quarta-feira, 31 de maio de 2017

'Você também é responsável', música de Dom e Ravel.


Dom e Ravel Alertou em 1969, 2017 pouco se fez pela Educação.

O Brasil vai levar 42 anos para pagar a conta do PT
O Antagonista

Segundo Joesley Batista, Lula e Dilma Rousseff levavam 1% de propina nos empréstimos dados pelo BNDES à JBS.

Esse é o verdadeiro escândalo que tem de ser investigado.

O Globo publicou uma nota importante sobre o assunto. Leia aqui:

O caso JBS-Temer está levando parlamentares a realizar uma exumação nos empréstimos do BNDES, entre 2008 e 2014, quando o banco injetou dinheiro barato em empresas selecionadas pelos governos Lula e Dilma (os “campeões nacionais”) para que pudessem comprar outras empresas no exterior. Ontem, o senador Álvaro Dias (PV-PR) apresentou no plenário resultados de uma análise preliminar: em um período de seis anos, a União emprestou ao BNDES um total de R$ 716 bilhões. Como o Tesouro Nacional não dispunha do dinheiro, o governo foi ao mercado privado. Tomou recursos pagando juros de mercado, a 14,25% ao ano pela taxa Selic, e repassou à JBS, Odebrecht e outras empresas ao custo entre 5%e 6%, pela TJLP. Negócio de mãe para filho. O resultado, lembrou, é um subsídio sem precedentes, de R$184 bilhões. “A sociedade vai pagar por isso até o ano de 2060”, disse Dias. Faltam 42 anos para liquidar a conta.

Se ele quiser mais conforto, vou oferecer a Palocci as ótimas instalações do Hotel Oásis, em Cajazeiras...

Palocci pede prisão domiciliar para delatar Lula
Segundo o jornal 'Folha de S.Paulo', ex-ministro promete explicar conta-propina e dar detalhes sobre criação da Sete Brasil
Veja.com
Palocci está preso desde setembro de 2016 

O ex-ministro da Fazenda Antonio Palocci negocia com a Procuradoria-Geral da República (PGR) um acordo de delação premiada em que promete focar seus depoimentos em banqueiros, empresários e no ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Em troca, pede para sua pena ser cumprida em um ano de prisão domiciliar. As informações são da edição desta quarta-feira do jornal Folha de S.Paulo.

Para ter sua delação aceita, Palocci, preso desde setembro do ano passado por causa das investigações da Operação Lava Jato, decidiu revelar detalhes das negociações feitas pelo ex-presidente e um dos donos do BTG Pactual, André Esteves, e o ex-dono do Pão de Açúcar Abílio Diniz.

Segundo o jornal, no caso de Esteves, o ex-ministro promete explicar supostas vendas de medidas provisórias no Congresso para bancos privados, nos quais, segundo Palocci, o banqueiro esteve envolvido. Sobre Abílio, o petista diz poder detalhar uma manobra para tentar mantê-lo no controle do Grupo Pão de Açúcar, em meio à disputa com a francesa Casino.

O petista deve confirmar também as informações sobre o ex-presidente Lula dadas por ex-executivos da Odebrecht, principalmente no diz respeito à conta-propina “Amigo”.

Outro episódio que envolve o ex-presidente e que Palocci pretende esclarecer é o suposto benefício financeiro obtido por Lula na criação da empresa Sete Brasil, em 2010.

São João bom mesmo? Em Cajazeiras, no Xamegão! Vai lá 'pá tu vê'!


AGENDA 247 - FESTAS JUNINAS
JOÃO PESSOA TEM PROGRAMAÇÃO DE SÃO JOÃO PARA TODO MÊS DE JUNHO; VEJA
Tambaú247
João Pessoa tem programação de São João para todo mês de junho; veja

Ton Oliveira, Cezinha e Dejinha de Monteiro são algumas das atrações do São João organizado pela prefeitura de João Pessoa, para movimentar a Capital no mês de junho. A festa será ampliada durante o mês, e não somente nos dias 23 e 24.

Shows no "Sabadinho Junino"
As atrações vão se apresentar no Largo da Gameleira, em Tambaú, e no Centro, com atividades no Parque da Lagoa, Ponto Cem Réis e na Praça Rio Branco. A programação será aberta no próximo sábado (3), com o ‘Sabadinho Junino’, a partir das 12h30. Apresentam-se Tony Dumond e Os Três do Norte, na Praça Rio Branco, no Centro da Capital. A festa por lá se estende até o dia 25, último domingo do mês.

Palco no Ponto Cem Réis
No ponto de Cem Réis, acontecerá, nos dias 13, 14 e 15, o Encontro Municipal de Quadrilhas. O evento vai reunir 27 agremiações nos grupos A e B.

São João
Ainda no Ponto de Cem Réis, acontecem os shows dos dias 23 e 24, a partir das 20h. Na sexta-feira, apresentam-se Kátia de França e Cezinha. Já no Sábado, sobem ao palco Ton Oliveira e Dejinha de Monteiro.

Sábados e domingos de junho
Durante todo mês de junho, aos sábados, haverá o pé de serra, a partir das 12h30, na Praça Rio Branco. Aos domingos, quadrilhas juninas e grupos de forró pé-de-serra se apresentam, a partir das 17h, no Parque da Lagoa e no Largo da Gameleira, em Tambaú.

Veja Ton Oliveira, uma das atrações da Capital, no Sala de Reboco, da TV Tambaú

Manifestantes?!!

Temer cobra R$ 1,6 mi de centrais sindicais por estragos em Agricultura
GUSTAVO URIBE - Folha de São Paulo
 
Manifestantes atearam fogo no ministério da Agricultura

O presidente Michel Temer cobrou R$ 1,6 milhão dos organizadores do protesto da última quarta-feira (24) por danos e estragos provocados no Ministério da Agricultura.

A ministra da AGU (Advocacia-Geral da União), Grace Mendonça, ingressou na noite desta terça-feira (30) com ação judicial por reparação civil no TRF-1 (Tribunal Regional Federal da 1ª Região).

O ressarcimento em relação aos seis demais prédios ministeriais afetados será solicitado em demais ações que serão ingressadas ainda nesta semana. A estimativa é de que o estrago total possa ter ficado próximo a R$ 5 milhões.

O mais prejudicado foi justamente o da Agricultura, no qual manifestantes atearam fogo. O pedido inclui R$ 1,1 milhão de estragos na estrutura física e R$ 530 mil correspondente a um dia de remuneração dos servidores públicos que tiveram de parar as atividades para evacuar o prédio.

No Planejamento, as depredações foram calculadas em R$ 300 mil. Como não foi possível identificar a maior parte dos manifestantes responsáveis pelos danos, a AGU acionou as centrais sindicais e os movimentos de esquerda que convocaram o protesto.

A manifestação teve as participações da Força Sindical, CUT (Central Única dos Trabalhadores), CSB (Central dos Sindicatos Brasileiros), do MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem Teto), do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), entre outros.

Em nota divulgada na própria quarta-feira (26), a Força Sindical classificou a manifestação como "pacífica e organizada", mas rechaçou a "infiltração de black blocs" em protesto "grandioso e significativo". "Não temos nada a ver com esses baderneiros", disse.

"E igualmente atribuímos ao despreparo da Polícia Militar de Brasília grande parte da responsabilidade pelas cenas lamentáveis de depredação do patrimônio público", afirmou.

O protesto teve episódios de confronto entre policiais e manifestantes. Ao todo, 49 foram feridos e 8 foram detidos pela Polícia Militar do Distrito Federal. A manifestação reuniu 45 mil pessoas, segundo a Polícia Militar, ou 150 mil, de acordo com organizadores.
Júri popular condena Quebrado a 17 anos de prisão pela morte da jovem Michele em Cajazeiras
Angelo Lima
Nessa segunda-feira (29), o Júri popular de Cajazeiras condenou a 17 anos de prisão, em regime inicialmente fechado, o popular Igor Stray Ramos Pereira, vulgo Quebrado de 40 anos, acusado de matar Michele Amorim da Costa, 26 anos que foi encontrada morta em uma mata no bairro Mutirão em Cajazeiras.

O corpo de Michele Amorim foi encontrado na manhã do dia (07) de agosto de 2015, num matagal nas proximidades da Rua Tenente Barbosa no bairro Mutirão zona norte da cidade.

Michele era filha do sargento da PM J.Costa lotado no 14º Batalhão da cidade de Sousa.

Quebrado foi preso poucas horas depois pela Polícia Civil de Cajazeiras. No corpo do acusado existiam alguns arranhões possivelmente provocados durante à luta contra a vítima.

O réu também foi condenado a pagar dez salários mínimos corrigidos nos dias atuais.

Após o julgamento Quebrado foi encaminhado ao Presídio Padrão de Cajazeiras.
Respeito à Constituição
Não se pode usar a decisão contra o governador do Amazonas como precedente para o caso de Temer porque cada caso envolve marco jurídico específico. No caso do Amazonas, pautou-se pela Lei Eleitoral. No caso de Temer, vale a Constituição
O Estado de S.Paulo

Há quem tenha visto a decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) determinando o imediato afastamento de José Melo do governo do Estado do Amazonas como um elemento complicador para a situação do presidente Michel Temer, como se o que lá foi decidido pudesse balizar o julgamento da ação contra a chapa Dilma-Temer no TSE. Na verdade, é descabida a relação entre os dois casos já que a Constituição Federal dispensa um tratamento específico aos presidentes da República. Sempre, e especialmente em momentos de crise, é de grande importância para o bem do País que o cristalino texto constitucional prevaleça sobre extravagantes interpretações, que nada mais são do que reflexo de interesses particulares.

No dia 4 de maio, por 5 votos contra 2, o TSE determinou o imediato afastamento do governador do Amazonas, José Melo (Pros), e de seu vice, Henrique Oliveira (SD), em razão de compra de votos nas eleições de 2014, quando a chapa obteve a reeleição no segundo turno com 55,5% dos sufrágios. Na decisão, contra a qual ainda cabe recurso, o TSE estabeleceu que o novo governador deverá ser escolhido por meio de eleições diretas.

Com tempos tão agitados como são os atuais, houve quem não tenha atinado para as diferenças entre os casos, fazendo uma indevida conexão do caso do governador do Amazonas com a ação que julga a chapa Dilma-Temer. Tentaram ver, na decisão que o TSE poderá adotar já no início do mês, uma brecha para que, em caso de eventual cassação do mandato de Temer, haja eleições diretas.

Não se pode usar a decisão contra o governador do Amazonas como precedente para o caso de Temer porque cada caso envolve um marco jurídico específico. No caso do governador, o Tribunal pautou-se pela Lei Eleitoral. No caso do presidente da República vale o tratamento que a Constituição dá à matéria.

O art. 81 da Constituição determina que, “vagando os cargos de Presidente e Vice-Presidente da República, far-se-á eleição noventa dias depois de aberta a última vaga”. Em seguida, no § 1.º do mesmo artigo, lê-se que, “ocorrendo a vacância nos últimos dois anos do período presidencial, a eleição para ambos os cargos será feita trinta dias depois da última vaga, pelo Congresso Nacional, na forma da lei”. Não cabe, portanto, convocação de eleição direta.

Como é natural, os constituintes de 1988 poderiam simplesmente ter deixado as eleições diretas como regra geral em caso de vacância dos cargos de presidente da República e vice-presidente. No entanto, decidiram expressamente criar uma regra específica, caso a vacância ocorresse nos últimos dois anos do período presidencial. Não se pode, portanto, ignorar a existência desse mandamento constitucional e criar, seja por qual motivo for, uma regra diferente.

Seria uma fraude ao Estado Democrático de Direito se determinado grupo político ou estrato social pudesse, diante de determinadas circunstâncias, mudar as regras do jogo simplesmente porque elas agora não lhe são apetecíveis. Quando os defensores da ideia de eleições diretas, em caso de cassação do presidente Michel Temer, vinculam sua bandeira à campanha das Diretas Já, ocorrida no final do regime militar, como se fossem causas semelhantes, estão fazendo uma contrafação. Então, nos inícios dos anos 80 do século passado, lutava-se pela volta do regime democrático e pelo estabelecimento de uma Constituição cidadã que estivesse acima da estrutura legal criada durante a ditadura militar. Agora, quem promove a bandeira das eleições diretas está lutando em sentido contrário, querendo que determinados interesses prevaleçam sobre o disposto na Constituição de 1988.

O rigor com o Direito e com os conceitos jurídicos não é um formalismo jurídico arcaico. Ele representa uma das garantias de que a vontade da população, expressa na lei – no caso, na Constituição –, será respeitada. Sem esse cuidado, não há democracia possível, restando apenas a voz dos mais fortes. Ou de quem grita mais alto.
Irmão de Suzane Von Richthofen é retirado de cracolândia em São Paulo
O Globo
Andreas, ao lado de Suzane, no enterro dos pais 

Dentre os usuários de crack que têm sido encaminhados aos hospitais municipais de São Paulo desde que a prefeitura iniciou ações para tentar por fim à Cracolândia, há dez dias, um sobrenome chamou a atenção dos profissionais. Na madrugada desta terça-feira, Andreas Albert von Richthofen, único irmão de Suzane von Richthofen, condenada pelo assassinato dos próprios pais, foi encontrado por policiais militares naquela região, quando tentava pular o portão de uma casa que dizia ser de seu tio.

Muito agitado, desorientado e agressivo, segundo agentes que o atenderam, ele foi levado pelos policiais para o Hospital do Campo Limpo, na zona sul da capital. Atendido pela psiquiatra de plantão, tentou se jogar da maca quando soube que ficaria internado. Foi feito um cartão do Sistema Único de Saúde (SUS) para o rapaz que completará 30 anos em julho. Andreas tinha apenas 15 anos quando os pais foram mortos pela irmã, em conluio com o namorado Daniel Cravinhos e o cunhado.
Andreas Albert von Richthofen, irmão de Suzane, na época em que os pais foram assassinados 

No prontuário, ao qual O GLOBO teve acesso, a médica afirma que os sintomas de Andreas eram condizentes com "abuso de substâncias ilícitas". Quando chegou ao hospital ele estava, segundo os enfermeiros ouvidos pela reportagem, sujo, com os cabelos compridos e roupas em frangalhos. Tinha múltiplos ferimentos pelo corpo, mas em nenhum deles precisou levar pontos.

Sua preocupação constante era com uma medalhinha dourada em que se lia o sobrenome Richthofen, retirado de sua posse para evitar que ele se ferisse com o objeto. Limpo e medicado com tranquilizantes, Andreas foi colocado sozinho em um quarto, por discrição. A assistência social do hospital localizou um tio de Andreas, que havia se disposto a comparecer ao local, mas não havia aparecido até o início da noite.

O GLOBO ainda não conseguiu contato com o tio. A previsão era de que Andreas seria transferido para uma casa de tratamento de usuários de droga ainda nesta terça, mas a mudança dependeria do acompanhamento por um familiar.

Sem os pais e com a irmã presa e deserdada, Andreas passou a ser o único herdeiro do casal Manfred e Marisia. Seguiu-se uma longa disputa judicial para saber quem controlaria o dinheiro da família de classe alta paulistana. A Justiça deixou os recursos sob administração do tio, o médico Miguel Abdalla, que também foi tutor de Andreas até que ele se tornasse maior de idade. Suzane, que recentemente foi beneficiada com dias de liberdade graças ao indulto de dia das mães, chegou a demonstrar na cadeia interesse em se reaproximar do irmão. Essa aproximação, no entanto, nunca aconteceu.
Reajuste zero
Editorial da Folha

A campanha salarial nas três universidades estaduais paulistas —USP, Unicamp e Unesp— se encaminha para um impasse que pode bem terminar em nova paralisação. O voluntarismo irracional das corporações de docentes e funcionários parece não ter fim.

O diálogo de surdos entre reitorias e sindicatos guarda alguma semelhança com a polarização do debate sobre a reforma da Previdência, no plano federal: um dos lados se recusa a reconhecer a finitude dos recursos.

Se as verbas para o trio universitário são finitas, não se pode dizer que sejam pouco significativas. Afinal, cabe às instituições fatia fixa de 9,6% da arrecadação do ICMS.

Talvez por acomodação, ou mera irresponsabilidade administrativa, gestões anteriores permitiram que a folha de salários viesse a comprometer toda essa receita —e até mais.

Mesmo após um plano de demissões voluntárias, a USP (que recebeu em 2016 R$ 4,5 bilhões) viu a remuneração de docentes e funcionários engolir 105% dos repasses do Tesouro no ano passado. A reitoria propõe agora reajuste zero para os vencimentos e um programa de redução de jornadas.

São medidas tão austeras quanto necessárias. O desembolso com salários não pode crescer indefinidamente, como supõem os representantes sindicais ao reivindicar contínuo aumento de repasses.

O Fórum das Seis, que reúne associações de professores e servidores, contesta critérios do governo estadual no cálculo da arrecadação. Alega a subtração de R$ 1 bilhão das universidades no triênio 2014-2016.

Também pondera que o número de matriculados cresceu entre 76% (USP) e 104% (Unesp) em duas décadas, sem contrapartida de maior cota de ICMS. Ora, parte desse período foi também de aumento acelerado de arrecadação; com a crise econômica dos últimos anos, ela encolhe, e todos têm de se adaptar.

Só com muita estreiteza corporativista se pode pretender que cresça, em tal conjuntura, a parcela de recursos do contribuinte destinada às universidades. A dotação ampliada implicaria cortes em outras áreas, como educação básica, saúde ou segurança.

Com sua proposta irrealista, os líderes sindicais manifestam em relação a outros setores o mesmo descaso que dedicam aos estudantes universitários, cuja aprendizagem já sofreu no ano passado com uma greve de mais de dois meses.

É nesse nível...


Esquerda brasileira:

-> Bundaço Fora Temer em frente ao Congresso Federal: expressão artística-política de grande cunho cultural;

-> Feminista caga na foto de Bolsonaro em plena Avenida Paulista: liberdade de expressão artística contra um político intolerante da extrema-direita;
-> Peça "Macaquinhos" exibida num local público e paga pelos pagadores de impostos: pós-modernismo impressionista com uma profunda reflexão cultural;

-> Danilo Gentili passa pedaços de papel no saco dentro de casa: MEU DEUS QUE ABSURDO DIREITA NEOLIBERAL FAXISTA NOJENTA CRIMINOSA!

A primeira página do jornal Zero Hora


As manchetes do jornal Extra


Os destaques do jornal Correio Braziliense


Na capa do jornal Estado de Minas


As manchetes de jornais brasileiros nesta quarta-feira

FolhadeSãoPaulo: Palocci negocia prisão domiciliar para delatar Lula

Globo:  Temer não quer responder à PF sobre áudio de Joesley

Extra: Ninguém sabe onde Garrincha está enterrado

Estadão: Temer terá de depor à Polícia Federal; Loures perde foro

ValorEconômico: J&F fecha acordo de leniência com MPF no valor de R$ 10,3 bilhões

ZeroHora: Temer será interrogado por escrito pela PF sobre suspeitas

EstadodeMinasO incômodo homem da mala

CorreioBraziliense: Delator liga R$ 8 milhões em propina ao BRT do DF

-  ATarde: Fachin autoriza que PF interrogue MIchel Temer [por escrito]

- JornaldoCommercioRefazendo os caminhos

DiáriodoNordeste: STF autoriza Polícia Federal a colher depoimento por escrito de Temer

CorreiodaParaíba: Camelôs sem controle em João Pessoa

terça-feira, 30 de maio de 2017

Associações de auditores denunciam trem da alegria no Tribunal de Contas
Linaldo Guedes
N'Os Guedes 
Duas Associações que representam a classe dos auditores de contas públicas (AUDTCE/PB e ANTC) emitiram conjunta nota denunciando a existência de um trem da alegria no Tribunal de Contas da Paraíba. Isso deverá acontecer caso a Assembleia Legislativa aprove o projeto de lei, que já está na Casa, prevendo a criação de 29 cargos de técnico de contas públicas.

Veja abaixo as explicações das entidades sobre a inconstitucionalidade do projeto.

NOTA À IMPRENSA
Contra o ‘Trem da Alegria’ Paraibano

A Associação dos Auditores de Controle Externo do Tribunal de Contas da Paraíba (AUDTCE/PB), entidade homogênea que representa os Auditores de Contas Públicas (ACP) do TCE-PB, e a Associação Nacional dos Auditores de Controle Externo dos Tribunais de Contas do Brasil (ANTC) vêm a público informar o que se segue.

1. Em 23/05/2017, o Presidente da Corte de Contas paraibana encaminhou um Projeto de Lei (PL) à Assembleia Legislativa da Paraíba (AL/PB) para, dentre outras medidas, “ressuscitar” no Tribunal o cargo de AUXILIAR DE AUDITORIA DE CONTAS PÚBLICAS (AACP) – declarado extinto desde dezembro de 2002 pela Lei nº 7.271/2002, ou seja, há aproximadamente 15 anos;

2. O mencionado cargo compunha o grupo ocupacional CONTROLE EXTERNO e exigia como requisito para investidura, além da aprovação em concurso público, apenas a conclusão do ensino médio por parte dos aprovados no certame, tendo como atribuição legal:

3. Além do cargo de AACP, o grupo ocupacional ‘CONTROLE EXTERNO’ é integrado pelo cargo de AUDITOR DE CONTAS PÚBLICAS (ACP), de complexidade e responsabilidade de nível superior, cujo requisito para investidura sempre foi a apresentação de diploma de conclusão de nível superior para os aprovados em concurso, atributos mais elevados em razão da natureza finalística das atribuições que congregam atividades exclusivas de Estado, assim reconhecidas na ADI nº 5.128 ajuizada pelo Procurador-Geral da República no STF contra iniciativa de ‘trem da alegria’ semelhante promovida no Estado de Sergipe;

4. Caso seja aprovado o PLO nº 1.434, de 2017, em trâmite na AL/PB e já publicado no Diário do Poder Legislativo nº 7.369 (pág. 03), datado de 24/05/2017, o cargo de AACP será restabelecido com alteração da nomenclatura, que passará a se denominar TÉCNICO DE CONTAS PÚBLICAS (TCP), e do requisito de investidura, que passará de nível médio para nível superior, configurando um novo cargo;

5. Detalhe: as atribuições do cargo de AACP (extinto e que se pretende restabelecer) são exatamente as mesmas! Qual o problema da iniciativa? No primeiro momento, a sociedade poderia avaliar que essa mudança poderia ser benéfica, pois o TCE/PB, com a alteração de exigência de nível médio para nível superior aos aspirantes ao novo cargo de TCP, estaria aumentando a qualificação técnica dos servidores integrantes do grupo ocupacional CONTROLE EXTERNO. Mera ilusão!

6. Na verdade, o que pode ocorrer com a apresentação do PLO nº 1.434, de 2017, é que 29 servidores, hoje ocupantes de um cargo de nível médio, passem a ocupar um cargo de nível superior sem a prévia aprovação em concurso público para o exercício de um cargo de nível superior. A situação revela-se grave por três razões.

7. É flagrante a inconstitucionalidade do texto que, na prática, propõe o aproveitamento indevido de 29 servidores ocupantes de cargo de nível médio em outro cargo com denominação e requisitos de investidura distintos, com o nítido propósito de pavimentar as condições para, no futuro, acomodar o anseio desses servidores no entendimento do STF no que concerne à equivalência – ou à similitude ou à coincidência – entre denominação, natureza das atribuições e requisitos de investidura de cargos efetivos, sobre o qual construiu jurisprudência que reconhece a legitimidade do aproveitamento de servidores em cargos fruto de transformação (ADI nº 1.591; ADI nº 2.335);

8. Segundo, embora haja distinção em relação à complexidade e a responsabilidade dos cargos, não se pode deixar de reconhecer que a existência de dois cargos que exigem o mesmo requisito de investidura para o exercício de atribuições de natureza finalística de controle externo no Órgão de Fiscalização cria um campo fértil para desvios de função que afetam as garantias processuais constitucionalmente asseguradas aos jurisdicionados do Tribunal (artigo 73 c/c artigo 96, inciso I). Dessa forma, a proposta revela-se em atrito com os princípios da razoabilidade, da motivação, da transparência e da eficiência;

9. Em terceiro lugar, e que talvez seja mais importante neste momento de discussão de uma das piores Reformas da Previdência – que a todos atingirá -, a iniciativa do Tribunal não considera os possíveis impactos de ordem orçamentária, fiscal e, sobretudo, previdenciária, uma vez que eventual equiparação salarial não se restringirá aos 29 servidores de nível médio em atividade, mas se estenderá a todos os que já se aposentaram no cargo de nível médio e respectivos pensionistas, além do elevado risco de efeito multiplicador do precedente para todos os órgãos e entidades estaduais e municipais sob a jurisdição do TCE-PB;

10.As deformações poderiam dizer pouco. Mas, entendidas no contexto do regime jurídico-constitucional, que, nos termos do artigo 39, § 1º da Carta Política, elege o requisito de investidura como um dos componentes do sistema remuneratório, as alterações têm importância, sim. E muita! A imprecisão deliberada, expediente antigo, comumente é usada para deturpar e ocultar pretensões ilegítimas;

11.A proposta também não considera que uma das importantes competências dos Tribunais de Contas é exatamente apreciar, para fins de registro, a legalidade dos atos de admissão de pessoal de todos os órgãos e entidades estaduais e municipais, conforme dispõe o artigo 71, III, da Constituição da República;

12. Ao assim estabelecer, o constituinte elegeu o Tribunal de Contas como instituição que, ao lado do Supremo Tribunal Federal, deve zelar pela legalidade e legitimidade dos atos de pessoal, pois disso depende o equilíbrio das contas públicas e a sustentabilidade do regime próprio de todos os servidores públicos do Estado e dos Municípios sob sua jurisdição, os quais amargam a 4º Reforma da Previdência em apenas duas décadas;

13. Em razão do exposto, a AUD-TCE/PB e a ANTC, pautadas pelos valores que balizam a atuação profissional dos Auditores de Controle Externo do Brasil, vêm a público afirmar o compromisso inabalável de defender os princípios constitucionais norteadores da Administração Pública, dentre eles a moralidade, a transparência da gestão e a eficiência, e repudiar a proposta de ‘trem da alegria’ presente no artigo 2º do PLO nº 1.434, de 2017, encaminhado à Assembleia Legislativa do Estado da Paraíba.

De Recife para João Pessoa, 29 de maio de 2017.
FRANCISCO JOSÉ GOMINHO ROSA
Auditor de Controle Externo do Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco
Presidente da ANTC
MATHEUS DE MEDEIROS LACERDA
Auditor de Contas Públicas do Tribunal de Contas do Estado da Paraíba
Presidente da AUD-TCE/PB

O Hospital Universitário Júlio Bandeira, da UFCG, emite NOTA de PESAR pelo falecimento de Darlene Lopes. Vejam.

 

Queremos expressar à Família Lopes Ferreira, em nome de sua legião de amigos queridos, as nossas mais escolhidas condolências pela partida prematura da inesquecível Darlene.


O que falar de Tia Dada, nossa Darlene Lopes? 

Imagine tudo o que há de bom e junte numa pessoa só. É assim que vou lembrar dela. Pessoa de um coração do tamanho do universo, caridosa, alegre, amiga, companheira e de muitas outras qualidades que no momento não consigo descrever devido à emoção. Deus sabe o que é melhor para cada um de nós e, com certeza, ele te levou para um lugar muito melhor do que nosso. Para nós, restará a saudade e o seu exemplo que devemos seguir com a certeza que cumpriu seu papel entre nós. Obrigado por tudo minha Tia, nunca esquecerei de tudo o que fez mim e por todos nós!

Já que Detinho (como o resto do país) estava procurando 'governo', Marcos Diniz tem sugestão...

Que tal um consenso?
Marcos Diniz

"Usuários" Candeeiristas e Candeeirados.

Se algum dos usuários, só aceita "coisas dentro dos padrões" estabelecidos pelo politicamente correto vigente ou pela Organização Social Política Brasileira recebida nos catecismos do Monsenhor Vicente de Freitas, nos tempos do ginasial no Colégio Estadual da Boa Terra Cajá, acho melhor nem continuar a ler meu nada humilde comentário burguês, sobre o consenso que hora se discute politicamente sobre o despejo da função de presidente de Pindorama.

Falem o que quiserem, mas penso: o país virando uma zona e, petralhas, coxinhas, mortadelas, pamonhas... Só pensando em se dar bem.

Certo está aquele caba que disse que, no congresso, se botar grade vira zoológico (perdoem os bichos enjaulados). Se murar vira presídio (vai ver foi porque na época da ditadura prenderam terroristas, sequestradores e muita gente saiu recuperado como deputado, senador, governador, ministro...). Se cobrir com lona vira circo (corre Tiririca, você parece palhaço sério!). Se botar luz vermelha vira zona (aí onde quero chegar).

Não seria uma "Dama das Mangueiras", um nome de consenso?

Ontem, na chamada do aniversariante do dia do SeteCandeeirosCajá, vi uma procura por nome para essa anuência.

Que fique claro aos eleitores, que consenso não é sinônimo de diretriz!

mARCOS dNZ
Debate sobre sucessão exige cuidado, diz Tasso Jereissati
.Coluna do Estadão
Citado como um dos possíveis nomes para suceder a Michel Temer caso ele renuncie ou perca o mandato, o senador Tasso Jereissati (PSDB-CE) tem pedido muito cuidado aos aliados na condução desse processo. Ele entende que a sucessão precisará ser consequência de um grande acordo político, que preserve a governabilidade e a retomada do crescimento econômico. “Se não tivermos cuidado, daqui a pouco o problema não será quem vai ser o candidato. A situação vai ser tão grave que ninguém vai querer presidir o País”, diz o tucano.
Ex-prefeito de Cajazeiras tem os direitos políticos suspensos por cinco anos
Os Guedes
O ex-prefeito de Cajazeiras Leo Abreu foi condenado por improbidade administrativa e terá que devolver aos cofres públicos a quantia de R$ 38.820,00. Ele teve também os direitos políticos suspensos por cinco anos. A sentença foi proferida pelo juiz da 8ª Vara Federal, Diego Guimarães.

Na gestão de Leo Abreu, o município de Cajazeiras firmou o convênio nº 703766/2009, que tinha como objeto a promoção das festividades do São João 2009, sendo liberados recursos no valor de R$ 450 mil por parte do Ministério do Turismo.

O Ministério Público Federal alega que houve a contratação direta da empresa WF Entretenimento e Promoções Artísticas, representante das bandas Solteirões do Forró, Cascavel, Encantus, Collo de Menina, Desejo de Menina, Ferro na Boneca, Mulher Chorona, Felipão e Banda e Aviões do Forró.

Acrescenta ainda que o procedimento de Inexigibilidade de Licitação nº 09/2009 não observou as formalidades necessárias, visto que não houve a comprovação da relação de exclusividade entre a empresa contratada e as referidas bandas.

Na sentença, o juiz ressalta que na condição de ordenador de despesa o gestor “tem o dever e o poder de evitar o resultado lesivo ao erário público, não tendo tomado os cuidados necessários, na medida em que aderiu a fundamento não legítimo para a contratação direta de WF Entretenimento e Promoções Artísticas, a qual sequer era empresária ou representante das bandas de forró contratadas, atuando, unicamente, como intermediária entre o órgão público e os respectivos empresários”.

Venda de imóveis deve crescer de 5% a 10% na cidade São Paulo em 2017

Venda de imóveis volta a subir após ‘soluço’ com crise política
Segundo construtoras, após queda nos dias que se seguiram às denúncias contra o presidente Michel Temer, vendas se normalizaram
Circe Bonatelli, O Estado de S.Paulo

A crise política detonada no último dia 17 causou um “soluço” no mercado imobiliário, que teve queda nas vendas como reflexo das incertezas entre consumidores e empresários sobre os rumos do País. A pressão negativa, entretanto, explicam executivos de várias incorporadoras, durou apenas alguns dias, sinalizando que os efeitos da nova crise devem ser limitados, ao menos, enquanto o País não tiver novas surpresas na esfera do governo federal.

A Eztec registrou queda de 50% nas vendas entre 20 e 21 de maio, fim de semana que sucedeu as denúncias contra o presidente Michel Temer. Já no fim de semana seguinte, de 26 e 27, as vendas voltaram ao volume considerado normal.

“Percebemos que houve um susto, mas depois a situação se normalizou”, disse o diretor de finanças e relações com investidores da Eztec, Emílio Fugazza. Ele afirmou que as vendas líquidas da incorporadora neste trimestre estão positivas, em decorrência de melhora nas vendas totais e estabilidade no volume de rescisões.

O copresidente da Even, Dany Muszkat, relatou uma situação semelhante, marcada por volume de vendas um pouco mais fraco entre 20 e 21 de maio e recuperação nos dias seguintes. “Mesmo com o cenário mais conturbado, as vendas ficaram dentro do esperado, o que nos deixou satisfeitos.”

Para Muszkat, ainda é cedo para traçar perspectivas, mas ele não espera um freio acentuado na demanda enquanto o imbróglio no governo não tem um desfecho.

O economista-chefe do Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP), Celso Petrucci, corroborou a avaliação de que o mercado teve um soluço. “O País continua andando e se acostumando com essas crises. Parece um absurdo dizer isso, mas é o que estamos vendo”, acrescentou, citando normalização de mercado imobiliário, Bolsa, câmbio e juros depois da volatilidade apresentada nos primeiros dias após as denúncias contra Temer.

Petrucci acrescentou que está mantida a projeção do sindicato de crescimento de 5% a 10% do mercado paulistano este ano.

Alta renda. O solavanco nas vendas afetou mais o mercado de alto padrão, segundo o diretor de relações com investidores da Cyrela, Paulo Gonçalves. “Algumas vendas que estavam encaminhadas não aconteceram entre o público que procura um ‘upgrade’”, disse, referindo-se às famílias que já têm moradia e buscam uma residência maior ou mais bem localizada.

E não é sempre assim?


Segundo o Wagner Moura, um congresso com 200 investigados não tem moral pra eleger um presidente.

Já pra alterar a constituição e promover as eleições diretas que ele quer, tem...

Pelo visto pro Wagner, imoral é discordar dele apenas.

Na capa d'O Liberal


No jornal Lance: o Verdão ainda na pilha pela derrota para o São Paulo


As manchetes do jornal Correio Braziliense


Na capa do jornal A Tarde


As manchetes de jornais brasileiros nesta terça-feira

FolhadeSãoPaulo: Guido Mantega admite a Moro que tinha conta oculta na Suiça

Globo:  Deputado da 'mala da propina' já planeja delação

Extra: Desconto de 14% do salários dos servidores começa em setembro

Estadão: Base aliada defende reforma da previdência 'mais enxuta'

ValorEconômico: Mantega admite à Justiça ter conta na Suiça não declarada no Brasil

ZeroHora: TSE reage a estratégia do Planalto contra cassação

EstadodeMinasConta secreta de Mantega

CorreioBraziliense: Temer aposta na economia e no TSE para superar crise'

-  CorreiodaBahia: Salvador adota 70 medidas antiburocracia

- JornaldoCommercioHora de ajudar

DiáriodoNordeste: TCE recomenda aprovação das contas do governador

CorreiodaParaíba: Alerta de mais chuvas e riscos

segunda-feira, 29 de maio de 2017

Nosso sentido adeus pelo falecimento de Dona Maria de Lourdes Gonçalves Moreira, aos 96 anos. Uma cajazeirense de fibra.


Diante da dor da partida, alguma coisa que conforta meu coração é saber que um dia estaremos juntas ao lado de Deus. Mas mesmo assim, a dor é grande, pois a presença viva daquela que tanto amo continua. Seu calor, suas palavras de conforto não me saem da mente. Descansa em paz, minha mãe. Obrigada a todos pelas palavras de conforto nesta hora de tamanha dor.



A escassez de lideranças políticas no Brasil é tão grave que permite que alguém como o chefão petista Lula da Silva ainda apareça como um candidato viável à Presidência da República, mesmo sendo ele o responsável direto, em todos os aspectos, pela devastadora crise que o País atravessa.

A esta altura, já deveria estar claro para todos que a passagem de Lula pelo poder, seja pessoalmente, seja por meio de sua criatura desengonçada, Dilma Rousseff, ao longo de penosos 13 anos, deixou um rastro de destruição econômica, política e moral sem paralelo em nossa história. Mesmo assim, para pasmo dos que não estão hipnotizados pelo escancarado populismo lulopetista, o demiurgo de Garanhuns não só se apresenta novamente como postulante ao Palácio do Planalto, como saiu a dizer que “o PT mostrou como se faz para tirar o País da crise” e que, “se a elite não tem condição de consertar esse País, nós temos”. Para coroar o cinismo, Lula também disse que “hoje o PT pode inclusive ensinar a combater a corrupção”. Só se for fazendo engenharia reversa.

Não é possível que a sociedade civil continue inerte diante de tamanho descaramento. Lula não pode continuar, sem ser contestado, a se oferecer como remédio para o mal que ele mesmo causou.

Tudo o que de ruim se passa no Brasil converge para Lula, o cérebro por trás do descomunal esquema de corrupção que assaltou a Petrobrás, que loteou o BNDES para empresários camaradas, que desfalcou os fundos de pensão das estatais, que despejou bilhões em obras superfaturadas que muitas vezes nem saíram do papel e que abastardou a política parlamentar com pagamentos em dinheiro feitos em quartos de hotel em Brasília.

Lula também é o cérebro por trás da adulteração da democracia ocorrida na eleição de 2014, vencida por Dilma Rousseff à base de dinheiro desviado de estatais e de golpes abaixo da linha da cintura na campanha, dividindo o País em “nós” e “eles”. Lula tem de ser igualmente responsabilizado pela catastrófica administração de Dilma, uma amadora que nos legou dois anos de recessão, a destruição do mercado de trabalho, a redução da renda, a ruína da imagem do Brasil no exterior e a perda de confiança dos brasileiros em geral no futuro do País.

Não bastasse essa extensa folha corrida, Lula é também o responsável pelo tumulto que o atual governo enfrenta, ao soltar seus mastins tanto para obstruir os trabalhos do Congresso na base até mesmo da violência física, impedindo-o de votar medidas importantes para o País, como para estimular confrontos com as forças de segurança em manifestações, com o objetivo de provocar a reação policial e, assim, transformar baderneiros em “vítimas da repressão”. Enquanto isso, os lulopetistas saem a vociferar por aí que o presidente Michel Temer foi “autoritário” ao convocar as Forças Armadas para garantir a segurança de Ministérios incendiados por essa turba. Houve até mesmo quem acusasse Temer de pretender restabelecer a ditadura.

Para Lula, tudo é mero cálculo político, ainda que, na sua matemática destrutiva, o País seja o grande prejudicado. Sua estratégia nefasta envenena o debate político, conduzindo-o para a demagogia barata, a irresponsabilidade e o açodamento. No momento em que o País tinha de estar inteiramente dedicado à discussão adulta de saídas para a crise, Lula empesteia o ambiente com suas lorotas caça-votos. “O PT ensinou como faz: é só criar milhões de empregos e aumentar salários”, discursou ele há alguns dias, em recente evento de sua campanha eleitoral fora de hora. Em outra oportunidade, jactou-se: “Se tem uma coisa que eu sei fazer na vida é cuidar das pessoas mais humildes, é incluir o pobre no Orçamento”. Para ele, o governo de Michel Temer “está destruindo a vida do brasileiro”, pois “a renda está caindo, não tem emprego e, o que é pior, o povo não tem esperança”.

É esse homem que, ademais de ter seis inquéritos policiais nas costas, pretende voltar a governar o Brasil. Que Deus – ou a Justiça – nos livre de tamanha desgraça.
O ENCOBRIMENTO DA VERDADE
MIGUEL LUCENA
DiáriodoPoder
Para o servidor público se dar bem na burocracia estatal, ele precisa se especializar na arte do encobrimento, consistente na afirmação de meias verdades e no fazer vistas grossas para a realidade à sua volta.

Na era dos direitos sem responsabilidade, cobrar deveres constitui ofensa imperdoável, correndo-se o risco de processos por assédio em face da sagrada prerrogativa do subordinado de só trabalhar quando estiver bem disposto e satisfeito com a vida.

A indústria dos atestados é uma prova de que há um mal-estar instalado no serviço público, embora este remunere em média melhor que o setor privado.

Um estagiário de Direito, que ganhava dois salários mínimos em um escritório de advocacia, é aprovado em concurso para o serviço público, passa a ganhar cinco ou dez vezes mais e já chega reclamando, comparando seu vencimento com outras carreiras e adoecendo, muitas vezes de conveniência, quando a tarefa ou a lotação não lhe agradam.

Os chefes desses servidores, para não lhes desagradar, sempre os avaliam com nota máxima, assegurando-lhes progressão funcional com louvor, embora uma parte não tenha demonstrado aptidão para a carreira que pretendia abraçar.

Conquista-se um horário melhor de trabalho, com carga reduzida, e descumpre-se a nova jornada, chegando-se atrasado do mesmo jeito.

Um investigador constata que uma criança foi violentada porque houve negligência por parte de quem devia protegê-la, mas, preso o violentador, as demais questões são encobertas, para não ferir suscetibilidades decorrentes da ideologia do politicamente correto.

Não se pode criticar os moradores da Cracolândia, por serem vítimas da sociedade. É desumano censurar o anjo caído e abominável fazer juízo de valor, para não desvelar a verdadeira face de quem preferiu viajar num mundo de ilusões e prazeres fortuitos a encarar a realidade e cumprir suas obrigações com pais e filhos.

Premia-se a irresponsabilidade. Quem mais cospe na civilização é que deve receber atenção e cuidado. Até deve, desde que se submeta às regras estabelecidas pela maioria, que não pode ficar aprisionada aos caprichos de poucos. O bandido queima o colchão do presídio e ganha um novo, dado não pela sua família, mas pela sociedade.

Felizmente, sem perder a compaixão, desvencilhei-me de muitos engodos em que acreditava e agora volto minha atenção para a guerreira e o guerreiro que saem de casa às 5h da manhã para ganhar o pão de cada dia e não têm com quem deixar os filhos, e isto, sim, é um grande desrespeito aos direitos humanos.

Miguel Lucena é delegado da Polícia Civil do Distrito Federal e jornalista.

Mais uma narrativa mentirosa dos petralhas...

“Diretas Já” tem fracasso de público no Rio e mal ocupa um quarteirão de Copacabana

Ilisp

Organizado por artistas, partidos de esquerda (PSOL, PCdoB e PT), movimentos de esquerda e sindicatos, o “Lula Já” em Copacabana foi um completo fracasso de público. Enquanto a mídia divulga números inventados pelos organizadores – os mais exaltados chegaram a inventar que havia 150 mil pessoas no local – vídeos isentos do evento mostram que o ato em defesa de um golpe inconstitucional para haver eleições antecipadas fracassou.

Em vídeo divulgado pela Caneta Desesquerdizadora no Facebook, filmado de um ângulo aberto – ao contrário dos ângulos fechados divulgados pelos organizadores – é possível verificar que o ato sequer ocupou todo o quarteirão do Posto 3 de Copacabana, mesmo contando com a presença de BNegão, Caetano Velozo, Cordão da Bola Preta, Criolo, Digital Dubs, Elisa Lucinda, Mano Brown, Maria Gadu, Mart’nalia, Milton Nascimento, Otto, Petro Luís, Pretinho da Serrinha, Rappin’ Hood, Teresa Cristina e Wagner Moura, além de diversos atores da Globo, bem como dos políticos socialistas Alessandro Molon (Rede-RJ), Lindbergh Farias (PT-RJ), Marcelo Freixo (PSOL-RJ), Randolfe Rodrigues (Rede-AM) e Wadih Damous (PT-RJ).

Vejam o timão! Só herói do povo brasileiro! São sindicalistas que dizem odiar o capitalismo, mas não deixam o dinheiro dos outros em paz...

Operação Greenfield: Justiça aceita denúncia e torna réus 14 investigados
O Antagonista

O juiz Vallisney de Souza Oliveira aceitou denúncia do Ministério Público e tornou réus 14 pessoas investigadas na Operação Greenfield, que investiga um esquemão em fundos de pensão de estatais.

Entre os réus, estão ex-diretores da Funcef, ex-executivos da Engevix, o lobista Milton Pascowitch e João Vaccari Neto:

- Demósthenes Marques, ex-diretor de Investimentos da Funcef;
- Guilherme Narciso de Lacerda, ex-diretor-presidente da Funcef;
- Luiz Philippe Peres Torelly, ex-diretor de Participações Societárias e Imobiliárias da Funcef;
- Antônio Bráulio de Carvalho, ex-diretor de Planejamento e Controladoria da Funcef;
- Geraldo Aparecido da Silva, ex-diretor de Benefícios, em exercício, da Funcef;
- Sérgio Francisco da Silva, ex-diretor de Administração da Funcef;
- Carlos Alberto Caser, ex-presidente da Diretoria Executiva da Funcef;
- José Carlos Alonso Gonçalves, ex-diretor de Benefícios da Funcef;
- Roberto Carlos Madoglio, ex-superintendente Nacional de Fundos de Investimentos Especiais da Caixa Econômica Federal;
- José Antunes Sobrinho, sócio da Engevix /Desenvix;
- Gerson de Mello Almada, ex-vice-Presidente da Engevix;
- Cristiano Kok, sócio da Engevix /Desenvix;
- Milton Pascowitch, lobista;
- João Vaccari Neto, ex-tesoureiro do PT.

As offshores dos cutistas

Para quem reclama do acordo da PGR com a JBS, informamos que os réus da Greenfield são os sindicalistas do Funcef que movimentaram 23 milhões de dólares numa conta de Joesley Batista em Nova York.

Os investigadores sabem agora onde o dinheiro roubado foi parar.
SEM EXPLICAÇÕES
DiáriodoPoder
Paulo Maluf perdeu a eleição para prefeito de São Paulo, em 1990, apesar do gênio criativo do marqueteiro Duda Mendonça – que fez, a rigor, seu primeiro trabalho importante na área. Duda decidiu explicar as razões da derrota e até pedir desculpas. Maluf não o permitiu:

- Meu caro Duda, nunca se explique: para os amigos, não precisa e, para os inimigos, não adianta!
A fábula dos gambás e os pintinhos
Sexta denúncia contra Lula não deixa margem a dúvidas sobre quem é o verdadeiro dono do sítio em Atibaia. Investigação revela que o petista era informado pelo caseiro até sobre ataques de animais silvestres ao galinheiro
Thaís Skodowski - IstoÉ
O BICHO PEGOU O caseiro Maradona (centro) informava Lula sobre tudo o que dizia respeito ao sitio. Até sobre a morte de marrecos (Crédito: Divulgação)

Deixaram a raposa – ou para ser mais preciso, o gambá – cuidando do galinheiro e o resultado não poderia ser diferente: o réu Lula é acusado, novamente, de receber dinheiro de propina para enriquecer. Desta vez, a denúncia do Ministério Público Federal (MPF) refere-se ao sítio em Atibaia, no interior de São Paulo, que pertenceria ao ex-presidente e que foi reformado com o dinheiro sujo de empreiteiras.

Lula nega ser o proprietário do sítio, mas a quebra do sigilo telemático de Elcio Vieira, o Maradona, caseiro do local, deixa a defesa do ex-presidente praticamente insustentável. As trocas de mensagens entre Maradona e seguranças de Lula mostram que o petista não só era o dono, como era informado diariamente sobre os problemas do sítio. Dos mais comezinhos.
Foto anexada por Léo Pinheiro ao processo mostra Lula no sítio de Atibaia

Em e-mail enviado no mês de outubro de 2014 por Maradona a Valmir Moraes, segurança de Lula lotado no Instituto do ex-presidente, com o título “armadilha”, o caseiro informa que “morreu mais um pintinho essa noite e caiu dois gambá (sic) nas armadilhas”. Os barbudos gambás estavam devorando os desprotegidos pintinhos e Lula precisava saber de tudo o que acontecia no galinheiro.

Já no dia 23 de outubro de 2014, Maradona mandou mais um e-mail para o “patrão”, dando satisfações sobre outros animais que viviam na propriedade.

Com o título “pintinho”, Maradona relatou que “a pirua (sic) esmagou os três pintinhos de pavão que estava (sic) com ela”. Ou seja, Lula, que sempre alegou nunca saber de nada, sabia de tudo até sobre os pintinhos.

A troca de e-mails entre Maradona e o segurança do petista no Instituto Lula sobre os animais de estimação do sítio estão entre as provas apresentadas pelos procuradores da Lava Jato para acusarem o ex-presidente por corrupção e lavagem de dinheiro.

Se for condenado, o petista ao menos pode se dar ao luxo de posar de defensor dos animais. ONGs de apoio aos bichos podem prestar-lhe solidariedade.

Pois além de atestar o cuidado com os pintinhos do sítio, as mensagens eletrônicas mostram que os marrecos também povoavam as preocupações de Lula. Em 02 de outubro de 2014, Valmir Moraes recebeu um e-mail de Leonardo Martins, funcionário do instituto Lula, com o título “Jaguatiricas em Atibaia?”. No e-mail, Leonardo deixa claro que está respondendo a um pedido de Lula. “Respondendo à pergunta do presidente: que bicho comeu os marrecos?

Provavelmente, uma Jaguatirica”. Leonardo relata ainda que ligou para o Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Carnívoros (CENAP/ICMBIO) com o objetivo de conseguir informações sobre a prevenção de ataques de Jaguatiricas e sugeriu que o segurança do ex-presidente avaliasse se precisaria de “uma visita de um técnico do centro ao sítio” para orientar o caseiro. O Cenap disse que um cachorro latindo já afugentaria as Jaguatiricas.

A troca de e-mails, porém, não se limitava a discorrer sobre os animais do local – assunto que só interessa, claro, ao verdadeiro proprietário do imóvel. Na denúncia do MPF, há outras conversas entre o caseiro e o Instituto Lula que deixam claro e cristalino que a posse do sítio é mesmo do ex-presidente. Em um e-mail com o título “avião aki (sic) na chácara hoje pela manhã”, de 21 de outubro de 2014, Maradona mandou 12 fotografias de uma aeronave no céu. Em 31 de julho do mesmo ano, o caseiro mandou uma lista de compras de materiais de construção. Ao final, escreveu que fez tudo “como combinado com Dona Marisa”, se referindo a Marisa Letícia, mulher de Lula, morta em fevereiro deste ano.

“Avião passou aqui”
De acordo com a denúncia do MPF, a reforma do sítio custou R$ 1,020 milhão e foi paga de forma oculta pelas construtoras Odebrecht, OAS e Schahin. Os valores estariam vinculados a quatro contratos firmados pela Petrobras com a Odebrecht (avaliados em R$ 128,1 milhões) e três com a OAS (avaliados R$ 27 milhões). As empreiteiras teriam repassado R$ 870 mil para construção de anexo e benfeitorias no sítio, como compras de móveis e a reforma da cozinha. Já os outros R$ 150 mil são decorrentes de propina de contratos do Grupo Schahin.

Para o MPF, “restou evidente que Lula comandou a formação de um esquema criminoso de desvio de recursos públicos destinados a comprar apoio parlamentar de agentes políticos e partidos, e enriquecer ilicitamente os envolvidos”. Os procuradores pediram também um ressarcimento de R$ 155.227.702,04, correspondente ao valor total da porcentagem da propina paga e lavada pela Odebrecht, OAS e Schain em razão dos contratos de que trata a denúncia. Se, ao que tudo indica, o juiz Sergio Moro aceitar a denúncia, Lula se transformará em réu pela sexta vez. O petista, realmente, virou uma fábula.

Amigos da onça
SEM TETO Apesar de constar como “dono” do sítio de Atibaia, Jonas Suassuna e sua mulher não tinham sequer uma cama para dormir no local 

É impressionante como os ditos “amigos” de Lula se transformaram em seus principais algozeso que contraria a tese do petista de que estaria sendo vítima de um complô da Lava Jato. Depois de Bumlai, Léo Pinheiro, Marcelo Odebrecht e Delcídio do Amaral, na semana passada, foi a vez de Cláudia Suassuna, mulher de Jonas Suassuna, em nome de quem está o sítio de Atibaia.

Em depoimento à Lava Jato, Cláudia contou que esteve na propriedade apenas duas vezes: em festas juninas organizadas por Lula. O mais estranho – para alguém que seria dono do lugar – é que Cláudia não dormiu no sítio, mas num quarto de um hotel da cidade. Outro amigo de Lula já havia municiado a Justiça com informações relevantes sobre o processo do sítio em Atibaia.

Léo Pinheiro, da OAS, anexou uma foto em que ele aparece no sítio, próximo a uma piscina, ao lado do ex-presidente e de um diretor da empreiteira. Na última semana, Renato Duque, ex-diretor da Petrobras, também entregou documentos para provar que se encontrou por três ocasiões com o petista, entre os quais uma foto dos dois lado a lado tirada na sede do Instituto Lula. O petista sustentava a versão de que havia encontrado Duque apenas uma vez em Congonhas. Lascou-se.