sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Duas notícias da Série "Faça o que eu digo; não faça como eu faço".

Presidente pedirá controle de gastos aos congressistas

MÁRCIO FALCÃO
GABRIELA GUERREIRO
Folha de São Paulo

Em sua mensagem para a reabertura dos trabalhos do Congresso, a presidente Dilma Rousseff vai defender a política econômica e fazer novo apelo em favor do controle de gastos em seu último ano de gestão --que será dedicado à campanha da reeleição.

Segundo interlocutores, a presidente deve apontar a importância dos congressistas para a estabilidade econômica e destacar a necessidade do diálogo com o Legislativo e a sociedade após os protestos de junho.

Deputados e senadores voltam do recesso na segunda. A entrega do texto da presidente será feita pelo ministro Aloizio Mercadante, que tomará posse na Casa Civil horas antes.

A pressão para firmar um compromisso em favor do controle de gastos com o Congresso é mais uma tentativa do Planalto de mostrar ao mercado financeiro --e aos adversários nas eleições-- que as contas públicas ficarão sob controle neste ano.

Numa conversa ontem com o líder do governo no Senado, Eduardo Braga (AM), Dilma lembrou que reuniu os líderes de sua base em 2013 e todos assinaram um compromisso contra o avanço das despesas.

O recado do Planalto foi direcionado especialmente à Câmara --que tem ao menos sete propostas engatilhadas que podem aumentar gastos públicos, como os projetos que criam pisos salariais para agentes de saúde e policiais.

A ministra Ideli Salvatti (Relações Institucionais) se encontrou ontem com Braga e os líderes do governo na Câmara, Arlindo Chinaglia (PT-SP), e no Congresso, José Pimentel (PT-CE), para mapear o cenário.

O Planalto indicou que não está disposto a destravar a pauta da Câmara retirando de cinco projetos enviados no ano passado o mecanismo que garante prioridade nas votações.

A estratégia é evitar que os projetos que aumentem as despesas avancem na Casa. "Não só o Executivo, como nós do Legislativo, temos que ter a preocupação frente a essa turbulência da economia mundial. Não podemos descuidar", declarou Chinaglia.
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Gastos do governo são recorde em 2013

Dados do Tesouro mostram despesas de R$ 914 bilhões, uma alta de 7,3% acima da inflação sobre o total de 2012

Valor atinge 19% do PIB, enquanto o peso dos investimentos federais caiu de 1,4%, em 2012, para 1,3%

GUSTAVO PATU
Folha de São Paulo

Os gastos do governo federal atingiram um recorde histórico no ano passado, mas os investimentos, anunciados como prioridade da administração de Dilma Rousseff, ficaram estagnados.

Segundo os dados divulgados ontem pelo Tesouro Nacional, as despesas somaram R$ 914 bilhões, uma alta de 7,3% acima da inflação sobre o montante de 2012.

Já os investimentos --obras de infraestrutura e aquisição de equipamentos destinados a elevar a oferta nacional de bens e serviços-- cresceram apenas 0,5% na mesma base de comparação e ficaram em R$ 63,2 bilhões.

Em outra maneira de ilustrar o contraste, a despesa da União atingiu pela primeira vez o patamar de 19% do PIB, enquanto o peso dos investimentos federais na economia caiu de 1,4% para 1,3%.

A Coluna Faisqueira do nosso jornal Gazeta do Alto Piranhas fala até no Sete Candeeiros Cajá!


Jeová x Thompson

O pré-candidato a deputado estadual, Jeová Campos (PSB), tem declarado que vota em quem Denise indicar para deputado federal, no município de Cajazeiras. Como o candidato oficial da prefeita é Efraim Filho, Jeová teria recebido o sinal verde de Denise para fazer dobradinha com o ex-reitor da UFCG, Thompson Mariz.


Jeová x Thompson 2

Vale ressaltar que existe uma simpatia muito grande, além de uma velha amizade entre os dois, e já que a prefeita, num sinal de reconhecimento a Thompson que tem uma grande folha de serviços prestados a Cajazeiras, tudo leva a crer que os dois estarão juntos no mesmo palanque. Vale ressaltar que Thompson se filiou recentemente ao PSB.

Sem resistência

Uma das Faisqueiras da semana passada já profetizava que a prefeita de Joca Claudino, Lucrécia Adriano, estaria com os dias contados nas hostes das oposições e que em breve iria apoiar o projeto político de reeleição do governador Ricardo Coutinho e na sexta-feira, dia 24, dia em que circula o GAZETA, a noticia da adesão já era uma realidade.

Sem resistência 2


Dentre os vários detalhes da conversa entre Lucrécia e Ricardo, teria entrado nas “negociações” o apoio da prefeita a José Aldemir para deputado estadual e ela teria dito que não cederia neste ponto, mas Ricardo, que tá com os olhos é nos votos para governador, não teria feito nenhuma resistência. O governador teria gostado muito da conversa com Lucrécia.

Sem resistência 3

Lucrécia é a 60ª prefeita a aderir ao governo e que nas eleições de 2010, tinha votado em José Maranhão e que no seu município tinha dado vitória ao mesmo no primeiro turno e no segundo ampliou a maioria de votos, fato que deixou Ricardo mais alegre ainda. Lucrécia teria saído da Audiência com a promessa de muitas obras no município e principalmente os três quilômetros de asfalto que interliga a sede do município a BR 437.

Mais uma vitória

No ultimo dia 23, por decisão monocrática, no Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba, a coligação “Coragem e Compromisso”, teve seu recurso rejeitado que pedia a cassação do diploma do prefeito e do vice, do município de Bernardino Batista, Gervásio e Assis Gomes. A coligação alegava uso de um veiculo contratado pela prefeitura que teria servido para captação de voto ilicitamente. 

253 toneladas


O Juiz de Direito Edivan Rodrigues, que já pontificou no Fórum de Cajazeiras e hoje está em Campina Grande na Vara de Entorpecentes, vem defendendo ardentemente a criação de uma Delegacia especializada nesta área e para isto mostra um número alarmante de drogas ilegais que foi apreendida pela policia: 253 toneladas. Um dia, talvez, as autoridades possam ouvir o grito do Juiz.

Mandar benzer


Tanto os chefes das repartições do estado, quanto às do município devem mandar benzer e rezar missa para “espantar” as “rasgas mortalhas” que vêm sobrevoando os locais onde trabalham seus servidores, porque nos últimos dias pessoas das mais gratas têm falecido e o pior na mais plena juventude e capacidade de trabalho. Foram Perdas irreparáveis. 

Opinião 

Inúmeras pessoas têm a mais absoluta certeza que a popularidade do governador Ricardo Coutinho daria um pulo quantitativo em Cajazeiras no momento em que ele concluísse o aeroporto e creem ainda que ele pode cobrir a cidade de obras e os cajazeirenses de ouro e mais ainda de que pouco adiantaria as várias obras que estão sendo realizadas na cidade, porque o que a cidade quer mesmo é o aeroporto.

Opinião 2

A construção deste aeroporto estaria incrustada no imaginário da população, além do que por duas vezes já foi “inaugurado” e haveria também um sentimento de que a população estaria sendo enganada. Esta questão vai mais além dos 40 anos de sonhos e promessas não cumpridas pelas autoridades, o que existe mesmo é a sensação de perda de um equipamento da maior importância para todos os cajazeirenses.

Opinião 3


Um cidadão tem sempre batido na tecla, via redes sociais, sobre a construção do aeroporto e sempre termina seus comentários com a seguinte frase: “sabe lá o que é uma cidade ter linhas aéreas e perde-la por total incompetência de suas lideranças políticas?” E o blog Sete Candeeiros quando se refere ao aeroporto, coloca uma tartaruga sobrevoando os céus de Cajazeiras. É uma humilhação!
TEMENDO DESGASTE
PT PULA FORA DO BARCO E LANÇA JOÃO PAULO CUNHA À PRÓPRIA SORTE

PARTIDO E DEPUTADO DIVERGEM SOBRE RENÚNCIA
DiáriodoPoder



O Partido dos Trabalhadores está irritado com João Paulo Cunha e não quer assumir o filho que tem. Enquanto Cunha afirma publicamente que não vai renunciar, o PT pressiona o deputado a largar o osso.

João Paulo Cunha confidenciou a colegas do partido que acredita em sua absolvição, com isso, o plano é trabalhar na Câmara dos Deputados durante o dia e voltar para a Papuda no cair da noite.

A direção do PT não é tão otimista quanto Cunha, com a implantação do voto aberto, o partido avalia que dificilmente o deputado será absolvido. O medo do PT é que o processo de cassação na Comissão de Constituição e Justiça avance durante a campanha de reeleição da presidenta Dilma Rousseff.

O vice-presidente da Câmara, André Vargas (PT-PR), já sinalizou que o partido deve mesmo abandonar João Paulo Cunha à própria sorte, “O caso do Genoíno e do João Paulo são bem diferentes”, compara. A base aliada também está desconfortável com a situação. Em ano eleitoral, os aliados correm de qualquer constrangimento, é cada um por si.

'Pia mermo' o que o radialista foi perguntar ao 'Carga Torta'...

Carga Torta

TiaoLucena


Antonio “Carga Torta”, torcedor fanático do Sousa, dava uma entrevista lamentando a derrota do seu time, quando o locutor, curioso, perguntou porque o chamavam de “Carga Torta”

“É que eu tenho um ovo maior do que o outro”, respondeu no ar.

O jornal Notícias Populares está cheio de gozações futebolísticas...E o Pato, heim?




Blog do Noblat

Então ficamos assim: a presidente come o que quiser, no restaurante que quiser, porque ela paga a conta. E pronto.

A comitiva dela pode sair da Suíça e ir para Cuba com uma ligeira paradinha em Lisboa porque o avião não tem autonomia de voo e precisava abastecer.

Enquanto o avião abastece e a comitiva presidencial tem todo direito de alugar as suítes que quiser, no hotel que quiser, pagar as diárias que quiser.

Enfim, a comitiva presidencial tem o direito de fazer o que quiser, inclusive o de mentir e de dizer que a escala foi improvisada, embora o governo português jure que tinha sido informado dois dias antes.

A oposição, como não podia deixar de ser, fez praça de mais essa vistosa aventura governamental, e encaminhou um pedido à Procuradoria Geral da República para que a escala fosse investigada.


A Comissão de Ética Pública da Presidência da República não se sente habilitada a investigar essa tal de escala secreta - tão secreta que até as fotos do chef do restaurante lisboeta com a presidente foram publicadas em todos os jornais - e daqui a alguns dias ninguém lembra mais de nada.

No Brasil há uma extraordinária vocação para magnificar a banalidade ao mesmo tempo em que se banaliza aquilo que talvez devesse se magnificar.
Foto: Roberto Stuckert Filho / PR
Dilma e Raúl Castro (d), presidente cubano, inauguram terminal de Mariel. 

Enquanto se discute se a escala foi secreta ou não, se a presidente pagou ou não pagou a conta do restaurante, se as diárias do hotel foram ou não abusivas, a presidente chegou tranquilamente a Cuba, entregou o porto novo financiado com dinheiro brasileiro, e posou para fotos carinhosas com o vovô ditador aposentado mais longevo do planeta.

Já que se trata, aparentemente, de exigir um pouco mais de transparência, talvez fosse mais útil, em vez de pedir à PGR que investigue a escala do avião, o menu do restaurante, as diárias do hotel e quem pagou a conta, que a oposição conseguisse explicações claras sobre as condições de financiamento do porto de Mariel, sobre o projeto da Zona Especial de Comércio que o governo cubano pretende implantar lá, e quais vantagens o Brasil pretende tirar disso.


O governo poderia aproveitar também para deixar claro porque o dinheiro que está sendo gasto lá não é o mesmo que faz falta na melhoria da nossa infraestrutura portuária, rodoviária e aeroviária. Se não é falta de dinheiro, é falta do que? De vontade? De competência?

E já que se trata de deixar as coisas claras, porque não aproveitar para pedir explicações também sobre os detalhes do contrato de prestação de serviços que o Brasil assinou com Cuba para a importação da mão de obra de médicos, e se as leis trabalhistas do País estão ou não sendo desrespeitadas por ele.

Enfim, saber que Dilma paga as suas próprias contas no restaurante pode ser muito tranquilizador, mas as preocupações da oposição e do País deveriam ir muito além da conta do bacalhau e do vinho.

Sandro Vaia é jornalista. Foi repórter, redator e editor do Jornal da Tarde, diretor de Redação da revista Afinal, diretor de Informação da Agência Estado e diretor de Redação de “O Estado de S.Paulo”. 
E.mail: svaia@uol.com.br

Em volta é só aconchego...

DiáriodoPoder

Brasileiros ficaram comovidos com o diagnóstico de Síndrome de Down de Miguel, bebê de Eduardo Campos (PSB)

Em vez de lamento, nas redes sociais, a maioria das mensagens eram de emocionado regozijo. E de elogio à atitude do governador de Pernambuco e de sua família.


Logo, logo, as pessoas vão procurar 'botijas' lá na Argentina...

Cristina Kirchner, presidente da Argentina
Argentinos abrem mão de isenção de IR e guardam dólar no 'Colchão Bank'

Inflação alta e medo de investir em pesos faz com que poupador leve dinheiro para casa

LÍGIA MESQUITA
DE BUENOS AIRES
Folha de São Paulo

A maioria das pessoas que conseguiram comprar dólares para investimento nesta semana na Argentina optou pelo "Colchão Bank", nome inventado para quem prefere guardar dinheiro em casa.

Segundo informou a Afip (Administração Federal de Ingressos Públicos), a Receita Federal do país, de segunda a quarta foram feitas 230.338 solicitações para a aquisição de dólar.

Na hora de escolher se prefeririam retirar o dinheiro na hora ou depositá-lo no banco, 90% escolheram a primeira opção: 214.015 pessoas.

Ao optar por levar os dólares, esses contribuintes recusaram a oferta do governo de não cobrar 20% de Imposto de Renda para quem deixar o dinheiro em contas de poupança ou em algum fundo.

HÁBITO ANTIGO

O hábito dos argentinos em guardar dólares em casa não é novo. Por causa das crises econômicas pelas quais o país atravessou e da alta inflação no país, os cidadãos têm medo de fazer qualquer investimento em peso, o que os leva a comprar dólar.

A Casa Rosada estipulou em 20% da renda líquida mensal a quantidade de dólares que o cidadão poderá adquirir, com o limite máximo de US$ 2.000.

O arquiteto Gonzalo, 41, que pede anonimato, diz que poupa em dólar há 30 anos, quando ganhou a primeira cédula da moeda americana de presente dos pais.

"Em casa eu não guardo mais do que US$ 3.000, porque tenho medo", diz à Folha. "O que passa dessa quantia eu deixo em caixas de segurança em bancos."

Ele diz que não pediu autorização para a compra de dólares pelo câmbio oficial, porque o limite é baixo, e que continuará recorrendo ao mercado negro.

Adriana, 55, que pede para não ser identificada, é dona de loja de decoração e também guarda dólares em casa. "Se você coloca seu dinheiro em um fundo de prazo fixo, pode ganhar até 18% ao ano. Com o dólar na mão, em um momento como este, ganho o dobro", diz ela, também cliente do mercado paralelo.

Delúbio é fiel e merece reconhecimento.

Josias de Souza
Há nove dias, o petismo pendurou na web a ‘vaquinha’ do companheiro Delúbio Soares. Precisava de R$ 466,8 mil para pagar a multa imposta pelo STF ao ex-gestor das arcas não contabilizadas. Obteve R$ 1,013 milhão.

É imperioso admitir: 1) se não traz felicidade, o dinheiro pelo menos não acrescenta à infelicidade da prisão a infelicidade adicional de ver o nome inscrito na dívida ativa da União e os bens confiscados. 2) podem dormir tranquilos os corruptos e as autoridades da saúde. No Brasil jamais haverá uma epidemia de cólera. O brasileiro morre é de solidariedade.

As principais notícias do nosso jornal Gazeta do Alto Piranhas


Os destaques do jornal Estado de Minas


Os destaques do jornal Correio Braziliense


A capa do jornal Diário de Pernambuco


As manchetes do Jornal da Paraíba


As manchetes de jornais brasileiros nesta sexta-feira

GloboInfraero paga apenas 5% das multas por infrações

Extra: Caixa abre brecha para o FGTS das domésticas seja oficializado

FolhaDesemprego cai ao menor nível, mas renda sobe menos

Estadão: Justiça reverte decisão de juiz que absolveu traficante de maconha

ZeroHora Ônibus na capital: Greve suspensa após acordo

Estado de Minas2013: O ano que não acabou

CorreioBraziliense
Quantos brasilienses ainda terão de morrer?

CorreiodaBahia: Dona da alegria

DiáriodoNordeste: Pesquisa aponta vias mais congestionadas em Fortaleza

DiáriodePernambuco: Celpe condenada por fraude ao consumidor

JornaldoCommercio 2013 foi o ano dos empregos no Brasil

JornaldaParaíba: Correios param pela 2ª vez em quatro meses

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Chuva em Cajazeiras...Vejam as 'biqueiras' jorrando a água de nossa alegria infantil. Que saudade...


Pede o celular de volta, Zé Dirceu. Preso pobre e lascado usa celular, imagine preso rico e poderoso...

A decisão de Lewandowski

dirceu
Pedido de trabalho será analisado
Entre hoje a sexta-feira, Ricardo Lewandowski decidirá que deve prosseguir normalmente o processo que analisa o pedido de José Dirceu para trabalhar num escritório de advocacia.
A análise havia sido suspensa depois que no dia 17 a Folha de S. Paulo revelou que o secretário da Indústria e Comércio da Bahia, o boquirroto James Correia, andava dizendo publicamente que conversara com Dirceu pelo celular no dia 6 de janeiro.
Um documento produzido pela coordenadoria de sindicância da Papuda e datado do dia 22 afirma que todos que visitam Dirceu “são separados por um vidro”,  são encontros “sem contato físico”.
O documento diz ainda que Dirceu passa por revistas “com inspeção corporal, antes e depois” de cada visita. Assim como sua cela, onde do mesmo modo não foi encontrado qualquer celular.
Finalmente, qualifica de “improcedente”  a fanfarronice do secretário de Jaques Wagner e manda arquivar a denúncia.
Por Lauro Jardim

O boyzin deu uma de gostoso e desrespeitou o gay. Vejam as consequências. Respeito é bom e todos gostam.

Zé Antônio não quer nem saber de mudança da Feira Livre de Cajazeiras

A tradição da feira livre de Cajazeiras não pode ser desprezada


As feiras livres de Cajazeiras nunca ultrapassam o pingo do meio dia, portanto beneficiam mais do que atrapalham e é preciso manter esta velha tradição iniciada pelo Padre Rolim

Eu gosto muito de frequentá-la e gosto de comprar farinha, goma de mandioca, mamão formosa, beiju de Luis Gomes, castanha assada, feijão "choxa-bunda", fava, gergelim e rapadura preta para fazer "especie", tudo isto na rua Padre Manoel Mariano, além de uma variedade infinita de roupas masculinas e femininas, de temperos e até de picaretas, cavadores, foices e roçadeiras da lavra dos ferreiros da Rua do Emboque.


Gosto mais ainda da feira da fruta da praça Coronel Matos, que frequento todos os sábados ao amanhecer do dia, onde compro jaca, pequi, melancia, melão, abacaxi, quiabo, feijão verde, banana maçã, tomate, laranja comum e caju, além de queijo e popa de fruta. E o camarão de água doce que vem de Boqueirão já pré-cozido? 

E melhor ainda é a feira da galinha, onde não se vende só galinha de capoeira, mas tem ovos, peru, pato e guiné da melhor qualidade. 

Mas se você quer comprar um jumento de lote pra cruzar com sua égua e nascer um burro, um cavalo, uma égua, um bode pra comer assado, uma cabra pra tirar leite e fazer queijo, um bacurim pra aproveitar a "lavagem" de casa ou uma carroça de burro é só ir pra ladeira do Cemitério Coração de Maria

Mas se você quer comprar aquele som usado, um gravador de fita cassete, uma bicicleta velha, um celular de origem duvidosa e trecos do arco da velha é só comparecer na Rua do Emboque.


Vamos preservar, conservar e procurar dar mais condições aos feirantes que nela tiram o sustento de suas famílias e preservar esta secular tradição cajazeirense. Cajazeiras precisa manter, conservar e apoiar este grande valor de nossa cultura que é a nossa feira livre e ao invés de colocar os feirantes em lugares insólitos, devíamos procurar o melhor lugar da cidade para instalá-los. Viva a feira livre de Cajazeiras.

Abaixo a mudança em nome da mobilidade no trânsito!

Abaixo a mudança em nome dos carros que continuam tomando nossos lugares e dos que querem trabalhar! Viva as feiras livres de Cajazeiras! 

Viva a tradição! Viva o fundador das feiras livres de Cajazeiras! Viva Padre Rolim!

Tomando uma gelada e as moscas voando sobre o tira-gosto? É só cobrir o prato...

Sugestão de Nilmar Galvão

O nosso amigo Liro Alves, um 'caba' bacana de São José de Caiana, recebe o nosso abraço de parabéns e linda mensagem da filha.


De Luisa Alves para o pai:

Hoje é o dia dele! 

Dia de comemorar mais um ano de vida, de agradecer e pedir a Deus que essa data se repita por infinitas vezes pro senhor. 

Desejo tudo de bom pra sua vida Painho, muita saúde, amor e felicidades. 

Que Deus continue abençoando a pessoa maravilhosa que o senhor é. 

Te amo!

Promessas de 2009 para a Copa de 2014: Trem-Bala, estádios sem dinheiro público e obras de mobilidade para as cidades-sede. A realidade foi outra, mas ela estava em véspera de eleição...Outras promessas virão. Infelizmente, políticos há que assim agem.

Atualizado em 03/09/09 - 13h02

Trem-bala entre Rio e São Paulo ficará pronto para Copa de 2014, diz Dilma

Governo vai criar empresa pública para receber tecnologia de trem-bala. 

Modelo de traçado foi apresentado durante balanço do PAC.

Eduardo Bresciani 
Do G1, em Brasília
 (Foto: Roosewelt Pinheiro/Agência Brasil)
A ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff e o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, durante a apresentação do 7º balanço do PAC 

A ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) afirmou nesta quarta-feira (3) que o trem-bala ligando Campinas ao Rio de Janeiro ficará pronto para a Copa do Mundo de Futebol de 2014, que acontecerá no Brasil, pelo menos no trecho entre São Paulo e Rio de Janeiro. Ela reafirmou que o governo não pretende gastar recursos em estádios e que o foco dos investimentos públicos será em mobilidade urbana nas cidades escolhidas para sediar o evento, escolhidas no domingo passado (31/05).

“Nosso projeto é que esteja integralmente pronto em 2014 ou pelo menos o trecho entre Rio e São Paulo. (...) Pretendemos ter os trens em funcionamento em 2014, para a Copa até porque esta é uma região muito importante em termos de movimentacao na Copa.”, afirmou a ministra.

Pereira Filho, lá em Brasília, 'botou' a camisa e prestigiou o nosso Sete Candeeiros Cajá. Obrigado, amigo.


E como diz Galego BillyGancho, lá em Cajazeiras: "Num é o que eu falo?"

Excessos sigilosos
Dora Kramer
Estadão
DORA.KRAMER@GRUPOESTADO.COM.BR

Dizer que Dilma Rousseff não entendeu direito a essência da reação crítica à sua escala técnica de 15 horas em Lisboa para abastecer o avião que a levava da Suíça a Cuba seria menosprezar a capacidade da presidente (e de seus conselheiros) de tergiversar.

Como qualquer ser humano dotado de um mínimo de habilidade cognitiva, ela compreendeu perfeitamente do que se trata. Mas, convenientemente, preferiu dissertar de maneira professoral sobre a divisão da despesa entre os participantes do jantar no restaurante Eleven, na capital portuguesa.

“Eu escolho o restaurante que for porque eu pago a minha conta”, iniciou ao seu peculiar modo autossuficiente, para continuar austera – “não há a menor condição de eu usar o cartão corporativo e misturar o que é consumo privado e público” – e encerrar em figurino exemplar: “No meu aniversário [em Moscou] eu também paguei. Tem gente que acha esquisito uma presidente dividir a conta. Acho isso extremamente democrático e republicano”.

E por aí foi detalhando suas exigências na partilha dos gastos com almoços e jantares; falou sobre a autonomia de voo da aeronave presidencial (um problema também enfrentado pelos governos do México e da Argentina, ficamos sabendo) e das escalas cogitadas até a opção por Portugal.

Como se as questões em tela fossem essas. Pagar a conta do restaurante em compromissos privados pode até não ser um hábito entre autoridades brasileiras, mas trata-se de uma obrigação. E, no caso, de um instrumento de rodeio.

As despesas de hospedagem em dois hotéis de luxo – suíte presidencial a R$ 26 mil – e transporte da comitiva ficaram fora da dissertação presidencial. Assim como ficaram e ficarão longe da vista e dos ouvidos dos cidadãos por que, por determinação da zelosa presidente, os gastos com viagens presidenciais passaram a ser incluídos entre as informações a serem mantidas em sigilo.


E é desse segredo que se cuida. A ele também se dá o nome de ausência de transparência, que fere o artigo 37 da Constituição onde estão previstos os pressupostos a serem obedecidos pelos ocupantes de cargos na administração pública.

O argumento da Presidência ao baixar a norma foi a genérica alegação de razões de segurança. É de se perguntar no que a segurança presidencial estaria ameaçada se o público soubesse o quanto está pagando pelas despesas das comitivas oficiais mundo afora.

Mas a presidente não reivindica apenas o direito de gastar sem dar satisfação. Quer, nessas viagens, aproveitar as escalas técnicas para passear e ter alguns momentos de lazer como “cidadã comum”, longe dos olhos da imprensa. Vale dizer, do país.

Por esse método, desde 2012 fez seis paradas que só apareceram depois na agenda oficial. Desta vez, soube-se que estava em Lisboa porque o jornal O Estado de S. Paulo descobriu. A Presidência justificou que a decisão havia sido tomada de última hora, no sábado, e o governo português desmentiu; fora avisado na quinta-feira.

Não há outro jeito de dizer: o governo brasileiro mentiu. E a presidente da República, cobrada, fez-se de desentendida. Não há razão para isso.

Se a chefe do governo quer momentos de folga em suas viagens internacionais, deveria dizer isso com clareza, sem usar o subterfúgio da parada técnica porque o reabastecimento do avião é algo a ser resolvido com alguma rapidez.

Não é preciso desembarcar a comitiva, transportá-la, hospedá-la, proporcionar-lhe lazer e levá-la de novo ao cumprimento da próxima etapa de trabalho. O fato de nesse meio tempo cada um pagar a sua parte na conta do restaurante, francamente, é o de menos.

Gente, Maninho de Cajazeiras está fazendo um apelo: vamos localizar Pipoca, a cachorrinha de Babinha.


Jacob Feitoza faz o registro da matéria.

A maconha está a um passo de ser liberada no Brasil
Luciano Bottini Filho 
O Estado de S. Paulo

Em decisão inédita, o juiz Frederico Ernesto Cardoso Maciel, do Distrito Federal, absolveu um homem flagrado traficando 52 trouxas de maconha por considerar inconstitucional a proibição dessa droga. A sentença foi dada em outubro do ano passado, mas o caso ganhou repercussão na comunidade jurídica no último dia 16, quando o Tribunal de Justiça do Distrito Federal colocou a ação em pauta para analisar a apelação do Ministério Público. Ainda não há data para o novo julgamento.

Maciel partiu do princípio de que a Lei de Drogas, de 2006, não listou quais entorpecentes são ilícitos e deixou para o Ministério da Saúde (MS) a competência para fazer essa relação. O magistrado considerou incompleta a portaria ministerial de 1998 que indica quais substâncias são consideradas entorpecentes, entre elas o tetraidrocarbinol (THC) encontrado na folha da maconha. Para ele, o ministério deveria justificar porque incluiu o princípio ativo da erva em seu rol. Segundo Maciel, o órgão precisaria justificar a escolha da substâncias da lista F da portaria, que inclui o THC.

"A Portaria 344/98, indubitavelmente um ato administrativo que restringe direitos, carece de qualquer motivação por parte do Estado e não justifica os motivos pelos quais incluem a restrição de uso e comércio de várias substâncias, em especial algumas contidas na lista F, como o THC, o que, de plano, demonstra a ilegalidade do ato administrativo", afirmou o juiz, na sentença.

"Soa incoerente o fato de outras substâncias entorpecentes, como o álcool e o tabaco, serem não só permitidas e vendidas, gerando milhões de lucro para os empresários dos ramos, mas consumidas e adoradas pela população, o que demonstra também que a proibição de outras substâncias entorpecentes recreativas, como o THC, são fruto de uma cultura atrasada e de política equivocada e violam o princípio da igualdade, restringindo o direito de uma grande parte da população de utilizar outras substâncias", continua.

O Ministério Público denunciou o réu, Marcus Vinicius Pereira Borges, porque foi flagrado em 30 de maio com 52 trouxas de maconha com peso de 46,15 g ao entrar no Complexo Penitenciário da Papuda, no DF, quando foi fazer um visita a um detento. A substância estava dentro do seu estômago.

"Isso abriu um precedente para discutir a legalidade da maconha. Eu achei a decisão muito bonita e muita fundamentada. Ele sabe o que está falando", diz o advogado do acusado, Jurandir Soares de Carvalho Júnior.
Josias de Souza

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O presidente da Embratur, Flávio Dino, tornou-se a personificação do paradoxo. Adversário político da família Sarney, Dino está subordinado ao ministro Gastão Vieira (Turismo), um apadrinhado do patriarca José Sarney. Na semana que vem, trocará o cargo que ocupa no governo de Dilma Rousseff por um projeto que tem como potenciais parceiros Aécio Neves e Eduardo Campos, os dois principais antagonistas da presidente.

Filiado ao PCdoB, uma logomarca que vem sempre enganchada ao PT, Dino se equipa para disputar o governo do Maranhão sem o apoio de Lula, Dilma e do petismo federal. Em entrevista ao blog, ele definiu como “um bom namoro” o esforço que realiza para atrair o PSDB e o PSB para sua coligação. Se a coisa evoluir para o “casamento”, como espera, Dino vai franquear seu palanque estadual a Aécio e Campos, os rivais de Dilma. “Serei um bom anfitrião de ambos”, declara.

O repórter perguntou a Dino por que Lula e Dilma preferem apoiar o candidato a ser indicado pelos Sarney a optar pelo nome do PCdoB. E ele: “…Não consigo crer que o presidente Lula ou a presidenta Dilma, com o conhecimento que têm da realidade do Estado, ignorem que esse regime político que lá está deve ser superado. Tenho certeza que os dois acham isso. Agora, qual vai ser a atitude concreta durante a campanha realmente eu não sei.”

Dino diz não ter desistido de incorporar o PT à sua caravana. Ele idealiza para o Maranhão algo que sucedeu no Acre em 1998. “Quando foi para derrotar o crime organizado, representado na ocasião pelo Hildebrando Pascoal e as forças políticas que ali se aglutinavam, houve uma aliança PT-PSDB, que levou à eleição do hoje senador Jorge Viana (PT).”

Não é um exagero comparar Roseana Sarney e o pai dela a Hildebrando Pascoal, o ex-deputado federal que se notabilizou por passar suas vítimas nas armas e na motosserra? Não, Dino não considera exagerada a comparação. “São modelos que concentram poder na mão de poucos e exercem esse poder às vezes com métodos que são ilegais. Esse é o sentido da comparação”, diz ele.

Dino prosseguiu: “Infelizmente, o Estado democrático de direito ou os valores da República não chegaram totalmente aos corredores do poder no Maranhão. Então, práticas ilegais são muito rotineiras lá. É esse o sentido da comparação. Há um pequeno grupo que concentra poder e riqueza e que mantém esse poder ilegalmente. Por isso é preciso uma ampla união de forças que tenham aptidão, vontade e coragem para enfrentar esse sistema de poder.”

Bem posto nas sondagens eleitorais, Dino se refere ao PT com uma ponta de ironia: “Assim como na Bíblia está registrado que ninguém serve a dois senhores, é preciso que o PT, afinal, trilhe o seu caminho [no Maranhão]. Enquanto isso, nós estamos buscando as composições com as forças locais que possam nos ajudar.”

O que ocorreria na cena federal se o PT do Maranhão rompesse com a família Sarney? “Tudo poderia acontecer, inclusive nada”, afirma Dino. “Acho que, mais provavelmente, nada.” O repórter insistiu: o senador Sarney não soltaria marimbondos de fogo? “Certamente não”. Para Dino, Sarney tem tantos interesses a defender no poder federal que “valorizaria esses interesses acima do mal-estar” maranhense.

Dino deixará a Embratur sem conseguir devolver para patamares razoáveis os preços a serem cobrados pelos hotéis brasileiros durante a Copa do Mundo. Desde o ano passado, a pasta do Turismo estima que os preços das diárias hoteleiras sofrerão variações de até 580%. “Creio que nós conseguimos evitar uma expansão ainda maior nos preços”, diz o ainda presidente da Embratur. Ele avalia que a situação “pelo menos não piorou”. Dino culpa a Fifa pelo descalabro.

“Foi o modelo de negócios adotado pela Fifa e pela Match [agência operadora da Fifa] que levou a uma escassez de apartamentos disponíveis no mercado. A Match se antecipou, fez contratos a preços muito altos com as redes hoteleiras. Contratou os apartamentos por 70% da tarifa-balcão, que nós sabemos que é uma tarifa irreal, que não é praticada. Sobre essa tarifa, a Match colocou a sua taxa de intermediação. Em alguns casos superior 40% sobre o valor do aopartamernto. Eles balizaram o preço para cima.”

Jornal Jogo/Extra: o Botafogo perde o jogo de ida...


Os destaques do jornal Correio Braziliense


A capa de hoje do Jornal do Commercio


A primeira página do Jornal da Paraíba


As manchetes de jornais brasileiros nesta quinta-feira

GloboPelo menos 2 mil caminhões violam a lei por dia no Rio

Extra: Passagem de ônibus subirá para R$ 3 no dia 8

FolhaEUA ignoram emergentes e cortam mais estímulos

EstadãoFilho recém-nascido de Eduardo Campos tem Síndrome de Down

ZeroHora Justiça multa rodoviários e considera greve ilegal

Estado de MinasO perigo passa por aqui

CorreioBraziliense
Polícia quer política, Brasília quer polícia

CorreiodaBahia: Raiz de toda festa

DiáriodoNordeste: Vereadores: R$ 22 milhões para gasto sem controle

DiáriodePernambuco: Carnaval 2014: mais de 2 mil shows e 14 novos polos

JornaldoCommercio Carnaval de 720 estrelas

JornaldaParaíba: Preço do metro quadrado chega a R$ 6,9 mil em João Pessoa

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Roosevelt Leitão, o nosso fiscal ambiental incidente, faz um pedido especial...

VAMOS PRESERVAR O MEIO AMBIENTE, GENTE...

Por Roosevelt Leitão

É um absurdo!

Pescadores utilizam rede gigante com malha fina para ir ao mar. 

Não estão respeitando as regras de preservação da fauna marinha.

Aquela linda região paraibana merece o nosso cuidado.

A imagem capturada na Praia de Coqueirinho, no litoral Sul da Paraíba, no último fim de semana denuncia a pesca predatória.

Observe bem a foto e veja que, só tem muito peixe miúdo na malha.

Alô, Ibama...