sábado, 31 de maio de 2014

Da série: Joaquim Barbosa vai se aposentar do Supremo? É uma pena!


JOAQUIM BARBOSA:

Próxima a sua aposentadoria, segundo a mídia. Grande perda para a Magistratura Nacional. Foi um dos juízes, na história do STF, que mais se acostou à linha de interpretação mais severa da lei penal, não só no caso "mensalão", mas em todos os processos que julgou. Se isso é bom ou ruim....depende a interpretação de cada pessoa.

Joaquim Barbosa: um grande e destemido brasileiro se despede do Supremo Tribunal Federal. O seu dever foi, absolutamente, cumprido!


Na capa do Jornal Meia Hora, no Rio de Janeiro. Ronaldo foi dizer que tinha de descer o pau nos vândalos...


Cadê o sono? Também...com um frio desses!


Sugestão de Jucileide Galvão

Da série: Joaquim Barbosa vai se aposentar do Supremo? É uma pena!


Nonato Guedes

Descontadas as condições de temperatura e pressão, avalio que Joaquim Barbosa foi um divisor de águas, um paradigma a ser levado em consideração, uma referência bastante significativa para o nosso universo judicante. E para a sociedade como um todo.

Se eles gostaram, Joaquim Barbosa está certo...

Afinal, não é pra isto mesmo que serve a universidade? Pensem nisso.

Estudantes da Universidade Federal Fluminense, em Rio das Ostras, no Rio de Janeiro, promovem a "Xereca Satânik" nas dependências da universidade.

Segundo um servidor da UFF, a festa foi uma mistura de ritual satânico com filme de terror pornográfico. Até vagina costurada com a bandeira do Brasil enfiada teve!

Vejam imagens: é um negócio 'boniiiiiiiito!
















Tudo isso acontecendo e eu aqui na praça dando milho aos pombos...

Josias de Souza

Alexandre Padilha apresenta-se ao eleitorado de São Paulo como novidade. É uma alternativa com boa cara para o eleitor que deseja a alternância no poder estadual. Uma opção petista à hegemonia tucana de duas décadas. Para colocar seu projeto em pé, Padilha foi atrás do Maluf, cortejou o Maluf, ofereceu vantagens ao Maluf, seduziu o Maluf. Nesta sexta-feira, em troca de 1min15s de propaganda no rádio e na tevê, Padilha entregou a viabilidade do novo à conveniência do Maluf.


A novidade fez de Maluf um personagem mais coerente. Em Brasília, ele apoia a petista Dilma. Na cidade de São Paulo, participa da gestão petista de Haddad. No Estado, ainda integrava o governo tucano de Alckmin. Aderindo a Padilha, Maluf já pode até exigir do petismo um selo de fidelidade. Tornou-se um político 100% PT, nos planos municipal, estadual e federal. A afinidade é tanta que o petismo já nem faz cara de nojo ao celebrar o apoio do Maluf em público.

Maluf fechou com Padilha 16 dias depois de o STF ter autorizado a Procuradoria da República a pleitear a repatriação de US$ 53 milhões desviados por ele. Segundo o Ministério Público Federal, a grana foi malufada na época em que o agora plurialiado do PT comandava a prefeitura de São Paulo. Encontra-se bloqueada em quatro praças: Suíça, Luxemburgo, França e Ilhas Jersey.


Ou seja: o velho doutor Paulo continua sendo o mesmo Maluf de sempre. O que faz da sua reincidência a maior evidência da imprudência que passou a guiar a política brasileira. Num país tão ilógico, onde o “novo” se exibe diante das câmeras ao lado do arcaico, onde nada tem história e ninguém tem biografia… num lugar assim, o Maluf deveria ganhar o título de aliado emérito, símbolo da reabsolvição eterna.


“Perto do Lula, eu sou um comunista”, gosta de dizer Maluf. Noutros tempos, soava como piada. Hoje, parece uma hipótese perfeitamente razoável. Dono de uma licença sem prazo de validade para a renegeneração, Maluf sempre será o que lhe parecer mais conveniente. No momento, para manter sua imagem de respeitabilidade, Maluf diversifica-se. Para os processos, dispõe dos seus advogados caros, que negam tudo. Para os dias de festa, Maluf tem o PT, seu velho sonho de fachada. O que mais o Maluf poderia querer?

Primeira página do jornal O Estado de São Paulo: o PIB cai enquanto Maluf apoia Padilha


Manchetes do jornal O Globo: o PIB cai enquanto Maluf apoia Padilha


Os destaques do jornal Folha de São Paulo: o PIB cai enquanto Maluf apoia Padilha


A capa do Jornal da Paraíba


As manchetes de jornais brasileiros neste sábado

FolhaConsumo das famílias cai e PIB cresce só 0,2%

Globo[Sem fôlego para crescer] PIB cresce apenas 0,2% e Mantega culpa inflação

Extra: Sem viaturas PMs vão de trem reprimir protesto

Estadão:PIB cresce 0,2% e Mantega culpa câmbio, seca e inflação

ValorEconômico: PIB do Brasil cresce 0,2 % bi 1ª trimestre

ZeroHoraO que emperrou o PIB brasileiro

Estado de Minas: Um país engessado [economia cresce muito pouco]

CorreioBrazilienseInflação empurra o PIB para a lona

CorreiodaBahia: As cinzas do crack

DiáriodoNordeste: Morte misteriosa de 3 mulheres tem 7 suspeitos

JornaldoCommercio: Ritmo lento na economia

- JornaldaParaíba: Consumo perde fôlego e PIB só cresce 0,2%

sexta-feira, 30 de maio de 2014

Acorda, 'fí de rapariga'!


Sugestão de Marcos Pires

Da série: Joaquim Barbosa vai se aposentar do Supremo? É uma pena!





O Brasil não gosta muito de quem prima pela honorabilidade, não. Já os corruptos parecem que são eternos.

Conhece mais línguas que o Padre Rolim! Só faltou o "Não se bula"!


Da série: Joaquim Barbosa vai se aposentar do Supremo? É uma pena!



Barbosa

Cada século seu Barbosa, mas sempre uma marca à história!

OBRIGADO POR TUDO, especialmente as diferenças!

Na Coluna Painel, no jornal Folha de São Paulo: agora, 'tóra na emenda'!

Padrinho Advogados com acesso ao STF apostam que Dilma dará peso especial a nomes sugeridos por Ricardo Lewandowski para a vaga do atual presidente da corte.

Eu disse a Buda: "- Se eu não fosse pra Cajazeiras neste fim de semana, sabe o que eu faria? Iria pra Gafieira do Cafuçu, no próximo sábado, 31". Ele gostou foi muito!




É hoje, na AABB, em Cajazeiras, às 20:00 h.

Enviada por PauloJrMoésia

Iam bem punir André Vargas...Com o que ele sabe, dá pra derrubar uma Banânia de companheiros.


Josias de Souza

A ação na qual o PT pede ao TSE que decrete a perda do mandato do deputado paranaense André Vargas por infidelidade partidária não é o que parece. Protocolada no início da semana, a petição faz supor que, após sufocar Vargas, obrigando-o a renunciar à vice-presidência da Câmara e a se desligar da legenda, o PT desejaria agora desligar o ex-filiado da tomada. É teatro.

A encenação foi montada para tentar atenuar o dano político que o relacionamento com o doleiro preso Alberto Youssef causou a Vargas. Às voltas com um processo por quebra de decoro parlamentar, o deputado corre o risco de ser cassado. O que o deixaria inelegível. Ainda que renunciasse, Vargas seria alcançado pela inelegibilidade prevista na Lei da Ficha Limpa.

Na Justiça Eleitoral, o prejuízo pode ser menor. Na hipótese de ser cassado pelo TSE por infidelidade partidária, Vargas perderia o mandato do mesmo jeito. Porém, manteria intactos os seus direitos políticos. Sem partido, não teria como voltar às urnas nas eleições deste ano. Mas estaria livre para pedir votos já na eleição municipal de 2016.

Chama-se Luciana Lóssio a ministra escalada para relatar a antiação do PT. No início da próxima semana, vence o prazo dado por ela para que Vargas apresente sua defesa. Há dois dias, na última volta do ponteiro do relógio, o deputado entregou a defesa requerida pelo Conselho de Ética da Câmara. Na peça, pede que sejam ouvidas oito testemunhas. Entre elas o doleiro Youssef. Joga para ganhar tempo, empurrando a encrenca para o segundo semestre. Se a cassação do TSE chegar antes, o processo que corre na Câmara vai ao arquivo por “perda de objeto”.

A Copa das Copas!

Charge do Nani

Derrota na Previ

A sede da Previ: menos PT
A sede da Previ: menos PT
Assim como ocorreu na Funcef, o PT sofreu uma derrota expressiva nas eleições de ontem para o conselho deliberativo da Previ.
O PT, que disputava a eleição concentrado na chapa 4, perdeu uma eleição na Previ pela primeira vez em quatorze anos. Teve 22% dos votos.
Ficou atrás da chapa 3, ligada a Valmir Camilo, ex-presidente da associação nacional de funcionários do Banco do Brasil. que conseguiu a preferência de 31% dos eleitores. Camilo sempre foi opositor da turma de Luiz Gushiken, que entrou em 2000 e reinou até ontem.
Numa palavra, como ressalta quem entende a alma dos grandes fundo de pensão estatais, os funcionários de estatais rejeitaram as chapas do PT.
Por Lauro Jardim

A primeira página do nosso jornal Gazeta do Alto Piranhas


Jogo/Extra: tá difícil, Mengão!


Os destaques do jornal Folha de São Paulo


A capa de hoje do Jornal da Paraíba


As manchetes de jornais brasileiros nesta sexta-feira

FolhaBarbosa decide deixar o Supremo

GloboAmeaças precipitaram saída de Barbosa do STF

Extra: Justiça libera bandido para pilotar avião

Estadão: 'Chega' de Mensalão, diz Barbosa após anunciar que deixará o Supremo

ValorEconômico: Barbosa: decidi deixar o STF no fim de junho

ZeroHora[A bola] É ela que todos vão querer

Estado de Minas: Barbosa deixa STF e não pode ser candidato [este ano]

CorreioBrazilienseComo será a blindagem ao Mané durante a Copa

CorreiodaBahia: [Assembleia tem noite de vale-tudo] Furdunço

OPovo: A morte que parou a cidade

JornaldoCommercio: Dizem que sou louco

- JornaldaParaíba: PAC Saneamento tem obra parada na Capital

quinta-feira, 29 de maio de 2014


Por Reinaldo Azevedo
O ministro Joaquim Barbosa decidiu deixar o STF. Não pode mais ser candidato a um cargo eletivo em 2014 porque a Lei Complementar nº 64, de 18 de maio de 1990, o impede. Ela estabelece que magistrados que queiram concorrer às eleições precisam deixar o cargo até seis meses antes do pleito — data que expirou, neste ano, no dia 4 de abril. E olhem que já se trata de um privilégio inaceitável. A Lei nº 9.504, que trata das inelegibilidades, define, para o cidadão comum, o prazo de um ano. Vale dizer: se eu ou você quisermos disputar uma eleição, precisamos nos filiar a um partido e estabelecer um domicílio eleitoral, no mínimo, um ano antes do processo eletivo. Já é um contrassenso, né? A lei acaba privilegiando quem tem mais poder.
Barbosa, assim, não será candidato, mas é certo que se fez um eleitor influente. Vai se posicionar a favor de algum candidato? Não se sabe. Pendor e gosto para a polêmica não lhe faltam. Não descartou, como vocês já devem ter lido, que possa vir a disputar um cargo público no futuro, mas não em 2014.
O que o leva a sair? Já se dava como certo, no Supremo, que não aceitaria ficar sob a liderança, ainda que temporária, de Ricardo Lewandowski, que assume a presidência do Tribunal em novembro, por dois anos, conforme estabelece a lei. Se, com ele na Presidência e o outro na vice, as sessões já eram explosivas, imagine-se o que poderia vir pela frente. Desse estrito ponto de vista, aumenta a paz no tribunal. Mas será que sua saída é positiva? O PT está em festa. Há muita gente que hoje decidiu comemorar com champanhe. Se o PT de Luiz Moura comemora, é o caso de o Brasil botar as barbas de molho.
Já tratei do assunto aqui e volto ao ponto. Hoje, há apenas três ministros que não foram indicados por governos petistas: Celso de Mello, nomeado por José Sarney em 1989; Marco Aurélio Mello, nomeado por Fernando Collor em 1990, e Gilmar Mendes, nomeado por FHC em 2002. Os outros oito, ou foram escolhidos por Lula — Ricardo Lewandowski, Dias Toffoli, Cármen Lúcia e Joaquim Barbosa — ou por Dilma: Luiz Fux, Rosa Weber, Teori Zavascki e Roberto Barroso. Só para o leitor ter em mente: em 11 anos no poder, o PT já nomeou 12 ministros, considerando-se os que não estão mais na corte: Menezes Direito, que morreu, Eros Grau, Cézar Peluso e Ayres Britto, que se aposentaram.

Os petistas sempre demonstram grande insatisfação nos bastidores com a independência de alguns dos ministros que nomeou, especialmente em razão do processo do mensalão. Há dois, em particular, que consideram traidores: Joaquim Barbosa, que agora sai, e Luiz Fux. João Paulo Cunha, um dos mensaleiros presos, chegou a cobrar que Barbosa fosse grato a Lula por ter nomeado um negro para a Corte, o que é uma barbaridadeO comportamento de Teori Zavascki e Roberto Barroso no julgamento dos embargos infringentes, que livraram a cara dos mensaleiros do crime de quadrilha, deixa claro que os petistas não querem mais saber de independência. Querem agora ministros que votem segundo os interesses do partido. E por que há motivos reais de preocupação?
Ainda que Dilma não seja reeleita, vai indicar, no mínimo, mais um ministro. Caso Celso de Mello antecipe a aposentadoria, mais dois. Se a presidente obtiver um novo mandato, aí vai ser uma festa. Em julho de 2016, chegará a vez de Marco Aurélio sair. Nesse caso, Gilmar Mendes será o único ministro não nomeado por um petista.

Alguma esperança de o Supremo manter a sua altivez? No próximo mandato presidencial, serão nomeados cinco ministros: o substituto de Celso (2015); em 2016, o de Marco Aurélio, e, em 2018, os de Lewandowski, Teori Zavascki e Rosa Weber. Com toda a serenidade, observo que uma eventual vitória da oposição pode ser vital também para o Poder Judiciário manter a sua independência em relação ao Poder Executivo. A corte suprema de um país não pode ser a seção de um partido ou uma extensão de um grupo ideológico, a exemplo do que acontece hoje em protoditaduras como a Venezuela, a Bolívia, o Equador ou a Nicarágua.
Por Reinaldo Azevedo