quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Luiz Lira, cajazeirense que reside em Salvador, formou o filho, André, em medicina, e Dolores Lira, a irmã, foi conferir a alegria de toda família.

Lira, Dolores e o irmão, Luiz Lira, em Salvador

Entre os dias 5 e 7 de janeiro deste ano, Dolores Lira, a nossa Dolores do Cartório, foi para Salvador cumprir um prazeiroso compromisso social: participar dos eventos comemorativos da formatura de André Luiz, filho do seu irmão, Luiz Lira, um cajazeirense apaixonado pelas coisas de nossa terra. E, em boa companhia, Dolores curtiu grandes momentos entre familiares e amigos.

Dolores e o irmão, Luiz Lira

Lira, Dolores, Kennya e Fábio

O casal Luiz Lira e Delma recepcionou os cajazeirenses em Salvador

3 comentários:

Eliane disse...

Não resisti ao comentário sobre Borracha, quando vi sua foto estampada. Como eu apreciava àquele sabor suave do molho, que envolvia as verduras do seu famoso cachorro quente, ah! Como é bom ter essa memória, principalmente quando ela chega vez por outra, e arrasta do nosso “arquivo”, sabores e cheiros, como é o caso aqui.
Borracha, seu cachorro foi o melhor que já provei, e à época, ficava pensando: Se eu tivesse mais dinheiro, comeria mais uns três.

Eliane Silva

Anônimo disse...

Eita! Grande Borracha!
O melhor cachorro quente dos anos 70/80. Instalado na esquina da Rua Padre Rolim com a Travessa Francisco Bezerra, sobre a calçada da FAFIC, bem em frente ao portão da antiga Ação Católica.
Tem razão Eliane!. Parece que a fome é maior quando a gente tá liso. Já nos dias que se tem mais trocado no bolso isso não acontece. Havia dia que - se pudesse - teria comido uns 10 cachorros daqueles. E olhe que o cheiro dos bichos parecia aguçar a fome dos lisos em seu redor.
E aquele plástico amarelo em forma de cone afunilado e aquela lamparina no fundo da chapa!!!
Toda essa indumentária fazia o cachorro de Borracha um produto ímpar.
Desse negócio de ter vontade de comer até encher o bucho, veio-me agora à lembrança uma ´parada´já vivenciada aqui, nestas bandas do leão do norte.
Seguia (eu então, na boquinha da noite, quando as tripas pedem uma sopinha e, pelo menos, uma banda de pão) a caminho da UNICAP quando - morto de fome - passava, como todas as noites, na frente de um caldo de cana que tem (pra quem conhece esse pedaço do Recife)naquele "arredó".
Pois bem, liso como sempre, joguei uma pro caba da barraca: - meu véi, tou com uma fome de lascar, mas tou liso. Posso comer até enjoar? Também só quero se for assim: até encher o bucho. O cabo confiou, até porque já era freguês. Só que freguês de no máximo "dois caldo" + dois "pão-doce". E aí o cabo liberou geral. Bebei caldo e comi pão até num querer mais. Saí meio zarolho mas ainda deu pra dizer ao meu credor: - muito obrigado!, até amanhã! quando pagaria a conta.
Minha senhora,... pra encurtar esta aventura, nem cheguei direito à faculdade e já estava vendo os carros se bolindo além da conta e o prédio do bloco "A" mais parecia um catavento.
Resumo da ópera: vomitei que só um condenado (na porta da antiga biblioteca), de sorte que, ainda hoje, quando passo por ali, fico meio tonto e sinto o prédio girar.
Opa, mas paguei a conta, viu!
Parabéns Borracha!
Erivaldo - matuto do Cacaré

profdigitais disse...

Aproveitamos o espaço para agradecer de coração a maravilhosa acolhida proporcionada pelo casal e seus filhos em Salvador. Foi uma festa grandiosa rodeada de gente bonita e educada. Querido Luiz, até a próxima!!!
Fábio e Kennya Vasques