terça-feira, 31 de julho de 2012

Acunhou nos deputados e destacou Vituriano de Abreu. Danou-se!

Esposo da secretária de Comunicação diz que deputados votam na base dos 10% e chama  parlamentares de Gangsters
Janildo Silva
ClickPb


O jornalista Ulisses Barbosa, esposo da secretária de Comunicação do governo da Paraíba, Tatiana Domiciano, partiu para o ataque contra os deputados que compõem a Assembleia Legislativa da Paraíba e não poupou nem o presidente, Ricardo Marcelo (PEN), das alfinetadas.

Ao conversar com uma internauta, Ulisses postou: "Essa AL aí? É ruim viu, só se rolar os 10% pra que esses encostos pensem no interesse publico", insinuou.

Quando um internauta postou para ele (Ulisses): "Vergonhoso o que acontece na AL,o povo politicalha tudo,tudo vira briga politica e a População q se EXPLODA!" O jornalista respondeu: " Pois é! Tomara que o povo esteja atento a essa figuras sinistras. A começar pelo presidente Ricardo Ausente".

O esposo da secretária foi ainda mais longe: "Mas repito, nada me causou mais asco do que ouvir o tal vituriano. Lixo puro! E ver hj Ricardo ausente Marcelo na segunda parte do golpe". E completou: "me espanta com tanto cinismo. Gostaria de MPE e MPF fizesse uma blitz na AL! E o diligente Varandas fosse lá dentro ver as relações de trabalho, se são licitas. Tem gente que ganha dinheiro lá sem dar um prego numa barra de sabão. Lá não há uma caixa preta, mas uma mala!"

Ulisses postou ainda: "Em canal a cabo local, a entrevista com "deputado" Vituriano (?) me causou nojo! Fico pensando como é possível uma pessoa tão sem caráter ter sido eleita. Passado a nauses, me lembrei que não é só ele. Uma turma das sombras comandada pelo pres Ricardo ausente Marcelo, infesta a AL. Acho que esta é sem duvida a legislatura mais cheia de bandidos que já vi. Caso de policia mesmo. Essa gente, além de tudo é golpista.Gangsteres que atentam contra a democracia, aludindo um impeachment, que só é possível na cabeças desses chantagistas. Inimigos do povo!"


Sempre bom. Paulo Diniz.

Andressa de Cachoeira apareceu - segundo denúncia - dando uma 'cantada processual' em magistrado. Foi levada à polícia e saiu sob fiança. Só isto? Marcos Diniz pegou ar.

Candeeristas e Candeeirados,

Quem está dizendo não é este escrivinhador candeerista. É o AURÉLIO, o dicionário.

CACHOEIRA: Formação geomorfológica nas quais cursos dágua caem por cima de rochas. Queda dágua.

CASCATA: Salto dágua na corrente de um rio.Queda dágua.

Portanto; CPI DO CACHOEIRA É CASCATA e estamos conversados!

A introdução da escrivinhação com esse leriado léxico se fez necessário, pois.

Mulher de Cachoeira é uma cascata danada!

O SeteCandeeiroscajá, sempre em sua linha de desambiguação, colocou seus pesquisadores em ação trazendo à luz das suas sete chamas o exposto definido nas ambiguidades das atividades profissionais de uma verdadeira musa de CPI que ouviu de um juiz sério um: TEJE PRESA! um corolário de satisfação ou marginalização? Cada um tira suas conclusões, visto que respostas advêm de convenções historicamente delimitadas na dita contravenção, etc e coisa e tal.

E em cujas raízes podemos encontrar através da ressonancia cuidadosa da operação Monte Carlo da PF, que detonou anamorfos detalhes da rede Cachoeira que deliberava valores a eventuais afortunados do Planalto Central.


Agora então, faço perguntas que poderiam ser comentários no blog do milhão.

Será que ela, A MUSA, pagando os R$ 100.000,00 de fiança, tá soltinha da silva? E o desacato à autoridade, fica por isso mesmo?

Assim sendo, essas nossas leis são só CASCATA.

Viva João de Deus!

Parabéns a Geraldo Lira e ao Atlético Cajazeirense de Desportos
Por Reudesman Lopes

Este domingo, 22, ficará gravado definitivamente na minha memória como sendo o dia da gratidão, da justiça, do reconhecimento. Isto se deve a fantástica ideia vinda do presidente do Atlético Cajazeirense de Desportos, Geraldo Lira, um empresário vitorioso, homem simples e de uma imensa humildade, que como sempre visualiza um passo a frente, desta feita ele foi bem profundo e mexeu não apenas com o homenageado, Dr. João de Deus Quirino e a sua família, mas e, principalmente, com aqueles que como eu conhece, a história do Dr. João de Deus enquanto cajazeirense, atleticano e digamos com a excelente plateia que domingo 22, esteve no Colosso das Capoeiras para prestigiar e apoiar o Trovão Azul do Sertão e que de pé aplaudiu o homenageado. 


Pois bem, como narro no início desta coluna, Geraldo Lira e o Atlético Cajazeirense de Desportos, trouxe ao Perpetão para uma justa e merecida homenagem o Dr. João de Deus Quirino, homem por demais amado por Cajazeiras, seus cajazeirenses e cajazeirados, advogado renomado em toda a região, professor da Universidade Federal de Campina Grande lotado no Centro de Formação de Professores de Cajazeiras e com participações de destaque nas ações culturais, sociais, esportivas e religiosas do nosso município, lá no campo de jogo ladeado pela família e pelo presidente Geraldo Lira, recebeu um troféu, deu o ponta pé inicial da partida e recebeu os aplausos da torcida atleticana que cantou em coro “u é João de Deus, u é João de Deus”. Mas, antes disso tudo que acabamos de enumerar, Dr. João de Deus Quirino é um daqueles apaixonados pelo seu clube de futebol e este é o Atlético Cajazeirense de Desportos. Enquanto atleticano, ele foi presidente do time na década dos anos 70 e foi também o torcedor que fundou a primeira torcida organizada do Atlético, a famosa Magia Azul, também relato que foi nas mãos deste que presenciei a tremular nas arquibancadas do Estádio o Perpetão a primeira bandeira do Mais Querido do Sertão. Acometido por um problema de saúde, Dr. João de Deus Quirino recebia inúmeras visitas dos amigos e nestas, quando se deparava com pessoas influentes junto ao Trovão Azul do Sertão ele sempre os fazia um pedido: “Não deixem o Atlético se acabar, não se mata uma história”. Assim, com este reconhecimento do presidente Geraldo Lira, o Atlético Cajazeirense de Desportos faz valer um preito de justiça e gratidão a quem de fato é um verdadeiro atleticano, Dr. João de Deus Quirino. 

Escandalosa

Não temos um nome para denominar a atuação do árbitro central do jogo entre o Atlético Cajazeirense e o Cruzeiro de Itaporanga que não seja esta, “Escandalosa”. Pois bem, o senhor Eder Caxias fez uma atuação escandalosa e desastrosa principalmente na etapa complementar do jogo e bem que caberia uma explicação da Comissão Estadual de Arbitragem de Futebol que tem no seu comando o patoense Miguel Félix quanto à escala de um árbitro muito fraco em todos os sentidos: físico, técnico e disciplinar. Veio a Cajazeiras com intenções que nos deixa preocupados quanto as finais desta competição no quesito arbitragem. 

Cajazeiras terá representante em busca do ouro em Londres

Os primos, Cajá e Dirceu Galvão

Gilmário Ricarte o nosso Cajá será o representante cajazeirense nas Olimpíadas 2012 que serão iniciadas hoje a partir da 17 horas com a sua cerimônia de abertura, ele seguiu viagem para Londres desde o dia 17, para a fase final de preparação dos seus atletas. Técnico de reconhecida competência e bastante experiente em competições desta magnitude, Cajá será o treinador da dupla Ricardo - Pedro Cunha. Lembramos que ele já tem na sua rica e gloriosa galeria de troféus, três medalhas olímpicas, bronze, prata e ouro. A torcida de Cajazeiras vai ficar de prontidão para comemorar mais um título deste cajazeirense. Estamos na torcida.

BOLA DENTRO

Para os 10 anos de fundação da Mancha Azul. Uma grande torcida organizada que trabalha apaixonadamente pelo Atlético. Aos seus dirigentes e demais integrantes os nossos parabéns e a NOTA 10!

BOLA FORA

Para o que poderá acontecer nesta reta final da segunda divisão quanto à escala dos árbitros. Miguel precisa usar os mesmos critérios da elite quando das escalações para sorteios. Fiquei assustado com a atuação de Eder Caxias e, sinceramente, estamos com medo. Assim a NOTA 0!

Imagem bem bacana. Rogério Ricarte e Josane pelo circuito do frio, no Brejo paraibano.


Marcos Diniz encontrou um candeeirista macho! Até debaixo d'água!


Uma lindíssima mensagem do bem! Vale muito a pena ver e refletir.


Sugestão de Rafael Holanda

Cachoeira mais complicado, ainda!

Bye, bye Cachoeira


Cachoeira e Bastos: o bicheiro terá que procurar outro advogado
Marcio Thomaz Bastos não é mais o advogado de Carlinhos Cachoeira. Bastos abriu mão do cliente depois das ameaças, da chantagem e da tentativa de corrupção ativa que Andressa Mendonça fez ao juiz Alderico Santos. Oficialmente, contudo, não será esta a explicação.
Depois da ação de madame Cachoeira, Carlinhos perdeu seu defensor, um dos melhores advogados do país. Bastos tomou ontem a decisão. Está  agora informando o seu notório cliente.

Por Lauro Jardim


Teoria conspiratória




"Nesse cenário de malandragem explícita é preciso ter cuidado com tudo que anunciam"
A turma da teoria da conspiração dizia no início do escândalo envolvendo o bicheiro Carlinhos Cachoeira que Márcio Thomaz Bastos havia sido escalado por “gente graúda” do PT e do governo para comandar a defesa do bicheiro e, assim, evitar o pior para o Planalto (leia-se contratos da Delta, financiamento de campanhas políticas…).
A saída de Thomaz Bastos do caso significa, então, que Cachoeira é agora um jumbo desgovernado? Pode não ser bem assim. Veja o que pensa Alvaro Dias:
– Será que é mais uma estratégia da defesa anunciar que o Thomaz Bastos está fora do caso? Nesse cenário de malandragem explícita é preciso ter cuidado com tudo que anunciam.
De qualquer forma, o fato é Thomaz Bastos saiu mesmo do caso e se concentrará no mensalão.

Por Lauro Jardim
O risco nas estradas
Por José Anchieta

Os acidentes provocados por animais soltos nas rodovias da Paraíba continuam fazendo vítimas. Os registros da Polícia Rodoviária Federal, divulgados na imprensa, são preocupantes. Só nos primeiros meses deste ano, foram registrados dezenas de acidentes, alguns, inclusive, com vítimas fatais.

No Sertão paraibano, esses números têm crescido, ultimamente, de forma assustadora, fato que tem pautado os meios de comunicação e chamado a atenção dos diversos setores da sociedade. Até quando vamos conviver com essa situação? Essa é uma pergunta que exige respostas concretas e urgentes.

De acordo com as informações, os agentes da Polícia Rodoviária têm feito um esforço enorme para retirar esses animais das estradas, mas ainda faltam as condições necessárias para que se tenha uma solução definitiva desse grave problema, que vem colocando em risco a integridade física de todos. E isso só será possível com a adoção de medidas eficazes por parte das autoridades competentes, inclusive com a criação de uma área adequada para preservação dos animais.

Nos últimos dias, tomou-se conhecimento de uma ação que repercutiu positivamente junto à população. É que o Ministério Público Estadual busca alternativas junto à Polícia Rodoviária e aos municípios para solucionar o problema, principalmente em relação ao destino que deve ser dado aos animais apreendidos e ao rigor na fiscalização e punição dos responsáveis.

Segundo os levantamentos, na maioria dos casos, os proprietários não costumam se apresentar, evitando arcar com as responsabilidades. Eles colocam os animais às margens das estradas e preferem abandoná-los em casos de acidentes, temendo as punições.

A ação do Ministério Público junto com a PRF é louvável e precisa da participação de todos, principalmente dos órgãos públicos responsáveis pela fiscalização e segurança nas nossas rodovias. Os segmentos sociais também precisam abraçar essa causa, mobilizando todas as suas forças e cobrando ações eficazes.

Esse é, verdadeiramente, um quadro inaceitável e que exige uma ação conjunta dos poderes constituídos e também uma cobrança mais forte dos nossos representantes políticos e da sociedade civil organizada. Do jeito que está não dá. Chegou o momento de se fazer alguma coisa.

Aniversário de Cajazeiras

Uma comissão da Prefeitura de Cajazeiras já trabalha na elaboração da programação comemorativa a mais um aniversário da cidade. O período das comemorações ainda não foi definido, mas terá seu ponto alto no dia 22 de agosto, data em que se festeja duplamente o aniversário de Emancipação Política do Município e de nascimento do Padre Rolim. Eventos artísticos, feiras culturais, inaugurações de obras, desfile estudantil, entre outras atividades, deverão movimentar uma semana de intensa com comemoração.

Aniversário de Cajazeiras II


A Associação dos Cajazeirenses e Cajazeirados do Ceará (AC3) confirmou a realização do 10º Baile do Reencontro dentro da programação da Semana do Município, no próximo dia 18 de agosto, no Campestre Clube. O evento festivo de integração dos filhos de Cajazeiras terá sua renda líquida destinada ao movimento em prol da 1ª etapa do Projeto Integrado do Entorno do Açude Grande.  

Impedimento? Suspeição? É tudo intriga da oposição!



O ministro José Dias Toffoli decidiu participar do julgamento do mensalão, que se inicia nesta quinta (2). Em diálogos privados, disse avaliar que não há razões para declarar-se impedido.

Toffoli foi enviado ao Supremo por Lula, de quem é amigo e a cujo governo serviu como Advogado-Geral da União. Antes, trabalhara como assessor da Casa Civil na época em que a repartição era chefiada pelo réu José Dirceu. Antes, advogara para o PT junto à Justiça Eleitoral

…Antes, fora sócio no escritório da advogada Roberta Maria Rangel, sua atual namorada, que já respondeu pela defesa dos réus mensaleiros Professor Luzinho (PT-SP) e Paulo Rocha (PT-PA). Antes, atuara como assessor da liderança do PT na Câmara.

Ou seja: nunca antes na história centenária do Supremo um ministro carregou na biografia tantas razões para declarar-se impedido de atuar num processo. Mas Toffoli não se dá por achado.

Lula dá-lhe razão. Petistas graúdos ecoam o ex-soberano. Por exemplo: Luiz Marinho, prefeito de São Bernardo, amigo e ex-ministro de Lula, resumiu em frase recente o ânimo do petismo em relação à hipótese de Toffoli afastar-se do julgamento: “Ele não tem esse direito.”

Nesta segunda (30), instado a comentar a encrenca, o presidente do Supremo, Carlos Ayres Britto, ele próprio um ex-filiado do PT, disse que não cabe senão ao próprio Toffoli decidir sobre a matéria. “O ministro Toffoli, como qualquer ministro da Casa, é um ministro experiente, tarimbado e que saberá avaliar, consultando os próprios botões, se participa ou não participa do julgamento”, disse.

Acrescentou: “O ministro Toffoli, como qualquer ministro da Casa, é suficientemente maduro, maior, capaz, vacinado, experimentado para decidir, diante de uma eventual alegação de suspeição, se participa ou não participa do julgamento”. Ayres Britto enxergou no comportamento do colega um indício de que não lhe passa pela cabeça abdicar da condição de juiz do caso.

Recordou que Toffoli vem participando normalmente de decisões sobre recursos apresentados por advogados dos réus da quadrilha mensaleira. “Não me compete opinar sobre nada, se ele vai, se ele não vai, eu não quero ser mal interpretado. Agora, isso sinaliza participação. Sem dúvida. Apenas isso.

Como que receoso de tornar-se vítima de línguas malévolas, Ayres Britto reposicionou-se rapidamente em cena: “Não houve esse vínculo pelo fato de ele ter participado [do julgamento] das questões de ordem [suscitadas pelos advogados]. Não houve esse link. Não houve isso. Eu disse apenas que não me preocupa isso. Ele saberá decidir com responsabilidade, tirocínio, com independência. Foi a resposta que eu dei.”

Por ora, afora uma petição protocolada no STF por advogado que não tem ligação com o processo, nem os advogados dos réus nem o procurador-geral da República Roberto Gurgel questionaram a participação de Toffoli. Nada impede, porém, que a suspeição seja arguída durante o julgamento. Nessa hipótese, vai-se saber até onde vão a audácia do ministro e o espírito de corpo dos colegas.

Hoje, é aniversário do meu amigo Sales Fernandes. Sua esposa envia mensagem de felicitações e o Sete Candeeiros Cajá está em festa pelo grande amigo e parceiro.


Amigo Dirceu,

Nesta terça-feira dia 31 de Julho, é o aniversário natalício do seu amigo e meu esposo Sales Fernandes e nós gostaríamos, eu e minha filha, Mayara Gabriella, e em nome dos seus outros filhos, Maria Helena e Leonardo, além dos demais familiares, de homenageá-lo neste dia .

Não existem palavras para definir a minha alma gêmea a não ser as ditas pelo coração. E é através dele que deixei fluir os sentimentos.....

SALES FERNANDES

Superando sempre os obstáculos em sua trajetória.
Ama a vida e a família procurando sempre acolhê-la para que não lhe falte nada
Leva as amizades de uma forma muito sincera, é uma pessoa humilde,
Espontâneo em suas atitudes e palavras, tem caráter inigualável e costuma
Sempre assumir os compromissos e honrar a palavra empenhada

Fala claro e as vezes grosso pra ser entendido. Tem
Essa personalidade forte, porém é um amor de pessoa, tem um coração de ouro, esse
Repórter Polivalente, que leva o seu lado profissional de forma rígida
Não deixando que nada atrapalhe seu desempenho, seu esforço
Atuando sempre com amor e dedicação diariamente
Nós temos orgulho de tê-lo conosco esse pai, amante, companheiro, um ser acima de tudo, extrovertido e amigo
De todas as horas. E Se o seu Pai estivesse vivo diria
Exatamente assim: "meu filho se tornou um GRANDE GUERREIRO". São por essas e outras qualidades que
Somos gratos a Deus e a Virgem de Fátima por ele existir entre nós.

Meu amor, parabéns, que seus dias sejam longos em alegrias e vitórias, que a saúde lhe envolva diariamente, que o meu amor e da nossa filha e seus outros dois filhos, lhe cubram em carinhos e seus sonhos ainda não realizados sejam entregues na hora oportuna pelo Criador.

TE AMAMOS, FELIZ ANIVERSÁRIO

BEIJOS, 

De REJANE E MAYARA


As manchetes de jornais brasileiros nesta terça-feira.


GloboSem direito de ir e vir – Impasse deixa Via Dutra refém de caminhoneiros

JornaldoBrasil: Mulher de Cachoeira seria mensageira da quadrilha, diz MPF

Extra: Zé Lador entra na briga contra abuso da Cedae

O Dia: Rio paga abono de R$ 622

EstadãoCom apoio de Lula, Toffoli decide julgar o mensalão

FolhaSupremo se articula para evitar atraso no mensalão

ValorEconômico: Mensalão leva STF a adiar definições na área tributária

ZeroHoraObras para a Copa na Capital atrasam e estão 65% mais caras

Estado de MinasAlerta no ar

CorreioBrazilienseCachoeira depõe amanhã no TJDF

DiáriodoNordeste: [Moroni Torgan lidera] Pesquisa para prefeito

OPovo: TCU aponta irregularidades em obra da refinaria

CorreiodaBahia: Mulher de Cachoeira chantageou juiz com dossiê de revista

DiáriodePernambuco: [Máfia do Botox] A lista dos médicos envolvidos

JornaldoComércio:  Redação do Enem às claras

TribunadoNorte: Ministério Público investiga gastos com festas juninas

JornaldaParaíba: Motorista acusado do acidente com Shaolin depõe hoje

segunda-feira, 30 de julho de 2012

Na casa de Seu Antônio Mangueira é tudo artista gaiato! Marcos Diniz conta uma estória ouvida de Aldeir Mangueira.

Candeeristas e Candeeirados,

Essa estória do humor da nossa BOA TERRA, quem me contou não foi Dodô Mangueira, mas tem o corpo e a teoria discursiva da gaiatice dos Irmãos Mangueira.

Seu Antônio Mangueira e sua ilustre família

No causo presente, a sistemática de ambiguidades lexicais, sintáticas e fonológicas (eita minha Nossa Senhora Auxiliadora, falei igual a Dona Auxi Mangueira, quando esteve professora e diretora de escola, também uma do clã de seu Toin Mangueira), é do meu amigo dos tempos de república estudantil em Campina Grande, ALDEIR MANGUEIRA.

Me foi contado de uma volta de fim de semana de Cajazeiras para Campina, ao passarmos por um Posto Fiscal da Fazenda como fato verdadeiro e não lêndia como costuma dizer o Candeerista-mor.

Pois bem. Ainda nos tempos que fiscal da fazenda era chamado GUARDA-FISCAL, um eficiente fiscalizador da coletoria de Cajazeiras, que se encontrava de serviço no Posto Fiscal Nilson Lopes, no decorrer de suas demandas de rotina, interceptou um caminhão oriundo do vizinho estado do Ceará, com um carregamento de gado com destino a abate no matadouro municipal.

Antigo Posto Fiscal Nilson Lopes

Aplicada a fiscalização, os trâmites legais cumpridos, caminhão e carga liberados, passou o dito cujo a anotar a fiscalização efetuada no relatório:

"Uma carrada de boi vindo do Ceará para Carrazera, pertencente a ....."

Um colega de trabalho mais letrado que se encontrava no mesmo plantão, vendo as incoerências gramaticais buscando ajudar e elevar o nível da classe, falou:

"-Fulano, fica melhor para os homens lá de João Pessoa entenderem se escrever, " Uma carga de bovinos, originária do Ceará, etc, etc, etc..."

Lição assimilada, anotação refeita um agradecimento sincero e a vida continuou.

Dias depois, o mesmo agente, encontrando-se em outro plantão no posto dos Remédios, deparou-se com novo carregamento de gado, desta vez saindo de Cajazeiras para o Ceará. Não teve dúvidas, lavrou o relatório com o novo aprendizado gramatical:

"UMA CARGA DE BOI INO, PARA O CEARÁ"

Dijones de Eudes Cartaxo escreve sobre a certeza da incerteza no futebol.

CERTEZA ABSOLUTA, FUTEBOL NÃO TEM CERTEZA.
Por John Cartaxo

O futebol é o esporte de maior prestígio, conhecido e difundido em todo o mundo, capaz de mobilizar um quarto da população mundial. Todo torcedor é um técnico em potencial, pensa que entende de futebol melhor que o técnico do seu time. Quem nunca xingou o técnico do seu time, dizendo que ele substituiu erradamente, não sabe escalar... Quem nunca gritou diante da TV, pedindo para o time atacar pela esquerda, aproveitando a avenida deixada pelo lateral do time adversário?... ou é daquele que defende veementemente a tese de que “não se bole em time que está vencendo”...

Lembram-se do personagem Zé Galera? “Bota ponta, Telê!” 

É, mas futebol é uma caixa de surpresa. O futebol imita a vida, é igualzinho. Há tempo de alegria, tempo de sofrer, de surpresas, de decepções, de tristezas, bons e maus momentos, amizades e ensinamentos.

O futebol não somente imita, mas enriquece e a complementa, superando barreiras de toda sorte. É válvula de escape para a neutralização ou adiamento de choques e conflitos de todo tipo, constituindo-se como fator de estabilidade social.

O povo brasileiro está no topo do ranking das populações que mais transam, isto porque basicamente a extravasa por meio do sexo, carnaval e futebol. Tanto o futebol como o sexo, são válvulas de escapes, analgésicos disponíveis em cada esquina para aliviar as tensões e as angústias do dia a dia.

Demais disso, o interessante do futebol é que ele serve de suporte, para interromper um silêncio constrangedor, para iniciar papo ou se enturmar com pessoas desconhecidas e para a prática desse esporte são necessários apenas quatro pontos de referência, uma bola e na falta dela, um limão ou lata de refrigerante ou cerveja, bola de meia e dois cocos que alinhados, servem de trave e o meio fio de tabela. Basta uma bola e os limites são imaginários.

Quem como nós foi criado em pequenas cidades, conhece a delícia da liberdade de sair por ai sem destino, sem preocupação com a violência, para jogar bola nas pontas de rua, praças, patamares das igrejas e terrenos baldios. E as bolas jogadas na casa do vizinho fdp, que furava a bola? Como dizia Albert Camus “...o essencial para mim era jogar futebol: a bola era minha paixão e eu sapateava de impaciência..."

O futebol apaixona, empolga e contagia todos, podendo ser praticado por qualquer um, desde o baixinho, o gordinho, o torto, o feio e o bonito, o que nos remete à ideologia da democracia.

O futebol enquanto espetáculo desportivo de massa por excelência carrega em si o encanto da incerteza e da imprevisibilidade. Não saber previamente o resultado de uma partida de futebol é algo que confere a beleza e a magia desse esporte. O imprevisto é marcante, com possibilidades e alternativas para que um time muito inferior a outro, venha obter uma vitória, o que parecia improvável... mesmo praticando um futebol pior do que o adversário.

Mas o que atrai, emociona e apaixona no futebol?

Para Armando Nogueira, botafoguense e poeta da bola, que nos brindou com as mais belas definições sobre o futebol brasileiro, diz que: 

“o passe, mais que o gol, encerra uma virtude notável: o sentimento de participação. Ainda assim, vejo o passe e o gol como realizações cerebrais.

O drible é criação medular. Os dois primeiros podem ser frutos de um exercício ou de uma obstinação. O passe, tal como o gol, é uma questão de capacidade — e capacidade é um bem que se conquista.

O drible, ao contrário, é a faculdade, e faculdade vem de outro mundo. É mistério. É dom. O drible é arte, acontece”.

Entretanto, não podemos deixar de lado a sua imprevisibilidade, a incerteza do resultado de um jogo. Nele, quem teme ser vencido não entra em campo, não há vencido antes do tempo, ninguém morre de véspera, feito peru. O jogo é jogado e só acaba quando termina.

Não adianta mandinga, reza forte, galinha em encruzilhada, para direcionar o que acontece dentro das quatro linhas. Se essas coisas tivessem influências na partida, os times de futebol de Codó, no Maranhão, não conheciam o que era derrota.

Enfim, a única certeza que há no futebol, é que nele não há certezas. Tudo é incerto! Este aspecto do imponderável, da incerteza e da imprevisibilidade, é que dão beleza ao futebol.

Pois é, esperamos com todo encanto a Copa de 2014, que a nossa seleção não nos faça perder o encanto e que a carruagem não venha virar abóbora, como em 1950.

JOHN CARTAXO especial para o Sete Candeeiros Cajá

Bartô Galeno, na AABB, em Cajazeiras. Grande festa do Brega Brasileiro!

Em maio, passei pela AABB, em Cajazeiras. Encontrei Christiano Moura com cara de "o que é que estou fazendo aqui?"

Lembrei que ele e sua Tatiana

E os amigos, Ivônia e Cláudio

Estavam no show do Bartô Galeno. E pose especial para o Sete Candeeiros Cajá

 Maria Tereza estava lá em mesa animada

Cheia de amigas



Mendonça, para não sair da dieta, gosta de dançar de madrugada


Meu amigo, Zé Paulo, dava as honras no show de Bartô Galeno e Bartozinho

Zé Paulo teve intensa participação no show dos amigos

A galera estava empolgada. E Arnaldo Lima se animou todinho!

Meu amigo, Riba, fez o som

Bartô Galeno, Zé Paulo e Bartôzinho em foto especial para o Sete Candeeiros Cajá

David Cooperfield uma ova! Mágica é isto aí!

Enviada por Ari Evandro

Crescimento responsável evita problemão, no futuro!

A nova Cajazeiras (2)
Francisco Frassales Cartaxo

Volto a falar do crescimento urbano de Cajazeiras, agora para reforçar o que afirmei, semana passada, acerca da velocidade da ocupação do solo, graças a extraordinária proliferação de loteamentos, a construção de casas e edifícios. É espantoso verificar a rápida incorporação à cidade de propriedades rurais, como o sítio Serraria dos saudosos irmãos João e Moisés Braga, hoje com boa parcela das terras transformada em ruas. Estima-se que existem em Cajazeiras atualmente mais de 9.000 lotes distribuídos em cerca de 20 loteamentos. Na zona norte acha-se quase metade dos lotes, incluindo os do loteamento situado além do campus da UFCG, lançado este mês pelo ex-prefeito Zerinho

A zona sul, por sua vez, concentra o maior número de casas em construções nas duas margens da BR 230. Ali existe um enorme empreendimento imobiliário de quase 3.000 lotes, parte dos quais com dezenas residências já em fase final de acabamento, onde até pouco tempo as terras eram ocupadas no inverno com lavouras de milho e feijão. Na saída para Sousa, outros tantos loteamentos oferecem oportunidades de investimento, aquém e além do riacho Curicaca, que já avançam até a Fazenda Bagaceira, cuja casa grande fora outrora refúgio eventual para descanso do empresário Clóvis Rolim, em suas raras vindas de Fortaleza.

Como arranjar pedreiro para tantas obras? Convoca-se o “meia colher”, me disseram dois engenheiros do ramo da construção civil. O “meia colher” é o servente, ajudante ou auxiliar de pedreiro que, bem ou mal, já está familiarizado com a profissão, pois se encarrega de preparar a massa, dar o traço, manejando o instrumento de trabalho do mestre de obra, a colher de pedreiro. São eles, os “meia colher”, que estão resolvendo um dos problemas causados pela explosão imobiliária: a falta de mão de obra especializada. Ora, o aproveitamento do “meia colher” como pedreiro exige o mínimo de tempo, a um custo ínfimo para o setor, mas para ele representa mudança de status profissional, ao propiciar-lhe ascensão no nível de renda e na escala social. Não tem sido, portanto, muito difícil arregimentar trabalhadores para a construção civil. 

Difícil, quase impossível, no entanto, é o poder público municipal assumir seu papel de zelar pela expansão decente da cidade, evitando os transtornos e vícios urbanos que predominam atualmente, que fazem de Cajazeiras uma cidade próxima ao caos urbano, embora sua população, segundo o IBGE, não chegue a 60.000 habitantes. Difícil, quase impossível, é a sociedade cajazeirense acordar para a tarefa de, pelo menos, saber como está sendo definido o seu futuro. Saber como estão sendo estruturados os novos loteamentos, a largura de ruas e calçadas, se estão prevendo as reservas de espaços públicos de mobilidade e lazer, de áreas para praças, parques ou até mesmo para atividades comerciais. E se estão cuidando da preservação de cursos naturais de drenagem de águas pluviais. Vi com meus próprios olhos áreas com essas características serem aterrados para dar lugar a novas edificações, ao arrepio do Código de Obras

Diante dessa preocupante realidade e da frustrada tentativa de ordenamento do caos urbano, iniciada e logo interrompida no curto governo Léo Abreu, tenho fortes dúvidas quanto à qualidade de vida na nova Cajazeiras. As perspectivas são sombrias. E pior ainda, temas como este passam longe da agenda dos candidatos a prefeito e vereador, sob o olhar indiferente da sociedade. Uma lástima para uma cidade que busca afirmar-se com centro regional de ensino universitário.

Enquanto isto... em Cajazeiras, Marcos Diniz aposta em candidatura nova e plataforma revolucionária!


Triste de ver!






As biografias, como os filmes, também podem ter trilhas sonoras. Em 2007, num discurso palaciano, Lula escolheu a sua música. Evocou Raul Seixas: “…Eu prefiro ser considerado uma metamorfose ambulante, ou seja, estar mudando na medida em que as coisas mudam.”

No caso do mensalão, Lula metamorfoseou-se três vezes. Logo que o escândalo estourou, em 2005, jurou que “não sabia” do que se passava ao seu redor. Chegou mesmo a pedir “desculpas” depois que um depoimento de Duda Mendonça acomodou a contabilidade de sua campanha de 2002 na zona de suspeição.

Dizendo-se “traído”, Lula declarou o seguinte: “Não tenho nenhuma vergonha de dizer ao povo brasileiro que nós temos que pedir desculpas. O PT tem que pedir desculpas. O governo, onde errou, tem que pedir desculpas. Porque o povo brasileiro [...] não pode, em momento algum, estar satisfeito com a situação que o nosso país está vivendo.”

O que esse primeiro Lula disse, com outras palavras, foi que os 52.788.428 de votos que o haviam enviado à Presidência da República deveriam enxergá-lo como um bobo, não como um cúmplice. Em nenhuma das duas condições a metamorfose ambulante era o político que seus eleitores supunham.

Esse Lula atoleimado não fazia jus nem mesmo à imagem que ele fizera de si mesmo num depoimento à repórter Denise Paraná, autora do livro “Lula, o Filho do Brasil”. Lançada em dezembro de 2002, nas pegadas do triunfo eleitoral, a obra traz na página 147 uma definição de Lula por Lula:

“… Se eu não tivesse algumas [qualidades pessoais] não teria chegado aonde cheguei. Eu não sou bobo. Acho que cheguei aonde cheguei pela fidelidade aos propósitos que não são meus, são de centenas, milhares de pessoas.”

Com o passar do tempo, a fervura do caldeirão mensaleiro foi diminuindo. Em 2006, candidato à reeleição, Lula já se sentia à vontade para adotar a retórica da fábula. “Esse negócio de mensalão me cheira a um pouco de folclore dentro do Congresso Nacional”, declarou.

Nessa fase, a lenda ganhou a forma de uma denúncia. Redigiu-a o então procurador-geral da República Antônio Fernando de Souza. Servindo-se das evidências colecionadas pela Polícia Federal, o chefe do Ministério Público esquadrinhou a quadrilha, individualizou as culpas e apontou o chefe: José Dirceu.

Quer dizer: em sua segunda versão, a metamorfose informou à platéia que o procurador-geral que nomeara e reconduzira ao cargo não passava de um Esopo pós-moderno. Pior: acusou a Polícia Federal do seu próprio governo de fornecer matéria prima para a fábula do procurador-geral.

No segundo reinado, a ousadia da metamorfose aumentou na proporção direta do crescimento de sua popularidade. Em maio de 2010, quando carregava a candidatura presidencial de Dilma Rousseff, Lula referiu-se ao escândalo assim: “Na verdade, era um momento em que tentaram dar um golpe neste país.

Em dezembro do mesmo ano, quando já se preparava para passar o bastão à sucessora, essa terceira versão da metamorfose recebeu o “chefe da quadrilha” para um café no Alvorada. José Dirceu deixou o palácio dizendo que, fora da Presidência, Lula se dedicaria a desmontar “a farsa do mensalão.”

Com a tese do “golpe”, além de ilógico, Lula soou ingrato. Cinco anos antes, quando a lama tocava-lhe o bico do sapato e o vocábulo impeachment era pronunciado sem cerimônias, o pseudopresidente mandara Dirceu ao olho da rua e despachara três ministros de sua confiança para conter os ânimos da oposição.

Márcio Thomaz Bastos, foi ao apartamento de Fernando Henrique Cardoso. Ciro Gomes voou ao encontro de Aécio Neves. Antonio Palocci reuniu-se com a nata da plutocracia e com amigos tucanos. Em poucos dias, sob a voz de comando de FHC, o tucanato desembarcou da tese do impeachment, esvaziando-a.

Com seu vaivém, Lula compromete no mensalão o bom verbete que seu desempenho no governo lhe assegurou na enciclopédia. Falta-lhe algo essencial a um político digno de respeito: nexo. Primeiro pede “perdão”. Depois injeta saci-pererê na retórica. Por último, fala de “golpe” e confraterniza-se com o “traidor” que demitira.

Para emoldurar o quadro, Lula ainda se permitiu conspirar pelo adiamento do veredicto do Supremo. Numa mal explicada conversa, ocorrida no mês passado, tratou da “inconveniência” do julgamento em fase eleitoral com um ex-presidente do STF e um magistrado no pleno exercício das funções.

De bobo, Lula migrou para a condição de borboleta vadia. Protagoniza uma inusitada volta ao casulo, túmulo da lagarta. Num processo que fulmina a pouca esperança de regeneração de métodos, posiciona-se em cena como um realista que, obrigado a lidar com uma classe política viciada, exorbitou nos meios apenas para atingir fins nobres.

A metamorfose faria melhor se prestigiasse o procurador que nomeou, a polícia que comandou e o STF para o qual enviou oito ministros, dois quais seis integram a composição atual da Corte. Entre eles o relator Joaquim Barbosa e o presidente Ayres Britto. Do contrário, a platéia fica autorizada a perguntar: se os ideais do velha libélula do sindicalismo do ABC conduzem à absolvição do cangaço, de onde virá a salvação?

As manchetes de jornais brasileiros nesta segunda-feira.


GloboUm julgamento para a história – ‘Há provas para condenar os réus do mensalão’

JornaldoBrasil: Ataque em Aleppo é "prego no caixão" de Assad, dizem os EUA

Extra: [Flamengo] Que fase!

O Dia: Mais escolas com PMs

EstadãoImportação de gasolina cresce 300% em 5 meses

FolhaLegislativos estaduais escondem seus salários

ValorEconômico: Votorantim lança projeto de US$ 3,3 bilhões no Pará

ZeroHora Planalto muda a tática para reativar economia

Estado de MinasÁgua em troca de voto

CorreioBrazilienseRéus do mensalão negam formação de quadrilha

DiáriodoNordeste: Bando aterroriza banhistas em arrastão na praia

OPovo: [Debate] Saúde pública domina confronto entre candidatos

CorreiodaBahia: [Seleção Brasileira de Futebol] Show da virada

DiáriodePernambuco: Eles por elas

JornaldoComércio:  Brasil se garante no futebol

TribunadoNorte: Gratificação polêmica garante bons salários no Poder Judiciário

JornaldaParaíba: Fantástico da Globo revela corrupção em prefeituras na Paraíba

domingo, 29 de julho de 2012

Vampiros meia-tigela! Marcos Diniz tá dizendo que os dentuços estão levando muito é chifre!


Candeeiristas e Candeeirados,

Não existem mais NOSFERATUS como de antigamente e, nem aqueles DRÁCULAS tipo Christophe Lee,  que nós os meninos da Boa Terra Cajazeiras dos anos 60, ficávamos babando prá ver nos filmes censura 18 anos no velho Cine Eden.

Já era os morcegões que sugavam carótidas de mocinhas indefesa à torto e a direito que só morriam com estaca grossa de pau-ferro bem enterrada no peito.

Vampiro novo e corno!

Esses New-Vampiros-Pop-3D, não tem gás p!rá chupar nada. Fazem abstinência de "carne" sem estar na Semana Santa, que é para a amada continuar pura.


Taí o resultado. Agora a classe, além das presas grandes tem chifres grandesApareceu outro tipo de predador que acabou encoxando a pretendida do Crepúsculo!

Sou mais o velho Bento Carneiro, o vampiro brasileiro, com sua única presa careada, que jamais passaria por um constrangimento desses.

mARCOS dINIZ

Em termos de música clássica, Aída, Marcha Triunfal, de Verdi, é das preferidas. Incrível!