domingo, 30 de novembro de 2014

Os botafoguenses vamos sofrer com a gozação dos adversários. Já começaram...


Um vídeo que emociona. Soldados voltam da guerra e, de surpresa, reencontram os filhos....



Sugestão de Juscelino Palmeira. Marina é a neta, filha de Osmar.

Nossa amiga Léa Silva em dia de parabéns e abraços.


Crônica de um estelionato eleitoral anunciado. Na capa da Veja.


Vejam a notícia. Se não expulsaram os condenados no Mensalão, após julgamento pelo próprio STF, vão expulsar quem? Só se for petista de baixo calibre e bolso e cueca pequenos - sem nenhum vínculo maior com a cúpula do partido ou atribuições de tesouraria.

Diretório Nacional do PT aprova expulsão de envolvidos em esquemas de corrupção

Partido aprovou documento-base em reunião na manhã deste sábado

POR SIMONE IGLESIAS, 
THAYS LAVOR
O Globo

FORTALEZA - O diretório nacional do PT aprovou, neste sábado, documento em que diz que qualquer filiado envolvido comprovadamente em escândalos de corrupção será expulso. O texto não prevê em que momento isso deve acontecer. A versão original estabelecia que a expulsão seria imediata, mas essa palavra foi retirada da versão aprovada.

“Manifestamos a disposição firme e inabalável de apoiar o combate à corrupção. Qualquer filiado que tiver, de forma comprovada, participado de corrupção, deve ser expulso”, diz trecho.

O documento foi proposto pela Mensagem, uma das mais importantes correntes internas do PT, na sexta, e aprovado por consenso pelo diretório. A primeira versão falava em expulsão imediata. No entanto, segundo o presidente nacional do PT, Rui Falcão, a ideia central permanece, mas antes das expulsão, todos terão direito à defesa.

Se há algum envolvimento, quero saber se as denúncias são comprovadas ou não. Todos têm direito a defesa e contraditório. Reafirmo que se alguém estiver envolvido, não ficará no PT — afirmou o dirigente.

Ainda no documento, o PT diz "exigir" que as investigações relacionadas à Operação Lava-Jato sejam conduzidas dentro dos marcos legais "e não se prestem a ser instrumentalizadas, de forma fraudulenta, por objetivos partidários".

É inaceitável que a palavra dos delatores, inclusive já condenados outras vezes, seja aceita como verdadeira sem prova documental. A liberdade de expressão não pode ser confundida com o exercício interessado na calúnia e difamação. Todo acusado, seja de qual partido for, deve ter o direito a defesa e de ser julgado com o devido processo legal — relata outro trecho.

Rui Falcão disse ter ido duas vezes ao Supremo Tribunal Federal (STF) pedir ao ministro relator da Lava-Jato, Teori Zavaski, acesso aos autos do processo no que se refere ao PT. Segundo Rui, ele ficou de analisar o pedido, mas ainda não emitiu resposta. O dirigente afirmou que o tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, tem sido vítima de ataques infundados e de forma sistemática.

Ele reafirmou (durante a reunião de sexta) publicamente sua inocência, que todos nós já acreditávamos, condenando os ataques infundados que tem sido feitos a ele de forma sistemática — reforça Rui Falcão.

Uma massagem até 'inguiá'...

Sugestão de Gabriel Galvão
ESCÂNDALO NA PETROBRÁS
Juiz com causa
Folha de São Paulo

Sério e discreto, Sergio Moro se especializou em casos de lavagem de dinheiro antes de aterrorizar executivos, empresas e advogados na Lava Jato

"Quanto aos crimes de colarinho branco, o custo e o desgaste não valem o resultado. Se prende-se, se solta. Se não prende, prescreve pelo tempo entre eventual condenação e início da execução da pena."

Não parece, mas a constatação é de Sergio Moro, 42, juiz federal que, neste mês, mandou prender altos executivos das maiores empreiteiras do país na Operação Lava Jato, que apura esquema de desvio e lavagem de dinheiro envolvendo a Petrobras.

Escrita em 30 de março de 2009, a frase é parte de um e-mail dele a amigos dizendo que desistira de julgar crimes de colarinho branco. "O melhor é investigar e abrir processos somente em relação ao tráfico de drogas e lavagem dela decorrente, para os quais o sistema ainda é eficiente."

Na época, o magistrado estava desiludido com a maneira com que a Justiça tratava casos como o do banqueiro Daniel Dantas, solto em 2009 após decisão do ministro Gilmar Mendes, do STF (Supremo Tribunal Federal), com um pito público em um juiz federal, Fausto de Sanctis.

Moro, que não gosta de dar entrevistas, contou a amigos que não pensa como antes porque país e tribunais mudaram de ideia. Sobretudo após o julgamento do mensalão.

Dois números ilustram a mudança: advogados de alvos da Lava Jato já perderam mais de cem recursos, enquanto Moro teve só uma derrota --em maio, o STF mandou soltar o ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa.

DISCRIÇÃO

Paranaense de Maringá e filho de um professor de geografia da UEM (Universidade Estadual de Maringá), onde se formou em direito, o juiz é descrito como obstinado, concentrado e discreto.

"Era tido pelos colegas como intelectualmente diferenciado. Reservado, estudioso, com um humor muito refinado", diz o juiz federal Anderson Furlan, 39, amigo de Moro desde 1992, quando, calouro, foi salvo por ele num trote.

Moro não era visto em festas e passava longe do movimento estudantil. "Nunca soube pra quem ele votou", assegura Furlan. Nem time de futebol? "Não tem. E se tivesse, não falaria, porque talvez pudesse julgar esse time um dia. Discrição à pura prova."

Após um breve período trabalhando em um escritório de direito tributário, Moro tornou-se juiz federal cedo, aos 24 anos, em 1996.

Em 2003, começou seu primeiro grande caso, a investigação sobre a remessa ilegal ao exterior de cerca de US$ 30 bilhões via Banestado, banco estatal do Paraná. Nele, aprofundou conhecimentos sobre lavagem e colaboração com outros países, principalmente os EUA, onde estudou.

Em 2004, participou da Operação Farol da Colina, que culminou na prisão de 63 doleiros --a maior apuração sobre lavagem no Brasil até a Lava Jato. A experiência motivou a ministra Rosa Weber a convocá-lo para ajudá-la no julgamento do mensalão, em 2012. Advogados ficaram apreensivos --sua fama de "linha dura" já era grande.

A experiência rendeu. "Ele conheceu como pensam os ministros. Sabe onde uma investigação pode se tornar mais ou menos frágil", afirma o amigo Furlan. "É simples e discreto", diz Leonardo de Farias Duarte, juiz que foi auxiliar de Joaquim Barbosa na mesma época.

Entre os poucos comentários aos demais auxiliares sobre sua vida, Moro falou sobre seu descontentamento com os rumos da ação que movia contra a Universidade Federal do Paraná, onde até hoje ensina direito penal.

Por causa do trabalho no STF, ele tentou convencer a instituição a deixá-lo lecionar por três horários consecutivos às sextas-feiras, o que feria as normas internas. Moro ficou contrariado com a recusa e entrou com o processo. Perdeu em duas instâncias.

Nas classes, afrouxa a sisudez. É sério e exigente, mas faz tiradas e é acessível. Com alguns estudantes, trocava até torpedos. No início do ano, foi escolhido como nome de turma e participou do almoço de despedida dos alunos.

Um de seus temas preferidos nas aulas é a Operação Mãos Limpas, que combateu a lavagem de dinheiro e desmontou a máfia na Itália.

MELHOR SÓ

Na Lava Jato, a fama de juiz duro e competente vem se consolidando.

"Eu apanhei bastante dele. Não é fácil", conta um advogado com carreira na área criminal, que pediu para não ter o nome publicado. "Ele fundamenta as decisões muito bem. Conseguir reverter uma decisão é muito difícil."

A oposição, que aposta na Lava Jato como principal fonte de desgaste do PT no governo federal, tem saído em defesa de Moro. Parlamentares do bloco fizeram chegar a seus ouvidos que, caso se sentisse pressionado ou ameaçado, poderia pedir ajuda.

O juiz jamais respondeu aos acenos. Segundo interlocutores escalados para essas missões, manda dizer que agradece a preocupação, mas está muito bem sozinho, obrigado.

(ESTELITA HASS CARAZZAI, DANIELA LIMA, FABIANO MAISONNAVE e MARIO CESAR CARVALHO)
Em VEJA desta semana
A água está chegando ao pescoço

O advogado da Petrobras avisou o Planalto dos riscos de a estatal continuar contratando obras sem licitação apesar das sucessivas advertências do Tribunal de Contas da União sobre irregularidades

Robson Bonin e Hugo Marques
Veja

Na semana passada, VEJA mostrou que mensagens eletrônicas encontradas pela Polícia Federal nos computadores do Palácio do Planalto revelavam que o ex-presidente Lula e a presidente Dilma Rousseff tiveram, em 2009, a oportunidade de interromper a ação dos corruptos que atuavam no coração da Petrobras — e a desperdiçaram. Chefe da Casa Civil do governo Lula, Dilma recebeu do então diretor de Abastecimento e Refino da Petrobras, Paulo Roberto Costa, um e-mail alertando para o risco de que obras sob sua responsabilidade fossem paralisadas por recomendação do Tribunal de Contas da União (TCU)

Cérebro da quadrilha que desviou bilhões dos cofres da companhia, Paulo Roberto estava preocupado com a ação dos auditores que começaram a farejar pistas da existência do cartel de empreiteiras que superfaturava contratos na estatal. Para impedir que o dinheiro parasse de jorrar no bolso dos corruptos, o diretor sugeriu que o governo agisse politicamente para neutralizar as denúncias do tribunal. E assim foi feito. Logo depois de receber a mensagem, Dilma se pôs a criticar a iniciativa do TCU, e Lula vetou a decisão do Parlamento de interromper as obras suspeitas, entre elas a de construção da Refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco.

Na esteira da apuração da reportagem, VEJA perguntou à presidente, que também comandava o Conselho de Administração da Petrobras na ocasião, se era comum um diretor desconsiderar a hierarquia, dirigir-se diretamente ao Palácio do Planalto e tomar a liberdade de oferecer sugestões políticas para um problema administrativo. Dilma não respondeu

A presidente também não explicou por que o governo, em vez de atuar para sanar as irregularidades apontadas pelo tribunal, fez exatamente o contrário. Depois da publicação da reportagem, Dilma Rousseff preferiu, em nota oficial, atacar o mensageiro. Ela acusou VEJA de manipulação. A revista só relatou fatos produzidos pelos governos de Lula e Dilma. Não foi VEJA que colocou Paulo Roberto Costa na Petrobras com o objetivo de montar um esquema de corrupção para obter recursos a ser entregues a políticos e partidos aliados do governo. Não foi VEJA que colocou o doleiro Alberto Youssef a serviço do esquema de Costa na Petrobras. Quem disse que Lula e Dilma sabiam de tudo foi Youssef. VEJA apenas revelou a fala do doleiro. Portanto, não adianta esbravejar contra o mensageiro, quando é a mensagem que fere.

Em 29 de maio de 2007, o então advogado da estatal junto ao TCU, Claudismar Zupiroli, enviou um e-mail à então secretária ­executiva da Casa Civil, Erenice Guerra. Ele relatou sua preocupação com o fato de o TCU estar no pé da Petrobras pelo uso abusivo de um decreto que permite gastos sem licitação na estatal. Zupiroli informa que há um “voa barata” entre os gestores da Petrobras, que estavam “com medo do recrudescimento do tribunal em cima deles”, por causa das contratações sem licitação. Editada em 1998 no governo do presidente Fernando Henrique Cardoso, a norma foi idealizada com uma finalidade nobre: agilizar a contratação de serviços prioritários e urgentes a fim de evitar que a estatal perdesse competitividade no mercado. Nas mãos de Paulo Roberto Costa e de outros diretores corruptos da estatal, no entanto, o decreto passou a ser usado indiscriminadamente para dispensar a licitação em praticamente todas as obras, servindo de biombo para acobertar as maiores atrocidades patrocinadas com o dinheiro público.

É da natureza dos corruptos não se intimidar diante de leis e decretos que dificultam sua ação. Assim, não se pode ver na dispensa de licitação a única causa da transformação das obras da Refinaria Abreu e Lima no maior assalto aos cofres públicos já registrado na história do Brasil. De 2,5 bilhões de dólares, o custo da refinaria saltou para 20 bilhões. Uma parte considerável desse dinheiro foi desviada pelo esquema de corrupção liderado por Paulo Roberto na Petrobras. No relatório de 2009, o TCU alertava para a existência de superfaturamento. Informava que os negócios suspeitos eram planejados em uma sala secreta, localizada no 19º andar do edifício-sede da Petrobras. Era lá que Paulo Roberto dava expediente como diretor de Abastecimento. Dali ele redigiu a mensagem a Dilma Rousseff sugerindo a bem-sucedida intervenção do governo para que nada fosse investigado.

Zupiroli também achou por bem advertir Erenice: “Cresce a corrente dos que se recusam a assumir cargos de responsabilidade, como cresce a disposição daqueles que acham que devem ligar ‘o f.’ no sentido de aplicar a Lei de Licitações, independentemente das consequências. A água está chegando ao pescoço. Não há registro de que a principal conselheira de Dilma tenha tomado alguma providência no sentido de ao menos averiguar se havia algo errado. O que se viu foi que as contratações sem licitação continuaram                                                                                                                                                                                      
A todo o vapor. 

O primeiro e-mail revelado por VEJA mostrou que o Planalto foi acionado por Paulo Roberto Costa para não deixar o TCU interromper as obras e, claro, a dinheirama sem licitação. A mensagem do advogado, bem mais explícita e eloquente, mandara o mesmo recado dois anos antes. Na semana passada, o deputado Ronaldo Caiado (DEM-GO) apresentou requerimento pedindo a convocação de Dilma e Lula para prestar esclarecimentos na CPI mista da Petrobras. “A presidente disse que está disposta a aprofundar toda a investigação. Nada mais justo do que ela ir à CPI para esclarecer, em primeiro lugar, a acusação do doleiro e, agora, a ligação com esse diretor corrupto.” O parlamentar também quer que o ex-presidente e sua sucessora expliquem como a quadrilha conseguiu se instalar na Petrobras sem que o governo percebesse. Quadrilha que, segundo os depoimentos colhidos pela polícia, também ajudou a financiar a própria campanha presidencial de Dilma em 2010 e alimentou o caixa do PT e de seus aliados.

As manchetes do jornal Correio Braziliense


Jogo/Extra: O Botafogo está atirando com pólvora alheia...


Chamadas principais do jornal Folha de São Paulo


A capa de domingo do Jornal da Paraíba


As manchetes de jornais brasileiros neste domingo

Folha: Aperto nas contas adia para 2017 foco no crescimento

Globo: Lei fiscal não vai ser cumprida por 17 estados

Extra: Falta de chuva fará a conta de luz aumentar

- ValorEconômico: Lava-Jato: justiça nega novo pedido de habeas-corpus a Fernando Soares

Estadão: Réu aponta condenado do Mensalão no esquema [do Petrolão]

ZeroHora: Tráfego (muito) intenso à frente

Estado de Minas: Youssef passa mal novamente e segue às pressas para hospital em Curitiba

CorreioBraziliense: Líder da fraude de R$ 1 bilhão ganha portos do governo

CorreiodaBahia: Agonia até o fim

OPovo: O Ceará que Cid deixa para Camilo

DiáriodePernambuco: Justiça desbloqueia contas da Petrobrás

JornaldaParaíba: Vereadores vão renovar direção de 180 câmaras

sábado, 29 de novembro de 2014

Em Cajazeiras, no Clube Campestre, a domingueira sempre com grandes atrações. Neste domingo, Marcos e Energia do Samba.


Benito di Paula: Retalhos de Cetim. Retalhos de vida...ienchi o copo, Bebelo!

'Empurra o burro por cima dos tôco'! Fala, Baiano, que o Juiz Moro te escuta...

A terra vai tremer

Quem tem medo de Fernando Baiano?
Baiano vai falar
Fernando Baiano está negociando um acordo de delação premiada.
Por Lauro Jardim

Pensando em Nêgo Riba e João Robson. Só tem sabido nesse mundo, né não?

Sugestão de José Neto Barreto Junior

Fez um negócio sem futuro...A sugestão é de Daniel Pires e Ricardo Holanda. E voltou tudo ao normal: quem já comeu, come de novo!

Camiseta faz noiva ser abandonada no dia do casamento
R7

Uma imagem vem circulando nas redes sociais dá conta que uma simples camiseta pode ter sido a causadora de um divórcio. Tudo porque, para “prestigiar” a noiva, as amigas vestiram-na com uma camiseta com os seguintes dizeres: “Quem comeu, comeu, quem não comeu não come mais!”

A roupa, que tirou gargalhada dos convidados, ofendeu a honra do noivo que, aos prantos, deixou a festa já vestido a rigor e anunciou, uma hora depois, que desistira do casamento. E explicou: “não posso carregar aquela imagem de que minha noiva foi de outros antes de mim e veio me revelar isso exatamente no dia mais importante da minha vida”.

Inadvertidamente, a imagem da noiva ainda feliz com a “homenagem” das amigas foi estampada no Facebook, onde viralizou.

Você concorda com o noivo e seus argumentos ou acha que o passado e passado e a fila anda?


Hay gobierno, soy a favor! Sindicato seletivo, peleguismo explícito!



"A CUT, a denominada Central Unica do Trabalhador: 12 anos de ferias por pertencer ao PT"


A sensível homenagem de Isabela Vilante ao grande Roberto Bolaños 'Chaves'.


ADEUS GRANDE ARTISTA!!!! Chaves Chaplin

Josias de Souza


Triturada na usina de moer reputações que funcionou no comitê eleitoral de Dilma Rousseff, Marina Silva pendurou na internet uma avaliação sobre a equipe econômica de Dilma Rousseff 2ª, encabeçada por Joaquim Levy, um ortodoxo egresso do Bradesco:

“…São técnicos competentes e revelam para a sociedade por que a candidata Dilma não quis apresentar um programa de governo – não podia deixar rastros, sabia que teria que sair do mundo colorido do marketing eleitoral e fazer, no mundo real, o que tanto criticou na campanha.”

Está vendo por que o critério para a escolha de ministro do STF deve ser jurídico e não petismo?!

Processo seletivo 
Coluna Painel - Folha de São Paulo

O ministro que Dilma Rousseff indicar para o STF na vaga de Joaquim Barbosa será alocado na segunda turma da corte –a mesma de Teori Zavascki [relator do processo resultante da operação Lava-Jato]. O novo ocupante, portanto, deve participar do julgamento dos políticos acusados no caso.

Aparece mais um "herói do povo brasileiro". E o PT tem que bajular mesmo. Vai que ele aceita uma delação premiada...

Cúpula petista faz defesa de tesoureiro sob suspeita

Presidente do partido elogiou Vaccari, aplaudido em evento da legenda

Petista foi citado por delator como um dos operadores do esquema na Petrobras; sigla pede mudança no governo

MARINA DIAS
CATIA SEABRA
ENVIADAS ESPECIAIS A FORTALEZA
Folha de São Paulo

Tesoureiro nacional do PT, João Vaccari Neto fez nesta sexta (28) um discurso em sua defesa durante a reunião do diretório nacional do partido, em Fortaleza, e disse que todas as contribuições que recebeu para a sigla são legais.

"Nunca fiz nada de errado", afirmou, diante da plateia de dirigentes petistas.

Vaccari foi citado pelo ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa como um dos operadores do esquema de desvios da estatal investigado na Operação Lava Jato.

Após a fala do tesoureiro, o presidente do PT, Rui Falcão, fez breve discurso favorável a ele. Afirmou que "a maior defesa de Vaccari é a sua vida".

O dirigente petista pediu palmas em solidariedade ao tesoureiro e foi atendido.

Vaccari tem dito que é vítima de "injustiça". Para ele, "estão querendo transformar doações legais em ilegais".


No evento, o tesoureiro disse que a quebra de seu sigilo aprovada na CPI no Congresso é "ação midiática" e que isso já foi feito outras vezes, numa referência ao caso Bancoop. "Nunca acharam nada."

O tesoureiro é réu em um processo no qual é acusado de desviar dinheiro da Bancoop (Cooperativa Habitacional dos Bancários de São Paulo), quando era presidente.

Os recursos teriam ido para campanhas eleitorais. O petista reconhece má gestão na Bancoop, mas nega desvios e diz que seu trabalho foi sanear problemas deixados pela administração anterior.

Conforme revelou a Folha, em fevereiro Vaccari esteve numa empresa do doleiro Alberto Youssef, que confessou participar do esquema na Petrobras, dias antes das prisões da Lava Jato. Deixou o local após quatro minutos, mas até hoje não explicou a visita.

A PF apura ainda se investimentos feitos por fundos de pensão de estatais em empresas ligadas a Youssef foram negociados pelo tesoureiro.

Dois fundos, o Petros, dos empregados da Petrobras, e o Postalis, dos Correios, aplicaram R$ 73 milhões e perderam praticamente todo o investimento. Vaccari nega ter participado desses negócios.

Uma das principais bandeiras do PT para o segundo mandato de Dilma Rousseff, a reforma política também foi tema da fala do tesoureiro, que defendeu o financiamento público de campanha. Segundo petistas, a dependência da iniciativa privada abre janela para irregularidades.

O PT tucanou. Na nova edição de Revista ISTOÉ, entenda como Dilma adota o receituário do PSDB, que tanto criticou na campanha, para tentar tirar o País da recessão e equilibrar as contas.
Colisão entre carreta e carro de passeio na BR-230 mata fisioterapeuta cajazeirense. Veja fotos!

Por Ângelo Lima

Um grave acidente foi registrado por volta das 20h45min na BR-230 no contorno do Estádio o Perpetão em Cajazeiras.

Relatos que o fisioterapeuta José Célio Salvino de 58 anos conduzia um veículo Bravo de cor branca quando entrou sentido BR Cajazeiras sendo colhido violentamente por uma Carreta de cor vermelha.

Com impacto o veículo foi arrastado por cerca de 40 metros Célio e uma mulher que estava no banco do passageiro ficaram presos nas ferragens.

Equipes do SAMU e Bombeiros com apoio da Polícia militar e Trânsito conseguiram retirar a jovem que ficou presa nas ferragens. Já Dr. Célio não resistiu aos ferimentos e veio a óbito no local.


A polícia Rodoviária juntamente com a polícia científica está no local realizando os procedimentos que requer o caso.