terça-feira, 31 de janeiro de 2017

Seu Eudes Cartaxo, sempre na nossa lembrança.


Que saudade deste grande Homem, grande amigo, grande conselheiro e principalmente GRANDE PAI! Hoje estaria completando 93 anos. A saudade aperta tanto que só ameniza quando lembro das coisas boas que convivemos juntos. O Sr. será sempre lembrado pelas coisas boas que cativou aqui na terra e tenho certeza que Deus o acolheu em um bom lugar! Parabéns meu Pai Um forte abraço daquele que nunca te esquecerá jamais.

Quem nunca fez essa brincadeira com um amigo? Era risada na certa!


Conselho Nacional do Ministério Público arquiva pedido de Lula contra Procuradores da Lava-Jato
André de Souza
O Globo
Não é a primeira vez que a defesa do petista recorre ao CNMP contra investigadores

O Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) negou um recurso do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silvas e manteve o arquivamento de uma reclamação disciplinar contra quatro procuradores da República que integram a força tarefa da Operação Lava-Jato. O relator do caso foi o conselheiro Otavio Brito Lopes, que foi acompanhado pelos demais integrantes do CNMP.

A reclamação foi protocolada em 10 de agosto do ano passado contra os procuradores Athayde Ribeiro Costa, Jerusa Burmann Viecili, Júlio Carlos Motta Noronha e Roberson Henrique Pozzobon. A defesa de Lula os acusou de terem antecipado juízo de valor sobre fatos que ainda estavam em investigação na época.

Em uma manifestação em que defenderam que o caso de Lula ficasse sob responsabilidade do juiz Sérgio Moro, da 13ª Vara Federal de Curitiba e responsável pela Operação Lava-Jato, os procuradores disseram que “há elementos de prova de que Lula participou ativamente do esquema criminoso engendrado em desfavor da Petrobras, e também de que recebeu, direta e indiretamente, vantagens indevidas decorrentes dessa estrutura delituosa”.

Em nota divulgada à imprensa em 10 de agosto, os advogados do ex-presidente disseram que a afirmação não se baseia em nenhum elemento concreto e viola uma resolução do CNMP. Essa norma, diz a defesa, "expressamente proíbe os membros do Ministério Público de 'externar ou antecipar juízos de valor a respeito de apurações ainda não concluídas'”. 

Os advogados ressaltaram ainda que os procuradores feriram a garantia da presunção de inocência prevista na Constituição e em tratados internacionais assinados pelo Brasil.

A reclamação tramita sob sigilo e já tinha sido indeferida pela Corregedoria do CNMP. Os advogados de Lula recorreram ao plenário do CNMP, mas saíram derrotados novamente.

Não é a primeira vez que isso ocorre. Os advogados do ex-presidente já acionaram o CNMP algumas vezes contra integrantes do Ministério Público. Em, setembro de 2015, por exemplo, o plenário do CNMP manteve o arquivamento de um recurso de Lula contra o procurador Anselmo Henrique Cordeiro Lopes. Ele foi o responsável por iniciar uma investigação na Procuradoria da República do Distrito Federal para apurar tráfico de influência do ex-presidente.
O curioso fenômeno da esquerda que descobriu que muros são ruins
Ilisp

Um fenômeno curioso tem acontecido na esquerda brasileira e mundial.

Aqueles que falam contra a ideia de um muro entre Estados Unidos e México “esquecem” de dizer que um terço da fronteira dos Estados Unidos com o México já possui muros, cercas ou monitoramento contínuo feitos pelo governo americano.

Algo iniciado, vejam só… por Bill Clinton, marido de Hillary Clinton.

E coincidentemente, aqueles que criticam Trump por ser contra a imigração são os mesmos que há 60 anos se calam sobre a ilha-prisão chamada Cuba, que proíbe 11 milhões de pessoas de emigrarem, fazendo com que aqueles que desejem uma vida melhor para si ou para sua família tenham que colocar a vida em jogo para fazer uma travessia pelo mar de 145 quilômetros em cima de uma jangada ou balsa improvisada, em busca de uma vida melhor no capitalismo opressor americano.

Os mesmos que também se calam há 70 anos sobre a Coreia do Norte, que condenou 24 milhões de habitantes a viverem num regime ditatorial prisional totalmente isolado do resto do mundo, com uma das fronteiras mais fortemente vigiadas e armadas pelo governo, e onde cada fugitivo capturado é “recompensado” com uma bala na cabeça ou trabalhos forçados em gulags que deixariam Stalin com inveja.

Os mesmos que também se calaram quando a Venezuela fechou sua fronteira com a Colômbia no ano passado, obrigando 30 milhões de pessoas a viverem na miséria e na fome, e que agora divulgam com aquela timidez quando essa fronteira é eventualmente aberta ou quando os venezuelanos fogem para Roraima em busca de uma vida melhor (!) no sistema socialista fabiano brasileiro.

Os mesmos que passaram 28 anos calados sobre o Muro de Berlim, símbolo da divisão do mundo entre o avanço capitalista e o atraso socialista, e que ruiu em um 09 de novembro.

Os mesmos que passaram décadas chamando de fascistas, reacionários, “extrema-direita”, feios, bobos, chatos e similares os únicos que são contra todos esses muros, seja nos Estados Unidos, em Cuba, na Coreia do Norte ou na Venezuela, e que hoje ganham cada vez mais espaço e apontam na cara dessa esquerda a hipocrisia que possuem.

Sim, esses malditos liberais.
Cresce a confiança dos setores de serviços e indústria
DiáriodoComércio
Levantamento da FGV indica alta superior a quatro pontos no índice de confiança em janeiro. No caso de serviços, o indicador ultrapassa a marca dos 80 pontos pela primeira vez desde fevereiro de 2015

Os índices de confiança de serviços e da indústria cresceram acima de quatro pontos na passagem de dezembro para janeiro, de acordo com levantamento da Fundação Getúlio Vargas divulgado na manhã desta terça-feira (31/01).

O Índice de Confiança de Serviços (ICS) subiu 4,1 pontos. Com a alta, o indicador ultrapassa a marca dos 80 pontos pela primeira vez desde fevereiro de 2015.

"A melhora na percepção do setor sobre as condições de negócios, tanto em relação a fatores atuais quanto em sua visão sobre as expectativas, é um aspecto favorável dos resultados da Sondagem de Serviços neste início de ano. A reação representa uma redução no pessimismo das empresas, uma vez que os resultados ainda se encontram em patamar historicamente muito baixo. De todo modo, esses resultados podem sinalizar o início de reação no ânimo empresarial em resposta a um contexto de inflação em queda e de uma perspectiva de melhora nas condições de crédito", avaliou o economista Silvio Sales, consultor do Instituto Brasileiro de Economia da FGV, em nota oficial.

Das 13 atividades pesquisadas, 11 apresentaram alta da confiança em janeiro. O Índice de Situação Atual (ISA-S) subiu 4,7 pontos, para 74,3 pontos, enquanto o Índice de Expectativas (IE-S) subiu 3,2 pontos, para 86,6 pontos.

O Nível de Utilização da Capacidade (NUCI) do setor de serviços, entretanto, recuou 0,5 ponto porcentual em janeiro, para 82,3%. A coleta de dados para a edição de novembro da sondagem foi realizada entre os dias 2 e 27 deste mês.

INDÚSTRIA
O Índice de Confiança da Indústria (ICI) subiu 4,3 pontos em janeiro ante dezembro, alcançando 89,0 pontos, o maior nível desde maio de 2014 (92,2 pontos). Na métrica de médias móveis trimestrais, o índice avançou 1,0 ponto, para 86,7 pontos.

A alta na confiança industrial ocorreu em 15 de 19 segmentos pesquisados e atingiu tanto as avaliações sobre a situação atual quanto as perspectivas das empresas para os próximos meses.

O Índice de Expectativas (IE) subiu 4,7 pontos, para 91,0 pontos, e o Índice da Situação Atual (ISA) teve alta de 3,8 pontos, para 87,0 pontos.

A maior contribuição para a elevação do IE em janeiro veio do indicador que mede as perspectivas para o pessoal ocupado nos três meses seguintes.

O componente subiu 7,4 pontos, para 89,2 pontos, recuperando a perda acumulada de 6,0 pontos nos cinco meses anteriores.

Houve elevação do porcentual de empresas que projetam aumento do total de pessoal ocupado, de 11,1% para 14,1% do total, e redução da parcela das que preveem diminuição do quadro de pessoal, de 21,7% para 16,7%.

A situação atual dos negócios exerceu a maior influência para a elevação do ISA em janeiro. Após três quedas sucessivas, o indicador subiu 5,2 pontos em janeiro, para 82,9 pontos.

O porcentual de empresas que consideram a situação dos negócios boa aumentou de 10,7% para 16,7% do total, enquanto a fatia que a considera fraca diminuiu, de 46,7% para 43,5%.

A FGV destaca, contudo, que mesmo com a melhora neste mês, o indicador permanece há quatro meses como o menor entre os componentes do ICI, indicando que a percepção em relação ao estado geral dos negócios é ainda pior que a percepção em relação ao nível de atividade.

"Com a alta expressiva de janeiro, o ICI recupera o terreno perdido após setembro, quando o desapontamento com a evolução dos negócios no segundo semestre interrompeu a tendência de alta que vinha sendo observada no ano passado. O setor parece estar reagindo a uma combinação de aceleração da produção no final do ano e do ritmo de queda dos juros a partir de janeiro", afirma Aloisio Campelo Junior, Superintendente de Estatísticas Públicas do Ibre/FGV.

O Nível de Utilização da Capacidade Instalada (Nuci) atingiu 74,6% em janeiro, 1,7 ponto porcentual acima do mês passado, quando havia registrado o menor nível da série histórica iniciada em 2001.

Assim é foda!

Atlético perde 4 mandos de campo e multa de R$ 10 mil por confusão no jogo contra o Botafogo
BlogdoFurão
O Atlético de Cajazeiras (Trovão Azul do Sertão) vem fazendo uma belíssima campanha no Campeonato Paraibano de Futebol 2017. Com 11 pontos e vice-líder na tabela, o time vem orgulhando os torcedores alvo e azulinos que tem lotado o estádio Perpetão para acompanhar as partidas, numa verdadeira lua-de-mel.

Porém, uma decisão tomada na noite desta terça feira (30) deve abalar a equipe. É que o TJD (Tribunal de Justiça Desportiva) cassou quatro mandos de campo do Atlético e aplicou multa de R$ 10 mil, em virtude da confusão gerada no jogo contra o Botafogo no dia 11 de Janeiro no estádio Perpetão, válido pela segunda rodada. A notícia da decisão foi publicada no site oficial do clube da capital, que no julgamento foi absolvido, tendo recebido apenas uma multa de R$ 5 mil.

O setor jurídico do Atlético deverá está dando entrada a um recurso junto ao STJD (Superior Tribunal de Justiça Desportiva).

Veja divulgação no site do Botafogo:


É hoje!


E hoje a gente começa a entrar no clima! 
Você é o nosso convidado! Venha participar! 
Mônica Bergamo
Folha de São Paulo
Sergio Cabral e Adriana Ancelmo em lancamento de livro do empresario Eike Batista, na Livraria da Travessa do Shopping Leblon, em 5 dezembro de 2011

Os emissários de Adriana Ancelmo, mulher de Sergio Cabral, que procuraram advogados para orientá-la numa eventual delação premiada dizem que ela tem um trunfo na manga: o Judiciário, e não apenas do Rio.

OURO
Como advogada e mulher de Cabral, ela acompanhou indicações de magistrados e conheceria o relacionamento de alguns deles com o setor empresarial.
Sobre a militância socialista que se disfarça de “classe artística” e “movimento social”
Ilisp

É comum a grande imprensa noticiar manifestações de uma certa “classe artística”. Protestando contra Temer ou contra Doria, lá está ela… Sempre tendo a disposição todos os microfones e holofotes para denunciar os “golpes”, os “retrocessos” e os “genocídios” de nossos dias.

Sendo formado em arquitetura e trabalhando como artista plástico há quase 20 anos, afirmo: não existe “classe artística”. Existem grupos socialistas que se dizem representantes de todos os artistas, e pior: guardiões cultura.

Como deveríamos chamar um grupo que apoia partidos e ditaduras socialistas?

Discordar disso é crer que alguém pode apoiar ideias nazistas sem ser nazista.

Dizer que a “classe artística” representa os artistas é tão absurdo quanto dizer que a CUT representa os trabalhadores e o PSOL representa os mais pobres.

Que fique claro: não existe “classe artística”, assim como não existe “movimento social”, nem “movimento LGBT”, nem “movimento feminista”, nem “movimento da consciência negra”, nem “movimento estudantil”. São todos grupos socialistas. Cada um deles se impondo como falsos representantes de parcelas da população para compor uma rede que visa nada menos do que o controle absoluto da sociedade por meio de um estado ocupado por eles mesmos.

Um plano inteligente: conquistando a confiança de diferentes segmentos da sociedade, esses movimentos conseguem fazê-los votar em partidos que têm como objetivo final o controle da economia, a relativização do princípio de propriedade privada e o confisco de bens e capitais. Ou seja: o homossexual que vota no PSOL por ele “defender” os homossexuais está, na verdade, votando num partido que visa controlar a economia, a sociedade, todos nós.

As pessoas que se apresentam como representantes da classe artística estão tão na extremidade do que se entende como esquerda que enxergam o PSDB como direita, apoiam Guilherme Boulos e repudiam João Dória, amam a ditadura cubana e detestam a democracia americana.

Um cartaz, numa das escolas invadidas, evidenciou a mentalidade desses grupos:

“A socialista que não é feminista sabota a luta de classes. A feminista que não é socialista precisa rever seu posicionamento de classe.”

Traduzo: sob a ótica deles, seus “representados” têm o dever de atuar como soldados; e os questionadores devem ser imediatamente massacrados pela força dos demais.

Um artista, uma mulher, um homossexual, um negro e até um pobre só devem ser respeitados como tais se atuarem como caixas de ressonância dos líderes dos movimentos que os representam.

A classe artística não odeia o Romero Britto porque o trabalho dele é ruim, mas porque ele não reproduz o discurso “progressista”

Quando chamam pejorativamente alguém de “artista comercial”, eles querem dizer que esta pessoa é um artista que ganha dinheiro fazendo coisas que as pessoas comuns gostam. A galera do bem, que vota “13”, “50” e “65”, acha isso um absurdo.

Há muitos artistas que não compartilham da mentalidade esquerdista, mas se mantém calados por uma única razão: medo de retaliações. Retaliações que vêm de todos os lados. Perde-se trabalhos. Perde-se espaço na imprensa. Perde-se amigos − e alguns se transformam em inimigos.

Essa é a mensagem cotidiana da classe artística para seus influenciados: o respeito a um artista deve ser diretamente proporcional à militância dele. Os não-alinhados devem ser isolados. Se insistirem em se manifestar, devem ser ridicularizados, caluniados, sabotados e intimidados. Nada menos do que isso.

Incapaz de viabilizar seus projetos no mercado – conquistando a preferência de pessoas comuns − a classe artística empenha-se ferozmente na luta por “leis de incentivo”, que se resumem a forçar a população a financiar projetos pelos quais ela não se interessa.

A arrogância ganha contornos caricatos quando as lideranças dessa “classe” gritam que sem o dinheiro do governo NÃO HÁ CULTURA. Ou seja: se Chico Buarque não ganhar seus milhões, não haverá rodas de samba nos morros e nas periferias.

Outro fato: nunca se viu a classe artística cobrando leis que pudessem viabilizar patrocínios de pequenas empresas à artistas desconhecidos. Leis que pudessem fazer comerciantes e artistas de bairro estabelecer parcerias.

A luta da classe artística divide-se em três frentes:

1 – Garantir que o governo sustente seus líderes e militantes por meio de patrocínios ou distribuindo empregos em órgãos públicos;

2 – Garantir espaço na grande imprensa;

3 – Transformar as universidades em centros de recrutamento e de capacitação de militantes.

Para quem apenas frequenta os eventos culturais, o meio artístico pode parecer muito lindo e honesto, mas a realidade é outra. Não há setor mais elitista na sociedade. Da farsa dos editais à lavagem de dinheiro que sustenta o mercado de arte contemporânea, tudo fede.

Os que se apresentam como defensores da cultura nacional têm nojo de pessoas que vão à igreja, que gostam de novela, que querem passar férias em Miami e acumular patrimônio para deixar de herança para os filhos. Ou seja, têm nojo da grande maioria da população brasileira. Assim que ganham fama e dinheiro, se isolam. Passam a exigir altos cachês e patrocínios milionários do governo para realizar cada vez menos projetos e para públicos cada vez mais restritos.

Moram nos melhores bairros da cidade, têm rendas muito superiores a da grande maioria da população, são tratados como deuses pela imprensa e pelo governo, mas dizem que as “elites” são os assalariados que foram às ruas pedir o impeachment de uma presidente arrogante, mentirosa e corrupta.

Apoiam partidos não em função do que produzem, mas em função do que representam. Apoiaram o PT por ele representar a extrema-esquerda. Isso basta. Lula é um corrupto “do bem”.

A mentalidade totalitária dessas pessoas chega ao ponto de exigir que uma sociedade majoritariamente cristã financie projetos de artistas que odeiam o cristianismo e que capitalistas financiem grupos que pregam a destruição do capitalismo.

Recentemente, o ator Wagner Moura se queixou de que as empresas estavam negando patrocínio para um filme que ele estava produzindo. Que filme? Um filme sobre Marighella, aquele singelo terrorista que ficou famoso por descrever, num livro, como os socialistas devem utilizar o dinheiro dos capitalistas para destruir o próprio capitalismo.

É para isso que existe a classe artística. É isso que eles tentam fazer o tempo todo.

A boa notícia: a cultura é muito maior do que esse clube de parasitas.

A careca de Eike diz muito...

Sugestão de Tiago Jácome

Imagine por um instante que você seja um grande empresário. Desses que a gente desenha na nossa cabeça sempre que tenta construir a imagem de um bonachão capitalista: um com terno e gravata, relógio de ouro, fumando um charuto no alto de um prédio comercial, com os pés apoiados em uma mesa de mogno.

Você tem uma coleção de zeros em sua conta bancária, centenas de empregados, dúzias de gente puxando o seu saco e uma grande preocupação na cabeça: como manter tudo isso funcionando a pleno vapor. Há duas opções disponíveis:

1) Você pode arriscar enfrentar dezenas, talvez centenas de empreendedores, numa livre competição de mercado, de peito aberto, buscando oferecer o melhor serviço, com o melhor preço.

2) Você pode esquecer tudo isso e bater numa sala em Brasilia. Nela, você conseguirá crédito barato e condições de adquirir leis que não apenas isentem a sua empresa de pagar altos impostos, como dificultem a vida dos seus competidores, permitindo a você um lugar cativo no reino dos escolhidos.

Seja sincero. O que parece mais razoável? Qual é o caminho mais fácil para manter a sua posição?

Se você ainda não se deu conta dessa resposta, talvez seja a hora de encarar a foto com a careca raspada do Eike a caminho de Bangu 9. Aquela careca revela mais ensinamentos sobre como funciona o mundo ao seu redor, do que mil discursos engajados do seu professor de história.

Acredite: todo inimigo do livre mercado é um grande lobista a serviço de ricos como Eike Batista. Toda essa galera progressista da zona sul, sempre que condena a ideia de um comércio livre da mão pesada do Estado, levanta plaquinhas em defesa de gente com aquela careca. E pior, a maioria desse pessoal nem se dá conta disso.

O governo é uma grande máquina de concentração de renda. A cada obra pública, a cada regulação econômica, a cada criação de impostos, uma casta de empresários parasitas enche o seu bolso às custas do meu e do seu salário.

Não é uma coincidência que todos esses caras doem tanto dinheiro a campanhas eleitorais. Não é um mero detalhe que tantos partidos tratem o livre mercado como o maior de todos os vilões. Não é uma ironia do destino que todas as obras públicas do país sejam suspeitas até que se prove o contrário.

Pare e pense. Afinal, se os grandes empresários controlam o governo, e é interesse deles defender o livre mercado - como tanto acusam os nossos progressistas - por que raios o Brasil é apenas o 123º país no ranking de facilidade de fazer negócios, do Banco Mundial (atrás de Zâmbia, Nepal, Suazilândia, Vietnã e Cazaquistão)? Por que estamos atrás de Camboja, Nicarágua, Honduras, Butão e Tanzânia no ranking de liberdade econômica do Fraser Institute, catalogados como um país "não-livre"? A resposta é mais fácil do que parece.

Eike é uma aula a céu aberto. Você pode dar de ombros pra isso, mas aquela careca raspada é o resultado direto do que o antiliberalismo causou ao Brasil. E a essa altura do campeonato, quanto menos entendermos os seus ensinamentos, mais propensos estaremos a abraçar a nossa própria tragédia.
Prisão do empresário Eike Batista leva a contratos do BNDES
Com o megaempresário na cadeia, investigadores pretendem aprofundar a investigação sobre os financiamentos liberados a juros subsidiados pelo banco. Entre 2003 e 2014, empresas do grupo X captaram R$ 6 bilhões na instituição
Com o cabelo raspado, Eike embarca rumo a Bangu 9, uma das penitenciárias do complexo de Gericinó, na Zona Norte do Rio

Mais do que abalar o mundo político e personagens de diversos partidos, a prisão efetiva do empresário Eike Batista vai aprofundar uma linha de investigação que ainda é apenas tangenciada pela Lava-Jato: os financiamentos liberados pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), com juros subsidiados, a diversas empresas durante os anos dos governos Lula e Dilma.

Entre 2003 e 2014, o BNDES disponibilizou R$ 10 bilhões para as empresas de Eike Batista. Deste montante, R$ 6 bilhões chegaram a ser efetivamente contratados — a única empresa da holding que não contraiu empréstimos foi a petrolífera OGX. Segundo a assessoria do banco, parte do montante chegou a ser quitado e uma outra parte foi assumida pelos novos controladores das empresas.

Por uma questão de sigilo bancário, o BNDES não pode especificar os nomes das empresas contratantes, o volume amortizado e os empreendimentos financiados com esses recursos. Com a prisão de Eike, parte da caixa-preta que manteve as operações do banco entre 2003 e 2014 sigilosas poderá ser levantada. Por enquanto, a equipe de investigadores da Lava-Jato, em Curitiba, concentrou-se em analisar dados e contratos da Petrobras com empreiteiras e outras agentes econômicos.

Mas Eike foi preso na Operação Eficiência, um desdobramento da Operação Calicute, que já mandou para a cadeia o ex-governador do Rio Sérgio Cabral. Essa linha investigatória é conduzida pelo juiz da 7ª Vara Federal Criminal do Rio, Marcelo Bretas. “O BNDES está muito próximo da Petrobras, até mesmo fisicamente”, alertou um especialista em mercado financeiro. “Se essa tampa for aberta, de fato, a crise pode ser grande. Tem muita empresa que cresceu às custas dos juros amigos do BNDES”, completou o analista.

Mesmo que de forma incipiente, a atuação do banco já estava na mira dos investigadores. Criada para financiar, muitas vezes com juros subsidiados, projetos estratégicos para o Brasil, a instituição acabou sendo usada para troca de favores questionáveis entre o setor público e o privado, na avaliação de policiais federais e procuradores ouvidos pelo Correio nos últimos meses.

A Operação Lava-Jato descobriu, por exemplo, que a OSX e a empreiteira Mendes Júnior formaram um consórcio chamado Integra para construir duas plataformas de exploração do pré-sal em 2011. A Petrobras acertou pagar US$ 922 milhões (R$ 2,97 bilhões) às empresas. Na época, o consórcio repassou R$ 6 milhões para empresas ligadas a José Dirceu e seus assessores.

Além disso, a Mendes Júnior enviou outros R$ 7,39 milhões para a conta do operador do PMDB João Augusto Henriques, ligado à ala do partido na Câmara, como o ex-deputado Eduardo Cunha (RJ). Ambos estão presos.

Propinas
Outra faceta que a prisão de Eike deve ajudar a esclarecer por completo é a relação entre os negócios do empresário e os respectivos repasses aos beneficiários do mundo da política e do lobby partidário. Até o momento, os investigadores consideram que ele reluta em contar toda a verdade sobre o que sabe em relação aos casos apurados no Rio de Janeiro, São Paulo e mesmo em Brasília.

Em maio do ano passado, Eike apareceu no Ministério Público Federal em Curitiba e acusou o ex-ministro da Fazenda Guido Mantega de lhe pedir R$ 5 milhões em 2012, repasse que se transformou, no fim, em US$ 2,35 milhões em uma conta no exterior do casal de marqueteiros do PT João e Mônica Santana. Mas o ex-bilionário só resolveu contar isso 18 dias depois que um ex-executivo dele o acusou de pagar propina a José Dirceu.

Apenas depois que Eike denunciou Mantega é que os investigadores da Lava-Jato no Rio descobriram as relações dele com o ex-governador do Rio Sérgio Cabral (PMDB). O empresário tinha depositado R$ 1 milhão na conta do escritório da mulher do político, a advogada Adriana Ancelmo. Para justificar, disse que foi orientado pela Caixa Econômica a fazer isso. O banco nega.

“As alegações do representado Eike Batista caem por terra”, avaliou o juiz Marcelo Bretas, ao ordenar sua prisão. “Eike Batista não disse a verdade em seu depoimento perante o MPF, o que, confirmando as suspeitas iniciais, reforça a tese de seu maior envolvimento com a organização criminosa descrita,” completou o juiz.

A detenção de Eike também deixa diversos governos estaduais e ex-governadores apreensivos. As empresas do Grupo EBX tinham vários empreendimentos no Rio, como o complexo do Comperj e do Porto Açu. Mas também mantinham negócios no Maranhão, em Minas Gerais e no Pará, estados com marcante produção de gás natural, petróleo e minério de ferro.
 

As manchetes do jornal Estado de Minas


A ilustrativa capa do jornal Extra


Na capa d'O Globo


Na capa do Jornal do Commercio


As manchetes de jornais brasileiros nesta terça-feira

Folha: Cármen Lúcia quer sortear relatoria entre 5 ministros

Globo:  Ao alcance da lei. Eike está em Bangu e deve delatar

Extra: Força na peruca, Justiça!

Estadão: Supremo homologa delação da Odebrecht, mas mantém sigilo

ValorEconômico: Mercado prevê inflação e juros menores para este ano

ZeroHora: Homologação sem quebra de sigilo alivia Planalto

EstadodeMinas: Eike: de Nova York para presídio em Bangu

CorreioBraziliense: De bilionário ao xadrez em Bangu

- ATarde: Cármen Lúcia homologa delações da Odebrecht

- DiáriodePernambuco:  Ministra homologa todas as delações da Odebrecht

OPovo: Delações homologadas. O sigilo que assombra a República

CorreiodaParaíba: Monteiro recebe águas em março

segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

Justino abriu o jogo!

Delator entrega Carlos Antônio como chefe da organização criminosa
Os  Guedes
Trechos da delação premiada de Francisco Justino do Nascimento divulgados pelo Ministério Público Federal apontam o ex-prefeito Carlos Antônio como o chefe da organização criminosa instalada em Cajazeiras para desvio de recursos públicos na chamada Operação Andaime.

Na avaliação do Ministério Público, Carlos Antônio é tido como um dos políticos mais influentes do sertão paraibano. “Ele ocupou o cargo de Secretário de Interiorização do Estado da Paraíba, a partir de 02 de abril de 2013, na gestão do Governador Ricardo Coutinho, sendo considerado um dos aliados mais estratégicos do Governador na região do Alto Sertão da Paraíba e possui influência política para indicar o nome da Chefe da Casa Civil do Governo do Estado”, relata o MPF.

Carlos Antônio, inclusive, teve prisão temporária pedida pelo MPF, mas indeferida pela Justiça.
Na conversa com os Procuradores, Justino detalhou a participação central de Carlos Antônio no esquema ilícito para desvio de recursos públicos em Cajazeiras, apresentando o seguinte gráfico:
Abaixo os trechos da delação:

MPF: Sr. Francisco Justino, vou perguntar ao senhor aqui sobre uma documentação que o senhor está me entregando, sobre a Prefeitura de Cajazeiras. O senhor fez um gráfico onde o senhor indica como a pessoa que dá todas as ordens o marido da prefeita Denise, o Carlos Antônio, ex-prefeito de lá?
Colaborador: É.

MPF: Ele que determina as ordens para Marinho, Marinho determina para Afrânio resolver as empresas que vão ganhar, Afrânio resolve com a licitação, Carlos e Joselito, a licitação volta…
Colaborador: E diz quem é a firma que vai ganhar.

MPF: Márcio Braga é o homem dos boletins de medição e das secretarias.
Colaborador: Márcio Braga é quem também faz os boletins da saúde. Da prefeitura quanto da saúde, por ordem do Secretário de Saúde.

MPF: Então deixe me ver se eu estou correto no que o senhor está me dizendo: Márcio Braga trabalha para o Afrânio, Afrânio trabalha para o Marinho e o Marinho trabalha para o Carlos Antônio?
Colaborador: Isso. E Márcio Braga é engenheiro da prefeitura.

MPF: O Hélio entra aonde aqui?
Colaborador: é o executor, quem toma de conta da obra.

MPF: O peão?
Colaborador: O peão, quem toma de conta para que ninguém roube os materiais. É o homem de confiança do Marinho.

MPF: Na operação nós denunciamos e chegamos a requisitar a prisão de Marinho e de Afrânio, mas o que o senhor está me dizendo aqui é que o homem por trás das decisões do Marinho e do Afrânio é o Carlos Antônio.
Colaborador: É o Carlos Antônio.

MPF: Alguma coisa que o Marinho e o Afrânio fazem, em relação a execução de obras, em Cajazeiras, ele fazem por eles mesmos…?
Colaborador: Fazem não, Afrânio só faz alguma coisa se falar com Marinho e Marinho anota na agenda dele e depois repassa para Afrânio o que foi resolvido.

MPF: entre ele e o Carlos Antônio? 
Colaborador: Entre ele e o Carlos Antônio, porque Carlos Antônio é direto lá no escritório de Marinho.

MPF: Pessoalmente?
Colaborador: pessoalmente.

MPF: o senhor sabe se o Carlos Antônio responde a alguém? Existe alguém tomando as decisões pelo Carlos Antônio?
Colaborador: não sei dizer.

MPF: a Prefeita lá de Cajazeiras, a Denise, o senhor mostra como funciona todo o esquema criminoso lá em Cajazeiras, mas não faz referência à Prefeita municipal de lá.
Colaborador: porque até ela eu não tenho contato. Eu só vejo até Marinho e, segundo fico sabendo, Carlos Antônio. Carlos Antônio é quem deve ir para a Prefeita.

MPF: quem é o prefeito de fato de Cajazeiras, é o Carlos Antônio ou a Denise? 
Colaborador: no papel é a Denise, mas de fato é Carlos Antônio.

MPF: ele que toma as decisões importantes da Prefeitura?
Colaborador: ele é quem está a par de tudo, é quem vai pra rádio, quem mete o pau, quem denuncia, quem defende…

MPF: essas licitações, quem é que decide que em empresa vai vencer? 
Colaborador: Afrânio leva para Marinho. Marinho quer ficar mais reservado, mas tudo que Afrânio faz é a mando de Marinho. Ele leva para Carlos [do setor de licitação], que é aqui de Sousa, aí já decide, por exemplo, a empresa que vai ganhar é a de Justino, Afrânio chega para esse aqui e diz “a empresa é Justino”, tanto faz eu estar habilitado ou desabilitado. Na hora que vem para a licitação eu já estou habilitado.

MPF: acontece a mágica.
Colaborador: É. (…)

MPF: então o senhor diria que todos os crimes que o senhor está sendo acusado, juntamente com o Marinho e o Afrânio, todos eles tiveram a participação do Carlos Antônio?

Colaborador: Todos, porque eu não tenho o poder de chegar na Prefeitura e dizer que eu que vou ganhar. Afrânio não faz nada a não ser que fale com Marinho. E Marinho não resolve nada de imediato. Todo problema que chega, Afrânio leva para Marinho, Marinho anota na agenda, nunca diz assim “vá fazer isso”.

MPF: então o senhor entende que o homem por trás dessas irregularidades todas é o Carlos Antônio.
Colaborador: sim.

MPF: e o contato dele é com o Marinho?
Colaborador: com o Marinho, e o Marinho com o Afrânio, e Afrânio com as empresas.

MPF: no entanto existe algumas licitações que o senhor diz aqui que quem executa as obras é o Jorge Messias, irmão do Marinho. Basicamente são dá…
Colaborador: Servcon e Tec Nova.

MPF: sim, mas são de horas máquina…
Colaborador: e de retoque de calçamento.

MPF: o senhor nunca tocou essas obras?
Colaborador: não, eu não.

MPF: sempre o Jorge [Messias]?
Colaborador: o Jorge. (…)

MPF: a tratativa que ele [Carlos Antônio] faz com o Marinho é ligação…?
Colaborador: Dr., é mais pessoalmente, lá no escritório do Marinho.

MPF: o senhor alguma vez esteve lá com o Carlos Antônio?
Colaborador: Estive.

PF: quantas vezes?
Colaborador: eu já vi ele lá umas duas ou três vezes. Na hora que eu vou chegando, ele vai saindo…

MPF: o senhor chegou a tratar alguma vez sobre isso com ele?
Colaborador: não, ele não fala com a gente não.
Ex-prefeito Carlos Antônio se apresenta a PF após ter prisão temporária pedida pelo MPF e indeferida pela justiça
BlogdoFurão com
Assessoria de Comunicação
Procuradoria da República na Paraíba
Com o levantamento do sigilo, após o cumprimento de todas as medidas deferidas pela 8ª Vara da Justiça Federal em Sousa (PB), vem à tona os nomes dos acusados presos na quarta fase da Operação Andaime, deflagrada na última sexta-feira, 27 de janeiro.

Os empresários Mário Messias Filho (Marinho – ex-candidato a prefeito de Cajazeiras) e Afrânio Gondim Júnior, além do mestre de obras José Hélio Farias e do engenheiro fiscal da Prefeitura Municipal de Cajazeiras (PB), Márcio Braga de Oliveira, continuam presos preventivamente no presídio regional de Cajazeiras.

Até o fechamento desta matéria, Severino Pereira da Silva, engenheiro fiscal da Caixa Econômica Federal, permanecia foragido. Ele teve pedido de prisão temporária decretado pela Justiça Federal.

Ex-prefeitos – Foram conduzidos coercitivamente para prestar depoimentos na última sexta-feira na Polícia Federal (PF) em Patos e tiveram bens e ativos financeiros sequestrados pela Justiça, além mandados de buscas deferidos contra eles, os ex-prefeitos de Cajazeiras, Leonid Souza de Abreu (Léo Abreu) e Carlos Rafael Medeiros de Souza. O mesmo aconteceu com Luci Fernandes Dutra Pereira, esposa do foragido Severino Pereira da Silva. Já o ex-prefeito Carlos Antônio de Araújo Oliveira, que também teve mandados de condução coercitiva, buscas e sequestro de bens contra ele deferidos, se apresentou à PF em Patos nesta segunda-feira, 30 de janeiro. Carlos Antônio, inclusive, teve prisão temporária pedida pelo MPF, mas indeferida pela Justiça.

Servidores municipais e empresários “fantasmas – O MPF pediu as prisões temporárias de funcionários do Município de Cajazeiras e de empresários “fantasmas”, indeferidas pela Justiça, mas convertidas em conduções coercitivas, cumpridas na Paraíba e no Ceará. São eles: Josefa Vanóbria Ferreira Nóbrega de Souza, Leandro Ferreira de Morais, Elmatan Peixto do Nascimento, Maria Nayana da Silva Bezerra, Eliane Matias da Silva, João Batista da Silva, Francisco de Assis Gonçalves Santana, Jeane Gonçalves Santana e Moacir Viana Sobreira.

Sequestro de bens – Além dos ex-prefeitos Léo Abreu, Carlos Rafael e Carlos Antônio, e Luci Fernandes, também tiveram bens e ativos financeiros sequestrados pela Justiça as seguintes pessoas: Mario Messias Filho, José Hélio Farias, Afrânio Gondim Júnior, Márcio Braga de Oliveira, Josefa Vanóbia Ferreira Nóbrega de Sousa, Leandro Ferreira de Morais, Elmatan Peixoto do Nascimento, Eliane Matias da Silva, João Batista da Silva, Francisco de Assis Gonçalves Santana, Jeane Gonçalves Santana, Moacir Viana Sobreira e Severino Pereira da Silva.

A organização criminosa – As dezenas de investigações instauradas a partir do material apreendido na Operação Andaime indicam que somente havia sido desmantelado o esquema ilícito em que o “Núcleo Cajazeiras” se valia das empresas Servcon e Tec Nova, de Francisco Justino do Nascimento, restando um amplo espectro de atividades ilícitas que se valiam de outras empresas fantasmas para operar o desvio de recursos públicos.

No caso da presente investigação sobre o esquema ilícito para obras de pavimentação, o “Núcleo Cajazeiras” teria se valido das empresas fictícias EPN Comércio e Construção LTDA, Limpe Mais Construções LTDA, Maxitrate Construções e Serviços LTDA, Construtora Fiel e Serviços LTDA e Concretex Comércio Construções e Serviços LTDA, além de usar da estrutura de fachada das empresas Gondim & Rego LTDA e AGF Construções e Serviços LTDA – ME.

De acordo com o MPF/PB, em ação cautelar penal, no gráfico se recortou os ilícitos relacionados a fraudes licitatórias, desvios de recursos públicos, corrupção ativa e passiva, uso de empresas fantasma e de fachada para ocultação da origem e do destino dos recursos, fraudes fiscais e falsificação de documentos públicos relacionados a pavimentação de ruas no Município de Cajazeiras entre os anos de 2008 a 2016 – em condutas delituosas que persistiram mesmo após deflagração da Operação Andaime, em junho de 2015.

As licitações – As investigações se concentram em licitações irregulares, cujos valores ultrapassam os R$ 15 milhões e, atualizados, R$ 27 milhões.

Confira os números: Contrato de Repasse n. 237.007-79 (SIAFI n. 607254), relacionado à Tomada de Preços n. 02/2008; Contrato de Repasse n. 245.156-50 (SIAFI n. 608163), relacionado à Tomada de Preços n. 03/2008; Contrato de Repasse n. 242.411-72 (SIAFI n. 609987), relacionado à Tomada de Preços n. 04/2008; Contrato de Repasse n. 245.458-09/2007 (SIAFI n. 608195), relacionado à Tomada de Preços n. 05/2008; Convênio n. 062/2008, firmado entre o Município de Cajazeiras e o Fundo de Desenvolvimento do Estado da Paraíba – FDE, relacionado à Concorrência n. 03/2008; Contrato de Repasse n. 265.186-33/2008 (SIAFI n. 637968), relacionado à Concorrência n. 04/2008; Contrato de Repasse n. 260.305-69/2008 (SIAFI n. 634850), relacionado à Tomada de Preços n. 02/2010; Convite n. 03/2013; Tomada de Preços n. 01/2014; Convite n. 17/2009; Convite n. 27/2009; Convite n. 38/2009; Concorrência nº 003/2012 e execução direta das obras do CR n. 0188926-42 (SIAFI n. 549877).



Processo nº 0000797-70.2016.4.05.8202 
Processo nº 0000798-55.2016.4.05.8202
Processo nº 0000799-40.2016.4.05.8202

Assessoria de Comunicação
Procuradoria da República na Paraíba
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Torcedor do Atlético de Cajazeiras é espancado e assaltado na capital João Pessoa
DiariodoSertão
Um torcedor do Atlético de Cajazeiras foi duramente espancado e assaltado na tarde deste domingo (29), na capital João Pessoa. O fato aconteceu nas proximidades do estádio Tomazão.

Segundo as informações o torcedor cajazeirense teria deixado o estádio para comprar algumas bebidas, porém ao voltar para o estádio foi abordado por três rapazes que espancaram e o roubaram. A vítima foi deixada só de cueca.

Um morador da localidade filmou o momento que o torcedor atleticano foi duramente atacado.

Em contato com a reportagem, um dos diretores da torcida organizada do Atlético confirmou o fato. “Todas as medidas serão tomadas para punir os responsáveis, o torcedor atlético está bem, graças a Deus”. Destacou.

O diretor também nos informou que o ônibus que levou os torcedores teve os “vidros quebrados e objetos roubados, enquanto as pessoas assistiam a partida”.

Os marginais ainda postaram nas redes sociais tudo que levaram do nosso da vítima.

O ônibus com os torcedores do Atlético saiu de Cajazeiras na madrugada deste domingo para assistirem a partida entre Atlético e CSP no estádio Tomazão em João Pessoa. O time cajazeirense está no G4 do campeonato, sendo o segunda na tabela de classificação.

Parabéns, minha filha amada. Continue merecedora da proteção divina.

 
Manoela Galvão no dia da aula da saudade, no término do 2º grau do Colégio Motiva, em João Pessoa-PB.

"Nunca antiz na istória dessi paiz" um bandido ficou rico tão rápido quanto Eike Batista. E tudo graças ao corporativismo brasileiro.

Até então conhecido como o "ex-marido de Luma de Oliveira", Eike teve uma ascensão meteórica durante o governo Lula. O homem que mais ganhou dinheiro com PowerPoint no mundo - superando inclusive Bill Gates nesse quesito - teve uma "ajudinha" de R$ 13,2 bilhões dos governos Lula e Dilma via BNDES.

Dinheiro dos pagadores de impostos que em parte virou pó - porque foi emprestado diretamente pelo BNDES - com o restante teoricamente garantido por bancos "privados". Um desses bancos, o Votorantim, tem participação de 49,9% do Banco do Brasil.

A Caixa Econômica Federal também fez uma "contribuição" a Eike Batista no valor de R$ 4 bilhões. As garantias do empréstimo foram as ações da empresa, um terreno e um PowerPoint. As ações viraram pó, nenhum terreno vale bilhões de reais e nem preciso falar do PPT: a conta ficou para milhões de brasileiros, para variar.

E qual foi o custo para Eike de todo esse dinheiro? Cerca de R$ 50 milhões de propina para o governo do Estado do Rio de Janeiro - motivo pelo qual foi preso hoje - e outros R$ 10 milhões para bancar a campanha de Dilma em 2010.

Por pouco mais de R$ 60 milhões, Eike teve um "retorno" de R$ 17,2 bilhões às custas de milhões de brasileiros.

E depois os liberais, esses caras chatos que falam que o BNDES deveria ser extinto, o Banco do Brasil e a Caixa deveriam ser privatizados e o governo não deveria dar crédito subsidiado para ninguém, ainda são chamados - geralmente pelos defensores dos bandidos que ocuparam os últimos governos - de "defensores da elite".

Quando não há coisa melhor para a elite corporativista do que um estado grande e cheio de dinheiro dos outros pra dar.
EIKE BATISTA NA CADEIA
NA PRISAO, EIKE É OBRIGADO A TIRAR PERUCA QUE ESCONDIA A CARECA
'DIÁRIO DO PODER' ANTECIPOU QUE EX-BILIONÁRIO FICARIA SEM PERUCA
DiáriodoPoder
VAIDOSO, O BILIONÁRIO USA PERUCA HÁ MUITOS ANOS, PARA ESCONDER A CARECA

O ex-bilionário Eike Batista foi obrigado a retirar a peruca que utiliza para esconder a careca, como o Diário do Poder antecipou que aconteceria, na manhã desta segunda (30). O protocolo é adotado pela Secretaria Estadual de Administração Penitenciária (Seap). Homens têm a cabeça e barba raspadas, quando entram no sistema prisional, e as perucas são proibidas até em visitantes, para evitar o ingresso de materiais proibidos.

A Defensoria Pública do Rio considera isso “fere o respeito e a dignidade humana”, por essa razão ingressou com ação na Justiça, mas, por 2x1 votos, os desembargadores da 5ª Câmara Cível decidiram que a medida deve continuar por questões de saúde e higiene, principalmente, para impedir a proliferação de pragas e manutenção da disciplina nas unidades prisionais. A Defensoria entrou com recursos no Superior Tribunal de Justiça (STJ) e no Supremo Tribunal Federal (STF).

Amor à cabeleira
Eike, que tinha apego pela cabeleira, passou pelo procedimento no início da tarde desta segunda-feira (30), horas após a prisão. O empresário tem implante fio a fio, feito na clínica Tricosalus, que pertence ao italiano Alessandro Corona. O implante começou a ser feito em 2010.

Apenas a consulta na clínica custa R$ 637. Já o valor inicial do procedimento, segundo a Revista Veja, é de R$ 9 mil. A quantia, no entanto, pode subir a depender da qualidade e quantidade dos fios.

Se não me avisa...


Riba, Voz e Violão: 'a vida é um moinho'...


A vida é um moinho
   
Trump dá 30 dias para Pentágono criar plano para derrotar Estado Islâmico
Presidente dos EUA conversou com Putin sobre estratégia conjunta para derrotar a facção terrorista.
Por G1

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou neste sábado (28) uma ordem executiva com instruções para que o Pentágono apresente em 30 dias uma estratégia para derrotar o grupo terrorista Estado Islâmico (EI).

Neste sábado, Trump telefonou ao presidente russo, Vladimir Putin, com quem conversou sobre ações para combater o grupo terrorista.

Ao final do telefonema entre os dois, a presidência russa informou que os dois chefes de Estado querem "uma real coordenação contra o EI na Síria", uma opção que os militares americanos observam com desconfiança, considerando que os russos estão na Síria para apoiar o regime de Bashar al Assad.

Na sexta-feira, Trump reuniu-se com os comandos militares no Pentágono para tratar a forma de acelerar o combate ao EI, segundo uma autoridade militar que não deu maiores detalhes.

O presidente americano pode decidir modificar a estratégia de seu antecessor, Barack Obama, que queria evitar a todo custo a implicação de tropas americanas nos combates no terreno e havia assumido essencialmente um papel de assessoramento.

No momento, o governo norte-americano mobiliza pouco mais de 5 mil militares no Iraque e 500 soldados de suas forças especiais na Síria, apoiando as forças democráticas sírias.

Aviões americanos e de uma coalizão internacional comandada por Washington bombardeiam diariamente os extremistas desde o verão de 2014 no hemisfério norte.

Veja a foto inteira...

Aos 64, Bruna Lombardi posta foto de biquíni e arrebata fãs
"Sapateia na cara das novinhas", diz um comentário em sua rede social
Vejagente.com
Bruna Lombardi surpreendeu fãs com foto de bíquini

“Ela bota um biquíni e sapateia na cara das novinhas”. O comentário, de uma fã de Bruna Lombardi, resume a foto que está fazendo barulho nas redes sociais da atriz.

O motivo é a transbordante beleza da atriz de 64 anos, que no registro sorri em um traje de banho de tamanho econômico.
Bruna Lombardi surpreendeu fãs com foto de bíquini

Em sua página no Facebook, que tem 2,3 milhões de fãs, Bruna espalha mensagens de bem-estar, posta fotos das viagens que faz pelo mundo e relembra momentos marcantes de sua carreira.

Na semana passada, por exemplo, rememorou uma entrevista que fez com Donald Trump na década de 90. “Eu tive uma bola de cristal e perguntei se ele queria ser presidente dos Estados Unidos… Quem diria, não é?”
Pai e filho, Emílio e Marcelo Odebrecht rompem relações
Divergentes em meio às investigações da Lava Jato, empresários já não dão mais tanta importância ao afeto familiar
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Emílio e Marcelo Odebrecht, pai e filho, respectivamente, romperam as relações familiares entre eles após o acordo de delação premiada da empreiteira. Marcelo, que está preso e é ex-presidente e herdeiro do grupo empresarial, ficou bastante magoado com Emílio, presidente do Conselho de Administração da companhia.

De acordo com uma reportagem do UOL, pessoas ligadas à investigação da Lava Jato e à Odebrecht confirmaram o fim dos laços afetivos entre pai e filho.

"Marcelo sente-se injustiçado. Ele se vê como um bode expiatório. Acha que pagará o preço mais alto entre todos os envolvidos na Lava Jato também porque seu pai aceitou delatá-lo. Marcelo pagava mesmo propina e, de certa forma, desafiava as autoridades que poderiam o incriminar. Emílio, por sua vez, era mais conservador. Cometeu e sabia de ilegalidades, mas era mais contido", revelou um executivo da empreiteira, que preferiu não ter sua identidade revelada.

O declínio do relacionamento entre Marcelo e Emílio começou logo após a prisão do primeiro, ocorrida em junho de 2015, na 14ª fase da operação. Marcelo, que está na sede da PF em Curitiba, se mostrou contrário em firmar um acordo, enquanto o seu pai optou rapidamente pela delação. Durante uma visita ao filho, Emílio tentou convencer o herdeiro a fazer delação e ouviu um não.

"Este assunto estremeceu a relação entre ambos. Havia dois grupos na empresa: o de Marcelo, que não queria a delação de jeito nenhum, e o de Emílio, que achava a delação a melhor saída", contou à reportagem do UOL um funcionário da Odebrecht.

Só que a pressão caiu sobre Marcelo quando a Polícia Federal descobriu o sistema de pagamento de propinas, feito pelo setor denominado “Operações Estruturadas”, dentro da Odebrecht. O acordo de delações da empreiteira foi firmado por Emílio em maio de 2016, quando começaram as delações premiadas - aquelas que devem ser homologadas pela ministra do STF, Cármen Lúcia, nesta terça-feira (31).

"Emílio e Marcelo nunca foram exatamente alinhados. O filho sempre foi conhecido por seu estilo agressivo nos negócios e até na corrupção", contou ao UOL um outro funcionário da Odebrecht, que também não quis se identificar na reportagem.

Marcelo se tornou presidente do grupo Odebrecht em dezembro de 2008, quatro anos antes do previsto. Segundo funcionários da empresa, ele pressionou o pai para entregar o cargo a ele por ter pressa em mostrar que era “capaz de comandar a empresa”.

Além do pai, o relacionamento de Marcelo com a mãe também ruiu Ela já não visita mais o filho na prisão em Curitiba.

Eike Batista chegou ao Brasil e já foi, devidamente, preso pela Polícia Federal. Agora, é só fazer aquela delação básica...


Petistas querem machucar Marcela?!! Vai vendo...

Sem limite 
Coluna Painel - Folha

Um ponto impulsiona parte dos petistas a disputar a Comissão de Assuntos Sociais no Senado. Pretendem espezinhar os programas tocados por Marcela Temer, como o Criança Feliz — com “foro” no colegiado.
O país onde os professores podem se transformar em celebridades milionárias
Cha Kil-young passa no cabeleireiro antes de se apresentar em uma aula

Cha Kil-yong é conhecido como Mr. Cha. Ele parece um ator famoso ou uma estrela pop mas, na verdade, ele é um professor de matemática, o mais famoso da Coreia do Sul.

Cha recebeu a reportagem da "BBC" durante uma sessão no cabeleireiro, enquanto se preparava para uma aula online.

Durante a entrevista, parte de um documentário da "BBC" sobre ensino, o professor descreveu o penteado que fazia como "fogo artificial", para "ensinar os estudantes sobre a paixão que tenho pelo ensino".

Cha usa roupas extravagantes, perucas e faz caretas enquanto ensina equações complicadas. Tudo para entreter e motivar os estudantes.

Quando não está dando aulas, pode ser visto junto com outros ídolos dos sul-coreanos, como uma cantora pop com quem gravou uma música que pedia que os alunos sorrissem enquanto se preparam para a grande prova de suas vidas: o KSAT, exame para qual os alunos estudam intensamente durante três anos e que pode abrir as portas das universidades do país, determinando assim o futuro de todo adolescente.

Professor e rei
Na Coreia do Sul os professores estão entre os membros mais respeitados da sociedade. Um provérbio antigo afirma que o professor e o rei têm o mesmo status, e outro garante que ninguém deveria sequer pisar na sombra de um professor.

Os estudantes mais talentosos querem entrar nas cobiçadas faculdades de magistério, que selecionam os melhores entre milhares de candidatos.

E se os professores também são bons de mídia, podem chegar a se transformar em celebridades milionárias.

Cha, por exemplo, fez fortuna em apenas seis anos, ensinando em uma escola particular online que conta com 3 milhões de jovens inscritos, que pagam cerca de US$ 22 por mês (cerca de R$ 70) para assistir suas aulas de matemática.

Obssessão nacional
A Coreia do Sul é um dos países da Ásia que frequentam os primeiros lugares dos rankings globais de educação, como as provas do PISA, por exemplo.

O país tem um dos sistemas de educação mais bem-sucedidos do mundo em termos resultados, mas também um dos mais severos.

Na Coreia do Sul muitos jovens estudam desde as 8h da manhã até as 11h da noite e os pais gastam fortunas com escolas particulares.

"Há 60 anos quase 80% dos sul-coreanos eram analfabetos", conta Sian Griffiths, editora do jornal britânico Sunday Times e apresentadora do documentário da BBC.

Cha Kil-young, ou Mr. Cha, não poupa estratégias para suas aulas de matemática online, usando até fantasias

"Hoje a Coreia do Sul é um gigante econômico. E eles conseguiram isto através da educação."

Com isso, a sociedade e as famílias consideram o sucesso acadêmico algo primordial para a vida dos jovens e para o futuro do país.

E para conseguir isso eles estão dispostos a fazer grandes sacrifícios.

Aula depois da aula
Depois de terminar as seis ou sete horas que passam na escola, a maioria dos estudantes sul-coreanos vai estudar mais horas em bibliotecas ou academias particulares noturnas, chamadas hagwon, que são parte fundamental da gigantesca indústria de educação do país.

Estas hagwon usam os "professores estrelas" para atrair mais alunos. São tão populares e competem de um jeito que o governo teve que intervir e legislar que as hagwon deveriam parar com as aulas às 10h da noite.

Mas, mesmo com este limite de horário, muitos alunos continuam estudando em casa ou voltam para os colégios, que podem continuar abertos até a meia-noite.

A BBC seguiu um destes alunos, Young Chan, nesta rotina movimentada.

"Descobri que me ajuda muito repassar no colégio o que aprendi no dia. A biblioteca perto de casa abre até as 10h da noite, por isso, se quero estudar mais, volto ao colégio e fico até meia-noite."

Neste dia, depois da escola, Chan participou de uma sessão de estudos de cinco horas na biblioteca local, mas antes teve que ficar em uma fila, pois a entrada estava muito concorrida.

O pai trabalha longe da família durante a semana para pagar os estudos de Chan.

"Da perspectiva ocidental, é um sacrifício enorme. Mas na Coreia, se separar da família para poder pagar a educação dos filhos é muito comum", disse.

Estudantes mais infelizes
A ideia de que se você não tem sucesso nos estudos não terá na vida exerce uma pressão enorme nos jovens sul-coreanos.

As obrigações escolares quase não deixam tempo para que eles possam dormir, brincar ou socializar. E, segundo os próprios resultados do PISA (Programa Internacional de Avaliação de Alunos), os estudantes sul-coreanos são os mais infelizes do ranking.

E um dos sintomas é a alta taxa de suicídios, a mais alta dos países industrializados, na faixa etária dos dez aos 30 anos.

Do Yen Kim estudou 16 horas por dia durante três anos para poder entrar na famosa Universidade de Seul. Ao falar com a BBC a respeito desta época de sua vida, se emocionou. Vários de seus amigos não aguentaram a pressão e cometeram suicídio quando tinham apenas 15 ou 16 anos.

"A competição era muito dura", lembra.

Muitos também criticam o autoritarismo e a falta de criatividade no modelo de ensino do país.

O ex-ministro da Educação sul-coreano Ju Ho Lee afirmou que já é hora de fazer mudanças no sistema escolar para preparar a próxima geração.

"Nossas crianças talvez vão precisar de uma série de habilidades diferentes dos meros resultados numéricos. Deveriam ser fomentadas a comunicação, a colaboração e a criatividade", explicou.

Mas, por enquanto, os professores "popstar" como Mr. Cha podem continuar construindo um império graças à obsessão nacional pelos resultados acadêmicos.