sábado, 31 de outubro de 2015

Em Banânia tem Alice...

Tudo normal
O Antagonista

Ricardo Berzoini, em entrevista ao Estadão, descreveu um Brasil que em muito difere daquele para o qual trabalha como secretário-geral da Presidência.

Nesse Brasil, não há "toma lá, dá cá", mas uma participação da base parlamentar no governo. Nesse Brasil, não há "elemento factível" para um impeachment da presidente. Também não há acordo com Cunha para que o PT não peça a cassação no Conselho de Ética. Nem há nada de anormal no maior partido da base fazer oposição à política econômica do governo.

De anormal, nesse Brasil, apenas a atuação da polícia federal na Zelotes ao intimar o filho de Lula.

O Brasil de Berzoini simplesmente não existe.


Parte da reportagem de capa da Revista Época desta semana

Relatório do Coaf mostra movimentações milionárias nas contas de Lula, Palocci, Pimentel e Erenice

Um relatório da agência do governo de combate à lavagem de dinheiro revela que os quatro, entre outros petistas, movimentaram quase meio bilhão de reais em transações com indício de irregularidades

THIAGO BRONZATTO
Época

Há duas semanas, analistas do Conselho de Controle de Atividades Financeiras, mais conhecido pela sigla Coaf, terminaram o trabalho mais difícil que já fizeram. O Coaf, subordinado oficialmente ao Ministério da Fazenda, é a agência do governo responsável por combater a lavagem de dinheiro no Brasil. Reúne, analisa e compartilha com o Ministério Público e a Polícia Federal informações sobre operações financeiras com suspeita de irregularidades. Naquela sexta-feira, dia 23 de outubro, os analistas do Coaf entregavam à chefia o Relatório de Inteligência Financeira 18.340. Em 32 páginas, eles apresentaram o que lhes foi pedido: todas as transações bancárias, com indícios de irregularidades, envolvendo, entre outros, os quatro principais chefes petistas sob investigação da PF, do Ministério Público e do Congresso.

Eis o quarteto que estrela o relatório: Luiz Inácio Lula da Silva, ex-presidente da República, líder máximo do PT e hoje lobista; Antonio Palocci, ministro da Casa Civil no primeiro mandato de Dilma Rousseff, operador da campanha presidencial de 2010 e hoje lobista;Erenice Guerra, ministra da Casa Civil no segundo mandato de Lula, amiga de Dilma e hoje lobista; e, por fim, Fernando Pimentel, ministro na primeira gestão Dilma, também operador da campanha presidencial de 2010, hoje governador de Minas Gerais. O Relatório 18.340, ao qual ÉPOCA teve acesso, foi enviado à CPI do BNDES. As informações contidas nele ajudarão, também, investigadores da Receita, da PF e do MP a avançar nas apurações dos esquemas multimilionários descobertos nas três operações que sacodem o Brasil: Lava Jato, Acrônimo e Zelotes. Essas investigações, aparentemente díspares entre si, têm muito em comum. Envolvem políticos da aliança que governa o país e grandes empresários. No caso da CPI do BNDES, os parlamentares investigam as suspeitas de que os líderes petistas tenham se locupletado com as operações de financiamento do banco, sobretudo as que beneficiaram o cartel de empreiteiras do petrolão.

Ao todo, foram examinadas as contas bancárias e as aplicações financeiras de 103 pessoas e 188 empresas ligadas ao quarteto petista. As operações somam – prepare-se – quase meio bilhão de reais. Somente as transações envolvendo os quatro petistas representam cerca de R$ 300 milhões. Palocci, por exemplo, movimentou na conta-corrente de sua empresa de consultoria a quantia de R$ 185 milhões. Trata-se da maior devassa já realizada nas contas de pessoas que passaram pelo governo do PT. Há indícios de diversas irregularidades. Vão de transações financeiras incompatíveis com o patrimônio a saques em espécie, passando pela resistência em informar o motivo de uma grande operação e a incapacidade de comprovar a origem legal dos recursos.




O Coaf não faz juízo sobre as operações. Somente relata movimentações financeiras suspeitas de acordo com a lei e regras do mercado, como saques de dinheiro vivo na boca do caixa ou depósitos de larga monta que não tenham explicação aparente. O Coaf recebe essas informações diretamente dos bancos e corretoras. Eles são obrigados, também nos casos previstos em lei, a alertar o Coaf de operações “atípicas” envolvendo seus clientes. É obrigação do Coaf avisar as autoridades sobre operações suspeitas de crimes. A lavagem de dinheiro existe para esquentar recursos que tenham origem ou finalidade criminosa, como pagamentos de propina. Não cabe ao Coaf estipular se determinada transação é ilegal ou não. Cabe a ele somente informar a existência dessa transação às autoridades competentes, caso essa transação contenha características de uma operação de lavagem de dinheiro. Foi isso que o Coaf fez no caso do quarteto petista. Cabe agora à PF, ao MP e ao Congresso trabalhar detidamente sobre as informações reveladas pelo Coaf.

GRANDE FAMÍLIA
Lula e família. Uma de suas empresas transferiu R$ 48 mil a Fernando Bittar, sócio de um dos filhos do petista e dono de um sítio atribuído ao ex-presidente

Eleição na OAB-PB: Paulo Maia questiona candidatura de Carlos Frederico por responder inquérito no Supremo
Helder Moura
JornaldaParaíba


A menos de um mês das eleições da OAB/PB, denúncia envolvendo o candidato Carlos Frederico poderá causar abalos sísmicos na disputa. Segundo o advogado Paulo Maia, candidato de oposição, Frederico responde a um inquérito no Supremo Tribunal Federal (nº 3.205), onde é acusado de se beneficiar de um esquema criminoso montado pelo senador Lindberg Farias, seu irmão, no Rio de Janeiro.

O processo, que corre em segredo de justiça, tem a relatoria do ministro Gilmar Mendes. O esquema milionário teria sido montado por Lindberg, quando prefeito de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, entre 2005 e 2010. Os dois irmãos são acusados pelo Ministério Público de formação de quadrilha e lavagem de dinheiro.

De acordo com as investigações, uma das empresas de Carlos Frederico, a Bougainville Urbanismo, teria recebido depósitos em espécie no valor de R$ 250 mil, “oriundos das propinas captadas entre empresas contratadas durante o referido mandato”. Ele foi alvo do Habeas Corpus nº 144.457 perante o Superior Tribunal de Justiça no HC nº 112012 no Supremo Tribunal Federal. A Revista Época trouxe a denúncia. Mais em http://goo.gl/sbVC2J.

Segundo Paulo Maia, a candidatura de Carlos Frederico, que tem o apoio do atual presidente Odon Bezerra, “chega numa condição contraditória na disputa pela presidência da OAB, órgão que tem dentre outras finalidades defender a Constituição, a ordem jurídica do Estado democrático de direito e pugnar pela boa aplicação das leis”.

O processo – Quando o processo ainda tramitava no TJ/RJ (processo nº 2008.183.0003), antes da remessa ao STF pela prerrogativa de foro do senador, o desembargador Alexandre Varella afirmou que foi com base “nos depoimentos homogêneos e ricos em detalhes” que o Tribunal determinou a quebra dos sigilos bancários e fiscal da pessoa física, das empresas e até mesmo do seu escritório de advocacia, o Nóbrega Farias Advogados – decisão esta que não foi reformada pelas instâncias superiores, restando mantidas até hoje.

No ano seguinte, a medida foi estendida pelo TJ às contas correntes, cartões de crédito e aplicações em Bolsas de Valores dos denunciados. À época, o desembargador Alexandre Varella enfatizou que os extratos bancários dão sustentação às acusações de ex-funcionários confirmadas por testemunhas sobre a circulação na Prefeitura de pessoas mencionadas como portadores de malas de dinheiro.

A capa da Revista Veja nas bancas


Silvio Santos perdeu a paciência com o desgoverno da governanta...


A capa da Revista Época nas bancas


LAURO JARDIM
O Globo


De Moreira Franco sobre o programa econômico alternativo que o PMDB lançou ontem e a chance de ele ser adotado por Dilma: “É um programa de aplicação imediata. Mas o governo só pensa em impeachment. Em impedir o próprio impeachment e fazer o do Eduardo Cunha".
CláudioHumberto

Enrolada em acusações de corrupção, a família Lula da Silva mantém um suspeito hábito de morar em imóveis que não lhe pertencem, ao menos oficialmente. Assim como Lula nos tempos de sindicalistas vivia em uma casa supostamente de propriedade do compadre e advogado Roberto Teixeira, seu filho Luiz Cláudio da Silva há três anos reside em imóvel de uma empresa controlada pelo mesmo Teixeira. E Fabio Luiz, o “Lulinha”, escolheu viver em apartamento pago por um amigo.


Lulinha optou por um apartamento na exclusiva região dos Jardins, em São Paulo, pago pelo amigo empresário Jonas Leite Suassuna Filho.


Em 2010, o apartamento onde Lulinha morava, nos Jardins, tinha aluguel mensal fixado em R$ 12 mil mensais.


Lulinha foi para outro apartamento do mesmo Jonas, em Moema, cujos vizinhos pagam ao menos R$ 40 mil entre aluguel, condomínio e IPTU.


Quando Lula foi eleito em 2002, consta que Lulinha ganhava R$ 1.300 em um zoológico. Em 2010, já era sócio de ao menos seis empresas.
Coração de mãe
Nelson Mota
O Globo

Imaginem dona Marisa buzinando no ouvido de Lula dia e noite suas ideias, conselhos e ordens. É arrepiante

Que Lula que nada, que Dilma menos ainda; nesses dias desatinados o rumo e o destino do país passam pelo que pensa e sente dona Marisa Letícia, que manda em Lula e está como uma leoa ferida porque tem dois filhos na mira da Polícia Federal. Mãe é mãe, por piores que sejam as acusações aos filhos, mesmo provadas, eles serão sempre inocentes, e se não forem tanto, terão sido as más companhias, os falsos amigos que se aproveitam deles, será sempre por injustiça e perseguição.


Embora não se saiba o que pensa e sente dona Marisa, já que em oito anos de lulato ela nunca abriu a boca (cada vez maior) em público, não se sabe de nenhuma opinião dela sobre nada. No núcleo duro lulista, sabe-se que ele morre de medo da “Galega”, e uma vez chegou a se queixar a jornalistas que, por desobedecê-la em alguma decisão política, estava sofrendo uma greve sexual em casa e, sabe como é, Lula não passa sem um sexozinho.

Para ser candidato a prefeito do Rio de Janeiro, o deputado Eduardo Paes teve que ir a Brasília pedir desculpas de joelhos à “Galega”, implorar o seu perdão, e ser esculachado por ela, por ter acusado seu filho Lulinha, que enriqueceu com a Gamecorp, na CPI dos Correios. Lula, cínico, perdoou, mas disse que, sem o aval da patroa, não poderia apoiar Eduardo e a aliança com o PT carioca. Parece ficção, mas revela como a poderosa loura foi decisiva na história do Rio de Janeiro.

Dilma só foi ao aniversário de Lula em São Paulo depois de longa negociação de Jaques Wagner com dona Marisa, que estava furiosa e atribuía a ela e ao ministro da Justiça a busca da Policia Federal no escritório de seu filho.

Imaginem as opiniões da eminência loura sobre o atual momento do Brasil e da família Lula da Silva. E buzinando no ouvido de Lula dia e noite suas ideias, conselhos e ordens. Quem está com nós, quem está contra, que mentira contar, que balde chutar, quem jogar ao mar. É arrepiante.

O pior é que ela nunca vai poder usufruir do tão sonhado triplex do Guarujá, que, diz Lula, ela comprou por R$ 48 mil da Bancoop, e depois do escândalo foi colocado à venda por R$ 1,5 milhão. Pobre Lula.

As manchetes do jornal Correio Braziliense


Na capa do jornal Lance: Mengão na bronca


Os destaques do jornal Folha do São Paulo


A capa de hoje do Jornal da Paraíba


As manchetes de jornais brasileiros neste sábado

Folha: Para fazer caixa, governo repassará créditos podres

Globo:  Lava Jato: Marcelo Odebrecht não explica movimentações na Suíça

Extra: Aumento de juros: tabela mostra como fica o consignado dos aposentados

ValorEconômico: Com 'pedaladas' governo pode ter déficit de até R$ 117,9 bilhões em 2015, aponta relator

Estadão: Cunha incluiu em MP trecho que favoreceu montadoras

ZeroHora: Ministro separa Eletronuclear de ação e Moro sai do caso


EstadodeMinas: Lava-Jato tem novo fatiamento

CorreioBraziliense: Brasiliense é três vezes mais pato...

- CorreiodaBahia: Aposentado: juro de consignado vai subir

- DiáriodoNordeste: Metrô para e deixa usuário sem opção em Fortaleza

JornaldoCommercio: Câmara Federal no impasse

CorreiodaParaíba: Uma 'fezinha' de R$ 8 milhões por mês

sexta-feira, 30 de outubro de 2015

Ministro do STF separa Eletronuclear da Lava Jato e tira Moro do caso

Situação é similar à dos processos da senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) e do ex-ministro Paulo Bernardo, que a corte já decidiu tirar do magistrado
Veja.com

O ministro Teori Zavascki

O ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal (STF), concluiu nesta sexta-feira que o inquérito sobre o esquema de corrupção na companhia estatal Eletronuclear deve ser separado do processo da Petrobras. Na prática, a medida tira das mãos do juiz Sergio Moro, da 13ª Vara da Justiça Federal no Paraná, as investigações sobre o caso que surgiu no âmbito da Operação da Lava Jato. Com a medida, os autos relacionados à estatal do setor elétrico deverão ser encaminhados à Justiça Federal no Rio de Janeiro, onde se localiza a sede da Eletronuclear.

Relator da Lava Jato no STF, Teori já havia determinado a suspensão do processo por meio de liminar concedida no começo de outubro, a pedido da defesa de Flavio Barra, executivo da empreiteira Andrade Gutierrez. Na oportunidade, os advogados de Barra alegaram que o caso não tinha relação com o esquema na Petrobras.

A situação é similar à dos processos da senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) e do ex-ministro Paulo Bernardo. Os dois foram citados em depoimentos colhidos na Justiça Federal do Paraná em meio às investigações da Lava Jato. No entanto, o esquema investigado relaciona-se a fraudes em contratos de serviços prestados no Ministério do Planejamento por uma empresa de São Paulo.

Por causa disso, Zavascki concordou com a tese de que o caso não se relacionava ao inquérito da Lava Jato e concluiu que não deveria mais relatá-lo no STF. Desse modo, pediu que o processo fosse redistribuído a outro ministro - Dias Toffoli acabou sorteado. Isso fez também com que as investigações em primeira instância deixassem de ser comandadas por Moro.

Em 22 de setembro, o plenário STF aprovou a decisão de Zavascki por 8 votos a 2. Os ministros também decidiram repassar as provas contra Gleisi para o novo ministro relator e determinaram que o caso em primeira instância passasse a tramitar na Justiça Federal de São Paulo, onde os crimes teriam ocorrido.

A assessoria da Procuradoria-Geral da República avalia que a decisão do ministro do Supremo sobre a Eletronuclear deve ser submetida ao plenário da Corte. Falando em tese, o ministro Marco Aurélio Mello tem entendimento diferente. "O declínio da competência da relatoria suscita a redistribuição. Portanto, a investigação em primeira instância deve ser encaminhada para o Rio de Janeiro", disse ele à reportagem.

PMDB - O caso do esquema da Eletronuclear envolve o senador Edison Lobão (PMDB-MA), ex-ministro de Minas e Energia. Ele foi citado pelo dono do UTC, Ricardo Pessoa, que fez acordo de delação premiada. Em um dos seus depoimentos, Pessoa afirmou que teve um encontro Lobão, em 2014, e em que ele pediu 30 milhões de reais para campanhas eleitorais do PMDB.

De acordo com o delator, o então ministro solicitou um porcentual entre 1% e 2% do valor total do custo das obras tocadas por um consórcio formado pela UTC e mais seis empreiteiras na usina de Angra 3, cuja administração cabe à estatal Eletronuclear.

Ainda no seu depoimento, Pessoa contou que também participaram da reunião os executivos Dalton Avancini, da Camargo Corrêa, e Flavio Barra, da Andrade. Avancini, que também fez acordo de delação premiada, confirmou o encontro.

No começo de outubro, quando concedeu liminar suspendendo a ação, Zavascki criticou o fato de o nome de políticos terem sido omitidos durante os depoimentos coletados por Moro. "É de se estranhar, portanto, que, na oportunidade da tomada do depoimento, as autoridades responsáveis pela diligência não tenham tido o elementar cuidado de questionar o colaborador sobre a identidade dos agentes políticos beneficiários das supostas propinas", escreveu o ministro do STF.

Como Lobão tem foro privilegiado por ser senador da República, o inquérito relacionado a ele permanecerá no STF, mas não mais com Zavascki.

(Com Estadão Conteúdo)

Coisa linda de testemunhar: uma família em paz e harmonia. Parabéns, Luciano.


"Plantar árvore, escrever livro, ter filho" palavras da antiga Grécia. 

Plantar árvore é obrigação de todos, mas, só dará frutos se cultivá-la. Quanto ao livro, é passar nosso aprendizado, nosso conhecimento, nossa experiência. Quanto ao filho é a preparação de alguém, com muito amor, dedicação e carinho para o futuro. 

Plantei várias árvores, escrevi dois livros e com minha querida e amada esposa Leleka, tivemos dois filhos maravilhosos: Targininho, fazendo medicina, e agora minha Milinha (minha ferinha) que passou no vestibular de medicina, me deixando extremamente feliz. 


Não tenho nada e nunca tive a pedir, somente agradecer e minha realização será completa quando num futuro próximo estiver trabalhando com eles

Obrigado nosso querido e amado bom Deus. Agradecido esta é a palavra. 

Na capa do nosso jornal Gazeta do Alto Piranhas


A música 'Lamento', na voz inconfundível de Tima Maia. Como diz meu amigo Nêgo Riba, um 'musicão'!


Todo mundo quer saber...

A Cunha o PT

Que segredo Cunha tem de tão perigoso que tanto Lula teme, a ponto de exigir um silêncio da bancada do PT, que não pediu em favor de Dirceu?

Tá vendo onde nasce a corrupção? É por gente assim...por esses gestos...


Jeferson Monteiro, que criou o “Dilma Bolada”, recebia R$ 20 mil por mês para realizar seu trabalho para o PT e Dilma. Mas o publicitário se declarou “isento” na declaração de Imposto de Renda.

O PT é vítima?


Josias de Souza


O PT divulgou nesta quinta-feira um documento eleitoral. É a primeira peça pública do planejamento da legenda para as eleições municipais de 2016. Nela, o partido encara a realidade como uma espécie de conto do vigário em que caiu. No seu enredo particular, o PT é sempre vítima de alguém —da mídia monopolizada de direita, da oposição golpista, de delegados e procuradores mal-intencionados… O PT não enxerga vilões no espelho.

A impostura é evidente. Um partido que, em meio ao maior escândalo do planeta, depois de 13 anos saqueando o Estado junto com os esquemas que o acompanharam ao poder, consegue fazer pose de vítima é uma organização 100% feita de cinismo. Aposta na fantasia como uma opção preferível ao caos —ou ao Michel Temer, que a cúpula do PT acha que é a mesma coisa.
Estadão

Acuado, ex-presidente se faz de vítima e joga em Dilma a pecha de 'desleal' O ex-presidente Luiz Inácio da Silva é um bom ator. Bem melhor que político, conforme demonstrado pelo erro de avaliação na escolha de Dilma Rousseff para o papel de criatura que seria capaz de suceder-lhe e garantir, mediante o espetáculo da competência, permanência longa para o PT no poder.

No ofício da atuação é um personagem de mil caras. Uma para cada ocasião. Pode ser o fortão que a todos enfrenta porque com ele ninguém pode, como pode ser o fraquinho a quem a elite tenta permanentemente derrubar por sua origem e identificação com os oprimidos.


Entre os papéis que costuma desempenhar, o preferido para os momentos de dificuldade é o de vítima. Não por acaso nem de modo surpreendente faz agora essa performance, nesta hora em que as circunstâncias nunca lhe foram tão desfavoráveis: alvo de investigação do Ministério Público por tráfico de influência, pai do dono de empresas revistadas pela Polícia Federal, amigo de um empresário apontado por um "delator premiado" como receptor de propina destinada a cobrir despesas de uma de suas quatro noras.


Afora isso, as más notícias alcançam também o patrimônio político eleitoral de Lula, até pouco tempo atrás sua principal e mais forte cidadela. A última pesquisa da Confederação Nacional de Transportes (CNT) aponta e atesta a decadência. Confirma números anteriores segundo os quais Lula já não é um ativo eleitoral.

Hoje, numa eleição, perderia de lavada para o tucano Aécio Neves (32% a 21%) e em eventual disputa de segundo turno seria derrotado também por Geraldo Alckmin e José Serra, políticos do PSDB que em outros tempos derrotou. Para quem já foi considerado pelo adversário (Serra) em plena campanha como uma pessoa "acima do bem e do mal" a situação é periclitante, convenhamos.


Lula não tem capital para si nem para emprestar ao PT ou à presidente Dilma Rousseff. Nesta condição quase que extrema (ou próxima disso), o ex-presidente faz o que sabe: tenta jogar a culpa no alheio. E a eleita, desta vez, é a presidente Dilma Rousseff em quem seu criador tenta imprimir a pecha de "desleal" ao deixar que prosperem versões de que atribui a ela a responsabilidade sobre o avanço das investigações em direção a ele, família e amigos.

Oficialmente o Instituto Lula desmente. Muito cômodo. Extraoficialmente todos os jornais publicam a conveniente versão disseminada por "amigos" e "interlocutores" de que o ex-presidente se sente "traído" pela sucessora que, segundo ele, não foi capaz de interromper investigações que o atingissem e à sua família.


Transferir a culpa para Dilma é uma tentativa. De difícil execução, dada a dificuldade de se obter resultado, diante da posição extremamente difícil em que se encontra a presidente. Mas o problema maior para Lula é a credibilidade. Ele já não tem aquela da qual desfrutou. E esta, no presente, não conseguiu conquistar quem no futuro poderia ter junto de si.

Em suma, Lula procura se desvincular de Dilma, acusando a presidente de ser desleal pelo fato de não atuar para impedir investigações. Isso quer dizer que, por experiência própria, ele considera não apenas possível como factível a indevida interferência nos processos legais.

Com isso, confirma que em seu governo interferiu indevidamente. E, por linhas tortas, confessa que prevaricou. Indignado está pelo fato de outrem não prevaricar em seu nome para salvá-lo de evidências que o aproximam do confronto com a verdade.

Na capa d'O Globo

No jornal Lance!: o Verdão quer vingança contra o Peixe


Os destaques do jornal Correio Braziliense


A capa de hoje do Jornal da Paraíba


As manchetes de jornais brasileiros nesta sexta-feira

Folha: Defesa exonera comandante do Exército que fez críticas a Dilma

Globo:  PMDB propõe alternativa à política econômica de Dilma

Extra: PM ficou dois anos sem controlar suas armas

ValorEconômico: Com 'pedaladas' governo pode ter déficit de até R$ 117,9 bilhões em 2015, aponta relator

Estadão: Barusco acha que Vaccari levava bolsa com dinheiro

ZeroHora: A sombra da crise


EstadodeMinas: ...E a economia derrete a cada dia

CorreioBraziliense: Polícia Federal intima filho de Lula. Juíza amplia a apuração

- CorreiodaBahia: PMs sequestram para extorquir traficantes

- OPovo: PT recua nas críticas a Joaquim Levy e poupa Cunha

JornaldoCommercio: Você é o fiscal

CorreiodaParaíba: Drone do TCE de olho em obras

quinta-feira, 29 de outubro de 2015

Easy Like Sunday Morning. Quem sabe faz ao vivo!


 
Sugestão de Otacilio Feitosa

Sérgio Moro não 'alisa' ninguém...

Pedro Corrêa é condenado a 20 anos de prisão por crimes na Lava Jato

Sentença do juiz federal Sérgio Moro é desta quinta-feira (29).

Condenação é pelos crimes de lavagem de dinheiro e corrupção.

Alana Fonseca, Fernando Castro e Thais Kaniak
Do G1 PR

Pedro Corrêa sendo levado a Curitiba, à época da prisão 

O ex-deputado Pedro Corrêa foi condenado pela Justiça Federal do Paraná pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro a 20 anos, 7 meses e dez dias de prisão. A sentença do juiz federal Sérgio Moro é desta quinta-feira (29) e é referente à 11ª fase da Operação Lava Jato,deflagrada em abril deste ano. Ele está preso no Complexo Médico-Legal em Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba.

Pedro Corrêa já havia sido condenado no processo do Mensalão e, quando foi preso na Lava Jato, cumpria pena de 7 anos e 2 meses em regime semiaberto. Ele ainda negocia acordo de delação premiada, segundo Sérgio Moro.

Procurado pelo G1, o advogado Alexandre Augusto Loper afirmou que a sentença é fundada em presunções. "E ainda que existissem provas que pudessem gerar uma condenação, a imputação de corrupção e lavagem ao mesmo tempo é vedada pela jurisprudência do STF", disse. A defesa irá recorrer.

Ao condenar o ex-deputado, o juiz Sérgio Moro afirmou que ele recebeu pelo menos R$ 11,7 milhões do esquema de corrupção. Apenas um dos repasses chegou ao valor de R$ 2 milhões, segundo o juiz. Esse valor deve ser devolvido por Pedro Corrêa à Petrobras através do confisco de bens dele, após correção monetária.

"O mais perturbador, porém, em relação a Pedro Correa consiste no fato de que recebeu propina inclusive enquanto estava sendo julgado pelo Plenário do Supremo Tribunal Federal na Ação Penal 470 [Mensalão], havendo registro de recebimentos até outubro de 2012", considerou Sérgio Moro.

Apesar de aplicar a segunda maior pena já aplicada na Operação Lava Jato (Renato Duque foi condenado a 20 anos e oito meses), o juiz não acatou o argumento do MPF de que Pedro Corrêa dirigia a ação dos demais políticos envolvidos no esquema. Conforme o juiz, não foi possível identificar uma liderança clara.

Além dos 20 anos e sete meses de prisão, o juiz atribuiu a Pedro Corrêa multas que somam R$ 2.248.530.

Ao fim da sentença, Moro afirma que tem conhecimento de que Pedro Corrêa negocia acordo de delação premiada. "Nada impede que os eventuais benefícios sejam aplicados posteriormente a esta sentença, em sua integralidade", considerou.

O nosso abraço de parabéns pelo aniversário da nossa amiga Suiany Mangueira Guedes.


Hoje é um dia muito especial, é seu aniversário, minha esposa, Suiany Mangueira Guedes

Rogamos a Deus e Nossa Senhora, que te abençoe com infinitas graças e que sua vida seja sempre uma soma de vitórias e glórias.

Nós somos muito abençoados por tê-la em nossas vidas. Parabéns! Te amamos. 

Paulo e Yago Cezar.
Folha de São Paulo

O PT reagiu às investigações sobre o filho de Lula com os mesmos argumentos que usa sistematicamente desde o mensalão: é perseguição política, é preconceito da elite contra o retirante que ousou governar o Brasil, é o império do ódio, querem destruir o partido, temem que ele volte etc.

Mas quem assinou a decisão que autorizou a operação da Polícia Federal? Quem escreveu "tem razão o Ministério Público Federal ao afirmar ser muito suspeito uma empresa de marketing esportivo receber valor tão expressivo de uma empresa especializada em manter contatos com a administração pública"?

A culpada por tal "heresia" é uma juíza que, para azar do PT e o seu discurso da vitimização, tem afinidades ideológicas com a esquerda.

Célia Regina Ody Bernardes assinou em 2012 manifesto em favor da instalação da Comissão da Verdade, criada por Dilma Rousseff. No texto, a juíza defendeu, inclusive, a "determinação judicial de responsabilidades", a despeito da Lei da Anistia.

Em 2014, a juíza também apoiou decreto da presidente Dilma que regulamentou o funcionamento dos conselhos populares na administração pública, chamados de "bolivarianos" pela oposição. Para a magistrada, o decreto aprofundava "as práticas democráticas".

A juíza também subscreveu declaração pública rechaçando a "exploração política" da morte do cinegrafista Santiago de Andrade (atingido por black blocs em protesto no Rio), defendeu a desmilitarização das polícias e protestou contra projeto que previa a redução da maioridade penal –seu nome, neste último texto, aliás, aparece ao lado do de Rui Falcão, o presidente do PT.

É possível que a juíza esteja equivocada ao desconfiar das transações do filho do ex-presidente Lula, que tudo não passe de um grande engano e que ele seja o homem mais honesto da face da terra.

Só não dá para dizer que o PT é vítima de um complô da direita.

E assim caminha a humanidade...

BC vê alta de 51,7% na energia em 2015 e de 15% na gasolina

Contas de luz podem ter aumentos superiores aos registrados em 2014.

Com novo aumento, estimativa da gasolina sobe frente a setembro.

Alexandro Martello
Do G1, em Brasília

O preço da energia elétrica deve subir 51,7% neste ano, segundo estimativa divulgada pelo Banco Central nesta quinta-feira (29). A previsão consta da ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) – realizada na semana passada, que manteve os juros básicos da economia estáveis em 14,25% ao ano.

Custo de produção de eletricidade vem subindo desde final de 2012 

Em setembro, a previsão do BC era de uma alta maior para a energia neste ano: de 49,2%. A estimativa de alta no preço da energia elétrica em 2015 reflete do repasse às tarifas do custo de operações de financiamento, contratadas em 2014, da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE).

O governo anunciou, no início deste ano, que não pretende mais fazer repasses à CDE – um fundo do setor por meio do qual são realizadas ações públicas – em 2015, antes estimados em R$ 9 bilhões. Com a decisão do governo, as contas de luz dos brasileiros podem sofrer em 2015, ao todo, aumentos ainda superiores aos registrados no ano passado.

Custo de produção maior
O custo de produção de eletricidade no país vem aumentando principalmente desde o final de 2012, com a queda acentuada no armazenamento de água nos reservatórios das principais hidrelétricas do país.

Para poupar água dessas represas, o país vem desde aquela época usando mais termelétricas, que funcionam por meio da queima de combustíveis e, por isso, geram energia mais cara. Isso encarece as contas de luz. Entretanto, também contribui para o aumento de custos no setor elétrico o plano anunciado pelo governo ao final de 2012 e que levou à redução das contas de luz em 20%.

Para chegar a esse resultado, o governo antecipou a renovação das concessões de geradoras (usinas hidrelétricas) e transmissoras de energia que, por conta disso, precisaram receber indenização por investimentos feitos e que não haviam sido totalmente pagos até então. Essas indenizações ainda estão sendo pagas, justamente via CDE.

Gasolina, gás de cozinha e telefonia
Para a gasolina, o Banco Central estimou um aumento de 15% em 2015 - patamar um pouco inferior ao apontado em setembro deste ano, na reunião anterior do Copom. Na época, o BC projetava uma alta de 8,9% para a gasolina em todo este ano.

No começo deste ano, o governo anunciou aumento da tributação sobre a gasolina, por meio da Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide), do PIS e da Contribuição para Financiamento da Seguridade Social (Cofins). Essa alta foi repassada para os preços.

Mais recentemente, no fim de setembro, a Petrobras realizou reajustes nos preços de venda da gasolina e do diesel nas refinarias. O aumento anunciado para a gasolina foi de 6% e para o diesel, de 4%.

O Banco Central estimou ainda, na ata do Copom divulgada na manhã desta quinta-feira, que o preço do gás de cozinha deve ter um aumento de 19,9% neste ano (contra a previsão anterior, feita em junho, de um aumento de 15%). Recentemente, a Petrobras anunciou um reajuste do preço do gás de cozinha.

Com a alta da tributação sobre gasolina e fim de repasses para a conta de luz, o Banco Central informou que prevê, para o conjunto de preços administrados (como telefonia, água, energia, combustíveis e tarifas de ônibus, entre outros), um aumento de 16,9% neste ano. Em setembro, a estimativa era de uma alta de 15,2% em 2015

Meu pai, Dirceu, olhava do outro lado da mesa para Pindoba (nosso irmão mais velho) e dizia: "- Meu fí tá me vendo?"


Hugo Moreira Feitosa

PLENO DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DA PARAÍBA APROVA POR UNANIMIDADE PROJETO DE RESOLUÇÃO DISCIPLINANDO O FUNCIONAMENTO DA 5ª VARA DE CAJAZEIRAS.

O Pleno do Tribunal de Justiça da Paraíba aprovou, por unanimidade, na tarde desta quarta-feira (28), Resolução disciplinando o funcionamento da 5ª Vara de Cajazeiras, a qual já encontra-se instalada desde janeiro de 2013.

A Resolução anterior que determinava o funcionamento da 5ª Vara havia sido suspensa desde o mês de janeiro de 2015. Mas a atual gestão do Tribunal de Justiça, na pessoa do Desembargador Marcos Cavalcanti de Albuquerque, atendendo aos vários pleitos da Direção do Fórum de Cajazeiras e da Subseção da OAB de Cajazeiras, decidiu colocar em votação o Projeto de Resolução para que fosse disciplinado o funcionamento da nova Vara de forma imediata.

De acordo com a Resolução aprovada, a administração do Tribunal de Justiça deverá adotar as providências necessárias para que a Vara possa, efetivamente, receber os processos que serão redistribuídos. Provavelmente, até o próximo dia 19 de novembro, a 5ª Vara deverá estar em funcionando normalmente, aproveitando a visita do Desembargador Marcos Cavalcanti de Albuquerque à cidade de Cajazeiras.

Estiveram presentes durante a sessão de julgamento o Presidente da Subseção da OAB de Cajazeiras, advogado João de Deus Quirino Filho, os advogados Hugo Moreira Feitosa e Antonio Quirino de Moura, além da Juíza de Direito, Adriana Lins Bezerra, Diretora do Fórum de Cajazeiras.

Durante a sessão, falou em nome da OAB-PB, o advogado João de Deus Filho falou da Tribuna e destacou a importância e a necessidade da aprovação da Resolução para que, efetivamente, a 5ª Vara da Comarca de Cajazeiras inicie suas atividades, ressaltando que com isso ganham os advogados e toda sociedade.
Como os brasileiros reagiriam à prisão de Lula?
O Antagonista

Os brasileiros querem a prisão de Lula.

Segundo Ricardo Noblat, que tem acesso a "petistas de alto calibre e ministros do governo", uma pesquisa de opinião pública mantida sob segredo mostra que "a maioria dos brasileiros não reagiria negativamente a uma eventual prisão de Lula por conta das investigações da Lava Jato".

Lula só pode contar com o apoio de seus comparsas, como os do Diretório Nacional do PT, nesta quinta-feira.

Ô povo sem iniciativa...


Na conversa, só se fala em democracia; na atuação, apoia ditaduras...

Advogada Janaina Paschoal, da USP, no Programa Roda Viva.