quinta-feira, 21 de agosto de 2014

TCU adia mais uma vez decisão sobre bloqueio de bens de Graça Foster [presidente da Petrobrás]

Julgamento foi interrompido por causa de matéria do GLOBO sobre doação de imóveis da presidente da estatal

BRASÍLIA - O Tribunal de Contas da União (TCU) adiou mais uma vez o julgamento sobre o bloqueio dos bens da presidente da Petrobras, Graça Foster. O julgamento foi interrompido após ministros comentarem a matéria publicada no site do GLOBO, que mostra que Graça e Nestor Ceveró, ex-diretor da Área Internacional da Petrobras, doaram imóveis a parentes após estourar o escândalo sobre a compra da refinaria de Pasadena, nos Estados Unidos. A movimentação envolve apartamento em áreas valorizadas no Rio. Dez membros da diretoria da Petrobras, entre ex e atuais gestores, tiveram os bens bloqueados. Por um erro do TCU, a presidente da estatal havia ficado de fora, e na sessão de hoje o tribunal decidiria sobre o bloqueio dos bens dela.

O ministro-chefe da Advocacia Geral da União (AGU), Luis Inácio Adams, disse que a notícia não altera os argumentos apresentados por ele há duas semanas, e disse também ter certeza de que a presidente Foster e demais diretores podem esclarecer tudo com toda a tranquilidade. Adams se opôs ao adiamento do julgamento, e manteve o argumento de que não há motivo para o bloqueio patrimonial.

- Não há nenhuma fuga patrimonial. Não há como você achar que, eventualmente, se houve uma transferência pontual, isso representa fuga patrimonial. Fuga patrimonial é desfazimento integral do seu patrimônio em favor de laranjas, em favor de pessoas não identificadas, de forma que você não possa recuperar esse patrimônio. Não é o caso - afirmou, acrescentando que se fuga houver, ela seria reversível.

- Esse tema ganhou um tipo de emocionalidade e polemização exagerada - concluiu.

José Jorge, ministro do TCU e relator do caso, disse que a notícia, se confirmada, é gravíssima:

- Se isso for verdade, e, dependendo da sua extensão, isso configura uma burla ao processo de apuração da irregularidade. Então é gravíssimo. É grave porque é como se fosse uma tentativa de burlar o caso.

José Jorge afirmou que pedirá uma diligência para apurar a veracidade das informações e se comprometeu a retomar o caso em plenário na semana que vem. Ele disse que a notícia não altera seu voto, já que ele defende o bloqueio patrimonial da presidente da Petrobras. Segundo José Jorge, ele pediu a suspensão do julgamento em respeito aos colegas, já que há entendimentos divergentes.

- Se há uma dúvida, é melhor não decidir - disse José Jorge.

Antes da suspensão do julgamento, o ministro Walton Alencar votou no sentido de que Graça Foster não tenha os bens bloqueados, ainda que responda pelas acusações no curso da tomada de contas especial, no âmbito do TCU.

Jornal Jogo/Extra: o Mengão reage!


Os destaques do Jornal Diário de Pernambuco


A capa de hoje do Jornal da Paraíba


As manchetes de jornais brasileiros nesta quinta-feira. E amanhã temos a nossa 6ª do Se7e, no Cajazeira Tênis Clube.

Folha: Dilma lança novo pacote de estímulo ao crédito

Globo: Graça e Cerveró passaram imóveis para parentes

Extra: Médico, nada: "monstro, assassino, safado"

Estadão: Abdelmassih diz que fuga do país foi ideia da mulher

ValorEconômico: Governo baixa pacote e tenta estimular o crédito

ZeroHoraR$ 25 bi para ativar a economia

Estado de Minas: Mais velozes e perigosos

CorreioBraziliense: Vítimas de estupros reencontram algoz

CorreiodaBahia: Perícia descarta tiros na morte de Geovane

DiáriodoNordeste: Pacote incentiva o crédito

DiáriodePernambucoNovo pacote para estimular o consumo

JornaldaParaíba: TCE exige relatório com 'codificados' do Estado

quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Raul Seixas. Ouro de Tolo. Pessimista, realista ou de saco cheio?

Bom, bom, bom negócio ponto com....Desapega, desapega...

No Globo

A presidente da Petrobras, Graça Foster, e o ex-diretor da Área Internacional da estatal Nestor Cerveró doaram imóveis a parentes após estourar o escândalo sobre a compra da refinaria de Pasadena, no Texas, como mostram registros em cartório obtidos pelo GLOBO no início da tarde desta quarta-feira. A movimentação envolve apartamentos em áreas valorizadas do Rio.

Os bens mudaram de mãos antes de o Tribunal de Contas da União (TCU) determinar o bloqueio do patrimônio de dez gestores da Petrobras apontados como responsáveis por um prejuízo de US$ 792,3 milhões na compra da refinaria. O bloqueio foi determinado no dia 23 de julho justamente para garantir que os bens não sejam movimentados pelos gestores e possam garantir o ressarcimento aos cofres da estatal.

Na sessão em plenário desta quarta, os ministros do TCU iriam decidir se Graça também terá o patrimônio bloqueado, uma vez que ela acabou excluída da primeira decisão por conta de um erro. O Palácio do Planalto opera para que a presidente não seja atingida pela medida. O advogado-geral da União, Luís Inácio Adams, que fez a defesa de Graça em plenário, já declarou que o bloqueio inviabilizaria a permanência de Graça no cargo.

Os documentos oficiais obtidos pela reportagem revelam que, em 20 de março deste ano, Graça doou “com reserva de usufruto” um apartamento em Rio Comprido a Flavia Silva Jacua de Araújo, tendo Colin Silva Foster como interveniente. No mesmo dia, a presidente da Petrobras fez uma doação semelhante a Flavia e a Colin de um imóvel na Ilha do Governador.

No dia 19 de março, um dia antes das transações feitas por Graça, veio a público um posicionamento da presidente Dilma Rousseff de que apoiou a compra da refinaria de Pasadena por conta de um “parecer falho” elaborado por Nestor Cerveró. Era o início de uma crise que resultou na instalação de duas Comissões Parlamentares de Inquérito (CPIs) no Congresso Nacional. Dilma, como presidente do Conselho de Administração da Petrobras em 2006, votou a favor da aquisição da primeira metade da refinaria. No processo em curso no TCU, os ministros a eximiram de responsabilidade no negócio. Graça ainda fez uma “doação com reserva de usufruto” a Colin em 9 de abril deste ano. Trata-se de um imóvel na Praia de Manguinhos, com direito a uma vaga de garagem.


Cerveró, por sua vez, doou três apartamentos a parentes em 10 de junho, 45 dias antes de o TCU determinar o bloqueio de seus bens e de mais nove gestores da Petrobras. Cerveró doou um apartamento na Rua Prudente de Moraes a Raquel Cerveró; outro apartamento no mesmo prédio a Bernardo Cerveró; e um apartamento na Rua Visconde de Pirajá, também a Bernardo Cerveró.
O GLOBO 

A política tem a capacidade de embaralhar todas as peças e derrubar as certezas. A economia tem oscilações que influenciam o rumo político, às vezes. O papel da economia pode crescer, mas determinante é a política em si mesma. Estão agora todos os candidatos andando sobre gelo fino, e qualquer erro cobrará sua conta. A campanha ficou inesperadamente tensa e difícil.

Não faz muito tempo, o marqueteiro da presidente Dilma fez a previsão que já era temerária na época e agora revela amadorismo. Segundo João Santana, a presidente iria "ganhar no primeiro turno porque ocorrerá uma antropofagia de anões. Eles vão se comer lá embaixo e ela, sobranceira, vai planar no Olimpo". Quando foi dita, a frase era arrogante. Agora, é estúpida.

Os "anões" que se comeriam "lá embaixo" seriam Marina, Eduardo Campos e Aécio Neves. Eles não se atacaram e dois deles se uniram até que a morte os separou. A presidente teve uma queda súbita de popularidade com as passeatas de junho do ano passado. Seus índices de intenção de votos rodam num nível mais baixo e nada confortável para quem contava em liquidar a fatura no primeiro turno, ainda que permaneça na frente, nas pesquisas.

O acaso acaba de fazer ao Brasil uma dolorosa surpresa. De luto, brasileiros falaram intensamente da tragédia que nos levou um precioso quadro político no momento em que ele alçava seu voo nacional. A história da República brasileira é marcada por comoções que alteraram o rumo dos acontecimentos. Historiadores e cientistas políticos mostram que a coleção dessas cicatrizes é maior do que se imagina. "Mas o Brasil é bom nas crises", disse Maria Celina D'Araújo, professora da PUC-Rio. Defendeu a tese de que nesses momentos o país cresce e surpreende.

Na economia, é assim também. Nos distúrbios agudos foram tomadas decisões difíceis. Quando a crise é crônica, como agora, a tendência dos gestores e políticos é adiar as medidas impopulares. O volume de problemas que se acumula na economia é assustador. Falarei de um só, como exemplo, porque é impossível esgotar numa coluna a lista de bombas a desarmar.

Nos últimos tempos, o governo conseguiu refazer um perigoso embaralhamento dos balanços de entes públicos. A Eletrobrás, que deve à Petrobras, pegou dinheiro emprestado no Banco do Brasil e na Caixa, para pagar apenas uma parte, e pendurou o resto. O Tesouro não tem repassado à Caixa todos os valores devidos para o Bolsa Família e o seguro-desemprego. As distribuidoras de energia elétrica, privadas, receberam empréstimos de BB, Caixa, bancos estaduais, BNDES e bancos privados em operações financeiras intermediadas por uma câmara de empresários, por ordem do governo, e tendo como garantia o aumento futuro da tarifa. O Tesouro deve bilhões ao FGTS e ao FAT. O BNDES deve R$ 400 bilhões ao Tesouro. É um emaranhado de dívidas cruzadas. Isso já ocorreu no Brasil, e o saneamento das empresas e bancos deu muito trabalho ao governo Fernando Henrique.

Quem se sente flanar no Olimpo pode achar que nada disso chega ao eleitor comum. Mas esses e outros mal feitos gerenciais minam a confiança na economia, murchando investimentos em todos os níveis. Um taxista me disse dias atrás que adiou a compra do carro novo para trabalhar porque não sabe se terá clientes. Ele vê os consumidores perdendo fôlego. Os sinais da economia se propagam dos grandes aos pequenos.

Da economia, não virá o impulso para que Dilma ganhe no primeiro turno. Ela enfrentou segundo turno até quando o PIB crescia a 7,5%, em 2010. E o ex-presidente Lula, grande encantador de plateias, também passou por isso duas vezes.

O historiador José Murilo de Carvalho conta que a República presidencialista do Brasil tem sido afetada por sucessivos eventos, trágicos ou inesperados, que alteram o cenário eleitoral. A lista é longa e vem do século XIX, mas é da natureza da política brasileira.

Estamos vivendo mais um desses eventos em que tudo mudou, exigindo novas atitudes e estratégia de todos os atores. A economia será subsidiária.

Térmicas no pico

A todo vapor
A todo vapor
A utilização das usinas térmicas está no pico. De um total de 16 173 megawatts efetivamente disponíveis para uso, foram usados 15 615 megawatts na segunda-feira.  Uma folga mínima de 558 MW. Ou seja, qualquer falha no sistema e… vem o apagão.  As térmicas são  hoje responsáveis por 27% de toda energia consumida no país.
Por Lauro Jardim
Docente devolve título após Unicamp manter honraria a Jarbas Passarinho

Para Bernardo Vargaftig, decisão comprova 'evolução retrógrada na política'.

Título a signatário do AI-5 foi mantido por diferença de 1 voto em discussão.

Do G1 Campinas e Região

O médico e professor Bernardo Boris Vargaftig

O médico e professor aposentado Bernardo Boris Vargaftig renunciou o título "Doutor Honoris Causa" recebido em 1991 da Unicamp, após a universidade manter honraria semelhante concedida em 1973 ao ex-ministro de Educação Jarbas Passarinho, no governo Médici. Em carta enviada à reitoria nesta quinta-feira (14), ele criticou a decisão do Conselho Universitário, órgão máximo de deliberação, e justificou que a homenagem deixou de ser motivo de honra.

"A recente recusa [...] confirma a evolução retrógrada da política brasileira em curso, que as universidades públicas seguem, não só em relação ao exercício do direito de greve e à liberdade de manifestar, como também na manutenção de sua estrutura anti-democrática", diz o texto da carta assinada pelo docente. Um dos perseguidos políticos durante o período da ditadura militar, ele foi indenizado pela Comissão de Anistia do Ministério da Justiça em 2008.

A revogação da honraria dada ao ex-ministro foi pedida em moções entregues ao Consu por congregações dos institutos de Filosofia e Ciências Humanas (IFCH), Artes (IA) e Estudos da Linguagem (IEL), além da Faculdade de Educação. A aprovação dependia de 50 votos favoráveis durante a reunião ocorrida na semana passada - número equivalente a dois terços do total de 75 integrantes - mas obteve 49. Na sessão houve dez votos contrários e dez abstenções.

Ao ponderar sobre a polêmica relacionada ao assunto, Vargafitg defendeu que uma nova discussão poderia ter alterado a decisão. "Recuso-me a continuar a acompanhar o Coronel repressivo [...] responsável por tantos desmandos e arbitrariedades", diz outro trecho da carta. Bernardo Vargaftig é graduado em medicina pela Universidade de São Paulo (USP) e trabalhou em Campinas com o médico Oswaldo Vital Brazil, responsável pela fundação do Departamento de Farmacologia da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp.

A universidade
A Unicamp informou em nota, que a carta de Bernardo Vargaftig foi recebida pela reitoria e encaminhada à Secretaria Geral para comunicação ao Consu. Sobre a manutenção da honraria ao ex-ministro Jarbas Passarinho, a assessoria da universidade disse que "respeita a opinião de todos que se manifestaram sobre o tema, mas entende que o Conselho Universitário é soberano em sua decisão." De acordo com a instituição, o debate que antecedeu à votação "ocorreu dentro do espírito democrático que expressa o estado de direito, com ampla participação de seus integrantes, que representam docentes, estudantes e funcionários."

'Merecimento'
A filha do ex-ministro Júlia Maria Passarinho Chaves afirmou ao G1, em maio, que considerava absurda a hipótese da Unicamp admitir que houve erro na concessão ou até mesmo revogar o título. "Ele recebeu mais de dez títulos 'Doutor Honoris Causa' e foi por merecimento, porque ajudou várias universidades, reconheceu e implantou carreira e formação de vários cursos. Não consigo entender isso como um erro, acho um absurdo tirar um título", criticou. O ex-ministro de 94 anos e os cinco filhos moram em Brasília (DF), segundo a educadora. Júlia Maria não foi encontrada neste sábado (16) para comentar o assunto até a publicação desta reportagem.

Ex-ministro da Educação, Jarbas Passarinho recebeu honraria em 1973

Sobre o fato de Passarinho ter sido um dos 17 signatários do AI-5, quando à época ocupava o cargo de ministro do Trabalho e Previdência Social no governo Costa e Silva, Júlia resumiu que o coronel desempenhava a função. "A assinatura era absolutamente plausível de um grupo de militares, ele como coronel seguindo o seu general na defesa do País", alegou. O documento aprovado em dezembro de 1968 dava plenos poderes ao marechal Costa e Silva e, entre as medidas, permitiu o fechamento do Congresso, a intervenção do governo federal nos estados e também institucionalizou a censura prévia.

Se o tempo voltasse
Durante entrevista à GloboNews em 2010, Jarbas Passarinho comentou se voltaria a assinar o documento. "Com as mesmas condições, eu assinaria hoje. Nas mesmas circunstâncias, eu assinaria hoje. Porque quando o AI-5 foi feito, foi uma resposta às guerrilhas. Os militares não procuravam dominar o poder, eles foram forçados pelas circunstâncias. Tive, entretanto, violentar-me [...] Eu tinha entrado em 1964 na suposição que eu estava assegurando a continuidade da democracia. Era ela que estava em perigo."

Golpe militar
A renúncia do presidente Jânio Quadros, em 1961, desencadeou uma série de fatos que culminaram em um golpe de estado em 31 de março de 1964. O sucessor, João Goulart, foi deposto pelos militares com apoio de setores da sociedade, que temiam que ele desse um golpe de esquerda, coisa que seus partidários negam até hoje. O ambiente político se radicalizou, porque Jango prometia fazer as chamadas reformas de base na "lei ou na marra", com ajuda de sindicatos e de membros das Forças Armadas. Os militares prometiam entregar logo o poder aos civis, mas o país viveu uma ditadura que durou 21 anos, terminando em 1985.

Parabéns a Petson Santos e toda sua competente equipe de colaboradores.

Em Cajazeiras: TV Diário do Sertão anuncia debate com os candidatos ao Governo da PB

Segundo o diretor administrativo do Diário do Sertão, cinco dos seis candidatos já confirmaram presença para o evento. O debate terá a participação de radialista de Sousa

O Sistema de Comunicação Diário do Sertão, em parceria com a OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), subseção de Cajazeiras e mais 21 sites da Paraíba e rádios das regiões de Cajazeiras e Sousa, estarão realizando no próximo dia 05 de setembro (sexta-feira) o primeiro Debate com os candidatos a Governador do Estado no Sertão da Paraíba.


Segundo o diretor administrativo do Diário do Sertão, Petson Santos, cinco dos seis candidatos já confirmaram presença para o evento que vai acontecer na sede da OAB em Cajazeiras.

DIÁRIO DO SERTÃO

O Bode Gaiato entrou firme na campanha: 'as propostas' são imbatíveis e demonstram muita sensibilidade social.


CláudioHumberto

Um dos principais esquemas que abasteciam de reais o “banco central” da corrupção no Brasil, chefiado pelo mega-doleiro Alberto Youssef, tinha origem no exterior. Preso na Operação Lava Jato, da Polícia Federal, Youssef comprava no Paraguai, por exemplo, cujo comércio aceita reais, o dinheiro gasto pelos brasileiros naquele país, sobretudo compras em Ciudad del Este. E trazia o dinheiro em caixas e malas. 



Youssef trocava milhões de reais pelo pagamento, também no exterior, de dívidas de importadores e comerciantes paraguaios. 


Compravam-se reais lá fora pela dificuldade de fazer grandes saques em bancos do Brasil sem órgãos de controle como Coaf perceberem. 


Alberto Youssef é suspeito de participar de casos de corrupção nos três níveis da administração pública no Brasil: municipal, estadual e federal.

Os destaques do jornal Correio Braziliense


No jornal Lance! Será que Pato vai desenrolar?


A capa d'O Globo


A capa de hoje do Jornal da Paraíba


As manchetes de jornais brasileiros nesta quarta-feira

Folha: Ex médico responsável por 48 estupros é preso no Paraguai

Globo: Com vice do PSB gaúcho, Marina entra na campanha

Extra: Cabo eleitoral armado ameaça fiscais do TRE

Estadão: Foragido há três anos, Roger Abdelmassih é preso no Paraguai

ValorEconômico: Cresce operação das empresas no exterior

ZeroHoraBeto é vice de Marina

Estado de Minas: [Propaganda Eleitoral] Entre promessas e homenagens

CorreioBraziliense: A cada 10 pessoas, nove reprovam saúde no país

CorreiodaBahia: Carro fica de fora do novo Porto da Barra

OPovo: Justiça condena 17 por golpe milionário

DiáriodePernambucoO escolhido [Beto Albuquerque, vice de Marina]

JornaldaParaíba: ONGs da Paraíba não prestam contas de R$ 18 milhões

terça-feira, 19 de agosto de 2014

O nosso abraço de parabéns para o professor cajazeirense Carlos Ferreira.



DEMOROU: NADJA PALITOT ANUNCIA APOIO A CÁSSIO 
Polêmica Paraíba


A ex-deputada Nadja Palitot do Partido dos Trabalhadores (PT) declarou nesta terça-feira (19) durante entrevista coletiva na API, que continua votando em Lucélio Cartaxo para Senador, em Dilma para presidente e segue com sua relação com o prefeito Luciano Cartaxo. Entretanto, Nadja declarou que vai apoiar a candidatura de Cássio Cunha Lima para o Governo do Estado, contrariando a opção do partido. Ela afirmou que por uma questão ética entregou o cargo que ocupa no governo municipal e se licenciou do PT.

Nadja disse que o único pedido que fez ao prefeito Luciano Cartaxo e ao ex-presidente Rodrigo Soares, foi que o governador Ricardo Coutinho não voltasse a ter influência no PT. Diante da aliança, ela não poderia permanecer nesse projeto. Nadja disse que não se sentiu usada ou enganada e reconhece as dificuldades que Luciano Cartaxo teve para manter a sua candidatura, mas tomou um choque com o anúncio da aliança entre Ricardo e Luciano. Foi pega de surpresa.

Ela disse ainda acredidar que Cássio está mais amadurecido, como tem dito, e pode fazer o governo que a Paraíba precisa neste momento.

No início da entrevista, Nadja pediu que fosse respeitado um minuto de silêncio em lembrança de Eduardo Campos, que, segundo ela, era amigo pessoal dela e de Cássio. Em seguida, ela fez um breve histórico de sua vida pública, lembrando que entrou no PT depois de longa militância no PSB.

Já o candidato Cássio Cunha Lima disse que hoje é um dia especial para sua campanha e destacou o espírito de luta pelas causas sociais que Nadja travou em toda sua vida pública.

Ultraje a Rigor: Filha da Puta. Um acústico muito bom. Muito atual.

Suzane pede à Justiça paulista para continuar presa em regime fechado

Após obter autorização judicial para cumprir o restante de sua pena em regime semiaberto, Suzane von Richthofen, 30, voltou atrás e pediu à Justiça para continuar presa em regime fechado.

Condenada a 38 anos e seis meses de prisão pela morte dos pais (Marísia e Manfred), em outubro de 2002, Suzane já cumpriu cerca de 12 anos de prisão em regime fechado. Ela está presa em Tremembé, no interior paulista.

A juíza Sueli de Oliveira Armani, da 1ª Vara de Execuções Criminais de Taubaté, ainda não analisou o novo pedido de Suzane.

De acordo com a assessoria do Tribunal de Justiça, a manifestação foi feita pela própria condenada, sem intermediação de advogados.

As motivações do pedido não foram divulgadas pelo Judiciário. Sabe-se que Suzane mantém um bom convívio com as demais presas e trabalha no presídio de Tremembé.

A Folha não conseguiu contato com o advogado de Suzane, Denivaldo Barni, na tarde desta terça-feira (19).

PROGRESSÃO

Caso ainda vá para o semiaberto, Suzane ganhará o direito de passar temporadas fora da prisão, as chamadas saídas temporárias, como no Dia dos Pais, no Dia das Mães e nos finais de ano.

Nesse regime o preso pode ainda sair de dia para trabalhar, desde que esteja formalmente empregado e tenha autorização da Justiça.

Na decisão da semana passada, que autorizou a progressão da pena, a juíza afirmou que Suzane "encontra-se presa há aproximadamente 12 anos, não apresenta anotação de infração disciplinar ou qualquer outro fator desabonador em seu histórico prisional".

A defesa de Suzane tentava sua transferência para o semiaberto desde 2009.
Ex-médico Roger Abdelmassih é preso no Paraguai, diz PF

Prisão foi efetuada em Assunção pelo governo paraguaio com apoio da PF.

Condenado a 278 anos de prisão, Abdelmassih era procurado desde 2011.

Vianey Bentes e Camila Bomfim
TV Globo

Em 2009, Abdelmassih já se defendia das acusações. (Foto: Sérgio Neves/Estadão Conteúdo/Arquivo)

O ex-médico Roger Abdelmassih, de 70 anos, foi preso nesta terça-feira (19) em Assunção, capital do Paraguai, de acordo com a Polícia Federal (PF). Ele foi preso por agentes ligados à Secretaria Nacional Antidrogas do governo paraguaio com apoio da Polícia Federal brasileira.

Segundo a PF, após o procedimento de deportação sumária, Abdelmassih dará entrada no Brasil por Foz do Iguaçu (PR), cidade na fronteira com o Paraguai, e depois será transferido para São Paulo.


O ex-médico era considerado um dos principais especialista em reprodução humana no Brasil. Após sua condenação e fuga, passou a ser um dos criminosos mais procurados pela Polícia Civil do estado de São Paulo. A recompensa por informações sobre seu paradeiro era de R$ 10 mil.

Em nota, a Secretaria da Segurança Pública (SSP) de São Paulo afirmou que a prisão do ex-médico ”somente foi possível por informações obtidas em investigações do Ministério Público do Estado (MPE) que contaram com a colaboração da Polícia Civil do Estado de São Paulo”.

“As apurações incluíram o cumprimento de mandados de busca e apreensão autorizados pela Justiça numa fazenda de propriedade do médico em Avaré, em maio. Dos trabalhos, participaram promotores e policiais civis”, acrescenta o comunicado.

Denúncias e condenação
Roger Abdelmassih foi acusado por 35 pacientes que disseram ter sido atacadas dentro da clínica que ele mantinha na Avenida Brasil, na região dos Jardins, área nobre da cidade de São Paulo. Ao todo, as vítimas acusaram o médico de ter cometido 56 estupros.

As denúncias contra o médico começaram em 2008. Abdelmassih foi indiciado em junho de 2009 por estupro e atentado violento ao pudor. Ele chegou a ficar preso de 17 de agosto a 24 de dezembro de 2009, mas recebeu do Supremo Tribunal Federal (STF) o direito de responder o processo em liberdade.

Em 23 de novembro de 2010, a Justiça o condenou a 278 anos de reclusão. Abdelmassih não foi preso logo após ter sido condenado porque um habeas corpus do Superior Tribunal de Justiça (STJ) dava a ele o direito de responder em liberdade.

O habeas corpus foi revogado pela Justiça em janeiro de 2011, quando ex-médico tentou renovar seu passaporte, o que sugeria a possibilidade de que ele tentaria sair do Brasil. Como a prisão foi decretada e ele deixou de se apresentar, passou a ser procurado pela polícia.

Em maio de 2011, Abdelmassih teve o registro de médico cassado pelo Conselho Regional de Medicina de São Paulo.

Médico alegava inocência
O ex-médico sempre alegou inocência. Chegou a dizer que só ‘beijava’ o rosto das pacientes e vinha sendo atacado por um "movimento de ressentimentos vingativos". Mas, em geral, as mulheres o acusaram de tentar beijá-las na boca ou acariciá-las quando estavam sozinhas - sem o marido ou a enfermeira presente.

Algumas disseram ter sido molestadas após a sedação. De acordo com a acusação, parte dos 8 mil bebês concebidos na clínica de fertilização também não seriam filhos biológicos de quem fez o tratamento.
Memórias do padre Raymundo Honório Rolim

Francisco Frassales Cartaxo

O padre Raymundo Honório Rolim tem atribulada trajetória de vida. Com 84 anos de idade, incluindo quase 55 como sacerdote, ele viveu episódios inusitados metendo-se em muitas encrencas. Disso dá conta até mesmo o título de seu livro, Vida e missão atropeladas. São 91 pequenos textos, distribuídos em 178 páginas, impressas na Gráfica Real, de Cajazeiras, em fevereiro de 2014. Fez muito bem o vigário, nascido em 1930 no sítio Vale Verde, em registrar suas memórias sem aquelas chatices usuais nesse tipo de literatura, marcado por excessivo apego ao “eu fiz isso, eu fiz aquilo”, ou ao “por que me ufano de mim mesmo”... Ao contrário, ele abre mão de narrar na primeira pessoa, optando por usar a terceira pessoa do singular, e elege três protagonistas: Mousinho, Raymundinho e padre Raymundo. Os três são um só cristão, cada qual simbolizando uma fase de sua vida. 

Mousinho, apelido do tempo de menino, permanece até sua entrada no seminário de João Pessoa, em 1948, quando passa a ser Raymundinho. Após ordenar-se por dom Zacarias Rolim de Moura, em dezembro de 1959, vira o padre Raymundo. Aquele mesmo que, em 2000, mandou cercar de arame farpado a igreja matriz de Fátima. Por quê? Ele explica: “em consequência do carnaval que era instalado na Praça João Pessoa, dado que a farra e a sacanagem da folia se estendiam até as dependências do patamar da matriz, que se transformava em palco de todo tipo de safadeza, inclusive de sexo explícito.” Como a prefeitura não tomou as providências, ele agiu. O reboliço foi enorme, ampliado pela mídia, que teve no episódio um prato cheio!


O livro, segundo o autor, “não é um romance de aventuras, muito menos um relato de uma tragédia vital, é apenas um resumo de uma história pessoal entremeada de lutas pela sobrevivência frente às adversidades, que qualquer pessoa enfrentou ou poderá encontrar”. Na verdade, trata-se do registro de situações de sua vida devidamente contextualizadas. Situações vividas em lugares por onde andou, desde menino de roça em Cajazeiras, até renunciar à função de vigário da paróquia de Fátima e de deixar de cuidar de pequena gleba onde “construiu uma casa que foi alvo de 23 arrombamentos praticados por desconhecidos, no intuito de roubar ou simplesmente destruir o que estava à mercê do vandalismo”. Que horror!

Dos anos de matuto pobre no Vale Verde, destaco suas lembranças de histórias ouvidas acerca de “heróis ausentes” como Antonio Silvino, justiceiro do Nordeste, Raimundo Augusto, de Lavras, e Zequinha das Contendas. Mais tarde, os heróis viraram bandidos, como os Bentivi, que vinham do Cariri com aparência de inofensivos trabalhadores rurais. Um deles, conta padre Raymundo, Joaquim Bentivi, trabalhou no sítio de seu pai, mas seu Honório descobriu tratar-se do remanescente cangaceiro, conhecido pelo apelido de Bage. Dispensado, o pistoleiro sumiu, mas reapareceu dois anos depois com a intenção de matar seu Honório. Apavorado, este avisou a polícia, que cercou a casa, deu início a tiroteio do qual Bage saiu cadáver. O relato me causou emoção, afinal, Bage foi modelo do conto “Escanchado feito um porco”, numa referência à imagem que guardei desde menino, do corpo de Bage transportado pela polícia nas costas de um jumento, feito um porco. O conto foi premiado em concurso nacional da Revista Acauã, em 2006. Voltarei ao livro.

Fátima Rodrigues, viúva de João de Manezin, ficou bem feliz com a Justa homenagem que prestaram, em Cajazeiras, ao grande artista do riso conterrâneo.



Meu amor, nossa secretaria Léa Silva, tbm nossa prefeita Denise Carlinhos juntas te fazem uma homenagem merecedora a vc meu amorrrr...


EI OLHE PRA MIM EU SOU O JOÃO DE MANEZIM !
O ESTADO DE S. PAULO

O que define a importância de um veículo de comunicação, daquilo que podemos chamar genericamente de Imprensa - inclusive com sua extensão na internet -, importância essa traduzida em quantidade e qualidade de leitores, ouvintes e telespectadores? A resposta é simples e óbvia: credibilidade. A mídia impressa e a programação jornalística de emissoras de rádio e de televisão só conquistam leitores, ouvintes e telespectadores na medida em que esse público acredita que lhe estão sendo oferecidas notícias e informações corretas e opiniões relevantes e úteis..

A credibilidade de um veículo de comunicação resulta da avaliação feita pelo público de sua capacidade de apurar e de divulgar notícias com isenção e objetividade, prestar informação precisa e confiável sobre assuntos de interesse e oferecer opinião fundamentada sobre questões relevantes, sejam opiniões divergentes que ajudem a esclarecer temas controversos, seja a opinião própria do órgão de comunicação, esta claramente exposta em espaço editorial claramente definido.

Cumpridos todos esses requisitos que a habilitam - com seu trabalho de noticiar, informar e opinar - a exercer algum tipo de influência sobre a opinião pública, a Imprensa passa a ser um estorvo para os poderosos mais preocupados com o poder do que com qualquer outra coisa. E é exatamente nesse momento que ela cumpre, em toda sua amplitude, o papel talvez mais importante que lhe cabe numa sociedade democrática: fiscalizar o poder público, cobrar-lhe promessas, denunciar malfeitos, alertar sobre ameaças ao bem comum. Possibilitar, enfim, que o eleitor saiba o que está sendo feito com seu voto, que o cidadão conheça o que está sendo feito em seu nome e com o seu dinheiro.

É por essa razão que, para ter credibilidade, a Imprensa deve, por princípio, manter uma postura de distanciamento crítico dos poderosos. Mesmo que haja alinhamento ideológico ou programático com os governantes de turno, a sociedade espera que os veículos de comunicação estejam permanentemente dispostos a apurar e a denunciar eventuais desvios de rota ou de conduta. Fora disso, o que existe é Imprensa "chapa branca", cuja credibilidade se esgota nos limites dos interesses políticos dos governantes.

Não é sem razão, portanto, que, no momento em que as eleições passam a apresentar uma ameaça ao projeto de poder do lulopetismo e a Imprensa, além de cumprir seu papel fiscalizador, ecoa o sentimento nacional de frustração diante da marcha à ré geral que o atual governo impôs ao País, o comando da campanha reeleitoral de Dilma Rousseff reforça a decisão estratégica de concentrar seus ataques na "mídia derrotista e pessimista" que se recusa a alardear as realizações da era petista. Por intermédio do Instituto Lula, foi lançado um novo site, "O Brasil da Mudança", que oferece a todos os brasileiros a oportunidade de fazer uma incursão pelo universo onírico dos 12 anos de reinado de Lula e de sua criatura.

No evento em que, em Brasília, ambos anunciaram o novo site que, segundo Dilma, "vai ajudar a gente a enfrentar o derrotismo e o pessimismo" da mídia, Lula fez blague e as habituais referências debochadas à Imprensa: "Não é para pedir que falem bem. A gente só quer, pelo menos, que as pessoas sejam honestas no tratamento da cobertura". Ou seja, que a mídia em geral se comporte exatamente como as emissoras de rádio e de televisão oficiais, nas quais o noticiário, pago com recursos públicos, é tão honesto que tem uma credibilidade perto de zero, como demonstram os índices insignificantes de audiência de que desfrutam.

Esse é um problema para o qual o PT tem solução: a "democratização da mídia". Nenhum petista, nem mesmo Franklin Martins, o maior defensor da ideia, se deu ao trabalho de explicar o que entende exatamente por mídia "democrática". Mas dá para imaginar do que se trata, a partir da veneração de petistas pelo modelo cubano, no qual a imprensa é monopólio estatal, e seu reverente entusiasmo pelos regimes bolivarianos, que sufocam a liberdade de expressão.

Menos mal que Dilma se mantém firme na decisão, tomada logo após sua posse no governo, de engavetar o projeto urdido por Martins sob o olhar complacente de Lula, de quem era ministro de Comunicação Social.

Tem razão. As pesquisas, especialmente as sérias, são só um instante eleitoral captado em estatística.



Temos que ter cuidado com as pesquisas, pois nem sempre refletem a tendência do eleitorado.

Um amigo meu realizou um levantamento por conta própria e concluiu que a próxima Presidente da República vai ser a mãe dele.

Ele telefonou para 1.253 pessoas - entre duas e quatro horas da madrugada - e perguntou:

"- EM QUEM VOCÊ VAI VOTAR PARA PRESIDENTE?

Duas respostas foram respondidas com unanimidade:

- Na rapariga da tua mae!

ou

- NA PUTA QUE TE PARIU."
O que mudou?
HÉLIO SCHWARTSMAN
Folha de São Paulo

A entrada de Marina Silva na corrida eleitoral muda tudo? Nem tanto. É verdade que o advento da candidata ambientalista parece assegurar que haverá segundo turno e pode tirar Aécio Neves do escrutínio final. A questão macro, porém, é um pouco diferente.

Em regimes presidencialistas com reeleição, a vantagem de quem está no poder é tamanha que não é a oposição que ganha pleitos, mas a situação que eventualmente os perde. Sob esse prisma, as coisas mudaram bem menos do que aparentam.

Desde os protestos de junho do ano passado, que ceifaram a popularidade da presidente Dilma Rousseff, ficou claro que a reeleição não seria mais o passeio que se afigurava até então. Dali para cá, com alguns morros e vales, Dilma vinha conseguindo manter a liderança nas pesquisas, mas sempre assombrada por uma forte rejeição a seu nome e por um número persistentemente alto de eleitores indecisos ou dispostos a anular seu voto.

A maioria dos analistas apontava que os candidatos da oposição ainda não haviam conseguido tornar-se conhecidos fora de suas bases nem capitalizar o difuso sentimento pró-mudança. Era razoável, entretanto, esperar que, ao longo da campanha, melhorariam suas posições.

O que a súbita chegada de Marina fez foi acelerar --e talvez vitaminar-- um processo que já ocorreria naturalmente. Reforça essa interpretação a importante queda no total de indecisos e dos que planejavam votar nulo ou branco, cuja soma baixou de 27%, na pesquisa Datafolha anterior para 17% na mais recente.

O quadro geral, portanto, permanece mais ou menos o mesmo: embora o PT ainda seja o favorito, há uma chance considerável de o partido perder a eleição e, neste caso, Aécio e Marina disputam os despojos do poder. A verdade --algo contraintuitiva, admito-- é que campanhas importam menos do que se apregoa

Os destaques do Jornal do Commercio


Jornal Jogo/Extra: o Vascão chegou!


Na capa d'O Globo


A capa de hoje do Jornal da Paraíba


As manchetes de jornais brasileiros nesta terça-feira

Folha: Na TV, Lula prometerá um 2º governo Dilma 'melhor'

Globo: PSB e Marina buscam vice, PT e PSDB preveem 2º turno

MeiaHora: Soldado de UPP é sequestrado por bandidos do Comando Vermelho

Estadão: PT e PSDB vão questionar a capacidade de gestão de Marina

ValorEconômico: Tesouro Nacional segura também repasses ao Banco do Brasil

ZeroHoraCampanha de Marina só espera pelo nome do vice

Estado de Minas: [Renata Campos] 'Tenho que participar da campanha por dois'

CorreioBraziliense: Eles vão invadir sua casa para pedir voto

CorreiodaBahia: Cursos técnicos têm 4 mil vagas

DiáriodoNordeste: Estado vai abrir mão de R$ 1 bi para estimular empresas

DiáriodePernambucoA escolha de Renata Campos

- JornaldaParaíba: Emprego com carteira assinada cresce 4,97%

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Antônio Gobira com a corda toda! Tá bem na fita!


Por Henrique Meireles
Folha de São Paulo

A morte de Eduardo Campos tem diferentes dimensões e impactos --da tragédia pessoal de um jovem de 49 anos e pai de cinco filhos à perda de uma liderança capaz de quebrar a polarização PT-PSDB e viabilizar uma terceira via na política brasileira.

Campos era um líder que sabia conjugar políticas de inclusão social com o estímulo ao investimento, ciente de que o aumento da arrecadação de tributos gerado pelo crescimento econômico possibilita a expansão dos programas sociais, que, junto com a criação de emprego pelo setor privado, é o caminho mais eficaz para melhorar o padrão de vida da população e a distribuição de renda.

Ele defendia mais eficiência da máquina pública e declarou repetidas vezes nesta campanha que via o setor privado como o grande produtor de riqueza nacional. Por isso, pregava a adoção de regras claras, políticas transparentes e postura fiscal conservadora, elementos que dão segurança para o setor privado investir no aumento da produção e da produtividade.

Sua postura é rara no Brasil. Infelizmente, persiste em setores do pensamento brasileiro, inclusive no seu próprio partido, a crença, já superada em países de maior sucesso econômico, de que um governo com preocupações sociais precisa ser antinegócios e antimercado, prevalecendo uma visão restritiva e dirigista em relação ao setor privado --uma herança da tradição marxista de que o lucro seria uma apropriação indébita da riqueza dos trabalhadores.

O colapso do bloco soviético mostrou de forma inapelável a falência desse sistema e as limitações do Estado produtor. E estimulou a busca da eficiência econômica e da capacidade do setor privado de gerar riqueza e lucros. São eles que propiciam recursos, via arrecadação, para sustentar programas sociais, a educação e a saúde pública. E ainda financiam os investimentos geradores de empregos, que são o grande distribuidor de renda.

Apesar das evidências históricas, ainda temos na América Latina grande dificuldade com essa abordagem.

São frequentes as intervenções que vão muito além do papel regulador do Estado, com expansão de estatais e interferência no sistema de preços, entre outros.

Na década passada, o Brasil teve estabilização econômica, políticas macroeconômicas saudáveis e liberdade de investir e empreender. Elas geraram crescimento, emprego e mais arrecadação, que por sua vez permitiram ao governo implementar políticas de inclusão social eficazes e abrangentes.

Apesar de seu sucesso, parte importante do pensamento brasileiro não se convenceu. Por isso a perda de Campos, para além da tragédia humana, é tão importante do ponto de vista político e econômico.

Informações importantes da AC3, sempre empenhada com o desenvolvimento de Cajazeiras.

 
INFORMATIVO DA AC3 (Nº 03 - agosto/2014)

AC3 PARABENIZA PREFEITA PELO RESGATE DA VERBA DO AÇUDE GRANDE 


Foi com satisfação que todos nós que fazemos a AC3, tomamos conhecimento neste final de semana, da assinatura pela Prefeita Denise, do Convênio de Recuperação de recursos da ordem de R$ 7,0 milhões, para a 1ª etapa do Projeto do Açude Grande.

Ao mesmo tempo em que parabenizamos a Prefeita pela conquista, entendemos que este ato formal trata-se de um passo decisivo na direção do Sonho Coletivo para acolhermos, com sustentabilidade, o Açude Grande, compatível com a sua importância, por tratar-se de uma das mais belas paisagens do Brasil, aliado ao legado histórico que representa para Cajazeiras e Região. 

CONTRIBUIÇÕES PARA O PROJETO EXECUTIVO


Dentro desta perspectiva, com vistas a otimização do tempo, tomamos a liberdade, levando-se em consideração o perfil transparente da Prefeita, de recomendar que sejam utilizados os resultados do 2º Seminário do Projeto Integrado do Açude Grande promovido pela Secretaria Municipal de Planejamento em parceria com a AC3, já na gestão do Secretário Joselito Feitosa, com a participação de representação de todos os segmentos afins de Cajazeiras. Na ocasião, foram amplamente debatidos os elementos extraídos do Edital do Concurso Público Nacional de Ideias elaborado pelo Instituto dos Arquitetos do Brasil, Seção da Paraíba - IAB-PB, contratado por nossa Entidade, com o objetivo de subsidiar o Projeto Integrado como um todo. Além disto neste Evento, ocorreram entendimentos sobre a 1ª etapa a ser priorizada do Projeto Arquitetônico e Urbanístico para o Parque Linear do Entorno do Açude Grande. Neste 2º Seminário, ficou consensuado que em linhas gerais, deverá ser priorizado na 1ª etapa, utilizando-se o teto dos recursos de R$ 7,0 milhões, o eixo principal do Projeto, ou seja: o calçadão abrangendo todo o perímetro do Açude, incluindo-se a infra-estutura básica prevista.

Diante disto, é fundamental a utilização do elementos do resumo do referido Edital, debatidos no Seminário citado, como Marco Referencial. Lembramos que este Edital, também foi construído pelo IAB-PB, com ampla participação em um 1º Seminário, contendo pois a essência do Projeto do Açude Grande Que Nós Queremos, dentro da concepção de um Parque Linear. Desta forma, não se limitando apenas a obras, mas com os diferenciais de contemplar fortemente, questões ambientais, sociais, ações que gerem renda, bem como notadamente, aspectos na área cultural, com vistas a preservação daquele Patrimônio Histórico, incluído no perímetro tombado pelo IPHAEP. 

Josias Farias Neto
Diretor de Políticas Públicas da AC3

DiáriodoPoder

O País fervilhava com as denúncias de roubalheira do Mensalão, no primeiro governo Lula, mas, alheio à confusão, o senador abilolado Eduardo Suplicy (PT-SP) se dirigia a TV Globo em São Paulo, onde participaria do programa “Mais Você”. Acabou preso no trânsito. 

Preocupado com a hora, porque o programa de Ana Maria Braga é ao vivo, Suplicy saiu do carro e foi correndo até a emissora. Petista correndo na rua, naqueles tempos de Mensalão? O senador Forest Gump, aliás inocente no Mensalão, fez o percurso ouvindo gracejos:

- Tá correndo de quem?

- Pega!

Acorda, amor. Eu tive um pesadelo agora...

Mirando a empreiteira

Concursado à espera da convocação
Operação Cartago
Dando continuidade à operação Cartago, deflagrada hoje de manhã no Maranhão, Polícia Federal está cumprindo neste momento mandados de busca e apreensão na construtora Dimensão, uma das maiores do estado, e na casa do proprietário da empresa, Antônio Barbosa Alencar.
Barbosa é vizinho da família Sarney e sua empreiteira já prestou diversos serviços ao governo Roseana Sarney, inclusive na construção de moradias do Programa Minha Casa Minha Vida. A ação da PF tem como objetivo desbaratar um esquema de fraude no financiamento de imóveis da Caixa.
Por Lauro Jardim