quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Em Cajazeiras, o vereador Jucinério Felix passou o 'risco' no chão. Com a palavra Adriano da Vila Nova


Gostaria de fazer alguns desafios ao ilustre vereador senhor Adriano Rodrigues da Silva da vila nova:

• Receber dinheiro publica sem exercer sua função é no mínimo falta de caráter. Pois bem, nesse sentido qual local e horário que o senhor exerce sua função como vigilante efetivo no município de cajazeiras?
Desafio ainda o senhor posta seus últimos contracheques como vigilante efetivo. O senhor fala tanto que é contra as gratificações que eram dadas na gestão passada, mesmo o senhor tendo esse beneficio em seus holerites.?
Qual projeto de lei ou requerimento de relevante importância para a comunidade da Vila Nova I II III (localidades que o senhor devia representar) o senhor já apresentou na Câmara Municipal de Cajazeiras nesse período em que esta exercendo seu mandato?

Quem muito cuida do que é dos outros, esquece-se do que é seu de direito. 

Nobre colega aproveite seu tempo na vereança para deixar sua marca como um benfeitor de sua comunidade, aproveite o estreito laço que o senhor tem com o poder executivo para conseguir benefícios pra sua comunidade.

No dia em que o senhor me esquecer, tenha certeza que será bem mais feliz!

USE DE SUA HOMBRIDADE PARA RESPONDER AOS MEUS DESAFIOS!

E a saúde, ministro?

FatoOnline

 
Dilma ficou incomodada com a campanha pela permanência de Chioro no cargo

Incomodada com mobilização nas redes sociais pela permanência de Arthur Chioro no Ministério da Saúde, a presidente Dilma Rousseff demitiu o ministro por telefone na manhã de hoje. A presidente agradeceu o trabalho do ministro à frente da pasta, mas a conversa foi fria. O cargo será entregue ao PMDB dentro da reforma administrativa promovida pelo Palácio do Planalto. O nome mais provável para assumir o cargo é o do deputado Marcelo Castro, do Piauí.
Reinaldo Azevedo

O repertório das mistificações petistas chegou ao fim. Nesta terça, o partido levou ao ar duas inserções. O objetivo de ambas é combater o movimento em favor do impeachment da presidente Dilma. Pois é… Houve um tempo em que esses truques petistas colavam. Hoje em dia, não mais.

Numa delas, o PT resolveu lançar a dúvida na cabeça dos brasileiros. Pesquisas feitas pelo partido indicariam certa desconfiança da população sobre os motivos reais que levam as oposições a combater o governo Dilma. Bem, convenham: demonizar os adversários não é coisa rara na trajetória petista, não é mesmo?

É muito fácil desmoralizar as tolices petralhas. Vamos ver. Indaga retoricamente o partido:
“Uma pergunta para todos os brasileiros: os políticos que querem desestabilizar o governo estão pensando no bem do País ou em si mesmos? Estão interessados em beneficiar a população ou só querem tirar proveito da crise?”

Observem o truque mixuruca: chamar os adversários de Dilma de “os políticos”… E ela é o quê? O ET Bilu? Não respondam!

Querem ver como é fácil responder com outra questão?
“Uma pergunta para todos os brasileiros: os políticos que querem manter Dilma no poder estão pensando no bem do País ou em si mesmos? Estão interessados em beneficiar a população ou só querem tirar proveito do governo?”

Viram só? Qual indagação parece ter uma resposta mais verdadeira na opinião de vocês? Quem vocês acham que parece estar pensando mais em si mesmo? Lula ou Hélio Bicudo?

A mesma inserção ainda indaga;
“Afinal, quem garante um caminho mais seguro? Um governo eleito democraticamente ou aqueles que querem chegar ao poder custe o que custar?”

Os que defendem que Dilma seja impichada têm a seu favor a Constituição e as leis. Importante: o PT, por acaso, fez essa pergunta em 1992, quando pediu o impeachment de Collor?

Na segunda inserção, Lula, o próprio, aparece. Já foi o tempo do demiurgo, né? Antes, ele falava, e a realidade parecia lhe dar razão. Hoje, virou humorista involuntário. O chefão petista acredita que ainda é o fiador das esperanças do povo brasileiro. Na inserção em que aparece, resolve fazer um elenco das grandes conquistas do seu partido, recontando a história como lhe dá na veneta.

Abaixo, vai o vídeo de que ele é a estrela, devidamente editado pelo Movimento Brasil Livre, que, diga-se, está sendo satanizado no site do PT, o que, convenham, não poderia ser propaganda mais abonadora. Vejam. Volto em seguida.



Retomo
De resto, não custa lembrar que a defesa que o PT e Lula fazem do governo é vigarista até segundo os termos dos companheiros. Nesta segunda, a Fundação Perseu Abramo, um centro de formulação de políticas púbicas do PT, definiu assim o ajuste econômico feito por Dilma:
A lógica que preside a condução do ajuste é a defesa dos interesses dos grandes bancos e fundos de investimento. Eles querem capturar o Estado e submetê-lo a seu estrito controle, privatizar bens públicos, apropriar-se da receita pública, baratear o custo da força de trabalho e fazer regredir o sistema de proteção social. Para alcançar estes objetivos restringem as demandas por direitos e a capacidade de pressão dos trabalhadores.”

Vale dizer: para seus intelectuais — todos de meia-tigela, é verdade —, o PT diz que Dilma governa para defender banqueiros e para agredir a proteção social; para o povão, insiste na tese da redenção dos oprimidos.

O nome disso tudo? Lixo moral.

Mas o Brahma e Dona Terezinha não sabiam de nada...

E-mails indicam apoio de Lula à Odebrecht

Em mensagem de 2009, ministro disse que petista defendeu interesse da empreiteira junto ao presidente da Namíbia

Empreiteira queria participar de obra de hidrelétrica no país africano e pediu ajuda ao então presidente

GRACILIANO ROCHA
FELIPE BÄCHTOLD

E-mails trocados entre executivos do grupo Odebrecht indicam que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva agiu para defender interesses da empreiteira na África e na América Latina enquanto esteve à frente do governo.

As mensagens foram encontradas pela Polícia Federal em computadores da Odebrecht durante buscas realizadas pela Operação Lava Jato, que investiga a corrupção na Petrobras e em outras empresas estatais. O presidente do grupo, Marcelo Odebrecht, e outros executivos estão presos desde junho.

Em uma das trocas de mensagens, datada de 11 de fevereiro de 2009, o executivo da Odebrecht Marcos Wilson pede ajuda do então ministro do Desenvolvimento, Miguel Jorge, durante um encontro entre Lula e o então presidente da Namíbia, Hifikepunye Pohamba, para fazer lobby a favor da empreiteira na construção da obra da hidrelétrica de Baynes, orçada em US$ 800 milhões.

A resposta do ministro de Lula veio poucas horas depois: "Estive e o PR fez o lobby. Aliás, o PR da Namíbia é quem começou –disse que será licitação, mas que torce muito para que os brasileiros ganhem, o que é meio caminho andado". PR, segundo a PF, seria Lula.

A hidrelétrica em questão seria construída na fronteira entre Angola e Namíbia. A Odebrecht buscava ganhar a obra em consórcio com Eletrobrás, Furnas e Engevix.

Após deixar a Presidência, Lula viajou para países da América Latina e da África onde a empreiteira tem negócios financiados com dinheiro do BNDES. As viagens foram pagas pela empreiteira.

A Procuradoria da República do Distrito Federal investiga se houve tráfico de influência nesses casos.

As mensagens descrevem como autoridades federais foram procuradas para tratar de obras em países como Angola, Colômbia, República Dominicana e Venezuela.

E-mails de maio e junho de 2011 relatam a visita do ex-presidente às obras do porto de Mariel, em Cuba. Num deles, um executivo sugere à secretária de Marcelo Odebrecht a compra de um presente para o ditador Raúl Castro e autoridades do regime cubano.

Em 2008, por exemplo, a empresa pediu ajuda a ministros sobre uma disputa com o governo do Equador, onde a Odebrecht tinha projetos e foi ameaçada de expulsão.

'D. TEREZINHA'

Muitos nomes citados nos e-mails são cifrados. Em outra série de mensagens, os executivos discutiam, em 2008, como influenciar o próximo ministro de Minas e Energia e evitar que o cargo fosse ocupado por alguém que contrariasse a empreiteira.

Um deles afirma que não adiantaria contatar o "seminarista", que, de acordo com o relatório da PF, seria o ex-ministro Gilberto Carvalho.


Em e-mail endereçados a Marcelo Odebrecht, um executivo minimiza o poder do novo titular da pasta, que "continuará a reboque das decisões estratégicas de 'd.Terezinha'". A PF não identificou quem seria a pessoa citada no código.

No período, Dilma Rousseff chefiava a Casa Civil e era a "mãe do PAC", responsável por decisões estratégicas do principal programa infraestrutura do governo Lula.

Com Dilma, governo tem a maior desaprovação desde 1986, diz Ibope
Leandro Prazeres
Do UOL, em Brasília
A aprovação do governo chegou a 10% 

A desaprovação do governo da presidente Dilma Rousseff chegou a 69% segundo pesquisa Ibope encomendada pela CNI (Confederação Nacional da Indústria) e divulgada nesta quarta-feira (30).

O índice é o maior já registrado pelo instituto desde que a pesquisa começou a ser realizada, em 1986. Em julho deste ano, o índice era de 68%.

Como a pesquisa tem margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos, não é possível dizer que a desaprovação do governo subiu. O levantamento entrevistou 2.002 pessoas em 140 municípios e tem um nível de confiança de 95%. A pesquisa foi realizada entre os dias 18 e 21 de setembro.

Já a aprovação do governo Dilma chegou a 10%. Na pesquisa anterior, o índice era de 9%. Para 21%, o governo é regular, e 1% não souberam ou não quiseram opinar. A soma dá mais de 100% devido a arredondamentos.

O índice de aprovação é medido pelo percentual de entrevistados que avaliam o governo como "ótimo" ou "bom". A reprovação é medida pelo percentual de entrevistados que avaliam o governo como "ruim" ou "péssimo".

O índice de aprovação mais baixo já registrado pela pesquisa foi de 7%, durante o governo de José Sarney, entre os meses de junho e julho de 1989.

A pesquisa CNI/Ibope também pesquisou o índice de aprovação da maneira de governar da presidente Dilma. Em julho, 15% dos entrevistados aprovaram a maneira como a presidente governa. Em setembro, este índice ficou em 14%. Já os que reprovam a forma de governar de Dilma, esse índice saiu de 83% em julho para 82% em setembro.

O índice de confiança na presidente Dilma variou um ponto percentual. Em julho, 78% dos entrevistados afirmavam não confiar na presidente. Em setembro, esse número chegou a 77%. Já o índice de entrevistados que afirmam confiar na presidente se manteve em 20% entre julho e setembro.

Como são as próprias estatais dizendo, agora vamos acreditar que o governo Dilma é nefasto...


Estatais culpam Dilma por perdas de usinas 

Críticas estão em documentos enviados à Aneel, que vai decidir sobre quem paga por prejuízos que chegam a R$ 20 bi

Eletronorte afirma que medidas indispensáveis deixaram de ser tomadas pelo Executivo em ano eleitoral

DIMMI AMORA
JÚLIA BORBA
Folha de São Paulo

Estatais federais responsabilizam políticas do governo Dilma pelo prejuízo de R$ 20 bilhões com que as usinas hidrelétricas estão arcando, pela crise do sistema de energia. Dentre as críticas está a de que medidas indispensáveis deixaram de ser tomadas pelo Executivo no ano passado devido ao período eleitoral.

A Eletrobras, principal estatal do setor, disse que o problema atual das geradoras não se "deve meramente à condições hidrológicas adversas", mas, sim, a decisões dos gestores do sistema –agentes do governo. As críticas foram seguidas por Furnas, Eletronorte e outras estatais geradoras de energia.

A argumentação consta de documentos encaminhados à Aneel (agência reguladora do setor) para apresentar sugestões na discussão sobre quem vai pagar a conta pelo prejuízo das empresas quando elas são impedidas de gerar energia para poupar água.

Nos documentos, a Eletrobras não aceita a solução apresentada pelo Ministério de Minas e Energia, que quer que as hidrelétricas assumam um risco maior no futuro por não gerar energia. Em troca, terão o contrato de concessão prorrogado para compensar o prejuízo já existente.

Desde 2012, a Eletrobras tem posição interna contrária às intervenções do governo, mas não a expunha.

A estatal acumula prejuízos e suas ações despencaram 52% desde 12 de setembro de 2012, quando o governo publicou a MP 579, que reformulou o sistema elétrico.

O objetivo do governo era reduzir os preços da energia, mas as mudanças desequilibraram o setor e tiveram efeito inverso: a tarifa subiu.

"EFEITOS NEFASTOS"


Nas críticas, a Eletronorte diz que o governo não tomou medidas necessárias em 2014 por ser período eleitoral: "(...) a despeito da situação excepcional de crise hidrológica por que passa o país, especialmente no ano de 2014 (em pleno período eleitoral), não foram implementadas, pelo governo, as medidas extraordinárias indispensáveis à manutenção do equilíbrio financeiro do contrato celebrado entre as partes."

Furnas aponta que há "grande desequilíbrio estrutural no setor", que atinge todos os agentes e produz "efeitos nefastos". A empresa diz que problemas vieram também da falta de leilões de energia e de decisões do Operador Nacional do Sistema Elétrico. Furnas destaca que, em diversas semanas entre 2014 e 2015, houve alerta para a necessidade de corte de carga (racionamento), mas o ONS não o fez.

A Aneel diz que as empresas fizeram "precificação equivocada", defende que o problema é hidrológico, que as empresas não vão ter prejuízo e que os indicadores de racionamento eram fracos.

Hidrelétricas conseguiram liminares para não pagar todo o prejuízo pelo deficit na geração. Caso a posição das empresas prevaleça, o consumidor terá que arcar com os R$ 20 bilhões que elas pagaram para outros geradores.

O setor termelétrico, que vendeu a energia mais cara, defende que o risco era das hidrelétricas e o consumidor não deve pagar por nada.

Vou dizer uma coisa: já foi divulgada tanta verba (especialmente de vultosas 'emendas') para o Açude Grande de Cajazeiras, que - se a ele destinada - dava para construir mais uns 3 e fazer um toboágua gigante ligando Boqueirão à Curicaca, passando pelo Santo Antônio...

Ministério das cidades explica que Cajazeiras perdeu recursos, na ordem de sete milhões, por culpa do município
Adjamilton Pereira


Não foram as medidas de contenção de gastos do governo federal, que motivaram o cancelamento de verbas no valor de quase sete milhões de reais para a primeira etapa da obra de revitalização do Açude Grande de Cajazeiras, conforme havia sido divulgado pela secretaria de planejamento do município de Cajazeiras. O próprio Ministério das Cidades se encarregou de desmentir o fato, além de responsabilizar o próprio município pela perda dos recursos – “A Prefeitura estava com o nome sujo na data da assinatura do contrato em 2012, depois conseguiu assegurar a liberação dos recursos com uma decisão judicial em 2014, mas perdeu novamente, ao não comprovar o inicio da obra até 30/06 de 2014”, explicou.

“No momento da assinatura do contrato, entre outras verificações, é checada a adimplência junto ao CAUC. Ocorre que o município não cumpriu esta etapa, pois encontrava-se com pendências”, justificou.

O Ministério disse que o município tentou assegurar o contrato através de ação judicial, que conseguiu apenas no ano de 2014, mas por não ter iniciado a obra até 30 de junho de 2014, voltou a perder o convênio.

“Os recursos desse contrato seguem a legislação relativa à inscrição de restos a pagar, e como os recursos eram referentes ao exercício de 2012, o município deveria comprovar início de obra até no máximo 30.06.2014, o que não ocorreu”. Informou o governo

De acordo com o Ministério, no final do exercício de 2014 o empenho teve que ser cancelado. “quando o município assinou o contrato, o empenho que garantia aqueles recursos já havia sido bloqueado pelo sistema da área financeira do Governo”

O Ministério disse ainda, que o empreendimento poderá ser novamente pleiteado, a qualquer tempo, obedecidos os normativos e legislações que regem a matéria.

Se tiver 'saco com ovo', não pode jogar...


Herança

As ditaduras criam as oposições segundo sua "imagem e semelhança". O Rio Grande do Sul e o Distrito Federal estão pagando o preço que Fortaleza/CE pagou por escolher o método PT de governar. 

O Brasil já está "arquejando", mas, por ser muito grande, ainda há espaço para piorar.

Hoje, o Câmara Legislativa do DF aprovou o uso de recursos de um fundo de pensão local para PAGAMENTO DE SERVIDOR. Os recursos serão pagos com terrenos. Vender patrimônio para pagar salários, APESAR DA LEI DE RESPONSABILIDADE FISCAL que só é válida para prefeito de interior inimigo de algum fiscal.

Primeiro, agem da forma mais irresponsável possível e quebram o país; depois, nos cobram que sejamos 'responsáveis' e paguemos a conta.

CPMF é plano A, B, C e D, afirma Nelson Barbosa
ISABEL VERSIANI
Folha de São Paulo

O ministro do Planejamento, Nelson Barbosa; ele afirmou que governo quer usar CPMF no curto prazo

Em audiência na Comissão Mista de Orçamento nesta terça-feira (29), o ministro Nelson Barbosa disse que o governo pretende encaminhar ao Congresso até o final do ano novas propostas de ajuste às regras da Previdência, mas que, no curto prazo, conta com a CPMF para equilibras as contas do INSS.

"Mantemos a proposta [da CPMF] como plano A, B, C e D", afirmou o ministro.

A governanta só pensa naquilo...

Tudo, tudo, tudo
O Antagonista

Se Lula só pensa em escapar da cadeia, Dilma Rousseff só pensa em escapar do impeachment.

Quem matou a questão foi Rosangela Bittar, do Valor:

Tudo o que a presidente Dilma Rousseff pensa, negocia, formula, discute, tem no horizonte o impeachment. Conquistar maioria, reter a base, agradar às inúmeras correntes do PMDB, punir o vice-presidente que acredita estar secando o seu lugar, tudo, tudo, tudo.

Nada tem a ver com os vetos às despesas criadas pelo Congresso, nem à necessidade de aprovar a PEC da DRU, e sequer tem a ver com a veleidade de aprovar a odiosa CPMF.

Seu problema é o impeachment, e esse está nas mãos de José Sarney, Renan Calheiros, Leonardo Picciani e Eduardo Cunha.

O veredito que definirá a sorte presidencial é o do TCU, e não o do TSE. A ação contra Dilma ficará anos no TSE, só com protelações, recursos, pedidos de vista. O do TCU, ao contrário, é o que tem a força, o poder de fazer acontecer. O governo sabe disso, por isso empurrou o processo até agora.

Há um conjunto de ações e omissões às quais o TCU atribui maior gravidade do que às pedaladas, como explica um ministro: ‘Dilma seria obrigada a contingenciar as despesas para obter a meta prevista em lei, e ela não só não contingenciou como editou um decreto ampliando os gastos’.

Portanto, a possibilidade de impeachment está concentrada no TCU e no PMDB, em equação simples. O PMDB tem três ministros no TCU: Raimundo Carrero (Sarney), Vital do Rego e Bruno Dantas (de Renan). Caso eles votem pela rejeição das contas, elas serão rejeitadas no PMDB e no Congresso, e o impeachment será inexorável”.

Na capa d'O Globo


A primeira página do jornal Folha de São Paulo


Os destaques do Jornal do Commercio


A capa de hoje do Jornal da Paraíba


As manchetes de jornais brasileiros nesta quarta-feira

Folha: Petrobras aumenta em 6% o preço da gasolina na refinaria / Estatais culpam Dilma por rombo no setor elétrico / Emails indicam que Lula fez lobby para a Odebrecht

Globo:  "O PR fez lobby" [diz ex-ministro sobre Lula, o 'PR']

Extra: Agora tem imagem [policiais forjam resistência de jovem abatido]

ValorEconômico: Petrobras aumenta gasolina em 6% e diesel em 4% a partir desta quarta-feira

- Estadão: Petrobras aumenta gasolina em 6% e diesel em 4% nas refinarias / Ex-ministro diz que Lula fez lobby para a Odebrecht

ZeroHora: Petrobras aumenta o preço da gasolina em 6% e do diesel em 4%


EstadodeMinasEmails indicam ajuda de Lula a Odebrecht / Para saciar PMDB, Dilma demite ministro por telefone

CorreioBraziliense: GDF vence na Câmara e terá verba para salários / PMDB leva Dilma a demitir ministro do PT por telefone

CorreiodaBahia: Servidora usa a família para roubar da Saúde

- OPovo: Desembargadores beneficiavam traficantes internacionais de drogas

JornaldoCommercio: Gasolina fica mais cara

CorreiodaParaíba: Estado reduz gasto e expediente em 1h

terça-feira, 29 de setembro de 2015

Estamos esperando...

Coluna Radar

Nardes: hora do parecer final

O processo das ‘pedaladas fiscais’ avança a passos largos no Tribunal de Contas da União (TCU). A área técnica do órgão já analisou a defesa final apresentada pelo governo no dia 11 de setembro e o processo agora se encontra em mãos de auxiliares do ministro Augusto Nardes, relator do caso. Seu gabinete pode encaminhar o parecer aos demais ministros já na próxima semana.

Fato histórico de Cajazeiras é relatado na poética do cordel.


Cordel reconta atentado a bomba contra bispo que fez vítimas no Sertão há 40 anos 

Obra literária conta com linguagem da literatura de cordel um episódio da época da ditadura militar que assolou a Paraíba e ainda se apresenta como um mistério não desvendado 
CorreiodaParaíba 

 
Cordel conta fato histórico ocorrido em Cajazeiras

O atentado a bomba em um cineteatro de Cajazeiras, a 468 quilômetros da Capital, durante a ditadura militar, está sendo contado através da literatura de cordel. Esse fato da história paraibana ocorreu há 40 anos é pouco conhecido das gerações que sucederam a tragédia. Duas pessoas morreram.

A ideia é do professor e cordelista Janduhi Dantas que resgatou o fato histórico numa linguagem acessível e poética, ao mesmo tempo que conscientizadora. Intitulada 'O misterioso atentado ao bispo de Cajazeiras', a obra é importante porque conta um episódio que não está nos livros de História e que não é contado nas escolas.

"Ditadura nunca mais!/ Afirmo ao fim desta história/ Na esperança de que os jovens/ Tenham o caso na memória/ Assuntem que ditadura/ Sempre é vil, nefasta, inglória"

O fato histórico que completou 40 anos em julho deste ano ainda é um mistério e faz parte das investigações da Comissão Estadual da Verdade. O atentado aconteceu no dia 2 de julho de 1975, em plena ditadura do governo do general Ernesto Geisel.

Um bomba explodiu no cineteatro Apolo XI logo após a exibição de um filme e o alvo do atentado seria o então bispo de Cajazeiras Dom Zacarias Rolim de Moura. Ele não foi vítima da explosão que matou duas pessoas porque viajara para Recife naquele dia. A bomba estaria em uma mala que foi achada embaixo da cadeira cativa do bispo, que era cinéfilo.

Na opinião de Janduhi Dantas, o resgate da história e a maneira como isso é feito são muito importantes porque mostram às novas gerações como a ditadura militar foi nociva a todos que viveram aquela época, mas com uma linguagem popular e poética.

"Foi um momento muito triste e que precisa ser contado de forma mais fiel e crítica possível para que os jovens aprendam com a História e jamais repitam os erros cometidos no passado".

Ao mesmo tempo em que ocorre a viagem a um fato nefasto e triste, o trabalho de Janduhi consegue mostrá-lo com uma leveza e uma riqueza que são típicas da linguagem do cordel.

Cajazeiras, a cidade onde ocorreu a tragédia, também é reverenciada nos versos. O autor mostra a vocação cultural ante à tragédia. "Cidade que dá valor/ ao artístico, ao cultural/ onde Educação é sua/ base patrimonial/ cidade que sempre teve/ um charme intelectual"

Ensino

Para a professora Irene Marinheiro, membro da Comissão Estadual da Verdade que coordena os trabalhos de investigação sobre o crime, a iniciativa de Janduhi Dantas é louvável e o cordel deve ser utilizado nas instituições de ensino.

“Quero parabenizá-lo pelo trabalho e dizer que ele é muito importante para levar ao conhecimento dos jovens o que foi a ditadura militar vivida nesse país e principalmente mostrar os prejuízos que o regime trouxe não só para as gerações que a viveram, mas para as que ainda vivem as consequências dela”, enfatizou. “A ditadura foi um fato lastimável que trouxe prejuízos e marcas irreversíveis e esse trabalho veio para fazer uma retrospectiva dessa história”.

Irene Marinheiro disse que as novas gerações precisam conhecer os acontecimentos e analisá-los com senso crítico para não cometer o equívoco de estar pedindo a volta do regime.

Na opinião dela, o trabalho de Janduhi deve ser levado às escolas e às universidades porque as pessoas precisam saber que ainda existem famílias chorando pela vontade de ter os restos mortais de parentes que desapareceram naquele período e ainda hoje não se consegue informações que revelem o que aconteceu.

Abrangência

Para a professora aposentada da UFPB, Inês Caminha Lopes, que fez a apresentação da obra literária, o cordel de Janduhi Dantas parte de um fato aparentemente isolado ocorrido numa remota cidade do sertão nordestino, e aborda um intrincado universo de grande abrangência.

"Rico em informações, o texto apresenta um valioso panorama do contexto em que o fato ocorreu. Aborda elementos conjunturais e estruturais. Insinua um complexo de fatores históricos, culturais, religiosos e ideológicos mesclado à indissociável e onipresente questão do poder", analisa.

Inês Caminha acredita que o cordel 'O misterioso atentado ao bispo de Cajazeiras' pode motivar os professores, principalmente os de História, a trabalhar com os seus alunos temas que levem a amplas reflexões.

O viés educativo do trabalho de Janduhi Dantas também é destacado pelo sociólogo da UFCG Rozenval Estrela. Para ele, trata-se de um registro raro que "revela-se como uma valiosa contribuição para a pesquisa de professores e estudantes sobre os anos de chumbo na Paraíba".

Se a questão for loteamento, melhor chamar quem entende do assunto: chama Dedezão, lá de Cajazeiras. É o melhor.

Dilma é aconselhada a oferecer 7º ministério ao PMDB em troca de apoio

VALDO CRUZ
NATUZA NERY
GUSTAVO URIBE
Folha de São Paulo

A presidente Dilma Rousseff está sendo aconselhada a oferecer um sétimo ministério ao PMDB para contemplar todas as alas da legenda e garantir seu apoio praticamente integral ao governo na busca de aprovar o pacote fiscal e evitar a abertura de um processo de impeachment contra a petista.

Dilma reuniu-se nesta terça-feira (29) com o vice-presidente Michel Temer para avaliar as negociações sobre as reformas administrativa e ministerial que ela pretende fechar ainda nesta semana. Mais cedo, teve encontro no Palácio do Alvorada com o ministro Ricardo Berzoini (Comunicações) e com o assessor especial Giles Azevedo.

Em conversas reservadas, peemedebistas mostraram interesse no Ministério da Cultura, hoje comandada por Juca Ferreira, da cota do PT. Hoje, o PMDB comanda seis pastas e ganharia mais uma.

Na conversa, Temer voltou a dizer que prefere deixar a presidente à vontade para escolher os nomes dos ministros peemedebistas, mas nos bastidores seu grupo busca manter espaço para pelo menos três nomes ligados ao vice: Eliseu Padilha (Aviação Civil), Helder Barbalho (Pesca) e Henrique Eduardo Alves (Turismo).

A Temer Dilma disse que deseja prestigiar o partido, essencial para que ela possa remontar sua base aliada dentro do Congresso. Ela revelou que o ex-presidente Lula tem dito que o PMDB deveria ser reforçado no ministério, ampliando seu espaço na Esplanada dos Ministérios.

Nas negociações com o PMDB, já ficou acertado que, na cota do Senado, serão mantidos os ministros Eduardo Braga (Minas e Energia) e Kátia Abreu (Agricultura).

Na cota da Câmara, Dilma ofereceu o Ministério da Saúde a um deputado peemedebista e negocia um segundo nome. A princípio, esta segunda pasta seria a da Infraestrutura, que seria resultado da fusão das pastas da Aviação Civil e Portos.

A presidente, porém, para evitar desagradar o grupo de Temer desistiu da fusão e tende a manter na Aviação Civil o ministro Eliseu Padilha e nomear Helder Barbalho para Portos.

O Ministério da Cultura seria a sétima pasta para ser negociada com o partido para contemplar todas as alas do partido.

A presidente também deseja tentar atrair de volta a seu ministério o PSB. Antes de viajar para Nova York, Dilma ligou para integrantes da sigla para consultá-los sobre a possibilidade de eles voltarem a indicar um nome para sua equipe.

A hipótese é de que o partido voltasse a ocupar o Ministério da Ciência e Tecnologia, que já comandou no passado e hoje está com o PC do B.

Quando passei no primeiro vestibular (Direito-UFPB), foi na casa do Índio que rasparam minha cabeça em comemoração. Continuo amigo de Erivan do Índio e da família toda até hoje. Graças a Deus! 'Glu glu glu...O Índio quer Pitú...'

Aos 79 anos Índio de Cajazeiras diz ter disposição para fazer mais 20 carnavais. Vídeo!

Conheça a pessoa do senhor Francisco de Assis, que há 65 anos sai fantasiado de índio no carnaval em Cajazeiras

O Programa Café Conectado da TVDS apresentou a figura folclórica cajazeirense, o Francisco de Assis Nunes, 'Índio Pintor'. Com idade de 79 anos, há 65 sai caracterizado de índio no carnaval de Cajazeiras.


De sangue indígena, o senhor Francisco de Assis confessou ser neto de uma índia do Amazonas com um paraibano; Índio tem 9 filhos, 17 netos e 3 bisnetos. Contou que já fez trabalhos em igrejas tradicionais e no Seminário desta cidade, 'sou letreiro e desenhista', e que essa arte herdou de seu pai, também pintor.



A história familiar de sua avó índia inspirou o carnavalesco a criar a fantasia do tradicional Índio, que há 65 anos abrilhanta os carnavais de Cajazeiras. Afirmou ainda ter disposição para animar mais umas 20 festas momescas. 

No carnaval 2015 Índio carnavalesco foi um dos homenageados na 'Praça do Frevo Ubiratan de Assis'. Com orgulho falou de outras homenagens a ele concedidas ainda em vida, como a marchinha de carnaval criada pelo cantor Marcos Rogério há 5 anos: "Índio não tem tribo. Índio não tem oca. Índio não fuma cachimbo. Índio quer Pitú com coca".


Neste vídeo, a entrevista do Índio vai até o minuto 19.

Há sempre uma justificativa ruim para um problema complexo...

Do Socialista de IPhone

Renato Janine deve ser gente boa e honesta...

CláudioHumberto

Petistas querem indicar um novo ministro da Educação, agora que o partido deve perder a pasta da Saúde para o PMDB. Renato Janine Ribeiro, da cota pessoal de Dilma, não empolga nem o PT.

Parabéns à FAFIC por mais uma conquista para nossa Cajazeiras.

MEC autoriza curso de Ciência da Computação para a FAFIC de Cajazeiras e 50 vagas serão oferecidas no vestibular
Adjamilton Pereira


O Ministério da Educação autorizou mais um curso superior para a cidade de Cajazeiras, desta feita o Curso de Ciência da Computação, que será implantado na FAFIC – Faculdade de Filosofia Ciências e Letras de Cajazeiras, instituição comandada pela Diocese, onde já funcionam, com um bom conceito junto ao MEC, os cursos de graduação em Ciências Contábeis, Direito, Filosofia e Serviço Social.

O diretor da FAFIC, Padre Janilson Rolim, falou da satisfação pela implantação de mais um curso, destacando o esforço de toda a equipe para montagem da parte estrutural e de todo o processo, dentro das exigências do MEC, que mereceu, na nota de autorização, a nota 04, na avaliação dos técnicos do Ministério da Educação, numa valoração cuja nota máxima é cinco.

Mesmo com tudo pronto para o imediato funcionamento, inclusive com um moderno laboratório e com a aquisição de todos os livros exigidos para os quatro anos de curso, a direção da FAFIC decidiu que só fará o vestibular em dezembro, junto com os demais cursos, quando serão oferecidas 50 vagas para o novo curso, faltando definir se o curso de Ciência da Computação será noturno ou diurno.
PT quer Dilma no poder para manter as tetas, mas decidiu mandá-las às favas e já se ocupar de 2018

Por Reinaldo Azevedo

Brinquei ontem com um amigo: “Daqui a pouco, vou começar a defender que Dilma fique no poder até 2018. Só para ver o PT contrariado…”. É uma ironia, claro! Não sei o que pode acontecer com mais três anos e três meses de governo da “presidenta”. Ou melhor, sei… Até porque vamos pensar: digamos que ela consiga se safar do impeachment: e depois? Já citei aqui algumas vezes o maravilhoso poema À Espera dos Bárbaros, do grego Constantino Kaváfis (1863-1933). Tenho pra mim, sem querer acionar o complicômetro psicanalítico, que até a própria presidente acha que não reúne condições de chegar ao fim do mandato. Daí que ela fale obsessivamente sobre o impeachment. Até na ONU.

Caso ela não caia, vai ficar como os romanos do poema de Kaváfis: eles se prepararam para a chegada dos inimigos, e eles não vieram. O que ela fará, coitada? O poema termina assim:
“Porque é já noite, os bárbaros não vêm
e gente recém-chegada das fronteiras
diz que não há mais bárbaros.

Sem bárbaros o que será de nós?
Ah! eles eram uma solução.”

Pois é…

O PT reuniu seus intelectuais — esse delicioso paradoxo — para elaborar um documento sobre a crise e sobre o futuro. Nesta home, vocês encontram o link para os dois textos. É evidente que a legenda já entregou a presidente às cobras. Nas sugestões de curto prazo, os ditos pensadores, como já demonstrei em outro post, sugerem que Dilma recobre o padrão Guido Mantega de gestão da economia, justamente aquele que conduziu o Tesouro à falência. Eles sabem que isso não vai acontecer. Como não vai, estão a defender, Dilma fique ou saia, que o partido passe para a franca oposição.

Nas sugestões de longo prazo, bem…, aí, meus caros, já se trata de um partido elaborando um plano de governo para as próximas eleições, recuperando, é impressionante!, as mesmas cascatas que a agremiação pregava em 2002. O sotaque do documento é “neonacional-desenvolvimentista”, pregando a centralidade do estado e a defesa contra a cupidez internacional e o capital financeiro. Nem parece que esses mesmos caras venceram uma eleição há parcos 11 meses. Onde estavam os ditos “intelectuais”?

Sim, vocês podem não acreditar, mas os luminares que produziram os dois textos querem agora que o PT se reinvente como partido de… oposição. Mas de oposição a quem? Ah, sei lá: aos banqueiros, aos entreguistas, aos neoliberais, aos conservadores, aos “white walkers”, de Game of Thrones… O partido quer esquecer que governa o país há 13 anos.

Querem a evidência dessa ousadia? Leiam isto:
“A opção macroeconômica que vem sendo adotada caminha na direção oposta do objetivo maior de construir uma sociedade mais coesa e menos desigual. O ajuste fiscal ortodoxo – justificado pelo diagnóstico liberal equivocado, mas hegemônico na narrativa dos fatos econômicos – está jogando o país numa recessão com consequências sociais inquietantes, deterioração das contas públicas e consequente restrição da capacidade de atuação do Estado em prol do desenvolvimento. Mais grave é a regressão da estrutura social, adequando-se, gradativamente, ao quadro de possibilidades oferecidas pela ortodoxia econômica. Alerta-se para o fato de que se os rumos adotados não forem alterados, o governo cumprirá o roteiro traçado pelos setores conservadores nos antecedentes da campanha eleitoral, agora redesenhado para impedir sua continuidade ou desgastá-lo até 2018.”

Num momento de notável picaretagem, os intelectuais do PT sugerem que Dilma foi abduzida por ETs do neoliberalismo, que, segundo o texto, inventaram uma crise que não existia. Leiam:
“Para a elite econômica nacional e internacional, a derrota da candidata da situação era crucial, pois afastaria a ‘ameaça da perda do controle político sobre a política econômica’, dado que, para esta elite, ‘é inaceitável que a oitava maior economia do mundo, busque um caminho de maior autonomia e, sob vários aspectos, se contraponha a esses interesses’ . Mas, vale acrescentar que, caso ela fosse eleita, cumpria fazer com que a presidenta viesse a alterar seu programa e abandonasse seus compromissos de campanha. O fato grave é que a visão liberal passou a ser hegemônica junto à opinião pública e mesmo dentro das hostes progressistas, onde a necessidade imperativa de ‘ajustes’, em sua maioria de caráter recessivo, foi aceita e passou a pautar os debates. A criação de um clima de crise fiscal e econômica ganhou a batalha, contribuindo, dentre outros fatores, para que o governo alterasse sua rota e produzisse a própria crise que os mercados alegavam existir.”

Parece ter sido redigido no hospício, eu sei, mas não foi, não! Um partido se dá conta da falência do seu modelo. Seus mais caros “pensadores” são desmoralizados pela realidade e pelo resultado da aplicação de suas ideias velhas e mesquinhas. Sendo assim, qual a saída? Reconhecer o erro? Não! Fazer de conta que não estão dando as cartas no país há 13 anos, jogar nas costas de um tal “ajuste conservador” os desatinos que produziram e tentar rearticular as forças progressistas”, como eles dizem, para disputar as eleições em 2018.

E Dilma? Bem, o PT lutará, sim, até o fim para que ela fique no cargo porque a máquina partidária depende vitalmente do estado para sobreviver. O partido já não vive sem as tetas oficiais. Mas vai falar uma linguagem de oposição e vai ignorar o seu comando.

Que nome isso tem? Mau-caratismo.

Que outros juízes com a mesma estampa de Sérgio Moro surjam pelo Brasil todo. E vão surgir!

As fatias e a pizza
HÉLIO SCHWARTSMAN
Folha de São Paulo

A decisão do STF de, vá lá, fatiar a operação Lava Jato me parece mais uma oportunidade do que um convite à pizza. É claro que a dispersão das investigações envolve riscos e quase certamente resultará em alguma perda de eficiência, mas não podemos perder de vista o "big picture", isto é, o quadro geral.

O único aspecto positivo da crise é que as instituições, em especial as engrenagens da Justiça, estão se mostrando à altura da tarefa. Caso me perguntassem, na virada do milênio, se eu achava que um dia veria ex-ministros e dirigentes do partido no poder sendo condenados por corrupção, minha resposta seria negativa. Também apostaria que jamais assistiria a grandes empreiteiros sendo presos. Teria perdido dinheiro.

Contar com uma Justiça que não se dobra em demasia ao poder político e econômico de suspeitos e réus é um dos traços que distingue países desenvolvidos de Estados mais bananeiros. É importante, porém, que os eventos como os que eu acabei de descrever sejam fruto de uma cultura institucional disseminada e não apenas de uma conjunção mais ou menos fortuita de policiais, promotores e magistrados acima da média.

É nesse contexto que o fatiamento pode revelar-se uma oportunidade. Operadores do direito que receberem agora algum braço da Lava Jato não terão muito como escapar a uma comparação com o juiz Sergio Moro e os procuradores de Curitiba. Imagino que farão tudo para não aparecer na foto como procrastinadores ou mesmo pizzaiolos. Se isso de fato ocorrer, uma pequena e benfazeja revolução cultural terá se espalhado pelo normalmente fossilizado Judiciário brasileiro.

Uma vez que os prejuízos à operação, embora potencialmente graves, não são incontornáveis, penso que vale a pena tentar. A medida, de resto, ajuda a afastar a narrativa paranoica segundo a qual tudo não passa de uma perseguição das elites contra o governo amigo dos pobres.

O impeachment causa mais dores... Será?

Josias de Souza


Às voltas com cortes orçamentários que somam pelo menos R$ 9,1 bilhões, o Ministério da Saúde prevê que o SUS evoluirá em 2016 da situação precária em que se encontra para um quadro dramático. Ignorada pela área econômica do governo, a pasta da Saúde tenta convencer deputados e senadores a usar verbas das chamadas emendas de parlamentares para restituir parte do dinheiro cortado. O quadro é de mendicância político-administrativa.

Se nada for feito, o Programa Farmácia Popular, que vende remédios a preços baixos, deixará de existir no ano que vem. Estima-se na pasta da Saúde que o dinheiro destinado a procedimentos como hemodiálise e cirurgias eletivas, com data marcada, acabará até outubro de 2016. Também a verba que financia o Samu, Serviço de Atendimento Móvel de Urgência, acabará três meses antes do final do ano.

Sob o impacto da queda na arrecadação de impostos, a previsão de gastos do governo com Saúde no ano que vem foi reduzida em R$ 3,8 bilhões. Como se fosse pouco, foram passados na lâmina R$ 5,3 bilhões que seriam destinados aos chamados procedimentos médicos de média e alta complexidade. Encaixam-se nessa categoria, por exemplo, as consultas especializadas, os tratamentos de câncer, as cirurgias cardíacas, as neurocirurgias, assistência a vítimas de queimaduras, distrofias musculares e um imenso etcétera.

Em meio a esse quadro de penúria que desafia a tese oficial segundo a qual os gastos sociais não foram afetados pelos cortes, Dilma Rousseff negocia com o baixo clero do PMDB da Câmara, na bacia das almas da sua reforma ministerial, o Ministério da Saúde. Faz isso para tentar reduzir os risco de abertura de um processo de impeachment.

No jornal Lance!, o Vascão está com tudo!


Os destaques do jornal A Gazeta


Na capa d'O Globo


A capa de hoje do Jornal da Paraíba


As manchetes de jornais brasileiros nesta terça-feira

Folha: Negócios no país vivem caos total, diz banqueiro

Globo:  Bolsa cai 42% em dólar e empresas fecham capital

Extra: Governo planeja aumentar o IPVA de carro flex e com GNV

ValorEconômico: Dívida pública federal sobe para R$ 2 trilhões e 686 bilhões

- Estadão: Obra mantida pela Petrobras para e mais de 800 são demitidos

ZeroHora: Dólar tem alta de 3,37% e fecha a R$4,10 nesta segunda


EstadodeMinasPSDB e PT juntos. Na crítica a Dilma

CorreioBraziliense: Alô, alô, marciano

CorreiodaBahia: Mutirão para negociar dívidas com os bancos

- OPovo: Palanques de 2016 começam a se definir

DiáriodePernambuco: Como se adequar à nova lei do emprego doméstico

CorreiodaParaíba: CFM barra selfie e médico exibido

segunda-feira, 28 de setembro de 2015

Em virtude do falecimento de Nildinho Meireles, a Câmara de Vereadores de Cajazeiras adia sessões já aprazadas. Vejam a nota assinada pelo vereador Marcos Barros.


Informações sobre o velório e o sepultamento do nosso amigo Nildinho, em Cajazeiras.

Aos amigos e familiares de Nildemberg de Souza Meireles, o nosso inesquecível Nildinho

Nilsinho informa que o velório do seu irmão, Nildinho, falecido hoje em João Pessoa, ocorrerá no Memorial Esperança, ao lado do Hospital Regional de Cajazeiras. O sepultamento está previsto para amanhã, terça-feira, às 10 horas, no cemitério Coração de Maria, no centro da cidade.

Todos estão convidados para estes solenes atos de solidariedade e fé.

Minha amiga Léa Silva divulga manifestação de pesar pelo falecimento do nosso Nildemberg Meireles, o Nildinho.



Quero em nome da nossa família e da Casa Civil do Governo do Estado da Paraíba nos acostar a família do nosso amigo e Presidente da Câmara Municipal de Cajazeiras, Nilsinho Lopes Meireles Filho, pelo falecimento do seu irmão, Nildemberg de Sousa Meirelles, nosso querido Nildinho

Neste momento de dor elevamos nossas orações a Deus para que possa confortar a familia e amigos.

Léa Silva 
Secretária-Chefe da Casa Civil do Estado da PB.
Reinaldo Azevedo

É certo que a população está indignada com a roubalheira, e a cada novo episódio a revelar a desfaçatez com que essa gente governa o Brasil e a sem-cerimônia com que meteu a mão no dinheiro público, a revolta cresce. Mas não é menos verdade que, fosse outra a situação econômica, talvez Dilma vivesse dias melhores. Já escrevi aqui e reitero: em 2005, o mensalão também abalou bastante a reputação de Lula. Mas a economia se encarregou de minimizar os estragos e se sabia que viria pela frente uma jornada positiva. E agora? Bem, agora a situação é radicalmente distinta.

Indignação e crise econômica não compõem uma boa mistura para nenhum governante. Mas é claro que a brutal impopularidade de Dilma decorre do estelionato eleitoral, visível como nunca antes na história e coisa e tal. Notem: em 2003, Lula também jogou fora boa parte das bobagens que disse em campanha. Só que a situação era diferente.

Lula estreou no poder se desmentindo, mas aquilo foi bom para o país. Ainda bem que os petistas jogaram no lixo suas ideias esdrúxulas, que começaram a ser aplicadas para valer só no segundo mandato de Lula e levadas ao extremo no primeiro de Dilma. O estelionato do Babalorixá de Banânia, à sua maneira, pacificava o país; o de Dilma inflama as ruas.

Nesta segunda, vai ao ar o programa do PSDB no horário político. E, mais uma vez, o partido vai confrontar Dilma com Dilma: mais uma vez, se vai pegar o que Dilma fez para confrontar com o que Dilma fala. E, meus caros, fazer o quê? Já presidente, ela se disse, sim, contrária à recriação da CPMF e, numa entrevista à jornalista Patrícia Poeta, em 2011, no “Jornal Nacional”, não teve dúvida: chamou o imposto de “engodo”.


Taí. Ela se disse contra a CPMF em 2011. Ainda assim, quando se referiu à dita-cuja, falou sobre a necessidade de arrumar fontes de financiamento para a Saúde. O governo quer, no entanto, criar uma taxação atrelada à Previdência.

O tema apareceu, sim, no debate eleitoral de 2014. Dilma avançou sobre Marina Silva, que não soube se defender, acusando-a de ter votado contra a CPMF, mas de se dizer a favor. A líder da Rede se atrapalha um tanto. 

Peixes e petistas morrem pela boca, não?

É do balacobaco ter de ouvir Dilma dizer que “governar o Brasil requer firmeza, coragem, posições claras e atitude firme”. Aquela que mandou para o Congresso um Orçamento com rombo de R$ 30,5 bilhões para dizer, uma semana depois que havia mudado de ideia, ainda ousou: “Não dá para improvisar”. É bem verdade que ela soltou tudo isso, de forma encadeada, porque estava lendo um papel.

Há quem fique bravo com o PSDB por levar ao ar cobranças assim. Que coisa, né? Vai ver os tucanos, depois de perder a eleição para Dilma, que faz o exato oposto do que prometeu, deveriam agora apoiar a presidente e dizer no máximo: “Viram? Nós falamos que ela estava contando mentiras…”

Não! A presidente tem de responder por suas palavras e por seus atos. Se, no espaço institucional, não for a oposição a cobrar isso dela, será quem? Afinal, as ruas já estão cobrando! Ou alguém sugere que os oposicionistas rachem com Dilma o ônus de governar e a impopularidade?

Deveria haver um limite para a vigarice intelectual e política. Mas, infelizmente, não há.

Meus amigos vascaínos estão descontando no Guerreiro o infortúnio do Flamengo-freguês...





O PT vai se despedindo de Dilma e estabelecendo estratégia para virar oposição...já que não tem outro jeito.

Hoje o PT começa a derrubar Dilma
O Antagonista

O PT, hoje, apresenta seu plano para a economia.

Resultado: o dólar deve voltar a superar os 4 reais.

O documento do PT, intitulado “Por um Brasil Justo e Democrático”, condena o pacote fiscal proposto por Dilma Rousseff, dizendo:

"O ajuste fiscal em curso está jogando o país numa recessão, promove a deterioração das contas públicas e a redução da capacidade de atuação do Estado em prol do desenvolvimento. Mais grave é a regressão no emprego, salários, no poder aquisitivos e nas políticas sociais".

E também:

"A lógica que preside a condução do ajuste é a defesa dos interesses dos grandes bancos e fundos de investimento. Eles querem capturar o Estado e submetê-lo a seu estrito controle, privatizar bens públicos, apropriar-se da receita pública, baratear o custo da força de trabalho e fazer regredir o sistema de proteção social".

O PT decidiu derrubar Dilma Rousseff derrubando, antes dela, Joaquim Levy.
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O PT só pensa em reciclar

Os coordenadores do plano econômico do PT, entrevistados pelo site que, segundo a Lava Jato, reciclou o dinheiro do Petrolão, querem abater o pacote fiscal de Joaquim Levy e reciclar as burradas do primeiro mandato de Dilma Rousseff.

Eles disseram:

"A nossa democracia é um evento tão recente e incipiente e até para a defesa da democracia é necessário mudar a política econômica. Existem outras alternativas, existe uma outra agenda que a gente também tem de se debruçar sobre ela, e não ficar restrito à agenda proposta pelos setores conservadores e pelo sistema financeiro”.

A proposta dos petistas é "flexibilizar o tripé" e reduzir a taxa de juros na marra:

“O que nós estamos destacando é que a questão fundamental é financeira, pelos juros em que o caso do Brasil é único, não tem similar no mundo”.

A meta, como sempre, é continuar a comprar o voto do eleitorado miserável:

"Essa política econômica vai ampliar o desemprego e a pobreza, certamente vai acontecer isso, que tirará o apoio ao governo dos setores que foram beneficiados nesses últimos anos com as políticas sociais”.

O dólar já voltou aos 4 reais? Ainda não? Vai voltar.