quinta-feira, 9 de março de 2017

Cláudio Humberto

A turma do PCdoB, que “aparelha” a Agência Nacional do Cinema (Ancine) há 13 anos, não se conforma com o fim do mandato do seu atual presidente, no cargo desde 2006, e de uma diretora, dirigentes do partido. Após fazer artistas que financiam protestarem contra o “golpe” em festivais no exterior, a Ancine continua a provocação contra o governo: quase fez sumir as logomarcas oficiais, até do Ministério da Cultura, na propaganda autoelogiativa que exibe em salas de cinema.

A Ancine não explica o uso da logo do governo em desacordo com o manual de aplicação, nem quanto a provocação a custa do contribuinte.

A propaganda da Ancine é outra tentativa de pressionar o governo para manter a turma do PCdoB “aparelhando” as boquinhas da agência.

Na presidência da Ancine desde 2005, no fim do terceiro mandato, Manoel Rangel Neto é integrante do comitê central do PCdoB.

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