quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Não de ladrões...

Brasil precisa de oposição
Elio Gaspari
Folha de São Paulo

Começa amanhã o julgamento de Dilma Rousseff. Ela será condenada. Os julgamentos que decidem o destino dos presidentes são políticos. Formalmente, Dilma será deposta pelo desembaraço de sua contabilidade criativa, mas sempre será repetida a frase da senadora Rose de Freitas, líder do governo de Michel Temer no Senado: "Na minha tese, não teve esse negócio de pedalada, o que teve foi um país paralisado, sem direção e sem base nenhuma para administrar".

Pura verdade, que pode ser contraposta a outro julgamento de impeachment de um presidente, o de Bill Clinton em 1999. Ele era acusado de práticas mais simples, comuns e disseminadas do que as "pedaladas fiscais". Uma pessoa pode não entender de contabilidade pública, mas entende o que a estagiária Monica Lewinsky fazia com o presidente dos Estados Unidos na Casa Branca. Clinton foi absolvido porque o país não estava paralisado e a renda per capita dos americanos cresceu enquanto a dívida pública encolheu. Com Dilma, aconteceu o contrário. Todo mundo sabia o que Clinton fez e, apesar disso, achou-se que deveria continuar. No caso de Dilma, não se sabe direito o que eram as pedaladas, mas acha-se que ela deve ir embora.

Quando Dilma entregar as chaves do Palácio da Alvorada, estará encerrado um ciclo de 13 anos de poder do Partido dos Trabalhadores. Em 2003, Lula vestiu a faixa e a oposição foi para o poder. Hoje, ninguém haverá de dizer o mesmo. Michel Temer era o vice-presidente de Dilma e seu primeiro escalão ampara-se em figuras que sustentaram o comissariado petista. Henrique Meirelles presidiu o Banco Central de Lula, Eliseu Padilha e Gilberto Kassab foram ministros de Dilma. Mudança imediata, drástica e irrecorrível, só a do garçom Catalão, do Palácio do Planalto, que hoje está no gabinete da senadora Kátia Abreu, ministra de Dilma e adversária do impeachment.

O PT foi apeado do governo e, de uma maneira geral, abriu espaço para quem nunca saiu dele. O tempo dirá quanto custou ao comissariado o inchaço de sua base de apoio e, sobretudo, a expansão de seus interesses pecuniários. Lula e Dilma viveram o engano de um governo com o mínimo possível de oposição. Depostos, Dilma cuidará da vida, Lula tentará se reinventar, mas alguns comissários sabem que suas carreiras estão encerradas. Outros seguem a ordem de batalha do coronel Tamarindo em Canudos: "É tempo de murici, cada um cuide de si". Astro dessa categoria é Cândido Vaccarezza, líder do PT na Câmara até 2012. Dois anos depois, perdeu a eleição. Deixou o partido e aninhou-se na campanha de Celso Russomanno (PRB) pela Prefeitura de São Paulo.

Cortando aqui e perdendo ali, sobra uma militância cujas raízes estão nos anos 70 do século passado. Defendiam o fim da unicidade sindical, a reforma da CLT, as negociações diretas entre empresas e trabalhadores e tinham horror a empreiteiros. (A recíproca era verdadeira.) Esse era um tempo em que os sindicalistas do PT eram bancários. Com o acesso aos fundos estatais alguns viraram banqueiros e, como João Vaccari Neto, ex-tesoureiro do partido, estão na cadeia.

Oposição, com algumas ideias na cabeça e pouco dinheiro no bolso, é tudo que o Brasil precisa.
PT rejeita plebiscito sobre novas eleições, proposto por Dilma
CATIA SEABRA
Folha de São Paulo

Executiva Nacional do partido rejeitou plebiscito sobre novas eleições, proposto pela presidente afastada

A cúpula do PT rejeitou, por 14 votos a 2, a proposta apresentada pela presidente afastada, Dilma Rousseff, pela convocação de plebiscito sobre antecipação de eleições no Brasil. Reunida nesta terça-feira (23), a Executiva Nacional do partido votou contra a publicação de um documento que endossaria a sugestão de Dilma.

Foi a primeira vez que o comando do PT se manifestou formalmente sobre a proposta. A emenda –apresentada pelo secretário de Formação do PT, Carlos Henrique Árabe– reproduzia um trecho da carta de compromissos divulgada por Dilma na tentativa de reverter a tendência pelo impeachment no Senado.

E sugeria uma declaração do partido em favor do plebiscito.

"O PT apoia a afirmação da presidenta Dilma na sua carta histórica ao povo: 'Estou convencida da necessidade e darei meu apoio irrestrito à convocação de um plebiscito, com o objetivo de consultar a população sobre a realização antecipada de eleições, bem como sobre a reforma política e eleitoral'", dizia o texto que foi rejeitado.

Na reunião, prevaleceu a avaliação do presidente do PT, Rui Falcão, de que a promessa de um plebiscito não teria, neste momento, capacidade de atrair senadores contra o impeachment. Falcão nega, porém, que esse seja um sinal de afastamento.

"A carta foi amplamente reproduzida em nosso site. Por que repô-la aqui?", justificou Falcão.

O debate sobre plebiscito causou acalorada discussão durante a reunião. Falcão questionou declarações de Árabe, que o chamou de "usurpador" por ter se manifestado contra o plebiscito.

Na reunião, reconheceu ter se excedido na expressão "usurpador". Mas reafirmou que Falcão não deveria ter se declarado contra a antecipação das eleições sem prévia consulta ao partido.

A OEA demorou foi muito para descobrir a realidade na Venezuela...

OEA proclama “fim da democracia” na Venezuela
"Foi ultrapassado um nível que significa que é o fim da democracia", disse Luis Almagro, secretário-geral da Organização dos Estados Americanos
Veja.com

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, anuncia que seu país iniciará 'nova etapa de diálogo' com EUA

O secretário-geral da Organização dos Estados Americanos (OEA), Luis Almagro, proclamou nesta segunda-feira o “fim da democracia” na Venezuela, cujo governo classificou de “regime”, além de ter chamado a situação que impera no país de “tirania”.

Em carta dirigida ao opositor Leopoldo López, político preso e condenado sem provas o a 14 anos de prisão, Almagro disse que “não há hoje na Venezuela nenhuma liberdade fundamental nem nenhum direito civil ou político”. “Nenhum foro regional, ou sub-regional, pode desconhecer a realidade de que, hoje, na Venezuela, não há democracia nem Estado de Direito”, escreveu Almagro em uma carta aberta a López, a quem chamou de “amigo”.

“Foi ultrapassado um nível que significa que é o fim da democracia. A comunidade internacional é clara ao pedir não mais tirania no céu. Um céu que já não existe”, afirmou Almagro.

Prazo para deixar o governoO presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, determinou nesta segunda a exoneração, no prazo de 48 horas, de todos os funcionários públicos em cargos de direção que firmaram o pedido de referendo para revogar seu mandato. O dirigente governista Jorge Rodríguez disse que serão entregues listas com “os nomes das pessoas (…) que de forma pública expressaram sua simpatia com a direita venezuelana e participaram do processo de autorização para a ativação do finado referendo revogatório”.

Há dez dias, a presidente do órgão eleitoral, Tibisay Lucena, anunciou que a nova coleta de assinaturas para convocar o referendo será realizada no fim de outubro, mas não deu uma data precisa. O calendário oficial distancia a possibilidade de o referendo ser realizado antes do dia 10 de janeiro de 2017. Se o mandato de Maduro for revogado antes dessa data, eleições devem ser convocadas, mas se for depois, seu vice-presidente completará os dois anos restantes do mandato.

Maduro enfrenta o descontentamento de uma população que sofre com escassez de alimentos e remédios, que atinge 80% do país, e uma inflação de 180,9% em 2015.

(Com agências EFE e France-Presse)

As manchetes do jornal Correio Braziliense


No jornal Lance: Mengão e Vascão com objetivos definidos


Os destaques do jornal Zero Hora


Na capa do jornal Diário de Pernambuco


As manchetes de jornais brasileiros nesta quarta-feira

Folha: Gilmar ataca medida da Lava Jato; Janot defende operação

Globo:  Reajuste do STF ameaça dividir aliados de Temer

Extra: Crivella sai na frente, mas lidera também em rejeições

Estadão: Ministro do STF defende freio à Lava Jato; procurador reage

ValorEconômico: Lewandowski nega a Dilma anulação de fase de pronúncia do impeachment

ZeroHora: Temer faz ofensiva para garantir votos pró impeachment

EstadodeMinas: Gasolina mais barata desacelera inflação

CorreioBraziliense:  Lewandowski nega pedido de Dilma para anular impeachment

- CorreiodaBahia: Taxistas contra Uber

- JornaldoCommercio: Temer em ofensiva a senadores do Nordeste

OPovo: Maioria quer regulamentação de Táxi Amigo e Uber na capital

CorreiodaParaíba: Energia sobe para 1,3 mi de usuários

terça-feira, 23 de agosto de 2016


Juíza dá prazo de 48hs para que a administração cajazeirense retire toda propaganda institucional, em AIJE que poderá cassar o registro da candidatura de Denise
Adjamilton Pereira


A juíza da 42ª zona eleitoral da comarca de Cajazeiras, Adriana Lins, acatou o pedido de tutela de urgência feito pela Coligação “Pra Fazer do Jeito Certo”, na AIJE ajuizada no último domingo (21), e determinou que a administração municipal retire, no prazo de 48 horas, toda a publicidade institucional indevida das sedes de todos os órgãos públicos, sítios de internet, veículos oficiais e locados, fardamentos da banda de musica, portais nas entradas da cidade e timbres em documentos, sob pena do pagamento de multa diária no valor de R$ – 3.000,00, em caso de descumprimento. 

A magistrada assevera na sua decisão “que a justiça eleitoral tem o dever de velar pela lisura do pleito”, enfatizando que o slogan “O futuro de faz agora” não possui nenhuma conotação educativa, informativa ou de caráter social, tratando-se, pois, de uma maneira de identificação do grupo administrador do município, gerando uma publicidade autoprocional."

A decisão, disponibilizada na tarde desta terça-feira (23), mas com data da segunda-feira (22), atende o primeiro requerimento da coligação que ajuizou a ação, o que, em tese, significa que foi reconhecida a conduta vedada, que tem como conseqüência a cassação do registro das candidaturas de Denise Oliveira e de seu candidato a vice-prefeito José Antonio de Albuquerque, nos termos do art. 73, § 5º da lei 9.504/97, bem como a declaração de inelegibilidade de todos os investigados pelo período de 8 (oito) anos, conforme foi requerido.

Um efusivo brinde ao nosso Milton Cabrinha, em dia de aniversário. Parabéns, maestro. Muita saúde e paz.


Candidatos, nada de contabilidade criativa...Depois, sobra para o povo. Só despesa a pagar.

MIOLO DE POTE

Marcos Diniz

Não sei se pega bem no alcance do Se7ecandeeiroscajá, um caba véi que nem eu dizer: ADORAVA. Sei lá, as línguas de trapo... Principalmente depois que raquearam meu i1/2 e me esculhambaram.

Mas, vamu lá. Eu adorava quando Dona Nazaré Lopes, de todos querida professora da língua mater, ensinava e explicava tintim por tintim o que significava figuras de linguagem e paradoxos . Não vou alongar do que se trata estas definições, porque o Se7ecandeeiroscajáCULTURA, tá por aí para responder.

É que uma chamada escondidinha das manchetes de outro dia (Jornal do Commercio) do Blog da Boa Terra Cajá, dessas que só os chatos leem, assinala a “defesa do teto de gastos.

Não sou muito de questões políticas, muito embora tenha que fazer uma politicagem da gota para minha patroa Valdeniza, deliberar a favor das minhas geladas do repiau e uiquende.


Refleti um pouco, lembrei da velha ponte do sangradouro do Açude Grande, aquela de piso de tábuas, longarinas de trilhos de trem e cabos de aço como tirantes. Só devem recordar aqueles com mais de 50 anos de Carrazeras.

Pois bem, nos meus propósitos, PONTES podem se assemelhar aos TETOS – tanto como a acima citada, construída na gestão municipal do Dr. Otacílio Jurema. Sustentada por colunas largas que a deixou segura por baixo e por cima para a passagem da sangria das águas de março, anos a fio.

Não vale comparar com aquela ciclovia do Rio de Janeiro que o Estado Islâmico nem se incomodaria em atentar contra.

Existem as pontes pênsis, como aquela do filme Embalos de Sábado a Noite, onde Tony Manero (John Travolta) ia superar os “ingancho” nos tirantes, aos términos das baladas.

E tem ainda as pontes móveis, como a da Torre de Londres, onde os tirantes são móveis. As que são chamadas de pontes levadiças/elevadiças.

Papo chato esse. Como diria minha tia Amneris: Miolo de pote. Mas concluindo o gancho do texto da reportagem, o teto móvel não é teto – mas piso – é como um elevador que vai aumentar as despesas e, não diminui-las. O pior de tudo é que as elevará sem causa mas, apenas, porque os governantes por atirarem com pólvora alheia, tão nem aí.

Senhores candidatos a prefeito da Boa Terra Cajá, principalmente o meu, pensem diferente e Não achem que ENDIVIDAMENTO É GASTO.

Pensem numa contabilidade criativa. Tá na moda. Vejam o caso do Botafogo Futebol e Regatas.

mARCOS dNZ

Renê Moésia, um ícone de nossa cajazeirabilidade, faz aniversário e recebe o nosso fraterno abraço de parabéns e reverência.

Renê e a neta Rayla, filha de Ralds Moésia

Olha aí a oportunidade! Curso grátis de Treinamento Funcional, em Cajazeiras. Vejam o convite.


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Contamos com a presença de todos.
Protocolada ação pedindo a cassação do registro da candidatura de Denise Oliveira, por conduta vedada
Adjamilton Pereira


Foi protocolada na justiça eleitoral, no domingo (21), mais uma ação contra a candidatura de Denise Oliveira (PSB), desta feita uma AIJE – Ação de Investigação Judicial Eleitoral, ajuizada pela coligação “Pra Fazer do Jeito Certo”, tendo como fundamentação a prática de conduta vedada pela atual prefeita, candidata a reeleição, referente a manutenção da publicidade da gestão no período proibitivo, já que a lei determina que deste o dia 1° de julho, encontra-se proibida a chamada publicidade institucional.

Na ação, onde também figuram o candidato a vice prefeito, José Antonio de Albuquerque e vários secretários da administração municipal, a coligação que protocolou a ação pede, em caráter de urgência, que a justiça determine, no prazo de 24 horas, a retirada de toda a publicidade institucional indevida das sedes de todos os órgãos públicos, sítios de internet, veículos oficiais e locados, fardamentos da banda de musica e timbres em documentos, sob pena de multa diária no valor de R$ 10.000,00 (Dez Mil Reais) pelo descumprimento e mais R$ 1.000 (Mil Reais) para cada publicidade constatada, além a cassação do registro ou diploma, da candidata Denise Oliveira e seu vice José Antonio, nos termos do art. 73, § 5º da lei 9.504/97, bem como a declaração de inelegibilidade de todos os investigados pelo período de 8 (oito) anos e por fim noticiando o Ministério Público para abertura de procedimento por improbidade administrativa nos termos do art. 73, § 7º da Lei 9.504/97.

Foram incluídos na ação os secretários de administração Silvio Nogueira, de educação Edna Elba, de saúde Henry Witchael, de Comunicação Olivan Pereira, de Desenvolvimento Humano Maria Goreti, de Infraestrutura Roberto Cartaxo, além dos diretos do IPAM – Chico Araújo e da Sctrans Aderson Batista.

Academia Paraibana de Odontologia presta homenagem à primeira turma formada na UFPB. Por sugestão dos acadêmicos Manoel Lins e Hermano Guedes, o nosso Abdiel Rolim foi o grande destaque. Vejam as imagens na Fundação Casa de José Américo, em João Pessoa.

Abdiel Rolim em discurso: história e agradecimento















Programas sociais terão pacote de crédito do governo

Após impeachment, governo Temer vai liberar financiamento para ampliação de renda de beneficiários do Bolsa Família e do Minha Casa

Adriana Fernandes
Murilo Rodrigues Alves
O Estado de S.Paulo

O governo prepara uma pacote de crédito voltado para as famílias de baixa renda, beneficiárias dos programas Bolsa família e Minha Casa Minha Vida. Será uma tentativa do presidente em exercício Michel Temer de conseguir, depois do julgamento definitivo do impeachment da presidente afastada Dilma Rousseff, o apoio da camada mais pobre da população.

O pacote de crédito para o Bolsa Família deverá ser anunciado no final de setembro, assim como o do Minha Casa Minha Vida. Um fundo de aval será criado com recursos do governo federal para garantir os empréstimos, que serão concedidos pelos bancos.

'Crédito não é para consumo, mas para atividade produtiva', diz Osmar Terra

O crédito será voltado para a compra de equipamentos e ferramentas que permitam ampliar a renda das famílias do programa e estimular o empreendedorismo. Prefeitos de municípios que conseguirem ampliar o número de famílias emancipadas do programa ganharão um prêmio que pode variar de R$ 100 mil até R$ 3 milhões.

Em entrevista ao Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado, o ministro do Desenvolvimento Social e Agrário, Osmar Terra, antecipou que um aporte de R$ 100 milhões ao fundo poderá alavancar até R$ 1 bilhão de financiamentos. Os valores finais ainda estão sendo definidos. A linha de crédito está sendo elaborada em conjunto com o BNDES, Banco do Brasil, Caixa e bancos públicos regionais.

“O crédito não é para consumo, mas para atividade produtiva”, disse o ministro. Segundo ele, o acesso ao microcrédito está limitado por conta do volume de garantias exigidas pelos bancos. “São as pessoas que mais precisam de crédito para comprar instrumentos de trabalho, para prestar serviços, como de jardinagem e cabeleireiro, para desenvolverem uma atividade que dê renda”, disse Terra. “As exigências de garantias são tão grandes que inviabilizam o microcrédito”, disse. No caso de inadimplência, o fundo terá o ônus de honrar o pagamento.

O Bolsa Família tem hoje cerca de 14 milhões de famílias beneficiadas. A expectativa do ministro com o lançamento do pacote de inclusão social é reduzir a informalidade do mercado de trabalho. Segundo ele, os usuários do Bolsa Família terão garantia de que, mesmo obtendo uma renda formal, não precisarão sair do programa. “O maior medo que as pessoas têm é de conseguir uma atividade formal e perder o benefício”, disse.

Na avaliação dele, essa é uma das maiores causas da informalidade elevada do mercado de trabalho no País. Para barrar esse temor, o governo dará uma garantia de dois anos ao beneficiário do programa. Mesmo depois desse prazo, se ele perder o emprego, voltará automaticamente para o programa, porque o número de inscrição estará mantido.

Minha Casa. A linha direcionada aos contemplados no Minha Casa também terá o objetivo de auxiliá-los a abrir seus próprios negócios, mas só estará disponível para quem mantiver em dia as prestações da casa própria, algo em torno de 800 mil famílias da chamada faixa 1 (com renda de até R$ 1,8 mil por mês).

“O sistema de crédito para microempreendedores no Brasil é desastroso”, criticou o presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos.

Além do estímulo ao crédito, o governo vai estabelecer uma ação de acompanhamento em casa da primeira infância de todas as crianças que nascerem em famílias beneficiadas pelo programa. Para este ano, o ministro estima custo de R$ 80 milhões e para o ano que vem de R$ 1 bilhão. O gasto deve ser compensado com o pente-fino que o governo está fazendo nos programas sociais para excluir beneficiários irregulares.

Cajazeiras não pode ser diminuída!

Cadê o programa para Cajazeiras?

Francisco Frassales Cartaxo

Uma das características da política cajazeirense é a predominância de profissionais da saúde no controle político local, no exercício de mandatos eletivos. Médicos, dentistas, protéticos povoam nossa história com frequência quase monótona, em especial nas últimas décadas. Mas isso vem de longe, dos meados do século XX. E até de um pouco antes, logo após a Revolução de 30, o movimento que abalou a força dos coronéis da Primeira República (1889-1930), quando Cajazeiras viveu sob o mando do comandante Vital Rolim, do coronel Justino Bezerra e do coronel Sabino Rolim.

Entre nós, antecipando-se à era Vargas, o presidente da Paraíba, João Pessoa, nomeou em 1929 o professor Hidelbrando Leal, prefeito de Cajazeiras, sob as benções de dom Moisés Coelho, num gesto de conciliação em face das divergências entre as facções partidárias locais. Seis anos após, em 1935, o coronel Joaquim Matos derrotou o médico Vital Rolim, na primeira eleição direta e secreta de prefeito, jogando a última pá de cal no então decadente coronel Sabino Rolim. E assim alargou o caminho político para seu filho médico, Celso Matos, nomeado prefeito no tempo do Estado Novo.

Nos vinte anos de democracia sob a Constituição de 1946 – finda com o golpe de 1964 -, Cajazeiras foi governada por quatro prefeitos eleitos pelo voto direto e secreto: Arsênio Araruna, Otacílio Jurema, Antônio Rolim e Chico Rolim. Só Otacílio era médico, mas venceu dois pleitos. Implantada a ditadura em 1964, a representação médica ficou com Epitácio Leite Rolim, também eleito duas vezes.

Foi marcante a presença de médicos nas seis eleições municipais de Cajazeiras, sob a égide da Constituição democrática de 1988, tanto que o eleitor teve a opção de votar em candidato médico em todas elas, inclusive na de 2012, pois o nome de Carlos Antônio figurou na cédula eleitoral em lugar do de Denise Albuquerque, sua esposa. Esperteza do marido, então impedido legalmente de candidatar-se outra vez! Deu certo.

De lá para cá, muita coisa mudou.

E mudou menos pela ação de agentes políticos de oposição e mais, muito mais pela ação da Polícia Federal, do Ministério Público e da Justiça, que deixou fora da disputa eleitoral atores importantes no jogo do poder, nas articulações políticas e na arrecadação suja de dinheiro. É cedo, porém, para avaliar-se as consequências dessa novidade investigativa e punitiva. Novidade simbolizada no plano nacional, na Lava Jato e, entre nós, na Operação Andaime.



Passada a espuma das especulações sobre candidaturas a prefeito e vice, teremos no embate das urnas uma profissional de saúde, um médico e um sapateiro. Nenhum desses candidatos, pode ostentar as qualidades de sua profissão como trunfo eleitoral, salvo para realçar os badalados “serviços prestados”. A eleição de 2016 indica que a campanha se dará como se fosse uma luta de fato entre dois médicos, tal a presença acintosa do ex-prefeito Carlos Antônio. Nada de novo. Isso, aliás, já ocorre na gestão municipal. Nenhuma singularidade, portanto.


Oxente, e Gobira?

Vai ter que suar para meter a colher. É pouco exibir tão somente sua credencial de pobre, expressa no surrado slogan o tostão contra o milhão. Precisa mais do que isso. Muito mais. Precisa mostrar-se proativo. Trazer ao debate um programa para Cajazeiras. Do contrário, será engolido pela tradicional bipolarização eleitoral.

E cadê o programa de governo? A gata comeu!

Na Venezuela, Maduro enquadra os ocupantes de cargos comissionados: quem foi contra o governo vai ser demitido. Soa familiar?

Maduro ordena saída em 48h de funcionários a favor de referendo
Presidente manda exonerar críticos de cargos de confiança e de direção
O Globo

Mulher protesta em favor de referendo revogatório contra Maduro na Venezuela 

CARACAS - O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, determinou nesta segunda-feira a exoneração, no prazo de 48 horas, de todos os funcionários públicos em cargos de direção que firmaram o pedido de referendo para revogar seu mandato.

O dirigente governista Jorge Rodríguez disse que serão entregues listas com "os nomes das pessoas (...) que de forma pública expressaram sua simpatia com a direita venezuelana e participaram do processo de autorização para a ativação do finado referendo revogatório".

"Há um prazo de 48 horas para que estas pessoas que estão nos chamados cargos de confiança, cargos de direção, tenham outro destino de trabalho", declarou Rodríguez.

O dirigente se referia às cerca de 200 mil firmas (1% dos eleitores) que o conselho eleitoral validou no início de agosto para que a opositora Mesa da Unidade Democrática (MUD) solicitasse o referendo.

A medida busca "estabelecer de forma categórica que não podem permanecer em cargos de direção (...) nos ministérios, instituições públicas, governos e prefeituras pessoas que são contrárias à revolução e ao presidente Nicolás Maduro".

Listas de funcionários foram distribuídas nos ministérios de Alimentação, Indústrias Básicas, Finanças, Trabalho e Gabinete da Presidência.

Há dez dias, a presidente do órgão eleitoral, Tibisay Lucena, anunciou que a coleta de assinaturas para convocar o referendo será realizada no fim de outubro, mas não deu uma data precisa.

O calendário oficial distancia a possibilidade de o referendo ser realizado antes do dia 10 de janeiro de 2017. Se o mandato de Maduro for revogado antes dessa data, eleições devem ser convocadas, mas se for depois, seu vice-presidente completará os dois anos restantes do mandato.

Maduro enfrenta o descontentamento de uma população que sofre com escassez de alimentos e remédios, que atinge 80% do país, e uma inflação de 180,9% em 2015.

As manchetes do Jornal do Commercio


No jornal Lance: Fogão na alegria


Os destaques do jornal Correio Braziliense


Na capa do jornal O Povo


As manchetes de jornais brasileiros nesta terça-feira

Folha: Sob pressão do STF, Janot rompe acordo de delação com OAS

Globo:  STF julga denúncia contra Gleisi e Paulo Bernardo dia 30

Extra: Mentira cara: R$ 30 milhões

Estadão: Após críticas, Temer recua e adia reajuste de servidor

ValorEconômico: Número de candidatos a prefeito pelo PT cai pela metade em todo o país

ZeroHora: Renegociação da dívida pode trazer alívio aos Estados, mas compromete ajuste

EstadodeMinas: De volta para casa

CorreioBraziliense:  UTIgate derruba distrital da liderança do governo

- CorreiodaBahia: Ibope aponta vitória de Neto no 1º turno

- JornaldoCommercio: Ouro para Olimpíadas

OPovo: Ceará registra três atentados em uma semana de campanha

CorreiodaParaíba: Médico recebe, mas não trabalha

segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Uma hora dessas, em algum lugar desse Brasilzão, Gretchen termina ganhando uma vaga na política. Pois é...Ela tem feito de um tudo para isso.


Vândalos depredam ministério
O Antagonista

Cerca de 300 vândalos dos chamados Movimento Brasileiro dos Sem Terra (MBST) e da Frente Nacional de Luta (FNL) tocaram o terror hoje no Ministério do Desenvolvimento Social e Agrário.

Quebraram janelas e armários e reviraram salas. A polícia entrou no prédio, mas ainda há invasores no local.

O Antagonista teve acesso a algumas imagens que mostram por que essa gente tem de ser presa.