quinta-feira, 30 de abril de 2015

Henrique de Amâncio acusado de esfaquear e queimar comerciário em Cajazeiras comete suicídio na BA

A advogada Catharine Rolim Nogueira confirmou o suicídio do jovem conhecido como “Henrique de Amâncio”, acusado de esfaquear e queimar vivo o comerciário Roberto Santos, no dia 4 de abril de 2015, na Rua São Sebastião.

O crime causou grande revolta na cidade do Padre Rolim. O acusado se apresentou à Justiça, mas foi liberado por falta de um mandado de prisão e, desde então, encontrava-se foragido.

No dia do fato o acusado foi até a casa da vítima além de esfaquear ateou fogo na vítima que ainda denunciou quem teria cometido o crime.

O suicídio se deu no estado da Bahia.

O corpo de Henrique de Amâncio deverá ser transladado para Cajazeiras onde deverá ocorrer o sepultamento.

Eles sabem que Vaccari 'Moch" resolvia tudo...

Verão passado 1 
Coluna Painel-Folha de São Paulo

Dirigentes petistas apontam "hipocrisia" de Marta Suplicy ao falar em "constrangimento" de ficar no partido diante das denúncias de corrupção.

Verão passado 2 Dizem que, na reta final da corrida pelo Senado em 2010, Marta recebeu em sua casa o então tesoureiro petista, João Vaccari Neto, para discutir uma maneira de "salvar" as finanças de sua campanha.
Josias de Souza

Não é que Dilma Rousseff não veja a solução. O que ela não enxerga é que se tornou parte do problema. Ao discursar no 3º Festival da Juventude Rural, em Brasília, a presidente deseducou a plateia ao culpar o Brasil dos tempos coloniais pela corrupção que assola o seu governo. “Essa confusão entre o que é privado e o que é público vem lá de trás nesse país. Tem a mesma idade que a escravidão”, disse.

A confusão entre o que é bem individual e o que é bem público decorre de uma coisa chamada patrimonialismo, que era típico da oligarquia rural brasileira, que achava que o Brasil como nação era só dela, porque uma parte da população era escrava e não tinha direito nenhum'', acrescentou Dilma.

O ponto mais importante das declarações de Dilma pode ser lido nas entrelinhas: sempre foi assim, eis o que a presidente declarou, com outras palavras. Num instante em que o país descobre que a Petrobras virou uma Chicago entregue a um cartel de Al Capones, Dilma se achega aos refletores para informar que a culpa é da família real portuguesa, que trouxe o patrimonialismo para o Brasil.

São mesmo fascinantes os meandros da historiografia nacional. No seu esforço para salvar pelo menos o verbete da enciclopédia, Dilma escreve uma página inusitada, na qual o mais importante é o não-declarado. A presidente se abstém de explicar que o patrimonialismo tem variados graus de profundidade. Os ladrões assaltam mais ou menos conforme a omissão —ou cumplicidade— daqueles que têm o poder de terceirizar a chave dos cofres.

Dilma esquece de dizer que a roubalheira costuma atingir proporções inimagináveis, como no Brasil dos dias que correm, quando os governantes permitem que o fenômeno se institucionalize. O assalto e o rateio dos butins passam a ser, então, planejados.

Ao difundir a tese segundo a qual sempre foi assim, Dilma desperdiça um tempo que poderia ser usado para responder a uma indagação mais atual e relevante: por que não foi diferente agora? Ah, todo governo faz isso, argumenta o neopetismo. Verdade. Mas a degradação chegou a níveis extremos. No caso da Petrobras, houve uma inovação.

O rateio das diretorias da estatal entre os partidos não seguiu a lógica convencional do patrimonialismo à brasileira. Adotou-se na Petrobras a mesma sistemática usada pelos traficantes de cocaína do Rio de Janeiro para dividir —na saliva ou nas armas—as zonas da cidade em que cada um tocará o seu negócio.

'Vala-me Deus!'


Alô Cajá! Apertem os cintos que o piloto sumiu e quem vai levar a Aeronave até Brasília sou eu. Brincadeiras a parte o Piloto chegou, decolagem autorizada, estaremos embarcando daqui há pouco, com previsão de chegada as 16:10 no Aeroporto Internacional Pres. Juscelino Kubitschek em Brasília.


Estaremos nos dias 01 e 02 de maio no 6º Encontro de Conterrâneos na capital federal dos Brasileiros.

Que a Virgem Mãe de Deus e nossa Senhora da Piedade, nos leve e traga.

Abraço fraterno,

Tem que pedir a Teori Zavascki, no Supremo Tribunal Federal. Parece que o STJ não vai cair na conversa.

STJ mantém preso Renato Duque, ex-diretor da Petrobras

DESEMBARGADOR CONSIDEROU QUE A PRISÃO PREVENTIVA DO EX-DIRETOR DA PETROBRAS GARANTE A ORDEM PÚBLICA

Carolina Brígido 
O Globo

Ex-diretor de Serviços Renato Duque - Márcia Foletto / Agência O Globo

O desembargador Newton Trisotto, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), negou mais um pedido habeas corpus feito pela defesa do ex-diretor da Petrobras Renato Duque, que está preso na carceragem da Polícia Federal em Curitiba. No pedido, a defesa alegou ausência de provas contra o investigado para pedir a substituição da prisão por medida alternativa – como, por exemplo, a transferência para o regime domiciliar. Como o benefício foi negado, ele permanecerá preso por tempo indeterminado.

No último dia 6, o STJ já havia negado habeas corpus a Duque. Trisotto argumentou que, primeiro, o Tribunal Regional Federal (TRF) da 4ª Região precisava concluir o julgamento de outro habeas corpus proposto pelo réu. Só depois o caso poderá ser analisado pelo STJ. Dessa vez, a defesa alegou que a instrução do processo já está quase concluída. Portanto, o investigado não teria mais a possibilidade de atrapalhar as investigações, um dos motivos que justificaram a prisão preventiva de Duque.

Ao negar nova liminar, Trisotto destacou a gravidade dos fatos até agora apurados na Lava-Jato, ressaltando que nenhum caso de corrupção nas últimas cinco décadas causou tanta indignação. O desembargador concordou que a instrução criminal se encontra mesmo em estágio avançado. No entanto, ele lembrou que o decreto de prisão também está fundado no risco de o réu continuar cometendo crimes. Para o desembargador, os fortes indícios da participação de Duque no esquema de corrupção justificam a prisão preventiva como garantia da ordem pública.

Em novembro do ano passado, para justificar a necessidade de prisão de Duque, o juiz federal Sérgio Moro, que conduz as investigações da Lava-Jato na primeira instância, alegou que o ex-diretor da Petrobras mantinha vultosas quantias depositadas em bancos no exterior, fruto dos desvios na estatal. Para Moro, esse fato representaria risco de fuga do investigado para usufruir dos recursos.

No dia 3 de dezembro, ao julgar habeas corpus apresentado pela defesa de Duque, o ministro Teori Zavascki, do Superior Tribunal Federal (STF), concedeu a liminar. Explicou que o simples fato de o suspeito ter dinheiro guardado no exterior não significa que o réu tinha planos de fugir. Em fevereiro, a Segunda Turma do STF manteve o mesmo entendimento e Duque permaneceu em liberdade.

Em março, Moro determinou novamente a prisão de Duque. Alegou que a manutenção do réu em liberdade oferecia risco à ordem pública. Duque foi apontado por delatores da Lava-Jato como um dos executivos da Petrobras que recebiam propina de empreiteiras com contrato com a estatal. Ele é acusado fraude à licitação, corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

Vou logo adiantando: o aviso é do COESP da nossa amiga Socorro Paulino. Grande oportunidade não deve se perder.


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Vagas Limitadas

Da série "elite branca opressora e golpista", mais um burguês se manifestando. Vejam o vídeo.


Lá em Cajazeiras, a gente diz que foi na 'móia'...

O Combo de Zavascki
O Antagonista

A decisão espontânea de Teori Zavascki de incluir no julgamento do habeas corpus de Ricardo Pessoa os outros oito gatunos presos em novembro está sendo chamada pelos procuradores de "HC Combo".

Na primeira página do jornal O Povo


Os destaques do jornal Correio Braziliense


Na capa d'O Globo


A capa de hoje do Jornal da Paraíba


As manchetes de jornais brasileiros nesta quinta-feira

Folha: Confronto entre PM e servidores fere 170 no Paraná - Crédito para casa própria cai pela primeira vez em 13 anos

Globo:  Juro volta a subir e atinge maior taxa desde 2008

Extra:  Tráfico ignora UPP e cobra pedágio de van e mototáxi na Rocinha

ValorEconômico: Copom eleva Selic a 13,25%, maior patamar desde 2008

Estadão: Procuradoria quer prestação de contas da PF na Lava Jato

ZeroHora: Juro sobe para 13,25%, o mais alto em 6 anos

EstadodeMinas: [FIES ]Na justiça pelo direito de estudar [dificuldade para obter ou renovar crédito educativo causa enxurrada de ações]

CorreioBraziliense: Governo recua e classifica mordaça a servidores como 'equívoco'

CorreiodaBahia: Sem final feliz

- DiáriodoNordeste:  [Time do Ceará] Vovô conquista Nordeste

DiáriodePernambuco"O medo é adversário do sonho"

JornaldaParaíba: PB já perdeu R$ 700 mi dos royalties do pré-sal

quarta-feira, 29 de abril de 2015

Nas pegadas do Sete Candeeiros Ciência...

DESCOBERTA 7CANDEIROSCAJÁ

Marcos Diniz 

Ó paí ó!

Num disseram que não tinha? 

Pois tem!

Na incansável labuta de busca cientifica e fofoqueira, os pesquisadores Candeeiristas acharam uma preciosidade. Eis aí:



Nada tenho a perder...Canta aí, Roberto Carlos. Arrepia, candeeirista...


A síntese de Celso de Mello [no STF - voto contra a liberação dos empreiteiros presos pela Operação Lava Jato]
O Antagonista

Por que Ricardo Pessoa não poderia ter sido solto, na síntese do voto do ministro Celso de Mello:

"Torna-se inviável a conversão da prisão preventiva em medidas cautelares alternativas quando a privação cautelar da liberdade individual tem fundamento, como sucede na espécie, na periculosidade do réu em face da probabilidade real e efetiva de continuidade da prática de delitos gravíssimos, como os de organização criminosa, de corrupção ativa e de lavagem de valores e de capitais."
Dilma faz 'governo adolescente', diz Renan em reunião com sindicalistas
PAINEL da Folha de São Paulo

Classificação indicativa Além das críticas feitas em público a Dilma Rousseff nesta terça-feira, Renan Calheiros (PMDB-AL) desferiu ataques ainda mais duros à presidente em reunião com sindicalistas. “O Brasil já viveu um governo adolescente. Agora estamos vivendo isso de novo”, disse o presidente do Senado, em referência a dom Pedro 2º, segundo um participante. Renan atirou em Dilma diante do novo líder do governo na Casa, Delcídio Amaral (PT-MS), para que o recado chegasse ao Palácio do Planalto.


Mordaça O peemedebista repetiu aos sindicalistas que a decisão de Dilma de não fazer pronunciamento no Dia do Trabalho é um “erro. “Assim dá a impressão de que não tem o que dizer.”

O lançamento, hoje, do livro de Letícia Palmeira, a neta de Zé Palmeira e Dona Letícia, ganha a imprensa escrita de João Pessoa. Não esqueça: hoje, às 19 horas, no Café Empório, em Tambaú.

 

A 'zelite' está cada dia mais inquieta e golpista...Vejam o que diz esse 'burguês capitalista'...


Os chefes ocultos da roubalheira na Petrobras podem respirar aliviados

O mais provável, agora, é que eles desistam da delação

Ricardo Noblat 
O Globo

O juiz Sérgio Moro nada disse ontem à noite sobre a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de pôr em prisão domiciliar oito executivos de empreiteiras envolvidos com a roubalheira na Petrobras. Dois deles estavam na carceragem da Polícia Federal, em Curitiba. E o resto em um presídio de lá.

É provável que nada diga mesmo depois de notificado sobre a decisão. Mas a se levar em conta a reação de pessoas que trabalham diretamente com ele, Moro considerou a decisão do STF um retrocesso, um baque para a Operação Lava-Jato. Dois dos oito executivos negociavam com Moro a delação premiada.

O mais provável, agora, é que eles desistam da delação. A prisão domiciliar, mesmo com as restrições impostas pelo STF, está longe de assegurar que os executivos não possam interferir para tornar mais difícil a produção de novos provas contra eles. É isso o que Moro e seus auxiliares mais temem. Inclusive o Procurador Geral da República.

Entre os advogados de defesa dos executivos, celebra-se a aparente tendência do STF de não pesar a mão no julgamento dos que vierem a ser denunciados no caso do escândalo da Petrobras. Nem por isso acreditam que tudo terminará em pizza. Apenas os supostos chefes graúdos da corrupção poderão respirar aliviados. Escaparão mais uma vez.

Previsão de Ronaldo Caiado em debate de 1989. O que seria o PT no governo?


Lauro Jardim

Veneziano: investigado e processado

Gilmar Mendes autorizou a abertura de um inquérito para investigar se o deputado federal Veneziano Vital do Rêgo, irmão do ministro do TCU, corrompeu a Lei de Licitações ao contratar serviços de carpintaria para a montagem do evento Natal dos Sonhos 2005. Na ocasião, Veneziano era prefeito de Campina Grande (PB).

A passagem do deputado pela prefeitura de Campina Grande foi produtiva. De fevereiro, quando tomou posse, até hoje, o STF já recebeu de instâncias inferiores sete inquéritos e uma ação penal em que ele é réu.

Tudo por suspeitas de burla à Lei de Licitações, crimes de responsabilidade ou peculato – roubo praticado por servidor público.

Os vascainos já estão curtindo - previamente! - o título do Campeonato Carioca. Olha só o que já inventaram...'Dês'tá...'

Gozação enviada por Maninho

E agora, o que será do futuro do Brasil sem a consultoria indispensável de Zé Dirceu?

INVESTIGADO
José Dirceu encerra atividades como consultor de empresas

Investigado na Operação Lava Jato, o ex-ministro José Dirceu encerrou suas atividades como consultor de grupos empresariais.

Em ofício à Justiça, o defensor do petista disse que a JD Assessoria e Consultoria demitiu seus funcionários e pôs à venda o prédio onde funcionava.

Dirceu começou a trabalhar como consultor em 2006, após vir à tona o escândalo do mensalão. A JD teve receitas brutas de R$ 39,1 milhões até 2013.

O ex-ministro entrou no radar da Lava Jato depois que o doleiro Alberto Youssef disse que o petista recebia pagamentos de um empresário ligado à Toyo Setal. Quebra de sigilo da consultoria mostrou que Dirceu recebeu R$ 10 milhões de firmas suspeitas de integrar esquema de corrupção na Petrobras.

Em ocasiões anteriores, Dirceu negou que as consultorias envolvessem a estatal e disse que todos os pagamentos se referiam a serviços prestados.

Melando a Operação Lava Jato: festa petista no STF.

Depois da prisão domiciliar, a anistia
O Antagonista

Nada melhor do que a coluna de Monica Bergamo, na Folha de S. Paulo, para entender o que querem os empreiteiros.

Ela diz, hoje:

"O empreiteiro Ricardo Pessoa, da UTC, deve retomar as conversas com o Ministério Público para fechar acordo de delação premiada na Lava Jato. A decisão do STF, de que Pessoa fique em prisão domiciliar, não altera substancialmente a disposição dele de retomar as conversas com os procuradores, como se imaginava. A diferença agora é que, fora da cela, ele poderá negociar submetido a uma pressão menor.

A tensão, no entanto, continua. Apesar de solto, Pessoa já responde a dois processos, por lavagem de dinheiro e corrupção. Um deles, em fase avançada, de interrogatório, pode ter sentença definida pelo juiz Sergio Moro em cerca de dois meses. Mais dois processos devem ser abertos em breve – um deles, por cartel".

Traduzindo: os empreiteiros continuarão a chantagear Lula, porque não lhes basta a prisão domiciliar, eles querem uma anistia completa.

O PT tem dois meses de tempo para matar a Lava Jato.

Na capa d'O Globo


Jornal Lance! Fogão e Vascão, a final do Carioca.


As manchetes do jornal Folha de São Paulo


A capa de hoje do Jornal da Paraíba


As manchetes de jornais brasileiros nesta quarta-feira

Folha: Supremo tira da cadeia empreiteiros da Lava Jato

Globo:  STF libera empreiteiros e muda rumo da Lava Jato

Extra:  Vítima flagra ação de ladrões

ValorEconômico: Conta de luz ainda deve subir mais

Estadão: STF põe em prisão domiciliar 9 empreiteiros da Lava Jato

ZeroHora: STF manda 9 empreiteiros para prisão domiciliar

EstadodeMinas[STF] Empreiteiros soltos usarão tornozeleiras

CorreioBraziliense: STF solta nove executivos presos pela Lava-Jato

CorreiodaBahia: Mortes, drama e solidariedade

- DiáriodoNordeste:  Caos na saúde atinge a rede privada na capital

DiáriodePernambucoSTF revoga prisão de empreiteiro e determina regime domiciliar

JornaldaParaíba: Um descaso sem fim

terça-feira, 28 de abril de 2015

Fé e força, Wilson.

Radialista Wilson Furtado vai se submeter a nova cirurgia
Adjamilton Pereira


O radialista cajazeirense Wilson Furtado, que no mês de março sofreu um enfarto, resultando em um processo cirúrgico para desobstruir artérias do coração, vai se submeter a novo processo cirúrgico nesta quinta-feira (30), para implantação de stent em mais duas artérias, já que no primeiro procedimento foram desobstruídas apenas duas das 04 artérias que apresentavam problemas de obstrução.

O procedimento cirúrgico vai ser realizado no hospital Dom Rodrigo, em João Pessoa, onde Wilson Furtado foi cirurgiado no dia 09 de março.

Wilson Furtado trabalhou e dirigiu por diversos anos a Rádio Patamuté FM, além de ter apresentado o programa Boca Quente da Difusora, Rádio Cajazeiras. Ele exerce o mandato de vereador em sua terra natal Bonito de Santa Fé e, também, é o presidente da Associação Cajazeirense de Imprensa.

A conjuntura política de Cajazeiras na análise de Zé Antônio de Seu Arcanjo.

As eleições municipais de 2016 em Cajazeiras

Por José Antônio

Por mais que as lideranças políticas da Região do Alto Piranhas proclamem que só começarão a falar sobre as eleições municipais no próximo ano, tem sido inevitável a movimentação em torno desta questão.

Em Cajazeiras, as oposições são as que mais têm feito barulho, principalmente o sapateiro Antonio Gobira, que até entrevista em emissoras de rádio já prestou defendendo a sua candidatura pelo PSOL, que teria na formação da chapa “puro sangue”, além de realizar postagens quase que diariamente pelas redes sociais fazendo criticas a atual administração da cidade e se insinuando como pré-candidato.

Outros segmentos das oposições também têm se manifestado, mas com menos intensidade, mas sempre tem usado os sites, blogs e outras redes sociais para fazer criticas a administração.


O maior líder das oposições de Cajazeiras, que seria o ex-deputado estadual Antonio Vituriano de Abreu, vem declarando que política para ele é coisa do passado, mas ninguém acredita em suas palavras, porque segundo os seus fiéis eleitores e admiradores, ele não cometeria este suicídio político abandonando os milhares de votos que ainda tem em Cajazeiras e de que a sua participação na disputa política do próximo ano seria inevitável. Seus admiradores defendem que ele não trilhe os caminhos do ex-deputado federal Edme Tavares que deixou órfão mais 60 mil eleitores nesta região, depois de uma derrota.

Muitos têm indagado: será que as oposições em Cajazeiras vão formar um único bloco em torno do nome de Gobira, já que o seu partido só admite a formação de uma chapa com filiados do PSOL e sua candidatura, pelo que se comenta seria irreversível?


Outros ainda questionam sobre mais uma candidatura de oposição e sonham com o nome do deputado estadual José Aldemir Meireles, fato que o mesmo só admite conversar a partir de 2016, mas nas entrelinhas, sempre sonhou ser um dia prefeito de Cajazeiras. Seria esta a oportunidade ou daria para esperar pros próximos embates?


Ainda sobre José Aldemir, os seus amigos mais íntimos, teriam confidenciado que o mesmo estaria sendo estimulado pelo Senador Cássio da Cunha Lima, de quem é muitíssimo amigo, ser candidato a prefeito de Cajazeiras e que conseguiria “arrastar” pra sua campanha o ex-deputado Antonio Vituriano de Abreu, que esteve ao lado de Cássio na última campanha para o governo do estado.


Quem também sonha ser candidato a prefeito é o jornalista Adjamilton Pereira (PMDB), que já tem uma derrota nas costas como candidato a vice-prefeito de Cajazeiras, mas talvez, ou dificilmente, teria o apoio do senador Raimundo Lira, que pertence ao mesmo partido e com certeza deverá vir participar das eleições municipais de sua terra, mas vale ressaltar que vem construindo com a prefeita Denise laços muitos estreitos e parcerias administrativas, fato que o levaria a subir em seu palanque e não no das oposições.

Uma “briga” mais forte, por sinal a única que existe no seio da situação é a de quem será o candidato a vice de Denise e quem vai indicar. Nesta seara existem conversas do “arco da velha”, passando principalmente pela mesa farta do deputado estadual Jeová Campos, que é do mesmo partido de Denise e os dois têm construído laços muitos fortes não somente do ponto de vista político, mas de admiração e amizade mútuas e já externou publicamente que gostaria de ver um dos seus irmãos ao lado de Denise como vice.


Ainda no rol dos candidatos a vice de Denise, quem vem de melé solto é o atual vice-prefeito, Júnior Araújo, que está no exercício do mandato de prefeito, motivado por uma licença de 15 dias de Denise. Este tem um forte cacife, padrinho e parente que é o médico Carlos Antonio, que para ter seu nome indicado nas últimas eleições, quase “rompe” com o deputado e aliado José Aldemir, que resistiu e foi contra até a última hora pela indicação do mesmo.

O fato é que em qualquer mesa de bar, esquina, festa de aniversário, casamento, em velório, em jogo de castanha e briga de galo não se fala em outra coisa: as eleições do próximo ano.

Menino é bicho danado que gosta de atrapalhar a conversa dos adultos. Veja como é...



E qual seria o conteúdo de sua fala, fora do ambiente de mera propaganda política diversionista?

Josias de Souza

Grande ideia, diluir Dilma Rousseff na internet, para camuflar-lhe a impopularidade no Dia do Trabalho. Mas não se deve parar por aí. Por que não sumir de vez com a presidente? Já que lhe falta presença de espírito para lidar com panelaços, a ausência de corpo reduziria a zero o risco de novos protestos.

O sumiço em todos os outros dias do ano não devolveria à presidente a popularidade perdida. Mas evitaria que o ministro Edinho Silva (Comunicação Social) passasse novamente pelo ridículo de convocar uma entrevista para declarar que Dilma “não teme nenhum tipo de manifestação da democracia.”

Dilma não desistiu de levar sua cara ao horário nobre, em rede nacional, por medo das panelas. Não, não. Absolutamente. Ela “só está valorizando outro modal de comunicação”, explicou Edinho. “Já valorizou a rádio, valoriza todos os dias a comunicação impressa, valoriza a televisão, e resolveu valorizar as redes sociais.''

A variação não pode se restringir à internet. Dilma precisa valorizar os jornais de bairro, os livretos de cordel, os boletins informativos do Rotary, os alto-falantes de quermessesDe modal em modal, madame alcançaria o Éden da invisibilidade. Passaria a se comunicar com o país por meio de sinais de fumaça. Que ela emitiria dos jardins do Alvorada, sem precisar sair do palácio residencial.

Em vez dos gastos extorsivos com autopromoção, toda a verba da publicidade oficial seria aplicada num amplo projeto de encenação nacional. Poderia se chamar ‘Projeto Bunraku’. Calma, não se trata de nenhum palavrão. Bunraku é o nome do tradicional teatro de bonecos do Japão. Os bonecos são manipulados por pessoas integralmente vestidas de preto.

A plateia enxerga a movimentação dos manipuladores no palco. Mas como eles estão 100% cobertos de preto, convencionou-se que todo mundo deve fingir que são invisíveis. É mais ou menos o que já acontece com no Brasil de Dilma. Para ficar igual, só falta trocar o figurino dos manipuladores.

Recobrindo-se o Lula, o Joaquim Levy, o Michel Temer, o Renan Calheiros e o Eduardo Cunha de preto, os brasileiros não precisarão mais se esforçar para acreditar na autonomia da boneca. Quanto a Dilma, trancada no Alvorada e reduzida a sinais de fumaça, ela livraria seus tímpanos do barulho das panelas.
Por Reinaldo Azevedo

Os Lula da Silva têm mesmo um jeito heterodoxo de viver. Chega a ser estranho que o chefão do PT tenha querido, algum dia, como é mesmo?, mudar o mundo… Ora, mudar para quê? A partir de certo momento, vamos admitir, esse mundo só sorriu para ele. E continua a sorrir para a sua família. Reportagem de capa da VEJA desta semana expõe a proximidade entre o agora ex-presidente da República e o empreiteiro baiano Léo Pinheiro, ex-presidente da OAS, um dos presos da operação Lava Jato. Proximidade que pode fazer com que o escândalo do petrolão ainda exploda no colo do companheiro-chefe. É que Pinheiro começou a fazer algumas anotações… Leiam a reportagem da revista desta semana. Quero aqui abordar um aspecto em particular.

A VEJA informa que Fábio Luís da Silva — vulgo “Lulinha” — mora num apartamento, numa área nobre em São Paulo, avaliado em R$ 6 milhões. É isso mesmo que vocês leram. O apartamento do filho do Primeiro Companheiro é coisa de ricaço. Mas parem de ficar imaginando maldades. O dito-cujo não está em nome do rapaz! Não! Oficialmente, o dono do imóvel é o empresário Jonas Suassuna, que é apenas… sócio de Lulinha.

Esse rapaz, note-se, é, desde sempre, um portento. Lula já o chamou de o seu “Ronaldinho”, louvando-lhe as habilidades para fazer negócios. Formado em biologia, o rapaz era monitor de Jardim Zoológico até o pai chegar à Presidência. Cansado de ficar informando ao visitante onde se escondiam as antas, ele decidiu ser empresário quando o genitor se tornou o primeiro mandatário. E o fez com uma desenvoltura assombrosa. Só a Telemar (hoje Oi) injetou R$ 15 milhões na empresa do rapaz, a Gamecorp. Nada além de uma aposta comercial?

Assim seria se assim fosse. Empresas de telefonia são concessões públicas, que dependem de decisões de governo. Aliás, é bom lembrar: Lula mudou a lei que proibia a Oi (ex-Telemar) de comprar a Brasil Telecom (que era de Daniel Dantas). A síntese: o pai de Lulinha tomou a iniciativa de alterar uma regra legal e beneficiou a empresa que havia investido no negócio do filho. Isso é apenas uma interpretação minha? Não! Isso é apenas um fato. Adiante.

Os Lula da Silva formam uma dinastia. O filho repete, em certa medida, o caminho do pai — e não é de hoje. Quando Lula era o líder da oposição, também morava, a exemplo de Lulinha, numa casa que estava muito acima de suas posses oficiais. O imóvel lhe era cedido por um advogado milionário chamado Roberto Teixeira, seu compadre. Se vocês entrarem no Google, ficarão espantados com a frequência com que Teixeira aparece ligado a, digamos assim, negócios que passam pelo petismo.

Agora o sítio


Jonas Suassuna, o sócio de Lulinha e dono oficial do apartamento milionário em que mora o filho do Poderoso Chefão petista, é quem aparece como proprietário de um sítio em Atibaia, no interior de São Paulo, em companhia de Fernando Bittar, que é, ora vejam, o outro sócio de Lulinha. Até aí, bem…

Ocorre que, no PT, e fora dele, incluindo toda a Atibaia, a propriedade é conhecida como o “sítio do… Lula!”. É lá que ele passa os fins de semana desde que deixou a Presidência. A propriedade foi inteiramente reformada, em tempo recorde, pela empreiteira OAS, a pedido de… Lula! Os pagamentos aos operários eram feitos em dinheiro vivo. O arquiteto que cuidou de tudo se chama Igenes Irigaray Neto, indicado para o empreendimento pelo empresário José Carlos Bumlai, amigão de… Lula! O tal aparece com frequência em histórias mal contadas envolvendo o petismo — inclusive o petrolão.

A OAS, que reformou o sítio que até petistas dizem ser do ex-presidente, também foi chamada para concluir um dos edifícios da Bancoop, a cooperativa ligada ao PT, que era presidida por João Vaccari e que faliu, deixando três mil pessoas na mão. O único prédio concluído é justamente um de alto padrão, onde Lula tem um tríplex, com elevador interno. Quando explodiu o caso Rosemary Noronha, aquela amiga íntima do ex-presidente, a OAS foi mais uma vez chamada para dar uma mãozinha para João Batista, o marido oficial da tal senhora.


Assim se construiu a república petista. Os companheiros têm explicações para essas lambanças? É claro que não! Preferem ficar vomitando impropérios nas redes sociais, acusando supostas conspirações. Definitivamente, o PT superou a fase do Fiat Elba, que foi peça-chave na denúncia contra Collor. Fiat Elba? Ora, Lula, o PT e a tropa toda são profissionais nas artes em que Collor ainda é um amador.

Na educação, os tempos são novos...