quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

Ao povo bom que nos honra com amizade e carinho desejamos um Feliz Ano Novo. Saúde, paz e alegria.

 Dirceu Galvão e Manoela

Manoela e Márcia

Se diminui o seguro-desemprego, aumenta o emprego?

A sugestão é de Márcia Galvão

No Aeroporto de Brasília, o meu primo Otacílio Feitosa posou ao lado dos famosos...

Otacílio com o craque Romário 

Com Gracyanne, a mulher do Belo

Com Mirlene Explosão

Registro o aniversário de nossa amiga e grande candeeirista, Elieuza Uchoa. Gente de altíssima qualidade. Parabéns!


A crônica do estelionato eleitoral anunciado. O país maravilha era só mentira.

A vaca tossiu
BERNARDO MELLO FRANCO
Folha de São Paulo

A promessa foi feita em alto e bom som pela candidata Dilma Rousseff: se reeleita, não permitiria a redução de direitos trabalhistas. "Nem que a vaca tussa", enfatizou, lançando um bordão que seria martelado na propaganda petista.

Corria o mês de setembro, e a presidente repetia que uma vitória de Marina Silva ou Aécio Neves custaria caro ao trabalhador. Sua reeleição, ao contrário, seria a garantia de que os benefícios previstos em lei não seriam tocados. "Tem coisas que eu não concordo, como mexer nos direitos do trabalhador, e não abro mão nem que a vaca tussa", afirmou.

O discurso foi endossado pelo presidente do PT, Rui Falcão. Ele recorreu à metáfora bovina para convocar militantes a ocupar portas de fábrica. "Flexibilizar significa retirar direito dos trabalhadores", disse. "Nem que a vaca tussa nós vamos mexer nos direitos trabalhistas."


A vaca tossiu antes de Dilma estrear o segundo mandato. A três dias da posse, ela escalou uma junta de ministros para anunciar os cortes que vêm por aí. O resumo é que a promessa de preservar direitos, assim como a de não aumentar a taxa de juros, só valeu para ganhar a eleição.

O pacote de malvadezas é duro com os trabalhadores mais pobres. Reduz o abono salarial, dado a empregados que ganham até dois salários mínimos, e limita os pagamentos de pensão por morte, seguro-desemprego e auxílio-doença. A tesoura atinge até os pescadores artesanais, que terão menos chances de receber o seguro-defeso nos períodos em que a pesca é proibida.


A explicação para as medidas é o rombo nas contas do governo. Dilma terminará o primeiro mandato com uma série de recordes negativos. O deficit de R$ 6,7 bilhões em novembro foi o pior da série iniciada em 1997. Não há dúvidas de que novos cortes podem ser necessários para estancar essa sangria. A questão é saber se a presidente tem direito de pedir aos eleitores que esqueçam tão rápido o que prometeu.

Na sua coluna diária, Cláudio Humberto faz a premiação anual.

CláudioHumberto

Nunca na História deste País se roubou tanto, como revelou o Petrolão, assalto à Petrobras de proporções siderais cujas estimativas variam de R$ 10 bilhões (em março, na Operação Lava Jato), a atuais R$ 22 bilhões. Tanto roubo gera expectativa de um 2015 transformador, pelo número de políticos que merecem a mais longa cadeia, sem direito a semiaberto. Perplexa e indignada, a coluna faz sua premiação anual.


Ganham Lula e sua trupe de malabaristas do dinheiro alheio. Para manter o padrão, Dilma leva 3% da garrafa de Lula, Gabrielli 3% com dendê e Graça Foster 3% com cimento, para ver se melhora a fachada.



Dilma está no comando desde o início da roubalheira, como ministra e no conselho da Petrobras, mas age como se nada tivesse com o caso.


Vai para a Câmara dos Deputados, pelo aumento indecente que se concederam. Os restos de brioches vão para o povão, como sempre.


O reconhecimento vai para a seleção da Alemanha, que, com todos os méritos, impôs ao Brasil a humilhação histórica dos 7×1.


Vai para Graça Foster, que o arrebata de Antônio de Oliveira Santos, grudando-se à Petrobras como ele à CNC (Confederação do Comércio)


Mizifia Dilma, sua farofa se espalhou no ventilador. A vela já está acesa por falta de luz, e o charuto Fidel mandou para Obama. Evita fazer fita e chutar para o alto, que a turma está pronta para despachar você em 2015.



O PT venceu a quarta eleição presidencial, tentando se tornar partido tão longevo e corrupto no exercício do poder quanto o mexicano PRI.


São de Guido Mantega, que além de se sujeitar aos humilhantes gritos da chefa, ainda dividiu o cargo com Joaquim Levy por três meses.


O troféu de Paulo Maluf vem do paraíso fiscal de Jersey. Outra vez, o mais notório acusado de corrupção sai do TSE com ficha limpíssima.


Da fama de “Batman”, caçando meliantes com sua capa preta, Joaquim Barbosa, acabou se omitindo e se revelando apenas um Robin.



Comandante da Operação Lava Jato, o juiz federal Sérgio Moro revela-se o “paladino da Justiça” que se imaginava em Joaquim Barbosa.



Paulo Roberto Costa, cuja ansiedade para escapar de cadeia mais longa rendeu provas para desmontar parte do esquema envolvendo doleiros, empreiteiras e poderosos, conhecido como Petrolão.


O troféu é de Marina Silva outra vez, candidata que parecia novidade, e murchou. Virou apenas boa companhia para “selfies” nas redes sociais.


Ministro Edison Lobão: Em fevereiro, metade do País ficou sem luz durante um apagão que atingiu 11 estados.



É de Henrique Pizzolato, mensaleiro que fugiu do Brasil e continua desfrutando o delicioso “exílio” na Itália.


De saída do governo americano, o presidente Barack Obama fez reformas na política imigratória dos EUA e também acabou com o embargo a Cuba após mais de 50 anos. Sem a ajuda do Congresso.



O vencedor é o Mensalão no governo Lula, primeiro grande escândalo de afano de dinheiro público da era petista, que se revelou um “troco”, comparado ao afano bilionário desmantelado pela Operação Lava Jato.

Os destaques do nosso jornal Gazeta do Alto Piranhas


A primeira página do jornal Diário do Nordeste


As manchetes do jornal Correio Braziliense


Os destaques do jornal O Estado de São Paulo


A capa de hoje do Jornal da Paraíba


As manchetes de jornais brasileiros nesta quarta-feira, último dia do ano

Folha: Sob Dilma, dólar lidera ranking de aplicações

Globo: Dilma dá reajuste menor para tabela do Imposto de Renda e Salário Mínino

Extra: Saiba tudo para aproveitar a virada do ano em Copacabana

ValorEconômico: CVM apura irregularidades de administradores da Petrobrás

Estadão: Governo aposta em receitas extras para arrecadar R$ 45 bilhões

ZeroHora: Estaleiros do Estado têm futuro incerto

EstadodeMinas: IPTU pesa mais no bolso

CorreioBraziliense: A receita do povo para tirar o Brasil do buraco

CorreiodaBahia: Salário mínimo sobe para R$ 788 amanhã

DiáriodoNordeste: Salário mínimo cresce menos que o previsto

JornaldoCommercio: Mínimo será de R$ 788

JornaldaParaíba: Conselho exige registro de 'cinquentinha' na PB

terça-feira, 30 de dezembro de 2014

O que aconteceu?
HÉLIO SCHWARTSMAN
Folha de São Paulo

Flashback para os anos 80. O então recém-surgido Partido dos Trabalhadores prometia um jeito diferente de fazer política. Era tão intransigente em relação a seus princípios que nem sequer negociava com outros partidos, mesmo aqueles que poderíamos classificar como de centro-esquerda.

No que diz respeito à moralidade pública, a legenda a cultuava com fervor religioso. Naqueles primeiros anos, o PT era o partido de onde surgiam quase todas as denúncias de corrupção e aquele cujos membros jamais apareciam nos escândalos.

Mesmo quem não gostava das ideias que o PT defendia, concordava que a legenda desempenhava papel relevante ao apresentar e exigir uma nova atitude dos políticos.

De volta ao presente. Dilma Rousseff, recém-eleita presidente pelo PT, propõe ao procurador-geral da República passar-lhe os nomes das pessoas que pretende nomear ministros para que ele diga se estão ou não envolvidas em alguma das delações premiadas relacionadas ao caso Petrobras. Ou seja, ela não apenas está negociando com legendas tão à direita quanto PP (o sucedâneo da Arena) como nem sequer está segura de que seus futuros auxiliares não sejam corruptos. Isso tudo, vale frisar, depois da experiência do mensalão, que atingiu em cheio a cúpula do PT.

O que aconteceu nos últimos 30 anos? Tenho algumas hipóteses, mas não uma resposta acabada. Assim, prefiro destacar o que, pelo menos para mim, foi um aprendizado. Ninguém exerce o monopólio da virtude. Embora um homem possa individualmente ser mais honesto do que outro, basta que reunamos um número razoavelmente grande de pessoas e lhes ofereçamos oportunidades um pouco mais tentadoras de tirar vantagens indevidas, para que as diferenças entre grupos maiores tendam a anular-se, retratando aquilo que chamamos de natureza humana.

O descenso moral do PT não é um espetáculo bonito, mas é didático.

Léa Silva é nomeada Secretária de Governo. Ela merece e é trabalhadeira. Torceremos fortemente pelo seu sucesso.

Ricardo Coutinho anuncia novos nomes e tira Waldson da Saúde

Secretário foi remanejado para a pasta de Desenvolvimento e Articulação Municipal e a médica Roberta Abath assume a Saúde. Lau Siqueira vai para a Cultura.

JHONATHAN OLIVEIRA
JornaldaParaíba

O governador Ricardo Coutinho (PSB) deu continuidade nesta segunda-feira (29) ao anúncio da equipe do segundo mandato. No total, foram 20 auxiliares, entre primeiro e segundo escalões. O destaque do anúncio foi a saída de Waldson de Sousa da Secretaria de Saúde para assumir a pasta do Desenvolvimento e Articulação Municipal. A médica Roberta Abath passa a ser a titular da Saúde. Assim como na sexta-feira (26), a divulgação foi feita pelas redes sociais.

O escritor e poeta Lau Siqueira deixa a Fundação Espaço Cultural (Funesc) e assume a Secretaria de Cultura, no lugar de Chico César, que tinha anunciado sua saída na semana passada. O substituto de Lau será a ex-secretária de Educação Márcia Lucena.

Para a Chefia da Casa Civil, o governador escolheu a vereadora e secretaria de Desenvolvimento Social de Cajazeiras, Léa Silva. Na Chefia da Casa Militar, assume o major da Polícia Militar Anderson Pessoa.

Na Secretaria de Representação Institucional, que funciona em Brasília, quem assume é o deputado estadual Lindolfo Pires (DEM). A secretária executiva da pasta será a deputada federal Nilda Gondim (PMDB). A ida de Lindolfo para a capital federal abre espaço para Hervázio Bezerra (PSB) na Assembleia Legislativa.

Quem assume a Secretaria do Desenvolvimento da Agropecuária e da Pesca é o produtor rural Rômulo Montenegro. Ele atualmente é o executivo da mesma pasta e vai substituir no cargo Agamenon Vieira.

Alguns nomes anunciados pelo governador permanecem nos cargos que já ocupam. São eles: Gilberta Soares, secretária da Mulher e da Diversidade Humana; Ruth Avelino, presidente da Empresa Paraibana de Turismo (PBTUR), t tendo Roberto Kennedy, como vice-diretor;Tatiana Domiciano, presidente da Companhia de Industrialização da Paraíba (Cinep); Artur Galdino, presidente do Instituto de Metrologia e Qualidade (IMEQ); Emília Correia, presidente da Companhia Estadual de Habitação Popular (Cehap); e Carlos Pereira, superintendente do Departamento de Estradas e Rodagem (DER).

Para a Educação, Ricardo anunciou a professora da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) Roziane Marinho como secretária executiva da Gestão Pedagógica e a pedagoga Luciane Coutinho como executiva de Administração de Suprimentos e Logística. Na Escola de Serviço Público (Espep), o diretor será Flávio Romero, ex-secretário de Educação de Campina Grande e atual executivo da pasta do Estado. Já a Fundação Casa José Américo será dirigida pelo professor Damião Ramos Cavalcante.

A expectativa é que o governador conclua a reforma até 31 de dezembro, uma dia antes de tomar posse para o segundo mandato.
Repercussão
Jornal britânico diz que Petrobras virou 'vergonha nacional'

'Financial Times' destacou em sua edição desta terça a crise na estatal, tomada por escândalos de corrupção

Petrobras passa por uma "tempestade" segundo jornal
Veja.com

O jornal britânico Financial Times publica na edição impressa desta terça-feira uma ampla reportagem sobre a crise na maior estatal brasileira, a Petrobras. Para a publicação, o suposto esquema de corrupção na petroleira transformou a companhia, que já foi "orgulho do Brasil", em motivo de "vergonha nacional". O texto destaca ainda a hipótese de a empresa entrar em "calote técnico" (default) pelos atrasos na divulgação dos resultados financeiros.

"A Petrobras, que em 2007 era o orgulho do Brasil após anunciar as maiores descobertas de petróleo offshore do mundo em décadas, hoje corre o risco de se tornar um pária entre os investidores e uma vergonha nacional para os brasileiros", diz o texto do FT, ao lembrar das denúncias de corrupção que envolvem diretores da empresa e grandes empreiteiras. A reportagem lembra ainda que Maria das Graças Foster, que comanda a companhia desde 2012, já teria oferecido o cargo à presidente Dilma Rousseff.

O FT lembra ainda que, diante do caso, a empresa tem atrasado a divulgação de números e isso poderia acarretar situação de "calote técnico". "Se a Petrobras não for capaz de divulgar os resultados financeiros auditados até 30 de abril, a empresa, que é uma dos maiores tomadores de empréstimos corporativos do Brasil com dívida estimada pela agência de classificação de risco Moody's em 170 bilhões de dólares, poderia desencadear um default técnico", diz o FT.

Calote - O default técnico aconteceria porque a estatal não consegue cumprir uma das cláusulas previstas na emissão dos títulos de dívida que é a divulgação de dados financeiros conforme calendário predeterminado. Na segunda-feira, o fundo de hedge Aurelius, que esteve nos holofotes do calote técnico da dívida soberana argentina, lançou campanha para notificar a estatal pelo descumprimento da cláusula que previa divulgação do demonstrativo financeiro não auditado do terceiro trimestre 90 dias após 30 de setembro.

"Tudo isso faz parte de uma tempestade perfeita para a empresa. Críticos dizem que isso é resultado dos anos de uso indevido da Petrobras pelo governo como um instrumento de política industrial e monetária em detrimento dos acionistas minoritários", diz o FT.

A vergonha da vitória. Uma crônica de estelionato eleitoral anunciado...

A festa dos desalentos
JANIO DE FREITAS
Folha de São Paulo

Os 'governos petistas' esvaziam o PT; Lula conteve os movimentos sociais, Dilma desconheceu-os

O ensaio, na tarde dominical, foi mais autêntico: não tinha povo. Para a posse, o PT providencia a ida de centenas de ônibus, há quem fale em 800 deles, que levem a Brasília forasteiros em milhares suficientes para o que deve ser uma posse presidencial petista. Mas, a poucas horas dessa posse, o PT ainda luta pelo reconhecimento ao seu direito de uma presença menos inadequada ao novo "governo petista".


O PT se esvazia. Os "governos petistas" esvaziam o PT. Os "governos petistas" servem ao PMDB, proporcionam-lhe a nutrição que trouxe de volta o seu predomínio político, perdido quando o governo do PSDB entregou-se ao PFL, o hoje comatoso DEM.

A militância petista míngua, no corpo e no espírito. Com suas bandeiras relegadas e até contestadas pelos "governos petistas", nas eleições a militância exibiu a que está reduzida: no seu território, São Paulo, não foi capaz de mobilizar-se, de ser parte efetiva da disputa. Não para enfrentar as dificuldades paulistas dos candidatos do seu partido à Presidência e ao governo estadual, mas para não ser, como foi, com seu alheamento, a causa fundamental dessas dificuldades.


Os chamados movimentos sociais sentiram os efeitos do desalento petista. Com a recusa a ser petistas nos "governos petistas", mesmo em atitudes tão simples como prestigiar o PT no Congresso, Lula e Dilma fizeram o mesmo por modos e em graus diferentes: Lula conteve os movimentos sociais, Dilma desconheceu-os.

Podem ser 800 ônibus, até mais, é provável que lotados. Mas não será o PT viajando neles. É só aquela lembrança de militância petista, é uma representação da militância que não se moveu nas eleições, porque não foi reconhecida nem reconheceu os "governos petistas". É uma presença simbólica dos movimentos sociais, imagino que saudosos de si mesmos. São pessoas que esperariam ouvir falar, quando a eleita falou do novo governo, em ainda mais empregos, em distribuição da renda subindo, subindo, subindo muito mais, e o Minha Casa, Minha Vida se completando, e os empresários sendo chamados a gastar menos bilhões em casas no exterior e investir mais no seu país.


Não foi o que o PT ouviu. Por certo, grande parte dos petistas e dos componentes de movimentos sociais nem entendeu o que ouviu, nas escolhas ministeriais auspiciosas para a direita e conservadores em geral. Tudo sugere que a massa dos recém-empregados e dos beneficiados pelo assistencialismo entenderá pelo método prático. É o seu método histórico de aprendizado. Mas são muito diferentes o longo não receber e o perder ganhos. Ainda assim, às vezes dão no mesmo. Às vezes, não.

O que não foi dito quando esperado será dito nos discursos, é o que convém aos discursos dos vitoriosos. E Dilma Rousseff é vitoriosa. À qual acrescenta uma explicação, para os que não entendem como lida com sua vitória: "Saber vencer é não ter medo de mudar a si próprio, mesmo que isso lhe cause algum desconforto".

Essa, porém, é a sabedoria conveniente a quem perdeu, não a de quem venceu. O perdedor é que não deve temer a lição da derrota, e aprender com a reprovação o que deve mudar para vencer. A sabedoria do vencedor --e, nela, os valores éticos-- consiste em ser coerente com o que disse e fez para obter o apoio que lhe deu a vitória.

As manchetes do jornal O Estado de São Paulo


Os destaques do jornal O Liberal


No país do faz-de-conta...

Josias de Souza


A Petrobras enviou, na noite desta segunda-feira (29), um comunicado à Comissão de Valores Mobiliários, órgão que rege e fiscaliza o mercado de capitais. No texto, informou que constituiu “comissões para análise de aplicação de sanção” contra 23 empresas investigadas na Operação Lava Jato. A lista inclui as maiores empreiteiras do país. Entre elas Andrade Gutierrez, Camargo Corrêa, Odebrecht, Queiroz Galvão e Mendes Junior.

O repórter Bruno Rosa informa que a estatal decidiu, em reunião de sua diretoria, proibir a assinatura de novos contratos com essas empresas. Definiu a providência como um “bloqueio cautelar”, cujo objetivo seria o de “resguardar a companhia e suas parceiras de danos de difícil reparação financeira e de prejuízos à sua imagem''. O comunicado não faz menção a prazos de vigência da proibição. Anota que as empresas serão notificadas e terão “o direito ao contraditório e à ampla defesa''.

O documento da Petrobras também não menciona os contratos em vigor, sobre os quais pesam suspeitas de fraude na concorrência e pagamento de propinas. Ao final do trabalho de suas “comissões”, a estatal pode impor punições diferenciadas às empresas –da proibição de participar de licitações por tempo determinado até o banimento do rol de fornecedores de serviços e produtos.

O que fará a Petrobras se tiver de realizar obras antes do término das apurações? O comunicado não dirime essa dúvida. Mas fica subentendido que não está excluída a hipótese de contratação de empresas estrangeiras. Eis a relação de logomarcas alcançadas pelo veto da estatal: Alusa, Andrade Gutierrez, Camargo Corrêa, Carioca Engenharia, Construcap, Egesa, Engevix, Fidens, Galvão Engenharia, GDX, Iesa, Jaraguá Equiipamentos, Mendes Júnior, MPE, OAS, Odebrecht, Promon, Queiroz Galvão, Setal, Skanska, Techint, Tomé Engenharia e UTC.

Os destaques do jornal Diário de Pernambuco


A capa de hoje do Jornal da Paraíba


As manchetes de jornais brasileiros nesta terça-feira

Folha: Governo endurece regras para obtenção de benefício

Globo: Seguro-desemprego e pensão terão regras mais rígidas

Extra: Sem gasolina PM para as viaturas

ValorEconômico: Crise fiscal preocupa novos governadores

Estadão: Petrobrás bloqueia 23 empresas por cartel

ZeroHora: Noite do pó no Central

EstadodeMinas: Mais rigor para obter seguro-desemprego

CorreioBraziliense: Déficit de R$ 6,7 bilhões é o pior da história

CorreiodaBahia: Trezentos novos ônibus começam a rodar dia 1º

OPovo: Cidistas e petistas dominam lista de Camilo

JornaldoCommercio: Governo muda regras de benefícios e pensões

- JornaldaParaíba: Ricardo anuncia mais 20 para equipe e Dilma, sete

segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

Ajeita aí, caso contrário vai ficar só a segurança...Os de sempre são obrigados a comparecer...


Festejar o quê? E quem paga a conta?A cerimônia de posse da presidente Dilma, em 1º de janeiro, não está empolgando nem mesmo seus eleitores. Para garantir plateia na festa em Brasília, que será bancada com dinheiro público,o PT está organizando caravanas de militantes com direito a hospedagem é claro. Será a operacionalização do tal "bailão do Palácio do Planalto”, como batizou o ministro Gilberto Carvalho? Querem festejar os escândalos de corrupção? O aumento da energia elétrica e da gasolina? A inflação nas alturas? O 'toma lá dá cá' das nomeações do novo ministério? A indústria em retração? O crescimento zero e a falta de confiança dos investidores? Ao encerrar um período de triste memória, o PT inicia o governo com mais um péssimo exemplo para o país.

Nosso comentário? Nem todo pai gosta de ver a vulgarização precoce de suas filhas e filhos, que perdem o melhor da criancice.


É que o excesso de poder faz a ditadura...

A VIDA SEXUAL DOS MAIORES DITADORES DA HISTÓRIA

Conheça as peculiaridades das vidas privadas de Napoleão, Lênin, Stálin e Hitler.
Spotniks

O diplomata americano Henry Kissinger uma vez disse que “o poder é o melhor afrodisíaco” e, pelo visto, ele estava certo. Confira na lista abaixo a vida sexual de quatro dos homens mais poderosos da história.

Napoleão


O pequeno grande corso foi um adolescente calmo e sem grande pulsão sexual, chegando anotar em seu diário que “[o sexo] é perigoso à sociedade e à felicidade individual do homem”. É provável que os primeiros relacionamentos do então futuro Imperador da França não tenham acabado bem.

Napoleão, aos 14 anos, na Escola Militar de Brienne, era um jovem tímido e sem muitos amigos - sua única amizade era a de Pierre François Lougier de Bellencour, um jovem nobre homossexual, responsável por causar-lhe grandes ciúmes. Acredita-se que suas primeiras experiências sexuais tenham sido com esse moço. Entretanto, quando ambos foram à École Militaire em Paris e Pierre começou a relacionar-se com outros homens, Napoleão rompeu definitivamente com o amigo. Foi após esse episódio que a frase acerca do sexo foi cunhada.

Seu primeiro contato sexual com o sexo oposto do conquistador aconteceu com uma profissional do sexo de Paris. O então franzino subtenente foi a um famoso bordel da cidade e procurou por uma moça com experiência em rapazes inexperientes. Tudo aquilo, segundo o próprio, não passava de “uma experiência filosófica” e acontecera apenas a título de curiosidade. Mas a relação não foi prazerosa ao futuro Imperador – fato que o afastaria do sexo feminino por algum tempo.

Napoleão só voltou a apaixonar-se novamente no auge de seus 25 anos – a vítima da vez era a cunhada de seu irmão, Desiree “Eugenie” Clary. A paixão, apesar de desaprovada pela família de Eugenie, era mútua e ambos trocavam cartas de amor incandescentes.

O jovem Bonaparte, contudo, rompeu o relacionamento por acreditar que a parceira não o amava o suficiente. A pobre moça, desolada, encontrou conforto nos braços de Jean B. Bernadotte, futuro Marechal da França e Rei da Suécia- a dinastia iniciada por Desiree e Jean continua a governar o país escandinavo até hoje.

Napoleão ainda enfrentaria outra decepção: foi feito de brinquedo sexual por uma matrona de 40 anos, Madame Pernon, e apaixonou-se. Ao pedi-la em casamento recebeu escárnio como resposta. Sim, a vida amorosa do rapaz era um fracasso absoluto.

Mas então apareceu Josephine…


Marie Josèphe Tascher de Beauharnais, ex-viscondessa de Martinica, cujo marido havia sido guilhotinado durante a Fase do Terror da Revolução Francesa, era uma sedutora e envolvente viúva que rodeava os homens mais poderosos da França. Josephine era amante de Paul Barras, o chefe do Diretório, órgão que governava o país, e conheceu Napoleão, à época General do Exército do Interior, ao pedir-lhe um favor a seu filho.

O general caiu perdidamente de amores pela viúva. Pressionado por Barras, ansioso por livrar-se da amante, Napoleão e Marie Josèphe casaram-se numa cerimônia modesta em Paris, contra as bençãos de suas famílias.

Beauharnais, no entanto, nunca foi mulher de um único homem e logo após ver seu marido iniciar uma viagem em campanha pela Europa, envolveu-se com outros homens. Com o tempo, como não haveria de ser diferente, os rumores espalharam-se por toda França – Napoleão, perdidamente apaixonado pela esposa, ignorava.

Mas a vida dá voltas. Durante a campanha do Egito, o general apaixonou-se e teve um relacionamento breve com outra mulher, Pauline Fourres. Também, durante sua estada na Polônia, o agora ditador da França, caiu de amores por outra, a condessa de 19 anos, Anna Polocka, com quem teve um longo relacionamento e um filho.

Cansado da esposa e com provas de suas traições, o então Imperador divorciou-se da mulher e arranjou um novo casamento, dessa vez com uma princesa: a sobrinha de Maria Antonieta, Marie Louise, mãe de seu único filho legítimo. A aliança forjada com esse casamento provou-se um erro estratégico, pois ao aliar-se com a Áustria, inimiga histórica da Rússia, Napoleão viu-se forçado à guerra com essa última, o que selou sua queda. Foi mais uma vez derrotado pelo amor.

Lênin


O revolucionário russo nunca fugiu de um rabo de saia e tinha um fraco por mulheres que abraçassem os ideais revolucionários. Seu primeiro amor foi Nadezhda Konstantina Krupskaya, a Nadya, uma moça um ano mais velha que ele, fervorosa admiradora dos trabalhos de Karl Marx. Segundo Nadya, quando ela leu O Capital pela primeira vez: “[o livro] pareceu música aos meus ouvidos – os expropriadores sendo expropriados! Meu coração batia tão forte que poderia ser ouvido à distância”.

Os dois frequentemente eram vistos passeando enquanto conversavam sobre as mazelas do capitalismo e planejavam uma futura revolução. Embora o relacionamento fosse próspero, o futuro líder soviético não contentou-se apenas com Nadya e terminou levando um fora de sua melhor amiga, a também revolucionária Apollinaria Yakubova.

Quando Lênin e Nadya foram exilados, Lênin pedira às autoridades para passarem o exílio juntos – pedido que foi prontamente atendido, com a condição de que se casassem. O casal, após um tour por diversas prisões, foi finalmente despachado à Sibéria, onde a Sra. Lênin teve que lutar com diversas doenças que a tornaram estéril e roubaram sua antiga beleza.

Ao escapar do exílio, Lênin foi a São Petesburgo, em 1905, promover seus ideais sob um pseudônimo. Lá conheceu uma jovem aristocrata, rica e divorciada, conhecida por Elisabeth de K. Foi amor à primeira vista.

Elisabeth promovia encontros de revolucionários em seu apartamento na cidade e protegeu Lênin das autoridades inúmeras vezes. Durante a estada dele em Estocolmo, ela o acompanhou e o ajudou em seus trabalhos. Entretanto, houve um desencontro de interesses: Lênin apenas se interessava por política, a moça era apaixonada por arte. Romperam.

Dois anos depois, a jovem aristocrata, morrendo de saudades do antigo amante, foi atrás dele em Paris – onde o líder socialista morava. Lênin e Elisabeth reataram um relacionamento que durou mais nove anos.

Enquanto ainda estivesse tendo um caso com Elisabeth de K, Lênin conheceu outra mulher – que viria a ser o grande amor de sua vida: Elisabeth d’Herbenville Armand, uma divorciada francesa. A moça fora morar com os tios em Moscou após o falecimento de seu pai. Lá casou-se aos 18 anos com Alexander Armand, um jovem burguês filho do dono de uma tecelagem, com quem teve cinco filhos. Cansada do marido, aventurou-se a transar com o cunhado e, após cansar-se desse também, decidiu abandonar seu lar.


De Moscou, D’Herbenville foi a Estocolmo trabalhar com a famosa feminista sueca Ellen Key. Foi na Suécia que ela teve acesso à obra de Lênin e converteu-se numa bolchevique radical e entusiasmada. A moça, de volta à nação eslava, participou da frustrada Revolução de 1905 e chegou a ser presa três vezes e exilada na Sibéria, onde fugiu rumo à capital francesa.

Ao chegar em Paris, sua fama já a precedia, e a dedicada comunista foi recebida com honras pelo chefe do Partido, Lênin, com quem teve uma simpatia à primeira vista. O revolucionário impressionou-se com a inteligência e a sagacidade da moça e não era raro vê-los passando um tempo juntos. Se Lênin frequentava um café, era certo que Elisabeth também estava presente.

As afinidades eram muitas – ambos eram apaixonados por Beethoven e tinham interpretações similares das obras de Marx – e o amor floresceu naturalmente. Nadya, a mulher de Lênin, também gostava muito de Elisabeth e não se importava do relacionamento dela com seu marido. Os três formavam uma relação bem moderna a seu tempo e ficaram juntos até a morte da francesa, em 1920.

Stálin


A primeira mulher de Stálin foi a georgiana Ekaterina Svanidze, cujo irmão Aleksandr frequentava o mesmo seminário que o futuro ditador da URSS – sim, Stálin quase se tornou padre. Eles se casaram em 1903, na Igreja Ortodoxa, por insistência da mãe da moça, embora o tirano já tivesse abraçado o comunismo. Ekaterina também era muito religiosa: vivia em oração pedindo a Deus que trouxesse seu marido de volta para o cristianismo, enquanto Stálin planejava sua vida política no Partido. O casamento gerou um filho, Yakov.

Apesar de terem pouco contato, Stálin amava perdidamente sua mulher – por isso, ficou devastado quando ela faleceu em 1910. Aos portões do cemitério, disse, quase anunciando seus planos futuros:

- Essa criatura amoleceu meu coração de pedra. Ela está morta e com ela vão meus últimos sentimentos humanos.

Após um período de luto, os desejos do bolchevique voltaram a aflorar e, durante a Guerra Civil de 1919, o homem de aço conheceu Nadya Alliluyeva, a filha de um abastado burguês, muito bonita, que conheceu o tirano através de seus pais.

A jovem russa tinha apenas 16 anos – Stálin já passava dos 40 – quando ele tirou sua virgindade. Embora o homem de aço tivesse mais que o dobro de sua idade, ela achava o fervor revolucionário de suas ideias algo extremamente romântico. A jovem, apesar dos protestos da mãe, também se tornou uma bolchevique e casou-se com Stálin num “ato revolucionário”. Passaram a lua de mel em meio à batalha da cidade de Tsaritisyn – que no futuro seria rebatizada de Stalingrado.


Com o fim da Guerra, Stálin e Nadya retornaram a Moscou e a jovem foi trabalhar como uma das secretárias de Lênin. O primeiro filho deles, Vasily, nasceu nessa época em 1920. Depois tiveram uma menina, Svetlana, em 1926.

Com o ascender do marido à posição de Secretário-Geral do Partido Comunista da URSS – o cargo oficial de ditador do país –, Nadya indignou-se com os privilégios dados à família, que ofendia seus princípios ideológicos. Para afastar-se de casa, a revolucionária inscreveu-se na universidade. Lá, descobriu, através de outros estudantes, o que acontecia na Ucrânia – mais precisamente em Holodomor, onde a fome causada por seu marido custaria a vida de cinco milhões de cidadãos.

Cada vírgula de indignação de Nadya foi respondida por Stálin com desprezo, seguido dos mais cruéis insultos. O tirano já estava tomado completamente pelo poder.

Ainda que não rompido com a mulher de modo oficial, o ditador procurou conforto nos braços de outras mulheres. A primeira foi uma serviçal de sua dacha, depois uma bailarina… e assim outras tantas, incluindo filhas de poderosos: dentre uma de suas amantes estava a filha de 16 anos de um membro do Politburo, que gerou um filho seu.

Desprezada pelo ditador, Nadya afundou-se na depressão, até cometer suicídio. O caso foi abafado e a razão oficial da morte foi tratada como mera apendicite.

Stálin não compareceu ao velório, tampouco ao enterro da própria mulher, e depositou sua raiva na família dela: sua irmã Anna foi sentenciada a dez anos de prisão, seu cunhado foi preso e executado; seu irmão Pavel morreu de infarto ao saber da sentença de Anna e a mulher desse, Eugenia, acabou presa no lugar do marido.

Hitler


Todo dia 18 de setembro, Adolf Hitler depositava um buquê de flores no túmulo de Geli, sua sobrinha-amante, que, em 1931, cometera suicídio no apartamento dele, localizado na Prinzregentenstrasse, em Munique. Tal golpe do destino atingiu terrivelmente o futuro líder da Alemanha nazista, tanto que Hitler tentou segui-la na morte, mas seu fiel amigo e secretário Rudolf Hess tomou-lhe a arma da mão no último instante. Angela Raubal, a Geli, era filha de Angela, irmã de Hitler, e possuía vinte anos a menos que o futuro Führer.

Eles se conheceram no verão de 1925, quando foi imposta a ele a proibição de falar em público – o que o obrigou a dedicar-se exclusivamente à escrita e a retirar-se para as montanhas. Hitler, na solidão, convidou a irmã viúva para morar com ele e Angela mudou-se da Áustria, terra natal da família, junto com sua filha, para cuidar do irmão.

Geli tornou-se seu grande amor e Hitler passava cada segundo de tempo livre ao lado dela. Entretanto, a relação dos dois não era fácil: o ciúme onipresente dele a sufocava e cortava toda e qualquer liberdade da jovem – seu inevitável destino foi o suicídio.

Apesar de ser loucamente apaixonado pela sobrinha, Hitler mantinha relações sexuais com, pelo menos, outras duas mulheres de identidade desconhecida. O futuro ditador fazia seus encontros íntimos no estúdio de seu amigo e fotógrafo pessoal, Heinrich Hoffmann, e foi através da filha desse, Henriette, futura esposa do chefe da juventude hitlerista Baldur von Schirach, que Hitler conheceu o amor de sua vida, Eva Braun.


A discreta Eva, após a morte de Geli, foi gradualmente ganhando o carinho de Hitler. Para tanto, obedecia-lhe incondicionalmente, não fumava na sua presença e apenas dançava em segredo. Assim como também respeitava seus hobbies: não se opunha a ele passar longos períodos apenas desfrutando de seus passatempos.

Hitler não era nada conservador em muitos aspectos e em 01 de março de 1942 disse: “A mulher que tem uma filha sozinha e decide cuidar dele é, para mim, mais importante do que uma solteirona. Os preconceitos sociais estão em declínio. A natureza evolui. Estamos no caminho certo”. Também não era um defensor do casamento e pensava que a humanidade deveria ser liberta sexualmente.

Antes de chegar ao poder, ao lado de amigos, Hitler se divertia em festas e comemorações. Com Joseph Goebbels frequentava o teatro, a ópera e o cinema. Chegou até a possuir casos com atrizes famosas. A loira, alegre e exuberante Gretl Slezak, filha do cantor judeu de ópera, Leo Slezak, foi a primeira delas.

Goebbels também apresentara ao futuro Führer a atriz Leni Riefenstahl, que depois da ascensão nazista ao poder caiu nas graças de Hitler. Entretanto, curiosamente, tais relações não envolviam sexo e Hitler costumava dizer que possuíam “aspecto maternal”. O ditador sempre gostou de, sabe-se lá a razão, estar rodeado de mulheres bonitas.

Ao longo do tempo, com a guerra avançando, Hitler, que sempre gostara da companhia de mulheres, afastou-se delas e curiosamente só manteve Eva Braun ao seu lado. A lealdade incondicional de Eva foi “recompensada” quando os dias do Terceiro Reich chegavam ao fim: Hitler se casou-se com ela pelos “muitos anos de amizade fiel” em 30 de abril de 1945. De acordo com a história oficial, o casamento foi seguido de suicídio: Eva com um frasco de veneno e Hitler com um tiro na cabeça. O episódio representou o fim definitivo do nazismo.


Em 2015, a Educação brasileira será dirigida por este senhor que destratou a categoria de professor

Essa é a política de governabilidade do Governo Federal. Ruralistas, religiosos, neoliberais e os brucutus da política comandando um país de tolos e de fisiologistas disfarçados de "socialistas".