sábado, 11 de fevereiro de 2017

Dodô Mangueira se assustou com a saúde da mãe e pediu apoio do irmão, Aldeci Mangueira...

Nem na hora da foto Dodô Mangueira deixa de fazer gaiatice...
Vem logo, meu irmão
Por Dirceu Galvão

Dodô Mangueira, um dos melhores contadores de estória que conheço, vive me dizendo que é meu amigo e quando sabe que estou em Cajazeiras, faz questão de um encontro pessoal. Ele se alimenta de contar estórias; eu me alimento de ouví-las. E contar todas, especialmente as dele, porque têm começo, meio e fim, além de uma conclusão sempre inteligente e engraçada.

Num sábado cajazeirense, nos encontramos no Bar de Dércio, em Cajazeiras, para a tradicional tarde de risadas conterrâneas.

Dodô Mangueira já chega, chegando! Realça a voz, distribui abraços apertados, incendeia o ambiente. É impossível ignorá-lo.

E todos ficamos na expectativa de suas hilariantes estórias de personagens locais e próximos.

Dou uma aproximada dele e pergunto sobre as informações básicas iniciaisTudo bem? E a família? E os meninos? E tua mãe?

Ele relata um pedaço da situação de cada um. Mas não se desliga da gaiatice!

Foi logo contando que, certa noite, já correndo a madrugada, precisou acudir a sua mãe, Dona Francisca Mangueira (a querida Dona Loquinha), que teve um desconforto de saúde.
Aldeci é um amigo muito especial. Um grande homem de bem!
Naquela ânsia de ajudar e precisando de mais apoio, ligou para o seu irmão Aldeci (pai de Tatiana e Suiany e sogro de Christiano Moura e Paulinho Guedes)  e disse o que estava acontecendo:

"- Venha logo aqui acudir mãe, hômi. Ela está passando mal, eu estou sem carro e não tenho como deixá-la no hospital..."

É claro que Aldeci não se negaria (nem se negou!) a socorrer a mãe em hora de 'precisão', mas caiu na besteira de dizer, primeiro, que estava com um problema na garganta, que a garganta estava inflamada....

Dodô respondeu na hora:

"- E eu num tô te chamado pra chupar picolé, não, hômi. Tô chamando pra acudir Mãe..."

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