quinta-feira, 6 de abril de 2017

Então?

Hipocrisia, teu nome é esquerda
Foi muito lamentável o suposto caso de assédio envolvendo o ator José Mayer e a figurinista da Globo. Ele praticamente admitiu culpa, mas não sem antes socializar o caso como se fosse "algo de sua geração". Não é. Nossos pais e avôs não costumam fazer o que Mayer teria feito com a figurinista. Do outro lado, as oportunistas globais vestindo camisetinhas "contra o assédio". Entre elas gente do naipe de Camila Pitanga e Letícia Sabatella. O problema é que as heroínas de camiseta se manifestam apenas quando é conveniente. Quando foi Lula que se expressou de maneira suja com as mulheres do próprio partido, nenhuma das atrizes de extrema-esquerda se manifestou. Mas não hesitaram em usar o episódio com José Mayer para fazer o proselitismo mais tosco que conseguiram. Feministas são apenas variantes de abutres da fauna extremista: precisam de carniça e vítimas para pregarem. Seu combustível é sempre o sofrimento humano. 
O episódio foi lamentável como um todo, tanto que pensei em não comentar nada. Mas daí surge uma briga entre atores da Globo por conta disso. Briga que envolve dois personagens já conhecidos por suas bandeiras políticas. Um deles é Caio Blat, famoso justiceiro social e progressista que acha que é criminoso um prefeito apagar pixações. O mesmo Caio Blat afirmou que achava "genial" a possibilidade de Jair Bolsonaro ser cassado por suas declarações contra a deputada Maria do Rosário. Notem: Caio é partidário da tese mentirosa utilizada por setores da mídia e pela extrema-esquerda para cassar um mandato de um parlamentar. Mas vejam: Caio acha que Zé Mayer deve ser perdoado, e que não representa perigo a ninguém. Jair pode ser cassado por uma fala mal colocada que não representa crime, mas Zé Mayer que praticamente admitiu seu crime deve ser perdoado. A lógica de Caio é fascista: aos amigos os favores e aos inimigos nem a lei. 
Zé de Abreu reagiu contra o colega, o acusando de hipócrita. Disse que "Caio estava falando merda de novo". Zé de Abreu aparentemente se indignou com a denúncia da figurinista da Globo. Mas temos todos os motivos do mundo para acreditar que ele mente. Este é o mesmo ser abominável que cuspiu em uma mulher em um restaurante de São Paulo após uma discussão política. Para completar, ainda se vangloriou do ato no Twitter. Covarde como sempre, Zé de Abreu xingou e falou seus palavrões. Quando os usuários reagiram, ele bloqueou a conta. Isso porque teve a imensa sorte de cuspir em mulher de marido cândido. O correto seria mesmo que o marido quebrasse a cara do ator, para ver se ele conseguiria cuspir em mulheres sem os dentes na boca. Mas é em Zé de Abreu que nosso ciclo de hipocrisia se acaba: nenhuma das feminazis da Globo fez protesto contra as agressões sofridas pela mulher cuspida pelo ator petista. Repito: nenhuma. Não se publicou nada sobre o caso, o Jornal Nacional não tratou do assunto, as feminazis também não estamparam campanhas de repúdio ao ato truculento de seu colega mais fascista. O que a Globo fez foi dar palanque ao sociopata, para que ele se justificasse como se fosse a vítima da história. Se concluí daí que Hipocrisia e conveniência criminosa são atributos exigidos para que um sujeito seja admitido na confraria vermelha. Junto com grandes doses de oportunismo, fascismo e vigarice.

Um comentário:

Anônimo disse...

ORA, EM TEMPOS DE MORO,

O CABA SEMPRE CAI EM ALGUMA OPERAÇÃO.

JOSÉ MAYER FOI PEGO NA OPERAÇÃO:

"A CARNE É FRACA"