domingo, 31 de maio de 2015

Receita diz que investiga, desde 2002, fraudes de R$ 4 bi no futebol brasileiro

Folha.com

José Maria Marin participa de coletiva de imprensa em São Paulo para apresentar o relatório de sustentabilidade referente à Copa do Mundo 2014

A Receita Federal informou nesta sexta-feira (29) que investiga fraudes no futebol brasileiro há mais de uma década.

Sem citar nomes –alegando sigilo fiscal–, o órgão afirmou que identificou irregularidades envolvendo inclusive alguns dos envolvidos na operação promovida a pedido da Justiça americana na Suíça,que colocou na cadeia o ex-presidente da CBF José Maria Marin e outros seis dirigentes da Fifa.

Segundo a Receita, foram feitas três operações especiais desde 2002, em que foram investigadas 96 pessoas e empresas ligadas ao futebol no país. Essas auditorias resultaram na cobrança de R$ 4,47 bilhões em tributos, multas e juros.

A área de Inteligência da Receita acionou o fisco norte-americano (cujo nome em inglês é Internal Revenue Service) para ter mais informações e possíveis novas provas contra esses investigados e demais envolvidos em fraudes.


Debandada no PT paulista

Prefeitos de redutos históricos do partido negociam a saída da legenda preocupados com o antipetismo em São Paulo. De olho nas eleições de 2016, o PSB é o provável destino

Ludmilla Amaral (ludmilla@istoe.com.br)
IstoÉ

A esvaziada abertura do Congresso Estadual do PT em São Paulo, na sexta-feira 22, compôs o retrato da deterioração do partido no Estado. Como se constata na foto abaixo, as cadeiras dispostas na quadra do Sindicato dos Bancários, antes disputadíssimas, desta vez, careciam de donos. Ao menos 70% delas não foram ocupadas. Nem mesmo o anúncio da presença do ex-presidente Lula motivou os petistas a comparecer. Para não passar pelo constrangimento de ser visto diante de plateia tão reduzida, Lula preferiu cancelar a ida ao evento. No segundo dia do Congresso, Marco Aurélio Garcia, assessor especial da Presidência, desabafou: “Nunca vi uma reunião do PT tão esvaziada quanto ontem, quando se anunciava que o Lula viria, e tão esvaziada quanto hoje, quando no passado as pessoas disputavam o crachá para estar aqui”. O crescimento do sentimento antipetista em São Paulo somado a atitude pusilânime da militância e a falta de perspectiva de reversão deste quadro têm levado lideranças do PT no Estado a planejar deixar a legenda. Preocupados com seu futuro político, que estará em jogo nas eleições municipais de 2016, prefeitos e vereadores de cidades paulistas dominadas pelo PT já abrem diálogo com o PSB com o objetivo de migrar para a legenda antes de outubro – prazo limite para a troca de partido visando ao pleito do próximo ano.

DEU ATÉ ECO - Petistas não ocuparam nem 30% dos lugares no Congresso Estadual do PT, realizado na sexta-feira 22 em São Paulo

A crescente rejeição ao PT em São Paulo já atingiu redutos tradicionais do partido no Estado. Um caso emblemático é o da cidade de Hortolândia. Comandado pelo PT desde 2005, o município foi o único onde o então candidato Alexandre Padilha (PT) conseguiu superar Geraldo Alckmin (PSDB) na disputa pelo governo de São Paulo. Agora, a cidade de 212 mil habitantes figura entre aquelas em que políticos do PT, temendo o infortúnio eleitoral em 2016, ensaiam sair da sigla rumo ao PSB, seguindo o mesmo caminho trilhado pela senadora Marta Suplicy, que será oficializada na nova casa em junho. O cenário se repete nas cidades de Araçatuba, Bragança Paulista, Jaú e Itupeva.

Nas últimas semanas, as conversas comandadas pelo vice-governador de São Paulo, Márcio França (PSB), ganharam força. “Tenho sido procurado sim por prefeitos do PT. O diálogo conosco está aberto”, afirmou França à ISTOÉ. O prefeito de Itupeva, Ricardo Bocalon (PT), admite ter conversado com o PSB. Embora ainda não tenha sacramentado a saída do PT, o discurso de partida já está bem ensaiado. “Eu e outros prefeitos do partido estamos pedindo à direção para darem mais atenção às cidades menores em que o PT governa. Se as coisas não mudarem, vamos buscar uma outra alternativa”. Na tentativa de estancar a deserção, dirigentes do PT têm realizado viagens às cidades comandadas pelo partido com o objetivo de convencer potenciais desertores de sua importância para a sigla. Pode ter sido tarde.

Foto: Alex Silva/Estadão Conteúdo

A tática é sempre a mesma: mentir na propaganda e fazer o contrário do que promete.

Sobrou até para o Bolsa Família

Principal programa social de Dilma sofrerá um corte de R$ 800 milhões, contrariando projeção de aumento feita pelo governo. Dados estão no levantamento da comissão de orçamento obtido por ISTOÉ

Josie Jeronimo (josie@istoe.com.br)
ISTOÉ

O governo garantiu que não, mas a tesoura do ministro da Fazenda, Joaquim Levy, vai cortar pelo menos R$ 800 milhões do Bolsa Família, carro-chefe da política social do PT. Na versão oficial, o valor destinado ao programa em 2015 terá um aumento de R$ 1,2 bilhão em relação ao desembolsado ano passado. No entanto, uma análise mais cuidadosa feita por integrantes da Comissão Mista de Planos, Orçamentos Públicos e Fiscalização do Congresso detectou traços de maquiagem nessa conta de aparente saldo positivo. O que o governo não informou, ao anunciar o Orçamento 2015, é que, este ano, o Bolsa Família terá de absorver um custo extra decorrente de um reajuste de 10% concedido na véspera da campanha eleitoral do ano passado pela presidente Dilma Rousseff. Com o aumento, haverá um acréscimo de R$ 2 bilhões nas despesas com o programa. Ou seja, se o Orçamento prevê um repasse de R$ 1,2 bilhão a mais em relação ao ano passado, a conta ficará defasada em R$ 800 milhões e, em vez de aumentar, o governo reduzirá o montante destinado ao programa.


A canetada com ganhos eleitorais para Dilma em 2014 provocou um aumento médio de R$ 150 para R$ 167 nos benefícios. Em valores absolutos, o Bolsa Família dispõe de R$ 27,7 bilhões para 2015. Para um dos titulares da Comissão Parlamentar do Orçamento, o deputado Júlio Cesar (PSD-PI), integrante da base aliada do Planalto, o governo deveria ter divulgado a informação correta ao anunciar o planejamento orçamentário para este ano. “Acho que eles estão enganando a gente. Vai faltar dinheiro para pagar a conta do Bolsa Família. Para manter o padrão do programa, o governo vai ter de ser mais exigente na concessão do benefício”, afirma o parlamentar. Como saída para honrar os compromissos com os quase 14 milhões de pessoas que participam do programa, mesmo com o corte de R$ 800 milhões, Cesar sugere aumentar o rigor no combate às fraudes.

O Ministério do Desenvolvimento Social (MDS) nega haver defasagem entre o dinheiro disponível e as despesas do Bolsa Família. Também não reconhece a intenção de enxugar a folha de pagamento inibindo novas adesões, ou mesmo, apertando a fiscalização para eliminar os que têm renda familiar mensal acima de R$ 154 por pessoa. Mas, em 2014, foi assim que a pasta procedeu para diminuir os gastos. Segundo o ministério, mais de 1,2 milhão de famílias deixou de receber a complementação de renda. O número é expressivo, pois representa 8,6% do universo de 13,9 milhões de beneficiários. O corte foi feito após revisão cadastral das famílias e cruzamento de dados do Cadastro Único com outras listas que indicam rendas extras ou situação funcional dos beneficiários. Segundo o Ministério, porém, não se pode dizer que essa redução será novamente aplicada este ano. 

A falta de transparência do governo na elaboração das metas orçamentárias preocupa outro membro da Comissão Mista de Orçamento. O deputado Nelson Marchezan Júnior (PSDB-RS) encaminhou um requerimento de informações ao ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, e ao presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, sobre as saídas do caixa do Tesouro para pagar as despesas do Bolsa Família de 2015. O tucano ainda não obteve resposta. A suspeita do parlamentar é que as “pedaladas fiscais” flagradas em 2014 estejam se repetindo este ano. A manobra consiste em usar bancos públicos para pagar despesas que deveriam sair do Tesouro. Ao reter recursos de despesas obrigatórios por mais tempo em caixa, o governo eleva artificialmente seu resultado de superávit, demonstrando uma saúde financeira superestimada.

A inflação crescente também representa perdas aos beneficiários do Bolsa Família. À medida que os preços sobem, a verba concedida pelo governo federal perde força para custear itens básicos como alimentos e energia elétrica. Na opinião de Nora Raquel Zygielszyper, professora de economia da Fundação Getúlio Vargas , o arrocho fiscal e o cenário de aumento de preços podem estrangular o programa. “Corre-se o risco de perder a eficácia se não acompanhar o ritmo da inflação”, afirma a economista. Se essa situação se agravar, certamente os representantes do governo ainda terão muito a explicar. 

REALISMO
Dias depois do anúncio do Orçamento 2015 pelo ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, o ministro da Fazenda, Joaquim Levy (foto), disse que a previsão orçamentária era irreal

Os destaques do jornal Hoje em Dia


Os destaques do jornal O Estado de São Paulo


Na capa d'O Globo


A capa do Jornal da Paraíba


As manchetes de jornais brasileiros neste domingo

Folha: Temer reconhece erros do governo e pede paciência

Globo:  Pobreza extrema no Rio é maior do Sul-Sudeste

Extra:  Domésticas

ValorEconômico: Dólar volta a disparar

Estadão: Após ajuste, Planalto tenta conter ataques do PT contra Levy

ZeroHora: Cidade ocupada

EstadodeMinas: Partidos protocolam no STF pedido de suspensão da reforma política

CorreioBraziliense: Brasileiros enxugam gastos antes de Dilma

CorreiodaBahia: Inscritos no Enem já passam de 3 milhões

- OPovo: Crise na saúde: um instituto de R$ 458 milhões

JornaldoCommercio: Whats App é... a nova arma

JornaldaParaíba: Afinal, o que muda com a Reforma Política?

Vejam o que o maior portal de notícias do Brasil diz sobre o nosso Renato Cajá. E merecidmente!

Em quatro rodadas, Renato Cajá brilha como o 'artilheiros dos gols bonitos' 
Do UOL, em São Paulo

O Campeonato Brasileiro está apenas na quarta rodada, mas já apresenta um candidato a 'artilheiro dos gols bonitos': Renato Cajá. O experiente meia da Ponte Preta balançou as redes em três jogos da competição até aqui, sempre acertando bonitos gols de longa distância.

O primeiro gol de Cajá veio logo na primeira rodada do Brasileirão, em jogo fora de casa contra o Grêmio. Naquele jogo, o time da casa vencia por 2 a 0 até os 17 min do segundo tempo, quando o meia recebeu na entrada da área e mandou de perna esqureda, no ângulo. A partida terminou 3 a 3.

O lance foi semelhante ao protagonizado por ele na segunda rodada, quando a Ponte recebeu o São Paulo em Campinas. A equipe da casa venceu por 1 a 0, graças ao gol de Renato Cajá aos 13 min da etapa inicial, que mandou de perna esquerda da intermediária e venceu Rogério Ceni.

Neste sábado, pela quarta rodada do Brasileirão, Renato Cajá não decepcionou e marcou mais um gol com categoria. Desta vez, já no fim do jogo em Campinas contra a Chapecoense, o meia aproveitou uma sobra de bola no meio de campo e mandou mais um petardo de perna esquerda, encobrindo o goleiro Danilo. Vitória da Ponte por 3 a 1.

Na Ponte Preta, a receita vai se consolidando. Precisa de um gol bonito? Dê a bola na perna esquerda de Renato Cajá.

sábado, 30 de maio de 2015

No jogo Ponte Preta 3 x 1 Chapecoense, o nosso Renato Cajá fez um golaço. Coisa linda de ver esse gol!


Um homem organizado anota tudo...

LAVA JATO
ANDRÉ VARGAS FEZ LISTA DAS PROPINAS QUE RECEBEU

VEJA LISTA COMPLETA DE EMPRESAS QUE FIZERAM PAGAMENTOS A VARGAS
DiáriodoPoder

EX-DEPUTADO ANDRÉ VARGAS (EX-PT-PR). 

A Polícia Federal apreendeu no computador pessoal do ex-deputado André Vargas (ex-PT-PR) uma planilha com as empresas suspeitas de pagar propina ao político desde dezembro de 2011, durante seu mandato, e até 28 de março de 2014, onze dias depois da Operação Lava Jato. No total, 193 empresas (confira a lista abaixo) pagaram à LSI Solução em Serviços Empresariais Ltda, de Vargas, um total de R$ 3,170.292,02.

Parte da lista da corrupção é de fornecedores que pagavam à LSI, de André Vargas, as comissões devidas à Borghi/Lowe Propaganda.

A suspeita na Lava Jato é que a agência de propaganda Borghi/Lowe obteve contrato milionário na Caixa graças ao lobby de André Vargas.

Entre as empresas da planilha de André Vargas estão fornecedoras da Borghi/Lowe e também outras empresas com interesses no governo.

André Vargas, ainda preso, foi denunciado pelo Ministério Público este mês por corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa. 

Abaixo, a planilha completa apreendida pela PF:





Lirinha Galvão parabeniza Newton 'Tita' Vilhena e envia votos de pronta recuperação ao nosso amigo-irmão.


Queridos amigos, Tita e Zelinha, recebam como presentes nossas orações e bons votos nesta data. 

Estamos confiantes, solidários e a disposição de vocês. Muitos aniversários virão para juntos comemorarmos. Um grande beijo, amigos amados! 


As flores são do nosso jardim, para vocês com muito amor. 

Lirinha, Vianney, Victor, Camila e Vinicius.

Bode Gaiato 'num é besta não'....



A Polícia Federal descobre um esquema milionário operado por amigo do governador de Minas Gerais. O Ministério Público acusa a mulher de Pimentel de conivência com os desvios

FILIPE COUTINHO
Época

Na manhã desta sexta-feira (29), quando subiram pelas escadas do Bloco B da 114 Sul em Brasília, rumo ao confortável apartamento no 4º andar, os agentes da Polícia Federal sabiam que adentrariam um endereço que guarda alguns dos maiores segredos da República. O apartamento é uma espécie de sede paralela do Palácio das Mangabeiras, residência oficial do petista Fernando Pimentel, governador de Minas Gerais. Está registrado em nome da mulher dele, a jornalista Carolina de Oliveira Pereira (na foto acima com o marido). Durante o primeiro mandato da presidente Dilma Rousseff, quando era o poderoso ministro do Desenvolvimento e Comércio Exterior, Pimentel e sua então namorada Carolina promoviam jantares discretos com políticos, empresários e lobistas, segundo fontes que participavam desses convescotes. A sala ampla acomodava bonitos quadros e uma mesa de jantar para oito pessoas. Uma empregada com uniforme servia sorrisos e boas bebidas. Falava-se muito de negócios, especialmente no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, o BNDES. Pimentel era presidente do Conselho de Administração do banco. Pimentel morava no apartamento. Guardava suas coisas lá. Agora, os agentes da PF recolheriam, com ordem judicial, o que houvesse no imóvel: dinheiro, computadores, pen drives, papéis.
Um parecer do Ministério Público diz que Carolina Oliveira, mulher de Fernando Pimentel, seria "conivente" com o esquema do empresário Benedito Oliveira, amigo do casal (Foto: Reprodução)

Ainda no começo do dia, também em Brasília, os agentes estiveram na sede da Oli Comunicação e Imagem, empresa que pertence a Carolina. A operação da PF, batizada de Acrônimo, investiga um esquema de lavagem de dinheiro desviado de contratos com o governo federal. A PF estava na rua – e nos bons apartamentos de Brasília e de outras cidades – para buscar mais provas do esquema. Entre os alvos, além da primeira-dama de Minas, brilhava um empresário que participou da campanha de Pimentel e da primeira eleição da presidente Dilma Rousseff, em 2010: o empresário Benedito Oliveira, o Bené. ÉPOCA obteve acesso ao inquérito da operação. De acordo com o Ministério Público Federal, que fundamentou os pedidos de busca e apreensão em 90 endereços, a Oli “seria uma empresa fantasma, possivelmente utilizada para os fins da ORCRIM (organização criminosa) com a conivência de sua proprietária Carolina de Oliveira Pereira” (leia abaixo). 

Foi exatamente o que revelou ÉPOCA em novembro passado, numa reportagem. Nela, a revista, com base em entrevistas com a turma de Pimentel e documentos sigilosos, demonstrava que a empresa de Carolina era fantasma. Mostrava também que a ascensão financeira de Bené, dono de gráficas e empresas de eventos com contratos no governo petista, coincidiu com a ascensão política de Pimentel. Bené até indicara assessores e um secretário do Ministério do Desenvolvimento. E fora o dínamo da campanha de Pimentel ao governo de Minas.
A página da reportagem de ÉPOCA, publicada em novembro, que alavancou a operação da Polícia Federal, e o empresário Benedito Oliveira, amigo do casal Carolina Oliveira e Fernando Pimentel, 

A reportagem de ÉPOCA alavancou uma investigação da PF sobre Bené, que começara no mês anterior. Durante a eleição, ele fora detido no aeroporto de Brasília, num King Air de sua propriedade, com R$ 116 mil. Vinha de Minas. Não esclareceu a origem do dinheiro. Como se revelou na reportagem, o prefixo do avião (PR-PEG) trazia as iniciais dos filhos de Bené – daí “Acrônimo”, o nome da operação da PF. De acordo com a investigação que se seguiu, culminando com as batidas na sexta-feira, Bené era o cabeça do esquema. Foi preso, assim como o publicitário Victor Nicolato, parceiro dele, que ajudou a coordenar a campanha de Pimentel no ano passado.

O esquema de Bené, segundo as investigações, não era sofisticado. Ele conseguia contratos superfaturados com o governo do PT, valendo-se de sua influência junto a próceres do partido, lavava o dinheiro por meio de uma vasta rede de empresas – e, após embolsar sua parte, repassava o butim para sua turma. Nas palavras da PF, o amigo de Pimentel “seria o operador de organização criminosa estruturalmente ordenada e com clara divisão de tarefas, a qual teria por atividade o desvio de recursos públicos, por meio de contratos não executados e/ou superfaturados com entes federais, mormente no setor de eventos e gráfico, e a posterior lavagem desses recursos, utilizando para tanto diversas empresas, com abuso da personalidade jurídica e confusão patrimonial, inclusive com interposição de pessoas”.

ÉPOCA obteve um documento, já em poder da PF, que mostra que a investigação esbarrará em outra personagem que também orbitou a campanha e a convivência de Dilma: a ex-ministra da Casa Civil Erenice Guerra. Em maio do ano passado, Erenice acertou um contrato de sociedade com a Brasil Século III, de Virgílio Guimarães – era por meio dessa empresa, segundo a investigação, que o petista recebia dinheiro do esquema de Bené. De acordo com a PF, o ex-deputado petista, cuja biografia se notabilizou por ter sido o agente que promoveu o encontro do publicitário Marcos Valério, preso como operador do mensalão, com o PT, era destinatário do “envio frequente de recursos financeiros de Benedito” em benefício próprio e “outras pessoas indicadas”. O contrato entre Erenice e Virgílio visava “promover o desenvolvimento sustentável e competitivo” da FBM Farma, uma indústria farmacêutica pertencente ao grupo Hospfar Indústria e Comércio de Produtos Hospitalares, que mantém em 2015 contratos de R$ 10,6 milhões com o governo federal. Em 2014, a empresa recebeu R$ 61,4 milhões dos cofres públicos, o dobro do ano anterior. A companhia, que já foi alvo de investigação do Tribunal de Contas da União, contratou Erenice Guerra para advogar em seu favor.

A polícia federal cita Virgílio Guimarães como beneficiário do esquema de Benedito Oliveira. Um contrato de consultoria entre Erenice Guerra e Virgílio mostra a conexão com Bené 

A relação próspera entre Bené e o PT resultou numa multiplicação extraordinária da fortuna do empresário. De 2005 para cá, o faturamento de seu grupo formado por cerca de 30 empresas passou de R$ 400 mil para R$ 500 milhões. Esse salto gigantesco foi impulsionado graças a contratos superfaturados fechados com órgãos públicos, segundo a Polícia Federal. As empresas de Bené possuíam contratos de centenas de milhões de reais com os ministérios das Cidades, da Educação e do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, entre outros. A Gráfica e Editora Brasil, controlada pela família de Bené, recebeu R$ 294,2 milhões entre 2004 e 2014. Quase um terço desse valor foi desembolsado pelo Ministério da Saúde. O inquérito da PF apontou ao menos 39 contratos com indícios de irregulares encontrados em auditorias realizadas pelo TCU e pela Controladoria-Geral da União. “São várias empresas com sócios entre si, com os mesmos endereços, sendo algumas delas fantasmas. O objetivo disso era realizar a lavagem de valores, provavelmente oriundos de fraudes licitatórias”, diz o procurador da República Ivan Cláudio Marx, do Núcleo de Combate à Corrupção do Ministério Público Federal no Distrito Federal e responsável por conduzir o caso com a Polícia Federal.

Em nota, o advogado Pierpaolo Bottini afirma que Carolina Oliveira “viu com surpresa a operação de busca e apreensão” em sua antiga casa, em Brasília. “Carolina acredita que a própria investigação vai servir para o esclarecimento de quaisquer dúvidas”, diz o texto. O governo de Minas Gerais afirmou, em nota, que não é objeto da investigação. Procurado, o advogado de Bené, Celso Lemos, não retornou as ligações. ÉPOCA também não conseguiu contato com o ex-deputado Virgílio Guimarães e Erenice Guerra.

Agora, os investigadores tentarão identificar o destino dos recursos desviados. O delegado do caso, Dennis Cali, deu pistas dos próximos passos. Perguntado se Pimentel era um dos investigados, o delegado dizia que não. E completava: “Até o momento”.

Vou logo dizer: menino é 'bicho rim'! Será culpa da mãe? Vejam o vídeo...



Sugestão de Antônio Alves

Quando sair para cometer crimes, lembre-se que cadeia não presta...E a desculpa de ser 'herói do povo brasileiro' não cola mais

Depressão, choro e inapetência
Lauro Jardim

Vaccari Neto: sem fome na carceragem de Curitiba

Preso desde abril, em Curitiba André Vargas pediu atendimento psiquiátrico. Está deprimido.


Luiz Argôlo, preso na mesma leva, só faz chorar na carceragem.

Já João Vaccari Neto tem, com frequência, se recusado a comer.

Nosso adeus a José Adegildes Bastos, um dos maiores nomes da radiofonia de Cajazeiras. À família, na pessoa de Giselda, e amigos as nossos condolências.

Morre em Cajazeiras um dos fundadores da Rádio Difusora. Ele estava internado no HRC

Adegildes tinha 86 anos de idade e estava internado a quase 30 dias na (UTI) Unidade Terapia Intensiva do HRC.


Morreu no final da tarde desta sexta-feira (29), no Hospital Regional de Cajazeiras, um dos precursores da radiofonia cajazeirense, o senhor José Adegildes Bastos

Adegildes tinha 86 anos de idade e estava internado a quase 30 dias na (UTI) Unidade Terapia Intensiva do HRC. 


O empresário foi o fundador do primeiro sistema de som de Cajazeiras a NPR (Norte Publicidades Radiofônicas), no ar até hoje, desde 1960. Ele também foi um dos fundadores da Difusora Rádio Cajazeiras, ao lado do proprietário da emissora, Mozart de Souza Assis (in memorian), onde por vários anos também exerceu a função de diretor de programação.


José Adegildes Bastos também era proprietário da Casa Norte, no centro da cidade de Cajazeiras, uma das lojas mais tradicionais da Terra do Padre Rolim. 

Seu corpo está sendo velado na Central de Velórios Memorial Esperança, próximo ao Hospital Regional de Cajazeiras e seu sepultamento acontecerá neste sábado em hora ainda não definida pela família. 

Adegildes era pai do diretor da Rádio Oeste da Paraíba, Robson Bastos.

Depoimentos
“Lamentamo muito a morte do amigo e patrão, José Adegildes, homem do bem que fez muito pela radiofonia desta cidade”, destacou Heraciel de Souza, locutor da NPR.

“Cajazeiras perde muito com a morte deste grande homem. Foi um dos meus primeiros professores de rádio”, destacou o jornalista Gutemberg Cardoso

“Tive a honra de ser amigo de Zé Aldegildes, gente muito boa, só lamento não ter tido a oportunidade de ter o entrevistado, mas aprendi muito com seus ensinamentos na época que passei pela Rádio Oeste da Paraíba, descanse em paz amigo”. Declarou o diretor administrativo do Sistema Diário do Sertão, Petson Santos.

A primeira página do jornal Hoje em Dia


As manchetes do jornal O Estado de São Paulo


Na capa d'O Globo


A capa do Jornal da Paraíba


As manchetes de jornais brasileiros neste sábado

Folha: PIB cai 0,2% e aponta ciclo recessivo no Brasil

Globo:  Melhor só em 2017 [PIB do Brasil encolhe 0,2% no trimestre]

Extra:  Renunciar jamais Blatter é reeleito na Fifa; Nero fica na CBF

ValorEconômico: Polícia Federal prende empresário ligado ao PT

Estadão: PIB do trimestre encolhe 0,2% e Levy fala em 'incertezas'

ZeroHora: Ajuste na economia faz PIB encolher 0,2%

EstadodeMinas: [Fifa e CBF] Eles não vão tirar o time

CorreioBraziliense: #corrupção NÃO

CorreiodaBahia: Filho é preso após matar mãe e esconder o corpo dentro de armário de casa

- DiáriodoNordeste: Economia recua no 1º trimestre

DiáriodePernambuco: Parecia que não iria acabar nunca

JornaldaParaíba: [Insegurança] Chega!

sexta-feira, 29 de maio de 2015

PF prende empresário e ex-assessor ligados ao PT de Minas Gerais

Leandro Prazeres
Do UOL, 

A PF apreendeu uma aeronave bimotor avaliada em R$ 2 milhões e pelo menos 10 carros de luxo, entre eles caminhonetes e uma Land Rover, durante a operação Acrônimo, em Brasília. Também foram presas cinco pessoas, entre elas, o empresário Benedito Rodrigues de Oliveira, ligado ao PT e fornecedor da campanha do partido em Minas Gerais, e Marcier Trombiere Moreira, que trabalhou para a campanha de Fernando Pimentel (PT) ao governo de Minas no ano passado 

A Polícia Federal prendeu, nesta sexta-feira (29), quatro pessoas investigadas por associação criminosa para a lavagem de dinheiro como parte da operação Acrônimo, deflagrada em três Estados e no Distrito Federal. Segundo o delegado Dennis Cali, responsável pela investigação, há suspeitas de que o dinheiro lavado vinha de contratos superfaturados e não executados. A PF também investiga se o dinheiro desviado abastecia campanhas políticas. Uma outra pessoa foi presa por porte ilegal de arma.

Entre os cinco presos, estão o empresário Benedito Rodrigues de Oliveira, ligado ao PT e fornecedor da campanha do partido em Minas Gerais, e Marcier Trombiere Moreira, que trabalhou para a campanha de Fernando Pimentel (PT) ao governo de Minas no ano passado. Segundo a PF, Benedito seria o líder do esquema. Ele seria o sócio um grupo de pelo menos 30 empresas que manteria contratos fraudulentos com o governo federal em áreas como serviços gráficos e eventos. Ainda segundo Dennis Cali, o faturamento do grupo de empresas liderado por Benedito saltou de R$ 400 mil para R$ 500 milhões em pouco mais de seis anos. A PF não divulgou os nomes dos outros três presos.

A investigação conduzida pela PF começou em outubro de 2014, quando PF deteve cinco pessoas e apreendeu R$ 113 mil em um avião bimotor no aeroporto de Brasília. A aeronave vinha de Belo Horizonte. Benedito Rodrigues e o ex-assessor do Ministério da Cidades Marcier Trombiere Moreira estavam entre os detidos.

Benedito Rodrigues já havia sido investigado pela PF anteriormente por suspeitas de participar de um esquema para a produção de dossiês contra políticos do PSDB durante as eleições de 2010. Uma de suas empresas, a Dialog, havia recebido pelo menos R$ 200 milhões em contratos com o governo federal.

À época, a coligação de Pimentel emitiu nota em que admitia que Benedito Rodrigues e Marcier Trombiere haviam trabalhado para a campanha, mas que não poderia se "responsabilizar pela conduta de fornecedores".

O delegado Dennis Cali disse que, até o momento, o governador de Minas Gerais e outras autoridades com foro privilegiado não são investigados, mas afirmou que há a possibilidade de a investigação ter "novos desdobramentos" a partir da análise dos documentos apreendidos nesta sexta-feira. "Não há nenhuma autoridade com foro sendo investigada. Não há nenhum partido sendo investigado."

Segundo Cali, a investigação ainda está em andamento e dados do TCU (Tribunal de Contas da União) comprovam que houve superfaturamento e inexecução de serviços em contratos mantidos pelas empresas comandadas por Benedito junto ao governo federal. 

"A investigação está em curso. O que nós temos hoje, de fatos levantados, é sobrepreço e inexecução de contratos já reconhecidos pelo TCU. A partir dessa investigação, iniciamos toda essa metodologia de trabalho que hoje culminou com essas buscas", afirmou o delegado.

De acordo com a PF, o grupo tentava despistar as autoridades mudando o quadro societário das empresas envolvidas. Outra estratégia usada pelo grupo era colocar diversas empresas, a maioria de fachada, funcionando no mesmo endereço.

O delegado disse que um dos focos da investigação é verificar se o dinheiro desviado abasteceu campanhas políticas.

"(Abastecimento de caixas de campanha) também é um dos objetos da investigação. Sabemos que ocorreu o sobrepreço, sabemos que ocorreu a inexecução dos contratos e que houve o desvio do recurso público. O objeto da nossa investigação é rastrear para saber por onde esses valores transitaram e como transitaram", afirmou.

A PF informou que investiga duas empresas: a gráfica Brasil e a promotora de eventos Due. A gráfica teria faturado R$ 465 milhões desde 2005 em contratos com o governo federal, e a Due teria recebido R$ 60 milhões também em contratos.

A operação Acrônimo foi deflagrada na manhã desta sexta-feira em Minas Gerais, Goiás, Rio Grande do Sul e Distrito Federal. Noventa mandados de prisão foram expedidos pela Justiça Federal do DF. A PF apreendeu uma aeronave bimotor avaliada em R$ 2 milhões e pelo menos 10 carros de luxo, entre eles caminhonetes e uma Land Rover.

De acordo com o advogado Délio Lins e Silva, Marcier vai pagar a fiança e deve ser liberado ainda hoje. O advogado de Benedito, Celso Lemos, afirmou que "não tem conhecimento de todos os motivos que levaram à prisao de seu cliente", mas acredita que ele deve ser liberado mediante pagamento de fiança.
Derretimento carioca
O Antagonista

A popularidade de Dilma Rousseff derreteu no Rio de Janeiro. Segundo a coluna Expresso, da Época, a série histórica de pesquisas do instituto GPP na cidade do Rio mostra que a petista tinha 10% de reprovação entre os cariocas, em 2011. Neste mês, a reprovação atingiu 71% dos cariocas - sete vezes mais que no início de seu mandato.

Em dezembro de 2011, 57% consideravam o governo Dilma como ótimo ou bom. Hoje, a taxa é de 7%.

No ano passado, Dilma venceu Aécio Neves na capital fluminense por 50 000 votos de diferença.
Edme Tavares de Albuquerque

Francisco Frassales Cartaxo

Ao saber da morte de Edme Tavares, meu primeiro impulso foi repassar situações marcantes de nossa convivência, aliás, pouco intensa, devido às trajetórias de vida, que nos levaram a caminhos e lugares diferentes. Do ponto de vista ideológico, estivemos em campos separados, sempre, embora as contingências políticas tenham favorecido nossa união circunstancial. Na época de estudante, por exemplo, ele foi para o Crato e Rio de Janeiro e eu estudei em Fortaleza e Salvador. A luta eleitoral em Cajazeiras, contudo, nos aproximou, pelo menos em 1963, quando ficamos lado a lado com o empresário Raimundo Ferreira que tentou ser prefeito de Cajazeiras, pela primeira vez. 


Mais de cinquenta anos depois, a lembrança desse fato vem acompanhada da visão romântica do movimento popular liderado por Raimundo (PSB), que sem apoio de nenhum chefe político de peso enfrentou três concorrentes: Chico Rolim (UDN), Acácio Braga (PSD) e o major Zé Leite das Areias (PL). Edme e eu éramos as figuras formalmente de maior realce, tanto que o guia eleitoral, então feito ao vivo, e carros de som anunciavam eventos da campanha mais ou menos assim: hoje no comício falarão o “acadêmico”, Edme Tavares, e o “doutorando” Francisco Sales Cartaxo... Eu estava a quatro meses da formatura na UFBA, por isso o “doutorando”... Quando conto essa história, meus filhos riem à beça... E não só eles. Parece coisa de outro mundo... E é.

Nossas divergências eram de feição ideológica, a Guerra Fria pondo um muro entre as concepções que tínhamos do mundo e da política. Essa marca sempre nos acompanhou, muito embora, outros fatores contribuíram para nos aproximar. Cajazeiras nos unia, acima de qualquer outro valor e das diferenças entre nós. Disto e também das conversas que tivemos em 2008 falarei em próximo artigo. Hoje me limito a transcrever fragmentos de seu perfil, ressaltando alguns fatores do invejável sucesso político-eleitoral de Edme Tavares. Os trechos entre aspas são do livro “Do bico de pena à urna eletrônica”, escrito em 2006, inseridos no item referente à longevidade política de Epitácio Leite Rolim.

“Afeito às articulações palacianas – desde quando, no governo João Agripino, ocupou a subchefia da Casa Civil, seu primeiro cargo público relevante -, Tavares se movimentava com desenvoltura nos gabinetes de autoridades estaduais e federais, descobrindo e assegurando os benefícios que a máquina pública propicia, em termos de captação de recursos para obras e serviços públicos, de posições e empregos para correligionários e aliados políticos em suas bases eleitorais. Dessa forma, Tavares supria uma de suas salientes deficiências: ausência de contato direto com as massas. Faltavam-lhe, portanto, condições espontâneas para granjear popularidade”.


Epitácio o socorria, preenchendo esse vazio. Sempre próximo do eleitor, até por fastio das lides parlamentares, dos ares da capital, Epitácio cumpria o papel de segurar os votos de que o outro necessitava para representar Cajazeiras na Assembleia Legislativa da Paraíba (três mandatos sucessivos) e na Câmara Federal (dois mandatos seguidos), durante 20 anos sem interrupção, de 1971 a 1990”.

Voltarei ao assunto para falar acerca da atuação de Edme no tempo de Ivan Bichara e, também, da lição de pragmatismo que recebi dele em 2008, a propósito da campanha eleitoral e da vitória de Leonid Abreu prefeito de Cajazeiras.

Um problema filosófico a menos...Quer saber? Pula o muro e pergunta a Jupi...

Enviada por Eugênio Feitosa

A capa do nosso jornal Gazeta do Alto Piranhas


A prepotência, a arrogância e a desfaçatez só duram até ser pego com a 'boca na botija'. Depois, desfeito o encanto, não fica nem a marca...

A sede da CBF (Confederação Brasileira de Futebol) com o nome pomposo de José Maria Marin, antes de sua prisão.

Depois da prisão de Marin, na Suiça, o seu nome desapareceu da fachada da sede da CBF. Julgamento sumário e irreversível. Deve ser culpado, né não?

Diversificando os negócios...Mas só pode ser piada. Não é possível que um 'asilado' pense um empreendimento desses....

Sugestão de Ricardo Holanda
Homem é preso acusado de vender mosquitos da dengue para pessoas conseguirem atestados médicos em Goiás 

Na noite da última terça-feira, dia 26, a policia foi até a residência de um homem suspeito de estar realizando a venda de mosquitos da dengue. O objetivo do comércio era adoecer funcionários e estes conseguirem atestados médicos de mais de (7) sete dias úteis. A denúncia que alertou os policiais aconteceu de forma anônima por telefone e foi direcionada à um Instituto de combate à Dengue da cidade de Jataí, em Goiás. 

O homem foi identificado como M.Q e estava descansando em sua casa no momento da prisão. Na parte de trás da casa foram encontrados criadouros de larvas. Já na parte de dentro os policiais encontraram panfletos com informações sobre como combater a doença, informando às pessoas que ingerissem uma quantia excessiva de líquidos e a procurassem um médico assim que o primeiro sintoma surgisse. 

Assim que foi pressionado, M.Q entregou-se e disponibilizou uma agenda com nomes que serão investigados por fraude. O homem ainda é suspeito por formação de quadrilha, já que um esquema foi montado para que a venda acontecesse sempre no mesmo local. 


Conforme os insetos se desenvolviam, eles eram passados para uma encubadora até chegar na fase de mosquitos, para então serem distribuidos em pequenos potes descartáveis. Todo o material encontrado na casa foi levado para averiguação. 

Os ambientalistas afirmaram que larvas podem ter se desenvolvido antes mesmo do que eles previam, e que certamente o homem suspeito pode ter sido um dos responsáveis pelo aumento dos casos da doença na região. Se todas as acusações se confirmarem, M.Q poderá pegar até 18 (dezoito) anos de prisão, sendo 6 (seis) em regime semi-aberto. 

Fonte: PJN