terça-feira, 22 de julho de 2014

A nossa Festa 6ª do Se7e será no dia 22 de agosto, no Cajazeiras Tênis Clube. Teremos a animação com Joãozinho e Banda Se7e e Big Boy e Banda Jovem Guarda. Um show!

Nosso povo amigo e bom em animação total na festa 6ª do Se7e


Para reserva de mesas, entre em contato com Ângela Senegal (em João Pessoa) pelo telefone (83) 9996.3767 e com Helena (em Cajazeiras) pelos nºs (83) 9102.0400 (Claro), 8733.3487 (Oi) e 9961.1564 (Tim).

A vingança flamenguista!

A sugestão é de Verônica Mod'anne

Eugênio Feitosa (vascaíno) mandou o vídeo. Segundo ele, é da segurança na porta da Gávea flamenguista, no Rio de Janeiro. Sei não....

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Temei, Supremo!
Está em alta o nome de José Eduardo Cardozo, hoje ministro da Justiça, para a vaga aberta no Supremo com a saída iminente do ministro Joaquim Barbosana verdade, essa pode ser a consequência mais nefasta de sua aposentadoria precoce.
Dilma tem uma certa gratidão por ele. Durante a campanha, havia três assessores próximos que ela apelidou, carinhosamente, de seus “Três Porquinhos”. Um dos “Porquinhos” era justamente Cardozo. Os outros dois eram Antonio Palocci e José Eduardo Dutra. O ex-ministro está hoje na iniciativa privada e segue como um dos homens mais próximos de Lula. Dutra é diretor Corporativo da Petrobras. Cardozo está no Ministério da Justiça, mas Dilma não esconde dos mais íntimos que o considera incompetente. Então alimenta a ideia de lhe arrumar um emprego no Supremo. Imaginem… Ele teria 15 anos para ficar no tribunal!
Durante um tempo, Cardozo confundiu algumas cabecinhas. Chegou a anunciar que se afastaria da política, desiludido com a falta de idealismo e coisa e tal. Mas logo recobrou a vontade. No Ministério da Justiça, comporta-se como militante petista. Como militante petista, pretende posar de ministro da Justiça. A sua omissão na área de segurança pública tem sido escandalosa.
Já escrevi aqui e lembro outra vez. No próximo mandato presidencial, serão nomeados cinco ministros: no ano que vem, o substituto de Celso de Mello (caso ele não se aposente antes); em 2016, o de Marco Aurélio, e, em 2018, os de Ricardo Lewandowski, Teori Zavascki e Rosa Weber. Com toda a serenidade, observo que uma eventual vitória da oposição pode ser vital também para o Poder Judiciário manter a sua independência em relação ao Poder Executivo. A corte suprema de um país não pode ser a seção de um partido ou uma extensão de um grupo ideológico, a exemplo do que acontece hoje em protoditaduras como a Venezuela, a Bolívia, o Equador ou a Nicarágua.
Por Reinaldo Azevedo

E é só chamar o marqueteiro político e tudo está resolvido?!

Bombardeio 
Coluna Painel (Folha de São Paulo)

A nova queda na popularidade de Fernando Haddad, detectada pelo Datafolha, reforçou a pressão do PT de São Paulo por mudanças na área de comunicação da prefeitura.


'Pode mai nem comprar uma gasolininha sossegada...'

Prefeita Lucrécia Adriana ofende imprensa sertaneja


A prefeita de Joca Claudino, Lucrécia Adriana, disse nesta segunda-feira (21), que parte da imprensa sertaneja é ignorante. O termo ofensivo foi usado pela prefeita quando ela se referiu a denúncias feitas por setores de meios de comunicação sobre ‘farra’ em licitação de combustível.

A prefeita pretende gastar, só este ano, pelo menos R$ 755,310 (setecentos e cinquenta e cinco mil trezentos e dez reais). Ela ainda disse que setores da imprensa desconhece os processos licitatórios de uma prefeitura.

O pequeno município de Joca Claudino [em proporção populacional] é o que mais gasta com combustível no Sertão da Paraíba, segundo dados do sagres.

RADAR SERTANEJO

A primeira página do jornal Correio Braziliense


Os destaques do jornal O Globo


As manchetes do jornal Folha de São Paulo


A capa de hoje do Jornal da Paraíba


As manchetes de jornais brasileiros nesta terça-feira

Folha: Projeção do PIB cai, e governo não prevê melhora até eleição

GloboGoverno já vê economia brasileira em recessão

Extra: Justiça impede Marcinho VP de operar o nariz por temer de fuga

Estadão: Hamas e Israel rejeitam trégua; 600 já morreram

ValorEconômico: Economia deve crescer menos de 1% em 2014

ZeroHoraPressão por trégua

Estado de Minas: Vale a pena ver de novo [Dunga na seleção]

CorreioBrazilienseProjeção indica que país crescerá apenas 0,97%

CorreiodaBahia: Condenado

OPovo: O que esperar de uma segunda era Dunga

JornaldoCommercio: Inflação já sufoca classe C

- JornaldaParaíba: Após tarifa de R$ 2,35, AETC quer novo reajuste

segunda-feira, 21 de julho de 2014

Adriana Nogueira expressa o seu carinho pelo amigo aniversariante, José Cavalcante, o nosso Cavalcante Fotógrafo.



O que falar sobre você Jose Cavalcante??? Você que tem o Dom da palavra, o Dom de cativar, de prosear, de descobrir e relatar através das suas fotos os melhores momentos de alguém. 

Não sei falar muito, mas tenha a certeza, meu amigo, que no coração dessa amiga você é especial não só pelo seu jeito lindo de ser, mas porque você é uma Luz Divina, que faz o que gosta e com muita competência e responsabilidade. 

Sou sua admiradora e hoje não poderia passar em branco o meu desejo de coração que Jesus continue te abençoando com essa garra de guerreiro abençoado, que tem um coração cheio de sentimentos maravilhosos de paz, carinho e muito amor para com tudo e com todos.

Amo você como um irmão, um amigo e acima de tudo um ser humano muito humano que é.

Um forte abraço dessa amiga.

Hoje é o aniversário da cidade de Pombal e um filho seu, Onaldo Queiroga, expressa o amor à terra amada. Parabéns, Pombal.

Pombal, minha terra natal, meu lugar, minha cidade

 (Naldinho)

Pombal, vejo-me todos os dias no teu amanhecer, na luz que surge com o sol quebrando a barra, iluminando o voo dos pardais, curiós, galos de campina, canários e daquele beija flor que todos os dias, ainda, visita o quintal da minha casa.

Pombal, vejo-te no acordar sob o apito da Brasil Oiticica, levantando seus filhos para mais um dia de vida. Pombal sou as calçadas da minha Rua João Pessoa, o transitar de dona Detinha, Antônio de Cota, seu Valdemar, Inácio da Brasil, Zezinho Sapateiro, Dedé Calixto, Antônio Bezerra, seu Hamlet e Biró Beradeiro. Sou as algarobas sombreando e amenizando o forte calor desse querido sertão.


Pombal, ouço-te na voz dos filhos do Lorde Amplificador: Clemildo Brunet, Evilásio Junqueira, Evandro Junqueira, Ernesto Junqueira, Rosil Bezerra, Genival Severo, Beim, Massilon Gonzaga, Tarcísio Pereira, José Vieira Neto (Zezinho), José Cesário de Almeida, Genival Torres Sales Dantas, Dorival, Horácio Bandeira, etc. Pombal, te enxergo naquele menino teatro chamado Tarcísio Pereira, que, na juventude, silenciosamente, descia e subia a nossa Rua João Pessoa, com um semblante tranquilo e já a construir suas peças, hoje consagradas nos palcos do mundo.

Pombal, sou aquela saudosa mangueira da casa da minha avó Raimunda. Sou o cheiro do Café Dácio, moído na torrefação do meu avô Antonio Rocha, lá na Rua do Roque. Sou o Bar de Maria de Biró, o beco do Grande Hotel, o Rio Piranhas, suas águas correntes, suas lavadeiras, seus meninos a brincarem com a bola do tempo, suas ingazeiras, pedras, piqueniques, a perigosa e temida “panela”. Sou um domingo nas águas do Areal, reunindo famílias e amigos



Sou o som das cordas do saudoso Bideca, do maestro Manoel de Donária, do pistom do gordo de cabine, da batucada de Sales de Biró, Luizinho de Mota, João Maria, Birozinho, Zé Filho, etc.


Sou o som eterno do Jovem Clube de Pombal, da A.E.U.P. e do Pombal Ideal Clube. Pombal, ouço-te, ainda, através da inesquecível risada de Lúcio Flávio.

Pombal te sinto no cheiro do mato molhado anunciando a invernada. Nos clarões dos relâmpagos seguidos dos trovões a sacudirem a terra sertão. Mas, te vejo também nas noites serenas, de lua clara, a iluminar os bancos da praça Getúlio Vargas, templo de jovens felizes que passeavam, paqueravam, namoravam e jogavam conversa fora.


Pombal, te enxergo na história do folclore dos Pontões e dos Congos. Te vejo nos heróis das telas do Cine Lux, no bate-papo da Coluna da Hora, nos carnavais de outrora, onde imperava a brincadeira sadia do molha-molha, mela-mela, do corso com os seus carros enfeitados a desfilarem pelas ruas das recordações.

Pombal, teus filhos, nunca pródigos, podem encontrar outras ribeiras, mas nunca beberam ou beberão águas saudáveis e inesquecíveis como as tuas. Amo-te, Pombal.

A análise política do secretário-geral do PSD, partido da base aliada de Dilma.

Saulo Queiroz: reeleição do PT vai de mal a pior
JOÃO BOSCO RABELLO
Blogs do Estadão

Análise do Secretário–Geral do PSD, Saulo Queiroz (MS), para este Blog, com base na mais recente pesquisa Datafolha, sugere que o índice de rejeição à presidente Dilma é o maior entrave à sua reeleição, identifica-o no PT, por causa do mensalão, e avalia que sua derrota eleitoral parece iminente

Saulo considera que a candidatura governista vai mal em todo o país e com viés de queda. O autor é veterano personagem político, com participações decisivas no processo de redemocratização que elegeu Tancredo Neves, em 84, na Constituinte de 88 e, mais tarde, na aliança que elegeu Fernando Henrique Cardoso. Seu partido, hoje, é aliado a Dilma na eleição nacional. Segue o artigo.

De mal a pior

A última pesquisa Datafolha mostrou a extensão de uma doença que avança pelo País: a rejeição ao PT e a Dilma. Como são duas entidades diferentes, não é fácil saber qual é depositária do percentual mais forte, mas há indícios de que a rejeição ao PT é de controle mais difícil.

Outro aspecto que fica claro é sua susceptibilidade ao contágio, que aumenta com maior velocidade nos grandes conglomerados urbanos, mas avança também, mais lentamente, nas pequenas cidades e até em espaços que pareciam imunes, como o Nordeste, onde a rejeição a Dilma alcançou incríveis 23%.

Para se ter uma ideia do que isso significa vale lembrar que na eleição presidencial passada, em pesquisa Datafolha de 23.07.2010, a rejeição a Dilma em todo o País era de 19%. Nesta última pesquisa já alcança 35%, quase o dobro de igual período em 2010.

Para uma identificação mais precisa do depositário da maior taxa de rejeição, se o PT ou Dilma, é preciso uma rápida caminhada pelo País, começando pelo Sul. O PT tem candidato nos três Estados, mas apenas no Rio Grande do Sul seu candidato está em segundo lugar nas pesquisas.

No Paraná e Santa Catarina estão em terceiro. No Sudeste, o desempenho é pífio em São Paulo com Alexandre Padilha, sofrível no Rio de Janeiro, com Lindhberg Farias, em quarto lugar, e sem expressão no Espírito Santo.

Apenas em Minas Gerais, com Fernando Pimentel, apresenta um desempenho satisfatório, mas a lógica é que ele não resistirá a máquina de moer carne que o espera, com Aécio Neves crescendo nas pesquisas para Presidente, um candidato ao governo, Pimenta da Veiga, de boa história, e um ao Senado, com a qualidade e aprovação de Antonio Anastasia, o governo do Estado e a maioria de deputados.

No Nordeste seu candidato na Bahia, maior colégio eleitoral da região está muito atrás do candidato do DEM. É segundo no Ceará e apenas no Piauí mantém folgada liderança. Nos demais Estados apoia candidatos de outras legendas, o que significa dizer que nestes quatro anos não consolidou personagens estaduais para concorrer ao cargo de governador, o que demonstra fragilidade partidária.

A pergunta que fica é: que culpa cabe à presidente Dilma por esta fragilidade do PT em seu principal reduto eleitoral que é o Nordeste. Penso que muito pouca. No Norte, afora o Acre onde pode reeleger o governador, não tem presença de destaque nos principais colégios eleitorais, visto que apoia o PMDB no Pará e Amazonas, além de fazer o mesmo em Tocantins.

No Centro Oeste tem candidato a reeleição no Distrito Federal com baixa perspectiva, em Goiás sem nenhuma e no Mato Grosso não tem candidato. Apenas em Mato Grosso do Sul tem perspectivas concretas de vitória porque seu candidato, o senador Delcídio Amaral, está bem a frente nas pesquisas e tem baixa rejeição. A questão é saber até onde ele resistirá ao processo de contaminação, visto que o Estado é vizinho de São Paulo e Paraná, onde é virulenta a rejeição ao PT – a maior em todo o País. Há que se vacinar para controlar o contágio.

Finalmente, é quase chocante que um partido que comanda o País há 12 anos, tenha favoritismo para eleger apenas três governadores, em Estados de pequena densidade eleitoral e dois senadores. Cinco em 54 disputas majoritárias. Quase nada. A pergunta, repetitiva, é se foi Dilma a responsável por uma rejeição que se estendeu por todo o Pais ou se foi o PT o principal responsável pela rejeição de Dilma. Não vale dizer que as duas se encontram.

A verdade é que estes últimos quatro anos de governo da presidente Dilma foram marcados por dificuldades na economia, não só aqui no Brasil, mas em quase todo mundo. Evidente que o governante paga uma conta que nem sempre é sua, como aconteceu nas eleições realizadas na Europa, mas é do jogo da política.

Lula presidente, a economia bombou, ele soube tirar proveito político disso e se tornou quase um ídolo no País. E ainda arrastou seu PT para o bom caminho da vitória nas eleições de 2010. Mas será que as dificuldades de Dilma, a baixa avaliação de seu governo, seria a causa principal para o desgaste do Partido em quase todos os Estados ou será que a causa é mais além?

Com certeza, mais além. No período do governo Dilma o País viveu o episódio que representou o maior massacre pelo qual já passou um partido na história política desse País: o julgamento do mensalão. Meses e meses de intensa cobertura de televisão, rádios e jornais de um julgamento onde o principal réu acabou se tornando o PT.

Engana-se quem acha que isto não teve grande importância. Teve sim e pensar o contrário é um menosprezo à opinião pública. Evidente que foi determinante para criar esse vírus da rejeição ao PT, que se espalha pelo País. A bem da verdade, nem Dilma nem seu governo têm qualquer coisa a ver com o mensalão. Ela, como muitos outros candidatos petistas, é apenas uma vítima.

Quanto à eleição presidencial deste ano o quadro caminha para um desfecho trágico para o PT e sua candidata. Quem estiver olhando para os números atuais das pesquisas e avalia que há um quadro de indefinição comete um erro básico de julgamento.

Há um status totalmente diferente entre os competidores, porque enquanto Dilma é conhecida por 99% dos eleitores, 19 e 36% desconhecem Aécio e Eduardo Campos, respectivamente. Todos os dados das pesquisas atuais mostram apenas a notória rejeição da candidata à reeleição.

Aécio e Campos são fatos para após o início do horário eleitoral. Vale que olhemos um pouco para 2010. Em 23.07, havia um empate entre Dilma e Serra, ambos com 36% de preferência. Em 15.09, com 25 dias de horário eleitoral, Dilma tinha 50% e Serra 27%.

Evidente que, agora, em meados de setembro, quando todos conhecerem melhor Aécio e Campos, os números serão diferentes e, tudo indica, um deles estará a frente de Dilma e, muito à frente, ambos, em uma simulação de segundo turno.

Não é provável, mas não impossível, que nesta data a campanha da presidente esteja com a preocupação voltada para assegurar sua presença no segundo turno. Apenas isso, porque não haverá mais nenhuma perspectiva de vitória.

O meu abraço a um cara bem bacana: Cavalcante Fotógrafo. Parabéns, amigo.

Cavalcante e sua Nena

Serventia de 'elefante branco'...

ESTÁDIOS DA COPA
Mané Garrincha será palco de cem casamentos em 1 dia
Folha de São Paulo

DE BRASÍLIA - Em seu primeiro evento após sediar sete partidas da Copa, o estádio Mané Garrincha, em Brasília, será palco de um casamento comunitário no sábado (26). Cem casais realizarão o sonho do matrimônio no gramado da arena.

De acordo com a agência de notícias do governo do DF, subordinada à Secretaria de Comunicação (Secom), é a primeira vez que uma celebração do tipo acontecerá no local.

Essa é a décima edição do projeto intitulado "Alma Gêmea", encabeçado pela Secretaria de Justiça, Direitos Humanos e Cidadania do DF.

Além do casamento com tapete vermelho, arranjos de flores e música ao vivo no estádio, as noivas ganharão um dia no salão de beleza, com direito a massagem e maquiagem.

Olha o que o nosso Tundá, de Cajazeiras, nos sugere: Duca Sedução e Tião Gostosão em dança sensual...


Quem disse indignado na semana passada: “A política está apodrecida no Brasil”?

E quem disse: “É preciso acabar com partidos laranjas, de aluguel, que utilizam seu tempo [de propaganda eleitoral no rádio e na TV] para fazer negócio"?


Por último, quem disse que deveriam “ser consideradas crime inafiançável doações de empresas privadas para partidos”?

Está de pé? Melhor sentar. Foi Lula quem disse. Acredite!


Estou de acordo: não é de hoje que Lula diz o contrário do que faz. Ou afirma algo que nega amanhã. Ou simplesmente reescreve fatos conhecidos.

Procede assim porque acha que a política é para ser feita assim. Aprendeu de tanto observar os costumes alheios quando era líder sindical ou político novato.

Aprendeu, também, depois de perder três eleições presidenciais seguidas.

Agora, chega! – concluiu em 1998 ao ser derrotado pela segunda vez por Fernando Henrique. Deve ser por isso que sempre o trata mal. Parece esquecido de que foi cabo eleitoral dele.

Adiante.

Lula mandou chamar à sua presença o presidente do PT, à época José Dirceu. E ordenou-lhe que jogasse as regras do jogo para elegê-lo. Não estava mais disposto a bancar o bobo.

A semente do escândalo do mensalão caiu em terra fértil quando Lula, na companhia de José Alencar, seu futuro vice, assistiu à compra por pouco mais de R$ 6 milhões do apoio do PL do então deputado Valdemar Costa Neto. 


O negócio foi fechado em um apartamento de Brasília. Lula e Alencar ficaram no terraço. Dirceu, Delúbio Soares, tesoureiro do PT, e Valdemar, se trancaram num quarto.

O efeito devastador sobre o governo do escândalo do mensalão obrigou Lula a convocar uma cadeia nacional de rádio e de televisão para pedir desculpas aos brasileiros.

Dilma e Lula - Foto: Sebastião Moreira / EFE

Uma vez terminado o julgamento do mensalão, disse que ele jamais existiu. E acusou o Supremo Tribunal Federal, cuja maioria dos ministros foi nomeada por ele, de ter se curvado à pressão da mídia.

Incoerência? Que nada. Esperteza!

Em 2005, Severino Cavalcanti (PP-PE), presidente da Câmara dos Deputados, renunciou ao cargo e ao mandato para escapar de ser cassado. Recebera um mensalinho pago pelo dono de um restaurante.

Lula saiu em defesa dele três anos depois. Afirmou que o respeitava muito. E culpou parte da “elite paulista” pela queda de Severino. Ainda não existia a “elite branca” capaz de vaiar Dilma.

A um amigo, em conversa recente, Lula referiu-se a Dilma como “aquela mulher”. Lamentou não ter combinado abertamente com ela que a substituiria já este ano como candidato a presidente.

Dilma conta a história de que consultou Lula sobre seu desejo de voltar ao poder. E diz que ele negou o desejo. 

Antes de se lançar candidato do PSB à vaga de Dilma, Eduardo Campos ouviu de Lula que não disputaria a eleição.

O “Volta, Lula!” esfriou. O “Me acode, Lula!” só faz esquentar. Para tristeza de Dilma.

Ela imaginou que chegaria às vésperas da eleição deste ano menos dependente de Lula. Mas não. Em primeiro lugar, depende de Lula para se reeleger. Em segundo, do engenho e arte do seu marqueteiro.

O tempo de propaganda eleitoral de Dilma será três vezes maior que o de Aécio e cinco vezes maior que o de Eduardo. Por que?

Porque Lula costurou uma aliança de 10 partidos, a maioria de aluguel, que doou a Dilma seu tempo de propaganda em troca de dinheiro e de cargos no governo.

Se tudo der certo, Lula promete acabar com os meios reprováveis que teriam ajudado Dilma a se reeleger.

Você acredita?

Conversa mole por conta da 'viúva' e aval dos órgãos de controle...

Eu sou o máximo

dilma
Investimento grande
Em maio e junho, os governos estaduais e o federal abriram as torneiras para uma enxurrada de campanhas publicitárias apregoando suas espetaculares realizações. Eram os dois últimos meses permitidos pelo TSE para propaganda governamental, que só voltam após as eleições.
Aos números: de acordo com um levantamento inédito do Ibope Media, em maio o governo Dilma investiu 379,7 milhões de reais em propaganda, 97% a mais do que no mesmo período do ano passado. Em junho, foram 417 milhões de reais, 93% acima de junho de 2013.
Os governos estaduais não ficaram atrás. Em maio, gastaram 163 milhões de reais em anúncios (um volume 54% superior ao de maio de 2013). No mês passado, foram 196 milhões de reais – ou 130% a mais do que foi gasto em junho de 2013.
Por Lauro Jardim

Relembrando a música oficial do nosso blog Sete Candeeiros Cajá, um presente de Daladier Marques e o grupo Sambacana.

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SETE CANDEEIROS
Autor: Daladier Marques
CANTA: Sambacana

Amanheceu, vou navegar!
Sete Candeeiros acessar.

Acessei, iluminou!
Sete Candeeiros já postou.

Notícias de lá... tem
Notícias de cá, também
Histórias e Causos... tem
Fofocas, também.

Sete Candeeiros configura o Cristo Rei
Cajazeiras, nesse blog sempre te contemplarei
Empresário cajazeirense Deca poderá assumir vaga no senado federal no inicio de agosto, com licença de Cássio Cunha Lima
Adjamilton Pereira

O empresário cajazeirense José Gonzaga Sobrinho (Deca do Atacadão), primeiro suplente do senador Cássio Cunha Lima (PSDB), poderá assumir a vaga no senado federal no inicio do mês de Agosto, com o afastamento do titular para se dedicar de forma mais exclusiva a campanha eleitoral na Paraíba.

Essa possibilidade foi abordada pelo Jornal O Globo, em reportagem publicada na semana passada, tratando das mudanças que estão acontecendo no senado, com afastamento de titulares para participar do processo eleitoral, dando vez aos suplentes, que segundo a matéria, já está mudando o perfil do senado.

O senador Cássio Cunha Lima, candidato ao governo da Paraíba pelo PSDB, ainda não confirmou essa informação à imprensa paraibana, mas já se sabia que conversas neste sentido estavam sendo mantidas entre o empresário e o senador tucano.

Se o empresário Deca for alçado à condição de senador, a cidade de Cajazeiras voltará a ser representada no senado Federal, já que a última vez que isso aconteceu foi quando, o também cajazeirense Raimundo Lira, se elegeu senador pela Paraíba.

O juiz de direito, Dr. Carlos Sarmento, publica reflexão sobre mudanças no processo de escolha da diretoria do TJPB.

O processo de escolha da próxima direção do TJPB
Por Carlos Sarmento
Juiz de Direito

Será nesta segunda-feira (dia 21/07), as 9h00, a sessão extraordinária administrativa do Tribunal Pleno para apreciação dos Projetos de Resolução e de Lei que tratam das eleições da mesa diretora do TJPB. Na realidade, os tais projetos cuidam de manter as eleições indiretas com ampliação apenas do universo de elegíveis, atualmente restrito aos desembargadores mais antigos em número correspondente aos três cargos de direção - Presidente, Vice e Corregedor-geral -, na forma que dispõem a LOMAN (art. 102), a LOJE (art. 17), e o RITJPB (art. 22, §1º).

Esclareça-se: pelo sistema atual o Colegiado não está obrigado a escolher como presidente do TJ, por exemplo, o seu membro mais antigo, podendo ser, em tese, qualquer um dentre os três mais antigos, ressalvados os impedimentos. Além do que, tem autonomia para rejeitar quaisquer dos candidatos. Portanto, não se trata de uma mera homologação de nomes como maliciosamente tem sido propagado por alguns. Apenas por tradição, e sobretudo no propósito de se querer manter o bem-estar da Corte, tem havido um ajuste prévio para a composição da mesa diretora, atendido sempre o critério da antiguidade no cargo. É o que vem acontecendo até então no nosso e na esmagadora maioria dos Tribunais de Justiça do País, de todos os níveis e esferas, inclusive recentemente no STF e no STJ.

Com a mudança proposta, o critério da antiguidade, hoje prevalecente, sucumbirá para permitir que todos (?) os membros possam concorrer. Quem defende esse modelo argumenta que, a “medida visa estabelecer a democracia plena no Poder Judiciário, quanto ao método de escolha de seus dirigentes e abolindo a arcaica forma de escolha por antiguidade, proibindo, desta forma, a ciência dos futuros dirigentes, ao passo que permite a escolha do gestor mais bem qualificado para traçar as novas diretrizes do Poder judiciário, com o fim de resguardar uma melhor prestação jurisdicional àqueles que dele mais necessitam”.

Será mesmo? Vejamos: para início de reflexão perceba-se que os juízes do primeiro grau continuarão completamente alijados do processo de escolha, já que eleitores e elegíveis continuarão sendo com exclusividade os desembargadores; nem todos eles, na realidade, poderão concorrer - ainda que para determinados cargos -, já que estará vedada a reeleição, a inscrição simultânea para mais de um cargo, e ressalvados os impedimentos, que alcançam os desembargadores com assento no TRE (2) e, quem tiver exercido quaisquer cargo de direção por 4 anos.

Pois bem! Tratando-se de um tribunal como o nosso, composto por 19 (dezenove) desembargadores apenas, não há dúvida de que muito facilmente surgirá a formação de um grupo de maioria absoluta – no caso, 10 (dez) membros -, com seus integrantes se revezando na ocupação dos cargos diretivos – além de possibilitar a eleição de um membro recém-chegado ao tribunal – retirando dessa maneira qualquer chance daquele que dele não queira fazer parte, que não queira se sujeitar ao seu comando, ou que não seja nele admitido; também possibilitará que fique sob o domínio desse mesmo grupo a escolha dos membros do TRE (exceto o Juiz Federal), do diretor da ESMA, dos membros das Comissões Internas, e tudo mais que queiram seus integrantes, bastando que lhes seja conveniente, possível, oportuno e alcançável, para o bem e para o mal; ou seja, enquanto no sistema vigente se tem garantida uma alternância de poder, no modelo que se quer implantar no nosso Tribunal Justiça essa possibilidade passará a depender do acaso, do tipo: integrantes do grupo majoritário e da situação passaram a compor um outro grupo que com isso se tornou maioria. Ai é de se perguntar: quem em sã consciência, conhecedor das relações humanas e das entranhas do nosso Tribunal de Justiça, é capaz de duvidar de que assim não será a partir de então, amanhã e sempre? 

Sendo assim, quem é capaz de acreditar em aprovação de um plano de governo de forma criteriosa, objetiva, com desapego a interesses particulares, considerando-se, até, que pelos projetos ofertados a votação continuará sendo secreta e por voto não fundamentado, como assim tem defendido o relator dos projetos, contrariamente a proposta de emenda apresentada pelo Desembargador João Benedito da Silva?

Será que dessa maneira podemos acreditar que a mudança que se quer implantar significará verdadeiramente o resgate da “democracia plena” no nosso Tribunal de Justiça? Ou não passará mesmo de uma aristocracia? Será que dessa maneira se estaria realmente pondo fim ao “gestor de carta marcada”? Será que dessa maneira teremos realmente a “escolha do gestor mais bem qualificado para traçar as novas diretrizes do Poder judiciário”?; A quem interessa isso? A que preço então sairá uma eleição dessa? Será que estaríamos livres da perniciosa influência político-partidária? Que garantia teremos nós, juízes, de que os nossos direitos e prerrogativas haverão de ser respeitados de forma plena, segura e tranquila? Estaremos nós, juízes, imunes a perseguições e preterimentos convenientes? Haverá alguma possibilidade de paz no nosso Judiciário a partir de então? Será mesmo verdade que a população sairá beneficiada com uma melhor prestação jurisdicional? Como ficará então a imagem do nosso Judiciário, e particularmente a nossa, magistrados, perante a opinião pública? Será mesmo que a precariedade e dificuldade hoje enfrentada pelo nosso Poder Judiciário é culpa exclusiva do atual modelo de escolha de sua mesa diretora? Será mesmo a antiguidade na carreira da magistratura um sistema falho, pernicioso, desacreditado?

Pois bem! Com a experiência de quem já convive nesse meio por longos 25 anos; ciente de que o modelo de escolha que se quer impor até que poderia, em tese, me ser favorável no futuro – na hipótese provável de minha promoção para a segunda instância ser mantida no critério da antiguidade, como até aqui aconteceu; e, respeitando sempre as saudáveis divergências, sou capaz de prever– e qualquer um de sã consciência e de bom senso o será também - que o modelo que agora se quer impor não evitará que, pela porta do aparente pluralismo, da aparente democratização, entre no nosso Tribunal de Justiça o partidarismo, o sectarismo, que resultam sempre na desagregação, na discórdia, nas retaliações e perseguições que a história tem registrado; enfim, vejo um risco iminente de que o interesse pessoal, movido pela ambição descontrolada, se sobressaia em face do interesse público. Quem duvida disso?

Ainda mais descabida – assim vejo -, é querer impor essa mudança nesse momento, às carreiras, sem uma discussão com a base, quando é aguardada a aprovação de Emenda constitucional pelo Congresso Nacional estabelecendo as eleições diretas para os órgãos diretivos dos Tribunais de Justiça do País, sendo esse um antigo anseio dos juízes brasileiros; quando prevalece no STF e no CNJ, até então, o entendimento pela inconstitucionalidade de mudanças na forma que está sendo proposta (veja-se: ADI 3976; ADI 2012, ADI 5366, Rcl 5158, RE 105080); quando há fortes divergências a respeito da proposição entre os desembargadores - as quais já se tornaram até do conhecimento público; quando faltam menos de 4 (quatro) meses para a eleição da nova mesa diretora, em que já vinha sendo anunciado aos quatro cantos da Paraíba – principalmente pela Chefe atual do nosso Judiciário – o nome do Desembargador Márcio Murilo da Cunha Ramos como o seu próximo presidente, que nesse projeto já vem se preparando há bastante tempo; querendo passar por cima até mesmo do princípio da anualidade da lei eleitoral, insculpido no art. 16 da Constituição da República, defendido oportunamente pelo Desembargador Joás de Brito Pereira Filho, mas já rejeitado também pelo relator dos projetos – aliás, para o mesmo a regra não se aplica às eleições dos tribunais de justiça, que têm autonomia para dispor a respeito; no entanto, vale o disposto no art. 14 da CF, para defender o voto secreto e não fundamentado (será que por ser assim democrático e republicano?).

O mais triste é saber – o que igualmente já se tornou do conhecimento público – que tudo isso vem acontecendo no propósito de evitar, a qualquer custo, que o Desembargador Márcio Murilo chegue à presidência do Tribunal de Justiça já no próximo ano; que nesse intuito já foi formado nos bastidores um grupo majoritário de desembargadores. Mas por que isso? Seria por acaso pelo fato de ser Márcio Murilo um magistrado incompetente? Um tirano? Um incoerente? Um irresponsável? Um indecente? Um agente público improbo? Um inconsequente? Uma pessoa sedenta por poder? Ou será por ser ele exatamente o contrário de tudo isso, como na prática sempre demonstrou que o é? Seria pelo fato de Márcio Murilo ter sempre demonstrado ser intolerante a favorecimentos indevidos e comportamentos prejudiciais ao interesse público? Seria receio de sua liderança nata e de sua aproximação e abertura com os juízes do primeiro grau? Enfim, seria receio de que Márcio Murilo, no comando do TJ, possa fazer a diferença, e isso não quer ver os que almejam o poder apenas pelo poder? É o que se comenta e se pergunta pelos corredores!

Mais triste ainda – nem sei se devia ter mais esse sentimento a essa altura de meu convívio no Judiciário – é o fato desses projetos terem surgido de requerimento ofertado em nome de nossa Associação de Magistrados (AMPB), a demonstrar que o seu presidente, dessa maneira, no mínimo optou por não insistir na campanha por Diretas Já para a escolha dos dirigentes do nosso TJ, deflagrada em âmbito nacional; e o pior, sem que para tanto estivesse respaldado por aprovação em assembleia da categoria, que entendo como imprescindível diante da relevância que o tema desperta. Aliás, ao que se sabe até então, é que para tanto sequer teria havido discussão e aprovação pelos membros da diretoria, embora alguns já acenem hoje por querer defender a proposição mesmo assim - ainda que com o silêncio -, conformados (?) de que “o assunto agora é com os desembargadores; deixem que eles resolvam; a AMPB nada tem mais haver com isso; isso foi o primeiro passo para as eleições diretas”, dentre outras justificativas simplistas, permissa vênia. Será mesmo? Será que não caberia a AMPB, a essa altura dos acontecimentos, ao menos a dignidade de se posicionar coerentemente na defesa do voto aberto e fundamentado na escolha dos dirigentes do nosso Tribunal de Justiça, assim como do respeito ao princípio da anualidade das eleições, como inclusive adotou recentemente diante das mudanças ocorridas em relação às eleições de nossa associação? Sei não, viu? Sei que não sei de nada, mas desconfio de tudo!

Fica portanto a avaliação para os colegas juízes e juízas conscientes, descomprometidos, independentes e que desejam o bem de nossa instituição!"

Na primeira página d'O Globo


A capa do jornal O Estado de São Paulo


Os destaques do jornal Correio Braziliense


A capa de hoje do jornal Diário de Pernambuco


As manchetes de jornais brasileiros nesta segunda-feira

Folha: Conflito na faixa de Gaza cresce e tem o dia mais violento

GloboIndústria reduz produção e vende energia

Extra: Após tiroteios, teleférico do Alemão está parado há 4 dias

Estadão: PT e PMDB são adversários em Estados com 75% dos eleitores

ValorEconômico: Copa e inflação castigam balanços das empresas

ZeroHoraMuitos planos, pouco dinheiro

Estado de Minas: Álcool e drogas estão matando mais em Belo Horizonte

CorreioBrazilienseLei Seca pegou 1.222 apenas durante a copa

CorreiodaBahia: Tudo igual: na zona

DiáriodoNordeste: Detentos usam Facebook de dentro da prisão

JornaldoCommercio: Família é resgatada, mas bebê morre

domingo, 20 de julho de 2014

Depois da derrota do Flamengo para o Internacional (4 a 0), Irlânio Cavalcante, Aderbal Filho e Cassiano Maia tiraram o fim do domingo para curtir...


Nossa Rachel Moreira na 6ª do Se7e. Sempre um sucesso total! Dia 22 de agosto, no Cajazeiras Tênis Clube, tem mais!


O GLOBO

A diplomacia chinesa tem obsessão pelo ritual, e a do comissariado gosta de brincar com eventos. Durante a ida do presidente Xi Jinping ao Congresso, juntaram-se os dois num episódio constrangedor. Xi falaria na quinta-feira, mas temeu-se que não houvesse plateia e antecipou-se o evento para a quarta. Metade das poltronas ficaram vazias. Esse foi o problema de forma, mas haveria também o de conteúdo.

Esperar um discurso claro ou informativo de um dirigente chinês é ilusão democrática. Xi repetiu palavras simpáticas, até o momento em que, cripticamente, entrou na questão do controle da internet:


"Não há espaço para duplo critério na área de informática, onde todos os países têm o direito de defender a sua própria segurança informática. Não é aceitável que um ou alguns países fiquem seguros e outros não, para já não dizer obter a chamada segurança absoluta de um país à custa da segurança dos outros."

"Hoje em dia, o desenvolvimento da internet traz novos desafios para a defesa da soberania e interesses do desenvolvimento. Todos os países têm o direito de se defender. A comunidade internacional deve atuar com base nos princípios de respeito e confiança mútua, e estabelecer um sistema multilateral, democrático e transparente de administração sobre a internet."

À primeira vista, o presidente chinês condenou a espionagem do companheiro Obama. Lendo-se de novo, vê-se que defendeu a sua. Serão necessários mais 20 séculos para saber o que a China entende como "sistema multilateral, democrático e transparente de administração" da internet.


Por enquanto, a China é um modelo futurista de censura e espionagem na rede. Estima-se que sua polícia cibernética tenha um exército de dois milhões de pessoas. Bloqueiam palavras e sites, multam e prendem quem sai da linha. Um texto repassado mais de 500 vezes e lido por mais de 5.000 pessoas pode custar até três anos de prisão. A astúcia com que a China expandiu sua rede, tornando-a a maior do mundo ao mesmo tempo em que conseguiu controlá-la, é um exemplo da competência tecnológica. O companheiro Xi acha que esse modelo é bom para o seu país. Tudo bem, mas não devia tentar exportá-lo com raciocínios empulhadores.

Exposta, a espionagem eletrônica americana é discutida em todo o mundo, inclusive nos Estados Unidos. Já a chinesa está protegida pela ditadura de vitrine que governa o país. Cinco comandantes militares chineses foram denunciados pelo governo dos Estados Unidos por atividades de espionagem eletrônica. Não vai dar em nada, mas foram identificados.

Os discursos de chefes de Estado em visitas oficiais ao Brasil são negociados durante a preparação das cerimônias. O Itamaraty poderia ter sugerido ao companheiro Xi que tirasse as referências à internet de seu discurso no Congresso. Não se trataria de censura, mas apenas de boas maneiras.

Viagens presidenciais envolvem cuidados, e os chineses cuidam de sua parte, mas a diplomacia brasileira não cuida da sua. Em 2004, quando o presidente Hu Jintao veio ao Brasil, disse que em seis anos esperava aumentar o comércio do seu país com a América Latina para US$ 100 bilhões anuais. O tradutor terceirizado trocou comércio por investimento. Todos os embaixadores e cônsules chineses no Brasil falam português. Nenhum dos brasileiros fala mandarim. Em 2011, a doutora Dilma foi ao Império do Meio, e sua comitiva anunciou um investimento de US$ 12 bilhões da empresa Foxconn. Era lorota. Na volta, ela trouxe apenas uma gripe.

DILMÊS

No que se refere à ligeireza e à confusão das falas da doutora Dilma, ela deu uma boa amostra quando tratou da derrubada do jato da Malaysia Airlines:


"Acho prudente a gente tomar cuidado porque, ao mesmo tempo, tem um segmento da imprensa que diz que este avião que foi derrubado estava na rota da volta do presidente Putin, que coincidiu a hora."

Ganha uma viagem a Kiev quem souber o que é "um segmento da imprensa".

De qualquer forma, logo se soube que, mais ou menos à mesma hora do comentário de Dilma, Vladimir Putin tratou do assunto e não mencionou a suspeita. A doutora poderia verificar qual foi o segmento de sua assessoria que sugeriu a fala imprudente.

EREMILDO, O IDIOTA

Eremildo é um idiota e soube que 89% das escolas públicas têm computadores, mas só em 6% as máquinas são usadas pelos alunos nas salas de aula.

O cretino sabe que, se os computadores ficarem nas salas, poderão ser roubados. Ainda assim, ficou com a impressão de que, para um gestor do dinheiro da Viúva, é fácil comprar equipamentos, ganhando a simpatia dos fornecedores e engordando estatísticas. Duro mesmo é trabalhar na segurança e na manutenção das escolas.

TÁXI DO POVO


Para quem quer saber mais sobre o delicado quebra-cabeça da política interna chinesa e não tem paciência para ler sobre Confúcio, Mao Tse-tung ou até mesmo Deng Xiaoping, há um bom livro na rede. É "The New Emperors", de Kerry Brown, professor da Universidade de Sydney. Sai por US$ 15,12.

Nele aprende-se que Xi Jinping tenta popularizar-se deixando circular a história de que um dia tomou um táxi.

Gente boa e bacana na expectativa da nossa Festa 6ª do Se7e, com Joãozinho e Banda Se7e e Big Boy e Banda. Um Show!


Eu sei onde tudo funciona... na propaganda da Petrobras, Caixa Econômica, Banco do Brasil...

Cadê o porto?
Porto: só na maquete
Em dezembro de 2010, o balanço dos quatro anos do PAC garantiu que o primeiro trecho da Ferrovia que liga Ilhéus (BA) a Caetité (BA), com 537 km de extensão, seria concluído em 30 de dezembro de 2012. O segundo trecho, entre Caetité e Barreiras (BA), com 485 km de extensão, ficaria pronto em 30 de dezembro de 2013.
Pois bem, no 10º Balanço do PAC, divulgado pelo governo no mês passado, promete agora que o primeiro trecho será entregue em 31 de dezembro de 2015 – três anos de atraso. E o outro trecho em 30 de abril de 2016 – ou seja, com 28 meses de atraso. Até agora, nenhum trilho foi instalado.
O que Lula disse em 2010, no balanço dos quatro anos do PAC, comprovou-se verdadeiro.
- Não acredito que outro país, que não a China, esteja fazendo o que nós estamos fazendo em ferrovias.
Verdadeiro, embora com sentido contrário ao que ele disse.
Já seria um caso exemplar do padrão lesma que impera nas obras de infraestrutura. Mas tem mais.
Se a ferrovia ficar pronta mesmo em 2016, não poderá funcionar. Por que?Porto Sul da Bahia, que será construído em Ilhéus, nem saiu do papel.
Em resumo, a tal ferrovia, que tem um custo de 4,24 bilhões de reais, só poderá transportar nada a lugar algum.
Por Lauro Jardim

Iasmin Lucena, filha dos meus amigos Pelado e Gorete, recebe o nosso abraço de parabéns.


Parabéns, minha filha Iasmin Lucena, um dos nossos tesouros.

Agradeço a Deus por  você existir nas nossas vidas.

Que papai do céu te cubra de saúde e bênçãos sempre...te amamos

Da Coluna de Cláudio Humberto. Será?


É mesmo de indiferença a relação de Dilma com o presidente das duas CPIs da Petrobras, Vital do Rêgo (PMDB-PB), candidato ao governo. Preterido para ministro, o senador agora foi jogado pra escanteio pelo PT, que apoiará a reeleição do governador Ricardo Coutinho (PSB).


O PMDB discute a melhor reação para o desprezo que vem recebendo do Planalto. Do jeito que está, não pode continuar. Essa é a opinião unânime dos caciques, que só se dirigem a Dilma por duros apelidos.

Para lembrarmos uma rainha cajazeirense: Ica Pires. Eterna.

Jeanne Brocos, a filha, divulgou esta foto. Uma beleza única!

Eita que tá pegando fogo!




Silas Malafaia decidiu partir para cima do PT em seu programa de TV que foi ao ar. O pastor vai acusar o partido de perseguição política por colocar a Receita Federal para investiga-lo.

Em quase quinze minutos de vídeo (Veja acima), Malafaia revela que desde 2013 o Fisco brasileiro abriu seguidos procedimentos para investigar a Associação Vitória em Cristo, instituição comandada pelo pastor. Mesmo com uma das investigações finalizada sem encontrar qualquer irregularidade nas contas da igreja e outros negócios, a Receita – acusa Malafaia – fazia novas investidas na Associação, muitas vezes solicitando documentos idênticos aos pedidos anteriormente.

Eis algumas frases de um Malafaia indignado com o PT:

- Quer me investigar, me investigue. Dizer que pastor é ladrão é fácil.

- Vou dar uma sugestão ao governo do PT. Por que não manda investigar o filho do Lula que era um pobre rapaz (…) e hoje é um milionário?

- A cúpula deste partido está na cadeia na maior roubalheira da história deste país

Por Lauro Jardim
Mutirão condena oito gestores à prisão na PB 

6º lote de sentenças referentes ao julgamento de ações de improbidade e crimes contra a administração pública é divulgado. 

Josusmar Barbosa
Jornal da Paraíba

Leonardo Silva
Em 50 sentenças, o mutirão condenou 24 gestores públicos, sendo oito à prisão

O Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB) divulgou ontem, no Fórum Afonso Campos, em Campina Grande, o 6º lote de sentenças referentes ao julgamento de ações de improbidade administrativa e crimes contra a administração pública, que envolvem processos da Meta 4, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Em 50 sentenças, o mutirão condenou 24 gestores públicos, sendo oito à prisão. Parte das penas será convertida em prestação de serviço à comunidade. O balanço foi apresentado pelo juiz-coordenador da Meta 4, Aluízio Bezerra Filho, e os juízes que integram o mutirão.

Encabeça a lista o ex-prefeito de Salgado de São Félix, no Agreste, Nilton Marques Bezerra. Ele foi condenado a três anos por crime contra o patrimônio público pelo juiz Algacyr Rodrigues, além de multa. O ex-gestor já estava com os direitos políticos suspensos por cinco anos por condenação da Justiça Federal. Quando prefeito, ele descumpriu convênio firmado entre o município de Salgado de São Félix e a Funasa, destinado à execução de sistema de abastecimento de água.

Outro condenado a três anos de reclusão pelo juiz Algacyr Rodrigues foi o ex-prefeito de Igaracy, no Sertão, Francisco Hélio da Costa, por fraude em licitação.

Também foi condenado a três anos de reclusão o ex-prefeito de Riacho do Santo Antonio, José Roberto de Lima, por fraude em licitação, juntamente com Liano Pinto Pedrosa e Marilda Pereira. A decisão foi do juiz Manoel Maria Antunes. Já o juiz Hugo Gomes Zaher condenou a dois anos e seis meses, em regime aberto, José Ferreira Sobrinho, por fraude em licitação junto à Prefeitura de Cajazeiras. A pena foi convertida em restritiva de direitos, consistente em prestação pecuniária de 20 salários mínimos a uma entidade com fins sociais e prestação de serviços à comunidade.

Ainda no rol dos condenados está o ex-prefeito de Pirpirituba Humberto Manoel de Freire, que cumprirá pena de 10 meses e 15 dias de prisão em regime semiaberto. Ele foi condenado pelo juiz Kéops de Vasconcelos. O magistrado também condenou o ex-prefeito de Lastro, José Vivaldo Diniz, a um ano e 11 meses de reclusão.

EMISSÃO DE 163 CHEQUES SEM FUNDO

O ex-prefeito de Pitimbu, no Litoral paraibano, Hércules Antônio Ribeiro foi condenado em duas ações por improbidade administrativa e terá que devolver R$ 2,2 milhões aos cofres públicos, além de ficar cinco anos inelegível e proibido de contratar com o poder público ou receber benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios por igual período. As sentenças foram prolatadas pelo juiz João Batista Vasconcelos.

Em um processo, Hércules foi condenado por emitir 163 cheques sem fundo, ocasionando multa e juros no valor de R$ 3.917,15; despesas não comprovadas no valor de R$ 948 mil; não aplicação de percentual mínimo na saúde e educação; excesso de pagamento de despesa com lixo; e desaparecimento de bens públicos.

Por má aplicação dos recursos públicos, o ex-prefeito de Santa Helena Antônio Veríssimo Dantas terá que devolver ao município a quantia de R$ 69 mil, corrigida monetariamente pelo INPC, desde 2003, além de juros. O gestor ainda teve os direitos políticos suspensos por três anos, conforme decisão do juiz Fábio José de Oliveira.

ITABAIANA

A ex-prefeita de Itabaiana, Eurídice Moreira da Silva, mais conhecida como Dona Dida, foi condenada por improbidade administrativa pelo juiz João Batista Vasconcelos. Ela ficará inelegível por quatro anos e proibida de contratar com o poder público pelo igual período. Pena idêntica foi imposta ao ex-prefeita de Itabaiana, Sebastião Tavares de Oliveira.

Em Conceição, o ex-prefeito Alexandre Braga teve os direitos políticos suspensos por seis anos. Ele terá que pagar pelo ressarcimento do dano no valor de R$ 28,7 mil e multa civil de R$ 50 mil por má aplicação de verba pública.

GRUPO DE MAGISTRADOS DA META

O Mutirão da Improbidade tem um grupo especial formado pelos juízes João Batista de Vasconcelos, Jailson Shizue Suassuna, Fábio José de Oliveira Araújo, Diego Fernandes Guimarães, Claudio Pinto Lopes, Algacyr Rodrigues Negromonte, Manuel Maria Antunes de Melo, Keops de Vasconcelos Amaral Vieira Pires e Hugo Gomes Zaher, coordenado pelo juiz Aluízio Bezerra Filho e que tem como gestor da Meta o desembargador Leandro dos Santos.

O trabalho desenvolvido alcança todas as comarcas do Estado, que importa na tramitação prioritária desses processos e o julgamento do que se encontra regularmente instruído. A próxima divulgação ocorrerá no dia 8 de agosto, em Campina Grande, no Fórum Afonso Campos.