quarta-feira, 31 de outubro de 2012

O 'bicho tá pegando' em Natal-RN! Deu lagarta na folha!

Prefeita de Natal é afastada por decisão judicial 

Micarla de Sousa é suspeita de envolvimento em fraudes de licitação


A prefeita de Natal Micarla de Sousa (PV) foi afastada do cargo nesta quarta-feira (31). A decisão foi do desembargador Amaury Moura, do Tribunal de Justiça, acatando pedido feito pelo procurador-geral de Justiça, Manoel Onofre Neto. Em ação com pedido liminar, o Ministério Público denunciou o suposto envolvimento da prefeita em esquemas de fraudes em processos licitatórios da Secretaria Municipal de Saúde. O caso ficou conhecido como Operação Assepsia, na qual foram denunciados empresários, o procurador do município e secretários por ilegalidades em contratos de empresas para gerenciamento da UPA (Unidades de Pronto Atendimento) e da AME (Assistência Médico Especializada).

Na ação, o procurador-geral de Justiça pediu também o afastamento dos secretários municipais Jean Valério Damasceno (Secretaria Municipal de Juventude, Esporte, Lazer e Copa do Mundo da FIFA) e João Bosco Afonso (Secretaria Especial de Meio Ambiente e Urbanismo). O desembargador não analisou o pedido do Ministério Público. O processo tramita em segredo de justiça.

A prefeita será substituída pelo vice-prefeito, Paulinho Freire (PP), que foi eleito vereador no pleito municipal deste ano.

A gestão de Micarla de Sousa, que é presidente estadual do Partido Verde, tem um índice de desaprovação superior a 95%, segundo o Ibope.

Durante a manhã desta quarta-feira, após saber que havia sido afastada da prefeitura, ela permaneceu em casa e não concedeu entrevista à imprensa ou emitiu nota oficial. O telefone celular do secretário municipal de Comunicação continua desligado. A administradora afastada recebeu, nesta manhã, a visita de alguns auxiliares de primeiro escalão, mas eles também não falaram à imprensa.

Domingueira do Campestre Clube de Cajazeiras terá Glauco Meireles, no próximo domingo dia 04 de novembro.


Alô Dita, 

O amigo Alberto da Telpa avisa que Glauco Meireles será a grande atração do próximo domingo dia 04 no Campestre Clube de Cajazeiras e solicita uma chamada no Sete Candeeiros Cajá


A apresentação do Glauco Meireles está prevista para começar às 11hs - é a chamada domingueira do CAMPESTRE CLUBE DE LÁ DE NÓS.

Att.

Otacílio Trajano

Mulheres de altíssimo nível de cajazeirabilidade!

Jogadoras do time de voleibol do Colégio Nossa Senhora de Lourdes, em Cajazeiras, no ano de 1966.


Algumas daquelas jogadoras em data recente. Sempre juntas e misturadas. Amizade perpétua.


Petson Santos recebe homenagem de familiares e amigos em dia de aniversário.

Amigos e familiares realizam aniversário surpresa para radialista Petson Santos.

Petson agradeceu a surpresa e falou sobre a satisfação de ter pessoas que se importam com a data de seu aniversário.

Petson ficou feliz com a surpresa. 

Nesta terça-feira (30) foi dia de festa na redação do Portal Diário do Sertão. Amigos, familiares e a equipe do noticioso realizaram um aniversário surpresa para o diretor-presidente Petson Santos de Andrade.

A festa cheia de surpresas começou ao som de “Parabéns da Xuxa”, onde os presentes se divertiram e o aniversariante deu boas risadas.

Na comemoração estiveram presentes os pais de Petson, Mário Alves e Marlene Santos, os irmãos Pablo e Pollyana e a esposa Josirleide juntamente com os filhos do radialista, João Pedro e Mariane.

Representando a equipe do Diário do Sertão estavam os profissionais Ada Vitoriano, Lidiane Abreu, Samara Gonçalves e Roberto Freitas.

Emocionado, Petson agradeceu a surpresa e falou sobre a satisfação de ter pessoas que se importam com a data de seu aniversário. "Foi emocionante e gratificante. Quero agradecer a cada um dos meus amigos por essa demonstração de carinho", disse Petson.

Fonte: DIÁRIO DO SERTÃO

Por gaiatice, Roosevelt Leitão nos envia entrevista de Zé Dirceu ao Jornal Sensacionalista.

Dirceu nega compra de deputados e garante que alugar é mais barato

Dirceu: "seria burrice comprar deputados" 

Em entrevista ontem ao Jornal Sensacionalista, o ex-deputado e ex-ministro da Casa Civil José Dirceu negou que tenha comprado deputados.

"Seria burrice. Alugar é muito mais barato", grantiu ele.

Dirceu foi condenado no Supremo Tribunal Fedreal (STF) por corrupção ativa e formação de quadrilha e se diz injustiçado

Confira a entrevista:

O senhor comprou deputados?

Nunca fiz isso. Seria uma burrice. O mercado está muito aquecido e os preços subiram demais. Prefiro alugar, pagando parcelas mensais. Além disso quando você compra corre o risco de o deputado dar problema e não poder devolver ao seu partido.

O senhor lavou dinheiro?

Essa expressão “lavar dinheiro” é coisa da imprensa burguesa. Eu prefiro usar o termo branqueamento de capitais.

E o seu relacionamento com o Marcos Valério?

Intriga. Pegam no pé dele porque ele é careca. Careca chama atenção, você sabe. Vira ponto de referência. Você vê uma coisa na rua e diz: tá ali, perto do careca. Então o Marcos Valério nem estava nas negociatas, de repente estava passando perto, e apontaram o careca. Isso é comum.

Algo o incomoda na condenação por formação de quadrilha?

Claro. Certamente vão surgir humoristas fazendo piadas com trocadilhos com a palavra quadrilha. Ainda bem que não estamos na época de São João. Mas isso virou uma espécie de pavê ou pra comer das piadas.

E agora, o que o senhor vai fazer?

Tenho muitas propostas para analisar. Uma delas é fazer a voz da Sabrina Sato em comerciais para o rádio. Pode ser divertido.

O presidente Lula teve alguma participação no mensalão?

Posso garantir que o mensalão não teve um dedinho do Lula.

Capa de hoje do jornal Zero Hora de Porto Alegre


Capa de hoje da Folha de São Paulo


Deu no 'boiga' de Tião Lucena: com a boca na botija!

Do blog de TiãoLucena


Quando Zé de Boanerges autorizou Creuza, sua esposa, a usar aquele aparelho de corrigir dentaduras, jamais imaginou que estava colocando na mulher um cinto de castidade em local errado. Mas estava. Isso ele veio a descobrir na tarde desta terça-feira, dia 30 de outubro do ano da graça de 2012, e eu vou contar como foi, para que vocês tomem conhecimento e, se quiserem, coloquem o objeto nas vossas mulheres para sentirem o efeito.

O caso deu-se da seguinte maneira: Creuza vinha reclamando dos dentes fazia um tempão. Dizia que eles eram pulados para a frente, que precisavam ser corrigidos, da mesma forma como foram corrigidos os de Nininha, a manicure do Conjunto Ernani Sátyro. E olhem que Nininha perto dela parecia uma esmoler: casada com soldado de polícia e completando a renda familiar tirando cutículas de unha, nunca que pudesse fazer correção de dentes. Mas fez.

Por isso insistiu e de tanto insistir, Zé de Boanerges teve que se desfazer do som três em um que consistia na sua curtição dominical e de um televisor de 14 polegadas. Com a renda, contratou o aparelho a um dentista de Cruz das Armas. O equipamento, meio vagabundo, até que serviu, ao ponto de Creuza viver o tempo todo sorrindo para mostrar a boca nova às vizinhas da Favela da Gauchinha, onde morava até quando se deu o caso.

Ela, pensando que ficara bonita, deu trela para um funcionário do posto de gasolina, de nome Clemenceau. Depois de alguns dias de flerte, terminaram conversando e da conversa saiu o encontro marcado para aquele motelzinho sem futuro que existe por trás da Churrascaria A Gauchinha, no Distrito Industrial, que cobra cinco reais para um casal entrar num dos seus quartos e fazer aquilo que vocês estão a pensar.


Lá dentro, começaram as camaradagens, e foi então que a onça bebeu água. Creuza deu de garra da “coisa” de Clemenceau, botou na boca e começou a chupar. Entusiasmou-se e na sofreguidão da chupada, não viu quando o couro da bicha enganchou no arame do aparelho . Só notou quando Clemenceau deu aquele grito de dor que se ouviu do outro lado. Mas aí já estava sem jeito. O couro tinha se enrolado todo na ponta do aparelho e não havia maneira de tirar sem arrancar um pedaço da rola.

Àquela altura do campeonato, já tinha juntado um monte de gente. O dono do motelzinho bateu na porta, entrou e deparou-se com a cena: Clemenceau com as pernas abertas, deitado de costas e a pobre da Creuza com a boca enterrada na sua virilha, tendo dentro dela aquela coisa comprida, roliça e ensangüentada.

Constatada a impossibilidade de fazer o desengate ali no motel mesmo, chamaram os bombeiros e estes enrolaram o casal num lençol, colocaram na viatura e levaram para o hospital mais próximo. A essa altura, tanto Zé de Boanerges, marido de Creuza, quanto Judite Antas, mulher de Clemenceau, já tinham sido avisados e juntos chegaram ao nosocômio, a tempo de verem a cena comovente: Creuza de costas, com a cabeça enfiada no enterpernas de Clemenceau e Clemenceau, de frente, com a piloca enfiada no aparelho de Creuza.

Os dois nem esperaram a alta dos engatados. Combinaram se vingar ali mesmo e foram embora para o mesmo motel. Só que Judite, prevenida como deve ser uma eficiente dona de casa, tirou logo a chapa da boca e a guardou no porta-seio.

Tem mulher que destesta ver o cabelo desarrumado!


Dia de Carlos Drummond de Andrade: 110 anos do nascimento do grande poeta. A nossa homenagem.


E Agora José?
Carlos Drummond de Andrade
Paulo Diniz

E agora, josé?
A festa acabou,
A luz apagou,
O povo sumiu,
A noite esfriou,
E agora, josé?
E agora, você?
Você que é sem nome,
Que zomba dos outros,
Você que faz versos,
Que ama, protesta?
E agora, josé?

Está sem mulher,
Está sem carinho,
Está sem discurso,
Já não pode beber,
Já não pode fumar,
Cuspir já não pode,
A noite esfriou,
O dia não veio,
O bonde não veio,
O riso não veio
Não veio a utopia
E tudo acabou
E tudo fugiu
E tudo mofou,
E agora, josé?

Sua doce palavra,
Seu instante de febre,
Sua gula e jejum,
Sua biblioteca,
Sua lavra de ouro,
Seu terno de vidro,
Sua incoerência,
Seu ódio - e agora?

Com a chave na mão
Quer abrir a porta,
Não existe porta;
Quer morrer no mar,
Mas o mar secou;
Quer ir para minas,
Minas não há mais.
José, e agora?

Se você gritasse,
Se você gemesse,
Se você tocasse
A valsa vienense,
Se você dormisse,
Se você cansasse,
Se você morresse...
Mas você não morre,
Você é duro, josé!

Sozinho no escuro
Qual bicho-do-mato,
Sem teogonia,
Sem parede nua
Para se encostar,
Sem cavalo preto
Que fuja a galope,
Você marcha, josé!
José, para onde?

Você marcha José, José para onde?
Marcha José, José para onde?
José para onde?
Para onde?

E agora José?
José para onde?
E agora José?
Para onde?

Cássio Cunha Lima puxou o freio de mão!


Senador Cássio Cunha Lima
Estava na pauta da Comissão de Justiça do Senado um projeto de emenda constitucional sobre a prerrogativa de foro concedida a detentores de mandatos e a autoridades. Sugeria o fim do privilégio. Autor da proposta, o senador Cássio Cunha Lima (PSDB-PB) desistiu de levá-la adiante.

“Com toda a repercussão que o julgamento do mensalão vem tendo, creio que é melhor suspender a tramitação da matéria nesse instante”, diz o senador. “Entendo que é conveniente fazer uma reflexão mais serena sobre esse tema, evitando um desnecessário barulho de opinião pública.”

O barulho, de fato, tornou-se incontornável. Antes das condenações do mensalão, a emenda de Cunha Lima tinha a aparência de uma homenagem ao igualitarismo. Agora, ganha as feições de prêmio aos denunciados de gravata. A aprovação da proposta enviaria ao juízo de primeira instância todos os processos abertos contra os réus do poder.

Além de prazos novos, os acusados ganhariam uma avenida de recursos que, no Brasil, costumam retardar as sentenças por prazos que chegam a duas décadas. A platéia faria as contas (o julgamento do mensalão demorou sete anos, mas a palavra do STF é terminativa). E as pessoas talvez concluíssem que o ruim pode ficar pior. Daí a meia-volta de Cunha Lima.

O projeto do senador tucano sai de cena num momento em que o presidente da Comissão de Justiça, Eunício Oliveira (PMDB-CE), preparava-se para indicar um relator. Pelo texto, desceriam à primeira instância do Judiciário os processos envolvendo as infrações penais comuns cometidas por parlamentares e autoridades.

O STF passaria a julgar apenas os pedidos de habeas corpus de autoridades encrencadas. Uma forma de evitar eventuais abusos de magistrados. De resto, o Supremo daria a palavra final nas ações por crime de responsabilidade contra o presidente da República.

Correm nos escaninhos do Senado e da Câmara outros projetos de teor análogo ao de Cunha Lima. Resta agora saber se os autores terão peito para arrostar o debate. Há um quê de ironia na situação. Responsável pelas hesitações que tomam de assalto os legisladores, o ministro Joaquim Barbosa, relator do mensalão, é um ativista da causa do fim do foro privilegiado.

Barbosa chegou a mencionar o tema numa sessão plenária do STF. Recordou que Bill Clinton, quando era presidente dos EUA, foi inquirido pelo Grand Jury, um órgão de primeira instância do Judiciário americano, composto “de pessoas do povo”. O ministro realçou: “Era o presidente dos Estados Unidos comparecendo perante esse júri, falando sob juramento, sem privilégio algum.”

Para Barbosa, a imagem “do homem mais poderoso do planeta submetendo-se às mesmas leis que punem o cidadão comum” confere ao foro privilegiado vigente no Brasil a aparência de uma medida concebida para dar “racionalidade à impunidade”.

O raciocínio de Barbosa escora-se no fato de que os tribunais superiores, como o STF e o STJ (responsável pelo julgamento de governadores), não estão aparelhados para instruir processos penais. Cabe-lhes julgar recursos, não ações ordinárias, que envolvem a audição de testemunhas e a produção de provas.

A combinação das debilidades das Cortes superiores com o volume de processos que cada ministro é obrigado a julgar –cerca de 10 mil por ano no caso do STF— acaba por empurrar as ações contra os poderosos para a gaveta da impunidade.

As sentenças do mensalão alteraram essa percepção. Porém, está boiando na atmosfera uma pergunta: o STF terá fôlego para dispensar aos outros processos os mesmos rigores que impôs à ação penal do mensalão. Aguardam na fila do Supremo mais de três dezenas de encrencas penais. Entre elas o processo que envolve o mensalão mineiro do PSDB.

As manchetes de jornais brasileiros nesta quarta-feira

GloboA metrópole ilhada – NY: sem metrô, no escuro e alagada após o furacão

JornaldoBrasil: Obama visita área devastada pelo furacão Sandy

Extra: Até o Tricolor é só Love, só Love pelo Fla hoje

O Dia: [Rio de Janeiro no crack] Cidade dos zumbis

Estadão:  ‘Não faço toma lá dá cá’, diz Haddad sobre apoios

FolhaUm policial é morto a cada 32 horas no Brasil

ValorEconômico: Múltis brasileiras refreiam a expansão internacional

ZeroHora: A tempestade de US$ 45 bilhões

Estado de Minas: Obras de Confins estão nove meses atrasadas

CorreioBrazilienseDrible na lei acelera carteira de motorista

DiáriodoNordeste: Seca reduz pela metade a reserva de água no Ceará

O Povo: UFC quer 80% das cotas para estudantes pobres

CorreiodaBahia: Até quatro horas para ir e voltar ao trabalho

DiáriodePernambuco: Fome de consumo

JornaldoComércio: Governo vê falha humana no apagão

TribunadoNorte: Prefeitura atribui aos bloqueios suspensão de salários e merenda

JornaldaParaíba: Paraibanos sofrem com furacão Sandy nos EUA

DiáriodoSertão: Vereador eleito taxa colegas de traíras e com exclusividade revela motivos da renúncia de Léo Abreu a Prefeitura de Cajazeiras

terça-feira, 30 de outubro de 2012

Perpétuo Correia Lima, o maior jogador de futebol de Cajazeiras: 35 anos de saudade.


Caro Dirceu


Neste 30 de outubro de 2012, relembramos os 35 anos de ausência dos gramados do futebol de Cajazeiras e desta vasta região, do jogador a quem consideramos o maior craque da história do futebol de Cajazeiras, Perpétuo Correia Lima

De raro talento, Péto foi sempre o sonho de consumo de muitos clubes do futebol amador e profissional deste país. A sua trajetória de vida, desde o seu nascimento até o seu falecimento, será por nós contada no livro: A HISTÓRIA DO FUTEBOL DE CAJAZEIRAS. Traçamos com ajudas de importantes homens que fizeram parte de momento fantástico do nosso craque, todo um conto que esperamos em breve, (próximo ano) fazer o seu lançamento.


Por isto, entendendo a importância desta data, é que peço ao amigo que faça esta divulgação no famoso blog sete candeeiros, pois com certeza a nossa mensagem chegará a tantos quantos o viram desfilar nos verdes campos desta terra.

Um grande abraço

Reudesman Lopes Ferreira

Marcos Diniz viu um trailer de um filme falso: Penetras legítimos só os de Cajazeiras.

OS PENETRAS
Por Marcos Diniz 

Candeeristas, Candeeirados e cinemeiros em geral.

Nesse domingo de segundo turno, à tarde, enquanto minha mulher e prole foram votar, aproveitei e fui ao shopping, pois já cumprira minha obrigação eleitoreira de teclagem e confirmação no "micro-onda cívico" (a urna me parece um aparelho de microondas) pela manhã cedo, pegando os mesários ainda remelentos e bocejantes na seção eleitoral.


Como cinemeiro que sou fui ver a 24ª ou 25ª aventura do agente 007. Antes do filme, passou o reclame de "OS PENETRAS".

O título dessa produção nacional anunciada para breve, é quase impossível de dissociar daquela turma cajazeirense dos anos 60/70. Cá prá nós, algo me diz que alguém deve ter bebido na fonte de estórias que bem conhecemos. No desaguadouro da sensibilidade das gaiatices da turma de amigos que marcou época e foi o terror da boa etiqueta e finess que tanto pregava DONA BIVA MAIA, a socialite maior da Terra do Padre Rolim.

No entanto digo: os esboços das gaiatices e presepadas dos talentos apresentados como melhores momentos do filme carioca, a ser lançado em breve, está é longe do must da criatividade dos nossos conterrâneos PENETRAS!

Lembrando apenas uma das muitas situações aprontadas que ouvi contarem, cito um falso ataque de epilepsia encenado por Ferreirinha, à base de Sonrisal, como forma de aplicarem o xêxo em conta de bebedeira, no antigo Clube Astréia em João Pessoa.

Quando, ele espumando o antiácido pela boca, fingiu cair desfalecido em espasmos, no recinto, sendo retirado às pressas, nos braços, por Nego Junior, Paulo Antonio e outros.

O tal filme "Os Penetras", fosse encenado na Boa Terra Cajazeiras, seria muito mais cômico e provavelmente teria tabuleta do Cine Éden, exposta no início da Praça João Pessoa assim...


O nosso abraço de parabéns à linda Ana Lívia, neta de Galego BillyGancho.


Marcos Valério ainda tem 'bala' para atirar?

STF recebe fax com pedido de delação premiada para Marcos Valério
DE BRASÍLIA
Folha de São Paulo

O Supremo Tribunal Federal recebeu, no fim de setembro, um fax, assinado pela defesa do empresário Marcos Valério Fernandes de Souza, operador do mensalão, pedindo para ser ouvido e relatando correr risco de vida.

A informação foi divulgada no último fim de semana pela revista "Veja".

Ao receber o recado, o presidente da corte, ministro Carlos Ayres Britto, determinou sigilo e encaminhou o documento ao relator do caso, Joaquim Barbosa.

O STF confirma que recebeu a mensagem, mas não divulgou o conteúdo, quem assinou, nem mesmo em que data a mensagem chegou.

Segundo a Folha apurou, o texto do fax era curto, não contendo mais do que um parágrafo. Nele, o advogado de Valério sugeriria a possibilidade de uma delação premiada, mecanismo jurídico no qual alguém que é investigado pode se beneficiar colaborando com a Justiça.

Essa sugestão, porém, não altera o caso que está sob julgamento no Supremo. Isso porque a delação serviria para auxiliar na comprovação de crimes, o que, no caso do processo do mensalão, já foi feito sem que Valério tenha revelado tudo o que diz saber.

Ele já foi condenado a mais 40 anos de prisão, número que ainda poderá ser revisto.

Ministros dizem, em caráter reservado, que novas revelações poderiam gerar novos processos ou contribuir para outros, já em curso na primeira instância da Justiça.

A defesa de Valério não falou sobre o episódio até a conclusão desta edição.

O Sete Candeeiros Cajá parabeniza e aplaude o nosso Petson Santos pelo aniversário.


O 'baixin' tá na área. É um perigo!

Leo Dias no Jornal O Dia

Tem nome e sobrenome o motivo para o fim do casamento de 12 anos de Romário e Isabella Bittencourt. A cearense Cibelle Ribeiro parece ter flechado o coração do baixinho. Apresentada ao ex-jogador pelo deputado Domingos Neto (PSB-CE) e mais dois amigos em comum, a jovem de 27 anos é sempre vista na noite trocando beijos apaixonados com Romário. Dia desses, ela chegou à boate Mirroir, na Lagoa, de mãos dadas com Romário. O casal também já curtiu a noite em boates como 021 e no show do Trio Ternura, na festa M.I.S.S.A. Em nenhum momento eles tentaram esconder a relação.


Cibelle e Romário estão juntos há cerca de um mês e ela já tem a chave do flat onde o ex-jogador está morando. Mesmo quando ele está em Brasília, a jovem é vista entrando e saindo do apartamento. Cibelle trabalha como modelo e é representante do Ceará no concurso Miss Bumbum. Aliás, Romário (que já foi a Fortaleza com a moça) nunca se opôs à carreira dela.


Quanto ao fim do casamento de Romário e Isabella, amigos dizem que o desgaste da relação se deve ao fato de Isabella ter se convertido a uma igreja evangélica e, por conta disso, cobrar mais a presença da figura de um marido em casa.

O Sete Candeeiros Cajá abraça Pablo Leitão de Detinho pelo aniversário.


O pacto federativo em discussão.



Dilma Rousseff encomendou à pasta da Fazenda um estudo sobre as dívidas das prefeituras com o Tesouro Nacional. Quer saber também qual foi o real impacto das isenções tributárias concedidas pelo governo à indústria no caixa das prefeituras. O objetivo é verificar se há espaço para socorrer os municípios.

Com isso, Dilma tenta antecipar-se ao que um de seus auxiliares chama de “romaria” de prefeitos a Brasília. Prefeitos em fim de mandato, com a corda no pescoço, e também os eleitos, incomodados com a perspectiva de receber heranças molestas ao tomar posse, em janeiro.

Na prática, a “romaria” foi inaugurada nesta segunda-feira (29). Em visita a Dilma, Fernando Haddad, prefeito eleito de São Paulo, levou à mesa, entre outros temas, a encrenca da dívida do município com a União –hoje, o espeto corresponde ao dobro da receita anual da cidade.

Dilma pretende estender a mão a Haddad. Mas não poderá fazê-lo sem atender a outros municípios. Sob pena de passar a ideia de favorecimento ao companheiro do PT. Há um sem número de municípios médios e pequenos em situação infinitamente mais precária do que São Paulo. Busca-se uma solução global.

Deve-se a movimentação de Dilma, em parte, ao reconhecimento de que Brasília tem parcela de responsabilidade na situação de penúria que aflige as prefeituras. Para atenuar os efeitos da crise internacional, o governo concedeu isenções de IPI para setores da indústria, sobretudo a fabricantes de automóveis e de eletrodomésticos.

O problema é que metade do que o governo arrecada com o IPI é repassado a Estados e municípios por meio dos fundos de participação. Quer dizer: ao conceder estímulos à indústria, o governo federal como que distribui gentilezas com chapéu alheio, roendo os cofres geridos por governadores e prefeitos.

Na outra ponta, a Fazenda cobra o pagamento das dívidas contraídas com a União pelos mesmos Estados e municípios. Dívidas roladas sob FHC em condições que, com o passar do tempo tornaram-se draconianas. Os executivos estaduais e municipais reclamam que o indexador utilizado à época (IGP-M mais 6% a 9% ao ano) torna o passivo impagável.

Pressionada, a Câmara dos Deputados chegou a o Congresso chegou a esboçar um projeto que continha um novo modelo para o pagamento da dívida. A proposta obteve relativo grau de consenso. Mas o ministro Guido Mantega (Fazenda) levou o pé à porta. E a coisa foi à gaveta.

Em entrevista concedida nesta segunda, o secretário do Tesouro Nacional, Arno Augustin, subordinado de Mantega, soou menos refratário a mudanças. Acenou com a hipótese de renegociar os débitos a partir de uma troca de indexador –em vez do IGPM, seria utilizado como índice de correção a taxa básica de juros (Selic), hoje fixada pelo Banco Central em 7,25% ao ano.

Dilma movimenta-se contra um pano de fundo encrespado. Aécio Neves (PSDB) e Eduardo Campos (PSB), dois cultores de projetos presidenciais, frequentam o noticiário enrolados na bandeira da redefinição do “pacto federativo”. Ambos defendem uma redivisão do bolo de tributos. Sustentam que a fatia da União deve ser diminuída em favor de Estados e municípios.

Em artigo veiculado nesta segunda, ainda sob a temperatura das urnas, Aécio anotou: “Fato é que, hoje, do total arrecadado no país, mais da metade fica nos cofres federais. Os Estados e os mais de 5.000 municípios brasileiros têm que sobreviver com percentuais muito inferiores, incluídas as transferências obrigatórias. Cada vez menos a União participa com recursos e responsabilidades das principais políticas públicas nacionais. Basta fazer as contas: nas principais áreas, a presença federal é minoritária, quando não decrescente.”

Prosseguiu: “A consequência, óbvia, consta de recente estudo da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro: 83% dos municípios brasileiros simplesmente não conseguem se sustentar.”

O tucano bicou Dilma: “Impassível diante dessa realidade, o governo central ignora Estados e municípios como parceiros e poderosas alavancas para a produção de um crescimento diferenciado, descentralizado, mais inclusivo e também mais democrático, fundamental neste momento de crise, em que as fórmulas tradicionais estão esgotadas e fechamos o ano na lanterna dos países emergentes.”

Ao preparar-se para a previsível “romaria” de prefeitos, Dilma tenta evitar que seu governo vire a lenha que vai alimentar as fornalhas inimigas.

Ô medo da gota serena!

Bombinha de nada
Da Coluna de Cláudio Humberto


Corria o sombrio 1º de abril de 1964 quando um homem simples, carregando uma caixa, dirigia-se à rua do Príncipe, onde ficava o então IV Exército, no Recife. Um soldado armado de fuzil gritou “alto!”. Assustado, o homem passou a gritar, enquanto era preso:

- É uma d’água! É uma d’água! 

O engano seria desfeito horas depois, quando um capitão o interrogou:

- Afinal, o que é “uma d’água”?

- Meu capitão, eu sou encanador e estou levando uma bomba d’água na caixa. Se eu dissesse que era uma bomba d’água, os seus soldados iam me trazer aqui vivo para conversar com o senhor?

O adeus do Jornal da Tarde.

Depois de quase 47 anos de história, ‘JT’ deixa de circular

Decisão foi anunciada pelo Grupo Estado; última edição sai na quarta-feira

O Globo

SÃO PAULO – Perto de completar 47 anos, o “Jornal da Tarde” vai circular pela última vez nesta quarta-feira. A decisão de encerrar a publicação do diário foi anunciada ontem pelo Grupo Estado, que também edita o jornal “O Estado de S. Paulo”. De acordo com Francisco Mesquita Neto, diretor presidente do Grupo Estado, a medida teve por objetivo o “aprimoramento do foco empresarial da companhia”.

A determinação leva em conta o objetivo de investir no Estadão com uma estratégia de multiplataforma integrada (papel, digital, áudio e vídeo e mobile), para levar maior volume de conteúdo a mais leitores, sem barreira de distância e custos de distribuição”, escreveu Mesquita Neto, em nota divulgada no início da tarde de ontem.

O “Jornal do Carro”, suplemento de automóveis que fez do “JT” um campeão de vendas às quartas-feiras nas bancas de São Paulo, será incorporado ao “Estadão”. Essa medida, segundo ele, “ajudará a ampliar a estratégia de marcas que compõe o universo” do jornal.

“Quero agradecer pela confiança e apoio de todos que participaram dessa história: jornalistas, colunistas, publicitários, equipe de arte, integrantes das áreas comercial e administrativa, e das áreas de produção e administração”, despede-se Mesquita Neto no comunicado.

Capas memoráveis na história da imprensa

O “JT”, como é conhecido por leitores e jornalistas, começou a circular em 4 de janeiro de 1966 com um projeto gráfico inovador para os padrões da época, explorando muito fotografias, ilustrações e charges em sua composição, além de ter uma linha editorial que valorizava grandes reportagens e a prestação de serviços. Na época, era dirigido pelos jornalistas Mino Carta, hoje publisher da revista “Carta Capital”, e Murilo Felisberto (morto em 2007).


O jornal produziu capas memoráveis sobre momentos marcantes da História recente do país. Como a capa toda em preto, apenas com o título do jornal no alto, quando o Congresso barrou a Emenda Constitucional do deputado Dante de Oliveira que restituía as eleições diretas no Brasil. Ou a que estampava de alto a baixo a foto de um pequeno torcedor chorando a derrota da Seleção Brasileira por 3 a 2 para a Itália na Copa de 1982, na Espanha. A imagem tresloucada de Jânio Quadros, prefeito recém eleito de São Paulo, em 1985, também foi um clássico das capas.


No seu auge, no início dos anos 1990, o “JT” chegou a ter circulação média diária de 190 mil exemplares, e além da região metropolitana de São Paulo, era distribuído no interior e em outros estados. Ao longo da década passada, contudo, sua circulação média girou em torno de 55.000 exemplares declinando nos últimos anos. Nos primeiros nove meses deste ano, a circulação média caiu a 37.778 exemplares diários, segundo informações do Instituto Verificador de Circulação (IVC).

A perda de circulação levou a empresa a suspender a circulação do “JT” no interior e em outros estados, restringindo suas tiragens à região metropolitana da capital paulista. A esse movimento seguiu-se o encolhimento do quadro de pessoal do diário. Dos 110 profissionais que formavam a redação do “JT” em 2010, restaram 40, que hoje terão a incumbência de confeccionar a última edição do jornal.

Ainda em julho, depois de anunciar novos cortes de postos na redação do jornal, o Grupo Estado informou que trabalhava para o lançamento de um novo projeto gráfico para elevar sua circulação. A ideia não prosperou.

Tentamos de todos os modos revitalizar o “Jornal da Tarde” antes de tomar a decisão empresarial de encerrar as atividades. Optamos por seguir aprimorando nosso foco estratégico na marca “Estadão” — disse Mesquita Neto, por email, ao GLOBO.

Em reunião que contou com a participação de funcionários, de dirigentes do Sindicato dos Jornalistas de São Paulo e representantes do jornal, o Tribunal Regional do Trabalho (TRT-SP) vetou a demissão dos 40 trabalhadores do “JT” até o dia 4 de dezembro para que, até lá, se busque um acordo para evitar ao máximo a dispensa de pessoal. Uma nova audiência será realizada no TRT no início de dezembro.

Faremos todos os esforços para manter o maior número de profissionais possível. Como estamos em negociação com o sindicato, teremos um posicionamento oficial somente após as definições — acrescentou Mesquita Neto.

Ainda ontem, a revista “Istoé Gente”, da Editora Três, anunciou que passará a circular mensalmente a partir de dezembro, após 13 anos com edições semanais. O redesenho está sendo elaborado pelo novo publisher da revista, Paulo Borges, idealizador da São Paulo Fashion Week. De acordo com Gisele Vitória, diretora de núcleo da revista, a publicação vai ganhar em qualidade de papel e em número de páginas.

Pra não ter dúvida nenhuma!

Viúvo manda gravar formato de vagina de esposa falecida em lápide

Sérvio Milan Marinkovic disse que atendeu desejo da esposa.

Ela pediu que ele nunca olhasse para a para íntima de outra mulher.

Do G1, em São Paulo

Um viúvo sérvio atendeu o último desejo da mulher e mandou gravar o formato da vagina da esposa falecida em sua lápide em Krusevica, na Sérvia, segundo o jornal "Vecernje Novosti".

Viúvo sérvio mandou gravar o formato de vagina da esposa falecida em lápide. (Foto: Reprodução)

Milan Marinkovic disse que sua esposa pediu quando estava morrendo que ele nunca olhasse para a para íntima de outra mulher.

Antes de falecer, Milena Marinkovic deixou instruções sobre como queria que seu último desejo fosse realizado.

Ela tirou uma foto de sua área íntima e pediu que o marido a entregasse a um profissional contratado, para ele fizesse uma réplica exata que seria colocada em sua lápide.

É justo que se receba uma pena compatível com a sua participação nos crimes.

Genoino, ex-presidente do PT, deve receber pena menor que a de Dirceu

Para ministros, ex-presidente do PT teve papel secundário no escândalo do mensalão

O Globo

Frame / Mayara de Paula
Coadjuvante. Genoino ao chegar para votar domingo: para ministros, ele não planejou esquema

BRASÍLIA - Ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) cogitam fixar uma pena menor para o ex-presidente do PT José Genoino em relação às punições que serão impostas aos outros réus do núcleo político: o ex-ministro da Casa Civil José Dirceu e o ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares.

Alguns integrantes da Corte já conversam sobre o assunto nos bastidores. O entendimento é o de que Genoino, embora tenha sido condenado pelos mesmos crimes no processo do mensalão, teve menor participação no esquema de compra de apoio político no Congresso do que os outros dois condenados por formação de quadrilha e corrupção ativa.

O Código Penal atribui à formação de quadrilha pena de um a três anos de reclusão. Para corrupção ativa, a pena é de dois a 12 anos. Os dois crimes juntos podem resultar em reclusão de três a 15 anos. No entanto, a aplicação da pena mais pesada é pouco provável. Isso porque nem o operador do mensalão, Marcos Valério, condenado por cinco crimes, levou a punição máxima.

No julgamento, os ministros atribuíram a Dirceu a liderança da quadrilha. Ele determinou o pagamento de dinheiro a deputados e líderes de bancadas no Congresso em troca do apoio ao governo. Delúbio foi o responsável pelo elo entre os núcleos político e publicitário, de Valério. Era Delúbio quem indicava quem recebia as propinas.

Segundo ministros, Genoino teve um papel secundário na trama, porque não planejou o esquema, não participou de todas as reuniões com Valério e teria negociado a propina com poucos parlamentares.

As manchetes de jornais brasileiros nesta terça-feira.


GloboO recado das urnas – Norte-Nordeste derrota PT e reanima oposição

JornaldoBrasil: PMDB perde 10 prefeituras, mas mantém 55,4% dos eleitores

Extra: E quem vai pacificar a polícia

O Dia: Paes tira matador da clínica do crack

Estadão:  Haddad planeja aprovar reformas já no 1º semestre

FolhaOnda de mudança marca a eleição nas grandes cidades

ValorEconômico: Plano prevê investimentos de R$ 43 bilhões em portos

ZeroHora: Mais roubos de carro e menos homicídios no RS

Estado de Minas: Hora de (voltar a) trabalhar

CorreioBrazilienseO dia em que Sandy parou Nova York

DiáriodoNordeste: Roberto Cláudio prepara a gestão

O Povo: Prefeitura assumirá desapropriações

CorreiodaBahia: ACM Neto prepara uma reforma administrativa

DiáriodePernambuco: A prisão que o Recife esperava

JornaldoComércio: RioMar chega com até 9 mil empregos

TribunadoNorte: Conselho [CNJ] aponta o TJRN como o 2º com maior gasto do país

JornaldaParaíba: Cartaxo bate Cícero em 97,87% dos bairros

- DiáriodoSertão: Empresário da cidade de Cajazeiras [Deca do Atacadão] anuncia implantação de concessionária da Wolksvagen com geração de mais de 100 novos empregos.

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Parabéns a nossa amiga Suiany Mangueira.

Suiany com o esposo, Paulo Antônio Filho

O Sete Candeeiros Cajá parabeniza o amigo Ubirajara Formiga pelo aniversário.


Nosso abraço de aniversário para Nargila Cartaxo.


A carga de processos judiciais é extenuante!

Relatório do CNJ mostra que juízes brasileiros 'julgaram menos' em 2011

Números apontam que carga de trabalhos no ano passado foi 12% inferior do que em 2010
29 de outubro de 2012 | 19h 47

Agência Estado

Os juízes brasileiros tiveram menos processos sob sua responsabilidade em 2011. Mesmo assim eles julgaram menos. Relatório divulgado nesta segunda-feira, 29, pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) mostra que a carga de trabalho dos juízes no ano passado foi em média de 4.594 processos, número 12% inferior ao de 2010. Eles julgaram 1.179 ações, o que representou uma queda de 14,3%.

No ano passado, quase 90 milhões de processos tramitaram no Judiciário brasileiro. Desses, 63 milhões já estavam pendentes desde o início do ano e 26 milhões eram casos novos. "O número é avassalador. Os casos novos têm apresentado uma majoração a cada ano. É importante para mostrar que a litigiosidade do brasileiro tem aumentado", afirmou o conselheiro José Guilherme Vasi Werner, durante a divulgação dos resultados da pesquisa.

Para solucionar as ações, a Justiça conta com 17 mil juízes e 366 mil servidores. Há uma média de 8,8 magistrados para cada grupo de 100 mil habitantes. "Os números assustam e os estrangeiros chegam a pensar que é um erro de tradução porque nenhum país tem um volume tão grande processos judiciais", disse Werner. Segundo ele, entre os maiores demandantes estão os setores público, bancário e de telefonia.

Conforme o relatório, a Justiça Estadual de São Paulo registrou uma das maiores taxas de congestionamento do País, índice que indica os processos que não conseguiram ser resolvidos. A taxa paulista foi de 80% e a nacional foi de 71,2%. Ou seja, 7 de cada 10 ações que tramitaram em 2011 não foram concluídos.

De acordo com o levantamento, as despesas totais do Judiciário em 2011 somaram R$ 50,4 bilhões, valor 1,5% superior ao gasto em 2010. A maior despesa foi com recursos humanos. Nessa área, foram consumidos R$ 45,2 bilhões, ou 89,7% do total.

Bocão diz que, agora, vai cair nos braços do povo paraibano!


Os informes que estamos recebendo de Cajazeiras aponta para a avaliação que o nosso Bocão anda fazendo do quadro político paraibano e da sua especial situação política.

Segundo Bocão, após conseguir cerca de 500 votos para o Vereador reeleito Moacir Meneses, sendo o seu principal cabo eleitoral, e de apoiar 13 prefeitos na região do Alto Sertão, sua estratégia, agora, é preparar a candidatura para Deputado Estadual.

Bocão sendo ovacionado por eleitores em Cajazeiras

Aos incrédulos e invejosos, Bocão tem realçado que a sua força política vem do povo e de alguns políticos que já se comprometeram com a sua postulação à Assembleia Legislativa da Paraíba. Para ele, merecem destaque: o senador Cássio Cunha Lima, o governador Ricardo Coutinho, a nova prefeita de Cajazeiras, Denise Oliveira, o vice-governador do Estado, Rômulo Gouveia, o novo prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo, o novo prefeito de Campina Grande, Romero Rodrigues, o novo prefeito de Sousa, André Gadelha, e pelo lado do apoio econômico (indispensável para poder alcançar uns '100 mil votos', como planeja), contará com Deca do Atacadão e o grupo Armazem Paraíba.

Bocão na comitiva do Governador Ricardo Coutinho

Com tantos e tão importantes apoios, Bocão diz que está dispensando a contribuição política e econômica de prefeitos de cidades pequenas, candidatos derrotados e 'empresários amarrados e morta-fome'. Diz que, depois que eles pagarem as contas da última eleição, poderá reativar os contatos políticos com esta finalidade.
Bocão diz que já fechou apoio da família Holanda em toda a Paraíba

No momento, Bocão começa os preparativos para o lançamento da candidatura e campanha e todos serão comunicados das datas das grandes festividades.

Tereza Cristina Braga lembra da relação do novo prefeito de São Luis do Maranhão com Cajazeiras.

Edvaldo Jr com o pai, Edivaldo Holanda

Olá Dirceu,
Bom dia!

Gostaria de lembrar quue Edvaldo Holanda Jr, eleito prefeito de São Luiz, é filho de um também vitorioso cajazeirense.

Edvaldo Holanda (pai) saiu de Cajazeiras no final da década de 60, para gerenciar em São Luiz uma loja de rede, juntamente com sua mãe e 9 irmãos e, com muita dificuldade, cursou Direito, foi professor, vereador e deputado constituinte.

Eles moravam na rua do Grupo Escolar Monsenhor Milanez, hoje praça do Xamegão, e depois na Rua Higino Rolim, sendo vizinhos de Dona Belinha Feitosa.


Mais uma historia de sucesso com raízes em Cajazeiras.

Um forte abraço.

Tereza Cristina Braga