segunda-feira, 10 de abril de 2017

E o desempregado que se lasque para arranjar emprego....

NATUREZA INTERMITENTE
Trabalhar duas vezes por semana com habitualidade garante vínculo, decide TST
Conjur

A prestação habitual de serviços por longos períodos e horário definido, mesmo que não diariamente, configura vínculo de emprego. Assim entendeu, por unanimidade, a 3ª Turma do Tribunal Superior do Trabalho ao confirmar a relação de emprego entre uma faxineira e uma rede de lojas de colchões.
Faxineira que trabalhava para loja duas vezes por semana teve vínculo de emprego reconhecido pelo TST.

A faxineira prestou serviços de 2005 a 2007, às terças e sextas-feiras, fazendo limpeza em duas lojas da rede. Ela recebia R$ 250 por mês e R$ 30 de vale-transporte. Sem registro na Carteira de Trabalho, pediu reconhecimento do vínculo, com o pagamento das verbas decorrentes.

Como a faxineira não escolhia os dias e os horários para trabalhar, o TST entendeu ela não tinha autonomia em suas atividades. Para o tribunal, esse cenário configura os requisitos de pessoalidade, subordinação e onerosidade que caracterizam o vínculo de emprego, nos termos do artigo 3º da Consolidação das Leis do Trabalho.

O preposto da empresa confirmou que a trabalhadora fazia limpeza uma vez por semana em cada loja, levando cerca de cinco horas nas tarefas. O juízo da 4ª Vara do Trabalho de Criciúma (SC) concluiu que houve vínculo de emprego. A sentença foi mantida pelo Tribunal Regional do Trabalho da 12ª Região (SC), que classificou o serviço de limpeza essencial à atividade da empresa e não o viu como atividade eventual.

Também destacou que a remuneração por tarefa está prevista na legislação trabalhista. A empresa recorreu ao TST alegando que fazer a faxina em dois dias da semana para vários tomadores configura o serviço de diarista autônoma.

Mas o relator, ministro Alexandre Agra Belmonte, não conheceu do recurso, ressaltando que a caracterização da falta de eventualidade não pode ser obstada pela natureza intermitente da prestação habitual dos serviços

RR-142700-58.2009.12.0055

Um comentário:

Anônimo disse...

SE PEDRO DE ALCÂNTARA FRANCISCO ANTONIO JOÃO CARLOS XAVIER DE PAULA MIGUEL RAFAEL JOAQUIM JOSE
GONZAGA PASCOAL CIPRIANO SERAFIM DE BRAGANÇA E BOURBON. COROADO PEDRO I AQUI E IV LÁ VOLTASSE
NO TEMPO, TALVEZ BRADASSE SOBRE A MUDANÇA:

"PREVIDÊNCIA OU MORTE!"

SEI NÃO, TALVEZ SÓ FICASSE PIPOCANDO NA RAPARIGAGEM COMO ESTÁ MOSTRANDO A NOVELA DA HORA DO
HAPPY HOUR E O TRABALHADOR QUE SE ESTREPASSE.