quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013


Desabafo na reunião
Presidindo a comissão formada para discutir o Código Penal, Jorge Viana disse, em tom de revolta, que “para ficar preso neste país é preciso matar quatro”, mas faltou complementar: ou chefiar uma quadrilha, como fez seu companheiro José Dirceu.
Por Lauro Jardim

Dá linha, 'miséra'!

Sugestão da minha amiga Verônica Guerra

"Nada como um dia atrás do outro e uma noite no meio", como dizem os filósofos de Cajazeiras.

Exemplos
Merval Pereira
O Globo

“Eu acho que o Fernando Henrique Cardoso deveria, no mínimo, ficar quieto. O que ele deveria fazer é contribuir para a Dilma continuar a governar o Brasil bem, ou seja, deixar ela trabalhar.” Nessa curta frase do ex-presidente Lula está expressa sua ideia de democracia e, sobretudo, a visão que tem sobre o que é fazer oposição. Desde que Lula chegou à Presidência da República, criou-se um mito no Brasil: falar mal do ex-operário que chegou ao poder pelo voto é proibido, revela o preconceito social de quem o faz.

Fazer oposição ao governo popular que chegou para nos redimir só pode ser coisa de direitistas raivosos, de reacionários a serviço dos piores interesses. Ao contrário, basta que alguém adira ao governo petista para se transformar imediatamente em pessoa respeitável, sobre quem nada pode ser dito sem que uma crítica signifique tentativa de desestabilizar o tal governo popular.
 


Reputações são lavadas em segundos, passados são esquecidos, muitos se tornam esquerdistas tardiamente. Quantos parentes de presos políticos que nunca levantaram um dedo para repudiar a ditadura agora posam de esquerdistas em defesa da memória de seus queridos e aproveitam para tirar um benefício do governo?

Por que Fernando Henrique deveria “no mínimo ficar quieto”, se, tanto quanto ele, os ex-presidentes que nos restam atuam politicamente com intensidade? E por que Fernando Henrique deveria deixar Dilma trabalhar em paz se ele é o principal nome da oposição e, como o nome diz, tem como função principal se opor ao que está aí no governo?

O que fazia o PT quando estava na oposição? Deixava Fernando Henrique governar com tranquilidade ou tentava por todos os meios boicotar sua administração? Logo no início do governo Lula, quando ele assumiu surpreendentemente como tarefa de seu governo prosseguir a reforma da Previdência, conversei com o então presidente da Câmara, deputado João Paulo Cunha — hoje condenado pela participação no mensalão — e perguntei a ele por que o PT se batera tanto contra a reforma quando o PSDB estava no governo se agora se mostrava favorável a ela.


Ele, candidamente, respondeu: “Luta política”. Simples assim. A “luta política” justificava tudo, até mesmo trabalhar contra medidas que eles consideravam acertadas. Enquanto ainda era presidente, Lula reclamava da ação de Fernando Henrique, dizendo que ele tinha que aprender a ser ex-presidente. Houve momento em que petista graduado disse que o ex-presidente tucano deveria ir para a casa “cuidar dos netinhos”.

Lula prontificava-se a fazer isso, ao mesmo tempo em que prometia voltar a fazer churrascos para os amigos, sem se meter em política. Ensinaria a Fernando Henrique o que é ser um ex-presidente. Sabemos muito bem o que ele fez desde o primeiro momento em que deixou a Presidência. Faz questão de demonstrar sempre que quem está no comando é ele, a ponto de, na reunião do PT para comemorar os dez anos de poder do partido, ter feito discurso em que tratou a presidente Dilma Rousseff como se fosse um oposicionista. Como ele sempre é o centro de suas próprias falas, Lula fez brincadeira com sua conhecida vaidade. Disse que gostava tanto dele mesmo que sempre votou em si próprio para presidente da República, e que, quando não pôde mais fazê-lo, votou num “poste”.

O “poste” em questão estava ali a seu lado, era a presidente da República, que foi classificada assim durante a campanha eleitoral pelos críticos de sua escolha. Para aliviar o ambiente, Lula deu um fecho generoso à sua piada de mau gosto, dizendo que o “poste” Dilma estava iluminando o Brasil.

Todas essas atitudes de Lula fora do poder podem ser perfeitamente aceitáveis para seus correligionários e eleitores, que costumam não ver seus defeitos. Mas não é possível que críticas aos governos petistas, ou mesmo à sua pessoa, sejam consideradas demonstrações de reacionarismo político, ou tentativa de boicotar as ações do governo popular que chegou para redimir o país, sem dever nada a ninguém, sem ter herdado nada, tendo construído tudo. Lula alimenta essa bobajada.


Os desafios do PSB

Murillo de Aragão*
Blog do Noblat

Embora o governador de Pernambuco e presidente nacional do PSB, Eduardo Campos, não admita sua candidatura ao Palácio do Planalto, o partido quer que ele dispute o cargo em 2014. Lideranças da legenda já começam a difundir o discurso do partido.

A legenda tem se manifestado, por exemplo, contra as desonerações pontuais que o governo está promovendo na economia. Para o PSB, essa desoneração deveria englobar toda a economia.

O partido também alega que o Executivo tem feito bondades – desonerações a fim de estimular a economia –, sacrificando estados e municípios.

Outra crítica do PSB na área econômica refere-se aos gastos do governo. Segundo a legenda, como os gastos de custeio não caem, fica difícil atingir a meta de superávit primário e o governo precisa recorrer a determinados “artifícios”.

O partido aposta que 2013 será um ano difícil. Cita o baixo crescimento e o aumento da inflação como problemas sérios que podem desgastar a popularidade e o apoio da presidente Dilma Rousseff, tanto entre o eleitorado quanto no meio político.

O PSB critica ainda a forte intervenção estatal na economia e o desempenho de empresas estatais como a Petrobras. De acordo com uma liderança importante do PSB, o partido condena a forma monocrática com que o governo decide determinadas políticas públicas.

Um dos exemplos citados foi a MP dos Portos. Essa mesma fonte disse que o governo retirou dos estados e transferiu para a Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) a decisão sobre a ampliação dos serviços prestados pelos portos.

O partido acredita que, apesar da popularidade alta da presidente Dilma Rousseff, há um conjunto de pessoas querendo novas experiências. Isso ficou demonstrado, por exemplo, quando Marina Silva, na disputa presidencial de 2010, obteve quase 20 milhões de votos.

O governador Eduardo Campos, que conta com um partido estruturado e pode atrair outras legendas da base governista para um projeto alternativo dentro do lulismo, faz o jogo correto para quem pensa em se cacifar para o chamado “pós-lulismo”. Porém, enfrenta o desafio de posicionar sua candidatura no tabuleiro eleitoral.

Precisa, primeiro, quebrar a polarização entre PT x PSDB e depois construir um discurso que convença os eleitores a trocar a bem avaliada gestão Dilma por outra opção saída do próprio governo.

A tarefa de Campos não é nada fácil. É por isso que o governador pernambucano foca seu discurso na economia. Assim, em caso de entraves econômicos em 2013, poderá se beneficiar das críticas pontuais que o PSB tem feito a algumas decisões da política econômica do governo para viabilizar sua candidatura. Caso contrário, poderá abortar seu voo em direção ao Palácio do Planalto.

Murillo de Aragão é cientista político

Minha amiga Vanda Santana, namorada do meu primo Judimacy, recebe nosso abraço de parabéns. A festa vai 'comer no centro', em Cajazeiras.

Este é o último aniversário de solteira de Vanda. Ô casamentão!

Juro que eu pensava ser de outro modo!


Para Natanael Moreira.


A morte é a unica certeza que temos e mesmo assim ela sempre nos pega de surpresa, sempre inesperada e indesejada nos arrebata de tal forma que nos deixa sem escolha, a não ser aceitar e continuar a vida sem você, sempre pedindo a Deus que nos dê forças para suportar a dor da saudade sem fim.

O que nos consola é lembrar os momentos em que você encheu a nossa vida de alegria com esse seu sorriso contagiante.

Te amaremos pra sempre, meu lindo anjo

Naylla e Waleska Duarte, filhas.

O MAC trabalha, sempre, em benefício de Cajazeiras.

Movimento dos amigos de Cajazeiras 

Por José Antônio

Passado o período eleitoral e o carnaval, o MAC - Movimento dos Amigos de Cajazeiras voltou a se movimentar e já solicitou ao governador Ricardo Coutinho uma audiência para discutir uma agenda positiva para o nosso município. 

Antes o governador dizia que tinha dificuldades de relacionamento com o poder público do município, mas mesmo assim o MAC, por diversas vezes, serviu de intermediário entre estas duas esferas de poder e conseguiu atender ao que o governador solicitava para executar o seu plano de obras com relação a Cajazeiras. 

Nós pedimos o IML e ele disse: arranjem-me um terreno e as verbas com os deputados que mandarei construí-lo e pagarei as despesas para seu funcionamento. O MAC fez muita mais: conseguiu dois terrenos - um no Campus da Universidade e outro doado pelo município; pedimos aos senadores: Vital do Rego e ele conseguiu 500 mil reais e a Cássio que colocou mais um milhão de reais e além desta tarefa o MAC fez mais ainda: entregou em suas mãos o projeto pronto, que foi elaborado pelos engenheiros e arquitetos da prefeitura municipal de Cajazeiras e da Universidade Federal de Campina Grande. Um dos motivos da audiência é para sabermos em que fase está o encaminhamento desta obra. 

Por que Cajazeiras precisa de um IML? Apenas um exemplo mais recente: no último dia 20, um cidadão foi assassinado e o mesmo passou das cinco horas da tarde até as 10 horas da noite para que o rabecão o resgatasse e este corpo só foi levado para o IML de Patos na manhã do dia seguinte para pericia e o seu retorno para que a família o sepulte, sem direito a um velório decente, será feito após quase 48 horas. 

Fico imaginando como os responsáveis pelo Orçamento Democrático de Cajazeiras obtiveram subsídios da comunidade e chegaram a conclusão, segundo o que se comenta, que a prioridade seria investir dois milhões e meio de reais para ampliar o teatro da cidade, ao invés de destinar estes recursos para a construção do IML ou mesmo para pavimentação da Estrada do Amor. 

Posso até estar enganado, mas se fosse feita uma enquete, pelas emissoras de rádio da cidade, a maioria opinaria pelo IML, até porque o teatro já existia e bem ou mal já vinha servindo de espaço para a exibição de peças teatrais. Tenho ouvido constantemente outras pessoas fazerem comentários sobre o destino destes recursos e divergem do que teria sido uma decisão do Orçamento Democrático da cidade. 

Alguns dos ilustres membros do MAC (na foto, com Zé Aldemir, estão Zé Antônio, Rubismar Galvão, Alexandre Costa e Frassales)

Na última segunda-feira, dia 18, alguns membros do MAC foram recebidos em audiência pela prefeita de Cajazeiras, Dra Denise e um dos assuntos tratados foi o IML. Nesta ocasião a prefeita foi convidada e aceitou participar da audiência que o MAC está solicitando ao governador. A luta continua e o MAC volta se movimentar em defesa de Cajazeiras e de suas lutas. 

Crime contra o patrimônio público 

Quem se dirigir ao antigo matadouro público de Cajazeiras vai se deparar com uma cena constrangedora e de uma grande indignação. Naquele prédio foi instalada uma valiosa lavanderia industrial para dar suporte ao polo de confecções de Cajazeiras, no governo do ex-prefeito Carlos Antonio e para isto foi construída toda a estrutura necessária. No governo passado arrancaram todas as máquinas ali instaladas para dar lugar ao BEPTRAN-PB e estes equipamentos foram colocados ao relento, alguns cobertos por lonas plásticas. Como o equipamento está abandonado a Fundação Banco do Brasil resolveu retomá-lo e encaminha-lo para a cidade de Arcoverde, em Pernambuco. 

A atual gestão, tendo a frente Dra Denise, resolveu fazer funcionar o Polo de Confecções e fez uma viagem a Brasília para demover a Fundação Banco do Brasil de voltar atrás nesta decisão. Ela também foi a João Pessoa com o mesmo objetivo e no último dia 20, esteve reunida com o gerente do Banco do Brasil de Cajazeiras e com membros do MAC na tentativa de encontrar uma solução para o problema da lavanderia e de parte das máquinas do Polo. Toda uma documentação está sendo preparada para ser enviada à Fundação, bem como ao senador Vital Filho, aliado do governo Dilma, para que não percamos estes equipamentos que poderão dar centenas de empregos e gerar renda para nossas famílias.

Zé Maria presta justa homenagem a Fátima Cartaxo, que faleceu ontem em Cajazeiras.

FÁTIMA CARTAXO

Uma morte súbita, fulminante - não era pra ir agora Fátima - você ainda tinha tantos sonhos de vida...estamos inconformados, amigos, familia, alunos, colegas, companheiros do PT, todos chorando sua partida...

Você, Fátima Cartaxo, foi guerreira, justa, séria, honesta, exemplo de vida e de lutas para todos aqueles que tiveram a oportunidade de conviver da sua amizade e companhia.

Fátima foi fundadora do movimento dos professores da educação básica na Paraíba - AMPEP, hoje SINTEP, fundadora do PT local, Técnica Educacional do IFPB-Cajazeiras, onde foi também Diretora.

Fica o exemplo e a lembrança de uma companheira que sempre esteve na luta dos mais sofridos, mulheres, professores, alunos e trabalhadores...

José Maria Gurgel
Seca e desemprego

Por José Anchieta

A prolongada estiagem que atinge todo o semiárido nordestino continua causando efeitos devastadores. Em recente artigo, comentamos sobre as repercussões desse fenômeno na economia regional, principalmente na atividade pecuária, que sempre foi um dos pilares do nosso desenvolvimento econômico. Com o rebanho sendo praticamente dizimado, cai, portanto, a produção de leite e produtos derivados, resultando no enfraquecimento de uma das nossas principais fontes de geração de emprego e renda.

Mas, é importante ressaltar que outros setores também estão enfrentando sérias dificuldades, fato que tem refletido, enormemente, na diminuição dos postos de trabalho. O comércio, por exemplo, vem sofrendo constantes crises com a queda nas vendas. O resultado mais evidente é o aumento do desemprego, que vem sendo constatado em várias cidades do Sertão

Em Cajazeiras, o Sindicato dos Comerciários revelou que tem aumentado, nestes dois primeiros meses do ano, o número de demissões no comércio local. A seca, segundo constatação da entidade e dos próprios empresários dos diversos ramos de atividades, tem sido a causa maior das dificuldades vividas pelo setor. Sem perspectivas de novos impulsos, parece que a saída tem sido a redução de despesas com pessoal.

Esse quadro vem se agravando a cada dia, principalmente porque não há nenhuma segurança sobre a regularidade do próximo inverno. As previsões dos institutos de meteorologia não são nada animadoras, e apontam para a possibilidade de um período chuvoso a partir de março, abaixo da média, o que pode aumentar ainda mais o drama da população sertaneja.

O pior de tudo isso é a ausência de planos governamentais que, verdadeiramente, atendam as reais necessidades da região para evitar o agravamento da situação. Até quando os produtores rurais vão resistir sem as condições ideais para sustentar o rebanho? Até agora, os programas de venda subsidiada e de distribuição da ração animal não têm conseguido atender a demanda.

O assunto é recorrente, e precisa estar sempre em pauta, principalmente porque o sofrimento de muita gente está aumentando. Há comunidades que já estão enfrentando problemas de racionamento de água. E se não chover o suficiente para encher os açudes que abastecem as cidades? O que órgãos competentes estão planejando para o enfrentamento desse problema?


Diante desse quadro, não há como deixar de falar no tão sonhado projeto de transposição de águas do São Francisco. Na verdade, nem a seca que castiga milhões de nordestinos é capaz de sensibilizar o governo a concluir a obra. São mais de doze milhões de pessoas de quatro estados beneficiados que precisam urgentemente desse tão importante projeto de integração de bacias. É possível até que muita gente, incluindo os mais otimistas, já tenha se cansado de tanto esperar. Muitos nem acreditam mais na realização da obra. 

Pois bem, o interior nordestino enfrenta uma das maiores secas de sua história, com repercussões muitas negativas na sua economia, e a obra que poderia pelo menos dar segurança hídrica à região não avança. Como vai ficar se tivermos que enfrentar novos períodos seguidos de estiagem? Está na hora de se fazer alguma coisa, no sentido de despertar as nossas autoridades políticas que estão com o poder de decisão.

Moisés Barroso e o batizado do seu bebê. É o fraaaaco!


No grito
ELIANE CANTANHÊDE
Folha de São Paulo

BRASÍLIA - Os articuladores e manifestantes do movimento "Fora, Renan!", com milhares de assinaturas na internet, miraram no que viram e acertam no que não viram.

A intenção era, primeiro, impedir a posse de Renan Calheiros na presidência do Senado, criando constrangimento para a de Henrique Alves na da Câmara. Depois, minar as "condições de governabilidade" sobretudo de Renan, mais conhecido da plateia e mais emblemático.

Não deu certo, mas obriga os presidentes do Senado e da Câmara a se esfalfarem para dar respostas à pressão e mostrar que são melhores do que parecem. Há nisso, obviamente, um forte lado marqueteiro. Mas há também efeitos práticos.

Renan promete reduzir cargos comissionados e transformar o serviço médico do Senado em posto de emergência, despachando os médicos para o SUS. Se vai ter força para fazer, não se sabe. Mas a promessa é boa.

E Henrique reuniu os líderes, num dia, e colocou para votar, no outro, o fim do 14º e do 15º salários de Suas Excelências. Em vez de dois salários a mais em todos os quatro (ou oito anos) de mandato, vão passar a ter direito a um a mais só em dois anos, o de chegada e o de saída (mesmo os que, reeleitos, saem sem sair).

A excrescência significava cerca de R$ 54 mil a mais para cada parlamentar e de R$ 30 milhões a menos para os cofres públicos por ano. Como foi criada em 1946 -há quase 70 anos, portanto-, não era nada simples acabar com ela. Só mesmo por forte pressão da sociedade.

Como, aliás, ocorreu com o descalabro do Tribunal de Contas do DF, que tenta aumentar de 43,53% a 65% os salários de seus funcionários. A medida, vetada pelo governo do DF e aprovada pela Câmara Distrital, acaba de ser suspensa por liminar do Tribunal de Justiça. Depois, claro, de parar na imprensa.

Moral da história: resistir, pressionar e gritar é preciso, sempre e cada vez mais. A luta continua!

A capa de hoje do jornal Folha de São Paulo


As manchetes de jornais brasileiros nesta quinta-feira

- GloboA guerra do Petróleo – STF libera Congresso para decidir já sobre royalties

JornaldoBrasil: Bento XVI deixa papado e abre caminho para Conclave

Extra: Outra menor de idade acusa padre de abuso

O Dia: [Papa Bento XVI] Adeus

FolhaNo adeus, papa lamenta os momentos difíceis

Estadão A Igreja atravessou ‘águas turbulentas’ diz papa ao sair

ValorEconômico:  Câmara aprova fim do 14º e 15º salário parlamentar

ZeroHoraSanta Maria em busca de respostas – Bombeiro assinou alvará sem plano contra incêndio

Estado de Minas: Até fazendeiro e político ganham o bolsa-pesca

CorreioBrazilienseFim. Pressão acaba com 67 anos de privilégio

DiáriodoNordeste: Empregos na pequena empresa têm alta de 110%

O Povo: À espera de Papa

CorreiodaBahia: [Papa Bento XVI] "Não abandono a cruz"

-DiáriodePernambuco: Acredite se quiser

JornaldoComércioDia de adeus no Vaticano

TribunadoNorte: Câmara aprova fim de 14º e 15º salários  de parlamentares

JornaldaParaíba: Câmara aprova fim do 14º e 15º salários

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

A vida era melhor com Elizabeth Taylor!

BETH TAYLOR
Sugestão de Eisenhower Carvalho Braga Gomes


NASCE A DIVA DO CINEMA ELIZABETH TAYLOR
27 de fevereiro de 1932

No dia 27 de fevereiro de 1932 nascia, em Londres, uma das divas do cinema, a atriz Elizabeth Taylor. Ela se mudou com os pais para os Estados Unidos no começo da Segunda Guerra Mundial. Dotada de uma beleza excepcional desde criança, ela foi descoberta por um caçador de talentos em Beverly Hills. Sua estreia nas telas aconteceu em 1943, em um pequeno papel da série Lassie. No ano seguinte, tornou-se uma celebridade nos EUA com “National Velvet”, em 1944. Ela era já reconhecida quando filmou “Um lugar ao Sol” (1951), “Disque Butterfield 8” (1960, que lhe rendeu o Oscar de melhor atriz).


Ela ganhou a sua segunda estatueta da academia em 1966 com o filme “Quem tem medo de Virgínia Woolf”. Nesta obra, ela trabalha com o então marido Richard Burton. Depois da metade dos anos 70, além dos filmes, ela também atuou em peças na Broadway e em filmes para televisão. Casada oito vezes, a vida pessoal de Liz Taylor sempre despertou interesse da mídia, sendo que às vezes isso até ofuscava seu trabalho como atriz. Ao todo, Liz Taylor atuou em mais de 50 filmes ao longo de sua carreira.

A atriz morreu no dia 23 de março de 2011, em Los Angeles, por conta de seu problema de insuficiência cardíaca. Em fevereiro de 2011 apareceram novos sintomas da doença como dores fortes no peito e falta de ar. Ela foi internada para uma cirurgia de emergência, mas não resistiu.

Nosso adeus a Fátima Cartaxo.




Após anunciar que abandonará a política ao final do primeiro mandato como deputado, Tiririca lançou um novo disco –o sexto de sua carreira. Chama-se ‘Direto de Brasília’. Contém 13 peças. Coisa fina. Numa delas –‘Estou no poder’— o palhaço manda ‘à…’ todos os que o criticam desde a campanha eleitoral de 2010. 

No vídeo acima, Tiririca ofereceu uma ‘canja’ a repórteres que atuam na Câmara. Aqui, há outras faixas do disco. Inclusive a que foi batizada de ‘O nome dele é Ju’. Nessa peça, Tiririca discorre sobre o amor de um homem por sua jumenta.”

Quando falta legitimidade, tudo é visto como privilégio odiável.

Câmara acaba com 14º e 15º salários para deputados e senadores

Proposta foi aprovada por unanimidade; líderes querem agenda para melhorar imagem da Casa

Eduardo Bresciani e Denise Madueño
O Estado de S. Paulo

BRASÍLIA - Com um consenso forçado, a Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira, 27, o fim do benefício anual do 14º e 15º salário para os parlamentares. A partir de agora, os deputados e senadores só receberão salários extras ao assumir e deixar seus mandatos no Congresso, o que acontece, em regra, a cada quatro anos. A votação acontece numa tentativa do presidente, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), de tentar melhorar a imagem da Casa.

O benefício de salários extras para os parlamentares, chamados internamente de ajuda de custo, começou em 1938. Em alguns períodos ocorria o pagamento também quando haviam convocações extraordinárias para trabalho em julho e janeiro, o que levou ao pagamento de até 19 salários em um mesmo ano. Atualmente, o benefício era pago no início e no fim de cada ano.

A proposta aprovada é de autoria da atual ministra da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, e foi aprovado pelo Senado em maio do ano passado. Na Câmara, a proposta ficou parada por meses na Comissão de Finanças e Tributação, o que permitiu o pagamento do benefício no final do ano passado e na folha de pagamento deste mês. O fim do 14º e do 15º salários representará uma economia anual de R$ 27,41 milhões para a Câmara e de R$ 4,32 milhões para o Senado nos anos do mandato em que não houver o pagamento. O decreto legislativo precisa ainda ser promulgado e publicado no Diário do Congresso para entrar em vigor.

Deputado com o maior número de mandatos na Casa, e quem mais recebeu o benefício, o presidente Henrique Alves empenhou-se para acelerar a aprovação pressionando os líderes a assinar um requerimento de urgência para o projeto. Na visão dele, a aprovação pode ajudar a aproximar o Congresso da sociedade. "Essa Casa pode ter pecados, pode ter seus equívocos no voto sim ou não, mas a omissão é indesculpável", argumentou Alves ao defender a votação imediata.

Com o consenso imposto, dezenas de parlamentares fizeram questão de discursar em plenário apoiando a medida. "O fim do 14º e 15º salários é uma reverência à sociedade que trabalha no País", disse o líder do PPS, Rubens Bueno (PR). "Não é com uma boa agência de publicidade que vamos mudar a imagem dessa Casa, é com posturas como essa", afirmou o líder do PSDB, Carlos Sampaio (SP). "Todo mundo passou a vida toda recebendo o 14º e 15º, inclusive eu, mas chegou a hora de acabar", disse o deputado Sílvio Costa (PTB-PE).

O único deputado a se manifestar no microfone contrário ao fim do benefício foi Newton Cardoso (PMDB-MG). "Estão votando com medo da imprensa. É uma deslealdade com os deputados que precisam. Não falo por mim, abri mão. Pago caro para trabalhar aqui".

Meu primo Eugênio Feitosa e família estão numa alegria só: a filha formou-se em Direito pela UFPB. Nossos parabéns a Érica Feitosa.

  
Formandos da UFPB

 Arisdélia, a mãe, e Érica

 Meu primo Eugênio - dançando a valsa com a filha formanda - está como gosta: só na alegria!

Érica e o irmão, Emanuel Feitosa

 Em família: Eliane, José Anchieta, Erlane, Eugênio e Arisdélia

 Érica e os tios, José Anchieta e Eliane

 Érica com os pais, Arisdélia e Eugênio

Érica e as tias, Erlane e Eliane

Amigo é pra essas coisas!


Sugestão de Rafael Holanda

Música para os ouvidos?

Sugestão de Eduardo Araújo

Uma imagem de um prato de comida - bem exagerado - me lembrou uma estorinha com meu irmão Pindoba.

Em família: Dona Marina e os filhos, Lirinha e Cleudimar (Pindoba)

Já devo ter dito - por ser este Blog Sete Candeeiros Cajá o espaço de nossas boas lembranças mais recorrentes - que o meu pai, Dirceu Galvão (sou o Dirceu Filho) assemelhava riqueza à proporção que os seus filhos estivessem bem alimentados.

Não lhe assaltava outra preocupação maior. Quando via a família de nove filhos à mesa de comida farta, dizia para minha mãe: "- Ôh! Marina, isto é que é riqueza!"

Meu irmão mais velho, Cleudimar, o Pindoba, era o que chamamos de um 'bom garfo'. Comia bem e como se fosse a última vez. 

Era jovem e tinha energia para gastar. E a reposição dessa energia demandava a ingestão de pratos cheios, bem cheios, 'esborrotando' (na expressão comum de então).

E Pindoba era chegado ao conforto e relaxamento na hora da comida. Por vezes, sentava numa cadeira e puxava outra para esticar as pernas. E o prato cheio à frente. E tome comida.

Certa vez, estava Pindoba neste conforto - sentado e pernas estiradas - com o prato muito - muito, mesmo! - cheio. Quando papai se aproximou na frente de Pindoba e viu aquela cena, só fez lhe perguntar

"- Meu fí tá me vendo?"

Era mais ou menos assim:


Convite urgente de Ari Evandro

Gente, não perca o leilão da EMATER/PB.

Tem veiculo ano 1980 até com sensor de ré!


Rafael Holanda registra para que não esqueçamos de homens que enriquecem a História de Cajazeiras: Eudes Cartaxo e Dr. Sabino.


Caro Dirceu

Tive a honra de conhecer estas duas pessoas que abrilhantaram a pagina inicial do nosso blog Sete Candeeiros Cajá.

O Dr. Sabino Rolim era na realidade um cidadão que dignificava a medicina Carrazeirense. Com sua maneira gentil e fidalga exercia com amor a arte sublime de Hipócrates  Era uma paz que se aumentava a medida em que você o conhecia.

O Eudes Cartaxo era, na realidade, um pai que todos nós sempre gostamos.Viveu uma vida de simplicidade e levava, como Dr. Sabino, um coração capaz de abarcar milhares de amigos

São pessoas desta estirpe que nos faz gritar de alto e bom som que somos de Carrazeiras

A minha amizade continua através de seus descendentes, e espero que o rio da amizade nunca deixe de caminhar pelos caminhos que só os sertanejos sabem manter. 

Há muitos que merecem paginas iguais a esta, para que possam despertar em corações esquecidos que o passado é uma moeda que nunca se desvaloriza.

Atenciosamente 

Rafael Holanda.

"Fora os'zóvos", como diz meu amigo Nêgo Riba.

Um ano após renúncia da CBF, Teixeira desfruta de casas de alto padrão em Miami

SÉRGIO RANGEL
ENVIADO ESPECIAL A MIAMI
Folha de São Paulo

As quatro ilhas interligadas que formam o condomínio Sunset Island, na baía de Biscayne, em Miami, estão entre os endereços mais exclusivos da cidade.

O preço dos imóveis varia de R$ 6 milhões, para uma casa de quatro quartos e sem vista para o mar (modesta para os padrões locais), a R$ 30 milhões, para uma luxuosa residência, na orla, com sete dormitórios.

O condomínio com casas à beira-mar e marina particular foi o lugar escolhido pelo ex-presidente da CBF Ricardo Teixeira como refúgio após mais de 23 anos no comando do futebol brasileiro. Sua renúncia completará um ano no dia 12 de março.

Documentos obtidos pela Folha em cartórios da Flórida mostram que uma empresa sediada em outra casa de Teixeira no Estado americano pagou, em 2012, US$ 7,4 milhões (aproximadamente R$ 15 milhões) pelo imóvel em Sunset Island.

A propriedade foi da ex-tenista russa Anna Kournikova.

Fabiano Silva/Folhapress
Frente da mansãodo ex presidente da CBF, Ricardo Teixeira, em Miami

Com sete dormitórios e oito banheiros, sendo um deles um spa, o casarão de dois andares tem 615 m2 e foi erguido em um terreno de 1.780 m2.

Na marina da casa, estava ancorado, no domingo passado, um barco da marca italiana Azimut, de 68 pés e US$ 2 milhões (cerca de R$ 4 milhões). Na garagem, um Porsche e duas Mercedes.

Celebridades como a cantora colombiana Shakira e os músicos Lenny Kravitz e Ricky Martin têm casas nos arredores de Sunset Island.

Acusado de receber propina na Fifa e envolvido em uma série de negócios nebulosos na CBF, como o contrato da TAM que beneficiava empresas de um amigo e não os cofres da entidade, Teixeira deixou a presidência da confederação em março do ano passado e desde então não voltou mais ao Brasil.

O ex-dirigente mora em Boca Raton (a 65 km de Miami) com a mulher e a filha adolescente e passa os fins de semana em Sunset Island.

De acordo com familiares, ele aguarda o fim do ano letivo americano para se mudar de vez para o imóvel.

Tanto em Boca Raton quanto em Miami, o ex-presidente da CBF pouco sai de casa. Durante a semana, ele só deixa o local para ir ao supermercado ou para buscar a filha na escola. Raramente encontra amigos em lugares públicos. Prefere recebê-los em Sunset Island.

Quando deixa o casarão de Miami, costuma frequentar as melhores casas de carne da cidade, como a tradicional Smith&Wollensky.

Casada com o ex-cartola desde 2003, Ana Carolina Wigand, 36, tem também uma vida sem muita badalação.

Desde o ano passado, faz pós-graduação em marketing numa universidade de Miami. O curso garante a permanência legal de Teixeira nos EUA. O visto dele é atrelado ao da mulher, que está nos país como estudante.

O ex-presidente da CBF ainda opera nos bastidores do futebol brasileiro e mantém contato quase diário com cartolas da entidade, dirigentes de clubes e empresários.

Luiz Carlos David - 15.jan.89/Folhapress
Ricardo Teixeira na festa pela eleição na véspera de sua posse tendo ao fundo o tio Marco Antonio Teixeira; dirigente renunciou ao cargo

TEIA

O negócio com Anna Kournikova, mais famosa por sua trajetória em passarelas do que por sua carreira de tenista, foi fechado pela empresa Ochab Properties Inc.

A companhia foi criada oito dias antes da compra do imóvel ser registrada, no dia 27 de janeiro de 2012.

Segundo documentos do Departamento de Estado da Flórida, a Ochab tem como endereço a casa de Teixeira em Boca Raton --5.896 Vantage OAK Circle.

No mesmo endereço, está registrada a Kronos Capital Investiments, constituída um dia após a criação da Ochab.

Não há registro do nome do ex-presidente da CBF na Ochab. De acordo com os documentos, o proprietário da Ochab nomeou o advogado americano Robert B. Macaulay, acionista do escritório Carton Fields, como representante autorizado.

Ele é conhecido de empresários brasileiros e intermedeia negócios entre os dois países desde os anos 80.

A Kronos, por sua vez, foi registrada por Teixeira e tem sua mulher como sócia.

A compra de casa por meio de empresas é uma prática comum nos EUA --serve para reduzir os impostos que incidem sobre o bem.

O dono tem a vantagem de uma alíquota mais baixa sobre o lucro em caso de venda do imóvel (15%) e de não ter tributação dupla em caso de rendimentos com aluguel.

No entanto, a casa será taxada com o imposto norte-americano sobre herança. Além disso, a escritura não tem sigilo, já que os registros imobiliários são públicos.

Apesar das qualidades da casa, Kournikova teve dificuldade para negociar o imóvel, que foi oferecido até em sites da Rússia. Com o mercado imobiliário americano em crise, a ex-tenista demorou 231 dias para vender a propriedade e teve que fazer um desconto de cerca de 20%.

A residência onde Ricardo Teixeira vive em Boca Raton também é luxuosa, embora tenha custado bem menos --cerca de R$ 2 milhões.

PATRIMÔNIO

Teixeira não voltou para o Brasil desde que deixou a presidência da CBF, em março de 2012. Mas mantém ainda imóveis no Rio.

Em 2008, ele declarou à Receita Federal ter um patrimônio de R$ 8,4 milhões. No fim de 2011, tinha como principais fontes de renda o salário de R$ 98 mil por presidir a CBF e uma fazenda em Piraí (a cerca de 90 km do Rio), que produzia laticínios.

Pouco antes de ir para os EUA, vendeu os animais (mais de cem cabeças de gado) e passou a ganhar da CBF R$ 120 mil mensais para prestar "consultoria" a José Maria Marin, seu sucessor na confederação. O atual presidente da CBF diz ter suspendido os pagamentos.

O ex-dirigente ainda mantém a fazenda em Piraí e uma casa na Barra da Tijuca.

Em março de 2012, Teixeira deixou o Brasil e se mudou para os EUA por receio de ter seu passaporte apreendido pelas autoridades brasileiras.

Em julho do ano passado, a Justiça da Suíça revelou que o ex-presidente da CBF ganhou 12,74 milhões de francos suíços (cerca de R$ 26,5 milhões) de propina da ISL, principal parceira da Fifa por mais de uma década.

Desde a última sexta, a Folha esteve três vezes na portaria do condomínio em Boca Raton. Em duas oportunidades, o repórter foi informado de que Teixeira não estava.

Na terça, a Folha deixou um recado na portaria para ser entregue na casa do ex-cartola. O texto explicava o teor da reportagem e pedia uma entrevista.

No sábado e no domingo, o ex-dirigente foi procurado em sua casa em Miami. No início da tarde de sábado, sua mulher, Ana Carolina, foi vista deixando o local de carro.

O advogado Robert B. Macaulay também foi procurado, mas não respondeu.

Cecília Acioli/Folhapress
A fazenda do presidente da CBF em Piraí, interior do Rio
Oposicionista a prefeita de Cajazeiras denuncia servidores ¨fantasmas¨; ¨Nem aqui moram¨

Jucinério declarou ainda, que a situação dos servidores que recebem e não trabalham continua da mesma forma na gestão de Nilsinho

Jucinério fez grave denúncia na tribuna

Depois de passar por reformas, a Câmara Municipal de Cajazeiras voltou seus trabalhos na noite dessa segunda-feira (25).

Com aumento do número de vereadores, de 10 para 15 parlamentares, o presidente da Casa Legislativa, Nilson Lopes (Nilsinho – PSD), teve que ampliar o número de gabinetes.

Nilsinho disse que a obra está pronta e os gabinetes ficaram amplos e confortáveis para acomodar os novos representantes do povo cajazeirense.

Na próxima semana estamos entregando os cinco novos gabinetes, bons e confortáveis”. Assegurou Nilsinho

Depois de canceladas as sessões da semana passada, os vereadores recomeçaram as reuniões ordinárias trazendo assuntos polêmicos para discussão.

Denúncia
O vereador Jucinério Félix (PTB), denunciou que há servidores da própria Câmara que não trabalham. “Tem funcionário desta Casa que já está para se aposentar e não mora nem em Cajazeiras”.

O petebista criticou o ex-presidente Marcos Barros (PSB) e declarou: “Muito me estranha vereador Marcos Barros, você que passou 12 anos como presidente e permitia isso” e mandou recado: “Você não me amedronta. Não tenho medo”

Segundo Jucinério, uma servidora da Câmara que trabalha todos os dias recebe apenas R$ 150,00, enquanto outra que mora na cidade de Patos, sem trabalhar, recebe um salário.

Jucinério declarou ainda, que a situação dos servidores que recebem e não trabalham continua da mesma forma na gestão de Nilsinho. “Esses funcionários receberam no mês de janeiro e fevereiro deste ano”

Seca
Já o Vereador Álisson Lira (Neguim do Modrian – PDT) debateu a problemática da seca e pediu aos colegas parlamentares que façam visitas ao principal manancial que abastece a cidade de Cajazeiras, o açude de Engenheiro Ávidos, que está secando podendo deixar a população sem água em um breve espaço de tempo.

É preciso economizar porque pelo que vi já devemos começar a racionar. Estou preocupado”. Disse Neguim 

Veja vídeo!
DIÁRIO DO SERTÃO

O PMDB come mais que 'esmeril da França', como diz meu amigo Olivan Big Boy Pereira, lá em Cajazeiras.


Incomodado com o lançamento prematuro da recandidatura de Dilma Rousseff, o PMDB decidiu abreviar o calendário eleitoral também nos Estados. Em convenção nacional marcada para este sábado, o partido do vice-presidente Michel Temer aprovará resolução recomendando aos seus diretórios estaduais que lancem candidatos a governador.

A legenda deseja concorrer com nomes próprios na maioria das unidades da federação. Mesmo naqueles pedaços do mapa onde o PT for o principal antagonista. A decisão foi tomada contra um pano de fundo impregnado do veneno que escorre no Rio de Janeiro. Ali, o PMDB do governador Sérgio Cabral divulgou há dois dias uma nota tóxica.

No texto, esse PMDB fluminense se contrapôs à candidatura petista do senador Lindbergh Farias e cobrou o apoio do PT ao preferido de Cabral à sua própria sucessão, o vice-governador Luiz Fernando Pezão. De resto, a nota informa que, uma vez desatendido, o PMDB do Rio vai se sentir desobrigada de apoiar a recandidatura presidencial de Dilma Rousseff.

A resolução a ser aprovada neste sábado deixará subentendido que o PMDB federal desistiu de reeditar em 2014 a política do palanque duplo que celebrara com o PT na temporada eleitoral de 2010. Avalia-se que a tática não funcionou. Por quê? Segundo a caciquia da tribo dos pemedebês, o PT roeu a corda.

Menciona-se como protótipo do insucesso o caso da Bahia. Candidato do PMDB, Geddel Vieira Lima fechara com o PT um acordo prevendo a presença de Lula e Dilma em seu palanque e também na propaganda eletrônica. A coisa foi escrita e avalizada pelas direções nacionais das legendas. A despeito disso, a dupla de estrelas do PT só apareceu nos comícios e na vitrine televisiva do então candidato petista Jaques Wagner, que prevaleceu na Bahia.

A exemplo do que se passa no Rio, o PMDB se estranha com o PT em pelo menos nove praças: Bahia, Pernambuco, Maranhão, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Paraná, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul e Distrito Federal. Mantendo-se a atmosfera de desavenças, não são negligenciáveis as chances de alguns desses diretórios franquearem seus palanques a rivais de Dilma na corrida presidencial.

Assim, a resolução de sábado servirá de escudo e de aviso. Será usada como escudo pelos dirigentes estaduais do PMDB que precisam de um pretexto para desembarcar da canoa de Dilma. Ao estimular a construção de candidaturas próprias nos Estados –mesmo quando dissociadas dos interesses do petismo—, o comando do PMDB federal perde a autoridade para se contrapor a futuras dissidências.

O documento será invocado como aviso para o PT e, sobretudo, para Dilma Rousseff. A peça vai ao noticiário como a primeira evidência documental de que as relações do PMDB com o governo, sempre atribuladas, podem azedar um muito mais. Conforme já noticiado aqui, o partido de Temer flerta com o risco de chegar a 2014 rachado.

Esta bela mulher já mexeu com os corações e mãos de - hoje - respeitáveis cidadãos cajazeirenses.


Sugestão de Rafael Holanda

A capa de hoje do jornal Folha de São Paulo


A capa de hoje do jornal Extra (RJ)


A capa de hoje do jornal Diário de Pernambuco