sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Aécio lidera com nove pontos de vantagem sobre Dilma

Pesquisa ISTOÉ/Sensus mostra que o candidato do PSDB chega à reta final da campanha com 54,6% das intenções de voto, enquanto a petista soma 45,4%

Da redação
IstoÉ

Pesquisa ISTOÉ/Sensus realizada a partir da terça-feira 21 reafirma a liderança de Aécio Neves (PSDB) sobre a petista Dilma Rousseff nos últimos dias da disputa pela sucessão presidencial. 

Segundo o levantamento que entrevistou 2 mil eleitores de 24 Estados, o tucano soma 54,6% dos votos válidos, contra 45,4% obtidos pela presidenta Dilma Rousseff. Uma diferença de 9,2 pontos percentuais, o que equivale a aproximadamente 12,8 milhões de votos. 

A pesquisa também constatou que a dois dias das eleições 11,9% do eleitorado ainda não decidiu em quem votar. “Como no primeiro turno, deverá haver uma grande movimentação do eleitor no próprio dia da votação”, afirma Ricardo Guedes, diretor do Instituto Sensus. Se for considerado o número total de votos, a pesquisa indica que Aécio conta com o apoio de 48,1% do eleitorado e a candidata do PT 40%.

Aécio Neves seria eleito presidente do Brasil se a eleição fosse hoje, afirma Sensus

De acordo com Guedes, a pesquisa realizada em cinco regiões do País e em 136 municípios revela que o índice de rejeição à candidatura de Dilma Rousseff se mantém bastante elevado para quem disputa. 44,2% dos eleitores afirmaram que não votariam na presidenta de forma alguma. A rejeição contra o tucano Aécio Neves é de 33,7%. Segundo o diretor do Sensus, a taxa de rejeição pode indicar a capacidade de crescimento de cada um dos candidatos. Quanto maior a rejeição, menor a possibilidade de crescimento. Outro indicador apurado pela pesquisa Istoé/Sensus diz respeito á votação espontânea, quando nenhum nome é apresentado para o entrevistado. Nessa situação, Aécio também está à frente de Dilma, embora a petista esteja ocupando a Presidência da República desde janeiro de 2011. O tucano é citado espontaneamente por 47,8% dos eleitores e a petista por 39,4%. 0,2% citaram outros nomes e 12,8% disseram estar indecisos ou dispostos a votar em branco.

Para conquistar os indecisos as duas campanhas apostam as últimas fichas nos principais colégios eleitorais do País: São Paulo, Minas e Rio de Janeiro. O objetivo do PSDB e ampliar a vantagem obtida em São Paulo no primeiro turno e procurar virar o jogo em Minas e no Rio. Em São Paulo, Aécio intensificou a campanha de rua, com a participação constante do governador reeleito, Geraldo Alckmin, e do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. De acordo com as pesquisas realizadas pelo comando da campanha de Aécio, em Minas o tucano já estaria na frente de Dilma e a vantagem veio aumentando dia a dia na última semana. Processo semelhante ocorreu em Pernambuco, depois de Aécio receber o apoio explícito da família de Eduardo Campos e do governador eleito, Paulo Câmara. Os mesmos levantamentos indicam que no Rio de Janeiro a candidatura do senador mineiro vem crescendo, mas ainda não ultrapassou a presidenta. Para reverter esse quadro, Aécio aposta no apoio de lideranças locais, basicamente de Romário, senador eleito pelo PSB, que deverá acompanhá-lo nos últimos atos de campanha. Para consolidar a liderança, Aécio tem usado os últimos programas no horário eleitoral gratuito para apresentar-se ao eleitor como o candidato da mudança contra o PT. Isso porque, as pesquisas internas mostram a maior parte do eleitor brasileiro se manifesta com o desejo de tirar o partido do governo.

No comando petista, embora não haja um consenso sobre qual a melhor opção a ser colocada em prática nos dois últimos dias de campanha, a ordem inicial é a de continuar a apostar na estratégia de desconstrução do adversário. Nas duas últimas semanas, o que se constatou é que, ao invés de usar parlamentares eleitos para esse tipo de ação – como costumava fazer o partido em eleições passadas -- os petistas escalaram suas principais lideranças para a missão, inclusive o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a própria candidata. Os petistas apostam no problema da falta d’água para tirar votos de Aécio em São Paulo e numa maior presença de Dilma em Minas para procurar se manter á frente do tucano no Estado.

PESQUISA ISTOÉ/Sensus

Realização – Sensus
Registro na Justiça Eleitoral – BR-01166/2014
Entrevistas – 2.000, em cinco regiões, 24 estados e 136 municípios do País
Metodologia – Cotas para sexo, idade, escolaridade, renda e urbano e rural
Campo – De 21 a 24 de outubro
Margem de erro - +/- 2,2%
Confiança – 95%
 AINDA DÁ TEMPO!!!

Por Jacob Feitoza Cabral

Homens e Mulheres de bem desta nação deixaram o PT quando perceberam que os principios norteadores de sua criação tinham sido abandonados e que se tornara uma quadrilha.

A cúpula do PT foi condenada no processo do mensalão. A presidente Dilma confessou ter havido desvio de dinheiro na Petrobras e o Lula disse que os presos no processo do mensalão e filiados ao PT: José Dirceu, Genoino, João Paulo e Delúbio Soares não eram homens de sua confiança em uma entrevista em Lisboa: "Não se trata de gente da minha confiança".

Do nosso Código Penal, quadrilha é:

Art. 288 - Associarem-se mais de três pessoas, em quadrilha ou bando, para o fim de cometer crimes.

Mirem-se no exemplo do professor e senador Cristovão Buarque, Heloisa Helena, professor Chico Oliveira e tantos outros que deixaram o PT e foram fundadores deste partido.


Não se associem ao crime. O principio da supremacia do interesse público não se coaduna com as práticas do PT na Petrobras, nos Correios, etc, mesmo com a expansão das políticas sociais.

Ainda há tempo, saia você também e traga os principios da honestidade, solidariedade, fraternidade , igualdade e boa fé.


Nós, os brasileiros que querem construir uma nação de acordo com os objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil. (art.3º da CF):

I - construir uma sociedade livre, justa e solidária;
II - garantir o desenvolvimento nacional;
III - erradicar a pobreza e a marginalização e reduzir as desigualdades sociais e regionais;
IV - promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação,

AGRADECEMOS!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Recife, 23 de outubro de 2014.

Jacob Feitoza Cabral

Josias de Souza

Na noite desta sexta-feira, a TV Globo exibirá o último debate presidencial da sucessão de 2014 —Dilma ‘53%’ Rousseff X Aécio ‘47’ Neves. O telespectador que não quiser fazer papel de bobo precisa assistir antes ao debate levado ao ar pela mesma emissora em outubro de 2010. Nessa época, o tucano favorito para fazer de Dilma a próxima presidente da República era José Serra. As cenas estão disponíveis na internet. Nelas, soam cinco compromissos e declarações de Dilma:
Economia: Sabe por que aumentou arrecadação [tributária]? A gente, que crescia 2,5%, às vezes zero, esse ano estamos crescendo. A discussão é se é 7%, 7,5% ou 8%. Quando isso acontece, você arrecada mais sem aumentar impostos.
Corrupção: “Malfeito, você pode ter certeza que em qualquer lugar onde houver impunidade ou não houver investigação ele vai ocorrer. É importante investigar e punir doa a quem doer e atinja a quem atingir.”
Educação: “Não há como fazer qualidade da educação sem pagar bem o professor. [...] Por isso, farei da campanha para pagamento de salário dos professores uma das questões fundamentais ao meu governo. Pagar bem o professor é o grande desafio que nós temos nos próximos anos, para além de qualquer outra coisa. A educação não irá pra frente se não remunerar o professor.”
Segurança: “O governo federal sempre disse: ‘Não é comigo, segurança pública é com os Estados. Não acho isso. Eu tenho um compromisso: é tão grave o problema da segurança pública que a União é obrigada a fazer uma política em cooperação com os Estados e municípios. E isso significa, primeiro, melhorar as polícias civis e militares dos Estados. [...] Considero que também tem de dar condições para os Estados montarem centros de referência, tanto na área da investigação quanto na área da perícia criminal. [...] Proponho também a criação de polícias comunitárias, principalmente nos bairros populares.”
Saúde: “De fato, temos um problema sério de qualidade da saúde no Brasil. Temos, sim, e se a gente não reconhecer que tem, a gente não melhora. Assumo o compromisso de melhorar a saúde. Primeiro, jogando o peso do governo federal na fiscalização da qualidade da prestação do serviço. Depois que a gente aumentar os valores dos repasses para Estados e municípios, nós vamos ter que completar a estrutura do SUS. O SUS é incompleto.”

Costuma-se dizer que o brasileiro não tem memória. Bobagem. O que o patrício não tem mesmo é curiosidade. Quem se preocupa em rever a maravilha que Dilma pretendia vir a ser em 2010 percebe que ela se tornou em 2014 uma personagem pior do que já foi. Quem vê no tucano Aécio Neves uma opção ainda mais precária pode manter o voto na oponente dele. Mas fará isso sem passar por bobo, consciente de que optou por uma ex-Dilma.

Na economia, aquele crescimento chinês superior a 7% com que Lula eletrificou sua “poste” virou estagnação. As manchetes sobre corrupção não conseguem mudar de assunto. Mudam, no máximo, de corrupto. Não há vestígio de campanha presidencial em defesa dos contracheques dos professores. A segurança continua sendo feita integralmente de insegurança. E o SUS ainda é o mais extraordinário ponto de partida para construir algo inteiramente novo em matéria de saúde pública. Caos não falta.

Vivendo e aprendendo...

Sugestão de Eugênio Feitosa
Youssef incriminou Dilma e Lula, afirma revista
Josias de Souza


Em reportagem de capa, a revista Veja informa a menos de 72 horas da eleição presidencial: “O doleiro Alberto Youssef, caixa do esquema de corrupção na Petrobras, revelou à Polícia Federal e ao Ministério Público, na terça-feira, que Lula e Dilma Rousseff tinham conhecimento das tenebrosas transações na estatal.”

Acusado de lavar algo como R$ 10 bilhões em verbas de má origem, Youssef foi preso em março. Depõe como delator desde 29 de setembro. De acordo com o relato do repórter Robson Bonin, o doleiro está bem mais magro, exibe um rosto pálido, raspou o cabelo e livrou-se da barba. Habituado às sombras, ele agora rompe o silêncio com desassombro.

A alturas tantas, Youssef soou peremptório: “O Planalto sabia de tudo.” O delegado federal que o inquiria quis saber: “Mas quem no Planalto?” E o delator: “Lula e Dilma.” Exposto no site da revista, o teor da capa de Veja veio à luz mais cedo. Normalmente, costuma ser divulgado nas noites de sábado. Por ora, o Planalto, o Instituto Lula e o PT não se manifestaram.

Ouvido pelo jornal O Globo, o advogado de Youssef, Antonio Figueiredo Basto, admitiu que seu cliente presto depoimento à Polícia Federal na terça-feira, em Curitiba. Mas disse não ter conhecimento das declarações reproduzidas pela revista.

“Eu nunca ouvi nada que confirmasse isso. Não conheço esse depoimento, não conheço o teor dele. Estou surpreso”, disse Antonio Basto. Segundo ele, Youssef prestou vários depoimentos no mesmo dia. Acompanharam-no diferentes advogados.

“Conversei com todos da minha equipe e nenhum fala isso”, acrescentou Antonio Basto. “Estamos perplexos e desconhecemos o que está acontecendo. É preciso ter cuidado porque está havendo muita especulação.”

A despeito do alerta, o doutor preferiu não fazer um desmentido categórico: “Nós não temos como pegar em mãos e não ficamos com cópia de nada. Então, não nego nem confirmo se esse depoimento é verdadeiro, se essa informação foi dada ou não e se sim, em quais circunstâncias.”

O cão atentando!

Mercadinho é assaltado pelo próprio vizinho na zona norte de Cajazeiras
NovaOpinião
Ângelo Lima


Um mercadinho pertencente ao senhor Antônio Irailtom de Sousa foi assaltado no final da manhã desta quinta-feira (23) por um menor de 14 anos das iniciais de F.J.M.S, que após a prática delituosa fugiu em uma moto tomando rumo ignorado.

Segundo relatos o menor infrator chegou perguntando por uma caixa de leite condensado, após entrar no mercadinho anunciou o assalto subtraindo do mercadinho Pôr do Sol cerca de duzentos reais.

A polícia militar foi acionada entrando em diligência para tentar apreender o menor.

No final da tarde agentes da polícia civil conseguiram apreender o acusado. Que disse que não estava arrependido.

O menor foi encaminhado para delegacia para autuado pela pratica de furto, essa não é a primeira vez que ele se envolve em crimes desta natureza.

Esse é segundo assalto ao mercadinho em menos de doi meses além de tudo o acusado é vizinho da vítima.

O que quase todos diziam agora é colhido em processo concreto e perante autoridades: Dilma e Lula, segundo o doleiro Youssef, sabiam de tudo o que acontecia na Petrobrás.


A primeira página do nosso jornal Gazeta do Alto Piranhas


As manchetes do jornal Estado de Minas


A primeira página do jornal Correio Braziliense


Os destaques do jornal Diário do Nordeste


A capa de hoje do Jornal da Paraíba


As manchetes de jornais brasileiros nesta sexta-feira

Folha: Presidente da Câmara culpa Lula por eventual revés

GloboVeja: doleiro diz que Dilma e Lula sabiam de tudo

ExtraTCE-RJ nunca puniu um conselheiro apesar de denúncias

ValorEconômico: Operação Lava-Jato vai iniciar devassa pós-delação

Estadão: Nova York tem o primeiro teste positivo de Ebola

ZeroHora: Duas visões para o RS

Estado de MinasCorrupção na Petrobrás: doleiro cita Lula em depoimento à PF

CorreioBraziliense: PSDB acusa PT de fazer terrorismo com bolsa família

CorreiodaBahiaJuiz autoriza depoimento de Youssef na CPMI da Petrobrás

DiáriodoNordeste:  Camilo e Eunício evitam ataques no último debate

DiáriodePernambuco: Petrobrás vira alvo de novas denúncias

JornaldaParaíba: Candidatos abusam de ataques e comparações

Neymar emite uma opinião serena e equilibrada sobre a eleição presidencial. Vejam o vídeo.

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Governo da Paraíba corta R$ 350 mi da Educação em 2015

Segundo secretário de Planejamento do Estado, redução no orçamento se justifica pela migração dos recursos do Fundeb para os municípios.

MICHELLE FARIAS
JornaldaParaíba

O governo do Estado fez um corte no orçamento da Secretaria de Educação em um montante superior a R$ 350 milhões para o ano que vem. A Lei Orçamentária Anual (LOA) para o exercício de 2015, encaminhada pelo governo do Estado à Assembleia Legislativa no dia 30 de setembro, prevê investimentos na rede estadual de ensino na ordem de R$ 1.165.603.000, o que representa uma redução de 23% em relação ao orçamento da Educação deste ano, que foi R$ 1.516.215.566. No próximo ano, não há previsão, por exemplo de investimentos em transporte escolar e manutenção do Conselho Estadual de Educação.

De acordo com o secretário de Planejamento do Estado, Thompson Mariz, a redução no orçamento se justifica pela migração dos recursos do Fundeb para os municípios. O secretário explicou que em 2015 os recursos destinados ao ensino fundamental e que são destinados aos municípios serão repassados diretamente para as prefeituras, ao contrário deste ano, em que os recursos chegavam por meio do Estado, que repassava para os municípios. “Aquilo que não pertence ao Estado agora será encaminhado diretamente para os municípios, a pedido do governo do Estado”, disse.

Thompson disse, ainda, que o orçamento da Educação é formado por recursos do Fundeb e do Tesouro Estadual e que o orçamento para 2015 tem um acréscimo de aproximadamente R$ 110 milhões do tesouro estadual.

No entanto, ao contrário do que diz o secretário, o presidente da Federação das Associações dos Municípios da Paraíba (Famup), Tota Guedes, explicou que os repasses do Fundeb destinados aos municípios não passam pelo governo do Estado. Da mesma forma, o Ministério da Educação informou que os recursos do Fundeb são repassados diretamente para contas únicas e específicas do ente governamental beneficiário (Estado e Município), conforme determina o art. 17 da Lei 11.494/2007. Não há triangulação dos recursos do Fundeb devidos aos municípios, passando pelo governo estadual, antes ao destinatário.

De acordo com informações constantes na LOA 2015, 76% das áreas da educação estadual vão sofrer redução no orçamento.

Proporcionalmente, a maior redução foi verificada nos investimentos para Conservação, Reforma e Adaptação de Imóveis, que chegou a 99,9%, caindo de R$ 6,4 milhões este ano, para apenas R$ 4.500,00 no próximo ano.

O desenvolvimento da educação infantil também não foi priorizado pelo governo do Estado na LOA 2015, sofrendo uma redução de 99,7%. Os investimentos este ano chegaram a R$3,5 milhões, mas no próximo ano não devem passar de R$10 mil. Os municípios também devem ser afetados pela redução causada pelo governo do Estado, tendo em vista que houve uma diminuição de 96% nos valores destinados para Apoio Técnico, Pedagógico e Financeiro aos municípios, passando de R$1 milhão este ano, para R$ 40 mil em 2015.

Ainda houve redução na Formação de Recursos Humanos (71%), no Desenvolvimento e Manutenção da Educação Indígena (81%), Desenvolvimento e Manutenção do Ensino Fundamental (59%), Expansão e Melhoria da Rede Física de Escolas Estaduais (59,9%), Desenvolvimento e Manutenção da Educação Profissional (90%), Educação em Direitos Humanos e Diversidade (82%), Alimentação Escolar (16%), Desenvolvimento e Manutenção da Educação de Jovens e Adultos (19%), Encargos com Pessoal Ativo do Magistério do Ensino Fundamental (2,2%), Desenvolvimento e Manutenção da Educação do Campo e Quilombola (86%), Correção da distorção idade série (66%), Auxílio Alimentação do Ensino Fundamental (25%).

Outras áreas afetadas pela redução de investimentos por parte do governo do Estado foram: Pacto do Desenvolvimento Solidário (66%), Dinheiro Direto na Escola (43%), Construção e Instalação de Centros de Formação de Professores (73,4%) e Construção e instalação de escolas técnicas (93%). Apenas quatro segmentos apresentaram aumento no valor investido: Desenvolvimento e Manutenção do Ensino Médio (20,2%), Encargos com Pessoal Ativo do Magistério do Ensino Médio (14%), Auxílio Alimentação do Ensino Médio (3%) e Manutenção de Serviços Administrativos da Secretaria (4,4%).

De Tuminha para o 'Barba'...

Ferreira Gullar, no El País. Não deixe de ler.

“Espero que o PT seja tirado do Governo, é um desastre”

Eleito pela Academia Brasileira de Letras e o maior candidato do país ao Nobel de Literatura, Ferreira Gullar já não se espanta com nada, mas quer mudança

El País

Ferreira Gullar na sua casa em Copacabana, no Rio

O poeta, tradutor, dramaturgo e ensaísta maranhense Ferreira Gullar, 84 anos, acaba de ser aceito na Academia Brasileira de Letras. Para muitos, esse movimento de um dos maiores escritores vivos do Brasil pode soar natural, mas para Gullar significa o fim de uma resistência de anos – e uma novidade em sua vida, pouco afim até hoje aos protocolos.

Com direito a fardão e um aguardado discurso, a posse na ABL acontece no dia 5 de dezembro – poucas semanas depois de estrear uma exposição individual de suas colagens em São Paulo (12 de novembro, na Dan Galeria) e no Rio de Janeiro (15 de novembro, em um lugar a definir) que revela seu lado de artista plástico, menos difundido, mas cada vez mais presente.

Gullar, que publicou seu primeiro livro (Um pouco acima do chão) aos 19 anos, participou dos principais movimentos da poesia brasileira, como o neoconcretismo, do qual foi fundador. Durante o exílio no período da ditadura brasileira, escreveu sua obra-prima:Poema sujo, de 1976, nascido na Argentina e recitado por Augusto Boal a pedido de Vinícius de Moraes – quem gerou um movimento entre artistas e intelectuais pela sua volta ao país.

Seu último livro publicado, Em alguma parte alguma (ed. José Olympio), foi vencedor do Prêmio Jabuti em 2010, com 58 poemas-memória sobre sua leitura de autores brasileiros consagrados, como Carlos Drummond de Andrade e João Cabral de Melo Neto. É por reconhecimentos como esse, que não faltam ao seu trabalho, que o poeta é a maior chance hoje de o Brasil conquistar um prêmio Nobel de Literatura.

Assim como não planejava entrar para a Academia, Gullar afirma que não pensa nisso e, inclusive, que nada mais o assombra. Não para a escrever poesia, pelo menos. A exceção, ele diz, “é a corrupção”, que o motiva a criticar a atual situação do país e manifestar calorosamente seu desejo de mudar. Afinal, como ele diz: “É disso que o Brasil precisa”.

Pergunta. Como você se sente, agora sendo parte da Academia Brasileira de Letras?

Resposta. Me sinto bem, né? O fato de eu ter sido aceito pela Academia é uma coisa que me alegra. Durante anos e anos, me neguei a me candidatar, não porque tivesse restrições maiores, mas nunca foi projeto meu entrar para uma instituição como a ABL. Eu não pensava nisso e, sempre que me convidavam, eu dizia que não queria e tal. Mas aí, depois de muitos anos, achei que estava ficando muito arrogante dizer “não”.

Depois de muitos anos, achei que estava ficando muito arrogante dizer 'não' [à ABL]"

P. É um lugar de muitos protocolos e ritos. O que você acha disso?

R. É, tenho um discurso pra fazer. Por sinal, é uma das razões pelas quais eu não queria entrar lá. Vou ter que escrever... Mas tudo bem, estou tomando notas e tal. Como a posse vai ser no começo de dezembro, tenho um tempo. E não pretendo fazer um discurso como normalmente se faz, de uma hora e meia ou duas. Vou fazer uma coisa sucinta; nesse sentido não vou obedecer muito a tradição. O pessoal dorme, ninguém aguenta ficar ouvindo você falar.

P. Qual é, a seu ver, a relevância de uma instituição como a Academia hoje?

R. A Academia, originalmente, era uma instituição “consagratória”, com o objetivo de consagrar os escritores mais importantes, de maior qualidade ou prestígio. Mas ela foi mudando. Uma das razões que viabilizaram a minha entrada é que hoje a Academia é aberta a discussões, palestras e cursos que deram a ela outro caráter. As pessoas vão pra lá, assistem a palestras não só de acadêmicos, como de convidados, e debatem os assuntos, que não são apenas literários e culturais, mas também sociais e de outras formas de arte. É bastante diferente da Academia do passado.

P. Você anda se dedicando mais a escrever ou a pintar?

R. Escrevo como cronista regularmente pra Folha de S. Paulo e pra Rádio Cultura FM, em São Paulo. São tarefas que tenho de cumprir toda semana. Minhas atividades de artista plástico são um hobby, na verdade. Nunca pretendi ser pintor ou nada assim. Mas faz anos que faço pinturas e desenhos e depois comecei a fazer colagens, que foram evoluindo aos poucos. No começo, era uma natureza morta geometrizada, que eu desenhava e então pintava. Depois comecei a recortar papéis coloridos e colocar nos lugares já desenhados. Um dia, meu gato bateu no papel e desarrumou tudo. Eu colei tal como estava, e essa ideia de juntar a ordem com a desordem me levou a fazer outras colagens parecidas. A coisa foi evoluindo, parecia com bicho – elefantes, águia, urubu... Até que uma amiga minha veio aqui e disse “vamos editar isso”. Assim nasceu Zoologia bizarra, um livro que era só de bichos e umas frases engraçadas que escrevi. Ele ganhou o prêmio de literatura infanto-juvenil da Academia Brasileira de Letras. Depois vieram outros nessa linha espontânea. Comecei a trabalhar com metal também, que tem um lado do avesso, e criar umas colagens nesse estilo. Aí veio um amigo meu, que é dono da Dan Galeria, em São Paulo, e disse ‘vamos expor’.

"A poesia nasce do espanto. Não posso decidir escrever um poema agora. E se escrever, não presta"

P. Falando de literatura, li que você escreve sempre que alguma coisa o assombra. O que tem assombrado você ultimamente?

R. As crônicas eu escrevo por decisão minha. Poesia não. A poesia nasce do espanto. Não posso decidir escrever um poema agora. Não tem cabimento. E se escrever, não presta, não tem a qualidade que deve ter, porque o que faz ele ter qualidade é essa descoberta de alguma coisa inexplicável. Eu já cheguei a escrever: “Só o que não se sabe é poesia”. Como vai fazer cinco anos que eu não me espanto, não escrevi mais. Só a corrupção do Governo é que anda me espantando. Petrobras... Mas isso não gera poema.

P. Por que você faz poesia?

R. Uma vez o Tom Jobim disse que fazia música para dar alegria às pessoas. Eu penso o mesmo: para dar alegria. Você faz poesia a partir de alguma coisa doída, mas ele, poema, não faz o leitor sofrer. O poema é uma alquimia, em que eu transformo sofrimento em alegria. E como aquela dor não é a sua, você tem como ela uma relação diferente. Alguns concordam comigo, outros dizem que escrever é uma tortura. Escrever não é sofrimento, é a superação dele. Quando você escreve, transforma aquilo numa expressão da sua vida. Experimentei isso muito diretamente quando estava passando na praia e lembrei do meu filho que morreu e que costumava andar pela praia muito tempo, gostava disso. Eu estava andando por lá e, de repente, apareceu uma nuvem de um azul espantosamente lindo. Pensei no meu filho, no Marcos, e falei “ele deve ter visto isso aqui, e agora eu estou vendo”. Mas, como ele está vivo em mim, ele está vendo de novo, então comecei naquela hora o poema que diz assim: “Os mortos veem o mundo pelos olhos dos vivos”. Acho que tem experiências de vida que são semelhantes a essa.

P. Sei que você é um leitor ativo, mas lê também autores contemporâneos?

R. Leio uma novidade ou outra, mas eu releio mais que outra coisa. Se alguém leu algum livro novo e me recomenda muito o autor, eu leio. Mas não sou como antigamente, fanático, debruçado sobre livros. Hoje tenho muito mais prazer em reler poetas como Drummond ou romancistas como Machado de Assis. Mas algumas coisas me chamam a atenção. Comprei recentemente o livro do escritor cubano Leonardo Padura, O homem que amava os cachorros. Interessante, bem escrito, cheio de informações e enredos. É até meio espantoso ele morar em Cuba, porque faz uma crítica feroz do comunismo, contando o assassinato do Trótski pelo Stalin. O autor poderia até sofrer alguma retaliação, mas algo em Cuba mudou...

"O falso comunismo não é comunista, ajuda os capitalistas, negocia e finge que é de esquerda"


P. Estamos vivendo um ano um pouco conturbado no Brasil, muito em função das eleições presidenciais. O que você espera do próximo presidente?

R. Eu espero que o Aécio ganhe. Que o PT seja tirado do Governo, porque é um desastre. É oportunismo, é a falsa esquerda, compreende? Com as devidas diferenças, é o Hugo Chávez, o bolivarianismo. O falso comunismo não é comunista, ajuda os capitalistas, negocia e finge que é de esquerda. Então começa a dar Bolsa Família pra nunca mais sair do poder. E leva a economia como a Dilma está levando. Em vez de investir no estudo, na formação profissional, na tecnologia, nas coisas que vão gerar riqueza e, consequentemente, emprego e trabalho, você investe em Bolsa Família, em casa para as pessoas... Ela diz: “Construímos 20.000 casas”. Só na favela da Rocinha, tem 90.000 pessoas morando em barracos. Isso não é solução, é demagogia. O que você tem que fazer é criar condições para essas pessoas comprarem suas casas, viverem com seu dinheiro, seu trabalho.

"Vi [no Aécio] uma pessoa de coragem, que não se dobra, acredita em si mesma e é capaz de vencer dificuldades. É disso que o Brasil precisa"

P. Então sua escolha pelo Aécio é para tirar o PT do poder ou você acha que ele atende as suas expectativas?

R. Ele atende. Foi um excelente governador de Minas Gerais. No Congresso, durante o Governo do Fernando Henrique, foi bem também... Sempre foi uma pessoa ativa. E agora ele deu uma demonstração que não deixa dúvida. Com a subida da Marina, ele foi caindo, caindo... Chegou a ficar com 17%. Eu achava que era carta fora do baralho. De repente, ouvi ele dizer em uma entrevista: “Eu vou para o segundo turno e vou ganhar a eleição”. Pensei que estava pirado. E ele foi, batalhou e chegou lá. Vi ali a prova de uma pessoa de coragem, que não se dobra, que acredita em si mesma e que é capaz de vencer dificuldades. É disso que o Brasil precisa.

"Deram [o Nobel] para o Pablo Neruda e não dariam para o Drummond? É muito melhor que o Neruda"


P. Você é um dos grandes escritores do país e nossa chance mais próxima de conquistar um Nobel de literatura. Em 2002, você chegou a ser indicado para representar o Brasil. Como seria se você ganhasse?

R. No ano passado, uma representante da minha editora na Europa, disse que eu estava entre os dez finalistas. E tem um casal que traduziu meus livros na Suécia e que vive batalhando para que eu ganhe. Eu não tenho ilusões. Acho muito difícil e não acho que mereça. Existem muitos fatores políticos na decisão. Eles só deram o prêmio para o [José] Saramago, porque ele teve um livro condenado pelo Vaticano. Eles não premiam quem não tem qualidade, não estou dizendo isso, mas há fatores que influem muito. E o Brasil tem a dificuldade da língua; ninguém fala português. O que eu acho uma injustiça é não terem premiado outros escritores brasileiros, como o Carlos Drummond de Andrade, o Jorge Amado, o João Guimarães Rosa. Deram prêmio para o Pablo Neruda e não dariam para o Drummond? Muito melhor que o Neruda. Outra vez, pesou a coisa política. Mas tudo bem... Eu não vivo pensando neste assunto, assim como eu não pensava na Academia.

Deu no Jornal de Brasília, na Coluna Do Alto da Torre - Eduardo Brito.

Sugestão de Eugênio Nóbrega

Família, amigos e música. Assim, no seu mais querido ambiente, Eduardo Jorge, o filho mais velho do meu amigo Olivan Big Boy, comemorou o seu aniversário. O nosso abraço ao Edu Batera.

 

Eduardo e o irmão, Ewerton Biguinho








Estadão

Lula tenta vender a tese de que alternância de poder faz mal à democracia brasileira

Remexendo na gaveta de recortes de jornais – valorosos e não raro mais úteis que o Google – encontro um texto escrito em 7 de setembro de 2010. Apenas coincidência a data da Independência. O título, Macunaíma. O herói sem nenhum caráter de Mário de Andrade.

Faltava pouco menos de um mês para o primeiro turno da eleição em que o então presidente Luiz Inácio da Silva fazia o “diabo” e conseguiria na etapa final realizada em 31 de outubro eleger uma incógnita como sua sucessora.


Deu todas as garantias de que a chefe de sua Casa Civil, Dilma Rousseff, seria uma administradora de escol para o Brasil. Não foi, conforme comprovam os indicadores de um governo que se sustenta no índice positivo do emprego formal, cuja durabilidade depende do rumo da economia.


Como ex-presidente, Lula agora pede que se renove a aposta. Sem uma justa causa, apenas baseado na ficção por ele criada de que a alternância de poder faz mal à democracia brasileira. A propósito de reflexão a respeito da nossa história recente, convido a prezada leitora e o caro leitor ao reexame daquele texto.

“Só porque é popular uma pessoa pode escarnecer de todos, ignorar a lei, zombar da Justiça, enaltecer notórios ditadores, tomar para si a realização alheia, mentir e nunca dar um passo que não seja em proveito próprio?


Um artista não poderia fazer, nem sequer ousaria fazer isso, pois a condenação da sociedade seria o começo do seu fim. Um político tampouco ousaria abrir tanto a guarda. A menos que tivesse respaldo, que só revelasse sua verdadeira face lentamente e ao mesmo tempo cooptasse os que poderiam repreendê-lo tornando-os dependentes de seus projetos dos quais aos poucos se alijariam os críticos por intimidação ou cansaço.

A base de tudo seria a condescendência dos setores pensantes e falantes; oponentes tíbios, erráticos, excessivamente confiantes diante do adversário atrevido, eivado por ambições pessoais e sem direito a contar com aquele consenso benevolente que é de uso exclusivo dos representantes dos fracos, oprimidos e assim nominados ignorantes.


O ambiente em que o presidente Luiz Inácio da Silva criou o personagem sem freios que faz o que bem entende e a quem tudo é permitidoabusar do poder, usar indevidamente a máquina pública, insultar, desmoralizar sem que ninguém consiga lhe impor paradeiro, não foi criado da noite para o dia. Não é fruto de ato discricionário, não nasceu por geração espontânea nem se desenvolveu por obra da fragilidade da oposição.

Esse ambiente é fruto de uma criação coletiva. Produto da tolerância dos informados que puseram seus atributos e respectivos instrumentos à disposição do deslumbramento, da bajulação e da opção pela indulgência. Gente que tem vergonha de tudo, até de exigir que o presidente da República fale direito o idioma do país, mas não parece se importar de lidar com quem não tem pudor algum.


Da esperteza dos arautos do atraso e dos trapaceiros da política que viram nessa aliança uma janela de oportunidade. A salvação que os tiraria do aperto em que estavam já caminhando para o ostracismo. Foram ressuscitados e por isso estão gratos.

Da ambição dos que vendem suas convicções (quando as têm) em troca de verbas do Estado.

Da covardia dos que se calam com medo das patrulhas.

Do despeito dos ressentidos.

Do complexo de culpa dos mal resolvidos.

Da torpeza dos oportunistas.

Da superioridade dos cínicos.

Da falsa isenção dos preguiçosos.

Da preguiça dos irresponsáveis.


Lula não teria ido tão longe com a construção desse personagem que hoje assombra e indigna muitos dos que lhe faziam a corte não fosse a permissividade geral. Se não conseguir eleger a sucessora não deixará o próximo governo governar. Importante pontuar que só fará isso se o país deixar que faça; assim como deixou que se tornasse esse ser que extrapola.”
CláudioHumberto

A começar pelo presidente do PT, Rui Falcão, que espuma de raiva quando se refere ao juiz federal Sérgio Moro, aquele que desmantelou o esquema de corrupção instalado na Petrobras em 2006, no governo Lula, até metade do governo Dilma, o PT decidiu representar contra o magistrado no Conselho Nacional de Justiça. As críticas a Moro já foram rechaçadas por entidades de magistrados e de procuradores.


O PT acusa Moro de “vazar depoimentos”, na verdade públicos, do ex-diretor Paulo Roberto Costa e do megadoleiro Alberto Youssef.


As gravações dos depoimentos de Paulo Roberto e Youssef não estavam protegidas por sigilo, como a própria Justiça já esclareceu.


Os advogados do PT tentam construir a alegação de que o juiz “beneficiou” a oposição, ao autorizar a divulgação dos depoimentos.
SEGUNDO TURNO
SENADOR ELEITO ROMÁRIO ANUNCIA APOIO A AÉCIO NEVES

NO 1º TURNO ROMÁRIO APOIOU MARINA SILVA E LINDBERGH FARIAS (PT) NO RIO
DiáriodoPoder

O senador eleito Romário (PSB) anunciou seu apoio a Aécio Neves para presidente 

Eleito senador no Rio pelo PSB com 4,6 milhões de votos, o ex-jogador de futebol e deputado federal Romário oficializou seu apoio ao candidato tucano à Presidência da República, Aécio Neves. Ele gravou nesta quarta-feira dois depoimentos que serão veiculados a partir de amanhã na propaganda eleitoral do tucano.

No primeiro turno Romário fez campanha para sua correligionária Marina Silva e para o candidato petista ao governo do Rio, Lindbergh Farias. Nenhum dos dois foi alçado ao segundo turno, e então Romário optou por apoiar, no âmbito estadual, o atual governador e candidato à reeleição Luiz Fernando Pezão (PMDB). No âmbito federal, Romário descartou a opção pela candidata à reeleição Dilma Rousseff (PT) e em duas ocasiões agendou encontros com Aécio Neves para oficializar o apoio ao tucano. Ambos acabaram cancelados – o primeiro por iniciativa de Romário porque uma filha dele ficou doente, e o segundo por Aécio porque, no mesmo dia, a candidata derrotada à Presidência Marina Silva declarou apoio a ele.

Além da divergência de agendas, outro fator que teria dificultado a oficialização do apoio de Romário a Aécio seria a participação de Ronaldo Fenômeno na campanha de Aécio, a quem apoia desde o primeiro turno. Os dois ex-jogadores teriam desavenças. Embora já eleito, Romário continua fazendo campanha para correligionários – na terça-feira foi a Brasília participar de atos com o candidato a governador do Distrito Federal Rodrigo Rollemberg (PSB). Hoje, ainda em Brasília, Romário gravou os depoimentos de apoio a Aécio. Neles, o senador eleito afirma que escolheu Aécio porque ele representa mudanças e porque o tucano se comprometeu a apoiar a moralização do esporte e a causa das pessoas com doenças raras ou deficiências. Segundo a assessoria de Romário, ainda não foi definida a participação dele em nenhum ato de campanha de Aécio. Uma possibilidade é que isso ocorra sexta, quando Aécio estará no Rio para o debate promovido pela TV Globo.

As manchetes do jornal Correio Braziliense


Os destaques do jornal O Estado de São Paulo


A primeira página do jornal Folha de São Paulo


A capa de hoje do Jornal da Paraíba