sábado, 31 de agosto de 2013

Pode, não! Só porque é dia de sábado? Vai, não!


Sugestão de José Diener

Do KIBE LOCO. O verbo do arremesso de encomenda é 'basquetear'!


Um flagra em Niterói, Rio de Janeiro, de uma moradora que tem a vista privilegiada do galpão dos Correios. Olhem o carinho com que tratam nossas encomendas…


Vão abrir licitação… Para fecharem esse telhado.
Merval Pereira
O Globo

Caso o plenário admita os embargos infringentes, aí sim, é quase certo que tanto as decisões sobre cassação de mandatos quanto formação de quadrilha serão alteradas, favorecendo os condenados, em especial os membros do núcleo político.

Essa será uma mistura politicamente explosiva, provocada pela posição dos dois novos ministros, Roberto Barroso e Teori Zavascki, que mudaram a jurisprudência do STF nos dois casos.

Embora a maioria dos ministros não veja espaço para uma alteração desse tipo nesta fase, pois os embargos de declaração têm abrangência muito restrita, há pelo menos dois precedentes no STF em que a jurisprudência do tribunal foi atualizada através de embargos de declaração. O entendimento sobre formação de quadrilha, por exemplo, não foi atualizado nessa etapa, mesmo que tenha sido modificado.

Os votos de Barroso e Zavascki mudaram o entendimento do STF quanto à cassação de mandatos no julgamento do caso do senador Ivo Cassol, fazendo com que a decisão final passasse a ser do Congresso. No julgamento do mensalão, a Corte havia decidido pela perda dos direitos políticos dos condenados, o que levaria automaticamente à cassação do mandato de acordo com o parágrafo IV do artigo 55 da Constituição.

Nos dois casos fora do mensalão, há essa diferença crucial: as penas não se referiam à perda dos direitos políticos, e, portanto, abriu-se uma brecha para que fosse usado o artigo VI do mesmo artigo 55 da Constituição, que determina que perderá o mandato o deputado ou senador “que sofrer condenação criminal em sentença transitada”.

Nesse caso, a cassação do mandato, em vez de ser automática, dependeria de votação secreta do plenário. Acontece que, de acordo com artigo 15 da Constituição, a perda ou suspensão dos direitos políticos acontece devido a (...) III — condenação criminal transitada em julgado, enquanto durarem seus efeitos. Como não é possível haver um deputado ou senador sem os direitos políticos, a cassação do mandato é automática.

Tanto é verdade que o presidente da Câmara, deputado Henrique Eduardo Alves, ao constatar que o plenário se inclinaria para salvar o mandato do deputado condenado e já preso na Papuda, decidiu que ele não poderia exercer o mandato da cadeia e convocou imediatamente seu suplente.

Na verdade, a Mesa Diretora da Câmara não quis assumir a cassação do mandato de um par e acreditou no bom senso do plenário, e deu no que deu. Há diversas versões para o que aconteceu no plenário da Câmara na noite de quarta-feira, desde a conjunção de interesses variados — os evangélicos salvaram “um irmão”, os deputados que já tiveram ou têm problemas com o Ministério Público votaram em seu próprio benefício, muitos tiveram uma mera atitude corporativa, votando contra, não comparecendo ou abstendo-se de votar.

Mas há também a teoria conspiratória de que tudo não passou de um ensaio para os petistas sentirem a tendência do plenário quando chegar a hora de decidir sobre os mandatos dos mensaleiros condenados pelo Supremo. Se foi isso, o tiro pode ter saído pela culatra, pois a reação dos que se indignaram com a decisão final foi apressar a votação da emenda constitucional que acaba com o voto secreto para cassação de mandatos e outros votos no Congresso.

Além disso, o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves, garante que não colocará mais em votação casos de cassação até que acabe o voto secreto, o que faria, no limite, que os políticos condenados no julgamento do mensalão passassem a cumprir suas penas ao fim do julgamento, ainda investidos do mandato parlamentar.
Josias de Souza


O deputado Ronaldo Caiado (GO), líder do DEM na Câmara, criou o “Movimento Mais Médicos Livres”. Apresenta a novidade como uma “iniciativa pluripartidária” destinada a apoiar os médicos cubanos importados pelo Ministério da Saúde com a intermediação da Opas.

Segundo Caiado, o movimento dará “suporte jurídico e político” aos cubanos que desejam pedir asilo para permanecer no Brasil. Um direito que, segundo o Advogado-Geral da União Luís Inácio Adams, o governo planeja sonegar: “Me parece que não têm direito a essa pretensão. Provavelmente seriam devolvidos”.

O ‘Médicos Livres’, declara Caiado, oferecerá atendimento em Brasília e nos Estados. De resto, promoverá dois gestos. Num, pedirá ajuda à CNBB e à OAB. Noutro, tentará obter autorização da Câmara para enviar uma missão de deputados a Genebra, onde estão sediadas a OIT e a OMS.

Planeja-se questionar nas duas entidades a legalidade da contratação dos médicos cubanos. No dizer de Caiado, a Opas converteu-se numa espécie de “navio negreiro do século 21”. Ele realça as diferenças entre os cubanos e os profissionais de outras nacionalidades atraídos pelo programa Mais Médicos.

Os médicos europeus, diz Caiado, têm direito de ir e vir, de receber o salário de R$ 10 mil oferecido pelo governo e de escolher a cidade que vai trabalhar. Os cubanos têm os passaporte retidos, não podem trazer os familiares, não escolhem a cidade de destino e têm o grosso do seu salário “expropriado” pelo governo de Cuba.

A capa de hoje do Jornal da Paraíba


O Flamengo está em guerra com a administração do estádio do Maracanã


As manchetes do jornal O Povo


A capa do jornal Folha de São Paulo


As manchetes de jornais brasileiros neste sábado

GloboPIB sobe 1,5% e surpreende com alta em todos os setores

Extra: Professores decidem continuar em greve

Folha
Economia surpreende e cresce 1,5%

Estadão
PIB surpreende, cresce 1,5% e melhora previsão para o ano

ValorEconômicoMantega diz que economia está em rota de recuperação

ZeroHora
PIB surpreende e tem maior crescimento em três anos

Estado de Minas: [Fim do voto secreto] Basta querer

CorreioBraziliense
Alta do PIB pega até o governo de surpresa

CorreiodaBahiaMuda tudo no IPTU

DiáriodoNordeste: Depredação em protestos na capital


OPovo: Mais um dia de sufoco em Fortaleza

DiáriodePernambuco: Um novo binário para Boa Viagem

JornaldoCommercioDesemprego ronda a Transnordestina

JornaldaParaíba: Exportação não decola e queda na PB é de 14,8%

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Seleção de grandes jogadas e dribles de Ronaldo Fenômeno. Muito bom!


Sugestão de Rafael Holanda

Bem que o grande Joca avisou: "vai dar em m**#@+"

Barbosa diz que situação de Donadon cria "impasse constitucional absurdo"
Hanrrikson de Andrade
Do UOL, no Rio

Roberto Jayme/UOL
O ministro Joaquim Barbosa, presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), sorri durante sessão do julgamento dos embargos do mensalão no último dia 21

O presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Joaquim Barbosa, afirmou nesta sexta-feira (30) que a decisão do Congresso pela não cassação do deputado federal Natan Donadon (sem partido-RO), que cumpre pena no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília, cria um "impasse constitucional absurdo".

Barbosa disse ainda ter alertado os parlamentares sobre o efeito negativo da continuidade do mandato do parlamentar rondoniense. "Eu adverti para eventuais consequências e que lamentavelmente vieram a acontecer", declarou Barbosa após ser premiado pela Associação Comercial do Rio de Janeiro, nesta sexta, na capital fluminense.

"Lamento muito que estejamos hoje diante desse impasse constitucional absurdo. Mas o Congresso Nacional é soberano. Ele tomou a sua decisão e terá que conviver e lidar com essas consequências. (...) Espero que o Congresso encontre rapidamente uma solução para esse impasse incontornável no qual nos encontramos agora", completou.

No final do ano passado, a perda de mandato dos deputados condenados no julgamento do mensalão gerou tensão entre a Câmara e o Supremo. O Supremo determinou que os parlamentares deviam perder os mandatos quando a ação transitasse em julgado (ou seja, quando não coubessem mais recursos). No entanto, o então presidente da Casa, Marco Maia (PT-RS), defendia que a prerrogativa da cassação era do Legislativo.

O deputado Natan Donadon foi condenado pelo STF em 2010, mas só foi preso há dois meses, quando terminou o julgamento dos recursos apresentados pela sua defesa.

"Eu disse muito claramente que seria uma incongruência constitucional muito grande manter-se no Congresso um parlamentar condenado criminalmente ou eventualmente a cumprir pena. Chamei atenção até para a impossibilidade física disso. Mesmo condenado a cumprir pena no regime semiaberto. Em princípio, ele deve cumprir essa pena em uma colônia penal. Só em uma eventualidade de não existir esse tipo de estabelecimento, ele ficaria naquele regime que vocês já conhecem, isto é, ele dorme na prisão", declarou.

"O condenado por pena criminal tem seus direitos políticos suspensos. A posse dos direitos políticos é um requisito indispensável para o exercício do mandato eletivo. Ele não pode nem ser candidatar. Muitos menos exercer um mandato", finalizou.O presidente do Supremo defendeu que a condenação na esfera criminal, sem possibilidade recurso, seja acompanhada automaticamente da perda do mandato político.

Entenda o caso

Na última quarta-feira (28), em votação secreta, a Câmara manteve o mandato de Donadon. Com quórum de menos de 410 deputados, 233 votaram a favor de sua cassação, 131 contra e houve 41 abstenções. Para cassá-lo, eram necessários 257 votos, o que representa a metade do total de deputados mais um voto.

Feliz lá; feliz, agora. A vida é sempre bela!



Minha Vida
Lulu Santos

Quando eu era pequeno
Eu achava a vida chata
Como não devia ser
Os garotos da escola
Só a fim de jogar bola
E eu queria ir tocar guitarra na TV

Ai veio à adolescência
E pintou a diferença
Foi difícil de esquecer
A garota mais bonita
Também era a mais rica
Me fazia de escravo do seu bel prazer

Quando eu sai de casa
Minha mãe me disse:
Baby, você vai se arrepender
Pois o mundo lá fora
Num segundo te devora
Dito e feito
Mas eu não dei o braço a torcer

Hoje eu vendo sonhos
Ilusões de romance
Te toco, minha vida
Por um troco qualquer
É o que chamam de destino
E eu não vou lutar com isso
Que seja assim enquanto é

Da Coluna Painel, no jornal Folha de São Paulo

PAINEL
VERA MAGALHÃES - painel@uol.com.br
Lendo nas entrelinhas

Ministros e advogados leram o duríssimo voto em que Celso de Mello rejeitou o recurso de José Dirceu ontem como um sinal de que ele votará contra o recebimento dos embargos infringentes no mensalão. O decano é considerado o fiel da balança num possível cenário de empate. Um ministro diz que, mesmo que os recursos sejam acolhidos, dificilmente o resultado mudaria. "Então por que arrastar isso por mais um ano e distribuir a infelicidade por todo o tribunal?", indaga.
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Mãozinha A despeito da negativa da bancada, o PT na Câmara é apontado por parlamentares como um dos principais operadores para livrar Natan Donadon (PMDB-RO) da cassação e abrir um precedente para os mensaleiros.

Tiro no pé No entender de advogados, no entanto, os próximos que caírem no plenário da Câmara serão cassados graças à repercussão negativa do caso e à possível aprovação do voto aberto para perda de mandato.

TIROTEIO

"Donadon já está assumindo a função de representação na cadeia, ao reclamar, na tribuna, da qualidade da comida na Papuda."

DO DEPUTADO CHICO ALENCAR (PSOL-RJ), para quem a Câmara criou uma jabuticaba' ao não cassar Natan Donadon: a do detento detentor de mandato.

E Rafael Holanda voltou a Cajazeiras. E soube voltar!

A arte de voltar
Por Rafael Holanda

Após dez anos sem retornar a minha terra resolvi participar dos festejos de sua emancipação. Fui a Cajazeiras com a cabeça das imagens que tinha da minha cidade, das suas ruas estreitas e do silêncio adormecido de quem nem tem pressa para correr.



À altura da ponte Santo Antonio já sentia o bafo de minha terra e as bençãos advindas do Cristo Rei, que pela insanidade do progresso se tornou escondido por entre as torres de rádios e televisões.

Ao Adentrar em minha terra fiquei surpreso pela sua gigantesca explosão de progresso, por suas ruas largas pelos sinais de trafego, pelos prédios em direção ao céu e pelos seus elevadores.


Rafael Holanda, Essuélio e Marcelo Holanda, no Hotel Gravatá, em Cajazeiras.
As pousadas foram substituídas por hotéis que não devem a ninguém em outras plagas, como o Oásis dos Crispim e o Gravatá de Essuelio; as antigas bodegas estão sendo devoradas pelas maquinas dos grandes supermercados.


Os pequenos bares se perderam na marca do tempo e surgiram as churrascarias e onde não existia divertimento surgiu um Shopping. 
 Rafael recebe homenagem do Blog Sete Candeeiros Cajá
Rubismar, Dirceu, Márcia, Rafael e Viviane
Fui com a finalidade de participar dos festejos do aniversario na 6ª do Se7e, patrocinada pelo Blog Sete Candeeiros Cajá com a maestria do Grande Dirceu Galvão\Márcia ao som do conjunto de Big Boy no Tênis Clube, que vem ressuscitado paulatinamente pelo amigo Rubismar Galvão.

À noite, começaram a surgir em minha mente pessoas que caminharam juntos pela minha estrada da infância e retornaram na pequena luminosidade de uma fantástica festa.


No sábado, resolvi encontrar um pouco do meu passado visitando minha Tia Nicinha e posteriormente o Cemitério, onde encontrei mais gente conhecida do que as que passavam pelas ruas de minha cidade.

Fui pelo bairros e custei acreditar que as ruas do meu tempo muitas delas deram passagem ao progresso que vem se tornando mais forte na pessoa de Denise nossa prefeita, filha de Zeca da padaria. Encontrei muitas ruas do meu tempo, do tempo em que buscava encontrar os meus sonhos perdidos e amigos que por lá deixei.


Fui recebido por meus parentes que dedicaram os dois dias para cobrirem minha estadia de recordações, na pessoa de Marcelo\Maria Nilmar\Mercês e Renata\Ricardo.

No sábado a noite estive no Clube Campestre regido pela competência do meu primo Eduardo\Claudia que nos mostrou como buscar em pequeno espaço o mais profundo sentimento de retornar a infância.

Olívio, Gutemberg, Marcílio e Léa
Encontrei pessoas que seguiram pelo mesmo caminho de minha aprendizagem, filhas de minhas professoras que sabiam de minha vida e de minhas peraltices. Amei abraçar um punhado de primos na pessoa da minha idolatrada Léa. Achei verdadeiros patrimônios da minha terra como: Zerinho, Romualdo, Chico Rolim, Tantino, Zé Antonio, Gutemberg, além de tantos que fizeram dos meus sonhos de infância uma bela canção.

A minha terra se acha mudada, mas ainda guarda por suas ruas a sensível libertação dos medos, com muros baixos e portas abertas numa demonstração que a felicidade se faz presente em cada esquina.

Zé Pedro, Olívio e Rafael
Os grandes moleques do meu tempo: Olívio, Zé Pedro, Nego Junior, Bosquinho de Donato, Luluzinha, Toninho, Marcilio, Galego Capita, Ferreirinha, Saraivinha e tantos outros surgiram como do nada para transformar a festa numa noite sem fim.

Do leito que me fez gente não podia ser diferente, hoje com sessenta mil habitantes, duas faculdades de Medicina, direito, geografia, filosofia, história; em programação, engenharia, não poderia deixar de ostentar com orgulho a terra que ensinou a Paraíba a ler.

O tempo foi tão curto que me senti entristecido por não ter indo almoçar com Zé Cavalcanti, visitar Dona Mãezinha de Zé Antonio, Edna, mas visitei dona Eudesia, e muitos outros que juntos vivemos tempos onde o tempo fazia questão de descansar.

Agora que me coloquei nos estaleiros dos aposentados, com certeza tentarei trazer a Carrazeiras para perto de mim ou irei ao seu encontro.

Derrubaram patrimônios históricos para presentear ao futuro, mas esqueceram que as belas casas de estilos diferentes deviam ser tombados ao patrimônio e com certeza a nossa amiga Prefeita haverá de compreender.

Retornei a Campina no domingo, na certeza absoluta que perdi por muito tempo o calor da terra que me viu nascer.

Dr. Rafael Holanda

No Bode Gaiato, 'num tem boquinha', não!


Então, tá!

Sugestão de Célio Rolim Marques


Não tem conflito para julgar Zé Dirceu, por que teria para julgar o banco credor?! Ora, a lei...

Toffoli mantém sigilo sobre renda para empréstimos

Fábio Fabrini e Andreza Matais
Agência Estado

O ministro José Antonio Dias Toffoli se recusou ontem a detalhar seus ganhos além do salário no Supremo Tribunal Federal (STF), usados, segundo ele, para pagar prestações de dois empréstimos de R$ 1,4 milhão com o Banco Mercantil do Brasil.

Em resposta a consulta do Estado, a assessoria de Toffoli alegou, em nota, que "os rendimentos, recursos e o patrimônio do ministro são aqueles anualmente declarados à Receita Federal, em seu Imposto de Renda". Mas não divulgou as informações.

Como o Estado revelou ontem, as parcelas dos empréstimos, de R$ 16,7 mil mensais, comprometem 92% dos ganhos de Toffoli no Supremo, de R$ 18,2 mil em julho. Segundo o gabinete do ministro, seus rendimentos "não se resumem aos vencimentos no STF".

Toffoli é relator de processos do Mercantil, que lhe concedeu os dois empréstimos em 2011. O primeiro, de R$ 931 mil, previa inicialmente pagamento em 180 parcelas de R$ 13,8 mil mensais; já o segundo, de R$ 463,1 mil, em 204 prestações de R$ 6,6 mil.

Na época em que as operações foram contratadas, a soma das parcelas superava o salário líquido de Toffoli (cerca de R$ 17,5 mil). Em abril deste ano, após decisões do ministro nos processos, o banco reduziu os juros dos empréstimos de 1,35% ao mês 1% ao mês, o que reduziu as prestações para R$ 16,7 mil mensais.

O corte das taxas, considerado atípico até por um dos representantes do Mercantil, assegurou uma economia de R$ 636 mil no total a ser pago. A soma das prestações alcança R$ 3,21 milhões.

Segundo o Código do Processo Civil e o Regimento do Supremo, cabe arguir a suspeição do magistrado, por parcialidade, quando alguma das partes do processo seja sua credora.

O ministro relata casos do banco desde 2009, mas, mesmo com os empréstimos, não viu motivos para se afastar. Ontem, ele deixou o Supremo sem dar entrevistas.

Sem maldade

"Não sei se é conflito de interesse na prática. Se existe isso, não existe maldade", afirmou ontem o diretor executivo do Mercantil, Paulo Henrique Brant de Araújo. Segundo ele, os empréstimos "não têm nada a ver" com os interesses do banco no Supremo, tampouco a redução das taxas. "Não é a primeira pessoa para a qual o banco poderia emprestar e que tem um cargo público. Não existe esse tipo de restrição. Se houvesse, o próprio ministro deveria se manifestar."

O diretor não quis analisar o caso específico de Toffoli, devido ao sigilo bancário da operação, mas observou que um "bom pagador", com garantia segura, merece "condições boas, não atípicas". "Não necessariamente, o banco tem a obrigação de cobrar 4% ao mês", comentou.

A reportagem consultou dois gerentes da agência do Mercantil em Brasília, que ofereceram, para cliente VIP, nas mesmas condições financeiras do ministro, empréstimos de no máximo quatro anos e taxas entre 3% e 4% ao mês. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Com o Congresso Nacional que temos, não é estranha proposta política: Bolsa Cabaré!

Prefeituras vão demitir médicos para receber equipes do governo
Folha de São Paulo

Para aliviar as contas dos municípios, médicos contratados por diferentes prefeituras no país serão trocados por profissionais do Mais Médicos, programa do governo Dilma Rousseff (PT) para levar estrangeiros e brasileiros para atendimento de saúde no interior e nas periferias.

Na prática, a medida anunciada à Folha por prefeitos e secretários de saúde pode ameaçar a principal bandeira do plano: a redução da carência de médicos nesses lugares.

A reportagem identificou 11 cidades, de quatro Estados, que pretendem fazer demissões para receber as equipes do governo federal. Segundo as prefeituras, essa substituição significa economia, já que a bolsa de R$ 10 mil do Mais Médicos é totalmente custeada pela União.

O plano de Dilma foi lançado em julho e provocou polêmica na classe médica principalmente devido à vinda de estrangeiros --incluindo 4.000 cubanos, que devem ser deslocados para 701 cidades que não despertaram interesse de ninguém na primeira fase do Mais Médicos.

Outro atrativo alegado por prefeituras para a troca de equipes é a fixação desse novo médico no município por um período mínimo de três anos. Prefeitos reclamam da alta rotatividade dos médicos, que não se adaptam à falta de estrutura nessas localidades.

As cidades que já falam em trocar suas equipes estão no Amazonas (Coari, Lábrea e Anamã), Bahia (Sapeaçu, Jeremoabo, Nova Soure e Santa Bárbara), Ceará (Barbalha, Cascavel, Canindé) e Pernambuco (Camaragibe).

Hoje, as prefeituras recebem da União cerca de R$ 10 mil por equipe no programa Saúde da Família. Complementos de salários e encargos, porém, são pagos com recursos de cada cidade.

Editoria de Arte/Folhapress 

Um exemplo é Coari, no Amazonas, a 421 km de barco de Manaus, onde a prefeitura paga R$ 25 mil para médicos recém-formados e R$ 35 mil para os especialistas.

"Somos obrigados a pagar esse valor ou ninguém aceita. Vamos tirar alguns dos nossos médicos e colocar os profissionais que chegarão do Mais Médicos", diz o secretário da Saúde, Ricardo Faria.


A prefeitura diz que vai demitir um médico de seu quadro para trocá-lo por outro que chegará já na primeira fase do programa federal.

Plano igual ao de Lábrea (a 851 km de Manaus), que tem seis médicos. "Pago R$ 30 mil para cada um deles. [Substituí-los] diminuiria os gastos da prefeitura", diz o prefeito Evaldo Gomes (PMDB).

A Coluna Faisqueira do nosso Jornal Gazeta do Alto Piranhas


Jumento: produto de exportação

O serviço de correição da prefeitura de Cajazeiras tem agido, em parceira com a Polícia Rodoviária Federal, no sentindo de prender os animais soltos nas rodovias e ruas, desde o dia nove de janeiro e já “exportou” para o vizinho estado de Pernambuco cerca de 640 jumentos.


Jumento: produto de exportação 2

Um dos lotes, cerca de 40 jumentos, foi exportado, via Porto de Mucuripe, para a Bolívia, com o objetivo de atender a uma instituição que trabalha com pessoas que fazem terapia com animais. Os animais que são levados para Pernambuco são para ser utilizados no corte de cana e provavelmente para fabricar charque.

Jumento: produto de exportação 3

Mesmo realizando uma coleta com frequência ainda têm sido muitos os acidentes com vitimas fatais, provocados principalmente por jumentos, que perambulam pelas rodovias federais, estaduais e municipais. Esta semana tem mais um lote de 36 para ser exportado e com uma vantagem para quem transporta: a prefeitura ainda ajuda no combustível.

Jumento: produto de exportação 4

Algumas prefeituras da região, sabendo que a de Cajazeiras está realizando este serviço, recentemente, altas horas da noite, soltaram um lote de jumentos, transportado numa caçamba, e a despejaram na estrada do Distrito de Engenheiro Avidos, da mesma maneira que se descarrega uma “carrada” de areia. 

Cachorros no desfile

Durante o desfile do dia da cidade, realizado na Avenida Padre Rolim, no último dia 22, a exemplo do ano passado, os cachorros marcaram presença e também desfilaram garbosamente ao lado dos estudantes, sem serem incomodados nem pelas poderosas e vigilantes lentes da máquina do fotografo José Cavalcante.

Descuido

Os repórteres que cobriam as solenidades oficiais da prefeitura municipal de Cajazeiras, na semana da cidade, por mais de uma vez ao anunciarem a presença do bispo da diocese de Cajazeiras e chamavam-no de Dom Matias e outro o saudou, como “Vossa Santidade”, mas Dom José, discretamente, sorria.

Presente desembrulhado

A presidenta Dilma “deu de presente” aos prefeitos de nossa região, máquinas pesadas para construir estradas e barreiros, mas os prefeitos tiveram que arcar com o frete, que alguns prefeitos consideraram bastantes pesados e já que havia dado de presente que viesse pelo menos embrulhadas.

José Aldemir

O deputado estadual José Aldemir ao ser indagado por um jornalista se voltaria para a base aliada do governador Ricardo Coutinho, respondeu em cima da bucha: “de jeito nenhum” e foi retrucado: mesmo se for convidado e o mesmo devolveu a pergunta: “ora meu amigo, eu recebo convite para retornar toda hora”. Parece que Zé ainda tá muito raivoso.

José Aldemir 2

Diante destas posições do deputado José Aldemir faltou fazer uma pergunta ao mesmo: e se Cássio ficar mesmo ao lado de Ricardo Coutinho nas próximas eleições será que José Aldemir não o acompanhará já que são fortes amigos? Com a palavra José Aldemir.

GEFAVA

Um grupo foi formado recentemente, em Cajazeiras, que se autodenominou de GEFAVA - Grupo Especializado em Falar da Vida Alheia, que esteve reunido neste final de semana e não se cantarolava outro assunto: “Cássio é candidato ou não?”. Aí um deles já sem aguentar mais a conversa, gritou: “menino trás aí um tamborete, manda descer uma bem geladinha acompanhada de um prato de tripa de porco assada porque esse assunto não tem fim e quem falar mais nele eu cubro na tapa”.

Carlos Rafael

O ex-prefeito de Cajazeiras, Carlos Rafael, teria falado numa emissora de rádio de Cajazeiras, que seria candidato a deputado federal nas próximas eleições, aproveitando o vácuo de que nenhum filho de Cajazeiras iria pleitear este cargo. Um ouvinte comentou: “vai tirar mais votos do que quando foi candidato a deputado estadual na última eleição”. E concluiu: “mas quantos foram mesmos?”, ninguém soube responder.

Eliane Cantanhêde só quer ser Jacob, filho de Seu Saóra do pão de arroba! A expressão 'suicídio' quanto à questão do mandato de Donadon foi usada por ele, aqui, no Sete Candeeiros. Vou republicar o texto.

Suicídio
ELIANE CANTANHÊDE
Folha de São Paulo

BRASÍLIA - Ninguém trata tão mal os políticos quanto os próprios políticos. Nem mesmo o mais ácido crítico teria tanta eficácia quanto Suas Excelências ao corroer a imagem de deputados, de senadores e, pior, do Congresso Nacional.

Há inúmeros adjetivos, além de expressões impublicáveis, para definir a decisão de quarta-feira à noite, absolvendo o presidiário Natan Donadon da cassação de mandato, mas um só basta: é inacreditável.

Os parlamentares que votaram a favor de Donadon, abstiveram-se ou ausentaram-se sem bons motivos deixam uma dúvida. Se eles são colegas de Donadon na corporação Congresso ou deveriam ser na corporação Papuda, onde o parlamentar-presidiário está preso, com uma condenação de mais de 13 anos por formação de quadrilha e desvio de dinheiro público, o popular roubo.

Para tentar contornar o clima de enterro da instituição, o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves, saca uma solução heterodoxa e sem respaldo no regimento, declarando o afastamento de Donadon e a convocação de seu suplente, Amir Lando. Está criada a seguinte situação: Donadon não é deputado, mas é; Lando é deputado, mas não é.

E, numa tentativa patética de reduzir as labaredas na opinião pública, o presidente do Senado, Renan Calheiros, desfralda uma "saída célere" anunciando a votação da PEC 18, que determina a perda automática de mandato, sem votação do Legislativo, em caso de condenação por improbidade administrativa e crime contra a administração pública.

Ah! Todos, claro, berram pelos salões, corredores e comissões contra o instituto do voto secreto para a cassação de parlamentares. Quem quiser se igualar a condenados, que vote pelo menos às claras.

Agora, porém, tudo isso é secundário, porque Inês é morta e Donadon está bem vivo. Mas, se alguém acha que isso pode ajudar Genoino, João Paulo Cunha e Costa Neto, está muito enganado. Ou será que não?

O destaque do jornal da Folha de São Paulo: demite médico, contrata médico.


A expressiva capa do jornal Correio Braziliense


O jornal Estado de Minas destaca a vergonha na Câmara dos Deputados


O Vascão é o destaque do jornal Jogo/Extra


As manchetes do Jornal da Paraíba


As manchetes de jornais brasileiros nesta sexta-feira

GloboDe costas para as ruas – Caso de deputado-presidiário deve agilizar fim do voto secreto

Extra: [Mais um dia de caos nos trens] Supervaia

Folha
Prefeitos demitirão médicos locais para receber os de Dilma

Estadão
Após livrar Donadon, Câmara quer voto aberto em cassações

ValorEconômicoBNDES terá spread menor em leilão de infraestrutura

ZeroHora
Proporção de idosos no RS duplicará até 2030

Estado de Minas: [Deputado Donadon] Quando 280 envergonham 200 milhões

CorreioBraziliense
Congresso, mostra a tua cara

CorreiodaBahiaÔnibus muda na Barra, subúrbio e Cajazeiras [em Salvador-BA]

DiáriodoNordeste: Apagão e 'Caladão' atingem o Ceará


OPovo: [Cocó] Justiça Federal autoriza obras e manda desocupar

DiáriodePernambuco: Merenda vitaminada para desviar verba

JornaldoCommercioMínimo deve ir a R$ 722,90

JornaldaParaíba: Paraíba vai ter 4,2 mi de habitantes em 2030

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Ricardo nomeia Oswaldo Trigueiro como novo Desembargador do TJ-PB


Confirmando o que já vinha sendo esperado, o governador Ricardo Coutinho escolheu o nome do ex-procurador-geral de Justiça do Ministério Público da Paraíba, Oswaldo Trigueiro do Valle Filho como novo Desembargador do Tribunal de Justiça do Estado. Trigueiro que deixou a Chefia do Ministério Público nesta quinta-feira (29), substituído pelo novo Procurador-Geral, Bertrand Asfora, vai substituir o desembargador José Di Lorenzo Serpa, recém-aposentado do cargo.


O ato assinado pelo governador Ricardo Coutinho, nomeando Oswaldo Trigueiro do Vale Filho como novo desembargador do TJ-PB deve ser publicado na edição desta sexta-feira do Diário Oficia do Estado..

Em votação realizada no último dia 21 desde mês, o Procurador Oswaldo Trigueiro encabeçou a lista tríplice formada pelo Tribunal de Justiça. Aldenor de Medeiros Batista e Marcus Vilar tiveram, respectivamente, 14 e 13 votos.

Trigueiro assumiu o cargo de Procurador-Geral de Justiça pela primeira vez em agosto de 2009, para o biênio 2009/2011, tendo sido o primeiro promotor de Justiça a assumir o cargo e foi reconduzido ao cargo pelo governador Ricardo Coutinho em 2011. Foi promotor de Justiça titular da 5ª Promotoria da Fazenda Pública, em João Pessoa. Ingressou no Ministério Público em 1996, em São Bento.

Foi removido para a Promotoria de Jacaraú e permaneceu lá por seis anos. Acumulou a Promotoria da Infância e Juventude, do Patrimônio Público, do Cidadão e do Meio Ambiente, em João Pessoa. Ainda na Capital, atuou na 3ª Câmara Cível. Em Campina Grande, foi titular da Promotoria do Patrimônio Público.

Fonte: PBHOJE

Aniversariar e agradecer. Uma bela fórmula de parabéns. É de Risomar Silva.

Dona Maria Licôr e Risomar
Agradeço a Deus por mais um ano de vida e a minha Mãe, a grande guerreira Maria Licôr da Silva, por tudo que ela fez por mim, pois o que eu sou hoje agradeço primeiro a Deus depois a minha Mãe.

José Risomar

Nos bastidores da absurda votação, ontem, na Câmara dos Deputados - parlamentar presidiário mantém o mandato - um destaque para o deputado paraibano, Wellington Roberto.

Donadon no Plenário
Último ato como parlamentar
Natan Donadon acaba de chegar ao Plenário para fazer sua defesa no último ato do processo de cassação. E não está sozinho: além da família, Donadon pode contar com os companheiros.
O deputado Wellington Roberto (PR-PB), por exemplo, diz a quem quiser ouvir que votará, daqui a pouco, contra a perda do mandato do ex-colega, agora preso. Mas para Roberto isso é detalhe.
Mais chocante do que a tese é a justificativa de Roberto para se posicionar contra a degola de Donadon:
- Sou contra a cassação, falo mesmo. Ele foi condenado por causa de desfalques na Assembleia Legislativa do estado dele, mas outros integrantes da quadrilha não foram punidos. Isso é justo?
Mesmo com Donadon preso e cassado, sua “bancada” continuará atuando firme e forte em Brasília. Daqui a cerca de uma hora, será possível saber quantos deputados a integram.
Por Lauro Jardim
Por Augusto Nunes

Natan Donadon sai algemado da Câmara dos Deputados depois da sessão que o poupou da perda do mandato

A votação que impediu a cassação do mandato de Natan Donadon, preso desde junho no presídio da Papuda, transformou a Câmara na mãe do primeiro deputado presidiário da história. O pai é o Supremo Tribunal Federal. Os padrinhos são Ricardo Lewandowski, Dias Toffoli, Roberto Barroso e Teori Zavascki. As madrinhas são Rosa Weber e Carmen Lúcia. Eles garantiram a duvidosa honraria na sessão em que, depois da condenação do senador Ivo Cassol a uma temporada na cadeia, ficou decidido por 6 togas contra 4 que só o Congresso pode deliberar sobre cassação de mandatos.

Em dezembro, durante o julgamento do mensalão, o Supremo havia resolvido por 5 a 4 que o confisco da vaga no Senado ou na Câmara deve ocorrer automaticamente em dois casos: quando a condenação superior a um ano envolver improbidade administrativa ou quando a pena for superior a quatro anos. “Nessas duas hipóteses, a perda de mandato é uma consequência direta e imediata causada pela condenação criminal transitada em julgado”, ensinou o decano da Corte, Celso de Mello, que acompanhou os votos de Joaquim Barbosa, Marco Aurélio, Gilmar Mendes e Luiz Fux.

Na sessão que aprovou o retrocesso, Fux declarou-se impedido. Sobraram quatro. Os derrotados em dezembro viraram seis graças à adesão de Theori Zavascki, que substituiu Cezar Peluso, e Roberto Barroso, que assumiu o lugar de Ayres Britto. ”Não posso produzir a decisão que gostaria, porque a Constituição não permite”, recitou Barroso, pendurado no parágrafo 2º do artigo 55 da Constituição, que estabelece a perda do cargo “por voto secreto e maioria absoluta, mediante provocação da respectiva Mesa ou de partido político representado no Congresso Nacional, assegurada ampla defesa”.

Se tivesse optado pelo caminho da sensatez, o caçula do Supremo compreenderia que acabara de chancelar o que Gilmar Mendes batizou de “fórmula-jabuticaba”, por existir apenas no Brasil.”Não é possível um sujeito detentor do mandato cumprindo pena de cinco ou dez anos”, espantou-se Mendes. “Vossa Excelência sabe que consequência dará condenar a cinco anos e deixar a decisão final para a Congresso”, advertiu Joaquim Barbosa. “Esta Corte tem de decretar a perda do mandato, sob pena de nossa decisão daqui a pouco ser colocada em xeque”. Deu no que deu.

“Agora temos essa situação de alguém com direitos políticos suspensos, mas deputado com mandato”, ironizou nesta quinta-feira o ministro Marco Aurélio. “A Papuda está homenageada. Vai causar inveja muito grande aos demais reeducandos”. Não foi por falta de aviso. Em fevereiro de 2009, ao ser eleito corregedor da Casa dos Horrores, o deputado mineiro Edmar Moreira sucumbiu a um surto de sinceridade e contou numa frase como as coisas funcionam por lá: “No Legislativo, temos o vício insanável da amizade”. Como toda mãe, a Câmara protege também filhotes delinquentes. Por que haveria de negar socorro a Donadon?

O primeiro deputado presidiário foi parido pela Câmara. Mas a aberração só viu a luz graças à ajuda militante do pai, dos padrinhos e das madrinhas.

Da coluna de Elio Gaspari, no jornal Folha de São Paulo.

 
APAGÃO SINDICAL

A tropa de choque da nação petista sonha com a mobilização de suas bases sindicais em campanhas reivindicatórias. Depois de dez anos ao longo dos quais o comissariado anestesiou essa mesma base, não buscam melhores salários, querem aporrinhar a doutora Dilma. Ela teria dado pouca solidariedade aos mensaleiros.

A ideia mostra o grau de agressividade da bancada corrupta do PT. Se terá consequências é outra história, pois mesmo havendo sindicatos apelegados, os trabalhadores não são bobos.

'Ó o perigo'. Ela ia passando pelo local....

Mulher pode ficar cega após sofrer lesão com jato de sêmen
R7

Força emitida pelo jato seminal é a principal explicação para o incidente.

A carioca Eliana Mara, de 31 anos, passou por uma cirurgia delicada no globo ocular esquerdo. A causa foi uma lesão ocorrida após o impacto do jato de sêmen liberado pelo marido, o analista de sistemas Maurício Almeida, de 35 anos. 

Após o atendimento de emergência no pronto-socorro do hospital Albert Shweitze, no último domingo (25), Mara foi encaminhada para o hospital Souza Aguiar. Ela passou por nova avaliação oftalmológica e retornou ao Albert no dia seguinte. 

Na última segunda-feira (26) ela foi submetida à cirurgia, mas ainda corre o risco de perder a visão. A paciente afirmou não ter havido anormalidade no ato sexual. Os médicos acreditam que a força emitida pelo líquido seminal seja a causadora do incidente. 


“O contato com os olhos não causa cegueira porque o sêmen é basicamente composto de açucares e proteínas, a não ser que o homem esteja infectado com alguma doença sexualmente transmissível”, informou o oftalmologista responsável pela cirurgia, Dr. Ermínio Cruz.

Fonte: TabloidBR

Parabéns, Seu João, pai de José Ribamar de Lima.


Seu João é pai do meu amigo José Ribamar de Lima (foto abaixo), mais conhecido, antigamente, como Caveirinha (da linda cidade de Jatobá), ao tempo em que desfilava a sua 'craqueza' e brilho futebolísticos pelo interior da Paraíba, sendo, inclusive, jogador de times de Cajazeiras.

Hoje, o seu pai faz 93 anos de vida. Ele o chama de 'Joãozinho'.

E Seu Joãozinho está 'firme e forte'. Parabéns.