segunda-feira, 15 de setembro de 2014

As manchetes de jornais brasileiros nesta segunda-feira

Folha: País registra recorde de empresas inadimplentes

Globo: Economia fraca faz calote a FGTS subir 42%

Extra: Guerra do tráfico cancela ensaio da Mangueira mesmo com UPP

ValorEconômico: Receita da Bovespa dispara com turbulências eleitorais

Estadão: Doação eleitoral soma R$ 1 bi; metade vem de 19 empresas

ZeroHora: Base parlamentar desafia candidatos

Estado de Minas: Após explosão, poeira e transtorno

CorreioBraziliense: Votos de Arruda são patrimônio sem dono

CorreiodaBahia: Respira, Tricolor

DiáriodoNordeste:  Fortaleza fica sem rede de proteção social para crianças

DiáriodePernambuco: Disputa acirrada no estado

domingo, 14 de setembro de 2014

Na Revista Isto É.

Mensalão da Petrobras

O ex-diretor da estatal Paulo Roberto Costa entrega à Polícia Federal detalhes e nomes de políticos da base aliada do governo envolvidos naquele que pode ser o maior escândalo de corrupção da história da República

Na noite de sexta-feira 5, a presidenta Dilma Rousseff e o ministro da Casa Civil, Aloizio Mercadante, convocaram uma reunião emergencial no Palácio da Alvorada, em Brasília. O encontro, em clima de elevadíssima tensão, destinou-se a discutir o depoimento à Polícia Federal do ex-diretor de Abastecimento e Refino da Petrobras, Paulo Roberto Costa, considerado o principal arquivo-vivo da República e detentor dos segredos da maior estatal do País sob o jugo petista. Há poucas semanas, Costa dizia que não haveria eleições neste ano se ele revelasse tudo o que sabe. Desde a sexta-feira 29, ele começou a cumprir sua ameaça. O teor das revelações, vazadas até agora, em regime de delação premiada é nitroglicerina pura. Tão bombástico que um assessor palaciano definiu assim o estado de espírito dos petistas reunidos no Alvorada: “Estão todos atônitos. A crise é séria”, afirmou. O depoimento de Paulo Roberto Costa evidencia a existência de caixa dois de campanha no financiamento de políticos aliados do governo Dilma.
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O DELATOR
Paulo Roberto Costa começou a depor no dia 29 na PF,
em sessões que duraram até quatro horas
Segundo Costa, o PT e seus aliados montaram uma espécie de mensalão 2.0 na Petrobras. O dinheiro desviado, segundo ele, irrigava as contas de governadores, 12 senadores, do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), e o da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN) e pelo menos mais 50 deputados integrantes do PMDB, PP e PT, partidos da base de apoio à presidenta Dilma Rousseff no Congresso. Também foi citado por Costa o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão. Participariam do esquema os senadores Fernando Collor (PRB-AL), José Sarney (PMDB-AP) e a governadora do Maranhão, Roseana Sarney. O deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP), um dos pontas de lança do movimento “Volta,Lula” no Congresso, também teria sido mencionado pelo ex-diretor da Petrobras. “Todo dia tinha político batendo na minha porta”, afirmou Paulo Roberto Costa na delação premiada, com a intenção de dar a dimensão do estreito relacionamento com grandes empreiteiras e parlamentares de diversos matizes. Os políticos receberiam, segundo Costa, 3% do valor dos contratos da Petrobras exatamente no período em que ele comandava o setor de distribuição da estatal, entre 2004 e 2012. Ainda em seu depoimento, Paulo Roberto Costa reconheceu pela primeira vez que as empreiteiras contratadas pela Petrobras eram obrigadas a fazer doações para um caixa paralelo que abasteceria partidos e políticos que apóiam Dilma. Haveria, de acordo com ele, um “cartel de empreiteiras” em todas as áreas da estatal. O ex-diretor da Petrobras ainda mencionou uma conta de um operador do PMDB em um banco europeu. Por causa da citação aos políticos, que detém foro privilegiado, os depoimentos serão enviados à Procuradoria Geral da República. Mas os procuradores afirmam que só irão receber a papelada ao término da delação. A expectativa é de que novos nomes de políticos possam aparecer.
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CORRUPÇÃO
Na sede da Petrobras, Costa diz que recebia pedidos
diários de políticos e donos de empreiteiras
A rede de corrupção na Petrobras era ampla. Os desvios envolveriam desde o funcionário do terceiro escalão até pesos pesados da cúpula da empresa, durante a gestão de Paulo Roberto Costa na diretoria de Abastecimento. Não se sabe ainda o montante do desvio, mas só na construção da refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco, que custou R$ 40 bilhões e foi a obra mais cara da Petrobras tocada por Costa, o esquema criminoso movimentou pelo menos R$ 1 bilhão, o que já faz deste o maior escândalo da República recente. Segundo a Polícia Federal, os contratos eram superfaturados e o sobrepreço era repassado pelas empreiteiras ao doleiro Alberto Youssef. Ao doleiro, ainda de acordo com a PF, cabia a distribuição do suborno aos políticos.
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Potencialmente devastador, o conteúdo dos depoimentos pode até alterar novamente o rumo das eleições presidenciais. Com viagem marcada para o Rio de Janeiro na sexta-feira 5, o ministro da Secretaria de Comunicação Social da Presidência (Secom), Thomas Traumann, teve de permanecer em Brasília, a pedido da presidenta Dilma, para pilotar o desenrolar da crise. Dilma se preparava para um comício eleitoral em Porto Alegre. Diante do novo quadro, voou às pressas para Brasília. Também participou do encontro no Alvorada o ministro da Justiça, José Eduardo Cardoso. Na reunião, ficou acertado que o Planalto entraria em contato com integrantes da base de sustentação de Dilma para que afinassem o discurso que seria adotado no fim de semana para rebater as acusações. Dentro dessa estratégia, o vice-presidente da República, Michel Temer reuniu-se com lideranças do PMDB de diversos estados, em São Paulo, na noite de sexta-feira 5. O temor no governo é o potencial do abalo na campanha eleitoral de Dilma faltando menos de um mês para as eleições. Os beneficiários diretos seriam, obviamente, a candidata do PSB, Marina Silva, e o do PSDB, Aécio Neves. A preocupação do Planalto é de que a eleição seja liquidada no primeiro turno ou que Dilma seja alijada da segunda etapa da disputa presidencial.
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ACUSADOS
Os presidentes da Câmara, Henrique Alves (acima), e do Senado,
Renan Calheiros (abaixo) estão entre os parlamentares
citados por Paulo Roberto Costa
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Segundo a PF, os depoimentos de Paulo Roberto Costa foram longos. No primeiro dia, sexta-feira 29, a delação teria durado quatro horas. “Estou exausto, mas aliviado”, teria dito Costa a um advogado do Paraná. As falas do ex-executivo da Petrobras foram todas filmadas numa sala da Custódia da PF em Curitiba. No final de cada dia, os depoimentos são lacrados, criptografados pelo Ministério Público Federal e remetidos à Procuradoria Geral da República.
O depoimento de Paulo Roberto evidencia a existência de caixa dois de campanha
no financiamento de políticos aliados do governo Dilma

Alvo da Operação Lava Jato, Paulo Roberto Costa resolveu abrir o bico porque estava desesperado com a possibilidade de ser condenado a mais de 30 anos de prisão. O estopim foi a decisão de PF de promover buscas e apreensões em empresas de suas filhas, de seus genros e de um amigo dele no Rio de Janeiro. Numa das empresas alvo da devassa, os agentes da Polícia Federal identificaram indícios fortes de que o ex-diretor da Petrobras teria mais contas abertas fora do País. Há três meses, a Suíça transmitiu às autoridades brasileiras que Costa e seus parentes possuíam US$ 23 milhões em contas secretas naquele país. Essa foi uma das razões que levou o juiz Sérgio Moro a decretar em 11 de junho a prisão do ex-diretor da Petrobras.
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O DOLEIRO
Alberto Youssef, preso, era o encarregado de distribuir a propina para políticos
Um dos negócios mencionados por Costa envolvendo Renan Calheiros é a combinação feita com o doleiro Alberto Yousseff para que o Postalis, fundo de pensão dos Correios, comprasse R$ 50 milhões em debêntures emitidos pela agência Marsan Viagens e Turismo. Yousseff, segundo investigação da PF, era um dos investidores dessa agência. O doleiro teria encontrado Renan em Brasília, em março deste ano, para tratar da comissão que caberia ao PMDB no negócio. A transação, porém, não teria ocorrido por causa da inesperada prisão da dupla Yousseff e Paulo Roberto Costa. Mas o esquema estava armado. O fundo de pensão Postalis é controlado por PMDB e PT desde o início do governo petista. Um notório apadrinhado de Renan, o presidente da Transpetro, Sérgio Machado, também mantinha estreita relação com Paulo Roberto Costa, segundo as investigações da PF. O nome de Machado aparecia por quatro vezes em anotações na agenda do ex-executivo da estatal. Próximo ao número de celular do presidente da Transpetro, aparecia uma menção a “curso c/Sérgio Machado, 5%”, ao lado do valor R$ 5 mil e da inscrição “dois meses”.
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NO MINISTÉRIO
O ex-diretor da Petrobras envolve também o ministro
das Minas e Energia, Edison Lobão
Reportagem de ISTOÉ havia antecipado em abril deste ano que o esquema de Yousseff e Paulo Roberto Costa operava nos Correios. O elo entre o doleiro e a estatal seria a JN Rent a Car, cujo nome fantasia é Renacar. Esta empresa de aluguel de carros, sediada em Londrina (PR) e pouco conhecida no mercado, embolsou, em oito anos, mais de R$ 77,5 milhões em contratos com os Correios. No inquérito da PF, a JN aparece fazendo transações financeiras com a MO Consultoria, do doleiro Youssef. De 2005 até 2013, a locadora de veículos multiplicou seus ganhos nos Correios em até 20 vezes, com a ampliação e renovação automática de contratos que receberam nada menos que dez aditivos. O proprietário da JN Rent a Car é uma figura conhecida do meio político e policial: trata-se de Assad Jannani, irmão e um dos testas de ferro do ex-deputado José Janene (PP), réu do mensalão que morreu em 2010 de enfarte e que era um dos parlamentares mais próximos de Youssef. Agora, um novo elo com a estatal é confirmado, desta vez por intermédio de Renan.
Segundo o ex-diretor da Petrobras, havia um cartel de empreiteiras em
todas as áreas da estatal. Elas utilizavam um operador do
PMDB que tinha uma conta num banco europeu
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CAMPANHA
Dilma com Lula e Lobão nos tempos em que era ministra:
escândalo deve virar arma da oposição contra a presidenta
Paulo Roberto Costa entrou na Petrobras em 2003 pelas mãos do ex-presidente Lula. Paulinho, como era conhecido, era considerado uma das pessoas mais próximas do ex-presidente da estatal José Sérgio Gabrielli. Delação premiada ou colaboração com a Justiça é a figura jurídica que prevê a redução de pena quando um réu fornece informações que possam esclarecer outros crimes. O acordo de Paulo Roberto Costa com a PF prevê que ele seja colocado em liberdade tão logo encerre os depoimentos. O trato precisa ser chancelado pelo Supremo Tribunal Federal, em processo que tem como relator o ministro Teori Zavaski. Confirmado o acerto, depois de solto, ele ficará um ano, em sua casa no Rio de Janeiro, usando uma tornozeleira eletrônica, sem pode sair para a rua. Até duas semanas atrás, o ex-executivo reclamava que estava sendo submetido a regime disciplinar muito rigoroso nas dependência da PF em Curitiba. Depois que começou a fazer suas revelações, o tratamento ficou mais brando. 
O doleiro Youssef teria um encontro com Renan Calheiros
para tratar de uma negociação nos correios
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PT ATINGIDO
Deputado Cândido Vacarezza teria sido um dos beneficiários
do esquema de corrupção na Petrobras

Para não esquecermos do grande Jairo Palmeira, o Astro!

A boa saudade


Por Juscelino Palmeira

Dita,

Me mandaram essa foto, acima, e já te enviei com o coração cheio de saudades.

É do meu irmão Jairo Palmeira, a mais bela voz da Paraíba, já falecido. Na foto, sua esposa Vera Furtado e os filhos Talibe e Tanabi.

Não sei o ano da foto, mas ele faleceu em 25.06.90. Morava em Camaçarí-BA, e era funcionário público municipal. 

Um abraço, amigo Dirceu.
************
Para você, Juscelino, e toda a família Palmeira e amigos: vamos ouvir a música que mais marcou a vida de Jairo Palmeira (aqui, com Jorge Goulart). Acho que eu vi Jairo cantando no Cine Éden, em Cajazeiras. Inesquecível!




Jezebel!
Jezebel!
A dor que trago em meu peito, 
A luz que brilha em minh'alma 
Jezebel, 
Jezebel és tu. 
A mágoa é um prazer 
Jezebel, oh! Jezebel 
Amar é viver. 
Eu posso nunca enfrentar
E ao inferno chegar 
Assim é o amor que eu tenho por ti Jezebel, 
Só por ti, mais ninguém. 
A dor que trago em meu peito, 
A luz que brilha em minh'alma, 
Jezebel, Jezebel és tu.
Melodias que me vêm do céu
Me acalma o coração
E eu escuto assim, com emoção, 
Amor, 
A ternura que então me invade, 
Desperta a minha saudade e a recordação 
Minha obsessão,
Seu nome Jezebel, 
E louco de amor, vibrante de paixão, 
Eu sonho, eu sonho com a vida feliz que terei contigo. 
Se puder te encontrar
Na minha alucinação, na noite, na amplidão 
Gritarei sem cessar, 
Onde estás, onde estás, Jezebel?
Jezebel!

Nosso abraço de parabéns para Lúcia, esposa do meu amigo Milson Gomes.


Petrobrás e Mensalão: tudo a ver!


Nem dinheiro?

Sugestão de Marcos Pires

Gladys Knigth & The Pips e uma das mais lindas músicas do meu apreço: Neither One Of Us (Wanst do be the first to say goodbye)

Uma lindíssima mulher de 31 anos e 1,85 m. Sheilla ainda precisava jogar tanto voleibol?!

 





Marina Silva, ontem, em João Pessoa


Marina Silva rebate críticas de adversários e garante manter programas sociais do governo federal 

Da Redação com G1 PB

Em visita de campanha na Paraíba, a candidata do PSB à Presidência da República, Marina Silva, participou neste sábado (13) de um comício no Parque do Povo, em Campina Grande. Ao lado do candidato à reeleição ao governo do estado, Ricardo Coutinho (PSB), ela rebateu as críticas que tem recebido dos adversários e garantiu manter os programas sociais do governo federal, como o Bolsa Família e 'Minha Casa, Minha Vida'.

Marina Silva subiu ao palanque montado no Parque do Povo com 1h30 de atraso, acompanhada do vice, Beto Albuquerque. No início do discurso, ela lembrou a data de um mês da morte do ex-candidato do partido à Presidência, Eduardo Campos, e respondeu as críticas que tem recebido dos adversários a respeito das alianças que tem feito.

“Nós estamos fazendo o debate e estamos pedindo que parem com o embate, que apresentem seus planos de governo. Vamos corrigir o erro da corrupção e da indicação política de incompetentes que estão destruindo o Brasil”, disse Marina Silva.

Além de garantir a permanência dos programas sociais já existentes, a candidata do PSB declarou ainda que vai retomar as obras de transposição do Rio São Francisco. “Vamos concluir e fazer a revitalização do Rio São Francisco. Nós vamos usar corretamente os recursos e ainda recuperando o 'velho Chico', porque o programa de revitalização do São Francisco foi concebido durante a minha gestão”, lembrou.

A candidata do PSB chegou em João Pessoa por volta das 18h e concedeu uma entrevista coletiva no Hospital Padre Zé. Ainda esta noite, a presidenciável participará de um comício no Mercado Público do bairro de Mangabeira, também na capital.

Josias de Souza


Notícia veiculada na última edição da revista IstoÉ anotou os nomes de mais quatro políticos que teriam sido mencionados em depoimentos do delator Paulo Roberto Costa como beneficiários de propinas provenientes de negócios escusos da Petrobras. A lista inclui o governador do Ceará, Cid Gomes (Pros).

Procurado, o governador ditou uma frase à sua assessoria, repassada à reportagem do UOL: “Não sei quem é Paulo Roberto. Nunca estive com esse cidadão e sou vítima de uma armação de adversários políticos.'' Não é bem assim.

Conforme demonstrado na foto que ilustra este texto, Cid Gomes recostou os cotovelos, ao lado do ex-diretor preso da Petrobras, numa mesa de reuniões. A despeito da má qualidade da imagem, é possível constatar que Paulo Roberto é o personagem que está sentado à esquerda do governador.

O encontro se deu-se no dia 14 de julho de 2008. Foi noticiado na edição do dia seguinte do Diário do Nordeste, como pode ser constado aqui. Discutia-se na época a implantação de uma refinaria de petróleo no Ceará. Cid Gomes recepcionou em seu gabinete uma delegação da Petrobras, chefiada por Paulo Roberto Costa, então todo-poderoso diretor de Abastecimento da maior estatal brasileira.

O fato de Cid Gomes ter recebido o agora delator numa audiência oficial ocorrida há seis anos não constitui, evidentemente, prova de que o governador recebeu propina. Mas é uma evidência de que o governador precisa ajustar sua declaração. Não fica bem dizer que desconhece um personagem que, de fato, conheceu.

Nas vozes de Diana Ross e Marvin Gaye, uma linda música: Stop, look, listen to your heart. Bom domingão!

ESCÂNDALO NA PETROBRAS
NOVOS NOMES SÃO DELATADOS POR EX-DIRETOR DA PETROBRAS

AGORA FORAM CITADOS EDUARDO CUNHA, CID GOMES, DELCÍDIO E DORNELLES
DiáriodoPoder

Justiça suíça processa o ex-executivo da Petrobras, Paulo Roberto Costa, por lavagem de dinheiro (Foto: Eduardo Naddar/AGIF/Folhapress)

Considerado o homem-bomba que detonará esquema bilionário de corrupção na Petrobras, o ex-diretor de Abastecimento e Refino Paulo Roberto Costa entregou à Polícia Federal nomes de políticos e empresas que teriam superfaturado em 3% o valor dos contratos da estatal no período em que ele comandava o setor de distribuição, entre 2004 e 2012. A edição da revista IstoÉ desta semana trouxe novos nomes que comporiam a lista delatada pelo ex-diretor: deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), o governador Cid Gomes (PROS-CE) e os senadores Delcídio Amaral (PT-MS) e Francisco Dornelles (PP-RJ).

Na semana passada, outros nomes de políticos graúdos da República citados na delação premiada de Paulo Roberto Costa vieram à tona, como os presidentes do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), e da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão (PMDB-MA), o ex-governador do Rio Sérgio Cabral (PMDB), a governadora do Maranhão, Roseana Sarney (PMDB). Também compõem a relação o tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, o senador e presidente do PP, Ciro Nogueira (PI), o senador Romero Jucá (PMDB-RO), os deputados Cândido Vaccarezza (PT-SP) e João Pizzolatti (PP-SC), o ex-ministro das Cidades Mário Negromonte (PP-BA) e até o ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos, morto em acidente aéreo no mês passado.

Segundo a reportagem da revista IstoÉ, os levantamentos preliminares da Polícia Federal já confirmaram que boa parte da lista de parlamentares e chefes de governos estaduais contemplada, segundo o delator, pelo propinoduto da Petrobras, tem conexão direta com empresas envolvidas no esquema da estatal. Levantamento feito no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) revela que cinco empreiteiras acusadas de participar do esquema este ano doaram quase R$ 90 milhões a políticos relacionados ao escândalo.

Procuradas, as empresas envolvidas respondem que as doações “seguem rigorosamente a legislação eleitoral”. A PF, no entanto, apura a origem dos recursos doados e se, além dos repasses oficiais, houve remessas ilegais. Suspeita-se que as doações eleitorais sejam usadas para lavar e internalizar o dinheiro depositado no exterior. Instada a colaborar, a Justiça da Suíça, país por onde circularam receitas provenientes de superfaturamento dos contratos da Petrobras, já deu o sinal verde para a cooperação.

O dia em que Marina chorou. Ou: Indústria de mentiras do PT pode fazer de Marina uma poderosa vítima; o tiro ainda sairá pela culatra

Marina Silva chorou. É o que informa reportagem de Marina Dias, da Folha. Está inconformada com os ataques que estão sendo feitos pelo PT e, em particular, por Lula. Numa conversa com a repórter, no banco de trás do carro que a transportava para um hotel no Rio, na noite de quinta, afirmou emocionada: “Eu não posso controlar o que Lula pode fazer contra mim, mas posso controlar que não quero fazer nada contra ele. Quero fazer coisas em favor do que lá atrás aprendi, inclusive com ele, que a gente não deveria se render à mentira, ao preconceito, e que a esperança iria vencer o medo. Continuo acreditando nessas mesmas coisas”.
Pois é… Marina está experimentando o que é virar alvo de difamação de uma máquina que ela própria ajudou a construir e à qual serviu durante tanto tempo, inclusive como ministra. Não custa lembrar que os petistas não mudaram os seus métodos. Seguem sendo os mesmos. Eles só se tornaram mais virulentos porque são, agora, muito mais poderosos.
Marina tem motivos para reclamar. Se, como sabem, tenho enormes reservas à forma como conduz a sua postulação, é evidente que está sendo vítima de uma campanha de impressionante sordidez. Afirmar, como faz o PT, que a independência do Banco Central iria arrancar comida da mesa do brasileiro é coisa de vigaristas. Sustentar que Marina, se eleita, vai paralisar a exploração do pré-sal — como se isso dependesse só da vontade presidencial — e tirar R$ 1,3 trilhão da educação é uma formidável mentira.
Fazer o quê? Os companheiros nunca tiveram limites e sempre se comportaram, já afirmei isto aqui muitas vezes, como uma máquina de sujar e de lavar reputações. Podem lavar a biografia do pior salafrário se este virar seu aliado — e isso já aconteceu. E podem manchar a história de uma pessoa honrada se considerarem que virou uma inimiga.
Marina recorre ao passado: “Sofri muito com as mentiras que o Collor dizia naquela época contra o Lula. O povo falava: ‘Se o Lula ganhar, vai pegar minhas galinhas e repartir’. Se o Lula ganhar, vai trazer os sem-teto para morar em um dos dois quartos da minha casa’. Aquilo me dava um sofrimento tão profundo, e a gente fazia de tudo para explicar que não era assim. Me vejo fazendo a mesma coisa agora”.
Pois é… Hoje, Lula é o Collor da vez, e aquele Collor de antes é agora um aliado deste Lula. Assim caminham as coisas.
Não sei, não… Acho que o PT pode estar exagerando na dose. A pauleira é de tal sorte que Marina já está no ponto para se transformar numa poderosa vítima. Até porque os companheiros decidiram deixar de lado razões plausíveis para combatê-la e resolveram investir, de fato, na indústria da mentira, do preconceito e do medo.
O tiro pode sair pela culatra.
Por Reinaldo Azevedo

No jornal Lance! O Fred pegou!


A primeira página do jornal O Estado de São Paulo


Os destaques do jornal Correio Braziliense


A capa de domingo do Jornal da Paraíba


As manchetes de jornais brasileiros neste domingo

Folha: Desperdício de água de SP é quatro vezes o volume poupado

Globo: Escândalos travam operações da Petrobrás

Extra: Tráfico da Mangueira ignora UPP e faz guerra

ValorEconômico: MPF pede bloqueio de R$ 1,5 bilhão de bens de Eike

Estadão: Por pena menor, ex-diretor da Petrobrás devolverá US$ 23 mi depositados na Suiça

ZeroHora: Como pôr mais PMs nas ruas

Estado de Minas: Como vivem os haitianos na grande BH

CorreioBraziliense: Saída de Arruda muda os rumos da campanha

CorreiodaBahia: Prefeitura quer tarifa de metrô igual a de ônibus

DiáriodoNordeste:  Estudo aponta quem perde e quem ganha deputados no Ceará

JornaldoCommercio: Disputa voto a voto

JornaldaParaíba: PB tem 9,2 mil presos e maioria é jovem e pobre

sábado, 13 de setembro de 2014

Ouvir Jamelão é sempre bom! Aumente o som e sinta o som da orquestra invadindo a boa lembrança...

O evento é o Congresso Mundial de Pneumologia em Munique. A pausa para uma cerveja faz parte. Ora se faz!

A Coluna Faisqueira do nosso jornal Gazeta do Alto Piranhas


Frase da semana: Denise precisa ter muito cuidado com os fofoqueiros de plantão. Ela tem que deixar um dos ouvidos para escutar a verdade e os verdadeiros amigos”. (de um aliado preocupado com a rede de intrigas e fofocas que circulam nos bastidores).

Vituriano põe o pé na estrada


O deputado estadual Antonio Vituriano de Abreu, como candidato à reeleição, tem feito uma campanha tipo formiguinha e ainda restando 25 dias para a eleição, ainda vai gastar muito solado do sapato. Tem andado por todos os buracos de serra da região, conversando, botando menino nos braços, abraçando velho, beijando moça e fazendo discursos em cada esquina da cidade. É um verdadeiro leão. 

Cilene do lenço

Uma das militantes mais fortes do grupo de Denise/Carlos Antonio, a conhecida e badalada Cilene do Lenço, teria se encontrado no último sábado, com o candidato a governador Cássio da Cunha Lima, no Bar de Toinho Bibiano e teria sapecado: Cássio você não fez nada por Cajazeiras, bote pelo menos uma pedra pra eu ”intrupicar” nela e cair. Parece que Cilene tem intuído os discursos da situação. 

Gobira

O sapateiro Antonio Gobira é um dos candidatos a deputado federal que tem mais “roubado a cena” e produzido mais “fatos” que se propagam por todos os recantos da cidade e suas “histórias” tem caído no gosto popular.

Gobira 2

Uma delas: quando esteve no fórum para falar com a juíza do eleitoral, depois de um papo super interessante, ao se despedir da meritíssima, teria dito: “doutora pode arranjar mais urnas que as que tem aqui não vão caber os meus votos”. Risos geral.

Gobira 3

Ainda outra: uma mulher teria se dirigido a ele e pedido um milheiro de telha e não contou conversa: “a senhora tá vendo aquela casa ali, pode ir lá tirar as mil telhas de um jeito que deixe uma sombra pra nós, pode ir a casa é de minha sogra e eu me ajeito com ela”.


Gobira 4

Gobira quando tá tendo um tempinho corre para a sua sapataria para apurar uns “corrós” e comprar as coisas de casa e neste ínterim teria recebido um telefonema da mulher pedindo a carne do almoço e respondeu: até agora não apurei nada, tome emprestado aí dois ovos com a vizinha, que quando aparecer dinheiro eu compro e pago a ela.

Gobira 5

Esta semana teria acontecido uma reunião, em Cajazeiras, com “o estado maior” de um dos candidatos a governador e o assunto principal que se discutiu não foi a estratégia da campanha, mas sim Gobira que teria ocupado 90% do tempo da reunião. Parece que o sapateiro tem dado dor de cabeça em muita gente.


Gobira 6

Um dos candidatos a deputado estadual foi instigado por um eleitor: seu candidato a deputado federal vai tirar poucos votos em Cajazeiras e ele de cima de sua experiência, justificou: não é só meu candidato não, mas todos os outros indicados pelos outros candidatos, mas temos uma “desculpa” a dar: “o fenômeno Gobira”.

Léa Silva


A vereadora Léa Silva não tem perdido um minuto sequer do seu sono com o candidato a deputado federal Antonio Gobira, até porque, pelo volume de serviços prestados tanto por ela quanto pelo seu candidato, Efraim Filho, em Cajazeiras, ela que sempre votou e trabalhou por ele, agora ainda mais com o afinco de Carlos/Denise, quer o nome de Efraim como líder de votos em Cajazeiras. 

Felizes para sempre?
'
A oposição e parte da situação, em Cajazeiras, estão mais entranhadas do que carrapato em ouvido de cachorro, tudo em torno do nome de um candidato a governador. Quando chegarem as eleições municipais continuarão juntos e misturados? Porém, ninguém sabe qual vai ser o sabor desta “sopa de pedra” e muito menos o tamanho da indigestão e da dor de barriga que ela vai provocar. Como este ano tá tudo junto e misturado e não se entende mais nada, nem “nadica” de nada.

Marina não merece o que o PT e Dilma estão fazendo com ela.


Foi o noivo que convidou...

Era penetra?

dilma
Das duas, uma
De duas, uma: ou Dilma Rousseff gosta de ter em sua intimidade pessoas com quem não se bica ou suas incompatibilidades com o notório Paulo Roberto Costa não eram tão agudas como ela afirmou ontem na sabatina de O Globo.
Basta relembrar que o diretor com quem Dilma diz não ter “afinidade” estava na seleta lista de convidados do casamento de Paula Rousseff, filha de Dilma, em 2008.
Por Lauro Jardim

"Engraçado. Da vida da Marina o PT sabia!" Já do que ocorre na Petrobrás...


 PT agora diz que vai processar Marina. É piada de partido autoritário!



Por Reinaldo Azevedo 

É o fim da picada! O PT decidiu partir com uma violência contra Marina Silva que, em certa medida, jamais empregou nem contra adversários tucanos em disputas presidenciais: Serra, Alckmin e Aécio. O partido diz que vai apresentar ao Ministério Público Eleitoral uma representação criminal, acusando Marina, candidata do PSB à Presidência, de “difamação”. Por quê? Porque, em sabatina no Globo, Marina afirmou que o partido colocou por 12 anos um diretor para assaltar os cofres da Petrobras. Ela se referia, claro, a Paulo Roberto Costa.
Pois é… Difamação? Que Costa tenha assaltado os cofres da Petrobras, eis uma afirmação que é matéria de fato, não de opinião. Ele mesmo confessa num processo que envolve delação premiada — e o prêmio só virá se apresentar evidências do que diz.
É impressionante que o partido que acusa a adversária de tentar roubar a comida do prato dos brasileiros e de ameaçar tirar da educação R$ 1,3 trilhãomentiras assombrosasqueira um processo contra essa mesma adversária porque afirmou que o partido pôs um assaltante numa diretoria da Petrobras.

Quem nomeou Paulo Roberto? A direção da empresa, controlada pelo PT. No cargo, eles fez o quê? Assaltou os cofres da Petrobras.
O PT sabe que esse tipo de coisa não dá em nada, mas está fazendo firula para ganhar o noticiário. Tudo compatível com um partido que cria lista negra de jornalistas, que pede a cabeça de funcionários de bancos, que tenta censurar textos de consultoria e que moveu uma ação de queixa-crime contra um economista porque não gosta de sua opinião.
O mundo ideal do petismo é uma ditadura onde não há contestação.

É só 'Gobirar' no dia da eleição!

AZEDUME POLÍTICO

Por Marcos Diniz

Eleitores Candeeiristas e Candeeirados.

Minha mulher anda dizendo que já passei por melhores dias. Ando impaciente, intolerante, chato, fora do padrão eleitoral esperado. Aquele do tipo: "E haja Rui!" , de antigamente.

Mas, sei não ser nada que me torne inconveniente, azedo, fela da puta.

Na minha infância, acreditava que ser eleitor, bastava participar de tudo que era comemoração, comício e colecionar santinho. Sabe, aquela coisa de cor do cordão das festas das padroeiras!

Ficava em estado contemplativo, não havendo ponto de vista que me tirasse do sério, me fizesse mudar de banda. Pensava sempre ter decidido pelo candidato certo.


Bastava escolher entre Raimundo da Viação Brasília e Chico Rolim. Escolhí Raimundo... Perdí!

De outras vezes, já eleitor de título em mãos, até escolhí e acertei...Quirino, Zerinho, Bosco Barreto... Votei uma vez em Nilsinho...

Aí, mudei de domicílio e o tempo e os PTs me tornaram fariseu, passando a ter mais intenções de votos por outros interesses.

Esta falta de paixão eleitoreira dos adultos, dentro do foco: Imposto de renda, segurança, saúde, educação, blá, blá, blá.

Tenho me penitenciado de 90 prá cá. Fui PT em todas as eleições presidenciáveis. Não acho que perdí o tal foco, como diz as pesquisas da moda.

Escuto que o povo quer mudanças, mas parece que é vendetta à brasileira, pois tão roubando muiiito e sem fazer nada.

Continuo míope em política, Sem dúvida alienado, como nos anos de chumbo.


Por isso... Gobira, neles! Meu amigo de face.

Pelo menos, o cara não tem auréola torta. 

Vamos ajudar Toín se arrumar!
Marina chora ao falar de Lula e se diz injustiçada

Presidenciável se diz vítima de indústria de boatos pelo PT com o objetivo de fazer terrorismo eleitoral

MARINA DIAS
Folha de São Paulo

Alvo de uma série de ataques desde que entrou na corrida pelo Palácio do Planalto e virou uma ameaça para a presidente Dilma Rousseff (PT), a ex-senadora Marina Silva (PSB) fez um desabafo e chorou ao ser questionada pela Folha sobre as críticas que recebeu do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, de quem foi aliada por 24 anos.

"Eu não posso controlar o que Lula pode fazer contra mim, mas posso controlar que não quero fazer nada contra ele", disse na noite de quinta-feira (11), no banco de trás do carro que a levava ao hotel após mais de 13 horas de campanha no Rio de Janeiro.

Emocionada, disse ser quase impossível acreditar que o petista esteja fazendo isso, mas demonstrou que ainda nutre admiração pelo ex-presidente.

"Quero fazer coisas em favor do que lá atrás aprendi, inclusive com ele [Lula], que a gente não deveria se render à mentira, ao preconceito, e que a esperança iria vencer o medo. Continuo acreditando nessas mesmas coisas", afirmou.

Marina, que frequentemente se declara "injustiçada" pelos ataques do PT, lembrou o que aconteceu com Lula nas eleições de 1989, quando ele disputou a Presidência da República e perdeu para Fernando Collor.

"Sofri muito com as mentiras que o Collor dizia naquela época contra o Lula. O povo falava: Se o Lula ganhar, vai pegar minhas galinhas e repartir'. Se o Lula ganhar, vai trazer os sem-teto para morar em um dos dois quartos da minha casa'."

Em seguida, acrescentou: "Aquilo me dava um sofrimento tão profundo, e a gente fazia de tudo para explicar que não era assim. Me vejo fazendo a mesma coisa agora".

Na porta do hotel em Copacabana, após alguns segundos em silêncio, Marina desceu do carro recomposta. Virou o rosto e disse à reportagem: "Mas não tenho raiva de ninguém, não, nem da Dilma. Vou continuar lutando".


Desde que subiu nas pesquisas, Marina está sob ataques do PT, partido ao qual foi filiada de 1985 a 2009.

Ela deixou a legenda depois de se afastar do Ministério do Meio Ambiente, que comandou por cinco anos no governo de Lula. Marina teve várias divergências com o ex-presidente nesse período. A principal, alega, era a dificuldade para desenvolver sua agenda ambiental.

Em maio de 2008, ela entregou sua carta de demissão a Lula, que avaliou que a aliada estava fazendo de sua saída do governo um "espetáculo desnecessário". Era o primeiro atrito público entre os dois.

Pouco mais de um ano depois, ao se desfilar do PT, comparou sua saída a um "divórcio" e disse que nem a legenda nem o governo haviam avançado no tema da sustentabilidade". Mais desconforto com Lula.


Nos últimos dias, o PT iniciou uma campanha para desconstruir Marina, afirmando que ela não vai dar prioridade à exploração do petróleo do pré-sal e sugerindo que ela é sustentada por banqueiros, numa referência a Neca Setubal, herdeira do banco Itaú que coordena o programa de governo da candidata.

A propaganda petista também apontou problemas de governabilidade numa eventual gestão Marina, associando a candidata a presidentes que não terminaram os mandatos, como Jânio Quadros (1961) e Collor (1990-1992).

A candidata do PSB diz que é vítima de uma "indústria de boatos e mentiras", que tem o objetivo de "fazer terrorismo" com os eleitores.