sexta-feira, 22 de maio de 2015

'Mãe Zefinha' está lá no céu ao lado Dele, nosso Senhor, só prestando atenção...

José Nogueira (Rômulo Feitosa)

Vinte e dois de maio de 2015, três anos que Dona Zefinha Feitosa completou o seu ciclo de existência aqui na terra. 

Lamentações podem significar um pouco de egoísmo da nossa parte, pois ela nos deu muitas coisas boas enquanto viveu conosco; o momento é de lembranças alegres, narrando suas memórias engraçadas, suas histórias da infância, da adolescência, os causos do Barro, da Iara, do Monte Alegre e de Cajazeiras. Enfim, vamos driblar a tristeza que insiste em querer invadir nossos corações. 

Peço aos amigos que façam uma simples oração, conforme o seu credo, e direcione seus pensamentos para 'Mãe Zefinha', contribuindo para fazermos uma corrente de energias positivas para ela, seja qual for o Plano Espiritual em que ela se encontrar. 

Obrigado!

Pegou ar!

Ed Ferreira/Folhapress 

Derrotado em discussão sobre corte de R$ 69,9 bi, Levy não vai a anúncio

NATUZA NERY
VALDO CRUZ
Folha.com

O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, não comparece ao esperado anúncio do corte de cerca de R$ 69,9 bilhões no Orçamento. Integrantes do governo foram avisados pelo Ministério da Fazenda sobre o não comparecimento de Levy.

No local do anúncio, no Ministério do Planejamento, há uma placa com o nome do ministro ao lado de outra com a identificação do titular da pasta, Nelson Barbosa.

Integrantes da equipe econômica atribuem a uma divergência sobre o valor final do corte, que ficou em R$ 69,9 bilhões, a razão da provável ausência de Levy. Marcado para 15h30, o anúncio do corte atrasou. A justificativa oficial é de atraso no voo de Barbosa de São Paulo para Brasília.

A presença de Levy havia sido confirmada pelo Ministério da Fazenda, que enviou aos jornalistas atualização na agenda do ministro por e-mail às 10h30 desta sexta-feira (22). A participação também havia sido informada pelo Ministério do Planejamento, que divulgou em sua página na internet o aviso sobre a entrevista com o nome de Levy.

Moraes Moreira em Cajazeiras! Sabe como é, né?, veio visitar parentes...Ora, ele soube que até Jesus é da família!

Enviada por Alberto Construcenter
Vixe: Carlos Antonio quebra silêncio, responde críticas de ex-deputado, ataca filho do político e diz: Ele é abominado pelo povo de Cajazeiras

O ex-prefeito não poupou as palavras e respondeu ao cajazeirense em tom de desabafo: "Ele já recebeu a resposta do povo"

O ex-prefeito de Cajazeiras, Carlos Antonio (DEM) comentou nesta quinta-feira (21), as declarações do ex-deputado e ex-prefeito Antonio Vituriano de Abreu (PSC).

No mês passado, Vituriano rompeu o silêncio e fez duras críticas ao ex-prefeito através das redes sociais logo após a divulgação de mais uma condenação ao ex-gestor imposta pelo juiz federal, suspendendo os direitos políticos por mais cinco anos, além da devolução de R$ 18.830,18 e multa.

O ex-deputado chegou a dizer que Carlos Antonio está acostumado a fazer a população de besta, rir da Justiça e achar que tudo pode, além de acusar a prefeitura, administrada pela esposa do condenado, Denise Albuquerque (PSB), a pagar os valores impostos pela justiça para devolução ao erário público.

Sem medir as palavras, o ex-gestor disparou: “Vituriano é um derrotado e abominado pela sociedade de Cajazeiras. Segundo Carlos Antonio, o ex-deputado é mal agradecido, pois fala mal dos próprios eleitores.

Carlos Antonio aproveitou para alfinetar: “Não vou responder a derrotado e a grande marca que ele deixou em Cajazeiras foi o símbolo e a simbologia da renúncia, que foi comandada pelo grupo dele”, disse se referindo a Léo Abreu, filho do ex-deputado.

Segundo ele, a população de Cajazeiras já respondeu de forma muito firme nas eleições quando Vituriano foi derrotado nas eleições do ano passado.

Veja reportagem completa do ex-prefeito a TV Diário do Sertão!

E ainda tem isso?

O coveiro de José Janene
O Antagonista

Veja o documento publicado nesta página.

É a certidão de óbito de José Janene, aquele que a CPI da Petrobras pensou em exumar, para esclarecer se ele simulou ou não a própria morte.

O declarante não é um parente de José Janene: é Alberto Youssef.

Alberto Youssef não se dedicou apenas a lavar o dinheiro roubado por José Janene - ele se dedicou até mesmo a enterrar seu cadáver.


A amiga Sandra Belchior nos informa sobre a inauguração da Rádio Terra Nova FM, 88.7, em São José de Piranhas. Nossos votos de muito sucesso ao novo empreendimento radiofônico.


Sandra Belchior

Uma nova emissora, um novo jeito de se ouvir rádio. Terra Nova FM, 88.7.

São José de Piranhas vai ter o que merece! Um projeto em rádio. O grande dia, Inauguração dia 23/05/2015.  O empreendimento é do Grupo Belchior. 
MORO SOBRE O PETROLÃO
JUIZ DA LAVA JATO APONTA ‘CORRUPÇÃO SISTÊMICA’

MORO REVELA GRANA A AGENTES POLÍTICOS E FINANCIAMENTO POLÍTICO

JUIZ SÉRGIO MORO DIZ QUE HÁ “INDÍCIOS DA PRÁTICA SISTEMÁTICA E HABITUAL DE CRIMES DE CARTEL, DE FRAUDE À LICITAÇÃO, DE CORRUPÇÃO E DE LAVAGEM DE DINHEIRO” 

O juiz federal Sérgio Moro disse que a Operação Lava Jato “tem cotidiamente se deparado com um quadro de corrupção e lavagem de dinheiro sistêmicas”. Ao mandar prender o lobista Milton Pascowith, que pagou R$ 1,45 milhão para uma empresa de consultoria do ex-ministro José Dirceu (Casa Civil do governo Lula), o juiz assinalou que a investigação revela “indícios da prática sistemática e habitual de crimes de cartel, de fraude à licitação, de corrupção e de lavagem de dinheiro”.

Milton Pascowitch foi preso em São Paulo nesta quinta-feira, 21, na 13.ª etapa da Lava Jato. A Polícia Federal e a Procuradoria da República suspeitam que Pascowith fazia lobby para o PT e repassava dinheiro ilícito para empresas de Dirceu.

“A gravidade concreta da conduta de Milton Pascowitch é ainda mais especial, pois há indícios de que propinas também foram pagas, por seu intermédio, para agentes políticos e para financiamento político, o que compromete a integridade do sistema político e o regular funcionamento da democracia”, destacou o juiz da Lava Jato.

Para Moro, “o mundo do crime não pode contaminar o sistema políticopartidário”. O juiz argumenta que a participação de Pascowitch “é mais análoga a dos profissionais que se dedicaram, diferentemente dos empreiteiros, exclusivamente à prática delitiva, intermediando propinas, ocultando e dissimulando o produto do crime, em operações complexas de lavagem de dinheiro, inclusive com transações e contas secretas no exterior”. Moro cita depoimento do empreiteiro Gerson de Mello Almada, segundo o qual a função de Pascowitch “era equivalente” a do doleiro Alberto Youssef – peça central da Lava Jato.

“Ou seja, profissional dedicado ao pagamento de propina e de lavagem de dinheiro”, afirma o juiz que vê aí, a necessidade da prisão preventiva do lobista ante “a presença do risco à ordem pública”.

O juiz ressalta a existência de materialidade dos crimes atribuídos ao pagador de José Dirceu e o risco de Pascowith destruir ou ocultar provas. “No caso de Milton Pascowitch há provas de que manteria contas secretas no exterior (pelo menos a MJP International Group e a Farallon Investing Ltd), com recursos milionários, a partir das quais efetuou o pagamento de propinas a empregados públicos, como Pedro Barusco (ex-gerente de Engenharia da Petrobrás que devolveu US$ 97 milhões recebidos em propinas)). As contas secretas ainda constituem indício de risco à aplicação da lei penal, pois não sendo imediatamente acessíveis às autoridades brasileiras, tem o investigado condição de dissipar os ativos nelas mantidos, impedindo, com eficácia, a recuperação do produto do crime, oferecendo ainda um risco concreto de fuga, pois, com conexões e recursos milionários no exterior, tem o investigado condições de nele refugiar-se, mantendo-se a salvo da ação da Justiça brasileira.”

“Milton Pascowitch teria participado por longo período do esquema criminoso, sendo apontado como intermediador das propinas de 2004 a 2014 entre dirigentes da Engevix e empregados da Petrobrás e da Sete Brasil, além de haver indícios de que atendeu outras empreiteiras”, assinala o juiz na decisão que deflagrou a 13.ª fase da Lava Jato.

Para Sérgio Moro, “em um contexto de criminalidade desenvolvida de forma habitual, profissional e sofisticada, não há como não reconhecer a presença de risco à ordem pública, a justificar a prisão preventiva para interromper o ciclo delitivo”. (AE)

Na capa do nosso jornal Gazeta do Alto Piranhas o merecido destaque do grande Edme Tavares



Imagine o caro leitor que esteja andando na rua e, por algum motivo, pegue uma pedra e a atire na janela de uma casa. Na hipótese de haver algum policial por perto, o caro leitor será preso e, no mínimo, terá de prestar declarações na delegacia mais próxima – isso se tiver sorte e não apanhar antes de ser levado.

Pois bem: o Movimento dos Trabalhadores Sem-Terra, MST, invadiu, em Brasília, o Ministério da Fazenda ─ nada mais justo, porque fazendas é exatamente o que querem invadir. Quebraram janelas, arrombaram portas, causaram prejuízos que serão pagos com dinheiro de nossos impostos. Impediram o ministro Joaquim Levy, por quase meia hora, de entrar em seu gabinete. Foram fotografados, filmados, gravados. Nenhum militante foi preso, nenhum militante detido para averiguações, a ninguém se pediu o pagamento pelo prejuízo. Foram embora, enfim ─ em direção ao outro Ministério, o do Desenvolvimento Agrário.

Todos os cidadãos são iguais, mas alguns são mais iguais que os outros. Há os que têm direito de depredar a Câmara dos Deputados, como fez o grupo liderado por Bruno Maranhão, dirigente petista de nobre estirpe; há os que têm direito de invadir institutos de pesquisa e destruir espécimes desenvolvidos por mais de dez anos. Há os que invadem áreas próximas ao Pico do Jaraguá, em São Paulo, recebem determinação judicial de deixar a área mas têm direito à proteção da Funai para descumpri-la.

São os que, como o agente 007, dispõem de licença oficial para agir à margem da lei.


São os hóspedes queridos da casa da Mãe Dilma.

Por Reinaldo Azevedo

Ai, ai… Vamos lá. A Polícia Federal resolveu abrir um inquérito, com base na Lei de Segurança Nacional, contra o capitão da reserva da Marinha Sérgio Zorowich, um dos porta-vozes daquele grupo extremamente minoritário que, em protestos contra o governo, pede a intervenção militar. Segundo o próprio Zorowich, sua advogada apurou junto à PF que o objetivo é enquadrar defensores da intervenção militar no Artigo 23 da Lei 7.170 Lei 7.170, que continua em vigor. E o que está escrito lá? Leiam:

"Art. 23 – Incitar:
I – à subversão da ordem política ou social;
II – à animosidade entre as Forças Armadas ou entre estas e as classes sociais ou as instituições civis;
III – à luta com violência entre as classes sociais;
IV – à prática de qualquer dos crimes previstos nesta Lei.
Pena: reclusão, de 1 a 4 anos."

Suponho, então, que a PF esteja tentado enquadrar essas pessoas no Inciso II. Então vamos ver.

Vocês sabem o que penso sobre intervenção militar. Trata-se de uma bobagem sem fundamento. Os militares são os primeiros a considerar isso. “Você fala com militares, Reinaldo?” Falo. Eles têm desprezo por essa tese. Critiquei aqui duramente até aqueles manifestantes que vieram com a conversa de que essa ação se limitaria apenas a, como disseram, “tirar os bandidos daí” para marcar eleições em seguida. É o que se queria em 1964. Deu no que deu. O país só voltou a ter eleições diretas em 1989. Soldados não foram feitos para governar — nem eles querem isso. Ponto parágrafo.

Em tese, ao menos, esses ditos defensores da ação militar, à medida que se expõem em praça pública e defendem a intervenção, poderiam ser acusados de estar “incitando a animosidade entre as Forças Armadas e as instituições civis”? Forçando um pouco a barra, a gente pode dizer que sim. Embora, claro, seja necessário pesar muita coisa. Carregar uma bandeira é incitar? Gritar um slogan é incitar? Expressar publicamente uma opinião, por mais errada que seja — ou especialmente quando errada — é incitar? O Supremo Tribunal Federal decidiu, por exemplo, por unanimidade que se pode marchar em favor da legalização da maconha. É liberdade de expressão. E consumir maconha é crime. Sigamos.

Lei em vigor
É claro que a Lei de Segurança Nacional está ainda em vigor. Foi plenamente recepcionada pela Constituição de 1988. Aliás, em vários textos, defendi que fosse aplicada em 2013. Não contra o povo, que ele não precisa disso. Mas contra os baderneiros.

Quer dizer que a Polícia Federal acha que uns gatos-pingados segurando uma bandeira pedindo intervenção militar põem em risco a segurança nacional, mas não os extremistas que saíram incendiando ônibus? Mas não algumas ações do MST e do MTST? Se a PF avalia que pode acionar o Inciso II do Artigo 23 contra o senhor Sérgio Zorowich porque ele expressou uma ideia cretina em público, por que essa mesma PF não aciona o Artigo 20 contra baderneiros de extrema esquerda, incluindo os dois movimentos que citei? Afinal, está escrito lá:

"Art. 20 – Devastar, saquear, extorquir, roubar, sequestrar, manter em cárcere privado, incendiar, depredar, provocar explosão, praticar atentado pessoal ou atos de terrorismo, por inconformismo político ou para obtenção de fundos destinados à manutenção de organizações políticas clandestinas ou subversivas.
Pena: reclusão, de 3 a 10 anos.
Parágrafo único – Se do fato resulta lesão corporal grave, a pena aumenta-se até o dobro; se resulta morte, aumenta-se até o triplo."

Quer dizer que a lei que serve para abrir um inquérito contra supostos radicais de direitanota: pedir intervenção militar não é de direita; é apenas tolonão serve para abrir um inquérito contra radicais de esquerda? E não que eu os esteja comparando. Não estou. Querem ver?

Que dano ao patrimônio público ou privado o senhor Zorowich praticou até agora? Quebrou o quê? Depredou o quê? Feriu quem? Matou quem? Da depredação à morte, dá para fazer o elenco dos malefícios provocados, por exemplo, pelos black blocs. Então será assim? Aos inimigos nada, nem a lei, e aos amigos, tudo, menos a lei? 

 Não gostaram do Artigo 20? Eu lhes ofereço o 15:

“Art. 15 – Praticar sabotagem contra instalações militares, meios de comunicações, meios e vias de transporte, estaleiros, portos, aeroportos, fábricas, usinas, barragem, depósitos e outras instalações congêneres.
Pena: reclusão, de 3 a 10 anos.”

Então o sr. Zorowich é incompatível com a Lei de Segurança Nacional, mas João Pedro Stedile e Guilherme Boulos não apenas são compatíveis como são interlocutores da Presidência da República? O Brasil sofreu já um golpe de esquerda, e ninguém me contou nada? Quando um sujeito grita em praça pública, quase sozinho, que quer intervenção militar, a segurança nacional está ameaçada. Quando, no entanto, Boulos emite um comunicado prometendo parar o país se houver corte de verbas do Minha Casa Minha Vida, aí se está apenas exercitando a democracia, certo?

Então portar uma faixa pode ser um crime grave, mas comandar uma baderna, com ônibus incendiados, pode render um papinho no Palácio do Planalto? Como esquecer que a Presidência da República recebeu o Movimento Passe Livre?

É uma tática
Parece-me que tentar enquadrar estes que pedem intervenção militar na Lei de Segurança Nacional é só uma maneira de dar relevo a um grupo que não tem importância no coro contra o governo. Além do caráter persecutório contra quem, afinal, apenas expressou uma opinião infeliz, é evidente que fica caracterizada a tentativa de colar a pecha de golpista em todos os que protestam contra o PT ou pedem o impeachment de Dilma.

No Brasil dessa gente, estender uma faixa ameaça a segurança do país, mas bloquear estradas, botar fogo em ônibus, depredar metrô, atacar bancos, destruir laboratórios de pesquisa, invadir prédios públicos, tudo isso, claro!, evidencia o exercício da mais límpida democracia.

Não dá para levar a sério, embora a gente deva, sim!

Nas manchetes do jornal Estado de Minas a preocupação com o Rio São Francisco


No jornal Correio da Bahia: as universidades federais pedem socorro!


Os destaques do jornal Diário de Pernambuco


A capa de hoje do Jornal da Paraíba


As manchetes de jornais brasileiros nesta sexta-feira

Folha: Dilma corta R$ 66 bilhões, prevê PIB menor e eleva tributo de bancos (Bloqueio do orçamento afetará emendas parlamentares e áreas prioritárias como educação e saúde)

Globo:  Dilma eleva imposto de bancos e mantém abono

Extra:  Duas tragédias, antes da tragédia

ValorEconômico: Petrobrás define ativos à venda

Estadão: Lava Jato prende lobista que contratou Dirceu

ZeroHora: Metas para ler e cobrar

EstadodeMinas: [Rio São Francisco] Velho Chico contaminado

CorreioBraziliense: Falta de habite-se impede ocupação de 10 mil imóveis

CorreiodaBahia: Ufba pede socorro

- OPovo: Rampas de lixo persistem e desafiam fiscalização

JornaldoCommercio: Choque na conta de água

JornaldaParaíba: Prefeitos 'rebolam' para fazer São João

quinta-feira, 21 de maio de 2015

O São João do Campestre de Cajazeiras vai bombar! Vejam os detalhes e as grandes atrações.


Meu caro amigo Dirceu,

No bom propósito de fazermos o tradicional São João do Clube Campestre de Cajazeiras, a nossa diretoria vem através de seu Blog Sete Candeeiros Cajá convidar todos os associados do Clube Campestre para, neste dia 13 de junho, já no beiço do São João, curtir muito forró e comidas tipicas ao som de três grandes atrações. Veja só: teremos FORRO DE ARROMBA, e ainda O GALÃ DO BREGA e, também, o TORA CHINELA.

A festança toda terá inicio às 22:00 horas, mas o grande esquenta já começa às 16:00 horas, com o grande encontro de paredões de som nas dependências do estacionamento do clube. É festa grande!

Segundo as nossas regras de valorização dos sócios, aqueles que estão em dia terão entrada franca e para reserva de mesas é só entrar em contato com Thalles Rennan (pelo fone 83.9317.8705).
Desde já, agradecemos sua atenção e reiteramos o convite para o grande Forró do Campestre Clube de Cajazeiras.

Altemar Vieira

Vocês sabem que Otacílio Feitosa entende da matéria...


Forró Caçuá, uma banda especial. Forró de verdade!

Contatos para shows (083) 8705-3279 - 9945-6822 - 8883-7867. 
Lauro Jardim

Exames de drogas ficaram para o ano que vem

Adiada para 2016 pelo Contran, a exigência de exames toxicológicos para habilitar ou renovar carteiras de motoristas de caminhões, ônibus e vans tem aprovação de 95% dos brasileiros, segundo o Ibope apurou em abril.

Vai contar o que já corre solto no mundo...

CláudioHumberto

O ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto, que está preso em Curitiba, deixou a direção do partido em pânico. Sentindo-se “abandonado”, ameaça fazer acordo de delação premiada e revelar à Justiça o papel da “cumpanherada” no assalto à Petrobras. Ligado a Lula, de quem é homem de confiança, Vaccari mandou recados exigindo “postura firme” do partido em sua defesa, inclusive fazendo pressão no Judiciário.



Familiares e amigos próximos de João Vaccari se dizem preocupados com informações sobre o “estado depressivo” do petista, na cadeia.


Acordos de delação na Lava Jato têm sido propostos pelos acusados ao final do primeiro mês de prisão. Vaccari está preso há 36 dias.



Vaccari tem muito a revelar: segundo o ex-gerente Pedro Barusco, o PT recebeu até R$ 200 milhões de propina, entre 2003 e 2013.



João Vaccari anda preocupado com a situação da família, inclusive da cunhada que chegou a ser presa. Ele exige imunidade para todos eles.


Ex-ministro que frequenta o Instituto Lula diz que preocupa mais o ex-presidente a delação do seu amigo empreiteiro Ricardo Pessoa, dono da UTC, do que as ameaças de outro amigo, João Vaccari Neto.

Meu amigo Luciano Lins, um cajazeirado da gema, cantor e compositor, vem 'caducando' com o filho Lucas Gabriel. À família nossos votos de paz, amor e saúde.

 Luciano Lins, Mel Andrade e Lucas Gabriel (no nascimento)


Lucas Gabriel agora com 2 meses de idade

"Um sentimento maior que o universo, que contraria as leis da física ao caber em um abraço. Um sentimento indescritível, que contrariando a gramática se explica em quatro simples letras: A-M-O-R".

Quando a legitimidade acaba, a saída é pela ignorância, pela desfaçatez e jogo de cena. É o diabo?


Lula ironiza pastores evangélicos em palestra
Em tom de brincadeira, ex-presidente diz a sindicalistas que às vezes é preciso se inspirar na retórica dos religiosos quando não é possível atender reivindicações: ‘Você está desempregado é o diabo, está doente é o diabo’

Ricardo Galhardo e Carla Araújo
Estadão



São Paulo – Enquanto o governo Dilma Rousseff e o PT tentam enfrentar a pauta conservadora defendida pela bancada religiosa no Congresso, que tem à frente o evangélico Eduardo Cunha (PMDB-RJ), presidente da Câmara, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ironizou em tom de brincadeira os métodos utilizados pelos pastores neopentecostais, em palestra a sindicalistas na noite dessa quarta-feira, 20, em um hotel no centro de São Paulo.

Lula, bem humorado, explicava aos sindicalistas que nas ocasiões em que não é possível atender às reivindicações da categoria a melhor saída é colocar a culpa no governo quando, sem motivos aparentes, passou a falar dos evangélicos. “Os pastores evangélicos jogam a culpa em cima do diabo. Acho fantástico isso. Você está desempregado é o diabo, está doente é o diabo, tomou um tombo é o diabo, roubaram o seu carro é o diabo”, disparou Lula, arrancando gargalhadas da plateia.


Lula comparou a retórica dos pastores a um processo judicial nos moldes do mensalão, no qual ex-dirigentes petistas foram condenados por desvios de dinheiro público com base na teoria do domínio dos fatos, que responsabilizou lideranças como o ex-ministro da Casa Civil José Dirceu por atos de seus subordinados sob a argumentação de que ele tinha o controle da situação. “Eu acho legal (culpar o diabo) porque é direto. Não tem nem investigação. É direto. O culpado está ali. É a teoria do domínio do fato”, brincou Lula.

Diante da receptividade calorosa da plateia, que não parava de rir, ele brincou com a cobrança de dízimo nas Igrejas evangélicas. “E a solução também está ali. É Deus. Pague o seu dízimo que Jesus te salvará”, disse em tom eloquente, imitando uma pregação religiosa.

Por fim, o ex-presidente disse também em tom de galhofa que os dirigentes sindicais deveriam assimilar os métodos dos pastores.

“Vocês sindicalistas têm que aprender a fazer isso porque cobram mensalidade, cobram contribuição sindical e não resolvem (as demandas da categoria).”

Tensão. As brincadeiras de Lula ajudaram a aliviar o clima de pessimismo e tensão dos sindicalistas incomodados com os rumos do governo Dilma que participaram do Seminário Nacional de Estratégia promovido pela Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf).
Renan diz que Brasil prometido pela dupla Lula-Dilma em 2014 era só para campanha eleitoral

DURANTE REUNIÃO COM GOVERNADORES, PRESIDENTE DO SENADO TAMBÉM COBROU DA PETISTA PROMESSAS SOBRE SEGURANÇA PÚBLICA

Cristiane Jungblut - O Globo

O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), e o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), durante encontro com governadores para debater ajuste fiscal e o pacto federativo

Ao encerrar o encontro com governadores para debater o Pacto Federativo e o ajuste fiscal nesta quarta-feira, o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), voltou a fazer críticas ao governo e à presidente Dilma Rousseff. Renan afirmou que o Brasil de 2014 "era apenas para a campanha eleitoral". Dilma foi candidata à reeleição e venceu pleito. Para Renan, o Brasil vive hoje "uma dura realidade", bem diferente. Foi a segunda estocada no governo no dia de hoje.

Vamos fazer tudo que garanta o equilíbrio fiscal. O que lamentamos, e lamentamos muito, é que aquele Brasil de 2014, que era projetado, anunciado, era apenas um Brasil para a campanha eleitoral. Estamos vivendo a dura realidade de ajustarmos o Pacto Federativo — disse Renan.

Perguntado se havia arrependimentos ao apoio dado à presidente Dilma na campanha, Renan respondeu:

O que estou dizendo é somente o seguinte: que aquele Brasil projetado em 2014, aquele não é o Brasil que estamos vivendo hoje. E hoje ele precisa, entre outras coisas, garantir o Pacto Federativo. Aquele Brasil era para a campanha eleitoral.

Depois da reunião, Renan disse que se encontrará com o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), nesta quinta-feira para discutir como agilizar votações que interessam aos governadores.

— É obrigação do Legislativo. É o nosso dever — disse Renan.

O presidente do Senado fez duras críticas ao governo desde o início do encontro. Ele cobrou diretamente da presidente Dilma a promessa de campanha sobre segurança pública. Durante a campanha eleitoral, Dilma prometeu mudar a Constituição para que a União possa também cuidar da segurança pública, hoje um atribuição dos estados. Na época, Dilma apresentou um verdadeiro pacote para o setor.
— Há necessidade de cobrarmos do governo o cumprimento das responsabilidades da União na segurança pública. Foi um compromisso de campanha, foi reafirmado na posse e essa é uma grande oportunidade de cobrar da presidente da República (o cumprimento da promessa) — disse Renan.

O encontro foi realizado no Senado. Renan fez uma prestação de contas e listou os projetos aprovados sobre Pacto Federativo. Entre eles, o novo indexador para dívida de estados e municípios; mudanças no ICMS quanto ao comércio eletrônico.

— Acabamos com a guerra fiscal — disse Renan.

Já o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), disse que a grande preocupação é retirar os estados da situação de "insolvência", explicando que, nos últimos anos, eles foram obrigados a assumir novas atribuições constitucionais, com gastos em educação, saúde e segurança pública, por exemplo, sem ter as fontes para arcar com os novos gastos.

Não podemos dar obrigações (aos estados) sem definir as fontes. Não podemos corrigir o piso de qualquer estado. Esse é a preocupação de todo o processo. Temos que estancar a sangria que tem sido feita ao longo dos anos, colocando aos estados as obrigações, mas sem as condições, o que levou parte deles à insolvência — disse Cunha.

E avisou que Câmara e Senado estão unidos neste desafio.

— Não há e não haverá competição (entre a Câmara e o Senado) nesta questão — disse Cunha.
Ao chegar para o encontro, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), também disse que a questão da Segurança Pública é a prioridade.

A segurança pública é uma prioridade nacional, extremamente relevante e é uma tarefa de todos: União, estados e municípios. É importante os recursos do Fundo de Segurança e a utilização desses recursos. E que ele (fundo) não seja contingenciado. Governar é escolher.

O governo do Rio, Luiz Fernando Pezão (PMDB), não participa da reunião. O estado é representado pelo secretário da Fazenda, Julio Bueno.

13ª fase da operação Lava Jato está no ar. O juiz Sérgio Moro mandou 'buscar' mais alguns...

PF deflagra 13ª fase da Lava-Jato com seis mandados judiciais

Mandado de prisão é contra o empresário Milton Pascowitch; operação é cumprida desde a madrugada em São Paulo, Rio e Minas

POR JULIANNA GRANJEIA E THAIS SKODOWSKI, 
ESPECIAL PARA O GLOBO

SÃO PAULO E CURITIBA — A Polícia Federal deflagra desde a madrugada desta quinta-feira a 13ª fase da Operação Lava-Jato em São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais. São seis mandados judiciais, sendo quatro de busca e apreensão, um de de condução coercitiva, quando a pessoa é obrigada a prestar depoimento, e um de prisão preventiva.

O alvo, segundo a PF, está relacionado a dois operadores financeiros que atuavam junto a contratos firmados por empreiteiras com a Petrobras. O mandado de prisão preventiva é contra o empresário Milton Pascowitch, que mora no Morumbi, bairro nobre de São Paulo. Ele deve ser levado para a Superintendência da Polícia Federal em Curitiba, onde permanecerá à disposição da Justiça Federal.

O mandado de condução coercitiva, também de São Paulo, é contra José Adolfo, irmão de Pascowitch. Dos quatro mandados de busca, um será cumprido em Itanhandu (MG), outro no Rio de Janeiro e dois em São Paulo. A PF atua nesta fase com 16 policiais.

Pascowitch, dono da Jamp Engenheiros Associados Ltda, é considerado na investigação como um dos 11 operadores de propinas que atuavam na Diretoria de Serviços da Petrobras, comandada na época pelo engenheiro Renato Duque — que atualmente cumpre prisão domiciliar no Rio de Janeiro.

O empresário prestava serviços à Ecovix, empresa de engenharia consultiva e gerenciamento de obras nas áreas de indústria naval e offshore.

Em depoimento prestado em março, o empresário Gerson Almada, da Engevix, declarou que, a pedido de Pascowitch, repassou dinheiro para o PT, “para Vaccari” (João Vaccari Neto, então tesoureiro do PT, que está preso em Curitiba).

Como ele (Pascowitch) tinha relacionamento com o pessoal do PT trazia pedidos não vinculados a obras, mas a doações para o partido nas épocas das eleições ou em dificuldades de caixa do partido — disse Almada.

Pascowitch já havia prestado depoimento na sede da Polícia Federal de São Paulo na nona etapa da Operação Lava-Jato, realizada em fevereiro deste ano.

A Operação Lava-Jato foi deflagrada em março de 2014 e investiga um esquema bilionário de corrupção na Petrobras que envolve lavagem de dinheiro e evasão de divisas.

Nas primeiras 12 fases, a PF cumpriu quase 400 mandados judiciais, que incluem prisões preventivas, temporárias, busca e apreensão e condução coercitiva (quando o suspeito é levado a depor). As investigações policiais e do MPF podem resultar ou não na abertura de ações na Justiça. Ao todo, 19 ações penais e cinco ações civis públicas foram instauradas na Justiça Federal.

O juiz federal Sérgio Moro, responsável pelos processos da Lava Jato na primeira instância do Judiciário, aceitou denúncia contra 82 pessoas. São alvo de ações as empreiteiras Camargo Corrêa, Sanko-Sider, Mendes Júnior, OAS, Galvão Engenharia e Engevix.

Se apoiar o PT, pode ser Ministro do STF, mas se for simpatizante de Marina e Aécio não pode ser procurador...

O lobista Lula ataca procurador
O Antagonista

O lobista Lula resolveu atacar o procurador que o investiga por tráfico de influência em favor da Odebrecht, com financiamentos do BNDES. Segundo a Folha, ele entrou com uma reclamação disciplinar contra o procurador Anselmo Henrique Cordeiro Lopes.

Na queixa, o lobista Lula incluiu cópias de postagens do procurador nas redes sociais que manifestavam simpatia às candidaturas de Marina Silva e Aécio Neves. A representação foi levada ao Conselho Nacional do Ministério Público.

O lobista Lula alega que o procurador feriu a legislação ao manifestar posição político-partidária.


O lobista Lula só admite uma posição: a empreiteiro-partidária.

O lobista Lula, com esse ataque, só mostra o seu desespero.
CCJ do Senado aprova aumento de até 78,56% para servidores do judiciário. 
Maria Lima - O Globo

PROJETO VAI PARA PLENÁRIO EM REGIME DE URGÊNCIA E PODE BENEFICIAR 120 MIL SERVIDORES


CCJ do Senado aprova aumento de até 78,56% para servidores do judiciário

Sem número para segurar a votação, o governo foi obrigado a apoiar a aprovação, nesta quarta-feira, do reajuste para os servidores do Judiciário na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, e agora o projeto de lei complementar vai a plenário em regime de urgência. Sem reajuste desde 2006, os cerca de 120 mil servidores terão seus salários reajustados de 53% a 78,56%, em função da classe e do padrão do servidor. O impacto na folha do Judiciário será de 30% até 2018. O projeto prevê um escalonamento, com pagamento da primeira parcela em julho, e a cada seis meses novas parcelas até 2018.

Segundo o coordenador do Sindijus, Jailton Assis, o impacto no orçamento será de R$ 1,5 bilhão em 2015 e R$10,9 bilhões nos próximos quatro anos.

Desde 2006, estamos sem nenhuma recomposição. Nesse período os juízes já tiveram uns dois ou três aumentos. Esse reajuste vai reequilibrar essa defasagem — disse Jailton Assis.

O líder do governo, Delcídio Amaral (PT-MS), que havia pedido vista na última sessão para ganhar tempo, disse que os números do governo não batem. O governo tentará um acordo para jogar a vigência do reajuste para 2016, sob a alegação de que não há previsão orçamentária para 2015.

Segundo nota do Ministério do Planejamento, o impacto total do reajuste nos próximos quatro anos será de R$ 25,7 bilhões. Haveria despesa, já em 2015, da ordem de R$ 1,5 bilhão, somada aos valores de R$ 5,3 bilhões, em 2016, R$ 8,4 bilhões, em 2017, e R$ 10,5 bilhões, em 2018.

Os servidores reclamam que estão sem aumento, mas receberam, como os demais servidores, 15,8% nos últimos três anos, em parcelas cumulativas de 5% em 2013, 2014 e agora em 2015.

Os números apresentados pelos servidores não batem com os do Planejamento, porque não incluem os aposentados e pensionistas . A ida da matéria para o plenário vai ser bom para debatermos melhor esses números e resolver esse assunto de uma vez por todas — disse Delcídio.

O líder do governo ainda tentou jogar a discussão do projeto para a Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) para ganhar tempo e tentar um novo acordo. Mas o líder do Democratas, Ronaldo Caiado (GO) apresentou um requerimento para ir direto ao plenário. 

Sem número, os governistas tiveram que aceitar a proposta de aprovar na CCJ e depois tentar um acordo no plenário.

O governo está tentando atrasar a votação. Mas hoje as negociações avançaram bastante e temos de continuar mobilizados para aprovar logo no plenário — disse João Evangelista, coordenador da Fenajufe.
Caixa corta 20% do crédito para casa própria

Com perdas nos depósitos da poupança, valor destinado a financiar imóveis terá redução de R$ 25 bi neste ano

Será o segundo ano seguido de recuo e o mais acentuado desde 2002, quando o crédito começou a se expandir

TONI SCIARRETTA
Folha de São Paulo

Deve chegar a R$ 25 bilhões a redução neste ano no valor destinado a financiar casas próprias pela Caixa, maior financiadora habitacional do país. O corte representa 20% do que foi desembolsado em 2014. Será o segundo ano seguido de recuo e o mais acentuado desde o início do ciclo de expansão nos financiamentos imobiliários, em 2002.

O banco, responsável por 70% dos imóveis financiados no país, estima emprestar neste ano R$ 103,8 bilhões, já somando os financiamentos com recursos da poupança e os com o dinheiro do FGTS.

A previsão inicial era ao menos repetir os R$ 129 bilhões de 2014. Mas a expectativa foi frustrada após a forte saída de recursos da poupança. De janeiro a abril, houve saques de R$ 29,2 bilhões.

A expectativa do setor é que a caderneta perca R$ 50 bilhões em depósitos neste ano, o que deve comprometer os financiamentos imobiliários.

Se a escassez de recursos persistir, as taxas cobradas dos mutuários podem chegar perto do teto de 12% mais TR, segundo executivos do banco, e a Caixa perderá a vantagem em termos de custo ante os demais bancos.

Diante das limitações da poupança, a Caixa priorizou imóveis novos sobre os usados na concessão de empréstimos neste ano, para desovar o estoque das construtoras.

Desde abril, o banco só financia até 50% do valor desses imóveis. O banco tem sido mais seletivo na aprovação de crédito e priorizado imóveis de menos de R$ 400 mil.

Para viabilizar os novos empréstimos, a Caixa tem complementado o dinheiro disponível da poupança captando recursos via LCI (Letras de Crédito Imobiliário), que pagam 80% do CDI (Certificado de Depósito Interfinanceiro, que está em 13,14% ao ano).

O problema é que a remuneração está bastante acima da poupança, que tem pago menos de 8%.

Por esse motivo, a Caixa teve de elevar duas vezes neste ano os juros da habitação. No banco, estima-se que as LCI respondam por 40% do dinheiro captado para financiar imóveis no SFH (Sistema Financeiro da Habitação), que usa dinheiro da poupança.

Para reverter a situação, bancos e construtoras querem que o BC libere ao menos parte do depósito compulsório da poupança, de R$ 120 bilhões. O órgão é contra.

Os destaques do jornal A Gazeta


A primeira página do jornal Folha de São Paulo


As manchetes do jornal O Liberal


Os destaques do Jornal do Commercio


As manchetes de jornais brasileiros nesta quinta-feira

Folha: Caixa corta R$ 25 bilhões do crédito para casa própria

Globo:  Com risco de derrota para o governo, Senado adia votação de MP do ajuste

Extra:  Tomate a R$ 10??!! Vilão da feira desaparece dos restaurantes

ValorEconômico: CCJ do Senado aprova reajuste de servidores do Judiciário

Estadão: Base aliada trava votação de ajuste fiscal no Senado

ZeroHora: Sartori prepara primeiro pacote de combate à crise no RS

EstadodeMinas: Lava Jato: Ministério Público Federal pede agenda de Lula para investigação

CorreioBraziliense: O absurdo teatro do Petrolão

CorreiodaBahia: CPI suspeita que pivô da Lava Jato está vivo

- OPovo: Polícia resgata dependente mantido refém por traficante

JornaldoCommercio: Retrocesso econômico e político bate à porta

JornaldaParaíba: Violência leva Ricardo a propor novo ministério

quarta-feira, 20 de maio de 2015

'Ô Brasilzin dirmantelado'...

José Janene pode estar vivo
O Antagonista

Atenção, não é piada: o presidente da CPI, Hugo Motta, disse que pedirá a exumação do corpo do deputado José Janene, morto em 2010. Supostamente morto, aliás.

A desconfiança é de que José Janene, enroladíssimo tanto no mensalão como no petrolão, esteja vivíssimo. A viúva dele contou que, como o caixão estava lacrado, ninguém viu o seu corpo.

Onde estaria José Janene, caso esteja mesmo vivo, segundo Hugo Motta? Em algum país da América Central, gozando do dinheiro das propinas depositado pelo doleiro Alberto Youssef no exterior.

Tem o dia da caça...


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Sugestão de Rafael Holanda

Bom é ser parlamentar agora... tem dinheiro sobrando!

CONTRATEMPO
O avalista de Tancredo
Coluna Painel -Folha.com

O ex-deputado Genival Tourinho, que exerceu mandatos entre 1975 e 1983 pelo MDB mineiro, decidiu escrever um livro comparando o estilo de vida dos parlamentares de sua geração com o dos atuais.

--Quanto mais me recordo, mais fico indignado!

Ele conta que, no meio do mês, perto do dia 15, era comum que os colegas de Câmara formassem fila em uma agência da Caixa Econômica Federal para pegar um vale para "segurar" o resto do período.

--Nesses casos, nós trocávamos avais às operações. Eu cansei de pedir ao colega Tancredo Neves que fosse meu avalista... E eu o avalizava quando ele precisava!