sexta-feira, 3 de março de 2017

O Antagonista e a imprensada louca de hoje.

As mentiras da imprensa para proteger o PT
O Antagonista

A imprensa enlouqueceu.

A manchete do site de O Globo, em letras garrafais, é a seguinte:

"Odebrecht deu R$ 40 milhões via caixa 2 na eleição de 2014".

O principal incriminado é Aécio Neves. E não há uma única referência ao PT e a Dilma Rousseff.

Na quarta-feira, porém, Marcelo Odebrecht disse que repassou 150 milhões de reais à campanha de Dilma Rousseff, 4/5 dos quais clandestinamente.

Ele disse também que 50 milhões de reais eram parte de uma propina paga para comprar uma medida provisória.

Essa é a verdade. E só existe uma verdade.
FHC lamenta "notícias alternativas" sobre Aécio
Fernando Henrique Cardoso divulgou uma nota sobre o uso do depoimento de Benedicto Barbosa Silva Júnior, da Odebrecht, contra Aécio Neves:

“Lamento a estratégia usada por adversários do PSDB que difundem 'noticias alternativas' para confundir a opinião pública.

A imprensa é instrumento fundamental da democracia. Usada por quem não é criterioso presta um mau serviço ao país.

Parte do noticiário de hoje sobre os depoimentos da Odebrecht serve de sinal de alerta. Ao invés de dar ênfase à afirmação feita por Marcelo Odebrecht, de que as doações à campanha presidencial de Aécio Neves, em 2014, foram feitas oficialmente, publicou-se a partir de outro depoimento que o senador teria pedido doações de caixa dois para aliados.

O senador não fez tal pedido. O depoente não fez tal declaração em seu depoimento ao TSE.

É preciso serenidade e respeito à verdade nessa hora difícil que o país atravessa.

Ademais, independentemente do noticiário de hoje tratar como iguais situações diferentes, não é o caminho para se conhecer a realidade e poder mudá-la.

Visto de longe tem-se a impressão de que todos são iguais no universo da política e praticaram os mesmos atos.

No importante debate travado pelo país distinções precisam ser feitas. Há uma diferença entre quem recebeu recursos de caixa dois para financiamento de atividades político-eleitorais, erro que precisa ser reconhecido, reparado ou punido, daquele que obteve recursos para enriquecimento pessoal, crime puro e simples de corrupção.

Divulgações apressadas e equivocadas agridem a verdade, e confundem os dois atos, cuja natureza penal há de ser distinguida pelos tribunais.

A palavra de um delator não é prova em si, apenas um indício que requer comprovação. É preciso que a Justiça continue a fazer seu trabalho, que o país possa crer na eficácia da lei e que continue funcionando.

A desmoralização de pessoas a partir de 'verdades alternativas'é injusta e não serve ao país. Confunde tudo e todos.

É hora de continuar a dar apoio ao esforço moralizador das instituições de Estado e deixar que elas, criteriosamente, façam Justiça.”

Fernando Henrique Cardoso

O método petista

A imprensa enlouqueceu, mas com método.

O método petista.

Nenhum comentário: