quinta-feira, 25 de maio de 2017

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"Matar crianças infiéis não é crime", diz Estado Islâmico
Grupo assumiu autoria de atentado em show de Ariana Grande
Terra.com.br

O grupo Estado Islâmico (EI) defendeu recentemente em suas publicações que matar "crianças infiéis" não é um crime ou uma atitude errada. "Nós não deveríamos nos afligir pela morte colateral de mulheres e crianças infieis, porque Allah disse: 'não se aflija pelos infiéis", argumentou a organização terrorista em sua revista Rumiyah , em um artigo na edição de número 9 intitulado "Collateral Carnage" ("Massacre Colateral", na tradução).
Mulher deposita flores em homenagem às vítimas do atentado após show de Ariana Grande em Manchester.Foto: Reuters

Ao menos 12 crianças e adolescentes estão internados em estado grave em hospitais de Manchester após um atentado. De acordo com fonte médicas ouvidas pela emissora "BBC", todos os internados tem menos de 16 anos.

O grupo assumiu na terça-feira (23) a autoria do atentado à bomba realizado em Manchester durante um show da cantora pop Ariana Grande. Ao menos 22 pessoas morreram e 59 ficaram feridas, a maioria crianças e adolescentes fãs da artista de 23 anos de idade. Logo após o ataque, jihadistas e simpatizantes do EI comemoraram nas redes sociais, mas o grupo demorou cerca de 12 horas para assumir oficialmente sua participação.

Em dois comunicados, um em árabe e outro em inglês, o Estado Islâmico informou que, "com o apoio e a graça de Allah, um soldado do califado instalou explosivos no meio de locais das Cruzadas, na cidade britânica de Manchester, em vingança à religião de Allah, para aterrorizar os infiéis e em resposta às transgressões contra as terras muçulmanas".

A nota explicou que "as bombas" foram detonadas perto da Manchester Arena e que outros ataques serão cometidos "com a permissão de Allah".

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