sábado, 25 de fevereiro de 2017

O “golpe” está sumindo na poeira da estrada, e os heróis da resistência precisam de um refrão
GUILHERME FIUZA
Época

A indicação de Alexandre de Moraes por Michel Temer para o Supremo Tribunal Federal (STF) deixou abismados os guardiões da ética – aqueles que até anteontem defendiam a quadrilha da presidenta mulher contra o “golpe”. O problema é que a narrativa do golpe está sumindo na poeira da estrada, e os heróis da resistência democrática precisam de um refrão.

A claque de petistas, genéricos e herdeiros da DisneyLula, em geral, nunca teve indignação semelhante. Eles sempre conviveram muito bem com figuras como Toffoli e Lewandowski, preparados carinhosamente por Lula e o PT para brilhar na aparelhagem do Supremo. Nunca se incomodaram com o petismo de carteirinha de Fachin ou com a erudição à la carte do companheiro Barroso e suas piruetas ornamentais contra o rito do impeachment. O famoso Triângulo das Bermudas formado por Janot, Teori e Cardoso, onde desapareciam todas as denúncias contra a mulher sapiens, também jamais inquietou a patrulha legalista.

Mas Alexandre de Moraes é ligado ao PSDB de Geraldo Alckmin, e isso pode macular a isenção da Corte suprema. É comovente a preocupação dos parasitas com a preservação da democracia (deles).

O ex-secretário de Segurança de São Paulo já é também ex-ministro da Justiça e surgiu em tempo recorde na antessala do Olimpo – candidato à toga vitalícia. Um bólido. A quantidade de gafes primárias que já cometeu denota seu apetite proverbial, com boa vocação para o vexame. Um ministro da Justiça que “prevê” no meio da rua o que a Lava Jato vai fazer, que anuncia por WhatsApp para a esposa a hora que o presidente vai anunciá-lo para o Supremo (e consegue a proeza de deixar seu celular ser fotografado) é naturalmente um súdito da vaidade, desses que não desperdiçam uma bravata. Ou seja: perfeito para o STF.

Esse personagem é a nova esperança de petistas, psolistas, marinistas, pedetistas e parasitas associados, desesperados por uma narrativa que lhes devolva o monopólio da bondade, o papel de guerreiros do povo contra a opressão do homem branco. No Brasil e em boa parte do Ocidente, esse truque ainda não caiu no ridículo – e você vê professores, artistas, humoristas (voluntários e involuntários), estudantes e candidatos em geral a ficar bem na foto pagando esse mico: se atiram numa trincheira progressista imaginária, gritando que o inimigo conservador está do outro lado e pronto. Não importa o que se passa no front – nem mesmo se há um front –, o que vale é o grito em si. Contando, ninguém acredita.

Fazendo de novo o serviço sujo de estragar a lenda, vimos por meio desta informar que não vai colar. A tese de que Alexandre de Moraes é o infiltrado pelos decrépitos do PMDB no Supremo para sabotar a Lava Jato não vai render nem um dia de folia. O Supremo é um circo, uma congregação de pusilânimes mais ou menos teleguiados, e nada pode contra a investigação capitaneada por Sergio Moro. Alguém deve se lembrar da já remota notícia de que o fatiamento da Lava Jato por Teori Zavascki ia melar a operação. Na ocasião – lá se vai mais de ano –, avisamos neste espaço que Moro só seria parável à bala. Continua valendo o escrito.

Lula e Dilma (milagrosamente ainda à solta) e mais Marina, Ciro Gomes e outros remanescentes do vale dos dinossauros que só pensam naquilo continuarão acusando Temer de acobertar bandidos. Estão todos sem espelho em casa. A diferença é que, no governo do PT, a bandidagem tomava conta do dinheiro do povo (e assim perpetrou o maior assalto da história das democracias). No governo atual, o dinheiro do povo – Tesouro, Banco Central, Fazenda, Petrobras, BNDES – foi colocado em boas mãos. Aliás, as melhores. Se você acha que isso é retórica de imprensa, saia de sua trincheira politicamente correta, vá estudar e constate por si mesmo.

Mas e os urubus do PMDB que ainda transitam no Palácio? Esses têm a seguinte missão: rezar para não ser presos e garantir apoio às reformas. Outro dia o senador Romero Jucá resolveu surfar na melhora dos indicadores nacionais, defendendo maior redução dos juros. Ele deve estar se confundindo com o governo de sua ex-chefe, em que a economia era a Casa da Mãe Joana. O vento virou, companheiros. O Brasil que trabalha cansou do Brasil que atrapalha. Agora vamos ver quem tem mais lenha para queimar.
PRIMEIRA NOITE DE CARNAVAL EM CAJAZEIRAS COM APENAS UMA OCORRÊNCIA REGISTRADA
O carnaval em Cajazeiras começou na tarde de ontem (24), com a saída do bloco “dos imprensados”, que se concentrou na Praça João Pessoa, percorreu as principais ruas da cidade e teve dispersão final na Praça dos blocos com encontro de paredões.

Com um público de aproximadamente 2.500 pessoas, a festa foi até as 23 h, sedo registrada apenas uma ocorrência policial de porte de simulacro de arma de fogo, praticado pelo menor, de iniciais J.A.Q.M., de 13 anos de idade, o qual foi conduzido para Delegacia de Policia Civil para as providencias cabíveis.

A segurança foi feita pelo 6º BPM, 5ª CPTran, BOPE e Canil, sendo empregados 30 policiais, 07 viaturas e 03 motocicletas.

Aprenda a dançar o xaxado com apenas uma aula...Veja o vídeo.

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Sugestão de Eduardo Mendes

Mourinho quer Neymar no United e já conversa com o atacante
De acordo com publicação catalã, os contatos tiveram início há algumas semanas e este é o método utilizado pelo português quando tem interesse na contratação de algum atleta
Noticiasaominuto
Neymar é o grande sonho de consumo de José Mourinho para reforçar o Manchester United e o português tem falado constantemente com o brasileiro para convencê-lo a trocar o Barcelona pela Inglaterra. É isso que informa o jornal catalão "Sport" em sua edição deste sábado (25).

De acordo com a publicação, os contatos tiveram início há algumas semanas e este é o método utilizado pelo português quando tem interesse na contratação de algum atleta. É ele quem sempre toma a dianteira nas negociações.

Mourinho vê Neymar como o jogador para dar poder a um ataque que não vem tão bem mesmo com a presença de Ibrahimovic. Em 25 partidas realizadas nesta temporada, a equipe marcou 38 gols.

Ibra é o principal goleador da equipe, com 15 gols, mas depois aparecem dois meio-campistas -Mata (6) e Pogba (4).

Entretanto, para contar com Neymar na próxima temporada, o United teria de pagar uma alta multa rescisória, pois o atacante tem contrato assinado com o Barcelona até a temporada 2020/2021.

Segundo a imprensa espanhola, o valor da multa seria de cerca de 220 milhões de euros (R$ 722 milhões). Com informações da Folhapress.
Mandar indenizar presidiário é dar as costas para a sociedade
Ronaldo Caiado
Folha de São Paulo
O Estado, sem dúvida, é o grande vilão da crise brasileira. Mais que isso, é a própria crise. O descrédito que a sociedade, em seu conjunto, devota hoje aos três Poderes, dificultando (quando não impedindo) a governabilidade, deriva, em síntese, de um sistemático descumprimento contratual. O Estado não cumpre o seu papel.

O contribuinte arca com uma das mais altas taxas tributárias do planeta e tem como retorno (quando tem) serviços que muito raramente merecem tal qualificativo. Trata-se, pois, de um calote à cidadania. Os setores essenciais —saúde, segurança e educação— estão claramente degradados.

Basta ir a um hospital público, qualquer um, para ver pacientes agonizando e morrendo nos corredores. Faltam médicos, enfermeiros, equipamentos básicos, condições sanitárias mínimas.

A segurança pública mostrou há poucos dias em que estágio está. Uma greve da PM no Espírito Santo produziu, em quatro dias, 161 mortos. Os índices anuais de homicídio ultrapassam 60 mil.

O contrabando de armas tornou-se um dos mais prósperos negócios, facilitado pelas imensas fronteiras porosas, que favorecem a ação do crime organizado. Em decorrência, o país deixou há muito de ser apenas corredor de exportação de drogas para tornar-se o segundo consumidor mundial de cocaína e o primeiro de crack.

O Estado, nos termos da Constituição, é o responsável pela ineficácia de tais serviços, que são de sua alçada exclusiva. A degradação é geral, mas, para espanto da sociedade, a Justiça decidiu enquadrá-lo não em relação a quem o sustenta —o cidadão-contribuinte—, mas exatamente em relação a quem contribui para tornar esse ambiente ainda mais irrespirável: o bandido.

Refiro-me à recente decisão do STF de obrigar o Estado de Mato Grosso do Sul a indenizar um presidiário, que pediu reparação pecuniária por danos morais em decorrência do tratamento degradante que recebeu no cumprimento da pena.

Trata-se de alguém que cometeu crime de latrocínio —assalto seguido de morte. O STF entendeu que o Estado, ao não garantir a integridade do preso, descumpriu a Constituição. De fato, mas o que se pergunta é: e os demais descumprimentos?

O cidadão assassinado por aquele presidiário, assim como milhares de outros, tinha também direito à segurança, que o Estado não lhe proveu. Sua família será indenizada?

E ainda: ao dar repercussão geral a essa decisão, o STF abre as portas para que toda a população carcerária do país, que vive nas mesmas condições —cerca de 700 mil presos—, requeira o mesmo direito.

Num cálculo aproximado, a despesa, mantido aquele valor, que pode ser aumentada de acordo com o critério de cada juiz, seria em torno de R$ 1,4 bilhão. No Amazonas, a Justiça mandou indenizar em R$ 60 mil as famílias dos mortos em confronto entre facções criminosas dentro do presídio.

Além dos danos ao teto dos gastos públicos, a decisão não vai sequer à raiz do problema: a degradação do sistema penitenciário em seu conjunto. Ataca-se mais uma vez o sintoma e mantêm-se as causas da enfermidade.

O que temos aí? Um Estado em moratória moral, que, de costas para a sociedade que o provê, decide priorizar os que contra ela atuam. Um Estado inconstitucional, alheio aos fundamentos com que é definido pela Carta Magna do país —e não apenas por atos pontuais, como esses, senão pelo conjunto da obra.

O que se deduz de tudo isso é que a reforma do Estado é a grande e inadiável urgência. Em seu perfil atual, não há planos econômicos, por mais engenhosos, que o regenerem. É preciso refundar o Estado brasileiro —ou será cada vez mais ingovernável.

A capa do jornal Gazeta do Alto Piranhas


SENTAR NA CALÇADA PARA CONVERSAR

Tempo bom aquele em que podíamos ficar sentados na calçada para conversar, um típico costume interiorano. Essa é uma lembrança que trago da minha infância em Cajazeiras, mas que também aconteceu quando já morava na capital nos anos sessenta. No sertão esperávamos a chegada do “Aracati”, um vento que vinha do Ceará para refrescar as noites calorentas do interior paraibano. Em João Pessoa esse hábito ocorria na rua Sérgio Dantas, em Jaguaribe, quando meus pais reuniam-se com os vizinhos e parentes num descontraido bate-papo, enquanto as crianças brincavam na rua sem risco de atropelamentos.

Não havia na época a sensação de insegurança que todos nós vivenciamos na atualidade. O compartilhamento de amenidades que proporcionavam esses encontros na calçada em frente de nossas casas, era uma salutar forma de interação social. Não éramos reféns da tv, nem da internet. As conversas ocorriam porque ainda não conhecíamos o celular, equipamento que, admitamos, apesar de sua utilidade, atrapalha muito as relações pessoais. A virtualidade substituiu a necessidade dessas reuniões para que se praticasse a socialização;

Hoje sentar na calçada em frente de sua residência é atitude de alto risco. Tanto pelo trânsito, quanto pela ameaça de assaltos. Essa gostosa oportunidade que os antepassados desfrutaram tão bem, já não nos é mais permitida. Estamos proibidos, pelas circunstâncias da modernidade, de prosear na calçada como fazíamos até há alguns atrás.

Sinceramente, sinto falta disso. Sentir o prazer de jogar conversa fora, trocar ideias, falar da vida, fugindo desse vício dos encontros virtuais. Pior que agora fica quase impossível usufruir dessa satisfação, moro em apartamento, portanto a calçada não é minha, é do prédio. Até isso perdemos, o domínio territorial do espaço em frente ao local em que moramos. Só nos resta a nostalgia dessas reminiscências.

À reflexão...


O goleiro Bruno Fernandes foi condenado a 22 anos de prisão por vários crimes, entre eles o assassinato da mãe de seu filho.

Segundo a sentença, ele é responsável e o mandante do homicídio, do esquartejamento e da ocultação do corpo. Um crime bárbaro e hediondo sob qualquer ponto de vista.

Bruno ficou 6 anos e 7 meses de cadeia. Aos 32 anos, Bruno está solto. Eliza foi morta aos 25.

Segundo os especialistas da Globonews, a causa da violência é "desigualdade social" (Bruno era um milionário e uma celebridade de sucesso) e a "cultura do aprisionamento". Agora ele não está mais preso e os especialistas da Globonews podem comemorar.

Para os reacionários da ultra-extrema-direita-conservadora como eu, a criminalidade no país é explicada, em grande parte, pela impunidade e pela leniência (ou conivência) com a bandidagem.

Se você pensa que soltar um assassino psicopata em seis anos é uma aberração, ajude a começar um movimento para elegermos senadores e deputados comprometidos com a revisão da legislação penal do Brasil.

Ano que vem é ano de eleição. Pare de reclamar e participe de qualquer movimento que coloque no parlamento políticos comprometidos de verdade com a mudança do código penal e das leis que permitiram que Bruno, aos 32 anos, seja solto na sexta-feira de Carnaval, pronto para a folia.

Assumo aqui o compromisso com vocês de participar da luta por uma bancada de senadores e deputados contra o crime. Alguns deles já estão no parlamento mas são minoria e precisamos ter maioria para mudanças realmente profundas nas leis. Espero poder contar também com advogados comprometidos com a vida na elaboração urgente de propostas para chegarmos a um país em que o crime hediondo não compense.

Sei que a ponta de estoque da filosofia forneceu figuras ao debate público que estão por aí dizendo que furar fila é o mesmo que roubar bilhões da Petrobras, mas qualquer bípede sabe que defender que "todos são criminosos" é uma maneira de absolver os verdadeiros vilões da sociedade.

Quando se fala em "tolerância zero" à criminalidade, quando a teoria da janela quebrada é citada, a intenção é exatamente que não se deixe o clima de impunidade tomar conta. O menino que pegou uma fruta no pomar do vizinho não é igual ao monstro que premeditou, matou e esquartejou a mãe do próprio filho, mesmo que o menino mereça um puxão de orelha do pai, até para que não se torne um criminoso no futuro.

O país que colocou Bruno em liberdade depois de seis anos na cadeia é o mesmo que prendeu Eliana Tranchesi, herdeira da Daslu, numa operação das mais espetaculares que o Brasil tem notícia. Eliana conseguiu sair da prisão por conta do tratamento do câncer que acabou matando a empresária poucos anos depois.

Eliana Tranchesi foi condenada a 94 anos e seis meses de prisão por sonegação fiscal. Bruno Fernandes foi condenado a 22 anos por uma série de crimes que incluem sequestro, assassinato premeditado e esquartejamento do corpo. Seis anos depois de preso, aos 32 anos, ele está solto.

A justiça brasileira considerou a sonegação fiscal de Eliana Tranchesi um crime quase cinco vezes mais grave do que os de Bruno Fernandes. Sequestrar e matar é, comparando as duas sentenças, muito mais leve do que não pagar imposto de importação de produtos. Este é o valor da vida no Brasil, especialmente se comparado à sanha arrecadadora do estado.

A defesa da vida é a primeira e mais importante pauta do Brasil hoje. Não esqueça disso. Quando assassinos estão soltos nas ruas procurando a próxima vítima, o preso é você.

Justiça diz que Doria pode apagar grafites sem pedir autorização 
Desembargadora cassa liminar de juiz de primeira instância que determinava que murais só poderiam ser apagados após consulta a órgão do patrimônio histórico 
Veja.com
Funcionário da Prefeitura de São Paulo apaga pichação em rua da capital 

A Justiça de São Paulo suspendeu a liminar que proibia a gestão do prefeito João Doria (PSDB) de apagar murais e grafites na capital paulista sem aval prévio do Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental de São Paulo (Conpresp). A proibição havia sido determinada há dez dias por um juiz de primeira instância a partir de uma ação popular movida por um morador. 

Em decisão publicada na quinta-feira, a desembargadora Maria Olívia Alves, da 6ª Câmara de Direito Público, acolheu o recurso da gestão Doria contra a liminar e afirmou que o pedido contido na ação popular era “demasiadamente genérico” e que a proibição imposta à prefeitura “parece tolher a ação do administrador no cuidado e preservação de áreas e prédios públicos”. 

“Não há dúvida de que as manifestações artísticas, como é o caso do grafite, merecem toda proteção por parte do poder público, conforme assegura a Constituição Federal. Por outro lado, não se pode perder de vista que incumbe ao próprio poder público exercer o poder de polícia ambiental e implementar políticas públicas para zelar pela paisagem urbana”, afirma. 

A proibição havia sido determinada no dia 13 de fevereiro pelo juiz Adriano Marcos Laroca, da 12ª Vara da Fazenda Pública de São Paulo, em ação popular movida por Allen Ferraudo depois que a gestão Doria pintou de cinza o mural com uma série de grafites na Avenida 23 de Maio, no mês passado. O juiz afirmou que esse tipo de alteração da paisagem urbana, conforme previsto no Estatuto da Cidade, “não pode ser decidida discricionariamente pelo administrador de plantão, e, também, deve ser orientada no sentido de proteger, preservar e recuperar o patrimônio cultural e artístico”. 

No recurso, a prefeitura alegou que a remoção de alguns murais de grafite, como o da 23 de Maio, “foi devidamente justificada pelo exaurimento temporal da autorização conferida pela Comissão de Proteção à Paisagem Urbana (CPPU) e também pelo fato de que os murais já se encontravam degradados por pichações ou desgastados pela emissão de gases pelos veículos”. 

A gestão Doria argumentou ainda que a liminar “implica perigo de dano irreparável à municipalidade, pois interfere diretamente na nova política pública de revitalização da cidade e de combate à poluição visual, bem como estimula novas pichações e atos de vandalismo”. 

A magistrada que derrubou a liminar ponderou que “se houver violação a manifestação reconhecidamente cultural e artística, isso deverá ser questionado e avaliado de forma individual”, mas que “não se pode admitir a imposição de comandos genéricos à ação do administrador público, pois sua atuação estará totalmente frustrada e não haverá sentido em sua eleição pelo povo”. 
(Com Estadão Conteúdo)

A bem ilustrativa capa do jornal Estado de Minas


Na capa d'O Tempo


As manchetes do jornal Extra


Na capa d'O Povo


As manchetes de jornais brasileiros neste sábado de carnaval

Folha:Ministro Marco Aurélio liberta o ex-goleiro Bruno

Globo:  Desgaste de Padilha preocupa governo

Extra: STF livra o goleiro Bruno da cadeia após 6 anos

Estadão: Filantrópicas terão de pagar imposto, diz relator da Previdência

ValorEconômico: Ministro Marco Aurélio, do STF, manda soltar o goleiro Bruno

ZeroHora: Líderes da fuga frustrada da Central iriam para o Paraguai

EstadodeMinas: O assassino está livre, mas nós não estamos

CorreioBraziliense: Sem aposentadoria, sem água e sem Miami, só resta a folia

- ATarde: País tem quase 13 milhões de pessoas sem emprego

- JornaldoCommercio: Essa cidade vai tremer!

DiáriodoNordeste: Receita da Capital cresce e atinge, R$ 6,25 bilhões

CorreiodaParaíba: Rombo na PBPrevi é de R$ 95 milhões

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

Perdeu: Cajazeiras quase teve, mas Patos sai na frente e terá aeroporto homologado com linhas comerciais
DiáriodoSertão

Além de ser homologado primeiro que o de Cajazeiras, que aguarda o processo há seis mil dias, o aeroporto de Patos ganhará voos regionais com linhas comerciais.

O radialista Aristênio Marques destacou no seu comentário Direto ao Ponto desta segunda-feira (22), a informação da brevidade da homologação do aeroporto da cidade de Patos, no Sertão do estado.

Além de ser homologado primeiro que o de Cajazeiras, que aguarda o processo há seis mil dias, o aeroporto de Patos ganhará voos regionais com linhas comerciais.

O radialista lamentou as idas e vindas do aeroporto de Cajazeiras, que mesmo antes de ser homologado já apresenta problema na pista devido a demora na conclusão.

Ele criticou também o deputado e secretário do governo da Paraíba, Lindolfo Pires (DEM), que segundo o radialista, apenas o parlamentar e o ministro da aviação sabem do processo de homologação de Cajazeiras, relembrando a polêmica da falta de pedido para que o sonho dos cajazeirenses saia do papel.

“Ninguém viu, ninguém sabe. Só eles viram, mas a verdade é que a homologação na Terra do Padre Rolim não saiu”. Disse Aristênio.

Estamos chegando...

Biguinho e Arromba Elétrico vai puxar bloco ‘Os Imprensados’ que abre o Carnaval de Cajazeiras
ExataNews
Prestes a abrir o Carnaval de Cajazeiras, o bloco ‘Os Imprensados’ ultima detalhes para reunir profissionais que terão o seu momento de lazer antes de iniciarem seus trabalhos na cobertura da festa de momo na terra de padre Rolim. Esse ano bloco que reúne profissionais da mídia sertaneja, irá se reunir na praça João Pessoa a partir das 17 horas nesta sexta-feira (24).

Este ano o bloco chega a sua terceira edição se destacando como um dos principais blocos da cidade e principalmente ganhando destaque por ser um mais importantes depois dos ‘Imprensados’ de João Pessoa, que este ano completou 30 anos.

‘Os Imprensados’ terão como rainha pelo segundo ano consecutivo a locutora e cerimonialista, Gorety Videris, e como rei o fotografo, Cartaxo Neto. O bloco irá percorrer as ruas centrais ao som da banda Biguinho Show e Arroba Elétrico rumo a praça dos blocos onde encerrarão o percurso com muito frevo e axé.

Conforme os radialistas Eutim Rodrigues e Jota França, organizadores do bloco, essa é uma oportunidade para que os profissionais da imprensa sertaneja possam aproveitar a festa para se irmanar e brincar, já que muitos estarão trabalhando nas redações das rádios, TV´s, jornais e portais empenhados na cobertura do carnaval.

As camisas serão distribuídas para os profissionais de forma gratuita, graças a uma parceria firmada esse ano com o Armazém Paraíba de N. Claudino, que será o patrocinador oficial das camisetas do bloco. Já a arte foi um projeto e criação do designer Fabio Liv que apresenta traços modernos e foi aprovado pelos organizadores.

Com concentração marcada para ás 17 horas desta sexta-feira (24), na praça João Pessoa os profissionais seguirão rumo a praça dos blocos no centro da cidade, onde a festa seguirá agitando todos os participantes.
Com o cofre cheio! Botafogo embolsa quase R$ 8 milhões por classificação
Por ter chegado a fase de grupos da Libertadores, o Glorioso embolsou US$ 1,8 milhão (aproximadamente R$ 5,4 milhões)
O DIA

Rio - A vitória por pênaltis conta o Olímpia, encheu a torcida do Botafogo de alegria. Mas quem também está sorrindo a toa é a diretoria do Alvinegro. Com a classificação a fase de grupos da Libertadores, o Glorioso embolsou US$ 1,8 milhão (aproximadamente R$ 5,4 milhões). Por ter passado pela segunda e terceira fase da competição, o clube já havia recebido US$ 400 mil (R$1,2 mi) por cada fase.
Botafogo recebeu uma quantia expressiva por classificação para a fase de grupos da Libertadores

Agora, a equipe alvinegra almeja a classificação para as oitavas de final da Libertadores, que pode render aos cofres mais US$ 750 mil (R$ 2,25 milhões). O time que for campeão e tiver entrado diretamente na fase de grupos vai receber 7,75 milhões de dólares (cerca de R$ 23 milhões). Se o vencedor sair da chamada Pré-Libertadores (primeira, segunda e terceira fase), o prêmio aumenta para 8,8 milhões de dólares (cerca de 27 milhões).

Confira abaixo as premiações por fase da Libertadores:

Primeira fase – US$ 250 mil (R$ 750 mil)– Eliminado leva US$ 50 mil (R$ 150 mil)

Segunda fase – US$ 400 mil (R$1,2 mi) – Eliminado leva US$ 100 mil (R$ 300 mil)

Terceira fase – US$ 400 mil (R$1,2 mi) – Eliminado leva US$ 100 mil (R$ 300 mil)

Fase de grupos (três jogos como mandante) – US$ 1,8 milhão (R$ 5,4 milhões)

Oitavas de final – US$ 750 mil (R$ 2,25 milhões)

Quartas de final – US$ 950 mil (R$ 2,85 milhões)

Semifinal – US$ 1,25 milhão (R$ 3,75 milhões)

Vice-campeão – US$ 1,5 milhão (R$ 4,5 milhões)

Campeão – US$ 3 milhões (R$ 9 milhões)

*Cotação do dólar do dia 23 de fevereiro

Bem dito.


Eu sou fraco pra isso. Num instante, eu gosto das coisas da boa educação.

ALFABETIZAÇÃO EM FORTALEZA
96% das escolas estão no padrão desejável
A Capital teve o melhor resultado no Spaece. O número de escolas com o desempenho cresceu 875% desde 2012 
Karine Zaranza - Repórter
DiáriodoNordeste
Depois de anos, figurando no ranking com o a pior educação do Ceará, Fortaleza apresenta melhora na proficiência de alfabetização, português e matemática do 5º e 9º ano 
O menino Kairon Feitosa ainda está no 1º ano do Ensino Fundamental e já une letras e palavras. Ele faz parte de uma nova leva de estudantes da rede municipal de ensino que está conseguindo ler e escrever na idade certa. Para provar que os resultados de desempenho da alfabetização subiram, o pequeno foi escolhido para ler uma poesia para um auditório cheio de professores e diretores durante a apresentação dos dados preliminares do Sistema de Avaliação Permanente da Educação Básica do Estado do Ceará (Spaece). 

Fortaleza chegou ao melhor resultado de desempenho no sistema de avaliação estadual desde 2012. Há quatro anos, eram apenas 20 escolas municipais com nível desejável de alfabetização. Em 2016, são 195, das 203 unidades avaliadas, que estão ensinando as crianças a ler e escrever na idade certa, o que representa 96%. O crescimento desses quatro anos foi de 875%. 

O resultado foi comemorado pelo prefeito Roberto Claudio, que reforçou a conquista como sendo resultado de vários atores e ações. Ele ressaltou que, além da ampliação do número de escolas, o nível subiu. Passou de 131,4 pontos para 180,4 em proficiência alfa no mesmo período. 

"Nós implantamos o mérito na gestão escolares, ampliamos em quase 80% as matrículas de creche e estamos perto de universalizar as matrículas de pré-escola, implantamos o tempo integral, fizemos concurso público para professor, garantimos o piso do magistério e avaliação. Tudo isso ajudou para que tivéssemos uma profunda transformação da rede. Depois de anos, sendo a pior educação do Ceará, esses quatro anos construiram um legado de transformações importantes na rede", elencou o gestor municipal. 

Português e matemática 
Além do 2º ano, houve também melhora no desempenho da proficiência de Português e Matemática do 5º e 9º ano. Na Língua Portuguesa, a proficiência dos estudantes do 5º ano saiu de 199,4 pontos, em 2012, para 212,6 atingindo a média estadual em 2016. No 9º ano, o salto foi ainda mais expressivo. Saiu de 246,4 para 257,6 pontos. 

Em matemática, um dos maiores desafios do Estado, a Capital também registrou melhora. O 5º ano passou 204,2 para 220,5 pontos de proficiência. Já o 9º ano registrou 251,6 pontos de competência diante do 247,3 do resultado de há quatro anos. A secretária municipal de Educação, Dalila Saldanha, informou que os resultados podem ser ainda melhores e que escolas estão sendo reavaliadas. O resultado consolidado será anunciado em maio pela Secretaria de Educação do Estado (Seduc). 

Dalila Saldanha disse que está reforçando a formação do professor e do material didático. "Estamos estabelecendo metas de crescimento por escola de crescer 3 pontos no IDEB (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica)", planeja a titular da SME. Roberto Cláudio prometeu que o dever de casa agora é garantir a universalização da pré-escola e alfabetização e reforçar os esforços progressivos ao 5º e 9º ano. "O tempo integral, que está sendo ampliado para o 6º ao 9º ano, vai nos ajudar bastante", explicou.
VINGANÇA: Marido mata estuprador de sua esposa e manda o corpo até delegacia
Jornaldopais
Quando o marido da vítima soube do caso, que ocorreu sábado na área rural de Buritis/Ro, ele caçou o homem e o matou a tiros.

Conforme consta no boletim de ocorrência, a vítima teria ido à Buritis para se reunir com os familiares. Ela foi abordada enquanto trafegava na Linha C-14. Na posse de uma arma de fogo o homem a parou e a estuprou e ainda levou sua calcinha como uma espécie de “recompensa”.

Após saber do ocorrido, o marido que estava em outra cidade, foi até Buritis e com a ajuda da esposa e o cunhado passaram a procurar pela homem na localidade onde acorreu o estupro. Os três foram até uma residência na região e questionaram onde o homem residia, com a desculpa de que queriam comprar uma motocicleta com ele. Com a informação, os três foram até o local onde o homem morava, mas ele não estava. Horas depois, eles encontraram o homem caminhando na vicinal, próximo ao distrito de Vila União e entraram em luta corporal. O marido e o cunhado conseguiram amarrar o estuprador, colocaram na carroceria do veículo e o levaram até a residência onde morava.

Ao chegarem no local, vasculharam tudo, até encontrarem a calcinha da vítima enterrada ao lado da casa. Nesse momento, o acusado, Ezequias Rodrigues de 36 anos, tentou fugir, mas foi alvejado por 4 disparos de arma de fogo. Em seguida, o marido pediu que a mulher dirigisse o automóvel com o corpo na carroceria até a delegacia e informasse sobre a morte do homem. Dentro do veículo os policiais encontraram uma garrucha calibre 44. A mulher e o irmão estão detidos na delegacia para prestar maiores esclarecimentos. O marido, autor dos disparos, ainda não foi encontrado.

Na capa d'O Globo


Na capa d'O Dia


As manchetes do jornal O Estado de São Paulo


Os destaques do jornal Diário de Pernambuco


As manchetes de jornais brasileiros nesta sexta-feira

Folha:Sob pressão, Temer cede pasta da Justiça ao PMDB

Globo:  Busca para emprego demora dois anos para 2,3 milhões

Extra: Escolas-Modelo da Maré viram QG de traficantes

Estadão: União e Estados têm rombo de R$ 316 bi na Previdência

ValorEconômico: Temer confirma peemedebista para o Ministério da Justiça

ZeroHora: Estado fechou 2016 com mais de 500 mil desempregados

EstadodeMinas: Já é carnaval

CorreioBraziliense: Um carnaval como Brasília nunca viu!

- ATarde: Folião pipoca toma as ruas no ritmo dos trios

- JornaldoCommercio: Ô abre alas que a folia quer passar!

OPovo: As várias formas de aproveitar o feriadão

CorreiodaParaíba: Privatização e corte nos Estados

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

O meu amigo radialista, Aluísio Lima, produz o Guia do Carnaval de Cajazeiras há quase 20 anos. É um manual de consulta obrigatória! Veja lá como tem tudo que precisamos nos dias da Folia de Momo.


UNANIMIDADE: Promotor de Justiça acusado por estupro, em Cajazeiras, na Paraíba, vai a julgamento
São Bento em Foco
O Pleno do Tribunal de Justiça da Paraíba, por unanimidade, declarou a incompetência do TJPB para apreciar e julgar a notícia-crime contra ex-promotor de Justiça Carlos Guilherme Machado acusado de estupro.

Consequentemente, o processo retorna ao 1º grau, na comarca de Cajazeiras, onde aconteceu o crime. A decisão ocorreu, nesta quarta-feira (22), com a relatoria do juiz convocado Carlos Antônio Sarmento

O relator considerou, conforme informado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), a exoneração do réu dos quadros de carreira de promotor de Justiça do Ministério Público da Paraíba, por meio do procedimento administrativo de impugnação ao vitaliciamento.

“A exoneração de promotor de justiça dos quadros do Ministério Público estadual, acarreta a perda do foro de prerrogativa de função e transfere a competência para processamento e julgamento de eventual ilícito penal para o primeiro grau de jurisdição”, explicou o juiz convocado, citando precedentes do Supremo Tribunal Federal.

O Ministério Público da Paraíba ofereceu denúncia contra Carlos Machado, promotor de Justiça, dando-o como incurso no crime de estupro, ocorrido em abril de 2009, na cidade de Cajazeiras. Desde o dia 4 de novembro de 2015, o denunciado deixou de ser promotor de Justiça.

Bons tempos...


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Sugestão de João Bosco Leite Rolim

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A moça malhando para o carnaval e o gato de olho...A gatinha não gostou nada! Vejam.

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Se não for pra abafar no carnaval, eu nem vou...


A conta sempre chega...

Sociedade paga a conta do dirigismo de Lula e Dilma
A intervenção no setor elétrico deixou uma fatura adicional de dezenas de bilhões a ser paga pelo consumidor; mas a pior herança é a recessão, com seus efeitos
Editorial o Globo

O rastro de ruínas deixadas pelo experimentalismo da política econômica heterodoxa do lulopetismo é extenso. Com a dramática particularidade de que, ao contrário dos tornados, os danos persistem e crescem durante muito tempo. A parte principal da conta remetida ao povo brasileiro pela política dirigista do “novo marco macroeconômico” — cujas estacas foram fincadas no segundo governo Lula, com Dilma Rousseff na Casa Civil — levará muito tempo para ser resgatada. A desastrosa obra foi concluída pela própria Dilma no Planalto, e lhe custou o mandato no início do segundo governo.

Foi o pior ciclo de crise econômica da História da República, instaurado na estagnação de 2014, estendendo-se ao biênio seguinte de recessões acima dos 3% ao ano, responsáveis pela demissão de mais de 12 milhões de pessoas no mercado formal de trabalho, com todos os dramas pessoais decorrentes de uma tragédia social dessa envergadura.

Soube-se na terça-feira, pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), que aquela filosofia de gestão econômica aplicada por Dilma neste setor produziu uma fatura de R$ 62,2 bilhões ainda a ser paga pelos consumidores.

É no que deu a ideia dirigista, aplicada para, a partir de 2012, cortar em 20% as contas de luz. Dois anos depois, a presidente se reelegeria. Mas aumentos de custos em geradoras e distribuidoras, escamoteados por meio de subsídios do Tesouro para tudo resistir até as urnas, vieram à tona, e não houve alternativa a não ser um tarifaço — alertado sucessivamente na imprensa profissional.

Vendida ao eleitorado como exímia gestora, com lastro na experiência acumulada na área elétrica, Dilma Rousseff interveio no setor, por meio de medida provisória, para, numa acrobacia regulatória, exigir de concessionários a redução nas tarifas em troca da renovação de contratos.

Estatais sob controle de governos de oposição (São Paulo e Minas) não aceitaram a prestidigitação, e, para agravar tudo, veio a seca. Com isso, as termelétricas, de custo operacional mais elevado, tiveram de funcionar durante muito tempo. Mais custos ficaram reprimidos, mas nem assim houve recuo.

Nem o tarifaço foi suficiente. Ativos das empresas não foram remunerados como deveriam. Assim, sobraram ainda estes bilhões a serem distribuídos pelas contas de luz até 2025. É o exemplar irretocável de um “esqueleto” fiscal, como aqueles deixados nos armários da contabilidade pública pela ditadura militar, mantidos no início da redemocratização e só descobertos no Plano Cruzado. Pois eles voltaram a ser criados na fase populista do lulopetismo — excluindo quase todo o primeiro mandato de Lula.

O PT, infelizmente, voltou a ser PT em política econômica, e o resultado é que a sociedade mais uma vez terá de arcar com despesas ocultas deixadas nesses armários por salvacionistas.
SUPREMO DETERMINA QUE SEJA REALIZADA NOVA ELEIÇÃO NO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DA PARAÍBA
Mislene Santos
PortalCorreio

O Supremo Tribunal Federal (STF) determinou que seja realizadas nova eleição para os cargos de presidente, vice e corregedor do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB). A determinação dever ser cumprida no prazo de 15 dias.

“Cumprindo-se todas as formalidades necessárias, devendo a atual gestão permanecer a título de provisório, exclusivamente durante este prazo. Notifique-se a presidência do Tribunal de Justiça da Paraíba, para ciência e cumprimento desta decisão”, diz trecho do despacho do STF.

A decisão atende o Mandado de Segurança impetrado pelos desembargadores Saulo Benevides, João Alves, Fred Coutinho e Osvaldo Trigueiro que questionaram a legalidade da eleição em que foi escolhidos Joás de Brito, como presidente do TJ, o desembargador João Benedito como vice e José Aurélio como Corregedor de Justiça.

Quem sabe se não descola agora no carnaval?


Menininha, minha irmã, e Gláucia de Seu Domício Holanda dançavam assim nos carnavais do Cajazeiras Tênis Clube. Veja.

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A guerra da grande mídia contra você
SensoIncomum

Para entender por que Donald Trump disse que a grande mídia é inimiga dos americanos é necessário entender qual é a agenda da velha imprensa e lembrar que o jornalismo, hoje, se resume à desinformação e à engenharia social

Na semana passada, o Presidente Donald Trump disse algo que é óbvio a qualquer pessoa que não esteja totalmente descolada da realidade: a grande mídia (que ele chama corretamente de fake news) é inimiga do povo americano.

The FAKE NEWS media (failing @nytimes, @NBCNews, @ABC, @CBS, @CNN) is not my enemy, it is the enemy of the American People!

Essa afirmação, evidentemente, não vale apenas para a mídia americana e tampouco significa que os povos de outros países estejam livres da desinformação e da engenharia social, que, como sabemos, formam a quase totalidade das atividades empreendidas hoje pelos grandes veículos de comunicação.
Os brasileiros médios, por exemplo, são sempre tratados e retratados pela nossa mídia como um populacho ignorante e fundamentalista, portador de valores e crenças que devem ser marginalizados e escorraçados do debate público, de modo que qualquer pessoa (pensem em políticos como Jair Bolsonaro ou Donald Trump, em jornalistas como Rachel Sheherazade ou Laura Ingraham, em escritores como Olavo de Carvalho ou David Horowitz) que ouse dar voz a eles seja vista como uma figura excêntrica, grotesca, execrável e autoritária — como se houvesse algo mais autoritário do que a missão que a mídia, em consonância com o resto do establishment, se atribuiu: a de substituir os valores e os costumes construídos por milhões e milhões de pessoas, ao longo de várias gerações, por valores e costumes fabricados a partir de construções mentais de uma pequena elite de iluminados que não sabem consertar uma torneira, assar um bolo ou trocar uma fralda.

O jornalismo hoje não é outra coisa senão um instrumento de engenharia social a serviço dos poderosos em sua cruzada contra tudo o que é caro ao ocidental médio: seu Deus, sua religião, sua cultura, seus costumes, sua família, sua pátria e todo o resto. Os jornalistas de hoje não se contentam em reportar os fatos, eles querem transformar o mundo. É verdade que há exceções — e Donald Trump nunca deixa de mencioná-las —, mas, via de regra, o que os jornalistas fazem hoje é utilizar a plataforma que possuem para impor de modo uniforme um novo conjunto de valores e um novo padrão comportamental à população, utilizando táticas de desinformação e de shaming para levar o americano médio (ou o brasileiro, o argentino, o inglês, o espanhol, o francês ou o gentílico genérico médio) a renegar seus valores e a louvar tudo o que repudia.

Não à toa afirmar que as opiniões de alguém estão alinhadas ao “senso comum” se tornou uma ofensa. Para a mídia, os valores de noventa e tantos por cento da população não servem e devem ser demolidos (ou desconstruídos) para dar lugar ao seu oposto. Os jornalistas engajados, que se acreditam ungidos para a mais nobre das missões, não descansarão enquanto você não enxergar no aborto uma expressão singular do amor à vida; enquanto você não considerar as relações entre pessoas do mesmo sexo mais nobres do que o matrimônio tradicional; enquanto você não entender como normal a sexualização precoce de seus filhos; enquanto você não perceber como banal o adultério e o divórcio; enquanto você não sentir mais pena de um bandido do que de sua vítima; enquanto você não for capaz de desprezar sua cultura e sua religião e de louvar todas as demais; e assim por diante… 

A lista é interminável e, enquanto você não se adequar a ela, você estará destinado à marginalização e à exclusão da vida pública. Do mesmo modo, qualquer político que ousar falar em seu nome ou representar seus valores será chamado de populista (senão fascista) e atacado com mentiras sórdidas, especulações maliciosas e críticas disparatadas, além de ser comparado injustamente com os piores tiranos que a humanidade conheceu.
É por isso que quando o Steve Bannon, estrategista chefe da Casa Branca, diz que a imprensa é a verdadeira oposição ou quando Trump afirma que a grande mídia é inimiga do povo, longe de estarem minando a liberdade de imprensa, o que eles estão fazendo é utilizar sua própria liberdade de expressão para expor um dos mais graves (e menos discutidos) problemas contemporâneos: o que fazer diante de uma imprensa que se corrompeu e, por isso, trabalha para demolir os valores tradicionais e avançar uma agenda totalitária e não para informar a população?

Evidentemente, esta breve nota não tem por finalidade prescrever uma solução para esse problema. Sua finalidade, muito mais modesta, é a de contextualizar a afirmação feita pelo presidente americano e demonstrar a correção de seu diagnóstico. Isso é uma necessidade, dentre outros motivos, pela reação vista na própria mídia. Acostumados com o status de intocáveis de que gozam e convictos de que são semi-deuses, incriticáveis e inquestionáveis, muitos jornalistas viram nas palavras do presidente um atentado contra as liberdades civis, uma agressão ao Estado Democrático de Direito, e uma demonstração de desprezo contra a Constituição. Nada mais distante da realidade. Nada mais histérico. Nada mais típico.
A primeira emenda da Constituição Americana afirma o papel vital da imprensa para o funcionamento da república, mas não dá a ela qualquer imunidade contra críticas e questionamentos — pelo contrário, garante o direito de crítica a qualquer um na forma da liberdade de expressão, afirmada e protegida exatamente pela mesma emenda. Mas, se eles querem mesmo que esse raciocínio valha para eles, por que não começam por aplicá-lo ao Trump? Afinal, se fosse verdade que a imprensa não pode ser criticada porque seu papel é descrito na primeira emenda, também seria verdade que o Trump também não pode ser criticado, já que seu papel é descrito no segundo artigo da Constituição.

Dizer que a imprensa não pode ser alvo de críticas é tão ridículo quanto dizer que um presidente não pode ser criticado. Ninguém tem o direito de não ser ofendido (menos ainda de não ser criticado) e o fato de que representantes da grande mídia reivindicam para si tal privilégio enquanto criticam a tudo e a todos apenas demonstra seu caráter totalitário e, junto com a situação geral do jornalismo, prova que Trump está certo: os grande veículos de mídia estão em guerra contra você e não cessarão os ataques enquanto seus valores não forem destruídos.