sábado, 31 de janeiro de 2015

Qual a necessidade do sigilo nos empréstimos do BNDES?

MONITORAMENTO
BNDES TEM 10 DIAS PARA PROVAR CUMPRIMENTO DE ORDEM JUDICIAL

BNDES É OBRIGADO A COMPROVAR TRANSPARÊNCIA DOS SEUS EMPRÉSTIMOS
DiáriodoPoder


O banco deve disponibilizar em seu site informações detalhadas sobre todos os empréstimos concedidos nos últimos dez anos

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) tem dez dias para informar ao Ministério Público Federal (MPF) se está cumprindo a sentença que determinou a publicação de informações referentes a todos os empréstimos concedidos pela instituição. O ofício, com o pedido de explicação, chegou ao BNDES nesta sexta-feira (30), dia e é decorrente de um inquérito civil instaurado para acompanhar o cumprimento da ordem judicial. Desde agosto do ano passado, está em vigor a decisão que acatou uma solicitação apresentada pelo MPF, com base na Lei da Transparência.

De acordo com a sentença da 20 ª Vara Federal de Brasília, o banco deve disponibilizar em seu site informações detalhadas sobre todos os empréstimos concedidos nos últimos dez anos, além de adotar o mesmo procedimento em relação aos novos financiamentos. A regra vale para os empréstimos concedidos a entes públicos e privados, desde que envolvam recursos públicos. A sentença também determina a publicação das informações nos casos em que o contrato é firmado por pessoas jurídicas criadas pelo BNDES e não apenas quando a liberação é feita diretamente pela instituição bancária.

No ofício, endereçado ao presidente do BNDES, Luciano Coutinho, o MPF lembra ainda que, em dezembro de 2014, a Justiça Federal acatou o pedido de tutela antecipada para garantir o cumprimento imediato da decisão, ainda que houvesse recurso por parte do banco. “Dessa forma, a sentença deve ser cumprida de imediato e totalmente, sob pena de a autoridade responsável pelo descumprimento responder civil e penalmente, perante a Justiça Federal”, alerta em um dos trechos do documento que aguarda resposta.

Relembre o caso

Em dezembro de 2012, o MPF propôs uma ação civil pública, depois de o BNDES ter se recusado a enviar informações solicitadas por procuradores da República no Ministério Público em Brasília. Na época, a intenção era estudar a forma como o banco prestava apoio financeiro em casos de fusões e reorganizações societárias envolvendo grandes grupos econômicos. No entanto, os responsáveis pelo banco alegaram que os atos de sua gestão bancária, salvo os expressamente previsto em lei, deveriam ser mantidos privados.

O argumento não convenceu a juíza federal Adverci Mendes de Abreu que acatou o pedido do MPF e determinou a publicação dos dados. “O banco está sujeito à Lei de Acesso a Informações Públicas e os contratos da instituição, por envolverem recursos públicos, não são protegidos pelo sigilo fiscal ou bancário”, escreveu a magistrada na decisão.

A Operação Lava-Jato vai subindo de nível. Os empreiteiros miram no exemplo do Mensalão: os políticos (Zé Dirceu e outros) estão soltos e os banqueiros na cadeia. Não querem este mesmo fim.

Lava Jato
Empreiteiras querem levar Lula e Dilma à roda da Justiça

Com os processos da Operação Lava-Jato a caminho das sentenças, as empreiteiras querem Lula e Dilma junto com elas na roda da Justiça

Rodrigo Rangel, Robson Bonin e Bela Megaele
Veja

SEM SAÍDA – Presos desde novembro do ano passado, os empreiteiros envolvidos no escândalo da Petrobras negociam acordos de delação premiada com a justiça

Há quinze dias, os quatro executivos da construtora OAS, presos durante a Operação Lava-Jato, tiveram uma conversa capital na carceragem da polícia em Curitiba. Sentados frente a frente, numa sala destinada a reuniões reservadas com advogados, o presidente da OAS, Léo Pinheiro, e os executivos Mateus Coutinho, Agenor Medeiros e José Ricardo Breghirolli discutiam o futuro com raro desapego. Os pedidos de liberdade rejeitados pela Justiça, as fracassadas tentativas de desqualificar as investigações, o Natal, o réveillon e a perspectiva real de passar o resto da vida no cárcere levaram-nos a um diagnóstico fatalista. Réus por corrupção, lavagem de dinheiro e formação de organização criminosa, era chegada a hora de jogar a última cartada, e, segundo eles, isso significa trazer para a cena do crime, com nomes e sobrenomes, o topo da cadeia de comando do petrolão. Com 66 anos de idade, Agenor Medeiros, diretor internacional da empresa, era o mais exaltado: “Se tiver de morrer aqui dentro, não morro sozinho”.


A estratégia dos executivos da OAS, discutida também pelas demais empresas envolvidas no escândalo da Petrobras, é considerada a última tentativa de salvação. E por uma razão elementar: as empreiteiras podem identificar e apresentar provas contra os verdadeiros comandantes do esquema, os grandes beneficiados, os mentores da engrenagem que funcionava com o objetivo de desviar dinheiro da Petrobras para os bolsos de políticos aliados do governo e campanhas eleitorais dos candidatos ligados ao governo. É um poderoso trunfo que, em um eventual acordo de delação com a Justiça, pode poupar muitos anos de cadeia aos envolvidos. “Vocês acham que eu ia atrás desses caras (os políticos) para oferecer grana a eles?”, disparou, ressentido, o presidente da OAS, Léo Pinheiro. Amigo pessoal do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva nos tempos de bonança, ele descobriu na cadeia que as amizades nascidas do poder valem pouco atrás das grades.


Na conversa com os colegas presos e os advogados da empreiteira, ele reclamou, em particular, da indiferença de Lula, de quem esperava um esforço maior para neutralizar os riscos da condenação e salvar os contratos de sua empresa.


Léo Pinheiro reclama que Lula lhe virou as costas. E foi dessa mágoa que surgiu a primeira decisão concreta do grupo: se houver acordo com a Justiça, o delator será Ricardo Breghirolli, encarregado de fazer os pagamentos de propina a partidos e políticos corruptos. 


As empreiteiras sabem que novas delações só serão admitidas se revelarem fatos novos ou o envolvimento de personagens importantes que ainda se mantêm longe das investigações. Por isso, o alvo é o topo da cadeia de comando, em que, segundo afirmam reservadamente e insinuam abertamente, se encontram o ex-presidente Lula e Dilma Rousseff.

A capa da Revista Veja: agora, os empreiteiros vão direto ao assunto, a cadeia do alto comando da corrupção no Brasil.


Parabéns ao grande Wladimir Carvalho, um ícone paraibano na cultura brasileira.

Conterrâneo velho de guerra 

Um dos nomes mais importantes do cinema, Vladimir Carvalho faz 80 anos dividindo reminiscências de uma vida dedicada à Sétima Arte. 

AUDACI JUNIOR
JornaldaParaíba

Foto: José Varela/Divulgação
Completando 80 anos de vida neste sábado, o paraibano radicado em Brasília Vladimir Carvalho continua em plena atividade

Ele é, acima de tudo, um amante da Sétima Arte. Fez parte da história do cinema em 1960, quando estava na diminuta equipe do visceral documentário que abriu as portas para um novo olhar cinematográfico, Aruanda, e realizou clássicos do documentarismo brasileiro com obras como O País de São Saruê (1971), O Homem de Areia (1981) e Conterrâneos Velhos de Guerra (1991), dentre outros.


Completando 80 anos de vida neste sábado, o paraibano radicado em Brasília Vladimir Carvalho continua em plena atividade, “decantando” novas obras fílmicas.

“Na pacata Itabaiana dos anos de 1940, num tempo em que as salas de cinema marcavam a vida social das cidades do interior do Brasil, meu pai, cinéfilo inveterado, nos levava semanalmente ao cinema. Do velho Cine Theatro (assim mesmo, com ‘th’) Ideal aos cinemas do Recife e, depois, João Pessoa, foi um pulo para me tornar obsessivo espectador”, relembra o cineasta. “Até o dia em que cruzei com O Homem de Aran (1934, de Robert J. Flaherty) e entendi que o cinema era muito mais do que entretenimento. Passava a ser cultura, visão de mundo, criação do gênio humano e me deixei fascinar pelo filme documentário”.

Wladimir Carvalho e Joris Ivens ("Borinageno"), no Festival de Viña del Mar em 1969
O fascínio pelo cinema, pelos pioneiros do documentário como Joris Ivens (1898-1989) e o próprio Flaherty (1884-1951), a Nouvelle Vague e Orson Welles (1915-1985) o impulsionaram a fazer um programa de rádio e escrever sobre o assunto nos jornais. Até Linduarte Noronha (1930-2012) – que fora professor de Vladimir no ginásio – convidá-lo para Aruanda.


“Não éramos totalmente inocentes da responsabilidade enquanto ‘realização’, porque devorávamos o Tratado de la Realización Cinematográfica, de Leon Kulechov”, conta.

“Linduarte havia escrito uma extraordinária reportagem sobre o povoado da Serra do Talhado. O trabalho foi pensar e estruturar, no papel, o que de antemão fomos ver in loco para escrever o roteiro. O resto é história conhecida: o filme refundou o documentário no Brasil, juntamente com Arraial do Cabo, de Paulo César Saraceni”.

Dentre as universidades da vida, o cineclubismo foi uma das escolas para a alfabetização em cinema. “De fato, a academia que conheci primeiro foi a universidade propriamente dita, mas, informalmente, devo tudo ao cineclubismo patrocinado pela igreja e ao Partido (Comunista). Minha formação se deu paradoxalmente em torno dessas duas respeitáveis instituições”.


Vladimir diz que sente na pele até hoje tal “melange” ideológica.

“De dia, gravitava no Café Alvear, em torno de Bento da Gama, nosso saudoso Bentinho, em intermináveis papos em que nos seduzia com o que sabia do marxismo, da literatura, da história política; e de noite estava eu no Cine Clube de João Pessoa, sob comando do padre Antônio Fragoso e de José Rafael de Menezes, junto com meus cupinchas de sempre: Gonzaga Rodrigues, Wills Leal, João Ramiro Mello e, claro, o onipresente Linduarte Noronha, com cachimbo, lambreta e tudo”.

Passando tantos ciclos tecnológicos da realização documental até chegar a obras mais recentes, como Engenho de Zé Lins (2006) e Rock Brasília: A Era de Ouro (2011), Vladimir não deixa de lado a sua intuição na produção de seus filmes.

“Antigamente, a câmera, como instrumento de trabalho, me assustava, era quase um tabu, mas hoje posso empreender coisas durante a filmagem que, sei, são pura experimentação consciente ou não. Se não tiver a possibilidade poética e linguística, não me interessa sair por aí filmando. Forma e conteúdo são práticas univitelinas”.

INQUIETAÇÃO

“Tenho o mau costume de ir filmando ao sabor dos acontecimentos e junto muitas imagens que me seduziram de alguma maneira”, comenta o documentarista a respeito da maturação de um projeto. “Geralmente, desconfio que ali reside um assunto que voltará às minhas cogitações: por isso, às vezes, dizem que levo dez anos para realizar um filme. Não é verdade!”, desmistifica.

Tanto que no ano passado, viajando pelo Sertão paraibano, uma ideia ficou catucando a cabeça do inquieto Vladimir para fazer um longa sobre a transposição das águas do rio São Francisco. “Propus, então, que se faça um filme coletivo, usando toda uma geração de cineastas da região, hoje aptos a tratar essa realidade tão perturbadora. Parece que a coisa vem prosperando, pois João Carlos Beltrão e Diassis Pires já deram início às filmagens”.

Radicado em Brasília desde os anos 1970, Vladimir Carvalho é professor emérito da UnB e fundou, em 2012, o Cinememória, um grande acervo audiovisual ‘institucionalizado’ que conta um pedaço da História da Sétima Arte e da sua trajetória pessoal.

Atualmente, o incansável conterrâneo velho de guerra está realizando um longa independente (“leia-se ‘com recursos próprios tirados das garras’”, segundo o próprio) sobre vida e obra do pintor modernista pernambucano Cícero Dias (1907-2003), que viveu na França desde 1937 e se tornou compadre de Picasso (1881-1973). “Uma vida rica de episódios e significados. Mas é trabalho árduo porque toda a sua geração já se foi e pouco restou de memória testemunhal”.

NO DNA: "A PARAÍBA É MINHA NAVE-MÃE"


Como seu irmão Walter Carvalho, o cinema está intrinsecamente ligado no sangue de Vladimir, assim como o amor pela sua terra natal.

“A Paraíba é minha nave-mãe e até hoje mantenho intacto o cordão umbilical”, observa. “É inarredável esse background, essa vivência, esse vis a vis com uma terra que vi de perto desde menino, primeiro no interior e depois nas lutas da capital, como estudante pobre, mas que teve sorte de conviver com uma geração muito inquieta e talentosa. Isso não se apaga jamais, passa a fazer parte do nosso DNA”.

Instigado a rememorar os piores e melhores momentos da sua trajetória fílmica, o documentarista tem uma lembrança paradoxal sobre o primeiro momento de filmagens do clássico Cabra Marcado para Morrer, de Eduardo Coutinho (1933-2014), onde foi assistente de direção. No Engenho Galiléia (PE), quando explodiu a Ditadura Militar, toda a equipe teve que fugir.

“A fuga do Cabra... foi assustadora e, ao mesmo tempo, algo que curti. Foi como uma iniciação no perigoso terreno da clandestinidade que durou poucos meses, porque logo me vi ignorado pelos órgãos de segurança e voltei a circular pelo Rio de Janeiro como ilustre desconhecido”.

Mas sua pior lembrança foi um ‘pesadelo’ que perdurou quase uma década, quando o longa O País de São Saruê – uma empreitada no Polígono das Secas – sofreu interdição de nove anos pela Censura Federal, sendo liberado em virtude da redemocratização do país, com a queda do regime.

“Como realizador, experimentei grande e positiva emoção quando o público prorrompeu em aplausos para o Conterrâneos Velhos de Guerra, no Festival de Brasília de 1991”, relembra. “Os aplausos incluíam as palmas do ministro Antonio Houaiss, figura de minha grande admiração”.

Sobre seu papel na Sétima Arte, Vladimir Carvalho se mostra modesto. “Fui pouco menos do que um grão de areia, um pontinho imperceptível, na caudalosa massa de público que acompanhou o cinema desde o século passado”.

Visto sua obra que ainda continua sendo escrita na película da História, tal afirmação se mostra equivocada.

A capa da Revista Época


Hoje é sábado!

Relembre a evolução do corpo de Paolla Oliveira até chegar nas curvas de Danny, de ‘Felizes para sempre?’
Jornal Extra

Atriz Paolla Oliveira apareceu de costas só de calcinha em “Felizes para sempre?”, e não usou dublê de corpo 

As curvas que Paolla Oliveira vem mostrando nas cenas sensuais de “Felizes para sempre?” são fruto de muita dedicação da atriz. Ao longo de 12 anos, cuidando do corpo, ela chegou ao auge com a personagem Danny Bond, da minissérie, e recebeu muitos elogios nas redes sociais nos últimos dias. Apesar de nunca ter sido gordinha, o corpo da namorada de Joaquim Lopes mudou ao longo dos anos.

“Malho e faço dieta há 12 anos. Uma hora dá certo, outra não... Agora está dando certo”, disse Paolla em recente entrevista ao EXTRA. Ela faz musculação e exercícios aeróbicos três vezes por semana e gosta de praticar outros esportes. Corrida está entre seus preferidos.


Desde agosto, a atriz está fazendo acompanhamento nutricional com Patricia Daividson, que cuida de Anitta, Giovanna Lancelotti, Fernanda Souza entre outras famosas. Segundo a profissional, a atriz não estava muito satisfeita com o que via no espelho.

“Paolla tinha uma alimentação saudável, mas estava insatisfeita e queira mudá-la. Sentia que algo a deixava inchada, tinha retenção de líquido... Fizemos uma série de exames e vimos que ela tem intolerância ao leite e seus derivados, entre outras coisas”, revelou Patrícia à coluna Terraço Paulistano, da revista “Veja”. Paolla mantém uma alimentação light e consome proteínas nos intervalos das refeições para ajudar nos treinos e ter mais firmeza nos músculos.

No passado, a insatisfação e insegurança com o corpo motivou Paolla a se submeter a uma lipoaspiração nas pernas, algo que ela não faria novamente:

“Temos que curtir todas as etapas da vida para envelhecermos bem, com saúde, beleza e tudo no seu lugar. Eu fiz a lipo, e acho que a cirurgia plástica tem que ser para a pessoa se sentir bem e levantar a autoestima e não por uma loucura. Não gostaria de fazer outras plásticas”, disse a atriz ao EXTRA.

De formas de menina, no começo da carreira, em “Belíssima”, a atriz foi amadurecendo. Entre 2009 e 2010, a atriz desfilou pela Grande Rio um abdômen sequinho e até sarado. Relembre a evolução do corpo de Paolla ao longo dos anos.

Em 2005, na novela “Belíssima”: corpo e rosto de menina 

Paola Oliveira, em 2008, disfarçou as pernas grossas com meias, na apresentação dos enredos para o carnaval 2009 

Em 2009, a barriga definida de Paolla foi destaque no desfile da Grande Rio 

Paolla Oliveira exibiu o corpo sequinho no carnaval de 2010, da Grande Rio, como rainha de bateria 

De lingerie, Paolla Oliveira posou sexy para campanha de uma grife 
Paolla Oliveira, em 2013: barriga sequinha

Me dá a coroa, canhão! Vejam o vídeo.

Antes da confusão, campeã (de azul) e vice (de vermelho) aguardaram o resultado de mãos dadas 
Em concurso, vice não aceita derrota e arranca coroa de Miss Amazonas

Sheislane Hayalla criticou vitória de Carol Toledo: 'Ela não mereceu!', disse.

Campeã evitou falar sobre ocorrido e comemorou vitória.

Marcos Dantas
Do G1 AM

A edição 2015 do concurso Miss Amazonas terminou em confusão na noite de sexta-feira (30). Ao ouvir o resultado, que deu a vitória à Carol Toledo, a segunda colocada, Sheislaine Hayalla, arrancou a coroa da vencedora. A reação da vice causou tumulto e corre-corre no Centro de Convenções Vasco Vasques - Zona Centro-Oeste de Manaus -, onde foi realizado o concurso.Veja a galeria de fotos do Miss Amazonas 2015.

Ao G1, Sheislane disse que não aceitou o resultado. "Simplesmente, em Manaus, é o dinheiro que manda e eu estou mostrando para o povo amazonense que o dinheiro não manda aqui. Ela não mereceu!", reclamou a concorrente.



A reportagem chegou a procurar a organização do concurso, que não quis falar sobre o ocorrido e nem sobre uma possível punição a Sheislane. As finalistas do segundo ao quinto lugar devem participar de concursos ao longo do ano.

Vitoriosa, Carol não fala sobre "coroa arrancada"

A vencedora não quis comentar a confusão e preferiu falar sobre a vitória. "É uma emoção inexplicável. Eu não tenho palavras para descrever o que estou sentindo. É um frio na barriga muito gostoso. É uma honra poder representar o meu estado no Miss Brasil. Eu vou honrar com toda a garra e o povo amazonense vai ter muito orgulho de mim", garantiu.

Carolina Toledo foi a grande vencedora do Miss Amazonas 2015

Aos 20 anos, Carol deve representar o Amazonas na versão nacional do concurso. Em entrevista, ela disse que deve começar logo a preparação para ser escolhida a mulher mais bonita do Brasil. "Uma Miss não pode ter só beleza. Além do carisma, ela tem que ter uma representação ativa na sociedade e é por isso que estou aqui. Não sou só um rostinho bonito. Quero me engajar em muitas causas sociais, mas o primeiro passo é comemorar com a minha família. Eu não estaria aqui se não fosse por eles", enfatizou.

*Colaborou Clayton Pascarelli, da TV Amazonas

Eita, menino! Tudo que é movimento social vai protestar na porta da embaixada da Arábia Saudita, em Brasília, né não?


ARÁBIA SAUDITA
Governo adia chicotada semanal a blogueiro

O blogueiro saudita Raif Badawi teve a sua sessão semanal de 50 chibatadas adiada pela segunda semana seguida nesta sexta-feira (30). Ainda não há informações sobre o motivo do novo adiamento.

Badawi foi condenado a dez anos de prisão e mil chibatadas por "insultar o islã". Ele recebeu suas primeiras chibatadas no dia 9. Após exames, foram adiadas as duas sessões seguintes.

Para a Anistia Internacional, está aumentando a pressão internacional contra a punição do blogueiro.



Ói, meu rei...sai do chão...

Recados e pressão: dono da OAS e filha de empreiteiro preso pela Lava-Jato procuram Jaques Wagner

Jaques Wagner não quis nomes dos comandantes
Conversas com Mata Pires e a filha de Pessoa
Sem alarde, a filha de Ricardo Pessoa, a advogada Patrícia, esteve com Jaques Wagner na semana passada. Wagner, que foi arrolado como testemunha de defesa do empreiteiro da UTC, recebeu recados provenientes de Curitiba.
O mesmo Jaques Wagner também recebeu há duas semanas a visita de Cesar Mata Pires, dono da OAS. O empreiteiro baiano deixou claro que, se o governo não colaborar, Leo Pinheiro, o presidente da OAS encarcerado desde novembro, pode fazer uma delação premiada – e deixar mortos e feridos pelo caminho.
Por Lauro Jardim
'Pátria educadora' e a mentira como método 

Por Roberto Freire

Não é criando slogans falaciosos que Dilma sairá de sua encruzilhada

“Brasil, pátria educadora”, o novo slogan criado pelo marqueteiro oficial do lulopetismo para o segundo mandato da presidente Dilma Rousseff, é mais uma peça de ficção que tenta esconder a incompetência de um governo marcado por estelionatos eleitorais em série. Enquanto a máquina de propaganda do PT vende à sociedade a ideia de que Dilma priorizará a educação como “nunca antes neste país”, os fatos da vida real, sem qualquer maquiagem ou pirotecnia, insistem em desmentir mais uma falácia do Palácio do Planalto.

De acordo com reportagem publicada pelo jornal “O Estado de S.Paulo” na última segunda-feira (26), o primeiro governo Dilma registrou a menor média de gasto efetivo do orçamento para a educação desde 2001 – penúltimo ano da gestão do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Dados analisados a partir de um estudo da Diretoria de Análise de Políticas Públicas da Fundação Getúlio Vargas (FGV-DAPP) mostram que, entre 2011 e 2014, o Ministério da Educação (MEC) gastou apenas 77% do dinheiro disponível, percentual inferior à execução de fato do orçamento total no período (82%).

Mesmo a melhor marca alcançada pelo governo Dilma, de 79% de execução orçamentária para a educação, registrada no ano eleitoral de 2014, é menor do que a de todos os anos entre 2001 e 2010. O pior índice foi o de 2012, quando apenas 73% do dinheiro direcionado à educação foi efetivamente investido, enquanto a média de gasto do orçamento total do governo naquele ano chegou a 83%.

Com a desfaçatez, Dilma se desmoraliza ainda mais diante da opinião pública e dos milhões de brasileiros que a reelegeram por estreita margem de votos em outubro do ano passado. A impressão que se tem é de que a presidente da República sofre de mitomania, um desequilíbrio psíquico caracterizado pela tendência incontrolável à mentira, à fabulação, à simulação. Se cortou verbas para a educação, por que, afinal, criou o tal slogan?

A “pátria educadora” de Dilma e do PT, como consequência da falta de investimentos e do contingenciamento irresponsável do governo, é aquela que registrou em 2012, pela primeira vez em 15 anos, um aumento do índice de analfabetismo, que vinha em declínio desde 1997. Dados do IBGE no período revelaram que, entre 2011 e 2012, houve um acréscimo de cerca de 300 mil pessoas de 15 anos ou mais ao grupo daqueles que não sabem ler nem escrever, totalizando uma legião de 13,2 milhões de brasileiros incapazes de se comunicar pela escrita.

O maior estelionato eleitoral de nossa história republicana se avoluma a cada dia do segundo mandato de Dilma, que vem fazendo, no governo, tudo aquilo que combateu durante o processo eleitoral. A presidente que se cuide, pois a indignação da sociedade só aumenta com as promessas não cumpridas e as sucessivas mentiras que já se acumulam em menos de um mês de governo. O próprio PT dá sinais inequívocos de esgotamento e sofre com graves fraturas internas, entre as quais se destacam as duras críticas da senadora Marta Suplicy, liderança histórica da legenda, que vem apontando de forma firme o descalabro da atual administração. 

A crise econômica, o isolamento político da presidente e o julgamento dos envolvidos no “petrolão” escândalo que atinge o PT, os partidos aliados, o alto escalão da Petrobras e, de forma inescapável, o próprio governo Lula/Dilma formam um cenário que se assemelha ao vivido por Fernando Collor às vésperas do melancólico fim de sua passagem pelo Planalto

Neste momento, ainda é cedo para prever os desdobramentos da crise e o que será do país. Mas não é criando slogans falaciosos como o “pátria educadora” ou usando a mentira como método que Dilma sairá de sua encruzilhada e fará o Brasil avançar. 

Roberto Freire é deputado federal por São Paulo e presidente nacional do PPS

Os destaques do jornal O Estado de São Paulo


Na capa d'O Globo


Os destaques do Jornal do Commercio


A capa de hoje do Jornal da Paraíba


As manchetes de jornais brasileiros neste sábado

Folha: Agência rebaixa Petrobrás, e ações têm queda de 6,5%

Globo: Contas do país têm rombo de R$ 32 bilhões

Extra:  Estado corta R$ 144 milhões de universidades

ValorEconômico: Petrobrás cai 18% no mês e pressiona Bovespa a fechar no vermelho

Estadão: Procurador-Geral que volta de ex-diretor da Petrobrás [Renato Duque] à prisão

ZeroHora: Contas públicas fecham no vermelho

EstadodeMinas: Guerra nos condomínios

CorreioBrazilienseConta de água no DF tem a maior alta em 10 anos

CorreiodaBahia: O mapa do carnaval na nova orla da Barra

- OPovo: Camilo: Vamos "cobrar caro" por prejuízos que a Petrobrás causar

JornaldoCommercio: Gasolina a até R$ 3,29

JornaldaParaíba: Seca leva abastecimento de 17 cidades ao colapso

sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Lembrando o saudoso poeta Ronaldo Cunha Lima



Bem na fita!

Youssef diz ter pago R$ 3 milhões a assessor direto de Roseana Sarney

Doleiro preso pela Operação Lava-Jato, Alberto Youssef informou à Polícia Federal que a propina foi paga em três lotes

CorreioBraziliense


Sequência mostra Alberto Youssef se hospedando em hotel de São Luis e levando mala de dinheiro para Marco Ziegert. O chefe da Casa Civil do governo do Maranhão deixa o local com a mesma bagagem

Em depoimento prestado à Polícia Federal, em novembro do ano passado, o doleiro Alberto Youssef revelou que pagou pessoalmente, no dia em que foi preso, em nome da UTC, propina de R$ 1,4 milhão que seria destinada ao então chefe da Casa Civil do governo de Roseana Sarney, João Abreu. O acerto, de acordo com o delator, seria para o governo aceitar pagar precatório da UTC no valor de R$ 113 milhões em 24 parcelas.No depoimento, Youssef revela que o suborno acordado foi de R$ 10 milhões. "Mediante um acordo com João Abreu, ficou combinado que receberia parte do comissionamento, ou seja, três milhões de reais. Adarico Negromonte e Rafael Ângulo e salvo engano uma terceira pessoa levaram duas parcelas de R$ 800 mil".

Youssef conta que, no dia de sua prisão, levou R$ 1,4 milhão no quarto de Marco Ziegert, no Hotel Luzeiros, em São Luis, no Maranhão. O dinheiro foi levado numa mala preta e chegou até o Maranhão num avião fretado.

O doleiro informou que "no dia em questão, recebeu um tefonema em seu quarto e a pessoa disse que era engano, sendo que, ao retornar a ligação, soube que se taratava da Superintendência da Polícia Federal em Curitiba". Marcos era o intermediário de João Abreu. Além da mala de dinheiro, Youssef também levou uma caixa de vinhos para ser entregue a Abreu.

Millôr Fernandes já disse: "Quando ouço falar em cultura, já saco o meu talão de cheques"...

Auditoria da Controladoria-Geral revela a farra dos cachês na gestão Agnelo

Levantamento da Controladoria-Geral do DF mostra que pelo menos 456 eventos musicais entre 2011 e 2013 tiveram problemas, como pagamentos superfaturados e empresas inexistentes. 

Secretário de Cultura à época disse que não teve acesso ao relatório

CorreioBraziliense

A assessoria do rapper brasiliense Gog negou ter recebido o cachê que aparece na prestação de contas de evento

Resultado de uma auditoria concluída pela Controladoria-Geral do DF aponta uma série de irregularidades em contratos para a realização de eventos musicais. Entre 2011 e 2013, período analisado no relatório, verificou-se uma farra de cachês. Do total de R$ 221 milhões empenhados no pagamento de shows, foram constatados problemas em pelo menos 456 contratos, que totalizam R$ 32,8 milhões. São pagamentos superfaturados, contratação via empresa inexistente e direcionamento de projeto de convocação.

O relatório será encaminhado ao Tribunal de Contas do DF, à Polícia Civil e ao Ministério Público do DF e Territórios para que tomem as devidas providências. Como é um órgão do GDF, a controladoria tem competência apenas para punições na instância administrativa — e assim deve agir nos próximos dias, com abertura de sindicâncias internas e convocação de funcionários públicos para prestar esclarecimentos. O principal financiador dos shows foi a Secretaria de Cultura, que fez 60% das contratações. As administrações regionais responderam por 16% dos negócios e o restante veio pelas demais pastas do governo.

Nomes de expressão nacional são citados no levantamento, que aponta grandes variações nos valores dos cachês. O sambista Arlindo Cruz, por exemplo, foi contratado, em março de 2011, por R$ 84 mil e, em dezembro, por R$ 215 mil. A Day 1 Entertainment, que representa o artista, limitou-se a dizer que não tem conhecimento do caso. Alceu Valença apresentou-se por R$ 40 mil em setembro de 2011, mas, no mês anterior, consta do Portal da Transparência um cachê R$ 90 mil para ele.

Em 2011, o rapper Gog foi chamado pela Secretaria de Cultura para cinco shows. Quatro deles custaram, em média, R$ 15 mil, enquanto a outra apresentação saiu por R$ 100 mil. Em entrevista ao Correio, o cantor diz que nunca recebeu cachê neste valor. Segundo ele, o que pode ter ocorrido é terem incluído na mesma nota pagamentos como estrutura e pessoal. Estranho, segundo a controladoria, também é o valor pago à banda do DF Tropa de Elite, que recebia cerca de R$ 12 mil por espetáculo, e ganhou R$ 300 mil por um show em 9 de setembro de 2011.

Outros grupos nacionais se enquadram no que o órgão de fiscalização verificou como “projeto básico direcionado para contratação de artistista específico”. Isso quer dizer que, como a maioria das escolhas dos cantores era feita via dispensa de licitação, para ser contratado, o músico tinha de atender a diversos critérios, que eram, supostamente, combinados de forma prévia. Nesse caso, há referências a bandas como Fundo de Quintal e Calypso.

Ordem unida

aécio neves
Aécio: orientando os votos tucanos no primeiro turno
Na reunião comandada por Aécio Neves com as bancadas do PSDB que terminou há pouco para definirem a estratégia para as eleições de domingo, a palavra de ordem foi dada pelo novo líder do partido no Senado, Cássio Cunha Lima:
-  O primeiro voto de vocês é o do Aécio. No segundo turno, votem como acharem que devem.
Numa palavra, para a Câmara, o primeiro voto é de Júlio Delgado e para o Senado, de Luiz Henrique.
Por Lauro Jardim

O Viagra da Impostura.

Lembranças do Fanfarrão Minézio

Por Irapuan Sobral

Hoje, na fila de atendimento da gerência do banco, eu dividia a espera com dois senhores aposentados que afirmavam, categoricamente, que o PT quebrou tudo que administrou. Brasília era o exemplo mais evidente. 

Um deles, em tom suplementar, falou: "- estão quebrando o Plano Real. O que essa turma governa ou quebra ou sobe - de preço". 

O outro saltou da poltrona, para o espanto - e medo - dos viventes, e afirmou, esquecendo o preço:

"- É verdade! Ou quebra ou sobe. Se eles me prometerem não quebrar, eu tenho algo para eles governarem."
Governo publica decreto que deixa gasolina mais cara a partir de domingo
Do UOL

O governo publicou nesta quinta-feira (29) decreto que aumenta os impostos cobrados sobre combustíveis a partir de 1º de fevereiro. Publicado no Diário Oficial da União, ele determina o reajuste da alíquota de Pis/Cofins, o que fará com que a gasolina saia das refinarias R$ 0,22 mais cara por litro. Para o diesel, o impacto será de R$ 0,15 por litro.

O reajuste é menor para o diesel porque ele é mais usado na produção, segundo o ministro da Fazenda, Joaquim Levy.

O decreto também estabeleceu data para a volta da cobrança da Cide, também sobre combustíveis. O tributo entra em vigor a partir de 1º de maio. Na ocasião, a alíquota de PIS/Cofins cairá, de maneira que o aumento total de impostos continue sendo de R$ 0,22 por litro para a gasolina e de R$ 0,15 por litro para o diesel.

A decisão de reajustar tanto Pis/Cofins quanto Cide (contribuição para regular o preço dos combustíveis) foi para dividir as receitas com os Estados, de acordo com o governo.


A Petrobras já anunciou que não vai absorver o aumento de impostos e vai repassá-lo para as distribuidoras. Assim, o preço médio da gasolina nas bombas dos postos deve ficar entre R$ 2,905 e R$ 3,496, de acordo com o Confaz (Conselho Nacional de Política Fazendária). O preço do diesel deve ficar ir de R$ 2,44 a R$ 3,22.

Os valores são apenas de referência e não obrigatórios para os postos. 

Outros aumentos

O governo também anunciou o aumento de outros tributos recentemente. O IOF(Imposto sobre Operações Financeiras) sobre as operações de crédito ao consumidor de até 365 dias passou de 1,5% para 3%, alíquota que estava em vigor em 2011

A intenção do governo é conter o consumo e, consequentemente, tentar segurar a alta da inflação. Outro objetivo é melhorar a arrecadação e tentar resgatar a credibilidade do país junto ao mercado.

Também será reajustada a alíquota do PIS/Cofins sobre a importação, de 9,25% para 11,75%. Segundo o ministro, trata-se de uma correção para "não prejudicar o produtor doméstico".

Os Pis/Cofins e o IPI (Imposto Sobre Produtos Industrializados) cobrado sobre bebidas frias  também vai subir a partir de maio. A alíquota do Pis será de 2,32%, a do Cofins, de 10,68% e a de IPI será de 4% e 6%, dependendo da bebida.

Finalmente, a última medida envolve a tributação do setor de cosméticos: os atacadistas passarão a pagar IPI igual aos industriais, a partir de maio.

O governo estima que essas alterações gerem R$ 20 bilhões adicionais em arrecadação.
(Com Agência Brasil e Reuters)

Ufa!! Não foi hoje

Ricardo Pessoa preso: cenas da última operação Lava-Jato
Ricardo Pessoa preso: cenas da última operação Lava-Jato
A frase de alívio aí de cima certamente foi proferida por dezenas de pessoas hoje de manhã – todas com medo da Operação Lava-Jato.
Pelo seguinte: ontem, foi intenso o rumor de que hoje, finalmente, aconteceria a nova etapa de prisões e buscas e apreensões de documentos da Lava-Jato.
Foi um rumor crescente, que hora a hora, atingia a mais gente e espalhou-se por Brasília e escritórios de advocacia e  de empreiteiras de Rio de Janeiro e São Paulo.
Era alarme falso, como se viu. Mas a nova fase da Lava-Jato vai acontecer, sim. É só esperar.
Por Lauro Jardim

'É mermo!' pode sim!