terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Creedence. Para Rogério Ricarte, Marcos Diniz, Galdino Vilante e Orlando Feitosa.

Não tem problema. Dá-se um jeito!

Enviada por Vilzimar Rolim

Show de Glauco Meireles, na Estação Ciência, no Cabo Branco, em João Pessoa. Vejam as principais imagens.

SHOW DE GLAUCO MEIRELES PARA O BLOG SETE CANDEEIROS.

Dirceu

O nosso Show teve uma média de 02 horas de duração e aconteceu com a presença de um público amistoso e bastante participativo. Ainda nesse primeiro semestre acontecerá no mesmo local (Estação Ciência), o lançamento oficial do novo CD intitulado "Descobrindo-me", onde se espera um público ainda maior e uma festa ainda mais marcante e de qualidade indiscutível.

A data ainda será definida e divulgada inicialmente através do site (http://www.glaucomeireles.com/).

Por fim, meu amigo Dirceu, obrigado pelo apoio e atenção que tem me dado e ao espaço no seu blog.

Grande abraço e até breve com mais novidades,

Glauco Meireles.

Glauco cumprimenta os seus convidados para o show e agradece pela presença de todos, que testemunham a sua luta para consolidar a carreira de artista da música

  


  Com Max Nawar, na percussão, e Mauro Correia, no baixo elétrico, o show deslanchou e mereceu grandes aplausos!


Isto já virou 'bullying' contra meus amigos flamenguistas. Sacanagem da porra!

Enviada por Eriston Cartaxo

Visões distintas. Snoopie vê o céu e nuvens. E Charlie?

Enviada por Eduardo Araújo

Eu já sabia! As mulheres candeeiristas vão logo dizendo: "- desce, desce, deix'eu estacionar!"

Estudo: mulheres estacionam carro melhor que homens

Globo.com


Então era mito???

Uma pesquisa encomendada pela rede de estacionamentos NCP, do Reino Unido, chegou à conclusão de que mulheres são melhores que homens ao estacionar o carro!

De acordo com a pesquisa, elas podem até demorar mais na manobra, mas conseguem deixar o carro mais centralizado na vaga. As mulheres também têm melhor desempenho para encontrar espaços e alinhar o veículo antes de iniciar a manobra.

O estudo analisou 2.500 motoristas em 700 estacionamentos no Reino Unido.
Sete fatores foram avaliados, entre eles: velocidade na hora de encontrar um espaço apropriado para estacionar, velocidade nas manobras, a habilidade de entrar no espaço com o carro em marcha a ré ou de frente.

Classificação média final: ELAS - 13,4 pontos / ELES - 12,3 pontos.

CNJ procura equipamentos doados aos Tribunais de Justiça. A constatação é de sumiço ou inutilização injustificados.

Josias de Souza

O Conselho Nacional de Justiça decidiu suspender as doações de novos equipamentos de informática aos tribunais de Justiça de quatro Estados: Paraíba, Tocantins, Rio Grande do Norte e Goiás.

Auditoria realizada pela Secretaria de Controle Interno do CNJ verificou que parte do material, doado a pretexto de modernizar o funcionamento da Justiça, sumiu.

Desapareceram 5.426 equipamentos. Coisas como computadores de mesa, laptops e impressoras. Custaram R$ 6,4 milhões. Outras 3.627 peças, adquiridas por R$ 2,3 milhões, permanecem ociosas.

No total, foram comprados 58 mil equipamentos de informática. Gastaram-se R$ 92 milhões. Dinheiro da Viúva. A iniciativa revelou-se defeituosa já na primeira auditoria.

Ficou entendido que, antes da informatização, alguns dos tribunais de Justiça precisam resolver uma debilidade mais urgente: o sistema de controle do próprio patrimônio.

Diante do descalabro, o Comitê de Informatização do Poder Judiciário, órgão do CNJ, recomendou a interrupção do envio de novos equipamentos para os tribunais que “não mostraram cuidado com o patrimônio recebido.” Brasillllll!

Agora, lascou de vez! Virou moda, foi??!!

Mais uma vez: empresário de Cajazeiras é assaltado a mão armada; ladrões levaram cerca de R$ 100 mil
 
O empresário estava na companhia de uma funcionária, saindo para o banco, na Avenida Juvêncio Carneiro, quando se aproximaram dois homens de moto.
 
Mais uma vez: Empresário de Cajazeiras é assaltado a mão armada; Ladrões levaram cerca de R$ 100 mil
Raimundo é assaltado pela 16ª vez em CZ

Mais um assalto a mão armada foi registrado na tarde desta segunda-feira (30), no centro de Cajazeiras. Na sexta-feira (27), a vítima foi o empresário da Leia Livraria, o professor Rusbimar Galvão, que teve um prejuízo de R$ 27 mil. Desta vez a vítima foi o proprietário do Multibank (Pague Fácil), Raimundo Dantas, mais conhecido por Raimundo da Farmácia.

De acordo com informações chegadas a nossa reportagem, o empresário estava na companhia de uma funcionária, saindo para o banco, na Avenida Juvêncio carneiro, quando se aproximaram dois homens de moto, armados de pistola e tomaram do empresário um malote com cerca de R$ 100 mil.

A Polícia Militar foi acionada e identificou através das câmeras de segurança os autores do crime, sendo realizadas diligêncis com o objetivo de prendê-los.

Raimundo é assaltado pela 16º em Cajazeiras. Este foi o primeiro assalto do ano ao empresário.

DIÁRIO DO SERTÃO

Um paraibano poderá ser o próximo ministro de Dilma!




Prestes a transformar Mário Negromonte no nono ex-ministro do seu governo, Dilma Rousseff enfrenta um drama inusitado. Decidiu manter a pasta das Cidades sob os domínios do PP. O partido reivindica a nomeação de um deputado. E a presidente se pergunta: quem?

Afora Negromonte, momentaneamente licenciado da Câmara, o PP dispõe de uma bancada de 37 deputados federais. Dilma olha para o quadro e não enxerga um mísero nome que seja do seu gosto. Convive com o receio de trocar seis por meia dúzia.

Se dependesse da presidente, o substituto de Negromonte seria o pepê Márcio Fortes. Atual presidente da APO, a Autoridade Pública Olímpica, Fortes comandou as Cidades sob Lula. Teria sido reconduzido por Dilma. Mas a bancada do PP sonegou-lhe apoio.

Ex-líder do partido na Câmara, Negromonte também perdeu o chão que a bancada lhe fornecera em janeiro de 2011, quando de sua nomeação. Os deputados insinuaram uma preferência por Márcio Reinaldo (MG), versado nas manhas do Orçamento. Dilma refugou.



Foi ao primeiro lugar da fila de predileções da bancada o paraibano Aguinaldo Ribeiro (na foto, acima), atual líder do PP. Jeitoso, ele achegou-se a dos ministros petês Gilberto Carvalho (Secretaria-Geral) e Ideli Salvatti (Coordenação Política). Dilma, porém, nem o conhece.

Nesta segunda (30), o candidato a ministro Aguinaldo acompanhava as notícias sobre a queda iminente de Negromonte às voltas com os problemas ocasionados por outro tombo. A mãe do deputado caiu em João Pessoa. E ele decidiu buscar Socorro médico em São Paulo.

Simultaneamente, Negromonte aproximava-se do chão na Bahia. Submetido a constrangimentos numa solenidade em Camaçari, o quase-ex-auxiliar de Dilma colocou o cargo à disposição numa conversa com a future-ex-chefe.

Na véspera, Negromonte, que já não dispunha do apoio partidário, perdeu o último liame que o ligava à Esplanada. O governador petê Jaques Wagner retirou-lhe o suporte. Abandonado por gregos e baianos, Negromonte viu-se compelido a entregar os pontos.

Em entrevista recente, concedida ao repórter Gerson Camarotti, Negromonte saíra-se com uma metáfora demasiado sólida. Declarara-se “mais firme do que as pirâmides do Egito”. Cuidara, porém, de abrir uma fenda na tumba: “Se estou numa festa, e está todo mundo de cara feia pra mim, vou embora.”

Mal comparando, Negromonte virou uma espécie de Hitchcock de Lifeboat. Alfred Hitchcock, como se sabe, tinha a mania de aparecer nos seus filmes. Nessa fita, que se passa toda dentro de um bote salva-vidas, o diretor aparece de modo inusual.

Surge nas páginas de um jornal lido por um dos sobreviventes. O rosto de Hithcock é o “antes” e o “depois” de um anúncio de regime de emagrecimento. Personagem de um noticiário que fugiu ao seu controle, um Negromonte lipoaspirado pelos fatos virou o “depois” de um anúncio planejado à sua revelia.

Negromonte demorou a se dar por achado. Afora as caretas, Dilma teve de providenciar dois empurrões. Na semana passada, foi ao olho da rua o chefe de gabinete da “pirâmide”, Cássio Peixoto. Nesta segunda, o Planalto mandou ao meio-fio João Ubaldo Coelho Dantas, o ‘egípcio’ que chefiava a assessoria parlamentar do pseudofaraó.

Iniciada na noite passada, a viagem de Dilma a Cuba e ao Haiti encerra-se na quarta-feira (1o). Espera-se que anuncie o nome do novo ministro antes do final de semana. Resta saber se encontrará em quatro dias o que não foi capaz de encontrar em um ano.

As manchetes de jornais brasileiros, nesta terça.

 
- Globo: Dilma já procura substituto para ministro das Cidades

- JornaldoBrasil: Planta original de prédio que desabou previa só 15 andares

- O Dia: Atores 'voavam' em musical sem autorização de engenheiro

- Extra: Calcinhas pela cura de Wando

- Folha: Litoral lidera ranking de homicídios em SP

- Estadão: Ministro das Cidades será o 9º a cair no governo Dilma

- Valor Econômico: STF e Congresso trazem risco de R$ 320 bi à União

- CorreioBraziliense: Servidores provocam guerra entre poderes

- Estado de Minas: Quedas de muros de arrimo dobra em Belo Horizonte

- Jornal do Commercio: Táxi em Recife fica mais caro 8,53%

- Zero Hora: Burocracia volta a adiar obra no Salgado Filho

- CorreiodaBahia: Iemanjá sem trios

- TribunadaBahia: Burocracia entrava livre iniciativa

- DiáriodoNordeste: Imóveis em Fortaleza já são alugados para a Copa

- O Povo: Luiziane diz que, se aliança acabar, Pimentel é opção

- DiáriodePernambuco: O inferno de Severino

- CorreiodaParaíba: PMJP lança concurso com 250 vagas da Guarda

- JornaldaParaíba: PB é campeã em sumiço de bens doados pelo CNJ

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Notícia boa: Santino de Zezin Lacerda deixou a UTI e está em recuperação em apartamento. Bom sinal! E, se Deus quiser, vai se recuperar, totalmente!

Deu na Coluna do Cláudio Humberto: filme Os Penetras! Só no céu já tem um bocado de artista!


Luz, câmera!
O deputado e ator Stephan Nercessian (PPS-RJ) aproveitou o recesso parlamentar para gravar cenas do novo filme de Andrucha Waddington, “Os penetras”.

A comédia estreia em outubro nas telas brasileiras.

Nenen de Eudes Cartaxo reflete, com precisão, sobre a grandeza de Cajazeiras e o que se impõe para o seu futuro.

 
Vamos pensar uma Cajazeiras Grande

Tive uma grata surpresa, semana passada, quando escutei da boca de um ‘cajazeirado’, ausente da região há quase 20 anos: “estive em Cajazeiras e fiquei surpreso com o crescimento da cidade. Pode-se dizer que Cajazeiras hoje é uma cidade grande. Circulei de carro por várias cidades da região, mas encontrei em Cajazeiras adjetivos proporcionalmente superiores.”

Em datas anteriores, esta mesma pessoa havia feito duras críticas à cidade justamente pela estagnação, pela falta de dinamismo, deficiências inerentes a cidades fadadas ao marasmo e ao eterno padecer.

Deu pra tirar deste proveitoso comentário a seguinte conclusão: Cajazeiras não é mais a mesma. Precisa urgentemente de um gestor experimentado, alguém que possua uma visão estratégica capaz de pensar a cidade nos próximo 20 anos. Não houve jeito, a cidade cresceu. Vai precisar de planejamento, de investimento que permita elevar a qualidade de vida da população. Não podemos mais brincar do faz de conta. Os políticos precisam enxergar a existência de Centros de Excelência instalados nos arredores da cidade com quadros gabaritados, dispostos a trabalhar em prol do município. Não podemos mais contar tão somente com auxiliares de cunho meramente político, que ocupam de forma sistemática a administração do município desde a época de Dr. Otacílio Jurema. Estas pessoas precisam ser agraciadas com títulos de honra ao mérito. Não podemos desprezar, nem deixar de reconhecer os seus valores. Entretanto, o momento exige pessoas antenadas com o futuro.


O próximo prefeito precisa conhecer a realidade, analisar os problemas, planejar o que deve ser feito e realizar as obras e serviços dirigidos ao bem-estar dos cidadãos. Estar absolutamente focado no interesse público, na prestação de serviço de qualidade, sem emendas, sem rasuras. Não podemos jamais esquecer aquela época romântica do “Cajazeiras de Amor”. Mas precisamos apimentar o nosso nível de exigência e adotar o Cajazeiras agora! Deixar que as águas superlativas do açude lavem todas as nossas mazelas e consigam transferir o seu nível de grandeza para toda a cidade. Aí, sim, além do açude, teremos uma Cajazeiras igualmente grande.


Neste momento, as siglas partidárias são as ferramentas que menos importa. Importante mesmo é sabermos escolher gestores capacitados, com mãos, toques e vistas direcionadas a projetos estruturais, e não pessoais. Eis chegada a hora de cobrarmos resultados. Não podemos perder o bonde da história.

“Eu sei que vocês vão dizer. Que é tudo mentira que não pode ser...

Que sou movido por interesses políticos, e blá, blá, blá...

Parem!!!

“O meu compromisso, com sinceridade, é fazer meu povo sorrir outra vez. E melhor que isso, só se for verdade, no mais, tanto faz, como tanto fez; Canta! Sempre serás feliz quando cantares, e dentre as coisas pelas quais lutares, o canto puro e simples não esquece, numa prisão, na igreja ou na rua, uma canção tem força de uma prece, não haverá no mundo quem destrua, morre o cantor e o canto permanece.” (Baden Powell)

Eu canto!

Eriston Cartaxo especial para os Setecandeeiros

A equipe do Hemonúcleo de Cajazeiras vai desenvolver campanha para doação de sangue. O carnaval vem aí e aumenta a necessidade de doação para assegurar estoque e salvar vidas.

 
Equipe do Hemonúcleo, em Cajazeiras

O Hemonúcleo de Cajazeiras dá inicio aos preparativos para a campanha de carnaval, intitulada

“NESTE CARNAVAL DOE MAIS QUE ALEGRIA, DOE SANGUE”.

A campanha terá inicio no dia 06/02/2012 e finalizada dia 11/02/2012.

O objetivo é sensibilizar e atrair doadores, mantendo assim um bom estoque de sangue no mês de fevereiro, em que a procura é bem maior que a oferta.

Desta forma, a equipe do Hemonúcleo pretende realçar a importância da doação, conscientizando a população a exercer este sublime ato de cidadania.

Serão distribuídas camisas com o slogan da campanha aos cem primeiros doadores e teremos durante essa semana de campanha um lanche diferenciado.

Vivianne Galvão

Linduarte Noronha, com o seu 'Aruanda', inovou a estética cinematográfica do Brasil.

Morre o cineasta Linduarte Noronha aos 81 anos em hospital de João Pessoa

Cineasta fez história com o filme “Aruanda”, considerado o precursor do Cinema Novo

 
Linduarte Noronha, precursor do Cinema Novo (Crédito: Web)

O cinema está de luto! Morreu na madrugada desta segunda-feira, 30, o cineasta Linduarte Noronha, de 81 anos. Ele estava internado há mais de uma semana na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Memorial São Francisco, em João Pessoa. Ele não resistiu a uma parada respiratória, agravada pós uma pneumonia.

Linduarte Noronha nasceu em Ferreiros (PE), mas constituiu a sua carreira na Paraíba. Sua obra mais célebre é o documentário de curta-metragem “Aruanda”, de 1960, que teve grandes repercussões estéticas para o cinema brasileiro, sendo considerado precursor do Cinema Novo, inclusive por Glauber Rocha, seu representante mais expressivo.

O velório acontece no Cemitério Parque das Acácias a partir das 11h e o sepultamento no mesmo local, está previsto para às 18h.

O cineasta ainda foi repórter, crítico de cinema e professor do curso de Comunicação Social da Universidade federal da Paraíba (UFPB).

ARUANDA

Aruanda” está para o moderno cinema brasileiro como “A Bagaceira” do também paraibano José Américo de Almeida está para nosso modernismo literário. O Nordeste, sua realidade, seus mitos, texturas, asperezas, locações e personagens, abria passagem – em 1960 como em 1928, nos filmes como nos livros.

Aruanda”, conforme ensinou Noronha, quer dizer “terra de promissão”. O filme trata da fundação de um quilombo de escravos fugidos na Serra do Talhado, no município de Santa Luzia, e revisita a região, quase um século depois, flagrando uma família camponesa que subsiste de algodão, plantado pelos homens, e cerâmica, obra das mulheres.

“Aruanda” originou ainda toda uma escola de documentários na Paraíba, a partir principalmente de companheiros de equipe de Noronha: Vladimir Carvalho, João Ramiro Mello, Rucker Vieira.
Da Redação
WSCOM Online

Vocês ficam 'curtindo' com esse negócio das jumentas do Cacaré...Depois, quem não gosta nada disso é Socorro de Ivan de Dona Cilica. Ela diz que estão brincando com a Várzea da Ema!

Um clássico! Dorival Caymmi. Nem eu. Para Marina Galvão, minha mãe, que me ajudou a gostar da boa música brasileira.

Sem transparência, não dá!

Conselho a Cabral
Por Ricardo Noblat


Sergio Cabral diante da Prefeitura de Paris - e sem as mãos!

Por pouco uma tragédia não surpreende o governador Sérgio Cabral fora do Estado ou do país.

Cabral voou a Paris no dia 19, retornando no dia 24, véspera da queda de três prédios no centro do Rio.

A pergunta que não quer calar: por que Cabral viaja tanto ao exterior? E por que a maioria de suas viagens quase sempre é cercada de mistério?

Não, Cabral não tem o dom de abortar tragédias com a sua simples presença. Dele não se cobraria tamanho prodígio. De resto, manual algum recomenda que o bom governante esteja sempre por perto quando ocorrer uma tragédia. Ou que visite de imediato o local onde ainda há mortos e feridos.

Lula fazia questão de manter distância de desastres de qualquer porte. Não pôs os pés, por exemplo, em São Paulo quando ali se espatifou no dia 17 de julho de 2007 o Airbus A-320 da TAM, matando as 187 pessoas que transportava e mais 12 em solo. Na ocasião, o Comandante da Aeronáutica foi a São Paulo representando Lula.

Eis a questão de fato mais relevante neste momento: em uma democracia, o cidadão tem o direito de saber o que fazem com o seu dinheiro recolhido por meio de impostos. É uma fatia desse dinheiro que paga os frequentes deslocamentos de Cabral e de sua comitiva. Logo, tudo que tenha a ver com o assunto nos interessa. Ou deveria interessar. Se Cabral viaja ou viajou de graça à custa de empresários amigos, isso também importa – e como!

É direito de o cidadão conhecer todos os aspectos do comportamento dos seus governantes para poder avaliá-los e fazer suas escolhas. O homem público não tem vida privada, sinto muito. Se quiser ter que abdique da condição de homem público.

A deputada Clarissa Garotinho (PR) pediu à Assembleia Legislativa do Rio que levantasse todas as informações pertinentes às viagens de Cabral. Queria saber quantas vezes ele viajou desde que se elegeu governador; na companhia de quem; se em voo comercial ou particular; e os custos de cada viagem.

O pedido da deputada foi recusado por Paulo Melo (PMDB), presidente da Assembléia e aliado de Cabral, sob o pretexto de que o assunto é da órbita federal.

Então o deputado Garotinho fez pedido idêntico à Câmara dos Deputados. Rose de Freitas (PMDB-ES), vice-presidente, recusou o pedido. Decretou que o assunto é da órbita estadual. Não é.

Na verdade, quem pode dispor das informações requisitadas por Garotinho filha e pai é a Polícia Federal e a Secretaria de Aviação Civil da presidência da República. À Secretaria se vinculam a Agência Nacional de Aviação Civil e a Infraero, que administra os 66 aeroportos brasileiros.

Garotinho recorreu da decisão de Rose à direção da Câmara, mas perdeu. Apelou à Justiça. Seu apelo, hoje, repousa empoeirado à sombra de alguma toga.

Uma sugestão: por que Cabral não abre espontaneamente a caixa preta de suas viagens para mostrar que nada de podre se esconde ali?

Somente em uma democracia de fachada - ou uma democracia capenga - um governante pode esconder dos governados informações sobre suas viagens ao exterior e a outros Estados.

'Olhaí' a notícia, Zé Antônio! Falta de pão não deve ter sido. Eles recebem adiantado!

Dançarina de Aviões desmaia após show em Salvador


Uma dançarina da banda Aviões do Forró desmaiou após o show da banda no Festival de Verão de Salvador. Raysa Teixeira, 20 anos, passou mal durante a apresentação e na saída do palco desmaiou. Ela saiu da apresentação desacordada e carregada pelos seguranças do grupo.

De acordo com o produtor-executivo da banda, Savyo Maia, o motivo do desmaio foi uma hipoglicemia (falta de glicose no sangue). "A rotina da gente vem muito puxada, talvez ela nem tem se alimentado direito hoje (sábado). Vez por outra uma de nossas dançarinas passa mal", contou.

Raysa ficou cerca de 20 minutos desacordada, enquanto era atendida por uma equipe médica no camarim da banda. Ainda sem apresentar reações, a dançarina foi levada para uma ambulância. Segundo Savyo, durante o atendimento na ambulância, a dançarina acordou. "Ela já acordou. E eu diria que até demais. Agora vai ser atendida na própria ambulância e não será mais levada para um hospital", disse.

O fato chamou a atenção das pessoas que estavam nos bastidores, pois as dançarinas da banda são motivo de atração para o show de Aviões. Durante a apresentação do grupo, que foi a terceira a subir ao palco no último dia do Festival de Verão, o comentário do público masculino era a bela forma física das garotas.

Após o susto, o restante dos integrantes da banda, que estavam super tensos, seguiram para cumprir a agenda. E Raysa ficou em Salvador, onde passará por exames.

Uol

Um caso de estrondoso e merecido sucesso: Oprah Winfrey.

Primeira bilionária negra do mundo, Oprah Winfrey completa 58 anos
Folha de São Paulo

Primeira bilionária negra do mundo, Oprah Winfrey (29.jan.1954, Kosciusko-Mississippi-Estados Unidos) transformou o seu programa, o "The Oprah Winfrey Show", no talk-show de maior audiência da história da televisão.

Nascida em uma família batista, deixou a infância pobre para trás e assumiu corajosamente em 1963 que chegou a ser molestada por seu tio e primos quando tinha 9 anos.

A sinceridade a aproximou ainda mais do público e contribuiu para que se tornasse a mulher mais rica do ramo de entretenimento no mundo durante o século 20, segundo a revista "Forbes".

Ao mesmo tempo, Oprah se tornou uma das maiores filantropas dos Estados Unidos --na África do Sul, mantém uma entidade destinada a dar oportunidades para meninas carentes.

No cinema, a apresentadora participou de "A Cor Púrpura" (1985), que lhe rendeu uma indicação ao Oscar de melhor atriz coadjuvante (naquele ano, Anjelica Huston ficou com a estatueta).

Oprah ainda estrelou "Beloved" (1998) e, como dubladora, emprestou sua voz para personagens de "A Menina e o Porquinho" (2006), "A História de uma Abelha" (2007) e "A Princesa e o Sapo" (2009).

Na vida pessoal, mantém desde 1986 um relacionamento com o empresário Stedman Graham. Engravidou uma vez, aos 14 anos, mas a criança morreu logo após o nascimento.

Em 25 de maio de 2011, após 25 anos, Oprah despediu-se do público com o último e apoteótico programa da série "The Oprah Winfrey Show" para dedicar-se à sua própria rede OWN (The Oprah Winfrey Network).

Altaf Hussain/Reuters
Oprah Winfrey
A apresentadora Oprah Winfrey, que se tornou a primeira bilionária negra do mundo, fez 58 anos neste domingo

A Coluna de Carlos Chagas destaca aspectos da imprensa que nos trazem incômodos.

COISAS QUE INCOMODAM
Por Carlos Chagas

Da novela "Coisas que Incomodam", que apresentamos de quando em quando, em capítulos, sobressaem hoje certas práticas peculiares à mídia moderna. Práticas execráveis, que além de incomodar, irritam.

Tome-se as edições de fim de semana de alguns jornalões. Na manhã de domingo vamos à banca, pedimos o matutino de nossa preferência e, chegando em casa, verificamos que a primeira página é fajuta, no todo ou em parte. Em vez das notícias e das chamadas, encontramos inteiro ou pela metade um encarte anunciando sabe-se lá o quê. A reação da maioria dos leitores é arrancar aquele corpo estranho de um só golpe, amassá-lo e deitá-lo no lixo, mas que ele incomoda, não há que duvidar. Além de contribuir para sujarmos um pouco mais as mãos, no sentido literal, esse expediente faz-nos perder tempo e, na maioria dos casos, contribui para não comprarmos o que vai nele anunciado.

Para ficar na imprensa: aos domingos, compramos também uma revista semanal. Não se discutem sua linha editorial, suas idiossincrasias, suas meias verdades e suas agressões. Nas democracias, liberdade de imprensa significa cada um poder adquirir o veículo que melhor lhe agrade. O incômodo não é esse, mas o de verificarmos que, cada semana mais, some o espaço para material de redação e entra publicidade. Nada contra ela, mas se vamos atrás de resenhas, reportagens, artigos e comentários semanais e encontramos cada vez mais propaganda, sentimo-nos lesados. Em especial quando fica evidente que determinado material apresentado como jornalístico exprime, no fundo, faturamento, ou seja, parcialidade para agradar o cliente, desprezando ou iludindo o leitor.

Irritados com os meios de comunicação tradicionais, vamos para a frente da televisão. Afinal, é domingo. O volume de publicidade chega a assustar, mas, como estamos atrás de notícias, entretenimento e serviços, aguentamos firme. Só que ninguém suporta, a cada intervalo na programação, ter de acionar as teclas dos controles remotos para diminuir o áudio na hora em que entram os anúncios, e aumentá-lo quando retorna o programa preferido. Pode tratar-se de uma técnica de marketing, mas marketing criminoso, o fato de as emissoras subirem o volume da propaganda cada vez que ela aparece, como se o telespectador fosse bobo e comprasse mais em razão dos decibéis estabelecidos em torno dos produtos anunciados. Já houve uma lei proibindo essa lambança, mas, pelo jeito,a lei não pegou.

A tarde vem chegando. No almoço com a família recomendamos à cozinheira para não utilizar nada do que a televisão anunciou aos berros durante a semana inteira. Vamos assistir, primeiro, algumas partidas de futebol transmitidas da Inglaterra, Alemanha, Espanha ou Itália. É hora de a pressão sanguínea aumentar por conta de mais uma irritação. Viagens à Europa custam caro para as empresas, por isso os locutores transmitem daqui mesmo, olhando como nós nas telinhas. Como não quiseram ter trabalho de conhecer os jogadores ou, ao menos, de prestar atenção nos números colocados nas respectivas camisas, narram tudo, menos a partida em questão. Receberam dos produtores mil e uma informações irrelevantes, que apregoam, como quantas vezes determinado craque trocou de time, em que cidade nasceu, qual o nome de sua mãezinha, que campeonatos anteriores conquistou ou se prefere talharim ou inhoque. Mas nomeá-lo quando pega a bola e chuta, só de vez em quando, nos momentos em que o câmera, milhares de quilometros adiante, resolve apresentar um plano fechado. No mais das vezes, são erros em cima de erros.

Mas tem pior. Se chove muito, se há tumulto nas arquibancadas, se as partidas estão atrasadas, deve o locutor preencher o tempo. Mesmo quando se acha presente no estádio onde o jogo acontece, é um desastre que nos incomoda mais do que outros. Determinado astro do microfone, outro dia, começou a divagar e, olhando para além dos muros do estádio, vislumbrou montanhas ao longe. Como estava em Bogotá, na Colômbia, não teve dúvidas: mostrou a imagem afirmando tratar-se da Cordilheira dos Andes, centenas de quilômetros afastada. Teceu uma ode ao que não via e, momentos depois, quando um produtor lembrou que aquela era a modesta montanha de Santa Maria, encheu-se da mesma empáfia de sempre e comentou, mudando a geografia do continente: "é aqui que a Cordilheira começa..."

Por falar em comentários, trata-se de uma das maiores lutas de egos de que temos notícia. Porque muitas vezes as emissoras contratam comentaristas de muita competência, para analisar os craques e os juízes. Pois o artista do microfone não deixa que eles opinem. Fala bobagens antes, durante e depois dos colegas de profissão. Atropela-os e, não raro, demonstra não estar entendendo nada da partida. Se o comentarista dos árbitros, geralmente um antigo juiz, afirma que não foi pênalti, é logo contraditado. Aguardam a retransmissão da imagem. Quando ela vem, dando razão ao comentarista, o astro não dá o braço a torcer: "para mim foi..."

Permanecendo à noite ainda diante da televisão, nessa curta relação das coisas que incomodam, é bom lembrar: quando criados, os canais a cabo anunciavam a transmissão de filmes sem intervalos, expurgados de publicidade. Ledo engano. No auge das cenas de suspense, somos interrompidos pela apresentação de diabólicos liquidificadores onde se colocam mandiocas imensas e saem, segundos depois, perfeitos bobós de camarão. E se, com raiva, mudamos para a chamada TV aberta, o risco é pior. O filme anunciado, sem qualquer explicação, transforma-se num debate de luminares que vão discutir as partidas de futebol realizadas à tarde. A gente fica pensando se assistiram jogos realizados em Marte, tendo acabado de desembarcar de um disco voador...

As manchetes de jornais brasileiros, nesta segunda.

 
- Globo: Prefeitura pretende exigir laudo de prédios

- JornaldoBrasil: Defesa civil: não há prazo para finalizar buscas por vítimas

- O Dia: Polícia investiga se queda de atores em peça foi sabotagem

- Extra: Guerra do bicho põe em risco a vida da presidente do Salgueiro

- Folha: Cuba limita tempo de dirigente

- Estadão: Sete em cada 10 projetos de habitação ficam só no papel
 
- Valor Econômico: Empresas tentam reduzir endividamente excessivo

- CorreioBraziliense: GDF enxugas gastos para atingir metas

- Estado de Minas: PF na penúria

- Jornal do Commercio: Emoção, sete gols e vitória do Leão

- Zero Hora: Crédito para compra de imóveis cresce 20%
 
- CorreiodaBahia: Esquadrão no ataque
 
- DiáriodoNordeste: Presídios: fugas e mortes
 
- O Povo: [Em onze anos] 191 mulheres assassinadas no Cariri
 
- DiáriodePernambuco: Início arrasador, final emocionante

domingo, 29 de janeiro de 2012

Para não esquecermos paradigmas! Para Galego Cacaré, Riba, Santino, Alberto da Telpa, Nenen de Iraídes e Demar do Sax.

Gosto de Etta James e gosto da interpretação que Beyonce faz de sua música.

É um bicho danado!

No céu, João de Beri já chegou querendo 'acanaiá'!

Enviada por Marcos Diniz

Artigo de Eduardo Varandas aprofunda uma necessária discussão sobre instituições jurídicas, no Brasil.

Toga bandida
Por Eduardo Varandas
Procurador do MPFT

A postura da Corregedora Nacional de Justiça, Ministra Eliana Calmon, junto ao Conselho de Atividades Financeiras (Coaf) deflagrou crise entre o Poder Judiciário, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e a sociedade brasileira. Isso aconteceu, porque foi detectada a monta de R$ 173,6 milhões em movimentações em espécie. O Coaf informou que, desse total, 34,9% estão concentrados na Justiça paulista e nos Tribunais de Justiça do Distrito Federal e da Bahia.

O CNJ verificou ainda que, em 2008, três pessoas, duas do Tribunal Militar de São Paulo e uma do Tribunal de Justiça da Bahia, estiveram na lista de comunicação de movimentação atípica. Esse grupo teria movimentado, naquele ano, R$ 116,5 milhões. Segundo a investigação, só em 2002, foram registradas 16 comunicações de movimentação atípica, no total de R$ 282,9 milhões, envolvendo uma pessoa ligada ao Tribunal Regional do Trabalho do Rio de Janeiro.

A Corregedoria Nacional de Justiça analisa um total de 503 processos sobre irregularidades e corrupção relacionadas a magistrados.

Antes da instalação do CNJ, em 14/06/2005, sempre fui contra a existência de um controle externo das atividades judiciais. Meu argumento era que, no aspecto administrativo-financeiro, todo órgão público, inclusive os tribunais, está sujeito à fiscalização dos Tribunais de Contas. Ademais, para a apuração de delitos e para a propositura de ações, o órgão apropriado, à luz da redação originária da Constituição da República, é o Ministério Público brasileiro.

Na verdade, eu temia que a coisa julgada restasse manipulada por um órgão externo ao Judiciário - sendo este concebido, para aplicar a justiça (jurisdição) - e que, com isso, restassem comprometida as bases e os primados de um Estado Democrático de Direito, o qual tem, como norte, a autonomia e a harmonia entre os Poderes da Nação.

A história recente do Brasil provou que eu estava enganado. O CNJ não apenas jamais se intrometeu negativamente nas atividades processuais dos Tribunais, mas também fixou metas, uniformizou procedimentos e estabeleceu rotinas programáticas que aperfeiçoaram o exercício da jurisdição, sem comprometer a autonomia funcional dos magistrados.

Vou mais além! O CNJ assumiu o papel de protagonista da moralização do Poder Judiciário, tornando-se o novel patrimônio do povo brasileiro, como guardião da moralidade pública na atividade judicante.

Essa anomalia benigna, que hipertrofiou o papel do CNJ, decorre do fato de que os Tribunais de Contas e o Ministério Público estão sem o aparato suficiente, para apurar, de forma inexorável, eventuais indícios de improbidades cometidas por magistrados. Tanto isso é verdade, que foi preciso um próprio membro do Judiciário, "in casu", uma Ministra do STJ, para fazer o papel que, em tese, deveria ser feito pela Procuradoria-Geral da República.

Confesso que tenho minhas dúvidas sobre a constitucionalidade da possível “quebra de sigilo fiscal” promovida pela magistrada, embora eu tenda, não sei se turbado por ideologias pessoais de um investigador nato, a aceitar a juridicidade do Regimento Interno do CNJ, o qual admite tal forma de atuação da corregedoria (artigo 8º, inciso V) .


Frise-se que o "modus operandi" da Corregedoria Nacional, no que se refere ao juízo de delibação preliminar, não recebeu a chancela do Supremo Tribunal Federal, por isso o Ministro Lewandowski atendeu ao pedido cautelar contido no mandado de segurança, interposto pelas associações de magistrados, e suspendeu a investigação.

Acontece que o problema é mais agigantado que uma mera discussão acadêmica acerca dos limites de atuação da corregedoria do CNJ e do alcance das garantias insculpidas nos sigilos constitucionais, como o fiscal e o bancário. Na verdade, a face obscura do Poder Judiciário, descortinada pela corajosa corregedora, casou temor e revolta ao povo brasileiro, que aprova a atuação da Ministra.

Ainda que tenha incidido em excesso ou em abuso de poder, algo em que não creio (repito!), o processo histórico não retroage ao "status quo ante", e a imagem do Judiciário restou letalmente maculada pelo descortinamento promovido pelo CNJ. A questão nuclear é essencialmente material, e não formal.

Existem, de fato, operações atípicas que precisam ser investigadas rigorosamente pelo Poder Público. A investigação não pode retroceder, ainda que o Procurador-Geral da República assuma o papel de promotor natural da querela, abra o regular inquérito e postule processualmente a quebra de sigilo dos envolvidos, promovendo a persecução dos possíveis “bandidos” de toga, nomenclatura utilizada pela Corregedora.

Vou ainda mais longe! O próprio Conselho Nacional do Ministério Público também deveria analisar a probidade dos membros do MP e, sempre obedecendo ao devido processo legal, averiguar a presença de eventuais “bandidos” dentro da instituição.

Não se confunda a garantia da vitaliciedade no cargo com a imunidade legal. Não se confunda o "status" de agentes de Poder com o que ocorre em regimes de exceção. Nenhuma autoridade há de pairar acima da lei e se livrar do poder investigatório e punitivo do Estado por questões de privilégios metalegais e/ou culturais.

Há de se invocar aqui o primado maior da República, segundo o qual “o poder emana do povo e em seu nome será exercido”. Por conseguinte, a titularidade material do poder não pertence a este ou àquele agente e/ou organismo, e sim à sociedade brasileira. Pelo bem dela – da sociedade -, a “faxina” judiciária deve continuar, sob promoção deste ou daquele órgão.

Aos juízes e aos promotores e procuradores probos, a maciça e esmagadora maioria, creio eu, não há o que temer. Aliás, não interessa a nenhum dos órgãos manter, em seus quadros, vírus e bactérias isolados, que comprometem o sacerdócio da toga e o funcionamento efetivo do corpo institucional.

A moralização da República há de começar pelo Ministério Público e pelo Poder Judiciário, posto que são esses personagens encarregados de zelar pela efetividade da lei. "In casu", o adágio popular não pode prevalecer, e, em casa de ferreiro, o espeto há de ser de aço inoxidável.

Aqui, no Sete Candeeiros Cajá, só tem filé!

Xico Sá e primeiras impressões da cidade de São Paulo.

Minha 1ª vez em SP e mais um pouco de história
Xico Sá

Juro, foi tão comovente quanto ver o mar pela primeira vez. Minha chegada foi de bagunçar o coração, coisa de cinema.


foto João Wainer

Valia o sonho da velha piada: “Cresce logo, menino, pra ir pra São Paulo”.

E haja Emulsão de Scott, aquela delícia de óleo de fígado de bacalhau, para vitaminar o crescimento.

O eco da voz materna retorna agora ao sótão edipiano da cabeça de cearense: “Se não tomar o remédio não vai para São Paulo!”
Meus tios e primos, que haviam migrado nos anos 1970, voltavam de férias cheios de histórias de grandezas.

O tatuzão cavando pra fazer o metrô era a coisa que mais me impressionava. Eu sonhava com aquele bicho gigante. “Estou trabalhando debaixo da terra”, dizia um parente. “Lá é tão frio que chove até pedra de gelo”, assombrava outro.

Aquelas narrativas nos deixavam, matutos do Sítio das Cobras, município de Santana do Cariri, maravilhados.

Será que um dia vamos conhecer essa terra? Será? Aquelas fábulas fantásticas acabaram funcionando como um hormônio e tanto para o crescimento.

Quando o ônibus chegou na rodoviária, em janeiro de 1976, eu enxugava, com a manga da camisa, algumas rápidas lágrimas que escaparam pelas brechas da macheza semi-árida.

Um alumbramento que me fazia enxergar um Sena onde havia apenas um Tietê. Eu já era um simpático rapaz espinhento e adolescido.

Peguei o metrô e sofri para achar a casa do meu tio Alberto, no Parque São Rafael, ZL. Só a avenida Sapopemba era uma eternidade.

Ô Saopaulão grande da bubônica, ô Sãopaulão grande da porra!”, matutava o matuto.

Dias depois, gastava o espanto de novo baiano na Sé, no Viaduto do Chá, na frente dos cines e teatros pornôs do Centrão, na Augusta –esperava anoitecer e subia e descia só recolhendo imagens que seriam devidamente escaneadas no banho.

Passeava sozinho por SP, exercendo a bela arte de chutar tampinhas e de abestalhar-me com as mulheres da cidade, caro João Antônio. Lindas, mas na delas. “Quase nenhuma te encara na rua, são econômicas de olhar”, refletia. “Só devem sorrir nas firmas... jamais nas ruas!”

Durante a temporada de mês, só as generosas moças da Luz e da Augusta, as “secretárias das calçadas” –como dizia um sucesso brega da época- sorriram para mim, sem graça.

Coitado daquele rapaz, voltou para o Nordeste mais seco e necessitado do que retirante de quadro de Portinari.

No dia 1º de abril de 1990 -depois de ter morado em Juazeiro, vivido a educação sentimental no meu Recife e passado por Brasília-, estava de volta, agora para ficar, profissionalmente.

Continuei achando as moças lindas. Agora já me sorriam nos corredores da firma. Mas foram necessários uns seis meses (tenho duvida) para que Maria Ligia, meu primeiro amor em SP, acreditasse na minha conversa de loucura por aqueles ojos verdes.

Tão linda. O Tietê voltou rapidinho à sua condição de Sena.

Para completar a euforia, descobri os sabiás da megalópole -meu passado me condenava como vendedor de passarinhos. Em pleno Largo de Santa Cecília, acordava ouvindo esses danados. Ainda hoje me impressiona como tem sabiá na cidade.

Tem mais sabiá aqui do que na minha infância inteira, seu Rubem Braga. Minha terra tem Palmeiras, São Paulo, Corinthians... onde canta o sabiá. Adorava recitar essa parodiazinha ridícula.

Muitas Augustas, Angélicas e Consolações depois... Muitas bistecas e muitos engradados do Sujinho depois, vez por outra me pego ranzinza, reclamando e mal-dizendo da cidade.

Até pareço um paulistano nessas horas. Mas ai basta lembrar do que diz a minha mãe, aquela que me empurrava o Emulsão de Scott, para que o mau-humor com a província de Piratininga se dissolva.

Quando dona Maria do Socorro me ouve xingando essa terra, fala duro, com firmeza, num corretivo:

“Meu filho, cala-te boca, você num sabe que São Paulo foi quem deu o pouco que temos. Vê que casa linda me deste de presente!”

Uma linda mulher!

A 'ovelha negra' tava virada num traque!

Josias de Souza



A roqueira Rita Lee, 67 anos, foi detida em Aracaju na madrugada deste domingo (29). Prenderam-na depois da realização de um show na capital sergipana, sob a acusação de “desacato”.

Entre uma música e outra, Rita avistou a presença de policiais na platéia. Abespinhou-se. Convidou-os a se retirar: “Vocês são legais, vão lá fumar um baseadinho.”

Súbito, um dos policiais achegou-se ao palco. Rita dirigiu-lhe qualificações inamistosas: “cavalo”, “cachorro”, “filho da puta”. Desafiou-o: “Sobe aqui”.

A despeito do entrevero, a polícia absteve-se de interromper a apresentação. Abordada no final, Rita foi em cana. Pelo celular, ela pendurou no twitter uma mensagem de final truncado.

Anotou:Tô indo p/ a delegacia…a polícia d Aju ñ gosta d mim mas Sergipe gosta, estou dentro do carro, eles estaaoentravv.” As cenas foram testemunhadas pelo governador petista Marcelo Déda.

Superior hierárquico da polícia, Déda respaldou seus agentes. Disse que Rita protagonizara “um espetáculo deprimente”. Segundo ele, “a polícia não tinha feito nenhum tipo de ação que justificasse” a reação.

Na a avaliação do fã Déda, Rita tentou açular os ânimos dos cerca de 20 mil expectadores contra a polícia. Algo que poderia ter descambado para uma “confusão generalizada”.

Na delegacia, a vovó do rock foi autuada em “flagrante”. O boletim de ocorrência anota as razões: “desacato e apologia ao crime ou ao criminoso”.

Perto das seis da manhã. Rita voltou ao twitter para anunciar que acabara de ganhar o meio-fio. Sem dar detalhes, insinuou ter avistado do palco algo que motivou sua reação.

Atribuiu a liberação ao depoimento de outra expectadora famosa, a ex-senadora e ex-presidenciável Heloísa Helena (PSOL), hoje veradora em Maceió. Rita escreveu:

“1-Temos registros da visāo privilegiada do palco 2- Solta graças à vereadora Heloísa Helena q estava na platéia e prestou idêntica versāo.”

Também plugado no twitter, o roqueiro Lobão indignou-se: “Mas era só o que faltava… prender a Ritinha é de última!” Comparou-se à amiga: “Sei cume que é isso, acontecia toda hora comigo.”

De resto, Lobão associou-se a Rita na desqualificação dos policiais: “Esses babacas num tem vergonha da cagada que estão fazendo não?!”

Dias atrás, Rita anunciara sua aposentadoria. O Show de Aracaju, segundo ela, foi o último de sua carreira. A ser verdade, fechou as cortinas em grande estilo. Com a ajuda da polícia sergipana.

As manchetes de jornais e revistas brasileiros, neste domingo.

 

- Globo: O retrato da falta de fiscalização no Rio

- JornaldoBrasil: Desabamento: encontradas mais partes de corpos em depósito

- O Dia: Rio tem 55 obras irregulares a cada dia

- Extra: FB curtia férias vivendo como playboyzinho

- Folha: Polícia na cracolândia é aprovada por 82% em SP

- Estadão: Estrangeiro no Brasil envia mais dinheiro para o exterior

- CorreioBraziliense: Bêbados e, mesmo assim, ao volante

- Estado de Minas: Rotina de risco

- Jornal do Commercio: Como é caro emagrecer

- Zero Hora: Meninos condenados

- CorreiodaBahia: Uneb divulga resultado final do vestibular 2012

- DiáriodoNordeste: Pequenos negócios transformam periferia de Fortaleza

- O Povo: O sábado em que a festa venceu o medo

- DiáriodePernambuco: A nova lição da internet

- JornaldaParaíba: Investidores paraibanos apostam em franquias

- CorreiodaParaíba: Tecnologia alemã alavanca algodão da Paraíba

- Veja: O melhor professor do mundo

- Época: Anatomia da corrupção

- IstoÉ: Horror no Rio: O preço da imprudência

- IstoÉ Dinheiro: Os planos de Graça Foster no comando da Petrobras

- CartaCapital: A guerra da Internet

sábado, 28 de janeiro de 2012

Márcia e eu agradecemos a Rafael Holanda e família pela amizade e carinho!


Caro Dirceu

Já dizia a tradição nativa: junto minha respiração á tua para que os nossos dias sejam longos sobre a terra, para que os dias da nossa familia se espelhem em nosso amor e seja longo sobre a terra, para que nos tornemos uma só pessoa, para que cheguemos ao fim da nossa estrada juntos. Unidos pelo propósito, unidos pelo coração, que seus corações se tornem um só, que vivam por muito tempo da concordia e unidade.

Que o Grande Espirito mande para vocês os seus melhores presentes. Que o pai sol e mãe lua derramem seus raios de luz mais suaves sobre vocês.

São votos de carinho de quem ainda vive com a mesma mulher por longos 36 ANOS de confraternização.

Atenciosamente

Rafael Holanda e familia

Maior é Deus! Para minhas amigas - lindas e iluminadas - Gracinha Capita, Zelinha Vilhena, Ângela Senegal e Magda (minha prima)!

No nosso aniversário de casamento, agradecemos a mensagem de Ivan de Dona Cilica!

Márcia, Manoela e Dirceu Galvão

O segredo do casamento

Qual será o segredo dos casamentos duradouros?
Casais que convivem há anos falam de paciência, renúncia, compreensão.
Em verdade, cada um tem sua fórmula especial.
Recentemente lí as anotações de um escritor que achei muito interessante.
Ele afirma que um bom casamento deve ser criado.

No casamento, as pequenas coisas são as grandes coisas.
É jamais ser muito velho para dar-se as mãos, diz ele.
É lembrar de dizer "te amo", pelo menos uma vez ao dia. É nunca ir dormir zangado.

É ter valores e objetivos comuns.
É estar unidos ao enfrentar o mundo.
É formar um círculo de amor que una toda a família.

É proferir elogios e ter capacidade para perdoar e esquecer.
É proporcionar uma atmosfera onde cada qual possa crescer na busca recíproca do bem e do belo.
É não só casar-se com a pessoa certa, mas ser o companheiro perfeito.

E para ser o companheiro perfeito é preciso ter bom humor e otimismo.
Ser natural e saber agir com tato.
É saber escutar com atenção, sem interromper a cada instante.

É mostrar admiração e confiança, interessando-se pelos problemas e atividades do outro.
Perguntar o que o atormenta, o que o deixa feliz, por que está aborrecido.
É ser discreto, sabendo o momento de deixar o companheiro a sós para que coloque em ordem seus pensamentos.

É distribuir carinho e compreensão, combinando amor e poesia, sem esquecer galanteios e cortesia.
É ter sabedoria para repetir os momentos do namoro.
Aqueles momentos mágicos em que a orquestra do mundo parecia tocar somente para os dois.

É ser o apoio diante dos demais.
É ter cuidado no linguajar, é ser firme, leal.

O amor, nascido de uma vivência progressiva e madura,
não tende a acabar, mas amplia-se,
uma vez que os envolvidos passam a conhecer vícios e virtudes,
manias e costumes de um e de outro.

O equilíbrio do amor promove a prática da justiça e da bondade,
da cooperação e do senso de dever, da afetividade e advertência amadurecida.
.................
Parabéns por esse dia.

Quero participar das comemorações dos próximos anos que virão. Deus proverá.

Um abraço, amigão.

Ivan.

Diálogo de Marcos Diniz com a esposa, Nizinha.

Imagine, o sufoco que esse pretenso escrivinhador passou, tendo que lembrar de uma data data precisa de 37 anos atrás.

Ainda bem, que um analista (de bar) amigo me falou que:

"O Amor é uma coisa mais profunda que um encontro casual."kkkk.

Marcos Diniz

Festa sem promessa!


BIRA FALOU BONITO MAS NÃO SENSIBILIZOU O GOVERNADOR A INCORPORAR O ESPÍRITO CAJAZEIRENSE.

Acompanhei atentamente na noite deste dia 26 de janeiro de 2012, através da web e das ondas sonoras das emissoras de rádios de Cajazeiras a transmissão da solenidade que seria de comemoração dos 27 anos de fundação do Teatro Ica de nossa cidade, e que pelo que pude observar, mesmo de longe há exatos 480 km de distância já que estava em João Pessoa, transformou-se numa sessão especial para autorga de título de cidadania de forma merecida ao poeta Piranhense e agora Cajazeirense Irismar de Lira, que o conhecí desde pequeno ao lado da Profª Viana desenvolvendo um trabalho em desefa das crianças e adolescentes, quando ainda não existia os chamados conselhos tutelares.

Ouví também do meu estimado amigo e nobre vereador Nilson Lopes, Nilsinho como é conhecido, à justificativa que o levou a apresentar a propositura da autorga de Título de Cidadão Cajazeirense ao Governador do Estado. E dentre os motivos que o levaram a tal homenagem, dizia Nilsinho na sua fala que Cajazeiras deve muito ao chefe do executivo estadual, na medida em que o mesmo ainda quando Prefeito de João Pessoa mandava uma equipe da sua administração a oferecer um treinamento e repassar a experiência do chamado Projeto Empreender na capital e que iria proporcionar aos Cajazeirenses uma oportunidade de garantir uma linha de crédito, que geraria sinônimo de emprego e renda em nossa cidade. Coisa que o governo do estado, antes do atual governador chegar ao poder já executava através do Programa Meu Trabalho, através de Projetos desenvolvidos na região pelo chamado Projeto Cooperar, sem falar de outras iniciativas, como Pequenas Empresas e Grandes Negócios do Sebrae e CredAmigo do Banco do Nordeste, que já existiam em nossa cidade e região.Mas digamos que fosse esse gesto do então Prefeito de João Pessoa na oportunidade, elementar meu caro amigo e extraordinário Veredor Nilsinho, se há época em que enviou este equipe pra Cajazeiras, o homenageado não fosse pré-candidato a Governador do Estado.

E lá que fosse um grande favor a Cajazeiras, mas me coloco na atual condição em que o ilustre homenageado, quando do seu discursso de agradecimento pelo Título, foi bastante honesto em dizer que sinceramente não saberia dizer se era digno de tamanha honraria.

Mas o meu amigo Nilsinho declinou na sua fala, dizia que Cajazeiras deve muito ao Governador e principalmente na área de Educação.

E eu fiquei aqui a maquinar com os meus neurônios, quantos benefícios sua Excelência pode trazer para nossa terra na medida em que Inviabilizou a oportunidade de sonharmos com Cajazeiras tendo um Hospital Universitário, quando determinou o fim da Gestão Tripartite do nosso Hospital Regional, antes Estado, Prefeitura e UFCG, e que em promessa de capanha dizia não ser contra a este modelo e que manteria o que estava dando certo, e hoje o modelo que o governo defende é entregar a gestão do nosso hospital a uma tal de OS que ninguém sabe de onde virá e Cajazeiras perdeu a chance de ter um Hospital Escola Federal e fortalecer o nosso Curso de Medicina da UFCG em nossa terra.

Fico a imaginar que enquanto o Governo Federal estimula a dessiminação de Cursos Técnicos pelo Brasil afora, em Cajazeiras o governo do estado determinou o fim do Curso Técnico em Contabilidade, que formou gerações em Cajazeiras e que atuam brilhantemente no nosso comércio local e quem sabe pelo país inteiro, não esquecendo que alguns desses nossos técnicos, podem ter feito à sua base em escolas como Lica Dantas, Comandante Vital Rolim já fechadas pelo governo ou escolas como Desembargador Botto e Monte Carmelo, esta última onde eu aprendí às minhas primeiras letras com as queridas Irmãs Carmelitas e que também estão ameaçadas pela medida denominada de Reordenamento pela Secretaria de Educação do Estado.

Ainda bem que o Governador não botou tudo a perder e teve a sagacidade de atender a uma insistente cobrança dos segmentos teatrais de nossa terra,de oferecer no mínimo uum gesto com a nossa cultura, ao viabilizar uma reforma em nosso Teatro.

E aí meu querido amigo e irmão Ubiratan de Assis, diretor de cultura da AC2B - Associação dos Cajazeirenses e Cajazeirados de Cajazeirados de Brasília, traz ao Excelentíssimo Sr. Alcaide, o sentimento maior externado pelo movimento Artístico e Cultural de nossa terra, os movimentos sociais organizados nos seus mais diversos segmentos e a sociedade como um todo, de ver executado em Cajazeiras um Mega Projeto, que incluiria além de uma simples reforma do nosso Teatro, mas a Transformação da Escola Monsenhor Milanez em Museu da Cidade e o Complexo Xamegão numa parceria município e estado, para construção da nossa Casa da Cultura de Cajazeiras.E o governador recém homenageado com o Título de Cidadão Cajazeirense, responde a Bira diante de uma seleta plateia no Teatro Irácles Pires em plena festa de aniversário, de que apenas Sonhar não é Proibido e que somente podera executar uma reforma. Quem sabe o próximo Prefeito de Cajazeiras não execute este extraordinário Projeto, afinal a luta só está começando.

Como cidadão que já assití muita promessa de político ser feita ao povo nesta vida, só a tenho a dizer meu caro Bira;Você falou bonito, o público correspondeu, só o governador não quiz entender à sua mensagem, talvez faltou quem oferecesse ao ilustre homenageado um copo d`água do Açude Grande, para que o mesmo quem sabe podesse Incorporar o Espírito Cajazeirense de Ser !

Sales Fernandes

É 'marromeno'! Num é 'esses balai' todo, não! Sou mais a nossa Marta, miss Cajazeiras, naqueles tempos!

O nome dela é Luciane Escouto e está em dúvida quanto a virar modelo profissional ou continuar como jogadora de vôlei.

Eu 'num' disse??!! Olhaí Fassis na Revista Sétimo Céu!

Cavalcante Júnior, que entende do riscado, pesquisou na sua coleção de revistas e lá estava a preciosidade!

Quer saber como aconteceu o acidente com Tia Fátima? Valdin de dona Bia explica.

A Tia Fátima!

Tia Fátima era uma mulher de 93 anos que estava particularmente afetada pela morte recente do seu marido.

Ela decidiu suicidar-se e juntar-se a ele no além.

Pensando que o melhor para ela seria acabar rápido com o assunto, foi buscar a velha pistola do exército que pertencera ao seu marido e tomou a decisão de disparar um tiro no coração, já que estava destroçada pela dor da sua perda.

Não querendo falhar o tiro num órgão vital e tornar-se num vegetal e num fardo para os seus familiares, telefonou ao seu médico de família para lhe perguntar onde ficava exatamente o seu coração.

O médico respondeu-lhe:

- "Dona Fátima, que pergunta?!... O seu coração está exatamente debaixo do seu seio esquerdo"

E foi assim que a querida tia Fátima... deu um tiro no joelho!!!