terça-feira, 21 de outubro de 2014

Cefas Alencar levou o abraço amigo a Eliete Rodrigues. Bom de ver.


Com o dedo na ferida da mentira terrorista...


Bira di Assis e Clizenit Pinheiro sob a direção de Eliezer Rolim: um programa imperdível!


O Amor é um Móbile é o titulo do Recital-poético-musical com ubiratan di assis e Clizenit Pinheiro, com direção de Eliezer Rolim, que será apresentado nos dias 30 e 31 de outubro, às 20:30H, na APECEF - Associação do Pessoal da Caixa Econômica Federal (PB) - no altiplano do Cabo Branco - João Pessoa.
 

Moacir Franco faz as boas lembranças não se apagarem da nossa memória.

OAB-DF concede carteira de advogado a Joaquim Barbosa

Presidente do órgão havia pedido impugnação do registro do ex-presidente do STF, mas comissão que avaliou o caso decidiu liberar o documento


A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) no Distrito Federal concedeu nesta segunda-feira a reativação do registro de advogado do ex-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) Joaquim Barbosa. Aposentado desde o final de julho, Barbosa solicitou a reativação do documento no último dia 12. O presidente da OAB-DF, contudo, havia pedido a impugnação do registro, afirmando que Barbosa “não atende aos ditames do Estatuto da Advocacia”. O caso foi analisado por uma comissão de conselheiros.

Ao longo das quatro páginas do documento em que pede a rejeição da carteira de advogado para Barbosa, Rocha enumerou uma série de desentendimentos entre o ex-ministro e advogados. Um dos casos citados se deu em março do ano passado durante votação no Conselho Nacional de Justiça (CNJ), do qual Barbosa também era presidente. Após os conselheiros decidirem aposentar um juiz acusado de relação indevida com advogados, Barbosa afirmou que havia “muitos juízes para colocar para fora”. E continuou: “Esse conluio entre juízes e advogados é o que há de mais pernicioso. Nós sabemos que há decisões graciosas, condescendentes, absolutamente fora das regras”. A afirmação provocou manifestação conjunta Conselho Federal da OAB, da Associação dos Juízes Federais (Ajufe) e Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB).

Em sua decisão, a comissão que analisou o caso avalia que Barbosa “flertou muitas vezes com a ilegalidade, com o desrespeito à lei que rege a classe”. Mas prossegue: “não cabe, entretanto, no conceito que se tem de inidoneidade, tal como admitido na jurisprudência deste Conselho Seccional e na do Conselho Federal”.

Com tempo para trabalhar...

Tetracampeão 
Folha.com

Acusado de receber propina de contratos da Petrobras, o tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, já foi nomeado quatro vezes por Lula e Dilma para o conselho da Itaipu Binacional. Ele está no cargo desde 2003.

Custo-benefício Cada conselheiro ganha R$ 20,8 mil e só precisa ir a seis reuniões por ano. Mercadante e o ex-governador gaúcho Alceu Collares, que deu a Dilma seu primeiro emprego público, também são do conselho.

A reportagem de capa do Jornal da Paraíba

Uso de detentos em ação eleitoral na Paraíba fere legislação

Presos que prestam serviço ao Detran-PB em regime de ressocialização, foram flagrados fazendo panfletagem na campanha do governador.

Por LENILSON GUEDES
JornaldaParaíba

Os detentos que cumprem pena em regime semiaberto não podem fazer atividades de campanha eleitoral. Eles só podem sair da prisão para um trabalho específico, do contrário podem perder o benefício e voltar ao regime fechado. Nas eleições deste ano vários presos que prestam serviço ao Detran-PB em regime de ressocialização, através do projeto 'O Trabalho Liberta', foram flagrados fazendo panfletagem para a campanha do governador Ricardo Coutinho (PSB). Por lei, eles só podem sair da prisão para trabalhar às 7h e retornar antes das 19h.

Fora do presídio, eles têm que andar na linha. Não podem ir – nem mesmo para almoçar – a mais de 100 metros do local de trabalho ou da casa da família; estão proibidos de consumir bebida alcoólica; não podem se envolver em conflito na rua ou com colegas de trabalho; o preso que perder o emprego, automaticamente, perde o direito de sair. “Se chegar ao conhecimento da Vara das Execuções Penais que houve desvio de função é cortado o benefício e ele volta ao regime fechado”, afirmou um jurista da área criminal consultado pelo Jornal da Paraíba.

Os presos mostrados no guia eleitoral do PSDB são integrantes do Programa 'O Trabalho Liberta', do governo do Estado, e prestam serviço no Departamento Estadual de Trânsito da Paraíba (Detran), onde deveriam passar o dia e retornar à prisão no período da noite, para dormir. Contudo, as imagens mostraram que logo no início da manhã, o grupo de presidiários incluídos no programa de ressocialização vai para as ruas segurar bandeiras e distribuir material de propaganda do candidato Ricardo Coutinho e da candidata à reeleição presidente Dilma Rousseff (PT).

"Eles são coagidos para distribuírem panfletos e adesivos nas ruas", revela o narrador no guia eleitoral do PSDB, observando que os detentos deveriam trabalhar no Detran, mas são desviados de seu trabalho na repartição para fazer campanha.

As imagens mostram flagras em João Pessoa, no bairro de Mangabeira, de três apenados: Arlindo Odilon de Maria, condenado a 18 anos de prisão por latrocínio (roubo seguido de morte); Durval Mariano Arcoverde, que cumpre 55 anos por latrocínio, homicídio e roubo qualificado, além de Manoel Nunes Pereira, que foi sentenciado pela Justiça a cumprir 16 anos de detenção por homicídio.

A coligação "A Vontade do Povo", encabeçada por Cássio Cunha Lima (PSDB), irá entrar com representação no Ministério Público Federal contra o candidato à reeleição, Ricardo Coutinho (PSB), por utilizar presos do regime semiaberto em atividades de sua campanha. O coordenador jurídico da coligação, Harrison Targino, disse que as imagens mostram que houve abuso de poder político, econômico e de autoridade, cometido pelo atual governador. Por isso, a coligação vai acionar o MPF e entrar com uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral (Aije).

MPE APURA ABUSO DE PODER POLÍTICO 
O caso já está sendo investigado pelo Ministério Público Eleitoral, que abriu ontem um procedimento a fim de apurar eventual abuso de poder político por parte do governador Ricardo Coutinho, “por ter supostamente utilizado presidiários que fazem parte do projeto de ressocialização "O Trabalho Liberta", da Secretaria de Administração Penitenciária deste Estado, em sua campanha eleitoral".

A Procuradoria Geral Eleitoral (PGE) determinou a realização de diligências junto à Secretaria de Administração Penitenciária do Estado a fim de esclarecer a situação prisional dos detentos e também a questão do gozo do regime semiaberto, como forma de verificar a escala de trabalho deles e onde eventualmente prestam serviço durante o dia.


Também será solicitada cópia da gravação exibida no guia eleitoral do PSDB, para a partir daí começar a ouvir as pessoas flagradas fazendo panfletagem em prol da campanha de Ricardo Coutinho. “Uma coisa é você estar fora do horário de trabalho e fazendo uma atividade espontânea, outra é você ser coagido a fora do trabalho ou mesmo no horário de trabalho estar fazendo esse tipo de ato. Aí sim configuraria uma irregularidade eleitoral e a gente vai tentar identificar de quem partiu essa determinação”, afirmou o procurador regional eleitoral, Rodolfo Alves.

Ele informou que caso constatado o uso indevido de apenados, a PGE ingressará com uma ação que pode resultar na cassação do mandato do governador. “Caso se chegue a um ambiente de maior gravidade, entraremos com uma ação de investigação judicial com a consequência relacionada à inelegibilidade e eventual cassação de mandato”, afirmou. O promotor da Vara das Execuções Penais, Nilo Siqueira, disse que também abriu investigação para apurar o caso. “No âmbito da Execução Penal, eu vou instaurar um procedimento para escutar os presos que estavam fazendo essa panfletagem”.

MPT TAMBÉM DEVE ABRIR INVESTIGAÇÃO
O Ministério Público do Trabalho também vai abrir uma apuração paralela, segundo informou o procurador do Trabalho, Eduardo Varandas. Ele disse que a denúncia é extremamente grave e tem que ser investigada, já que há indícios de que existe um desvirtuamento do projeto de ressocialização.

“Eu comuniquei ao procurador-chefe para que ele faça a distribuição para algum procurador a fim de verificar as repercussões trabalhistas da ilicitude", disse. Para Varandas, é preciso apurar se há burla às regras do Código de Processo Penal e exploração indevida do trabalho dos presos com fins eleitoreiros. “Eu nunca vi trabalho de ressocialização em campanha eleitoral”, afirmou.

'O TRABALHO LIBERTA'
O Projeto 'O Trabalho Liberta' é uma ação do governo do Estado desenvolvida pela Secretaria da Administração Penitenciária na concretização da política de humanização do Sistema Penitenciário da Paraíba. Foi criado em 1991 e regulamentado em 1996.

É um projeto que se destaca pela sua importância no processo reeducativo de cada sentenciado, buscando alternativas de solução através do trabalho, colocando-o como condição viabilizadora na preparação do reeducando ao retorno do convívio social. Tem como objetivo promover o processo de reeducação da massa carcerária, através da inserção da mão de obra prisional no mercado de trabalho de forma produtiva e remunerada, principalmente na área de serviços gerais.

Os órgãos conveniados com o programa são Cagepa, Cehap, Detran-PB, Jornal A União, Secretaria da Administração, Sudema, UEPB, IASS e Funad, dentre outros.

Os destaques do jornal Hoje em Dia


Na capa d'O Globo


Os destaques do jornal O Estado de São Paulo


A capa de hoje do Jornal da Paraíba


As manchetes de jornais brasileiros nesta terça-feira

Folha: [Empate técnico] Dilma atinge 52% e Aécio tem 48%, aponta Datafolha

GloboDilma passa Aécio, mas empate técnico continua

ExtraTráfico leva TRE a tirar de favela 60 seções de votação

ValorEconômico: TSE suspende propaganda petista que acusa Aécio de desrespeitar Dilma

Estadão: Dilma tem 52% e Aécio, 48% em empate técnico, diz pesquisa

ZeroHora: Preço de soja cai e projeta lucro menor

Estado de Minas: Aécio quer abrir guerra à inflação

CorreioBraziliense: Como o bolso influencia o voto dos brasilienses

CorreiodaBahiaEscola consulta Serasa para liberar matrículoa

DiáriodoNordeste:  Registros de queimadas no CE aumentam 63%

JornaldoCommercio: Dilma na frente, mas com empate técnico

JornaldaParaíba: Uso de detento em ação eleitoral fere legislação eleitoral

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Nosso abraço de parabéns ao amigo Antônio Filho, o 'caba' que foi ao Rio de Janeiro e conheceu um único 'ponto turístico': o Cemitério do Caju!

Na calçada do Bar de Dércio, em Cajazeiras, avistamos - ao fundo - o nosso passado saudoso: antigos Cine Éden e Jovem Clube.

Beba, Antônio, comemore...

Alexandre Trineto parabeniza a esposa, Fatinha Feitosa, pelo aniversário, hoje.


O agito do dia a dia não poderia servir de argumento para deixar de externar a admiração, respeito e, acima de tudo, o amor que há 20 anos nos mantém, com Deus como referência, unidos e com o propósito de que assim se perpetue. 

Desta forma, aproveito esta data para enaltecendo nossa cumplicidade desejar-lhe, porquanto merecedora, muita paz, saúde e felicidades, hoje e sempre. 

Feliz aniversário, Fatinha Feitosa

Marquinho Gomes, filho do nosso Pedro Gomes, é o novo Comandante Geral da Polícia Militar de Alagoas. Parabéns, amigos. Meu amigo Edilson Cavalcanti é quem nos informa.


O Comandante Geral da PM de Alagoas. O 'hómi' é bom!

Está explicado o debate tão ameno, na Record...

PAINEL
BERNARDO MELLO FRANCO

Manda brasa

Aliados de Aécio Neves querem que ele mantenha o tom agressivo do SBT nos últimos debates com Dilma Rousseff. Em reunião em São Paulo, os tucanos defenderam que o candidato repita a dose se a petista voltar a atacá-lo. "Aécio deu um cala-boca nela. Demonstrou autoridade", elogia o vice Aloysio Nunes (PSDB). "Não podemos cruzar os braços e apanhar sem bater. Ele vai para o enfrentamento até o último dia", avisa o prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM).
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Cartas na manga Aécio sugeriu a aliados que guarda um arsenal robusto contra Dilma e o PT. Segundo tucanos, a acusação de arrumar emprego público para o irmão seria "fichinha" perto do que ele ainda pode usar.

E tudo foi dito...

 A política


 Quando criança não entendia que em determinados momentos certos amigos deveriam ser evitados e outros surgiam do aparecimento de novas amizades de meu pai. A política nos mostrava que a amizade se perdia de forma cíclica como se perde os dentes na infância . 

Com o passar do tempo compreendi que não ninguém deveria interferir no sagrado santuário de uma perfeita amizade. 


A política passa e amanhã eles se unem a distância e nós ficamos mergulhados no ranço de uma magoa em detrimento de outros. A amizade é berço divino, espelho que reflete uma vida salutar, porque os gritos de alguém da nossa intimidade podem ser os meus no momento seguinte.

Torça pelos seus, mas não brigue com os seus porque o divino da vida é ter amigo e cambiar por estradas iluminadas sem se achar perdido. 

Depois da eleição, verão que a política passa e com ela alegrias e mágoas, só não passa o significado de uma grande amizade. 

Dr. Rafael Holanda 
Médico.

Pensando bem...Por que os empréstimos para Cuba e Angola são secretos?

Empréstimos secretos: manto vergonhoso
Por Alvaro Dias
GazetadoPovo

Percorri, nesses últimos anos, longo e tortuoso itinerário para quebrar a caixa-preta dos empréstimos secretos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Jamais aceitei que essas operações fossem revestidas de sigilo em ostensivo desrespeito à Constituição, que impõe a transparência e a publicidade nos atos da administração pública.

Em audiência realizada na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado, indaguei ao presidente do banco de fomento sobre esses empréstimos, tais como os prazos de liberação de recursos e pagamento da dívida pelos países; os juros e a correção contratados; e se a operação contou com recursos do Tesouro Nacional, fazendo com que o contribuinte brasileiro financie diretamente a construção do Porto de Mariel, em Cuba. As respostas oferecidas por Luciano Coutinho reforçaram a necessidade de discussão, pelo Senado, do projeto que apresentei para extinguir o sigilo bancário nas operações de crédito e empréstimos feitos por instituições oficiais brasileiras, como o BNDES, para outros países. O projeto, que altera o artigo 1.º da Lei Complementar 105, foi motivado pelas manifestações de indignação recebidas por meu gabinete parlamentar de inúmeros setores da sociedade. Infelizmente, quando esteve para ser votado na Comissão de Relações Exteriores, foi retirado de pauta por orientação do governo. É inaceitável que a base de sustentação do governo no Senado barre a aprovação desse projeto, pois o povo brasileiro tem o direito de saber para onde vai seu dinheiro, oriundo dos impostos pagos com tanto sacrifício, de forma direta e indireta.

Inicialmente, recorri à Lei de Acesso à Informação para obter explicações do governo Dilma que justificassem o sigilo nos empréstimos a países estrangeiros. A reposta foi pífia e não explicou o porquê da necessidade de esses empréstimos possuírem a tarja de secretos.

Diante da insensatez que tornou secretos, até 2027, os documentos que tratam de financiamentos do Brasil aos governos de Cuba e de Angola, não nos restou outro caminho senão recorrer ao Poder Judiciário, com o objetivo de resgatar nossa prerrogativa institucional e republicana de fiscalização dos atos do Poder Executivo, bem como de preservar o primado da publicidade administrativa.

Nesse contexto, ajuizei mandado de segurança, entregue pessoalmente ao então presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Joaquim Barbosa, contra a concessão dos empréstimos secretos. É direito líquido e certo de qualquer parlamentar promover atos de fiscalização, com base em prerrogativa constitucional da Casa a que pertença.

Exigimos, então, a divulgação de todas as informações sobre as operações de crédito, tendo o presidente do Supremo designado como relator o ministro Luiz Fux, que, por sua vez, intimou a Procuradoria-Geral da República, a Presidência da República e os ministros da área a se justificarem. Ainda estamos aguardando a decisão do ministro Fux sobre o mandado que apresentamos no início desse ano. É inaceitável manter os empréstimos sob o vergonhoso manto do sigilo, quando o contribuinte sofre cada vez mais com a precária infraestrutura brasileira.

Alvaro Dias é senador (PSDB-PR) e foi, em termos proporcionais, o senador mais votado da História do Brasil.
CláudioHumberto

Pesquisas mostram que os ataques do ministro Gilberto Carvalho à memória de Eduardo Campos, em sua última visita a Pernambuco, ofenderam a família, aliados e… eleitores. Dilma descobrirá no dia 26.


O grande jurista e tributarista mineiro, Sacha Calmon, expõe o seu estado de espírito na eleição brasileira

O segundo turno
SACHA CALMON
CORREIO BRAZILIENSE


Rui Barbosa, diplomata, jurista, professor, escritor, deputado provincial até 1878, deputado nacional de 1878 a 1884, senador de 1890 a 1921 (Primeira República) disse, certa feita, uma frase que coincide com o meu estado de espírito:  
Rui Barbosa
"Tenho vergonha de mim pela passividade em ouvir, sem despejar meu verbo, a tantas desculpas ditadas pelo orgulho e a vaidade, a tanta falta de humildade para reconhecer um erro cometido, a tantos "floreios" para justificar atos criminosos. Tenho vergonha de mim, pois faço parte de um povo que não reconheço, enveredando por caminhos que não quero percorrer. Tenho vergonha da minha impotência, da minha falta de garra, das minhas desilusões e do meu cansaço. Não tenho para onde ir, pois amo este meu chão, vibro ao ouvir meu Hino e jamais usei a minha Bandeira para enxugar o meu suor ou enrolar meu corpo na pecaminosa manifestação de nacionalidade. Ao lado da vergonha de mim, tenho tanta pena de ti, povo brasileiro!".

Espero, entre descrente e esperançoso, que o PT seja vencido e que seus próceres sejam, civil e criminalmente, responsabilizados pelos crimes contra o patrimônio das empresas estatais, em prejuízo dos acionistas particulares (minoritários), especialmente na Petrobras e na Eletrobras, como recomenda a Constituição e as leis do Estado Democrático de Direito, que o PT tentou erradicar durante três mandatos presidenciais, sem êxito, em face da resistência dos democratas.

Não entendi como o eleitorado mineiro pôde votar em Dilma em detrimento de Aécio - ela tão ingrata para com Minas. A novidade é que o PT tornou o governo o grande coronel dos grotões (coronelismo de Estado). Aécio quer, por lei, transformar o Bolsa Família em política de Estado e não de governo. Neves e Anastásia, por 12 anos, nos governaram com ética e competência. Se não votarmos em massa no segundo turno, não vejo como evitar a derrota da esperança no porvir da nação que esses mineiros representam, a exemplo de São Paulo, estado desenvolvido, no qual Aécio teve o dobro dos votos do PT.

O programa da Dilma contempla três pontos comunizantes inspirados pelo foro de São Paulo, criado por Lula, Fidel Castro e partidos comunistas da América Latina. Primeiro querem mudar a Constituição, para introduzir consultas populares e plebiscitos liberticidas, enfiando os "movimentos sociais" na estrutura do Estado. Foi assim que Chávez tornou a Venezuela uma ditadura.

Depois, querem mudar o sistema jurídico diminuindo-lhe o alcance (o chamado efeito Joaquim Barbosa). As invasões das propriedades alheias, urbanas e rurais, não mais desafiarão os interditos possessórios, especialmente o de reintegração de posse, sem a oitiva prévia dos "movimentos sociais" (coletivização violenta da propriedade privada).

Por último, o programa do PT subscrito por Dilma propõe o controle popular dos meios de comunicação e impede as tevês, rádios e jornais de se auto-organizarem, como ocorre entre os povos democráticos. Querem influir nos "conteúdos" e na autonomia privada. Foi assim que Cristina Kirchner "fatiou" o jornal Clarín e Hugo Chávez confiscou meios de comunicação na Venezuela.

Comunista por formação, Dilma se apossou da Petrobras, dos Correios, da Eletrobras, do Banco do Brasil, da Caixa Econômica, do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, e até do Banco Central, em prol dos desígnios do seu partido, mesmo após o supremo tribunal Federal ter condenado a cúpula do PT (os meios justificam os fins como preconizava Lenin). No plano econômico, foi o pior governo, desde 1930 (inflação alta, crescimento de 0,3%, dívida crescendo, falta de confiança dos investidores). A sua campanha é feita de mentiras e ataques pessoais, à moda de Stalin.

Milhares de militantes do PT estão atuando no Nordeste e nas periferias, plantando o ódio e a luta de classes na versão dos "ricos neoliberais" contra "os pobres desprotegidos". Estão com medo de irem parar nos tribunais, pelos crimes de lesa-pátria e, por isso, levam ao máximo a tática da luta de classes, amedrontando os eleitores para manterem o poder.

O preço da liberdade é a eterna vigilância. O ditado supérfluo noutras plagas é válido no Brasil. Fosse o país uma democracia plena, a presidente já estaria impedida de concorrer, e investigada como presidente do Conselho de Administração da Petrobras, pela inacreditável roubalheira ali estabelecida por longos e lustrosos anos. Terá sido incompetente ou conivente.

Votemos por novos tempos, maiores liberdades e progresso econômico, em prol de todos os brasileiros, em ambiente democrático, com segurança jurídica!

Na Coluna Painel da Folha de São Paulo: o modo como o governo (que é 'dono' da Polícia Federal que investiga) atua...

Que momento 

O Planalto está irritado com o presidente da CPI da Petrobras, Vital do Rêgo (PMDB-PB). O senador marcou depoimento de um diretor da estatal para esta quarta-feira, a quatro dias do segundo turno. O governo quer adiar a sessão.

A primeira página do jornal O Estado de Minas


Na capa do jornal Lance! 'Bóra', Fogão, tira o pé do atoleiro!


Os destaques do jornal O Estado de São Paulo


A capa do jornal Correio Braziliense


As manchetes de jornais brasileiros nesta segunda-feira

Folha: Em debate Aécio e Dilma desistem de ataques pessoais

GloboCaso Petrobrás é destaque em debate sem ofensas

ExtraVila Olímpica vira área de lazer do tráfico da Pedreira

ValorEconômico: Brasil se isola com tarifas de importação mais altas

Estadão: Petrobrás e gestão marcam debate sem ataques pessoais

ZeroHora: Sartori foca em propostas, Tarso aposta nos debates

Estado de Minas: Mais propostas, menos ataques e...a Petrobrás

CorreioBraziliense: Dilma e Aécio baixam temperatura de debate

CorreiodaBahia[Time do Vitória] Um leão abatido

DiáriodoNordeste:  Camilo e Eunício miram cidades onde perderam

JornaldoCommercio: Aécio e Dilma em debate civilizado

JornaldaParaíba: Cássio e Ricardo focam acusações e falam pouco de propostas na TV Correio

domingo, 19 de outubro de 2014

Hoje, Garrincha - o símbolo maior do Botafogo do Rio - faria 81 anos de idade. Nossa homenagem. Nossa lembrança.



João Pedro, o neto do nosso João Jaime, levou Cajazeiras ao candidato Aécio Neves, em João Pessoa.


A foto não ficou tão boa, mas tive a honra de apertar a mão do futuro Presidente da República!

Será estratégia para o debate de logo mais?

Dilma já enxergou desvios, falta ver suas culpas
Josias de Souza



No caso da roubalheira na Petrobras, Dilma Rousseff mudou de fase. Evoluiu do estágio do “eu não sabia” para a etapa do reconhecimento de que os cofres da maior estatal brasileira foram arrombados. “Eu farei todo o meu possível para ressarcir o país”, disse ela. “Se houve desvio de dinheiro público, nós queremos ele de volta. Se houve, não. Houve, viu?”

Bom, muito bom, ótimo! Agora só falta Dilma reconhecer que a corrupção é igual aos esportes coletivos. É como o futebol. Ou o vôlei. O sujeito pode ser supertalentoso, mas não marca gol, não faz o ponto sozinho. Tem toda uma engrenagem por trás do lance: a agremiação, o preparador físico, o massagista, o técnico e, mais importante, o time em ação, armando toda a jogada que resultará no chute ou na cortada indefensáveis.

Na corrupção é igualzinho. O governo se autodefine como “de coalizão”, reparte até as diretorias da Petrobras com os pseudoaliados, esquece as mais elementares noções de recato, confunde a atividade pública com a privada… Enfim, arma toda a jogada. O corrupto apenas pratica a corrupção.

Assim como Lula não teve culpa no mensalão que a bancada da Papuda organizou sob suas barbas, Dilma não tem nada a ver com o óleo derramado embaixo do seu nariz. Ela era ministra e presidia o Conselho de Administração da Petrobras quando o governo levou a estatal ao balcão. Mas não teve nada a ver com isso. Empossada no Planalto, manteve o hoje delator Paulo Roberto Costa no comando de bilionários contratos por mais um ano e quatro meses. Mas não tem nada a ver com os 3% de propina, dos quais 2% pingaram na caixa registradora do PT.

Se perguntarem a Dilma quem são os responsáveis pelos roubos, ela dirá: os outros. Grande time esse: os outros. Tida como durona e centralizadora, a presidenta fala do grande flagelo da política nacional como se fosse 100% feito por outros. Os responsáveis por tudo são seres impalpáveis. Podem ser os despudorados do PT, os desclassificados do PMDB, os desavergonhados do PT, até os espertalhões do PSDB talvez… Todos, menos a dona da caneta, menos a senhora do Diário Oficial. Fica boiando na atmosfera quente e seca de Brasília uma indagação intrigante: que foi feito dos espelhos do Palácio da Alvorada?
Brasil é o terceiro país com maior dívida externa, atrás da Espanha e EUA

FMI alerta ainda para a necessidade de países reduzirem sua dependência do exterior

Texto sugerido por Gabriel Galvão

Madri / São Paulo 

A diretora do FMI, Christine Lagarde. / EFE

O Brasil saltou da sexta para a terceira posição na lista dos países com o maior volume de dívida junto a credores estrangeiros, apontou relatório divulgado nesta terça-feira pelo Fundo Monetário Internacional (FMI). O país ficou atrás apenas da Espanha, segundo mais endividado, e dos Estados Unidos, que lidera o ranking. De acordo com os dados do FMI publicados pelo jornal O Globo, a dívida externa brasileira total atingiu 750 bilhões de dólares (o equivalente a 1,8 trilhão de reais), ou 33,4% do Produto Interno Bruto (1,01% do PIB global). O órgão observou ainda que o governo brasileiro deve agir com rapidez para reduzir o prejuízo.

No topo da lista figura os Estados Unidos. A dívida externa norte-americana é a mais alta do mundo, chegando a 5,5 trilhões de dólares no fim de 2013, enquanto a Espanha deve 1,4 trilhão de dólares. Mas há uma diferença de peso entre o primeiro e o segundo casos: para os Estados Unidos, esses créditos externos representam 34% de seu Produto Interno Bruto, enquanto para os espanhóis, a dívida equivale a 103% de sua economia. Os números vêm do capítulo 4 do novo relatório global de previsões que o FMI, no qual o órgão alerta sobre a necessidade de continuar reduzindo esse tipo de desequilíbrio.

“Os riscos sistêmicos derivados dos desequilíbrios globais diminuíram, mas reduzir os empréstimos externos nas economias credoras requer melhoras nas balanças correntes e um crescimento mais forte”, afirma o FMI. Mas essa necessidade de atingir uma expansão econômica mais equilibrada (nem muito apoiada na demanda externa, nem demasiadamente dependente da interna) não afeta só os países mais deficitários, mas também aqueles que têm “margem graças a seus potentes superávits”, adverte o organismo, na semana anterior à sua reunião anual.

O Fundo incentivou a Alemanha, que faz parte desse grupo, a impulsionar seus investimentos para animar a economia, mas não teve muito êxito.

Na lista dos maiores credores do mundo figuram o Japão (3 trilhões de dólares) e a China (1,6 trilhões de dólares). Esta, em 2006, antes da grande tormenta financeira, ocupava a sétima posição na mesma classificação. A Alemanha, que era o segundo maior naquele ano, encerrou 2013 como o terceiro grande credor mundial, com 1,6 trilhões de dólares emprestados a outros países.

João Robson e Carlos Doido de Daniel Seresteiro estão em Brasília daquele jeito: "um copo de cerveja, uma música e a saudade dos amigos". Para eles, lindas músicas de Noite Ilustrada.'Ienchi o copo, Bebelo!'




Que rufem os tambores! O PT - finalmente - autoriza a existência da realidade! A ordem partiu de Dilma Wittgenstein.

Dilma admite desvio na Petrobras e diz que busca ressarcimento ao país

'Se houve desvio, queremos de volta. Se houve, não. Houve, viu?', disse.

Ex-diretor da Petrobras preso na Operação Lava-Jato fez delação premiada.

Alexandro Martello
Do G1, em Brasília

Dilma Rousseff, candidata à reeleição pelo PT, concede entrevista no Palácio da Alvorada, em Brasília (Foto: Ed Ferreira/Estadão Conteúdo)

A presidente Dilma Rousseff afirmou neste sábado (18) que houve desvio de recursos públicos da Petrobras. A candidata à reeleição pelo PT disse ainda que tomará "todas as medidas para ressarcir tudo e todos".


"Agora ninguém sabe hoje ainda o que deve ser ressarcido. A chamada delação premiada, onde tem todos os dados mais importantes, não foi entregue a nós. Eu até pedi, como vocês sabem. Pedi tanto para o Ministério Público quanto para o ministro do Supremo [Tribunal Federal], Teori Zavascki. Ambos disseram que ainda estava sob sigilo. Agora ressarcir, eu farei todo o meu possível para ressarcir o país. Se houve desvio de dinheiro publico, nós queremos ele de volta. Se houve [desvio], não. Houve, viu?", declarou Dilma Rousseff.

Questionada sobre a inclusão pelo ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa do nome do ex-presidente do PSDB Sérgio Guerra (morto neste ano) entre políticos que receberam dinheiro desviado da Petrobras, a presidente Dilma afirmou que não acha que ninguém no Brasil tenha "primazia da bandeira da ética".

"O retrospecto do PSDB não lhe dá essa condição. Quem cometeu crime, delito ou malfeito deve pagar por isso. Ninguém está acima de suspeita no Brasil. Quem não cumprir princípios éticos com dinheiro publico, devem pagar por isso. É interessante notar que os vazamentos seletivos acontecem para todos os lados. Isso não é bom. Não vou comemorar nada. O pau que bate em Chico também bate em Francisco. Essa é uma lei", afirmou a candidata do PT.

Durante debate na TV nesta semana, Dilma já havido feito uma pergunta a Aécio sobre a denúncia de que o ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa, em depoimento ao Ministério Público, havia afirmado que deu propina ao ex-presidente do PSDB para esvaziar uma Comissão Parlamentar de Inquérito destinada a investigar a Petrobras em 2009.

Na resposta, Aécio disse que, pela primeira vez, a presidente reconhecia denúncias de Paulo Roberto Costa, que fez acordo de delação premiada e, em troca de prisão domiciliar, passou a colaborar com a Justiça nas investigações sobre corrupção na Petrobras. "Se a senhora não tem receio, por que seu partido impediu que o senhor Vaccari fosse à CPI"?, disse Aécio, referindo-se ao tesoureiro do PT, que, segundo depoimentos de Costa, também se beneficiou de propinas de contratos.

Dilma Rousseff declarou que, daqui para frente, a não ser que seja informada pelo Ministério Público ou pelo juiz, não tem medida nenhuma a tomar. "Não sei se vocês sabem, mas não é o presidente quem processa. Quem processa são os órgãos, como o Ministério Público, e quem julga é o juiz", afirmou.
O doleiro e o tesoureiro do PT

Dono do cofre petista, João Vaccari Neto intermediou operações para Alberto Youssef que desviaram R$ 500 milhões do fundo de pensão da Petrobras

Claudio Dantas Sequeira 
(claudiodantas@istoe.com.br)
IstoÉ
Na semana passada, o tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, foi identificado na engrenagem da corrupção que desviou bilhões da Petrobras. Agora surge o elo do comandante das finanças petistas com o doleiro Alberto Youssef na Fundação Petros, o fundo de pensão dos funcionários da Petrobras. A Polícia Federal concluiu, nos últimos dias, a investigação sobre uma operação que causou prejuízo de R$ 13,9 milhões ao fundo. Mas o valor desviado nesta e em outras operações pode chegar a R$ 500 milhões, segundo os investigadores. No computador de Youssef, a PF encontrou uma pasta com 12 arquivos referentes a negócios do doleiro com a Petros. Quem teria intermediado a operação com ajuda de dois diretores indicados pelo PT para o fundo foi Vaccari. Um deles seria Luiz Carlos Fernandes Afonso, que chegou a presidir a entidade entre 2011 e 2014.
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Segundo a PF, João Vaccari (abaixo) contou com a ajuda de diretores indicados pelo PT para operar para o doleiro Youssef (acima)
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Além deles, a PF registra a participação de um político “de grande influência” no governo. Ele teria conseguido no Ministério da Fazenda a liberação de um seguro necessário ao investimento. Segundo o advogado Carlos Alberto Costa, espécie de testa de ferro de Youssef, o recurso foi desviado para “pagamento de propina” aos funcionários da Petros. Costa já havia denunciado o caso à PF em agosto e depois detalhou o caso em depoimento ao juiz federal Sérgio Moro. Agora, os investigadores cruzaram as declarações com documentos do computador do doleiro e relatórios de movimentação financeira das empresas usadas pelo grupo. Confirmaram, por exemplo, que a Petros foi induzida a investir num negócio que se sabia irregular.
Os quase R$ 14 milhões foram usados na compra de uma cédula bancária emitida pelo Banco Banif Primus como antecipação de recebíveis de um contrato de venda de ferro-gusa, firmado entre a Indústria Metais do Vale (IMV) e a siderúrgica Barra Mansa. Ocorre que a IMV era uma empresa falida. Para habilitá-la como investimento seguro ao segundo maior fundo de pensão do País, Youssef e o deputado José Janene (morto em 2010) iniciaram um plano de recuperação judicial, injetaram nela R$ 4 milhões por meio da CSA Project Finance e entregaram o projeto na mão de Claudio Mente, empresário muito amigo de Vaccari.
O tesoureiro do PT acionou o então diretor financeiro da Petros Luis Carlos Fernandes Afonso e o gerente de novos projetos Humberto Pires Grault. “Emitiram nota através de outras empresas e o recurso foi desviado para pagamento de propina para os funcionários da Petros”, disse Costa à Justiça. Afonso foi nomeado diretor em 2003. Ele tem longa ficha de serviços prestados ao PT, tendo sido secretário de Finanças do ex-prefeito de Santo André Celso Daniel, assassinado em 2002.
Grault, apadrinhado pela cúpula partidária, já passou por vários fundos de pensão e conselhos de empresas controladas. Da Petros, ele foi para a Funcef, nomeado como gerente na diretoria de participações, chefiada por Carlos Borges. Foi Borges quem recebeu Youssef em março deste ano, numa reunião privada, a pedido do deputado André Vargas, para apresentar uma “proposta de investimento”. Tanto Afonso como Grault respondem por denúncias de improbidade.
No depoimento à Justiça, Carlos Costa alerta que a negociata com a IMV em 2006 foi apenas “a primeira operação”. Muitas outras vieram. A próxima suspeita na lista da PF é a barragem de Apertadinho, na qual a Petros colocou R$ 62,4 milhões em troca de cédulas de crédito bancário. Como se sabe, a barragem – construída pela empreiteira Schain e EIT – desmoronou e o dinheiro virou pó.
CláudioHumberto

A pesquisa IstoÉ/Sensus desta sexta (17) acionou todos os alarmes na campanha do PT: Aécio (PSDB) abriu 12,8 pontos, com 56,4% dos votos válidos, contra 43,6% de Dilma. 

Os petistas sabem que o Sensus foi o único grande instituto a prever que Aécio chegaria ao 2º turno.

A capa da Veja


YOUSSEF CONFESSA: PROPINA DO PETROLÃO FINANCIOU CAMPANHA DE DILMA. É O MAR DE LAMA!

Quando assinou seu acordo de delação premiada, o doleiro Alberto Youssef prometeu entregar aos investigadores da Operação Lava Jato informações que iriam “chocar o país”
Reportagem de VEJA revela que, na semana passada, ele cumpriu a promessa: contou que a campanha de 2010 de Dilma Rousseff foi em parte financiada com dinheiro desviado da Petrobras, listou 28 parlamentares que se serviam das propinas e expôs as entranhas do que chamou de “mensalão dois”. Nas bancas e para assinantes.
Reinaldo Azevedo