terça-feira, 27 de junho de 2017

Agência de censura de Sakamoto tenta intimidar MBL e toma bisnagada épica; leia a resposta
JornalLivre

Atualmente, a esquerda desenvolveu um novo método de censura baseado em utilizar “fact checkers” para simular uma isenção inexistente e dar suporte ao cerceamento da voz divergente. Geralmente, os projetos são financiados por George Soros ou órgãos ligados a ele (via entidade Open Society Foundation). É o caso da Agência Pública, entidade da qual fazem parte adeptos da extrema esquerda como Leonardo Sakamoto, Eliane Brum e o ex-assessor de Lula Ricardo Kotscho.

Na tentativa de intimidar o MBL, eles enviaram ao movimento a seguinte mensagem:

Oi, Clodomiro, bom dia.

Meu nome é Patrícia, sou repórter do Truco, um projeto de fact-checking da Agência Pública. O Truco integra a International Fact-Checking Network (IFCN), rede organizada pelo Instituto Poynter que reúne os principais sites de fact-checking do mundo. Você pode ver algumas amostras do nosso trabalho aqui e também nos nossos republicadores, que incluem sites como Exame.com e UOL.

Estamos checando algumas frases deste vídeo sobre progressão de pena, disponível na página de Facebook do Movimento Brasil Livre (MBL).

Como te expliquei por telefone, nossa metodologia funciona da seguinte maneira: antes de tudo, comunicamos a assessoria de imprensa da pessoa que proferiu a frase, informando que ela está sendo checada e que deve ser objeto de uma checagem publicada em nosso site. Então, solicitamos a esta assessoria quais foram as fontes utilizadas pela pessoa para basear a sua afirmação. Essas fontes podem ser desde estudos, pesquisas ou dados oficiais até percepções pessoais, consultorias com especialistas, etc.

Portanto, o que solicitamos nesta demanda são as fontes das informações utilizadas pelo apresentador do vídeo nas frases selecionadas. Essas informações serão confrontadas pela nossa equipe, que buscará dados, oficiais e independentes, para verificar se a frase está de acordo com a realidade, e então a frase ganhará um selo. Depois, entramos em contato para informar o resultado da checagem. Todos os passos da metodologia e os selos estão disponíveis em nosso site.

É muito importante que vocês mandem as informações dentro do nosso prazo para que tenhamos subsídios para comprovar a falsidade ou veracidade da afirmação. Nosso prazo é até o final do dia de hoje.

As frases que estamos checando são as seguintes:

“Mais de 100 mil criminosos estão no regime semi-aberto.”
“Hoje, o criminoso cumpre só um sexto da sua pena e já está praticamente livre para voltar a cometer crimes.”
“O projeto foi assinado por deputados como Darcísio Perondi e pelo ex-deputado Nelson Marchesan Júnior está pronto para ser votado. Só depende do presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia.”
“70% dos criminosos que são presos pela polícia são reincidentes, ou seja, na verdade, nunca deveriam ter saído da cadeia.”

Qualquer dúvida, estou à disposição por telefone e email.

Att.,
Patrícia Figueiredo
Agência Pública
apublica.org

É evidente uma clara tentativa de intimidação. É óbvio que Patrícia se finge de sonsa, pois bastaria ela digitar “100 mil criminosos + semi-aberto”, “sexto da pena” e “70% reincidentes” no Google que já teria acesso às fontes. Que órgão de mídia não faria isso antes de vir tentar intimidar os outros?

Por isso, o MBL a respondeu dessa forma:

SEIS!

A Sakamoto e demais associados

O Movimento Brasil Livre – MBL não reconhece a legitimidade – tampouco a honestidade – de uma ONG bancada com dinheiro do globalista George Soros (fonte para checking: http://apublica.org/quem-somos/#financiadores ) para “checar a veracidade” de qualquer coisa que saia na imprensa brasileira ou nas redes sociais. A “Agência Pública” – basta checar em seu próprio website – é um coletivo de esquerda coalhado de militantes petistas travestidos de jornalistas tentando levar à frente uma ridícula aura de isenção. Seu conselho conta com figurinhas carimbadas do jornalismo lulista, como o caricato Leonardo Sakamoto e sua amiga Eliane Brun.

Cremos que poderiam aproveitar o status de hospedeiro do portal UOL para fazer seus “fact-checkings” na produção de lixo do grupo folha, como quando estes deram destaque total à versão dos agressores durante o atentado aos manifestantes do”Direita São Paulo” perpetrado por palestinos amiguinhos da redação. (http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2017/05/1880596-lider-do-palestina-para-tods-e-preso-apos-confronto-com-direita-anti-imigracao.shtml )

Sabemos bem o que gente como vocês querem: a CENSURA. Seu “movimento internacional” – curiosamente bancado pelo mesmo financiador da campanha de Hillary Clinton e de ONGs esquerdistas no Brasil – foi criado exclusivamente para combater o livre fluxo de informações que mais e mais liberta as pessoas do establishment político e midiático que lhes sustenta. Portanto, vão brincar de truco na casa do caralho – e de preferência sem dinheiro público, como tanto gosta o “Conselheiro Sakamoto” e sua ONG “Repórter Brasil”.

Em consideração a aos princípios que regem a pública, estamos enviando em anexo material para apreciação dos “checadores”

Abaixo a imagem enviada aos censores:

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