavo.

“A aquisição de passagem de volta, por outro lado, não afasta de todo o risco de fuga, já que não significa que ela seria de fato utilizada, e, por outro lado, Aldemir Bendine tem dupla cidadania, no caso brasileira e italiana, com o que, caso se refugie no exterior, haverá dificuldade para eventual extradição (evento 1, anexo66) pela usual restrição de extradição de nacionais.

Presentes, portanto, múltiplos riscos, à ordem pública, à instrução e à aplicação da lei penal, a justificar a preventiva.”

Novas imagens do grande encontro de cajazeirenses e cajazeirados na festa de aniversário de Zelinha Vilhena, em João Pessoa.

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

LAURO JARDIM - OGlobo
O Partido Novo definirá em agosto se Bernardinho será o candidato a presidente da República do partido. Ou ainda se concorrerá ao governo do Rio de Janeiro. A definição, na verdade, será do próprio Bernardinho. É ele quem está em dúvida sobre se será candidato. Se for, no entanto, o mais provável é que escolha disputar a sucessão de Luiz Fernando Pezão.

Reudesman Lopes precisa do apoio de todos para essa grande ideia. Perpétuo e o Atlético bem merecem.

Cajazeiras e os meus antigos novos sonhos
Reudesman Lopes
GazetadoAltoPiranhas

De 2017 para 2018 muitas coisas acontecerão com relação ao futebol local que marcam a história deste esporte e por conseguinte da nossa cidade. Para tanto, entendo, como defensor guardião desta, que é nosso dever fazer valer a apresentação dela como um culto a memória tão esquecida da terra do Padre Rolim. Destaco que, em outubro, se completarão 40 anos do falecimento do nosso craque Perpetúo Correia Lima e, hoje são poucos que têm o conhecimento de quem foi Péto, por isso é que vejo como dever de Cajazeiras, aproveitar essa data para mais homenagens a ele e nela inserirmos uma programação que resgate essa vitoriosa história tornando-a do conhecimento daqueles que não o viram nas gloriosas e memoráveis jornadas pelos campos de futebol daqui, dali e d'acolá.

E quais são os nossos desejos? Realizarmos um jogo entre “Santos e Sociedade Esportiva de Sousa; exposição com fotografias e camisas dos times por onde ele jogou e troféus conquistados; sessão especial na Câmara Municipal de Cajazeiras; edição de um jornal especial; celebração da Santa Missa.

E em 2018, teremos os 70 anos do Estádio Higino Pires Ferreira e os 70 anos da fundação do Atlético Cajazeirense de Desportos.
Serão dois importantes momentos que precisam ser celebrados com a magnitude merecida por ambos e que faremos tudo que estiver ao nosso alcance para mostrar uma rica, valorosa e história deles. Os nossos sonhos são para que tenhamos o Estádio Higino Pires Ferreira com uma nova “cara”, algumas boas novas já estão sendo realizadas para que ele volte a ter o brilho inesquecível que sempre teve até o fim dos anos 70: dentro de nossos sonhos a volta do sistema de iluminação que nos anos 60 foi corajosamente doado aos desportistas da cidade pelo então Prefeito Francisco Matias Rolim com o imprescindível a apoio do Dr. Higino Pires Ferreira e o magnífico trabalho de Abdon Cipriano Rocha.
Desta feita, esperamos contar com o apoio de amigos cajazeirenses e cajazeirados para deixar fincado naquela praça de esportes o seu memorial de Péto para que aqueles que não conhecem a sua história possam ter a noção da dimensão de sua representatividade para o futebol cajazeirense e regional. Por fim, o Atlético, 70 anos e como registramos: “Desde 1948”. O sonho é de que essa passagem se evidencie com uma bela classificação no paraibano 2018 e que possamos comemorar esses belos anos que marcam a sua história, com o glamour que todos nós atleticanos gostaríamos de ver, como acontece até os dias atuais.
Mudinho é detido acusado de praticar desordem em festa de aniversário em Cajazeiras
Angelo Lima
O jovem Francisco de Assis Alves de Lima de 30 anos, Vulgo Mudinho, foi detido acusado de praticar desordem e resistir a prisão, na noite desta sábado na Avenida Pedro Moreno Gondim, na cidade de Cajazeiras, no sertão da Paraíba.

Segundo informações da Polícia, o efetivo policial foi acionado por populares e informado que o acusado estava embriagado e praticando desordem numa festa de aniversário.

Os militares ao chegar ao local confirmaram a veracidade da denuncia e, ao fazer a devida abordagem, o Mudinho tentou desacatar a guarnição com gestos, sendo o mesmo encaminhado à delegacia e apresentado ao delegado de plantão.

Nesta quarta-feira, dia 02 de agosto, tem evento da AC3 em Cajazeiras. Vejam.


A mentira é da própria natureza...


O Leonardo Boff, o maluco petista que a mídia insiste em ouvir, fez um post no Twitter com os resultados da "nova política social de Temer". Só que a foto foi tirada em 2012, durante o governo da Dilma Rousseff! A Caneta Desesquerdizadora desmascarou a mentira! 

Nosso Sales Fernandes, em dia de aniversário, recebe o carinho da esposa.


Hoje meus parabéns são pro meu namorido, Sales Fernandes. Esse cara guerreiro, cheio de de atitudes, determinação e que eu tenho admiração.

Meu anjo, que a vida lhe reserve muitos sucessos, que a sua mente e o seu coração fiquem inundados apenas por bons pensamentos e sentimentos. 

Conte sempre conosco e receba nosso beijo muito carinhoso!

Te amamos!

Os otimistas chamam de 'medicina preventiva'...

Fome bolivariana: três quartos dos venezuelanos emagreceram quase 9 quilos em 2016
Politicas.info
Enquanto isso, Nicolás Maduro fazia piada sobre o triste fenômeno

Semanalmente chegam detalhes dos estragos proporcionados pelo “Socialismo do Século XXI” na Venezuela. Porque a crise não é “só” política, não é “só” a democracia que está em jogo sob as arbitrariedades de Nicolás Maduro e sua horda de chavistas. Ela é também, e principalmente, humanitária.

De acordo com a Economist, o país vive a “Dieta Maduro”. Só em 2016, por volta de 75% da população emagreceu quase 8,7 quilos. A fome é tanta que mais da metade de um grupo de crianças monitorados em quatro regiões do país, incluindo a capital, estariam desnutridas, ou rumando à desnutrição.

No país, o fenômeno é observado e comentado há tempos. Ao ponto de já ter rendido uma péssima reação da bolivariano. Num programa de TV, ele simplesmente fez piada com a situação: La dieta de Maduro te pone duro, sin necesidad de Viagra“.

Diferente da maior parte dos venezuelanos, Maduro segue bem acima do peso ideal.
MPPB divulga resultado da eleição do novo Procurador Geral de Justiça
Lenilson Guedes  - Os Guedes
Os promotores de Justiça Francisco Seráphico Ferraz da Nóbrega Filho, Amadeus Lopes Ferreira e João Arlindo Corrêa Neto foram os mais votados pelos membros da instituição e estão compondo a lista tríplice de nomeação de procurador-geral de Justiça do Ministério Público da Paraíba (MPPB) para o biênio 2017/2019. O processo eleitoral transcorreu durante todo este sábado (29) na sede do MPPB, em João Pessoa.

Francisco Seráphico Ferraz da Nóbrega Filho obteve 153 votos; Amadeus Lopes Ferreira ficou com 82 votos; e João Arlindo Corrêa Neto registrou 64 votos, em um universo total de 606 votos possíveis (202 membros compareceram ao pleito e cada um tinha direito a votar em até três candidatos).

Após a definição da lista tríplice, a instituição tem um prazo de três dias para encaminhá-la ao governador do estado, que terá um prazo de 15 dias para nomear o procurador-geral de Justiça dentre os integrantes da carreira do Ministério Público constantes da lista tríplice. Se o governador não efetivar a nomeação nos quinze dias que se seguirem ao recebimento da lista, será investido automaticamente no cargo o membro do Ministério Público mais votado da lista.
Previdência de servidores supera despesa com educação em 16 Estados
ANA ESTELA DE SOUSA PINTO
GUSTAVO PATU
Folha de São Paulo

Na maioria dos Estados brasileiros, o dinheiro público está sendo usado mais para pagar aposentadorias que para sustentar a educação, mostram os relatórios fiscais dos 26 Estados e do DF.

A fatia das despesas com o regime próprio dos servidores (RPPS) já é a maior em 16 (60%) das unidades federativas.

Considerados os gastos com complementações especiais e pensões relacionados às privatizações, outros três Estados entram nessa lista.

Apenas na região norte (exceto Pará) os gastos educacionais ainda são maiores.

O peso previdenciário afeta as contas das sete maiores economias do país: São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Paraná, Santa Catarina e Bahia.

A maior distorção ocorre no Rio Grande do Sul, que gasta em Previdência o triplo do que destina a educação.

O Rio de Janeiro vem em segundo lugar, com despesas previdenciárias que são mais que o dobro das educacionais. Em maio, o governo aprovou na Assembleia aumento da alíquota cobrada dos servidores de 11% para 14% sobre os rendimentos.

A medida é uma das sugestões de economistas para equilibrar a situação dos Estados, mas projeções mostram que, no Rio, o alívio não será suficiente para conter a grave crise financeira do Estado, que suspendeu pagamentos e tem provocado apagões em serviços públicos e uma escalada de violência.

Os dados são dos relatórios orçamentários dos próprios governos estaduais.

A situação está se agravando neste ano, mostram os mesmos relatórios. Apenas três unidades (São Paulo, Pará e Distrito Federal) registram despesas menores até agora, em comparação com igual período de 2016, em valores corrigidos pela inflação.

Como a recessão derrubou as receitas estaduais e os governos não podem vender títulos para se financiar, isso significa que mais recursos terão que ser tirados de outras áreas para pagar aposentadorias e pensões.

Em 2015, esse remanejamento foi na média de 11,7% da receita corrente líquida dos Estados, calcula consultor de Orçamento da Câmara Leonardo Rolim.

Em 2020, a verba extra para pagar os benefícios pode chegar a 17% da receita.

"O deficit financeiro dos RPPS é o principal componente da crise fiscal dos Estados, e vai aumentar muito nas próximas décadas", diz o consultor de Orçamento da Câmara Leonardo Rolim.

Segundo o economista, o rombo será crescente até pelo menos a década de 2030 e, sem reforma previdenciária, vai se estabilizar em um patamar superior ao atual por volta de 2080.

Cálculos de Rolim com base nos informes oficiais mostram que o deficit financeiro dos Estados em 2015 foi de R$ 61,44 bilhões, o equivalente a R$ 31.748 por servidor.

Os governos estaduais tinham naquele ano 2,678 milhões de funcionários ativos e 1,933 milhão de aposentados e pensionistas.

"Se não vier a reforma, a situação vai ficar explosiva", diz o presidente da Fundação de Previdência Complementar d de São Paulo (Prevcom), Carlos Henrique Flory.

As mudanças na Previdência -cuja tramitação no Congresso pode ficar para depois das eleições de 2018- não valem para a esfera estadual.

Se o texto que está sendo analisado pelos deputados não mudar, os Estados deverão apresentar suas próprias regras em até seis meses após a promulgação da nova lei.

MAIS TEMPO
Flory, que se especializou no tema na Wharton (escola de negócios da Universidade da Pennsylvania), usa como exemplo a situação paulista.

São 647 mil servidores na ativa, com uma idade média de 45 anos. Destes, 60 mil já podem parar de trabalhar e, dentro de 20 anos, todos devem estar aposentados.

"E essas pessoas vão viver muito mais do que o cálculo atuarial previa."

Pesquisas feitas por Robert Palacios (da OCDE), Edward Whitehouse (do Banco Mundial) e Franz Rothenbacher (da Universidade de Mannheim) mostram que a expectativa de sobrevida de servidores é maior que a do restante da população, o que faz com que recebam benefícios por mais tempo que trabalhadores do setor privado.

Duas características dos servidores estaduais brasileiros agravam essa situação.

Uma é que até 70% dos funcionários nos Estados são mulheres, que se aposentam mais jovens e vivem mais.

Outra é a participação dos militares, que deixam a ativa mais cedo e ficaram de fora da atual proposta de reforma da Previdência.

O peso deles nos Estados é maior que na União, aponta Rolim, porque uma porcentagem maior chega ao ápice da carreira, onde se aposenta com salários mais altos.
A ditadura dos burocratas
Ives Gandra da Silva Martins
O Estado de São Paulo

A máquina estatal brasileira é gigantesca. Uma federação é sempre mais onerosa para os cidadãos que o Estado unitário, por necessitar, na autonomia dos entes federados, uma escala intermediária de poder, que são os Estados, províncias, cantões ou unidades semelhantes. O custo maior da federação deveria ser compensado por uma maior eficiência administrativa. No Brasil, esse custo é consideravelmente superior ao da maioria das federações, pois os municípios, desde 1988, são entidades federativas, com plena autonomia administrativa, política e financeira.

Infelizmente, a eficiência pretendida – o princípio da eficiência é um dos cinco princípios fundamentais da administração pública plasmados no artigo 37 da Lei Suprema – não existe na esclerosada, amorfa e aparelhada máquina administrativa da maior parte das entidades federativas, incluída a União Federal, em que a autonomia financeira dos Poderes Judiciário e Legislativo e do Ministério Público mais a adiposidade do Poder Executivo tornam a carga tributária brasileira insuficiente, apesar de elevadíssima, para pagar o custo burocrático e político do Brasil.

Com efeito, segundo a carga tributária medida pela OCDE em 2014, o Chile ostentava 19,8% do PIB; a Coreia do Sul, 24,6%; os EUA, 26%; a Suíça, 26,8%; o Canadá, 30,8%; Israel, 31%; e o Brasil, 32,6% – sem contar as penalidades, que nas execuções fiscais, nos “refis” e parcelamentos variados a elevam consideravelmente, por força das multas acopladas aos tributos no País.

É interessante que na faixa entre os 32,42% do Brasil e os 36,1% da Alemanha (diferencial de 3,68 pontos porcentuais) se encontram países como Reino Unido (33,26%) e Espanha (33,2%), todos eles com serviços públicos incomensuravelmente melhores que os do Brasil. Em comparação com países da América Latina, o Brasil vence Argentina (32,2%), Colômbia (20,3%), Chile (19,8%), México (19,1%) e Peru (18%). O gasto das empresas brasileiras para pagar os tributos é, em média, de 2.600 horas anuais de trabalho – em segundo lugar no mundo em horas trabalhadas está a Bolívia (1.080); nenhum grande país se encontra entre os dez primeiros colocados.

Como se percebe, nada obstante ter o maior nível de imposição da América Latina, o investimento no Brasil é escasso, pois o brasileiro paga tributos para sustentar a burocracia nos três Poderes, incompatível com o tamanho das necessidades do País. A carga tributária no Brasil é elevada porque a carga burocrática e política é enorme, pagando o brasileiro seus tributos em grande parte para sustentar os privilégios dos três Poderes, a Federação inchada e a corrupção inerente a todo sistema político em que ser do governo é tornar-se superior aos comuns mortais e sofridos cidadãos desta República.

Quando Roberto Campos dizia que o País não corria o risco de melhorar, apenas diagnosticava que gerar empregos produtivos e úteis para a comunidade não é a especialidade de burocratas e políticos – pelo menos no século 21, em que os governos dos últimos 13 anos atolaram o País na mediocridade administrativa, na corrupção burocrática, na incompetência política, na ineficiência empresarial, embarcando em projetos ideológicos fracassados desde o início do século 20. E fazendo as opções erradas, que fulminaram o prestígio que o Brasil, a duras penas, adquirira nos fins do século passado.

O pior é que, apesar de os governos de Lula e Dilma terem afundado a economia nacional, provocando novamente inflação de dois dígitos, o sucateamento do parque industrial, a perda de competitividade internacional e o aumento do desemprego – algo que só agora, no governo Temer, começa a ser recuperado –, além de terem dado total apoio aos ditadores Chávez, Maduro e irmãos Castro, implodindo o prestígio do Itamaraty, que fora sempre elevado, em nível mundial, continuam seus áulicos de costas para a realidade, dizendo que querem voltar ao poder. Para isso combatem todas as reformas necessárias para que o País saia da crise, das quais a previdenciária é a mais relevante. Só neste ano o déficit programado da Previdência é de R$ 270 bilhões, em grande parte por força dos privilégios de burocratas e políticos dos três Poderes. Basta dizer que a média de proventos dos aposentados de segunda classe, os “não governamentais”, é de R$ 1.900 mensais e a dos enquistados nos três Poderes, R$ 15.800!!!

O próprio carro-chefe da propaganda ideológica dos governos anteriores, o programa Bolsa Família, foi transformado em sistema de aposentadoria precoce, quem recebe o benefício não procura emprego para não perdê-lo, passando a ser mais um estímulo à ociosidade do que um verdadeiro e provisório auxílio a necessitados.

Para crescer o Brasil precisa de seis reformas: trabalhista, já em parte feita, previdenciária, tributária, administrativa, do Judiciário e política. Isso para que a adiposidade da Federação encolha, a burocracia diminua e os privilégios sejam reduzidos, permitindo que a sociedade possa desenvolver-se.

Enquanto todos desejarem ser burocratas ou políticos, para alcançarem privilégios que o comum dos cidadãos não tem, o Brasil continuará patinando. Está cada dia mais longe o país do futuro de Stefan Zweig e, em vez de se aproximar das grandes potências, terá o seu futuro muito mais semelhante ao da Venezuela de Maduro.

Desburocratizar, desregulamentar, não atrapalhar a iniciativa privada, para que ela possa gerar empregos e desenvolvimento, sem ter de rastejar perante os “regulamenteiros” da Federação – que multiplicam obrigações e alimentam a corrupção pelas dificuldades criadas –, isso é o que o povo desta desesperançada nação deseja para voltar a ser o país dos brasileiros, e não dos detentores do poder. Precisamos de democracia cidadã, e não de ditadura burocrática.

Na capa do Jornal do Commercio


No jornal Lance: grande jogo entre Mengão e Corinthians


Na capa do jornal Diário de Pernambuco


Os destaques do jornal Folha de São Paulo


As manchetes de jornais brasileiros nesta segunda-feira

FolhadeSãoPaulo: PF aponta falhas nas delações da Odebrecht

Globo:  Reforço na segurança reduz roubo de carga

Extra: Esse é o governo Pezão

Estadão: Eleição na Venezuela tem 10 mortes e abstenção elevada

ValorEconômico: Mais de 143 mil voltaram ao Bolsa Família neste ano

ZeroHora: Dúvida e guerra de nervos na semana de votação da denúncia contra Temer

EstadodeMinas: BR-381 recebe meio bilhão, mas obras não avançam

CorreioBraziliense: Votação de denúncia vai decidir o futuro de Temer e de reforma

-  CorreiodaBahia: Em queda [times baianos]

- JornaldoCommercioÚltimo dia para o FGTS inativo

DiáriodoNordeste: Remédios são vendidos ilegalmente em feiras livres

CorreiodaParaíba: Enquanto o Código Penal não mudar, sair de casa é 'ato de coragem' em meio à violência